O desporto deve servir quem o pratica. Mas será que o poder federativo e os mecanismos de certificação reconhecem a competência efetiva e promovem o interesse público?
Confundir uma causa necessária e importante com um movimento extremista de direita é estranho. Tenhamos algum carácter para não se banalizarem palavras.
Numa altura em que a população se une em torno da crise da habitação, é ainda mais urgente exigir um pacto intermunicipal para a habitação e para a mobilidade, duas faces da mesma qualidade de vida.
Precisamos da honestidade intelectual de ler ao que vêm os partidos, de exercer um escrutínio efetivo, sem medos, sem tabus e sem preconceitos ideológicos.
Há três semanas que as tendas fazem parte da paisagem no Porto e Lisboa. Montam-se, desmontam-se por ordem da polícia e voltam a montar-se. Tornaram-se
o símbolo de uma geração que diz não ter casa.
A crise da habitação nasce de uma queda da oferta e de uma imigração desregulada. Se a política é uma ciência, a resposta não pode ser capturada por quem usa a habitação para destruir a democracia.
A prioridade é dar continuidade à prevenção. Uma floresta com valor e condições para ser cuidada oferece uma base mais sólida para proteger pessoas, património e a economia local.
Uma sociedade precisa de compreender por que razão vale a pena defender a comunidade política a que pertence. É aqui que a continuidade histórica adquire um significado presente.
Ao islão radical opõe-se um islão moderado. Acolhe-se este islão moderado, fomenta-se a sua difusão, testemunha-se a sua boa vontade. Esta divisão, nos seus efeitos, é menos clara do que parece.
Entre a concentração de oportunidades nas grandes cidades e o abandono de muitos territórios, Portugal continua a enfrentar desigualdades que comprometem a coesão nacional.
O comboio da história passa poucas vezes. Mas não basta apanhar o comboio da história: é preciso saber para onde o levar. E essa oportunidade talvez não volte a surgir.
As provas ModA de 2026 trouxeram boas notícias na Matemática e na escrita. Mas no 4.º e no 6.º anos recuou precisamente o que sustenta tudo o resto: a compreensão de textos.