Empresário checo oferece 30 mil milhões pela dona da Ray-Ban

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Hanoi, 31 oct (Prensa Latina) Vietnam superará al cierre de octubre el millón de millones de dólares en su comercio exterior, estimó el Departamento de Importaciones y Exportaciones del Ministerio de Industria y Comercio en nota destacada hoy en su página web.
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Santiago de Chile, 30 oct (Prensa Latina) La producción industrial en Chile sufrió un nuevo descenso durante septiembre, mientras la actividad comercial creció en todos sus componentes, según informó hoy el Instituto Nacional de Estadísticas (INE).
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A Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo quer criar um parque empresarial com uma área potencial de 1.084 hectares em Alcanena e Torres Novas, para captar investimentos industriais e logísticos de dimensão nacional.
A proposta, apresentada à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR LVT), pretende afirmar o território como “uma nova centralidade de investimento empresarial”, segundo um comunicado da CIM Médio Tejo, com sede em Tomar, no distrito de Santarém.
O projeto foi apresentado no âmbito do processo de identificação das Áreas Empresariais Estratégicas (AEE) de interesse nacional, visando reforçar a capacidade de atração de empresas e criação de emprego.
A primeira fase contempla 388 hectares, dos quais 40 já se encontram em obras de infraestruturação, 141 estão classificados como espaço industrial e 207 permanecem em fase de classificação.
Segundo o documento técnico que acompanha a proposta, a que a Lusa teve acesso, a empreitada em curso, correspondente ao primeiro setor da área empresarial, tem conclusão prevista para o segundo trimestre de 2027.
Numa segunda fase, os municípios propõem uma expansão de aproximadamente 696 hectares, distribuídos por Alcanena, com cerca de 560 hectares, e Torres Novas, com 136, elevando a dimensão potencial do parque para 1.084 hectares.
A CIM considera que esta dimensão permitirá acolher investimentos produtivos e logísticos de grande escala, reforçando a competitividade económica da região Oeste e Vale do Tejo.
Entre as principais vantagens identificadas está a localização junto ao eixo das autoestradas A1 e A23, com ligações aos principais corredores rodoviários nacionais e ao mercado ibérico.
A proximidade à estação ferroviária do Entroncamento e aos terminais de Porto Seco de Riachos e Entroncamento é também apontada como fator de competitividade para empresas ligadas à distribuição de mercadorias e às cadeias internacionais de abastecimento.
O estudo apresentado pelos municípios indica que a área de influência do futuro parque, considerando um raio de deslocação de 30 minutos, abrange mais de 200 mil habitantes, constituindo uma base relevante para o recrutamento de trabalhadores.
Segundo um relatório da consultora CBRE, de 2024, 39% dos inquiridos admitia procurar novos espaços logísticos, enquanto a indústria transformadora, os transportes e a armazenagem representavam cerca de 40% do emprego na Região Centro.
Entre os operadores logísticos, 42% manifestavam intenção de expansão, percentagem que atingia 36% no retalho e na indústria. Dos inquiridos que previam expandir-se, 54,5% apontavam a Região Centro como destino potencial.
Além da disponibilização de terrenos para novas empresas, a estratégia contempla incentivos fiscais à instalação e expansão de atividades económicas, apoio ao comércio e à criação de emprego qualificado, bem como uma “via verde para o investimento”, destinada a agilizar os processos empresariais.
Estão também previstas soluções de habitação a custos acessíveis para trabalhadores e famílias, bem como intervenções de regeneração urbana e valorização dos centros urbanos.
A CIM defende que a articulação entre os dois municípios é fundamental para atrair investidores e reforçar a capacidade produtiva regional.
A proposta procura obter reconhecimento como área empresarial de interesse estratégico nacional, não sendo indicados o investimento global necessário nem os prazos para a expansão.
A CIM do Médio Tejo integra 11 municípios do distrito de Santarém: Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.
El concepto de leapfrogging equivale en teoría a ahorro de tiempo y dinero en zonas pobres y rezagadas. Evoca innovación y otras formas de imaginar el porvenir. Y está rodeada por un halo de modernidad, con propuestas que oscilan entre lo razonable y los sortilegios tecno-optimistas. Tan halagüeños algunos, que permiten vislumbrar a frágiles economías encabezando la vanguardia digital en tiempo récord, como en un sueño futurista.

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A confiança dos consumidores voltou a baixar em outubro, tal como já tinha acontecido em setembro, mês em que interrompeu uma trajetória de três subidas mensais, com as famílias a mostrarem-se mais pessimistas em relação à sua situação financeira e à economia. Já do lado das empresas, o indicador de clima económico também diminuiu este mês, com a confiança dos serviços a baixar “de forma acentuada, prolongando a trajetória descendente iniciada em julho”, adianta o Instituto Nacional de Estatística (INE).
Segundo o INE, a evolução negativa resulta de contributos negativos de todas as componentes: opiniões sobre a evolução passada da situação financeira do agregado familiar e perspetivas sobre a evolução futura da situação económica do país, da realização de compras importantes por parte das famílias, e da situação financeira do agregado familiar.
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O instituto acrescenta ainda que os consumidores estão mais pessimistas em relação à evolução passada dos preços, após ter diminuído nos cinco meses anteriores, enquanto o saldo das expectativas sobre a evolução futura dos preços diminuiu em outubro, após os aumentos observados nos dois meses precedentes.
Quanto ao indicador de clima económico, este diminuiu em setembro e outubro, após ter aumentado no mês anterior. Em outubro, o indicador de confiança dos Serviços diminuiu, tendo aumentado os indicadores da Indústria Transformadora, do Comércio e da Construção e Obras Públicas.
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“O indicador de confiança dos Serviços diminuiu de forma acentuada, prolongando a trajetória descendente iniciada em julho”, explica o INE, acrescentando que “as três componentes contribuíram negativamente para esta evolução: as perspetivas relativas à evolução da procura, e de forma significativa, as apreciações sobre a atividade da empresa e as opiniões sobre a carteira de encomendas”.
Já a confiança na construção e obras públicas aumentou em outubro, após ter diminuído no mês anterior, devido a melhores perspetivas de emprego e apreciações sobre a carteira de encomendas.
No comércio, o indicador beneficiou de um contributo positivo das apreciações sobre o volume de stocks, enquanto na indústria transformadora o indicador aumentou nos últimos dois meses, após ter diminuído em agosto.
“A evolução do indicador refletiu os contributos positivos de todas as componentes: opiniões sobre a evolução da procura global, apreciações relativas aos stocks de produtos acabados e perspetivas de produção”, refere o instituto.
Quanto às expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda, estas diminuíram nos setores dos Serviços, do Comércio, e de forma expressiva, da Indústria Transformadora, tendo aumentado na Construção, entre agosto e outubro.
Em termos de perspetivas de investimento para 2027, a maioria das empresas na indústria transformadora (61,9%) e nos serviços (73,3%) prevê uma estabilização face a 2026. Por outro lado, 25,7% das empresas na indústria transformadora e 18,7% das empresas nos serviços antecipam um aumento do investimento em 2027, enquanto 12,4% e 8% preveem uma diminuição do investimento nos respetivos setores.
(Notícia com título corrigido)
El consejero delegado de Indra, Josep Maria Recasens, ha defendido este jueves la decisión de la cotizada de reducir de 16 a 10 el número de miembros de la cúpula directiva. “Aquello era una especie de karaoke meeting”, ha afirmado Recasens en la conferencia con analistas celebrada tras la publicación de los resultados trimestrales. El CEO, que fue fichado en mayo proveniente del mundo del automóvil, ha señalado que este cambio ha permitido a Indra ganar eficiencia en la toma de decisiones.

© kiko delgado (EFE)
A gigante alemã Volkswagen fechou o terceiro trimestre do ano com o pior prejuízo em mais de uma década, num momento em que a segunda maior construtora automóvel do mundo enfrenta a crescente concorrência chinesa e aumentos de custos, o que deverá pressionar a administração a intensificar o programa de reestruturação da empresa.
A empresa reportou um prejuízo de 5,8 mil milhões de euros no terceiro trimestre, um valor mais de cinco vezes superior ao de um ano antes. Já as venda baixaram 6% para 75,3 mil milhões de euros
A pressionar a companhia estiveram fatores excecionais, de 7,8 mil milhões de euros, relacionados com a desvalorização dos ativos ligados à Porsche. A subsidiária de automóveis de luxo, que enfrenta sérias dificuldades, sofreu uma desvalorização que ascende a 6,4 mil milhões de euros.
A dona da Autoeuropa tem sentido o impacto da forte concorrência na China, assim como o efeito das tarifas norte-americanas e os elevados custos associados à expansão da produção de veículos elétricos na Europa, onde os concorrentes chineses também estão a ganhar terreno.
Perante as dificuldades que a empresa tem enfrentado, o presidente executivo, Oliver Blume, tem em curso um plano para eliminar 100 mil postos de trabalho em todo o grupo, que inclui as marcas Audi e Porsche. Ao abrigo deste plano, até quatro fábricas na Alemanha poderão encerrar, uma medida que tem enfrentado forte oposição dos sindicatos e poderá levar à convocação de greves a partir do início do próximo ano.
Sensores que servem para drones, minas, campos agrícolas, cosméticos ou carros são o próximo negócio da empresa japonesa Konica Minolta em Portugal. A fabricante de impressoras e fotocopiadoras tem um plano de crescimento nacional, no médio prazo, que prevê que a faturação chegue aos 50 milhões de euros até 2030, através da consolidação das áreas tradicionais e a aposta na sensorização, que trará da casa-mãe em Tóquio nos próximos dois anos.
A estratégia prevê que a subsidiária portuguesa receba tecnologia vendida na Ásia, através da holding, e forme e recrute trabalhadores com vista ao desenvolvimento deste plano a quatro anos, como avançou ao ECO o diretor-geral da Konica Minolta em Portugal, Pedro Monteiro. “A nossa porta de entrada para os clientes industriais é a sensorização, a inspeção visual. Esta área de negócio ainda não está representada em Portugal, mas fazemos parte da segunda vaga de implementação, depois de Áustria e República Checa”, revelou.
De Tóquio veio também um OK para a empresa investir em mais um escritório em Lisboa, mantendo o edifício do Prior Velho como armazém para a operação logística e mudando a equipa de malas e bagagens para um novo espaço no Parque das Nações. O objetivo é captar e reter talento de forma a aumentar os atuais 320 colaboradores espalhados pela capital, Porto, Coimbra e Algarve para mais de 350. “Temos cerca de 95 lugares sentados sem as zonas de coworking. Admito que, até 2030, possamos crescer cerca de 30 a 40 pessoas”, estima Pedro Monteiro.
"Apesar de termos 153 anos, somos uma marca projetada para o futuro. Não podemos ter um plano de expansão de negócio, querer atrair talento, ter melhor engagement com os clientes e depois as instalações não fazerem parte desse plano. Não é coerente.”
A Konica Minolta Portugal encerrou o ano fiscal de 2025/2026, terminado em março deste ano, com receitas de 41 milhões de euros, o que representou um crescimento de 5% em termos homólogos, motivado pelas áreas de impressão profissional e industrial. O plano aumentaria os valores em 22%. Hoje, o negócio incumbente representa entre 65% a 70% do volume de negócios total, mas a previsão é que as novas áreas (de serviços de tecnologias da informação e de impressão industrial) disparem e “invertam o bolo”.
Simultaneamente, a Konica Minolta pretende manter os serviços de impressão em escritório, porque “podem não acreditar, mas o negócio tradicional está a crescer” à conta da procura de produção personalizada, tiragens mais curtas e diferenciação visual. É um movimento que se vê particularmente no setor da etiqueta e da embalagem, que está a ser estimulado pelo e-commerce (não fossem as encomendas da Amazon ou da Vinted precisarem sempre de etiqueta) e das novas tendências de consumo e de gestão de prateleira, nas quais o pacote e o rótulo do produto são cada vez mais decisivos na hora da decisão de compra.

Ademais, as empresas contratam serviços de segurança de documentos e destruição certificada quando precisam de garantir que ficheiros secretos são mesmo destruídos quando um computador vai para abate. “O mercado português de impressão industrial está a sair daquilo que é a impressão analógica, aquilo que seria mais parecido com o que o Gutenberg inventou há centenas de anos (placas com tinta) e a migrar para sistemas digitais (máquinas que, com base em algo digital, fazem acontecer papel)”, diz Pedro Monteiro, que é também deputy managing director da Konica Minolta em Portugal e Espanha.
A sensorização na qual a Konica Minolta vai apostar em Portugal tem uma aplicação transversal. Entre os utilizadores deste sistema de monitorização e controlo de qualidade está a Airbus, que o usa para medir a intensidade e a cor das iluminações nas saídas de emergência e de indicação das filas dos aviões.
No ramo automóvel, cada Ford que sai de fábrica – assim como qualquer veículo Tesla ou da General Motors – passa por um túnel com 40 mil sensores da Konica Minolta que analisam a cor da tinta, os detalhes da pintura, os intervalos entre os painéis, o alinhamento entre os pneus e a carroçaria e se as jantes são as que os clientes pediram.
Na área do minério e da geologia, que Pedro Monteiro recorda que se tem desenvolvido devido à procura pelos metais e terras raras, esta tecnologia de inspeção visual ajuda a determinar se aquela mina ou rocha tem lítio ou ouro, por exemplo. “Aplica-se a projetos assim complexos, mas também na agricultura para saber a data certa da apanha da maçã, na indústria cosmética para perceber se aquele batom tem exatamente o tom que deveria, nos drones para visualização e marcação de terrenos…”, esclarece o gestor.
Entre 2029 e 2030, a antiga fabricante de máquinas fotográficas, que remonta a 1873 quando Rokusaburo Sugiura abriu a loja Konishiya Rokube (Konica Co) no Japão, lança-se assim noutro género de imagem, onde a lente também aponta para Portugal.
Pasear por la exposición André Ricard. Diseño en uso es viajar en el tiempo para recuperar escenas propias de la vida cotidiana, que cada uno recordará a su manera. Es fácil llenarse de ternura con los botes de jabón para la ropa de Norit, los envases con tapón redondo del champú Denenes o los frascos de colonias de Puig, casi imposible no haber tenido alguno en casa. La lista continúa y pasa por varias estancias, ya que la muestra se ha planteado así, como la incursión en un hogar a partir de todos los objetos que salieron de la mente de este diseñador industrial que, a sus 97 años, no deja de cavilar soluciones a pequeños problemas rutinarios. En el DHub, se han reunido hasta el 14 de marzo más de 140 artículos tan variopintos como los antipolillas Orion, la batidora y la exprimidora Moulinex, los enchufes Ibiza, los ceniceros Copenhagen, la lámpara Tatú, la butaca Orma o la antorcha olímpica del 92, resumiendo mucho.

© Quique García (EFE)
Segundo o Informe Conjuntural do terceiro trimestre, divulgado nesta quarta-feira (28), a revisão reflete o desempenho mais fraco esperado para a indústria de transformação e o setor de serviços.
Principais projeções
A indústria deve sentir os efeitos da desaceleração econômica de forma mais intensa. A projeção de crescimento do setor caiu de 2% para 1,3%, principalmente devido ao desempenho negativo esperado para a indústria de transformação.
Para esse segmento, a CNI revisou a estimativa de crescimento de 0,6% para uma queda de 0,7%. Entre os fatores que pressionam a atividade estão a redução da demanda interna, o custo elevado do crédito, o aumento dos custos de produção e a concorrência dos produtos importados.
A indústria extrativa, por sua vez, deve crescer 9,1%, enquanto a construção tem previsão de alta de 1,5%, sustentada por investimentos em infraestrutura e pela expansão do programa Minha Casa, Minha Vida.
O setor de serviços também teve a projeção reduzida, de 1,9% para 1,6%. A revisão considera a estabilidade do volume de serviços desde o fim de 2025 e a desaceleração do comércio, especialmente nos segmentos mais dependentes de crédito.
Na direção oposta, a agropecuária teve a estimativa elevada de 1,8% para 2,5%, impulsionada pela perspectiva mais favorável para a segunda safra de milho.
A CNI estima que a população ocupada cresça 1,2% em 2026, enquanto a taxa de desemprego deve recuar de 5,3% para 5% até o fim do ano. A massa de rendimentos reais, que considera os efeitos da inflação, deve aumentar 4,6%.
A inflação, porém, tende a acelerar nos últimos meses do ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é de alta de 5,15%, acima dos 4,26% registrados em 2025.
A entidade prevê que o Banco Central reduza a taxa Selic em 0,25 ponto percentual em cada uma das duas reuniões restantes de 2026, encerrando o ano em 13,25%.
A CNI projeta déficit primário de R$ 54,6 bilhões nas contas do governo federal em 2026, equivalente a 0,4% do PIB. Considerando as regras de exclusão de determinadas despesas da meta fiscal, o resultado seria um superávit de R$ 12,6 bilhões.
A entidade estima que a dívida pública bruta avance de 78,6% para 83,7% do PIB até o fim do ano.
A balança comercial brasileira deve registrar superávit de US$ 77,3 bilhões em 2026, quase 30% acima do resultado de 2025.
As exportações devem somar US$ 386,7 bilhões, crescimento de 10,3% em relação ao ano anterior. Já as importações estão estimadas em US$ 309,4 bilhões, alta de 6,4%.
Lisnave quer alargar o negócio à construção e reciclagem naval e à produção de equipamentos marítimos, mostrando-se disponível para entrar na área da defesa. Administrador-delegado acredita que a empresa tem condições para fazer parte da solução na futura concessão dos estaleiros da Mitrena

Lisnave quer alargar o negócio à construção e reciclagem naval e à produção de equipamentos marítimos, mostrando-se disponível para entrar na área da defesa. Administrador-delegado acredita que a empresa tem condições para fazer parte da solução na futura concessão dos estaleiros da Mitrena

Buenos Aires, 27 oct (Prensa Latina) La industria argentina atraviesa hoy una crisis recesiva a juzgar por el nuevo reporte del Centro de Estudios de la Unión Industrial (UIA), el cual advierte sobre una nueva caída interanual en septiembre del 3,4 por ciento.
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