Um suspeito morreu e outras duas pessoas foram presas, nesta quinta-feira (29), durante uma ação da Polícia Civil de São Paulo contra uma quadrilha especializada em furtos e roubos a residências. O grupo, que já era investigado, foi abordado enquanto tentava fugir de um imóvel na Lapa, bairro da Zona Oeste da capital paulista.
Segundo a polícia, durante a abordagem, os agentes foram recebidos a tiros e precisaram intervir. Um dos suspeitos foi atingido por disparos. Ele chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Universitário, mas não resistiu aos ferimentos.
Uma pessoa que passava pelo local também foi atingida por um disparo de arma de fogo. A autoria do tiro será investigada. O estado de saúde da vítima não foi divulgado.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o veículo dos policiais intercepta o carro dos suspeitos. Na sequência, começa atroca de tiros. Veja:
A investigação ficará a cargo da 4ª Delegacia da Divisão de Investigações sobre Crimes contra o Patrimônio (Disccpat), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).
A PMERJ (Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro) prendeu dois líderes do tráfico do Complexo da Serrinha, localizado na zona norte do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (29).
Identificados “Da Nike”, com seis anotações criminais, e “Atentado”, com 24 anotações, os dois foram presos durante uma operação da PMERJ com foco no combate ao crime organizado local e na recuperação de veículos roubados.
Durante a ação na Serrinha, os agentes policiais apreenderam dois fuzis, duas granadas, seis carregadores e recuperaram dois veículos.
A ação policial integrou outras regiões, como a comunidade Malvina,em Irajá, onde suspeitos da mesma facção atearam fogo em um ônibus. Segundo os policiais, a ação dos criminosos foi para tirar o foco dos agentes que atuavam no complexo da Serrinha.
Imagens obtidas pela CNN Brasil mostram o coletivo completamente tomado pelo fogo. Veja:
Na comunidade Primavera, no bairro de Cavalcanti, na Zona Norte do Rio, policiais prenderam um suspeito e apreenderam um fuzil e entorpecentes. Para a garantia da segurança, os agentes interditaram temporariamente a Av. Edgar Romero, que já está com o tráfego restabelecido.
Após isso, suspeitos lançaram um artefato explosivo por meio de um drone contra as equipes. Nenhum policial ficou ferido.
Em resposta à operação, outros suspeitos ainda atravessaram um ônibus e uma carreta na Av. Edgar Romero. Três indivíduos foram detidos tentando interceptar coletivos para obstruir a via.
Ainda na operação, equipes do BOPE foram atacadas por disparos de arma de fogo e reagiram. Cessados os disparos, os militares detiveram três suspeitos e apreenderam um fuzil, um rádio comunicador e entorpecentes.
A Polícia Civil prendeu nesta quinta-feira (29), em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo, um homem de 29 anos suspeito de participar do roubo de um furgão que transportava material radioativo no início de outubro.
O crime ocorreu em 1º de outubro, em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo, quando o veículo, que transportava Actínio-225, um material radioativo utilizado em tratamentos de câncer e avaliado em R$ 30 mil, segundo a ANSN (Autoridade Nacional de Segurança Nuclear), foi roubado pelo suspeito e por outros três homens.
Oveículo foi localizado desmontado e sem o material dois dias depois, em um terreno baldio em Ferraz de Vasconcelos, cerca de 27 km de distância do local de origem.
O Actínio-225 foi encontrado com a embalagem preservada e sem risco de contaminação no dia 5 do mesmo mês, no Parque São Rafael, na zona Leste da capital. O materialficou sob tutela da Polícia Civil e foi levado em segurança para análise técnica.
As equipes suspeitam que a ação criminosa tenha tido a participação de outros integrantes de uma quadrilha especializada em roubos de furgões. A polícia tenta localizar outros envolvidos.
A esposa do suspeito também foi presa na ação desta quinta. Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), durante a abordagem, ela se apresentou como dona de um carro que possuía placa trocada. Os policiais confirmaram que o veículopossuía um registro de furto e era utilizado em outras ações criminosas. Não há indícios da participação da mulher no roubo do furgão.
Durante as buscas, um revólver calibre .22 também foi apreendido.
O roubo do furgão
O roubo ocorreu quando um motorista do furgão, de 58 anos, foi abordado por quatro homens armados enquanto transitava pela Via Dutra, na altura da Vila Maria, em São Paulo. Na ocasião, dois suspeitos estavam em um veículo e outros dois em uma motocicleta.
A vítima foi mantida refém até o dia seguinte e o furgão foi roubado. O caso foi registrado como roubo pelo 2º DP de Guarulhos.
Baixa radioatividade
De acordo com a ANSN na ocasião, a quantidade apresentada no material não oferecia perigo à população, até porque estava preservado do mundo externo.
O Actínio-225 é um emissor de radiação alfa, de baixo poder de penetração. Apesar disso, a orientação é não tocar, abrir ou manipular o conteúdo.
Em situações de extravio, eles precisam ser localizados, recuperados e submetidos à avaliação adequada, de forma a evitar exposições desnecessárias e garantir sua manutenção sob controle regulatório.
Policiais do DHPP (Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa) prenderam, nesta quarta-feira (28), o homem suspeito de matar o companheiro em uma banheira de motel na Zona Oeste de São Paulo. O suspeito foi localizado na Vila Sofia, na Zona Sul da capital.
A prisão ocorreu durante uma ação que faz parte das investigações sobre a morte da vítima, de 21 anos.
O caso aconteceu em 1º de outubro, quando o jovem foi encontrado pelo companheiro, de 39 anos, que acionou o serviço de resgate. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizou manobras de reanimação, mas a morte foi constatada ainda no local.
À polícia, o companheiro relatou que os dois estavam no quarto e que, após se afastar por alguns minutos, retornou e encontrou a vítima boiando na banheira. Ele foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos e, em seguida,liberado na condição de investigado.
Uma das hipóteses apuradas pelos policiais é de que o crime tenha sido motivado por interesses financeiros. A vítima possuíacontratos de seguro de vida com indenizações que poderiam chegar a R$ 10 milhões, dos quais o suspeito era o único beneficiário.
Segundo as investigações, ele teria solicitado o pagamento das indenizações poucas horas após a morte.
Durante a operação, os policiais também apreenderam celulares, notebooks e documentos, que serão submetidos à análise.
Outras pessoas relacionadas ao caso foram levadas à unidade especializada para prestar depoimento. As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias da morte.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu em flagrante, nesta quarta-feira (28), um homem suspeito de se passar por delegado para abastecer o carro sem pagar. A prisão ocorreu no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio.
Segundo as investigações, no dia 4 de setembro deste ano, Silvio Cesar Ferreira de Novaes Alves foi a um posto de combustível na Avenida das Américas. Na hora de efetuar o pagamento, ele desembarcou do veículo com um distintivo no peito e uma arma na cintura. Veja:
O suspeito se identificou como delegado e afirmou que havia esquecido a carteira na delegacia, mas que retornaria para quitar a dívida. Para dar mais credibilidade à versão, ele deixou umaparelho celular antigocomo garantia de que voltaria ao estabelecimento.
Outras ocorrências
Após 18 dias sem o retorno do suspeito, o gerente do posto procurou as autoridades. Ao conversar com funcionários de outros estabelecimentos, ele descobriu que aquela teria sido a terceira vez que o homem utilizou a mesma estratégia para abastecer sem pagar.
Uma das outras ocorrências teria acontecido em 24 de agosto, em outro posto de combustível tambémlocalizado na Avenida das Américas. Já o terceiro caso teria ocorrido cerca de dois meses antes.
Porte de arma
A Polícia Civil também descobriu que o homem tinha autorização para manter a arma de fogo em casa ou no trabalho, mas o documento foi cassado em julho deste ano.
Diante dos fatos, os agentes realizaram uma ação para cumprir um mandado de busca e apreensão. Os agentes abordaram o suspeito no momento em que ele desembarcava do veículo.
Durante as buscas na residência, os policiais apreenderam três carregadores, 35 munições intactas, um distintivo de segurança privada e um coldre.
O Tribunal Revolucionário do Irã condenou o premiado diretor de cinema Jafar Panahi, 66, a cinco anos de prisão e determinou a apreensão de todos os seus bens. A informação é da agência semioficial iraniana Nournews, citando seu advogado, mas sem mencionar as acusações que pesavam contra ele.
Conforme noticiado pela Reuters, o tribunal também proibiu Panahi de sair do país por dois anos e de qualquer atividade nas redes sociais, segundo a reportagem. O advogado de Panahi, Mostafa Nili, não pôde ser contatado imediatamente para comentar o caso.
Panahi, cujo filme “Foi Apenas um Acidente” ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2025, já foi preso várias vezes no passado por causa de seus trabalhos cinematográficos.
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Apesar de ter sido condenado à pena de um ano de prisão à revelia em 2025 por atividades de propaganda contra o regime, Panahi retornou ao país em março.
Nas redes sociais, o diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho prestou solidariedade ao colega e resgatou fotos ao lado do iraniano. “Meu querido Jafar. Um forte abraço e saudades do seu amigo Kleber. Que essa injustiça seja reparada o mais rápido possível”, citou em sua legenda.
Antes de vencer no ano passado, Panahi esteve no Festival de Cannes pela última vez em 2021, na exibição de seu documentário “O Ano da Tempestade Eterna”. Em 2018, saiu com o prêmio de Melhor Roteiro do evento para seu filme “3 Faces”.
Pahani é conhecido como um dos maiores diretores vivos do cinema iraniano por obras como “O Círculo” (2000), “Fora do Jogo” (2006), “Isto Não É um Filme” (2011), “Taxi Teerã” (2015) e “Sem Ursos” (2022) — o último, vencedor do Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Veneza de 2022.
A detenção ocorreu no seguimento de uma investigação que decorria há cerca de seis meses. O suspeito foi detido pela GNR enquanto conduzia um dos veículos furtados.
O vereador Senival Moura, da Câmara Municipal de São Paulo, foi preso novamente na manhã desta quarta-feira (28) em sua casa, em São Paulo. O parlamentar havia sido preso em junho deste ano suspeito de integrar um esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) no sistema de transporte público na capital.
Segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), além de Senival, outras quatro pessoas também foram alvo de mandado de prisão preventiva na operação deflagrada nesta quarta, todas investigadas por organização criminosa e lavagem de dinheiro envolvendo a empresa de Transunião Transportes. Outras dois alvos dos mandados de prisão ainda não foram localizados e são procurados.
A ação foi realizada pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais) e pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do MPSP (Ministério Público de São Paulo).
Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 158,9 mil em espécie, US$ 2.417 e € 1.465, além de 10 veículos de marcas de luxo, como Porsche Macan, BMW e RAM Rampage, cerca de 40 relógios de luxo e joias. Outros 21 imóveis foram retidos, 408 veículos foram restringidos e seis embarcações bloqueadas. Valores em instituições financeiras também foram bloqueados por meio do Sisbajud (Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário).
As prisões ocorrem após a denúncia oferecida, em outubro, pelo MPSP, que incluíram Senival e outras 20 pessoas no mesmo caso.
Em agosto, Senival publicou um vídeo nas redes sociais onde aparecia na tribuna do plenário da Câmara Municipal afirmando que havia deixado a prisãoe que era inocente. Senival era filiado ao PT, mas pediu afastamento após ser preso.
Em nota, a defesa do vereador contestou a decisão e disse que a medida “não encontra fundamentação concreta suficiente para justificar a privação de sua liberdade”.
“Senival Moura nega categoricamente qualquer envolvimento com organização criminosa ou participação em esquema de lavagem de dinheiro e, desde o início das investigações, reafirma sua inocência e sua confiança na Justiça.” (Veja nota completa ao final do texto)
Operação que prendeu o vereador
A Operação Última Parada, deflagrada em 25 de junho pelo MPSP e pela Polícia Civil, revelou detalhes de um esquema de lavagem de dinheiro supostamente operado pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) por meio da empresa de ônibus Transunião.
Entre os alvos da investigação estavam além de Senival, Jair Ramos de Freitas e Devanil de Souza Nascimento, ambos réus pelo assassinato do ex-presidente da Transunião, Adauto Soares Jorge.
Segundo as apurações, a Transunião recebeu mais de R$ 300 milhões em recursos públicos apenas em 2025 para operar linhas de ônibus na capital paulista. As investigações tiveram início em 2020, logo após o assassinato de Adauto Soares.
A partir da investigação do crime, as autoridades reuniram provas que demonstram o uso da empresa de ônibus como um instrumento estruturado para a lavagem de capitais do PCC.
Nota da defesa do vereador:
“A defesa do vereador Senival Pereira de Moura manifesta sua discordância quanto à decisão judicial que decretou sua prisão preventiva em 20 de outubro de 2026, por entender que a medida extrema não encontra fundamentação concreta suficiente para justificar a privação de sua liberdade.
A decisão, na avaliação da defesa, apoia-se essencialmente em elementos investigativos que já integram a denúncia oferecida pelo Ministério Público, sem demonstrar adequadamente a existência de fatos novos ou contemporâneos que evidenciem a necessidade atual da prisão.
É fundamental distinguir a existência de uma acusação criminal dos requisitos legais indispensáveis à decretação de uma prisão preventiva. O recebimento de uma denúncia não implica, por si só, a necessidade de encarceramento do acusado.
A defesa destaca que a decisão atribui ao parlamentar um suposto risco de continuidade das práticas investigadas, mas questiona a ausência de demonstração suficientemente individualizada de atos recentes que comprovem esse perigo.
Senival Moura nega categoricamente qualquer envolvimento com organização criminosa ou participação em esquema de lavagem de dinheiro e, desde o início das investigações, reafirma sua inocência e sua confiança na Justiça.
Cumpre recordar que, em agosto de 2026, o Tribunal de Justiça de São Paulo já havia reconhecido a ilegalidade da manutenção de sua prisão temporária, determinando seu relaxamento por extrapolação do prazo legal. Embora se trate de modalidade distinta de prisão cautelar, aquela decisão reafirmou a importância da estrita observância das garantias constitucionais.
A prisão preventiva não pode representar antecipação de pena, tampouco decorrer automaticamente da gravidade das acusações. Sua imposição exige fundamentação concreta, individualizada e compatível com os requisitos previstos na legislação processual penal.
A defesa respeita as instituições e reconhece a legitimidade da investigação criminal. Entretanto, entende que a apuração dos fatos deve ocorrer com pleno respeito à presunção de inocência, ao contraditório, à ampla defesa e ao devido processo legal.
Diante disso, serão adotadas as medidas judiciais cabíveis para questionar a necessidade e a legalidade da custódia, buscando o restabelecimento da liberdade do parlamentar.
Senival Moura permanece firme em sua declaração de inocência e confiante de que a verdade será esclarecida no curso do processo.”
A Justiça de São Paulo revogou, nesta terça-feira (27), a prisão preventiva do influenciador Gabriel Spalone no caso em que ele é suspeito de extorquir e ameaçar dois empresários com quem ele mantinha sociedade. Spalone, no entanto, deverá cumprir medidas cautelares, como uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de contato com os ofendidos.
Na decisão, o juiz Fabio Martins Marsigli considerou o argumento da defesa de Spalone de que o cliente teria se prejudicado em um “desacerto comercial” envolvendo membros das empresas Life Coin e CargoBR. Teria havido inclusive o registro de um Boletim de Ocorrência pelo influenciador em 11 de junho deste ano.
A Justiça ainda destacou a fragilização de uma condição de caráter indevido de vantagem econômica envolvendo o réu e as vítimasem investimentos de criptoativos.
As medidas cautelares foram aplicadas porque houve a confirmação de relatos de intimidação a familiares dos empresários. O juiz determinou a proibição de contato e aproximação de no mínimo 500 metros com as vítimas e os respectivos familiares, o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de Spalone se ausentar da comarca de residência sem autorização judicial. Ele ainda deverá se apresentar em juízo a cada dois meses.
Em nota, o advogado de Spalone, Eduardo Maurício, informou que a decisão foi “assertiva e em sintonia com a Lei”, negando qualquer prática de extorsão por parte de seu cliente. A defesa ainda alega que tudo se trataria de uma “manobra ardilosa de terceiros [os empresários que denunciaram Spalone]”, uma vez que, segundo Eduardo Maurício, os denunciantes não queriam pagar valores lícitos ao influenciador.
Membro do PCC e extorsão
De acordo com as investigação, desde abril deste ano, as vítimas passaram a ser ameaçadas e extorquidas por Spalone, que teria dito ser membro do PCC (Primeiro Comando da Capital). De acordo com os relatos, ele exigia pagamentos sobre o valor investido em supostas criptomoedas.
Após a apuração com base na denúncia por parte dos empresários, a Justiça expediu ummandado de prisão temporáriacontra o influenciador, que foi cumprido no dia 8 de outubro.
À época, o advogado de Spalone negou que o cliente fizesse parte do PCC.
Réu por dois crimes
Spalone já é réu por furto qualificado e associação criminosa em um esquema que desviou R$ 146,5 milhões por meio de transferências via Pix. Ele é dono das fintechs Dubai Cash e da Next Trading Dubai e foi alvo de uma operação, deflagrada em setembro do ano passado, que apurou o esquema no qual ele estava envolvido.
O grupo criminoso utilizava a credencial de uma prestadora de serviços para desviar os valores de um banco. A Polícia Civil constatou que o esquema utilizou 10 contas mantidas junto à entidade bancária para recebimento dos valores.
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Gabriel Spalone foi alvo de operação em SP • Reprodução/Redes sociais
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Influenciador e empresário dono de fintechs • Reprodução/Redes sociais
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Empresário alvo de operação • Reprodução/Redes sociais
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Influenciador ostentava vida de luxo em Dubai • Reprodução/Redes sociais
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Veículo apreendido • Reprodução/Polícia Civil
Em fevereiro, Spalone recebeu liberdade provisória, após Justiça considerar um pedido da defesa que considerou a condição de réu primário.
Sem visitas íntimas, sem sacos de alimentos e com cantina aberta só uma vez por semana. O SNCGP avança após quatro anos a negociar com o Governo sem ver compromissos cumpridos.
Um suspeito de divulgar conteúdo com indícios de xenofobia contra nordestinos e incitação à violência foi preso em flagrante em Espinosa, no Norte de Minas Gerais. A prisão ocorreu após uma atuação conjunta do MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) e da Polícia Civil, que investigam publicações nas redes sociais.
Segundo o MPMG, a Promotoria de Justiça de Espinosa instaurou um procedimento para apurar o caso, preservar tecnicamente as evidências digitais e encaminhar o material à Polícia Civil para as providências investigativas.
No vídeo, o rapaz fazia uma alusão a dar cintadas em nordestinos que fossem a ele para vender produtos. A legenda da pubçicação dizia: “Eu no priemiro nordestino que vier me vender tapete”. Veja:
O MPMG, porém, informou que apura publicações com indícios de discriminação por procedência regional e incitação à violência contra pessoas oriundas do Nordeste.
A pessoa presa é investigada pela suposta prática de crimes previstos na legislação de combate à discriminação e à incitação ao crime. O Ministério Público não divulgou a identidade do suspeito nem detalhou quais condutas específicas são atribuídas a ele.
As investigações continuam para esclarecer os fatos. Além da publicação inicialmente identificada, as autoridades analisam eventuais manifestações de apoio, incentivo ou incitação à violência que possam ter contribuído para a disseminação do conteúdo.
MPMG alerta para nota falsa
O Ministério Público também esclareceu que circulou nas redes sociais uma suposta nota atribuída à Promotoria de Justiça de Espinosa.
Segundo a instituição, o material não foi produzido nem autorizado pelo órgão e foi retirado do ar após as providências cabíveis.
A instituição afirmou que continuará acompanhando o caso e adotará as medidas cabíveis para buscar a responsabilização de eventuais envolvidos, com respeito ao devido processo legal e às garantias constitucionais.
Jacob Morley, de 28 anos, encontra-se foragido depois de roubar uma carrinha. Homicida está na lista dos criminosos mais procurados do Tennessee e autoridades oferecem recompensa de 2500 dólares.
Um homem condenado por tentativa de homicídio qualificado foi preso na manhã desta terça-feira (27), em Senador Camará, na zona Oeste do Rio de Janeiro. Mateus Simas Gomes Morais foi encontrado por volta das 6h17, na rua do Registro, durante uma ação da Polícia Civil para localizar foragidos da Justiça.
A condenação está relacionada a um ataque a tirosocorrido em janeiro de 2018, em Unamar, distrito de Cabo Frio, na Região dos Lagos. Segundo a denúncia, Mateus e outros homens dispararam diversas vezes contra um policial militar reformado.
Ainda de acordo com o relato do caso, a vítima reagiu e atingiu os envolvidos. Posteriormente, o policial reconheceu os denunciados.
A ordem de prisão foi expedida pela 2ª Vara Criminal de Cabo Frio, após a condenação definitiva. Mateus deverá cumprir o restante da pena, de oito anos de reclusão, em regime fechado.
O MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) obteve, nesta segunda-feira (26), junto ao Plantão Judiciário, a suspensão do mandado de soltura de um homem investigado por latrocínio e roubo com agravantes, que havia sido liberado em razão do período eleitoral.
O suspeito foi preso na última sexta-feira (23), em Magé, na Baixada Fluminense. Mateus Lucas Rodrigues da Costa Eloy tinha um mandado de prisão preventiva em aberto pelo roubo de uma motocicleta na Barra da Tijuca, ocorrido em abril deste ano.
Além disso, um mandado de prisão temporária foi expedido em razão da investigação investigação de um latrocínio ocorrido em dezembro de 2025, no Grajaú, Zona Norte do Rio.
Durante a audiência de custódia, realizada no último domingo (25), durante apuração do 2º turno das eleições, a Justiça determinou a soltura do investigado com base na proibição de prisões durante o período eleitoral, prevista no artigo 236 do Código Eleitoral.
Posteriormente, o MPRJ conseguiu suspender o alvará de soltura, e a Justiça determinou a expedição de um novo mandado de prisão contra Mateus. O Ministério Público argumentou que a prisão preventiva havia sido decretada em 30 de julho de 2026 e permanecia válida.
O órgão também destacou que a legislação eleitoraltem como objetivo evitar prisões motivadas por perseguição política.
Entenda a lei que restringe prisões durante o período eleitoral
A legislação eleitoral estabelece regras específicas para prisões durante o período próximo às eleições. De acordo com o Código Eleitoral, nenhum eleitor pode ser preso ou detido a partir de cinco dias antes da votação e até 48 horas depois do encerramento do pleito, salvo em situações previstas na própria lei.
A regra está no artigo 236 da Lei nº 4.737/1965, o Código Eleitoral, e busca proteger o exercício do voto. Durante esse intervalo, a prisão de um eleitor só é permitida em três situações: flagrante delito, sentença criminal condenatória por crime inafiançável ou desrespeito a salvo-conduto.
Considerando o primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro, a proteção aos eleitores começa em 29 de setembro e se estende até 6 de outubro. No segundo turno, previsto para 25 de outubro, a regra vale de 20 a 27 de outubro, caso haja nova votação.
Para as Eleições 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) também veiculou os horários exatos em que a proteção começa e termina nesta semana. Para os eleitores, a restrição começa às 17h desta terça-feira (29) e segue até as 17h de 6 de outubro, em respeito ao prazo de 48 horas após o encerramento da votação.
Um homem de 22 anos foi preso em flagrante nesta segunda-feira (26/10), suspeito de sequestrar, espancar e ameaçar de morte a ex-companheira, de 20 anos, em Goiânia. Segundo a Polícia Militar (PM), ele levou a jovem para uma área desocupada em Abadia de Goiás, na Região Metropolitana da capital, onde cometeu as agressões e realizou videochamadas para exibir a violência a outras três pessoas.
Em relato aos policiais, a jovem afirmou que o ex-companheiro a puxou pelos cabelos, arrastou-a pelo chão e desferiu chutes e socos no rosto. Ela destacou que havia passado recentemente por uma extração de siso e, mesmo assim, sofreu as agressões. Segundo a vítima, o homem também utilizou uma pedra para ameaçá-la de morte. “Falou que ia me matar”, declarou. Durante a violência, o suspeito fez chamadas de vídeo para três pessoas com o objetivo de mostrar o que fazia com a ex-companheira. Uma das pessoas que recebeu uma ligação avisou os familiares da jovem e acionou a polícia.
Após receber a denúncia, equipes do 42º Batalhão da PM iniciaram buscas e encontraram o veículo utilizado pelo suspeito no Parque Santa Rita, em Goiânia. Ao perceber a presença dos militares, a jovem, que estava visivelmente abalada, pediu socorro. Os policiais abordaram o homem e efetuaram a prisão. Durante a ocorrência, a equipe também encontrou, em um imóvel vistoriado com autorização de um morador, uma espingarda calibre 12, outra arma de calibre .22 com modificação artesanal e dois carregadores de pistola. Conforme a corporação, não foram apresentados documentos de registro dos materiais.
A Polícia Militar informou que o homem possui diversas passagens criminais. Após a prisão, ele foi encaminhado à autoridade policial com as armas e os carregadores apreendidos. De acordo com a Polícia Civil, a vítima passou por exame no Instituto Médico Legal (IML), mas não precisou de procedimentos médicos. O suspeito permaneceu preso em flagrante pelos crimes de sequestro, lesão corporal e ameaça contra a mulher. A identidade dele não foi divulgada, o que impediu a localização de sua defesa até a última atualização da reportagem.
Após o término do relacionamento entre os dois, o homem perseguia a vítima e sujeitava-a a maus-tratos psicológicos, psíquicos e físicos. Suspeito está em prisão preventiva.
Suspeito já cumpriu penas efetivas de prisão e, atualmente e até outubro do próximo ano, encontrava-se em regime de liberdade condicional
O homem foi detido, na terça-feira apanhado em flagrante delito, na sequência de diligências de investigação da Esquadra da Lagoa e está "indiciado pela prática de 29 crimes".
Após ter sido presente à autoridade judiciária competente para o primeiro interrogatório judicial, "foi aplicada ao arguido a medida de coação de prisão preventiva"
Ana Rita Duarte Campos saúda intenção do MP e explica que a suspensão provisória do processo não significa ausência de sanção. A advogada entende que os detidos devem aceitar a suspensão.
O protocolo prevê atividades no Regime Aberto no Exterior para promover competências e reinserção social. A junta afirma que não haverá substituição dos seus trabalhadores.
No decorrer da operação realizada pela PSP foram apreendidos dois quilos de haxixe e materiais utilizados no tráfico de estupefacientes. O homem de 33 anos foi detido em flagrante delito.