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Justiça manda Meta retirar posts que incentivam demissão por política

30 October 2026 at 02:40

A Justiça do Trabalho determinou nesta quinta-feira (29) que a Meta, dona no Instagram, Facebook e WhatsApp, retire do ar, em até 24 horas, publicações do Instagram que incentivam empresários a vigiar, expor e demitir funcionários em razão de suas escolhas políticas.

A empresa também deverá exibir, em até 72 horas e durante cinco dias consecutivos, um aviso a todos os usuários do Instagram, Facebook e Threads no Brasil informando que a discriminação política e o assédio eleitoral no ambiente de trabalho são proibidos. O descumprimento das determinações poderá resultar em multa de R$ 200 mil.

A CNN Brasil procurou a Meta para pedir um posicionamento sobre a decisão, mas não recebeu retorno até a publicação deste texto. O espaço segue aberto.

Na avaliação do juiz Bruno José Perusso, da 77ª Vara do Trabalho de São Paulo, as publicações ultrapassam os limites da liberdade de expressão ao estimular práticas discriminatórias contra trabalhadores exclusivamente por suas convicções políticas.

“Uma coisa é externar opinião política ou crítica partidária; outra, inteiramente distinta e ilícita, é utilizar as plataformas digitais para instigar a punição de trabalhadores por suas escolhas ideológicas“, afirma Perusso na decisão.

O magistrado também disse que, embora o empregador possa demitir um funcionário sem apresentar justificativa, a dispensa motivada exclusivamente por questões políticas é proibida pela Constituição.

Os conteúdos indicados pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) devem ser retirados imediatamente das recomendações da plataforma, como as abas de Explorar e Reels, e totalmente excluídos em até 24 horas. A empresa também terá de comunicar aos responsáveis pelos perfis, em até 48 horas, que as publicações foram removidas por determinação judicial.

O texto definido pela Justiça diz: “A legislação brasileira e a Constituição Federal proíbem a discriminação de trabalhadores e a prática de assédio eleitoral nas relações de trabalho. Ninguém pode ser punido, exposto, preterido na contratação ou dispensado em razão de sua convicção, preferência ou manifestação política“.

A decisão estabelece ainda que a companhia preserve os conteúdos retirados do ar e seus respectivos dados técnicos até o encerramento do processo.

Já o pedido do MPT para que a Meta pague R$ 50 milhões por danos morais coletivos será analisado no julgamento da ação. Procurada pela CNN, a empresa disse que não vai comentar o caso.

MPT vai à Justiça para que Meta apague postagens de assédio eleitoral

Logo Agência Brasil

O Ministério Público do Trabalho (MPT) acionou a Justiça, nesta quinta-feira (29), para obrigar a Meta a retirar do ar, em até 24 horas, todas as publicações que estimulem empresários a vigiar, expor, deixar de contratar e demitir funcionários por preferências políticas ou voto. O pedido inclui as plataformas Instagram, Facebook e Threads, que pertencem à big tech americana.

O MPT aponta a responsabilidade da Meta pelo conteúdo publicado em suas plataformas e pede que o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região arbitre indenização de R$ 50 milhões por danos morais coletivos.

Notícias relacionadas:

Embora os sete procuradores que assinam a ação tenham apontado a urgência da remoção das publicações que caracterizem assédio eleitoral, a primeira audiência foi agendada para o dia 29 de março de 2027, na 77ª Vara do Trabalho de São Paulo.

>> Descubra se você está sofrendo assédio eleitoral e saiba como denunciar

Perseguição política

Conforme a Agência Brasil noticiou, as denúncias de assédio eleitoral aumentaram mais de 75% desde a última segunda-feira (26), dia seguinte ao segundo turno das eleições gerais, totalizando 1.459 casos em todo o país.

O maior número de denúncias é proveniente de São Paulo (620), seguido de Minas Gerais (351), Paraná (338), Rio de Janeiro (252), Rio Grande do Sul (223) e Santa Catarina (165).

Os dados coincidem com a multiplicação de relatos sobre incentivos a boicotes e a demissões de funcionários que tenham votado em candidato contrário à orientação política do patrão.

De acordo com o MPT, passado o pleito em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reelegeu, perfis nas plataformas digitais passaram a incentivar e orientar empregadores a vasculharem as redes sociais de seus funcionários ou colaboradores com o objetivo de descobrir em quem estes votaram e, no caso de a opção ser diferente da patronal, demiti-los.

“Outras publicações expõem pessoas à ridicularização, com nome e imagem, ou comemoram demissões”, sustenta o MPT, assegurando que só quatro das publicações analisadas em um único perfil, que totaliza 3,8 milhões de seguidores, somaram mais de 2 milhões de curtidas.

De acordo com o MPT, além de permitir conteúdos ilegais durante dias, os próprios sistemas de recomendação da Meta, como a aba ‘Explorar’ e os ‘Reels’ sugeridos, ampliam o alcance do que gera mais engajamento.

Consultada pela reportagem, a Meta informou que não comentaria o assunto.

Meta discussed ‘whisper strategy’ against social media critic Jonathan Haidt, files show

Court documents reveal staff considered ways to ‘get academic community to disavow’ influential US author

Meta staff discussed deploying a “whisper strategy” to undermine the influential US academic whose work has inspired a global social media crackdown, according to court documents.

Employees at the parent group of Facebook and Instagram sought to discredit Jonathan Haidt, the social psychologist and author of The Anxious Generation, a book that helped tip the debate about online safety towards more stringent measures such as the under-16 ban in Australia.

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© Photograph: Rob Kim/Getty Images for Project Healthy Minds

© Photograph: Rob Kim/Getty Images for Project Healthy Minds

© Photograph: Rob Kim/Getty Images for Project Healthy Minds

Aaron Sorkin Admits He Sucks as a Director After Latest Box Office Bomb

29 October 2026 at 14:45

"The West Wing" creator Aaron Sorkin may be one of the top ranked screenwriters alive in Hollywood today, but he is now admitting that he just isn't that great as a film director.

The post Aaron Sorkin Admits He Sucks as a Director After Latest Box Office Bomb appeared first on Breitbart.

La lucha por encontrar a los miles de desaparecidos de la guerra en Sudán: “Cualquier certeza es menos angustiosa que esperar indefinidamente”

28 October 2026 at 04:30

El grupo de Facebook, con más de 400.000 seguidores, está repleto de publicaciones muy similares. Una de ellas, compartida el 14 de octubre, incluye la foto de Omar Mustafa, un joven de 29 años apodado El Mecánico de la ciudad de Kosti, en el Estado de Nilo Blanco, en el sur de Sudán. Otra, del mismo día, muestra a Sabahi Mabrouk, un adolescente de tan solo 13 años del pueblo de Karkoj, en el Estado sudanés de Sennar, al sureste del país.

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© Giles Clarke (Avaaz/Getty Images)

Un grupo de personas transporta sacos de naranjas en el mercado de Daba Naira, en Tawila, el pasado 23 de febrero.

Cambridge Analytica, 10 years on: Meta still struggles to shake off the specter of political interference

26 October 2026 at 14:30

2016 was a pivotal year in the 21st century. In June, Britons voted in a referendum to leave the European Union. In November, U.S. voters elected Donald Trump as president, a figure widely regarded as a bad joke by both Democrats and establishment Republicans. Both events marked the beginning of a far-right wave that, a decade later, continues to sweep across much of the world. And both were aided, perhaps decisively, by a small London-based political consultancy: Cambridge Analytica. The company collected data from 87 million Facebook users without their consent and used it to create personalized political propaganda to boost the campaigns for Trump and Brexit, among others.

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© AFP

Mark Zuckerberg, founder and chief executive officer of Facebook, testifies before Congress in the U.S. in December 2018.

EANA pede à Meta retirada cláusula sobre recolha de notícias

26 October 2026 at 11:08
EANA pede à Meta, dona do Facebook e Instagram, que remova a cláusula que consta dos seus novos termos comerciais, substituindo-a por condições que respeitem os direitos de autor.

© ADAM VAUGHAN/EPA

A Aliança Europeia de Agência de Notícias considera que a nova cláusula teria "efeitos prejudiciais" em todo o ecossistema dos media

Mikey Madison, the shy horse rider who won an Oscar and is back in a big way

24 October 2026 at 05:00

Mikey Madison burst onto the scene, won an Oscar and disappeared. Just a couple of seasons ago, the 27-year-old Los Angeles actress was everywhere in Hollywood. After a long awards campaign in which Demi Moore seemed poised to triumph at every ceremony, the Oscars delivered a surprise. Madison, still virtually unknown to the wider public, took home the Academy Award for Best Actress for her role in Anora, in which she played a sex worker in a gritty portrayal far removed from Pretty Woman and other fairy tales.

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© Monica Schipper (WireImage)

Mikey Madison, at the Dior show held in Los Angeles on May 13, 2026.

Lula: Meta tem de deixar de enganar e adotar "bons costumes"

23 October 2026 at 16:10
Presidente brasileiro reforça que qualquer crime na internet deve ser tratado como "um crime na vida real", após polémica sobre Meta ter suspendido contas e publicações durante período eleitoral.

© Andre Borges/EPA

"Exército de Lula", um grupo no WhatsApp com mais de oito milhões de seguidores, que faz parte da estratégia digital da campanha de Lula, chegou a ser suspenso, após acusações de espalhar notícias falsas por Flávio Bolsonaro

Meta’s annus horribilis: Why it was hit with the largest fine ever imposed on a tech company

23 October 2026 at 10:03

2026 has not been a good year for Meta. On Wednesday, a judge in New Mexico ordered the parent company of Facebook, Instagram and WhatsApp to pay a fine of about $25 billion after finding it guilty of misleading Facebook users about its data privacy policies.

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© Carlos Barria (REUTERS)

Meta CEO Mark Zuckerberg puts on a Meta Ray-Ban smart glass at the corporate event Meta Connect, held on September 17.

El año negro de Meta: las claves de la mayor multa a una tecnológica por cometer 43 millones de infracciones

23 October 2026 at 04:30

2026 no está siendo el mejor año para Meta. Un juez de Nuevo México, EE UU, ordenó este miércoles a la empresa matriz de Facebook, Instagram o WhatsApp el pago de una multa de unos 22.000 millones de euros al considerarla culpable de engañar a los usuarios de Facebook sobre su política de privacidad de datos.

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© Carlos Barria (REUTERS)

El director general de Meta, Mark Zuckerberg, se pone una gafas inteligentesMeta Ray-Ban Display en el evento corporativo Meta Connect, celebrado el pasado 17 de septiembre.

U.S. Court Fines Meta $25 Billion for Deceiving Users on Data Protection

22 October 2026 at 05:55
Photo: EFE.

A U.S. court ordered Meta, the owner of Facebook, Instagram and WhatsApp, to pay $25 billion for deceiving the public about how it protects personal data, in a case tied to the Cambridge Analytica scandal.


Judge Francis Mathew set the fine on Wednesday after a jury determined that Facebook made misleading promises about who could access user data and how that information was protected, according to the ruling. The jury found 26 statements by Meta made between 2010 and 2021 to be misleading, including some by CEO Mark Zuckerberg and then-chief operating officer Sheryl Sandberg.

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In his ruling, Mathew wrote that Facebook’s misconduct, developed over years and systematically disseminated to the public, went to the core of its business practices. According to the ruling, the company maintained those promises despite internal warnings that it could not fulfill them, and allowed certain business partners to retain access to data it had announced it would stop sharing in order to avoid losing revenue. The judge concluded that the messages sought to build trust and attract users, whose data are essential to the company’s personalized advertising business.

The case is deeply tied to Cambridge Analytica, a British consulting firm that worked for Donald Trump’s 2016 presidential campaign and obtained data from millions of Facebook users without consent to promote political advertising, according to a statement from the New Mexico Department of Justice. Revelations about the firm, made public in 2018, affected up to 87 million profiles and sparked an international scandal over the use of personal information by social networks and their role in electoral campaigns. The trial also examined what Facebook said publicly about its efforts to combat disinformation and hate speech.

#UnitedStates | Meta's global affairs chief Joel Kaplan is set to leave after more than 15 years, amid allegations of political bias on the company's platforms ahead of Brazil's presidential runoff.
Meta denies the allegations.#Meta #BrazilElections #ElectionIntegrity… pic.twitter.com/d4fnlFLEmH

— teleSUR English (@telesurenglish) October 22, 2026

Although the judge initially calculated a fine of more than $219 billion, he ultimately reduced the amount to $25 billion, which will accrue annual interest of 15% until effective payment. The money will go to New Mexico’s education system, although the attorney general warned that an appeal by Meta could delay the availability of the funds.

New Mexico Attorney General Raúl Torrez presented the decision as one of the largest financial penalties against a company in U.S. history.

Manifestantes acusam Meta de favorecer Flávio Bolsonaro

20 October 2026 at 07:51
"Meta, não se meta" era a palavra de ordem entoada pelos manifestantes, frente ao edifício que alberga o escritório da Meta. Campanha de Lula acusa a tecnológica norte-americana de favorecer rival.

© ISAAC FONTANA/EPA

Manifestantes concentraram-se no famoso centro financeiro da capital paulista, Faria Lima, segurando faixas e cartazes com fotografias do dono da Meta, Mark Zuckerberg

Meta tem 24h para comprovar tratamento igualitário a Lula e Flávio

19 October 2026 at 16:23

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 24 horas para que a Meta comprove que suas plataformas digitais oferecem tratamento igualitário às campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL), candidatos que disputam o segundo turno da eleição presidencial. A determinação foi feita pelo ministro Marco Aurélio Bellizze nesta segunda-feira (19), após o magistrado considerar insuficientes as explicações apresentadas pela empresa.

A Meta, responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp, poderá ter a multa diária elevada de R$ 500 mil para R$ 1 milhão caso não cumpra o novo prazo. Segundo Bellizze, a empresa não demonstrou satisfatoriamente que adotou as medidas exigidas pela Justiça Eleitoral para impedir favorecimento ou prejuízo artificial a qualquer uma das candidaturas.

Na decisão, o ministro criticou a tentativa da companhia de estabelecer prazos próprios para responder às determinações judiciais, além da apresentação de relatórios em inglês e documentos que, segundo ele, não esclareciam adequadamente as providências adotadas.

“Incumbe às partes cumprir com exatidão as decisões judiciais, e não criar embaraços à sua efetivação”, escreveu Bellizze.

A cobrança ocorre depois que o plenário do TSE confirmou, na sexta-feira (16), a decisão que obriga a Meta a assegurar condições equivalentes às duas campanhas em seus sistemas de distribuição de conteúdo, recomendação e inteligência artificial.

Denúncia partiu da campanha de Lula

O caso chegou ao tribunal após a campanha de Lula denunciar supostas restrições à circulação de publicações relacionadas ao presidente nas plataformas da Meta. Os advogados do petista alegaram que os conteúdos da candidatura alcançavam menos usuários, enquanto o perfil de Flávio Bolsonaro aparecia em recomendações automáticas.

Outro ponto questionado foi o comportamento da Meta AI, ferramenta de inteligência artificial disponível no WhatsApp. Segundo a representação apresentada pela campanha de Lula, o sistema se recusava a produzir materiais eleitorais favoráveis ao presidente, mas atendia a solicitações semelhantes envolvendo o senador.

Mensagens internas da empresa obtidas pela Folha de S.Paulo também apontaram problemas que teriam prejudicado contas ligadas a Lula. Os registros mencionam restrições ao impulsionamento de publicações e a recomendação algorítmica do perfil de Flávio.

A Meta atribuiu os episódios a falhas técnicas e negou que tenha favorecido deliberadamente um dos candidatos. Em manifestação divulgada anteriormente, a empresa afirmou que os problemas não se restringiam ao Brasil e faziam parte de dificuldades técnicas de alcance global.

O que a decisão proíbe

A determinação do TSE impede que a Meta reduza artificialmente o alcance de conteúdos político-eleitorais relacionados a Lula ou Flávio. A proibição inclui alterações na distribuição das publicações, retirada de recomendações, restrições aos resultados de busca e mudanças de métricas que possam prejudicar uma das candidaturas.

A empresa também deverá aplicar critérios equivalentes às duas campanhas em suas ferramentas de inteligência artificial. A ordem busca impedir que os sistemas ofereçam respostas diferentes a solicitações semelhantes em razão do candidato envolvido.

O ministro ressaltou que a apresentação de informações sobre a ausência de comportamento inautêntico coordenado não substitui a obrigação de demonstrar quais medidas foram efetivamente adotadas para cumprir a decisão judicial.

Estudos apontam anúncios eleitorais irregulares

A discussão sobre a atuação das plataformas digitais ocorre em meio a outras denúncias envolvendo publicidade política na internet.

Um estudo da organização britânica Eko, divulgado em setembro, apontou que a Meta aceitou anúncios políticos direcionados ao público brasileiro, pagos por uma conta sediada nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, as peças utilizavam inteligência artificial sem a identificação exigida e apresentavam informações eleitorais falsas.

Outro levantamento, realizado pelo NetLab, laboratório de estudos de internet e redes sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), identificou anúncios políticos considerados irregulares no país e financiados a partir do exterior.

A decisão do TSE não representa, por si só, uma conclusão definitiva de que a Meta tenha interferido deliberadamente na eleição em favor de Flávio Bolsonaro. A empresa nega favorecimento, e o tribunal exige que ela demonstre o cumprimento das regras de igualdade entre as candidaturas.

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Meta Is Gifting AI Glasses to Blind Veterans: 'I Got My Independence Back'

19 October 2026 at 11:00
Two men sitting on a bench with one of them wearing Meta glasses | Photo: Meta

Two hundred years ago, the invention of Braille allowed blind people to read and write. By the 1930s, recorded sound made "talking books" possible. Developments in text-to-speech technology in the 1980s made reading more accessible and widespread. Then came personal computers, screen readers, smartphones, cameras, GPS, voice assistants, and myriad other technological advancements that gave blind people more independence.

Now a pair of sunglasses can read your mail, describe the person in front of you, tell you what is on a restaurant menu, and help you find your way home. Meta, the parent company of Facebook, is using artificial intelligence to turn glasses into a hands-free companion. For any person, this technology is impressive. For the approximately 700,000 Americans who are blind, it is potentially life-changing.

In June, Meta announced that every single blind veteran in the United States could receive its AI glasses free of charge. According to the Department of Veterans Affairs (V.A.), approximately 130,000 American veterans are legally blind, and over 1 million veterans have vision impairment that makes performing daily activities difficult. Don Overton, a blind veteran and former executive director of the Blinded Veterans Association, told Meta that he had "lost [his] independence" after losing his eyesight in a bunker explosion. "The moment I put on my Ray-Ban Meta glasses," he said, "I got my independence back."

The V.A. has a history of failing to fully support blind veterans. In 2022, the V.A.'s Office of Inspector General found that claims processors were instructed to contact visually impaired veterans by telephone, but 87 percent of claims showed no evidence of these calls ever happening. A 2022 investigation by the Senate's Special Committee on Aging found that "roughly 90 percent" of V.A. websites were not compliant with federal accessibility requirements. "We feel we've been abandoned by the agency that is tasked with providing our care and services for us," Overton told The Washington Post in 2022.

Meta's AI glasses have come under fire due to their privacy risks. The company was sued in March after Swedish publications Svenska Dagbladet and Göteborgs-Posten reportedly found that Meta's contractors in Kenya were accessing videos by users of their AI glasses. "We see everything, from living rooms to naked bodies," one worker noted.

Users should be aware of those risks. Still, for blind veterans, companies such as Meta have stepped up to fill a gap that the government has failed to address.

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Who Ya Gonna Call? Scam Busters!

3 August 2026 at 11:00

Mark Seal is very fond of the phrase “Who Ya Gonna Call? Scam Busters!”—he uses it three times in this piece. Yet it’s still refreshing, despite being from last year, to read a story that focuses on the painstaking effort to trace scammers rather than lingering on the victim’s humiliation (looking at you, Netflix). Seal does explain how a French woman named Anne fell for “Brad Pitt” online and subsequently lost her fortune to the scammers, but her supposed savior, cyber‑detective Marwan Ouarab—sporting a cat‑in‑a‑trench‑coat T‑shirt—gets most of the page time here. Ouarab apparently found the scammers within 48 hours, but no charges have been made, and Anne is still fighting to recover any of her money. You can call the scam busters, but you’re still in for a long wait.

“All during the scam, Anne was suspecting something,” he says over a vanilla flan, a sweet treat for a very determined guy. “But every time, the crooks had fine words, the right words. They were really poetic. They knew what words were right for her. They really understood Anne’s psychological profile.”

It was a classic “sentimental scam,” says Ouarab—a carefully produced, all-encompassing “theatrical event” that uses love as the bait to hook the target and then envelops them completely in the con. (In this case, the divorced interior designer, Anne, whose last name has not been made public, and a convincing facsimile of Brad Pitt, achieved via A.I., deepfake technology, and, according to Ouarab, “ridiculous photoshop tools to create pictures of the fake Brad in his hospital bed.”)

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