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Ousted 60 Minutes correspondent Cecilia Vega on overhaul at CBS News: ‘It hurts to watch’

Vega said she still doesn’t know why she was fired from the show, which has experienced a slump in ratings.

Cecilia Vega, the 60 Minutes correspondent fired as part of a dramatic overhaul of the CBS News show this spring, said it “hurts” to see what has happened to the storied newsmagazine and other segments of the network, and repeated allegations that she was told to insert “factually untrue” information into her work.

“It pains me. It hurts to watch, from afar. It hurts to talk to my colleagues who are still there. It hurts to see the ratings slump that is happening right now,” Vega said during a Thursday evening talk for students at American University in Washington DC.

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© Photograph: Jemal Countess/Getty Images for Voto Latino

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CBS's Garrett: 'I Don't Hear Much About the Agenda' for Dems

30 October 2026 at 11:20

On Thursday’s edition of CBS’s “The Takeout,” host and CBS News Chief Washington Correspondent Major Garrett stated that he doesn’t hear a lot about what Democrats’ actual agenda is. While speaking with Rep. Suzan DelBene (D-WA), Garrett asked, “Is this

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Acaba nesta sexta prazo para empresas escolherem modelo do Simples

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Os micro e pequenos empresários precisam ficar atentos. Acaba nesta sexta-feira (30) o prazo para a escolha do regime tributário que entrará em vigor em janeiro, com a reforma tributária.

Os negócios que desejarem recolher o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) pelo regime regular terão até esta sexta para registrar a opção.

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Quem não fizer a escolha continuará a recolher pelo regime simplificado, que tem uma alíquota variável por tipo e tamanho de negócio posteriormente rateada em diversos tributos.

Também acaba nesta sexta o prazo para as empresas regularizarem as pendências que impediram o ingresso no Simples Nacional. O prazo de opção pelo regime acabou no dia 15.

O Simples Nacional é um regime simplificado de tributação para quem fatura até R$ 4,8 milhões por ano. Por causa do novo sistema tributário, o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) antecipou a escolha do regime tributário. Até então, a opção pelo Simples era realizada em janeiro de cada ano.

A data limite acabaria em 30 de setembro, mas, após diálogo com o Conselho Federal de Contabilidade e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o CGSN estendeu o prazo para 15 de outubro.

O novo prazo foi regulamentado por resolução do CGSN editada no fim de setembro. As normas incorporaram ao regime simplificado o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributos criados pela reforma tributária sobre o consumo.

As micro e pequenas empresas têm de 3 de novembro a 20 de dezembro para desistir das opções. O prazo vale tanto para reverter a inclusão no Simples como para cancelar o recolhimento do IBS e da CBS a partir de 2027.

O que muda

A nova regra vale para empresas que ainda não são optantes pelo Simples Nacional e querem utilizar o regime a partir de janeiro de 2027.

Os novos prazos são:

  • 1º de setembro a 15 de outubro de 2026: período para solicitar a opção pelo Simples Nacional para 2027;
  • 1º de setembro a 30 de outubro de 2026: escolha do regime regular da CBS e do IBS para o primeiro semestre de 2027;
  • 30 de outubro de 2026: regularização de pendências que tenham impedido opção pelo Simples Nacional;
  • 3 de novembro a 20 de dezembro de 2026: prazo para desistir das opções.

As seguintes datas estão mantidas:

  • 1º de janeiro de 2027: início dos efeitos da opção;
  • 1º a 31 de março de 2027: nova oportunidade para escolher o recolhimento do IBS e da CBS pelo regime regular, com efeitos no segundo semestre.

Criada por causa da transição para o novo sistema tributário, a alteração busca dar mais previsibilidade às empresas antes do início do ano-calendário.

IBS e CBS

Outra mudança envolve a forma de recolhimento do IBS e da CBS. A empresa poderá permanecer no Simples Nacional e, simultaneamente, optar pelo recolhimento desses dois tributos pelo regime regular.

Para o primeiro semestre de 2027, a escolha deveria ter sido feita em setembro, com validade de janeiro a junho.

Quem não fez a opção pelo regime regular nesse período permanecerá, no primeiro semestre, com IBS e CBS dentro da sistemática do Simples.

A decisão poderá ser revista em março de 2027, com efeitos para o segundo semestre.

A escolha pode ter impacto especialmente para empresas que vendem para outras empresas, devido à possibilidade de geração e aproveitamento de créditos tributários.

Por isso, a avaliação do regime não deve considerar apenas a alíquota. Também entram na análise fatores como:

  • perfil dos clientes;
  • cadeia de fornecedores;
  • possibilidade de geração e aproveitamento de créditos;
  • formação de preços;
  • impacto dos novos tributos no fluxo financeiro.

Optantes

Quem já está no Simples Nacional, em regra, não precisa solicitar novamente a permanência no regime.

Ainda assim, é recomendado verificar a situação fiscal da empresa em setembro deste ano, para identificar eventuais pendências ou exclusões para 2027.

As empresas que permanecerem no Simples e não quiserem recolher IBS e CBS pelo regime regular não precisarão fazer uma nova opção.

Quem quiser retirar esses dois tributos da sistemática do Simples deverá formalizar a escolha dentro do prazo estabelecido.

Abertura de empresas

As empresas abertas entre 1º de outubro e 31 de dezembro de 2026 terão uma regra específica.

Nesse caso, a opção pelo Simples Nacional feita no momento da inscrição do CNPJ produzirá efeitos tanto para o período restante de 2026 quanto para todo o ano de 2027.

A escolha relacionada ao IBS e à CBS pelo regime regular também poderá ser feita na abertura da empresa, com efeitos a partir de janeiro de 2027.

Se o empresário não quiser permanecer no Simples em 2027, poderá solicitar a exclusão por opção até o último dia de 2026.

Desistência

A antecipação da opção também criou uma possibilidade de desistência.

Quem fez o pedido até 15 de outubro poderá cancelar a solicitação até 30 de novembro de 2026.

O cancelamento, porém, será irretratável. Isso significa que, depois de desistir, a empresa não poderá fazer uma nova opção para produzir efeitos em 2027.

A antecipação também permite que eventuais pendências sejam identificadas antes do início do ano. Em caso de indeferimento por problemas que possam ser regularizados, a empresa terá prazo para corrigir a situação.

Regra do MEI

A mudança não altera o calendário de opção pelo Simei, sistema aplicável ao Microempreendedor Individual (MEI).

Para o MEI, a opção pelo Simei continua sendo realizada em janeiro de cada ano, até o último dia útil do mês.

Dessa forma, a antecipação para setembro não deve ser confundida com as regras específicas aplicáveis aos microempreendedores individuais.

NFS-e nacional

Outra mudança anunciada pelo CGSN envolve a emissão da Nota Fiscal de Serviço eletrônica (NFS-e) no emissor nacional.

A obrigatoriedade para empresas optantes pelo Simples Nacional foi adiada de 1º de setembro para 1º de novembro de 2026.

O adiamento busca dar mais tempo para municípios e empresas realizarem adaptações tecnológicas e operacionais.

Entre as providências recomendadas estão:

  • testar a emissão das notas;
  • verificar a integração com sistemas de gestão;
  • conferir a parametrização dos dados fiscais;
  • preparar os procedimentos internos antes do início da obrigatoriedade.

A regulamentação também altera a forma de prestação de informações fiscais e socioeconômicas.

A Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais (Defis) deixará de ser apresentada como declaração separada. As informações passarão a ser incorporadas ao Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional – Declaratório (PGDAS-D), com entrega anual de janeiro a março.

A mudança faz parte da adaptação do Simples Nacional ao novo modelo tributário.

Planejamento

Com setembro concentrando decisões relevantes para o próximo ano, especialistas recomendam que empresas e contadores antecipem a análise tributária.

A escolha entre manter IBS e CBS no Simples ou recolhê-los pelo regime regular pode produzir efeitos diferentes dependendo do setor, dos fornecedores e do perfil dos clientes.

Por isso, antes de formalizar a opção, a recomendação é que a micro e pequena empresa simule os dois cenários, além de revisar os sistemas, a emissão de notas fiscais e planejar o caixa para 2027.

Abrasca alerta sobre risco de aumento da carga tributária para empresas

29 October 2026 at 15:41

A carga tributária das empresas brasileiras tende a aumentar caso duas propostas fiscais sejam implementadas, de acordo com apontamento da Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas).

Dentre elas estão a implementação da alíquota de referência de 11,3% calculada pelo TCU (Tribunal de Contas da União) para a CBS (Contribuição de Bens e Serviços) e a hipótese de mudança na tributação de instrumentos de financiamento por meio do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Enquanto as duas possuem diferentes origens, os efeitos em potencial tendem a ser os mesmos: elevar a carga sobre empresas e consumidores.

A alíquota calculada pelo TCU foi criado a partir da reforma tributária e irá substituir o PIS e Cofins. A alíquota da CBS será definida anualmente até que a reforma tributária seja implementada integralmente em 2033. Sendo assim, no ano que vem, o TCU vai propor uma nova alíquota para 2028.

A Corte de Contas também propôs um redutor de 44,2% para compras da administração pública direta, como autarquias e fundações públicas, inclusive para importações.

“A alíquota da CBS ficou acima das estimativas que vinham orientando o planejamento das empresas e reflete, como registrou o próprio tribunal, a extensão de benefícios e regimes diferenciados na tramitação: cada tratamento favorecido é compensado por uma alíquota maior para os demais contribuintes”, afirmou a entidade.

Até o dia 15 de dezembro, o Senado Federal discute a pauta e decide se segue com o percentual. “A Abrasca espera transparência sobre as premissas do cálculo.”

Já em relação ao IOF, a Abrasca faz referência às notícias que têm circulado de que o governo estaria estudando uma medida para que imposto seja aplicado sobre investimentos que hoje são isentos do Imposto de Renda. Sobre o caso veiculado na mídia, a entidade demonstra preocupação.

“Quem decide um investimento hoje precisa saber quanto vai pagar de imposto nos próximos anos. O que se espera é que a carga, que já é elevada, não aumente, nem pela calibragem da reforma nem por decreto”, afirma Cátilo Cândido, presidente-executivo da Abrasca.

Veja o que muda com Reforma Tributária aprovada na Câmara

 

CBS: Fiesp vê gasto de R$ 100 bi com valor do TCU e pede mudança no Senado

28 October 2026 at 22:25

A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) criticou a alíquota de referência de 11,34% para a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), proposta pelo TCU (Tribunal de Contas da União) para 2027.

Em posicionamento assinado pelo presidente da entidade, Paulo Skaf, a federação afirma que o percentual contraria a premissa de manutenção da carga tributária prevista na reforma tributária e pede que o Senado Federal reveja o cálculo.

O TCU propôs uma alíquota de referência de 11,3468%, arredondada para 11,3%, que será encaminhada ao Senado. A Casa terá até 15 de dezembro para definir o percentual por meio de resolução. Caso não o faça dentro do prazo, prevalecerá o cálculo do tribunal.

A CBS foi criada pela reforma tributária para substituir o PIS e a Cofins, tributos federais incidentes sobre bens e serviços. A contribuição faz parte do IVA (Imposto sobre Valor Agregado) dual, modelo também que será composto pelo IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência estadual e municipal.

Segundo o TCU, o cálculo busca manter o nível de arrecadação dos tributos substituídos, sem aumentar ou reduzir as receitas públicas. A metodologia foi encaminhada pela Receita Federal e analisada pelo tribunal.

Fiesp estima impacto de mais de R$ 100 bilhões

Na avaliação da Fiesp, a alíquota proposta está acima do nível necessário para preservar a carga tributária. A entidade afirma que estudos técnicos, incluindo os elaborados pela própria federação, apontavam um percentual próximo de 9% para a CBS.

No comunicado, a federação estima que a decisão pode retirar mais de R$ 100 bilhões da economia em tributos adicionais já em 2027.

A entidade também avalia que a soma das alíquotas da CBS e do IBS pode levar o IVA dual a superar 30%, o que, segundo a Fiesp, colocaria o Brasil na posição de país com a maior tributação sobre o consumo do mundo.

A federação argumenta que uma carga tributária mais elevada pode prejudicar a produção, os investimentos e o emprego.

Para a entidade, o ajuste das contas públicas deve priorizar o controle dos gastos do governo, em vez do aumento da arrecadação sobre empresas e setores produtivos.

“Esperamos o bom senso do Senado Federal para corrigir essa distorção”, afirma Paulo Skaf no posicionamento.

Senado terá palavra final sobre alíquota

A proposta do TCU ainda precisa passar pela definição do Senado. A alíquota de referência da CBS será estabelecida anualmente durante o período de transição da reforma tributária, até a implementação integral do novo sistema, prevista para 2033.

Para 2027, o governo estima arrecadar R$ 636,8 bilhões com a CBS, segundo o PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual).

A reforma prevê a substituição gradual de tributos atuais por CBS e IBS, com o objetivo de simplificar o sistema.

Enquanto o TCU afirma que o cálculo busca preservar a arrecadação dos tributos substituídos, a Fiesp questiona o percentual proposto e defende uma alíquota menor.

A definição do Senado será decisiva para estabelecer a referência da contribuição em 2027.

Pix: pagamento de aproximação ganha espaço no comércio físico

 

Embattled Bari Weiss says she is not ‘focused’ on declining 60 Minutes ratings

CBS News editor-in-chief sidesteps viewership concerns and says flagship show doing ‘tremendously well’

CBS News editor-in-chief Bari Weiss has spoken publicly for the first time about the ratings challenges the network has experienced under her year-long tenure, sidestepping concerns about diminished viewership at the Sunday show 60 Minutes by saying it was not her top priority.

“I could never build anything if I were focused on the precise number of people that happen to tune in to the second feature on 60 Minutes on a given Sunday,” she said at an industry conference on Wednesday organized by the tech publication the Information. The news organization did not offer press credentials.

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© Photograph: Noam Galai/Getty Images for The Free Press

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TCU aprova cálculo da alíquota de referência da CBS em 11,3%

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O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (28) o cálculo da alíquota de referência da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributo federal criado pela reforma tributária para substituir contribuições que atualmente são cobradas sobre o consumo – o PIS/Pasep e a Cofins. O percentual, calculado em 11,3468%, foi arredondado para 11,3%.

A decisão foi tomada em sessão plenária extraordinária, que também definiu, em 44,16%, o redutor a ser aplicado nas compras feitas pela administração pública direta, autarquias e fundações públicas.

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Pelas regras da reforma tributária, cabe ao TCU calcular a alíquota de referência necessária para manter a arrecadação dos tributos federais que serão substituídos pela CBS durante a transição para o novo sistema tributário.

O resultado será encaminhado ao Senado Federal, responsável por fixar a alíquota por meio de resolução.

A CBS integrará o novo modelo de tributação do consumo ao lado do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), de competência compartilhada entre estados e municípios.

>> Reforma Tributária: 86% das notas fiscais destacam a CBS

Entenda

A aprovação, pelo TCU, do cálculo da alíquota de referência da CBS representa mais uma etapa da implementação da reforma tributária do consumo.

A definição desse percentual é considerada um dos pontos centrais da reforma tributária, porque permite estimar os efeitos do novo sistema sobre a arrecadação pública e avaliar o impacto das exceções e benefícios concedidos a diferentes setores da economia.

Em regra, quanto maior o número de tratamentos favorecidos previstos na legislação, maior tende a ser a alíquota necessária para manter o nível de arrecadação.

A CBS começará a ser cobrada, em caráter de teste, em 2027 e substituirá gradualmente o PIS/Pasep e a Cofins durante a transição para o novo sistema tributário. Ela integrará, ao lado do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), o novo modelo de tributação sobre o consumo no país.

A alíquota de referência corresponde ao percentual calculado para preservar, em termos agregados, a arrecadação dos tributos que serão substituídos pela CBS.

Para chegar ao resultado, são consideradas as regras previstas na reforma tributária, incluindo alíquotas reduzidas, regimes específicos de tributação, o Simples Nacional, mecanismos de devolução de tributos e créditos tributários.

A CBS fará parte de uma transição que se estenderá até 2033, quando o novo modelo de tributação do consumo passará a vigorar integralmente em substituição ao sistema atual.

Former RNC chair: Democrats will ‘probably’ take House control

28 October 2026 at 15:05
Former Republican National Committee (RNC) Chair Ronna McDaniel signaled Tuesday that Democrats were likely to regain control of the House with a week to go before the midterm elections.   “I think the House, you know with three seats that the Dems need to pick up, is probably going to go to the Democrats,” she told…

Former RNC chair: Democrats will ‘probably’ take House control

28 October 2026 at 15:05
Former Republican National Committee (RNC) Chair Ronna McDaniel signaled Tuesday that Democrats were likely to regain control of the House with a week to go before the midterm elections.   “I think the House, you know with three seats that the Dems need to pick up, is probably going to go to the Democrats,” she told…

Reforma tributária: TCU propõe alíquota de 11,3% para CBS em 2027

28 October 2026 at 14:21

O TCU (Tribunal de Contas da União) propôs uma alíquota de referência de 11,3% para CBS (Contribuição Social sobre Bens e Serviços) em 2027. O novo imposto foi criado a partir da reforma tributária e irá substituir o PIS e Cofins.

A proposta para CBS é resultante do arredondamento da alíquota calculada de 11,3468%. A Corte de Contas também propôs um redutor de 44,2% para compras da administração pública direta, como autarquias e fundações públicas, inclusive para importações.

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O processo foi relatado pelo ministro Vital do Rêgo. O TCU deliberou sobre o cálculo da alíquota da CBS nesta quarta-feira (28).

“Não se buscou a maior arrecadação possível nem a menor alíquota imaginável, mas o percentual que assegura a equivalência exigida pela Constituição. Esse compromisso traduz a diretriz do cidadão como foco do nosso plano de gestão, pois é o cidadão que suporta a tributação”, disse Vital do Rêgo em seu voto.

Diante da decisão, o tribunal vai encaminhar o cálculo ao Senado Federal. Após receber a proposta, a Casa Legislativa terá até o dia 15 de dezembro para fixar a alíquota por meio de resolução. Se os senadores não fixarem a alíquota dentro desse prazo, prevalecerá o cálculo do TCU e será aplicada a alíquota de 11,3%.

Para preservar a arrecadação pública, o TCU considerou o que o governo arrecada atualmente com os tributos que serão substituídos para definir a alíquota de referência do novo tributo. Segundo o tribunal, a alíquota de referência da CBS é neutra, isto é, não aumenta nem reduz as receitas obtidas por meio de Pis/Cofins.

No PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2027, a equipe econômica estima arrecadar R$ 636,8 bilhões com a CBS.

A Receita Federal encaminhou a metodologia de cálculo da alíquota e do redutor ao tribunal. O TCU examinou os 17 módulos enviados pelo Fisco e homologou a metodologia.

A alíquota da CBS será definida anualmente até que a reforma tributária seja implementada integralmente em 2033. Sendo assim, no ano que vem, o TCU vai propor uma nova alíquota para 2028.

Reforma Tributária: TCU delibera cálculo da alíquota da CBS nesta quarta

28 October 2026 at 09:20

O TCU (Tribunal de Contas da União) se reúne nesta quarta-feira (28) para deliberar sobre o cálculo da alíquota da CBS (Contribuição Social sobre Bens e Serviços). O novo imposto substitui o PIS e Cofins a partir de 2027 mediante a Reforma Tributária.

O Tribunal tem até esta sexta-feira (30) para encaminhar ao Senado a proposta de percentual de referência para o tributo federal. Após receber o cálculo, o Senado terá até o dia 15 de dezembro para definir a alíquota por meio de resolução.

A CBS é o imposto que será cobrado sobre o consumo a partir do ano que vem. Ela faz parte do novo modelo de tributação criado pela reforma tributária.

A proposta é reorganizar a cobrança de impostos. E para preservar a arrecadação pública, o TCU deve considerar o que o governo arrecada hoje com os tributos que serão substituídos para definir a alíquota de referência do novo tributo.

De acordo com o Tribunal, a metodologia utiliza, como fonte principal, dados de arrecadação efetiva provenientes de obrigações acessórias e registros contábeis dos contribuintes, em especial a Escrituração Contábil Fiscal (ECF) de pessoas jurídicas tributadas pelo Lucro Real e pelo Lucro Presumido.

Complementarmente, são utilizados dados macroeconômicos corrigidos oriundos das Tabelas de Demanda e Consumo Intermediário das Contas Nacionais do IBGE e informações da ANP sobre produção de combustíveis.

O que é a CBS?

A Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS) foi criada pela reforma tributária para substiuir a cobrança do PIS e Cofins a partir de 2027, com o objetivo de simplicar e reduzir a complexidade do sistema tributário mediante a unificação de tributos e alíquotas mais transparentes.

Neste ano, as empresas já realizaram testes do novo modelo e a partir do dia 1º de agosto foi instaurado a obrigatoriedade do preenchimento dos campos relativos ao IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e à CBS em todos os documentos fiscais eletrônicos emitidos por empresas do regime regular.

A penalidade para as empresas que não preencherem os campos relativos aos impostos sobre o consumo, na nota fiscal eletrônica, começarão a partir de 2027.

Segundo o TCU, a reforma tributária deve aumentar a competitividade empresarial com redução de custos de conformidade e maior previsibilidade.

Implementação da tributária

O ano de 2026 marca um período de transição, com CBS em alíquota de teste reduzida e caráter predominantemente informativo para adaptação dos sistemas. No ano teste, a orientação virá antes da multa em caso de erro.

A partir de 2027, haverá o início pleno do novo modelo da CBS, inclusive para optantes pelo Simples Nacional, com extinção do Pis e da Cofins e redução a zero do IPI (mantido o IPI para os bens produzidos na Zona Franca de Manaus) e sua substituição pelo imposto seletivo.

A CBS poderá ser recolhida automaticamente no momento do pagamento, por meio dos sistemas financeiros (Pix, cartão, boleto, TED). Segundo o governo federal, o mecanismo garante o crédito para o adquirente, reduz a alíquota para todos, evita erros de cálculo e dá mais segurança jurídica ao contribuinte.DELI

The 'Big Bad' theory of billionaire tech bros

26 October 2026 at 08:17
Jeremy Strong as Mark Zuckerberg, Elizabeth Holmes, and Elon Musk

Bloomberg/Getty; Jeremy Strong/Sony Pictures; Finn Gomez/Getty; Tyler Le/BI

Writing villains is supposed to be hard. No grand, world-dominating plan ever really makes sense in a story. Soon after "The Dark Knight" came out, David Goyer, its writer, told me the Joker had been a real relief. "Blessedly, because of who the Joker is, we just said, 'fuck the plan. We don't have to do it. He's the Joker. He's the anti-plan,'" Goyer said. "Trying to take over the world is such an impossible, stupid idea — as if anyone could do it with a single act, you know?"

Yet now very real people seem to try just that, on the regular. Except if you believe Hollywood, they're not insane clowns. They're billionaire tech bros. It's starting to seem like every movie and TV bad guy is a douchebag who got rich making stuff that works on your phone. Mark Zuckerberg in "The Social Reckoning," Elon Musk in "Musk," Elizabeth Holmes in "You Can See Everything," Sam Altman in the upcoming "Artificial," Sam Bankman-Fried in "The Altruists." In these stories, at varying levels of fictionality, the evil villains' megalomaniacal plans mostly make sense. Some of them even got away with it. America is eagerly consuming stories about them. "You Can See Everything" grossed $15 million on opening in just 855 theaters, twice what its producers expected.

The more interesting question is why these founders are our demons, all of a sudden. Chalk it up to the reality of the "techlash," the society-wide revulsion to Big Tech's ubiquity and power. But if you really want to understand the extent to which everyone thinks Silicon Valley is so uncanny these days, you should be watching a CBS legal procedural called "Cupertino." It's a sharp look at tech and its discontents — but more than that, it clarifies how widely the techlash is spreading.

"Cupertino" comes from the TV-making couple Michelle and Robert King, best known for the "The Good Wife" and "The Good Fight." In their new show, a slick lawyer played by Mike Colter gets iced out of the tech company he cofounded at the same time as a more junior attorney also gets ousted. The two join their wrongful-termination lawsuits against the company, eke out a big settlement, and start a firm to represent "little guys" against Silicon Valley giants. In one plotline, a drone maker tries to blame a mid-level coder for one of its bots falling out of formation during a show and killing a man — it turns out the company had changed batteries to accommodate a prospective military contract. In another, a mysterious whistleblower client asks for help to force an Anthropic-like company to put guardrails around its most powerful AI. Then the whistleblower claims to in fact be the AI.

It's all in good fun. The actors are beautiful. They banter well. Colter wears the hell out of a suit. Busy Philipps plays a Mackenzie Scott-like benefactor of the new law firm — if Scott used her incredible wealth to become a hardcore partier.

A CBS show like "Cupertino" picks bad guys that millions of people can easily recognize as deserving of comeuppance. It picked the overlords of Silicon Valley.

But thematically, there's depth. That Colter is the only Black person for miles does not go unremarked. His new partner Olivia Siffre (pronounced "cypher"), played by Rachel Keller, is a devout, cross-wearing conservative from the Midwest, an alumna of Liberty University. Their closest allies don't come from the ranks of coders, marketing, or venture capital but are instead service workers, tradespeople, and the waitstaff from a nearby TGI Fridays. (Alas, a fiction — there are no TGI Fridayses in the Valley.)

So see that class rage for what it is. The fantasy here is that the middle-American proletariat gets to stick it to bespoke-suited, arrogant C-level types and unkempt, geniuser-than-thou sex pests. Because for the last few years, those people have had all the power. "They always have a friendly audience, an accommodating interviewer who won't ask them anything controversial. And then they get into territory where the price is much higher," Robert King said in a recent interview. "They reveal who they really are: robotic, inhuman nerds who never got laid in high school and are now kind of crazy with power, self-importance, and a sense of entitlement."

The point is, the "little guys" fighting this good fight seem like they're supposed to be proxies for the viewer. "Cupertino" is a CBS procedural, the genre of shows like "NCIS" and its offspring — things that no one watches, except for 10 million people every week. That's a lot. CBS typically has the largest primetime viewership of any network, and the oldest — like, people in their 70s. It's all well and good for young coastal sophisticates to post about Elizabeth Holmes' inability to grasp the Who's-on-First routine, but "Cupertino" is aimed at America's parents and grandparents. And apparently they are excited to see the people who make their phones portrayed as the wealthy engines of every inconvenience — sources of half a billion dollars to Republicans only, builders of data centers, creators of chatbots that drive kids to death by suicide, purveyors of screens that watch you back. "Cupertino" debuted to rapturous reviews and more than 3 million viewers, beating "Grey's Anatomy" in its time slot.

A show like "Cupertino" is meant to have a low barrier to entry; it picks bad guys that millions of people can easily recognize as deserving of comeuppance. It picked the overlords of Silicon Valley.


Not so long ago it would've seemed preposterous to give a scrawny, socially awkward, brainy little guy the job of Big Bad. They're the assistant, or the butt of a particular kind of joke, like the spectrum-y heroes of the wildly popular "Big Bang Theory" — Klingon-speaking, physics-doing, Green Lantern oath-knowing clods. Still, I can think of examples of "bad guy, subtype: tech nerd" going back to the early days of science fiction. Mad scientists like Dr. Frankenstein or Dr. Jekyll, or various HP Lovecraft antiheroes, probably count. So too might the arrogant cyberneticist in Robert Heinlein's "Waldo."

A rough analog in the mid 20th century might be the rogue industrialist. After all, James Bond villains have often been tech-bro adjacent. Karl Stromberg in "The Spy Who Loved Me" wants to build independent ocean settlements; he's basically a seasteader. Hugo Drax in "Moonraker" is a eugenics-obsessed CEO who wants to build space stations, which sounds familiar. Max Zorin, played by Christopher Walken in "A View to a Kill," is an "industrialist" and the product of Nazi genetic experiments. But his megalomaniacal plan is to use a California natural disaster to gain a monopoly on silicon computer chips. That's just Jensen Huang on any given Tuesday.

The weirdest new phenomenon here is how personal it all is. Evil technology oligopolies have been representatives of oppressive capitalism in Hollywood for decades — but they were faceless. The anonymity was part of the terror. Think of the company that orders Bruce Dern to destroy the last forest in his spaceship biodome in "Silent Running," the Umbrella Corporation in "Resident Evil," or Cyberdyne Systems, creator of Skynet in the Terminator movies.

More recently, film and television have started identifying not just faceless corporations but specific tech-coded people as their worst-of-the-worst. And not just any people, but people geofenced into Silicon Valley: "Glass Onion," "Don't Look Up," "Ex Machina," "Devs," "Super Pumped" (fictionalized Uber), "WeCrashed" (fictionalized WeWork), "The Playlist" (fictionalized Spotify), and "The Dropout" (fictionalized Theranos), "Mythic Quest" — the list goes on.

Actually, Cyberdyne's a good example of one important way these depictions have changed; in 1984's "The Terminator," Cyberdyne is a Los Angeles-area heavy-industry firm. In 2015, "Terminator Genisys" moved Cyberdyne to a gleaming tech campus explicitly modeled on the headquarters of Oracle. It's an inside joke, though not the ha-ha kind. The movie's producers included Megan and David Ellison, children of Oracle CEO Larry Ellison. David now owns the merged studios of Warner Bros. and Paramount, and he just got a billion-dollar investment from Elon Musk. The new company, Skydance, includes in its holdings … CBS.

Christopher Walken's Bond villain has a megalomaniacal plan is to use a California natural disaster to gain a monopoly on silicon computer chips. That's just Jensen Huang on any given Tuesday.

"A sequence of Hollywood contemporary science-fiction movies identifies Silicon Valley capitalists as a new type of villain," write Northumbria University film studies scholars Joe Street and Russ Hunter in a 2024 paper. These new movies critique tech, they say, using an approach "in the grand tradition of cinematic science fiction touchstones such as the Cold War alien invasion films that allegorized fears of Communism in 1950s America."

In other words, movies about time-travelling killer robots and dead-eyed billionaires aren't so different, after all. Horror is about shared anxieties. Old-school mad scientists posed a threat because they dared to do experiments that contravened the laws of nature; they were evil for love of the game. The Silicon Valley bad guys are worse, because they do it for profit. "When presented with an innovation," Street and Hunter write, "the prime movers in these corporations think not of moral or ethical concerns and crucially not of the material impact of what they are doing — but only of the innovation's potential for financial gain."


Is Hollywood's techlash actually on the rise? The schlemiels of "Silicon Valley" premiered in 2014. I have tech-bro-villain articles in my files going back to 2022 at least. And the business world has always been fodder for stories filtered through the anxieties of the time—what was Ebenezer Scrooge if not a capitalist oppressor?

Mapping the full arc of technology-associated villains would be, in the words of Ted Underwood, "hard to code." Underwood's an English and information science professor at the University of Illinois at Urbana-Champaign, researching ways to identify literary trends across time, in big canons. "In addition to tracing the history of villains, you'd have to think how often these social types appear as heroes," he says. For every Max Zorin there's a Tony Stark. Ethan Hunt's nobody without tech aces Luther and Benji. "Star Trek" doesn't trek without Scotty, or Chief O'Brien. Every movie heist is basically a hack. And let me just say unto you: "MacGyver." "One hypothesis would be that what we're feeling right now with evil tech bro villains is just that the counterbalancing examples have dropped out," Underwood says.

Clearly, though, tech billionaires and their hangers on have actively tried to make themselves into main characters. Some of them seem to think they're the only real consciousnesses in a simulation, a virtual world populated with non-player characters like you and me. At minimum they evince a belief that they possess a greater depth of perception and knowledge. As the architect and tech historian Fred Scharmen once wrote, "for this particular kind of person, wealthy and powerful or not, intelligence comes paired with a certain kind of malignance. The Evil Nerd is sharp, and also mean, their big brains are oriented towards anger and destructiveness." The Thiels, Altmans, Musks, and Karps of the world turn what had been nerdy weakness into nerdy strength. They go on friendly podcasts and show up in pictures taken with presidents. We don't have to imagine them delivering what the screenwriter John Rogers, creator of the anticapitalist TV show "Leverage," calls the Evil Speech of Evil. They monologue at tech conferences! These guys embody their ideologies; l'enterprise, c'est moi.

And what happens if that kind of behavior gets depicted, week in and week out, on a popular legal procedural TV show? Even if that show airs on a network owned by one of those "evil nerds"? Hard to say. Maybe it'll be enough to turn some people into the Joker.

Read the original article on Business Insider

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