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O mar cresce e o Brasil pode afundar com um presidente negacionista

24 September 2026 at 16:00

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Talvez você ainda não tenha visto uma maré realmente violenta, ou só recentemente tenha escutado notícias a respeito. Mas a conversa já rola pelo Brasil e os sinais da destruição estão por toda a costa. No Nordeste, os jangadeiros comentam sobre as “marés grandes”. No Norte, os açaízeiros, os ribeirinhos próximo à costa, falam das “marés lançantes”. No Sudeste, alguns moradores da Ilha do Cardoso deixam suas casas ameaçadas pelo aumento do nível do mar. Agora, no Sul, depois do chamado Tsunami meteorológico em Santa Catarina, onde o mar subiu de forma abrupta e inundou três municípios, o tema ganhou a boca do povo. 

Ainda assim, enquanto milhares de brasileiros começam a enxergar o que os cientistas já vinham alertando há décadas, o candidato Flávio Bolsonaro, do PL, que está empatado (dentro da margem de erro) na corrida eleitoral com o presidente Lula, se recusa a aceitar que o aquecimento global, principal causador do aumento do nível do mar, é uma realidade. Ele deu uma resposta lamentável em sua entrevista no Jornal Nacional ao dizer que as mudanças climáticas se resolverão com saneamento básico. 

Usar a carta do negacionismo como uma muleta política é irresponsável. Os impactos causados pelo aumento da temperatura média do planeta são evidentes e não estão restritos ao litoral. Os problemas de saúde causados por ondas de calor, como sensação térmica acima dos 50 graus no Rio de Janeiro, deveriam sensibilizar qualquer candidato que se proponha a comandar o país. A posição tacanha de Flávio Bolsonaro é culturalmente sustentada por outro negacionista contumaz, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Vejo os comentários nas redes sociais sobre o que aconteceu em Santa Catarina e me exaspero em notar que há gente que trata o tema como se fosse uma fantasia comunista. Os negacionistas de plantão fecham os olhos e insistem que tudo não passa de um “ciclo natural.”

Neste momento é importante falar sobre o mar, sobre como o oceano está enviando mensagens de que o problema das mudanças climáticas é mais do que uma projeção de modelos científicos. As mudanças climáticas estão ocorrendo agora e por isso muitos ativistas preferem chamá-las de emergência climática.  

Em plena eleição presidencial no Brasil, o mundo nunca viu um fenômeno como o que estamos vendo agora: a temperatura da superfície do mar está mais quente do que em  125 mil anos. O que isso está causando: mais tempestades e eventos extremos, como a maré alta que invadiu a costa de Santa Catarina. O mar é um dos nossos principais termômetros pois é ele quem absorve a maior parte do calor na atmosfera. 

Os dados gerados pela agência espacial europeia através de seu programa Copernicus mostram porque os cientistas estão de cabelo em pé. Vejam no gráfico abaixo como a linha destacada, que representa o ano de 2026, se desprende de todas as outras. O que estamos vendo aqui é que a temperatura de superfície do mar está muito acima para esta época em comparação a outros anos. E para piorar esta elevação tem se mantido ao longo dos meses. Os ventos, as chuvas e as secas se intensificam. Mais calor no mar significa mais energia no sistema. 

Temperatura da superfície do mar - média global/diária
Temperatura da superfície do mar – média global/diária

Não apenas há mais água sendo vertida no oceano pelo derretimento das zonas congeladas do planeta como a expansão térmica do mar proporciona estas marés grandes tão faladas por quem vive na costa. As mesmas pesquisas sobre o oceano do programa Copernicus indicam que “no período de 1993-2022, o nível médio global do mar subiu, em média, 3,3 mm por ano. Um total de 9,57 cm durante este período. A taxa de crescimento está acelerando”. Traduzindo isso em números, é como se a cada ano 480 milhões de piscinas olímpicas fossem acrescentadas ao volume do oceano.

Eu acabei de publicar uma reportagem pela InfoAmazonia em um projeto colaborativo chamado Águas Partidas, que fiz ao lado do fotógrafo Luis Ushirobira, em que tratamos sobre a vida dura de quem vive hoje na região costeira da Amazônia. No Amapá visitamos a praia do Goiabal, no município de Calçoene, onde a maioria dos moradores já decidiu ir embora. Isso porque o mar já comeu um bom pedaço da costa e destruiu casas. 

O que os pescadores e ribeirinhos nos contaram está plenamente representado nos dados que encontramos nas análises estatísticas do Copernicus. Com a ajuda do cientista de dados da Universidade Federal de Juiz de Fora, Guilherme Couto, vimos que na região da foz do rio Amazonas não apenas o mar subiu, em média, 12,4 cm em 31 anos, como a duração destas inundações da maré na costa é muito maior. A partir de 2024, todos os meses do ano tiveram marés acima da cota de alerta.  

Gráfico mostra o aumento do nível do mar ao longo dos meses
Gráfico mostra o nível do mar ao longo dos meses

O problema é tão generalizado que os pesquisadores do Instituto de Pesquisas do Estado, o IEPA, junto à Universidade Estadual do Amapá (UEAP), criaram o Observatório Popular do Mar (Omara), em que estão se aliando às comunidades para investigar os impactos destas “marés lançantes”, como dizem aqueles que vivem sob a influência do mar amazônico. A pesquisa utiliza a metodologia da ciência cidadã para determinar qual a taxa de erosão sendo causada pelo avanço do mar e qual é a salinização dos rios e fontes de água que servem às comunidades. A intrusão salina não apenas pode deixar quem vive na costa sem água potável como afeta a saúde dos manguezais e de espécies de peixes e crustáceos. 

Essa solução de unir a ciência com as pessoas afetadas parece ser um caminho importante para ajudar o Brasil a se adaptar pelo o que vem pela frente. Infelizmente, mesmo que nossos futuros governantes cumpram o seu dever de interromper as emissões de carbono, o aquecimento global em curso levará a um aumento ainda maior do nível do mar nas próximas décadas. Ou seja, em poucos anos – 20, 30, 50 anos – as novas gerações vão viver em cidades muito diferentes. Rio, Florianópolis, Belém e Fortaleza serão algumas cidades que terão que lidar com a força do mar.

Por isso me parece absurdo e desolador que um candidato com tanta projeção e influência simplesmente negue que exista um problema tão sério como são as mudanças climáticas. O tema deve ser tratado como prioridade nestes poucos dias que restam antes das votações. Flávio Bolsonaro e outros candidatos precisam responder quais são as medidas de adaptação frente ao inegável problema que temos com o aumento do nível do mar.

Para saber mais

Temperatura do oceano é a mais quente em 125 mil anos? Entenda a comparação

Praça da República em Loulé transformou-se em Espaço de Convívio e Sustentabilidade no ParK(ing) Day

23 September 2026 at 19:02

A Praça da República, em Loulé, abriu dia 22, as suas portas ao convívio, à animação e à promoção da mobilidade sustentável com a realização de mais uma edição do Park(ing) Day.

A iniciativa, inserida na Semana Europeia da Mobilidade de 2026, com o lema “Mobilidade para todos – Justiça entre gerações”e realizada no âmbito do Dia Europeu sem Carros, assinalado esta terça-feira (22 de setembro), desafiou a população a deixar o automóvel em casa e a usufruir do espaço público de uma forma ativa e inclusiva.

Sob o mote “Ocupa o teu lugar na cidade”, o evento transformou os habituais lugares de estacionamento automóvel em áreas vivas destinadas às pessoas. Com propostas pensadas para todas as idades, o programa integrou atividades desportivas,  jogos tradicionais,stands informativos e de sensibilização ambiental, sessões de cinema imersivas e o projeto Mercado de Trocas. Mas a pista de segurança rodoviária da GNR foi uma das zonas que mais interesse despertou junto dos mais novos. 

Em termos de balanço, a organização do Park(ing) Day’26 destaca o forte envolvimento comunitário e institucional. As empresas municipais (Infralobo, Inframoura, Infraquinta e Loulé Concelho Global) marcaram presença e promoveram diversos projetos focados na mobilidade e sustentabilidade urbana, na ação climática e na preservação ambiental. O associativismo local também esteve em grande destaque, com a participação ativa de vários parceiros, como a AMAL – Comunidade intermunicipal do Algarve, a Guarda Nacional Republicana, os Boardgamers de Loulé da Casa da Cultura, o Mercado de Trocas, o Clube BTT Loulé, o MOOV – Fitness Center, o Almancilense Cycling e o Banco Local de Voluntariado de Loulé, entre outras entidades que se associam a esta iniciativa. A diversidade dos parceiros envolvidos permitiu reunir, num mesmo espaço diferentes contributos nas áreas da mobilidade, segurança rodoviária, ambiente, ação climática, saúde, desporto, cultura, educação e participação comunitária, reforçando o carácter transversal do Park(ing) Day.

Outra das ações do evento foi a ativação da marca VELA, o novo sistema de bicicletas partilhadas de Loulé, que será implementado no próximo ano. Esta nova solução de transporte pretende revolucionar a mobilidade suave em Loulé, oferecendo uma alternativa ecológica, económica e eficiente para as deslocações diárias dos munícipes e visitantes.

Com a conclusão de mais uma edição do do Park(ing) Day, o Município de Loulé reforça o seu compromisso contínuo na transformação do ambiente urbano, demonstrando que as cidades podem ser desenhadas para as pessoas e o espaço público pode assumir múltiplas funções, garantindo maior qualidade de vida e para os cidadãos entre gerações. Para a Autarquia, a mobilidade suave é, cada vez mais, uma realidade que se pretende integrar no concelho, em especial nas suas zonas urbanas, sendo um contributo relevante para alcançar a neutralidade carbónica.

Percurso pela Foz do Almargem e do Trafal em Quarteira

11 September 2026 at 07:00

Venha descobrir o litoral de Quarteira através de um percurso que combina natureza, biodiversidade e património histórico.

Ao longo deste trilho, será possível observar diversas aves aquáticas e migratórias na Foz do Almargem e do Trafal, enquanto se conhece a riqueza histórica e cultural deste território — desde os vestígios da pré-história e das ruínas romanas até à identidade ligada à tradição piscatória.

A atividade pretende também sensibilizar para a fragilidade dos sistemas dunares, a erosão costeira e os desafios das alterações climáticas, promovendo uma reflexão sobre a importância de conciliar o desenvolvimento urbano com a preservação do património natural e cultural.

Uma oportunidade para caminhar, observar, aprender e valorizar o território, descobrindo de perto a importância da proteção deste espaço litoral.

Inscrição: https://forms.gle/8MG8nuAkV9aqorbZ8

Data: 26 de setembro
Horário: 09h00–13h00
Local: Foz do Almargem e do Trafal
Participação: Gratuita, mediante inscrição

Army Now Testing Anthem Long-Range Strike Weapon Built for Mass Production

9 September 2026 at 18:01

Covenant, a previously little-known defense startup, has emerged with a new long-range strike weapon, named Anthem, which it says is intended to provide a cheaper, more readily producible alternative to existing cruise missiles. Already in testing with the U.S. Army, the missile reflects the growing focus on weapons in this class that can be manufactured quickly in very large numbers, even if they sacrifice a significant degree of individual-weapon capability compared to more ‘exquisite’ and costly alternatives.

Covenant, a U.S.-Israeli company founded in 2024, unveiled its Anthem weapon system today along with plans for production in the United States, Germany, and Israel. The company says it has already conducted more than 200 test flights of the weapon and has secured roughly $150 million in orders.

Covenant Anthem missile. Covenant

The announcement comes as the United States and its allies are increasingly focused on the availability of long-range precision weapons, particularly the ability to replenish inventories during a major conflict. Covenant’s central pitch is that existing weapons in this category are too expensive and difficult to manufacture in sufficient numbers for a prolonged war, a reality that has been recognized by a bewildering number of new and established industry players.

Anthem is being positioned accordingly as a high-volume weapon rather than a one-for-one replacement for larger, more expensive cruise missiles. In its initial form, it is ground-launched, although it is unclear exactly how this is achieved. Imagery of the weapon during Pentagon trials show it being handled on the ground using tricycle undercarriage, pointing to the use of a runway for launch.

Defense-industry partners prepare a cruise missile for launch during a live-fire demonstration leveraging the Africa Multidomain Training and Experimentation Center at Tan-Tan, Morocco, Aug. 6, 2026. AMTEC will enable U.S. and Moroccan forces to test, evaluate and iterate on emerging technologies in a realistic environment strengthening shared readiness and interoperability. This live-fire also demonstrates how AMTEC will provide dedicated physical space and full electromagnetic spectrum access to support defense-industry partners to conduct testing. As one of the early contributions under the U.S. Army’s Test Range Expansion Initiative, the demonstration proves there is opportunity for defense industry to conduct testing that is difficult to replicate at many U.S. ranges, reinforcing Morocco’s role as a regional security leader. (U.S. Army photo by Capt. Jordan Beagle)
An Anthem cruise missile at Tan-Tan, Morocco, on August 6, 2026. U.S. Army photo by Capt. Jordan Beagle

Covenant has not publicly disclosed the weapon’s range, although unconfirmed reports put it at roughly 1,200 kilometers — over 740 miles. The company is also being somewhat deliberate about how it describes Anthem, referring to it as a “deep precision-strike munition” rather than consistently classifying it as a cruise missile.

On the other hand, Reuters reports Covenant executives saying that the missile was developed ‌with an ⁠eye toward future conflicts in the Pacific. “We were designed for the China fight,” said Covenant President Abby Denburg. That would also seem to point toward significant range.

The Anthem missile in flight. Covenant

However, more concrete details of its performance, as well as guidance type and projected level of survivability, remain undisclosed.

The company says Anthem can carry a warhead weighing more than 200 kilograms (441 pounds). That is substantially less than the roughly 1,000-pound-class warhead associated with the Tomahawk cruise missile, which can hit targets at over 1,000 miles depending on the exact configuration. Covenant argues that lower cost and much higher production rates would make it possible to employ larger numbers of their weapons against a given target set.

Anthem uses a solid rocket motor for launch and a heavy-fuel jet engine, underslung below the missile body, for cruise flight. Covenant says the system was designed from the outset around readily available components and a supply chain that would avoid dependence on individual suppliers. The company states that it has, for example, multiple solid-rocket-motor suppliers and long-term agreements covering thousands of jet engines.

Defense-industry partners assemble a cruise missile for a live-fire demonstration at the Africa Multidomain Training and Experimentation Center in Tan-Tan, Morocco, Aug. 5, 2026. The demonstration was held to support regional defense capabilities and joint training interoperability. AMTEC enables U.S. and Moroccan forces to test emerging technologies and expand testing capabilities to strengthen shared readiness and interoperability under the U.S. Army’s Test Range Expansion Initiative. (U.S. Army photo by Staff Sgt. Raquel Birk)
Cruise missiles are assembled for a live-fire demonstration at the Africa Multidomain Training and Experimentation Center in Morocco. U.S. Army photo by Staff Sgt. Raquel Birk

Overall, the production ambitions are significant. Covenant’s new Grand Prairie, Texas, facility covers approximately 105,000 square feet and is expected to begin serial production during the first quarter of 2027, eventually reaching a stated capacity of 5,000 Anthems per year. Its facility in Saxony, Germany, is intended to reach a similar production rate, while the smaller Israeli site is planned to produce as many as 2,000 weapons annually.

“Germany possesses an exceptionally strong industrial foundation,” Denburg told Bloomberg News. “While its automotive sector is currently undergoing a structural transformation, decades of manufacturing excellence have created precisely the expertise we require.”

That would put the company’s eventual combined production target at up to 12,000 weapons per year, assuming all three facilities reach their planned capacities.

A defense-industry partner cruise missile engages a target during a live-fire demonstration leveraging the Africa Multidomain Training and Experimentation Center at Tan-Tan, Morocco, Aug. 6, 2026. 2026. AMTEC will enable U.S. and Moroccan forces to test, evaluate and iterate on emerging technologies in a realistic environment strengthening shared readiness and interoperability. This live-fire also demonstrates how AMTEC will provide dedicated physical space and full electromagnetic spectrum access to support defense-industry partners to conduct testing. As one of the early contributions under the U.S. Army’s Test Range Expansion Initiative, the demonstration proves there is opportunity for defense industry to conduct testing that is difficult to replicate at many U.S. ranges, reinforcing Morocco’s role as a regional security leader. (U.S. Army photo by Staff Sgt. Raquel Birk)
An Anthem cruise missile engages a target at the Africa Multidomain Training and Experimentation Center in Morocco, on August 6, 2026. U.S. Army photo by Staff Sgt. Raquel Birk

Covenant’s U.S. facility is intended primarily to support American customers, while the German operation is being established around a European supply chain, responding to growing demand for long-range strike weapons across that continent. The company says an unidentified international customer is expected to begin receiving German-built weapons before the end of this year. Meanwhile, U.S. Army deliveries are expected in 2027, under an accelerated qualification contract.

The weapon has already been subjected to U.S.-linked testing. In August, an unnamed defense-industry partner conducted a live-fire demonstration at the Africa Multidomain Training and Experimentation Center in Morocco. The U.S. military’s public material about that event did not identify the weapon or company, but subsequent reporting identified the missile as Covenant’s Anthem.

Covenant now says the system has flown more than 200 times over the past year, including testing involving U.S. government organizations. The company also says Anthem participated in the Army’s Project Convergence Capstone 6 experiments and that its August test helped demonstrate a new framework for allowing industry to use the Moroccan test infrastructure.

Defense-industry partners assemble a cruise missile for a live-fire demonstration at the Africa Multidomain Training and Experimentation Center in Tan-Tan, Morocco, Aug. 5, 2026. The demonstration was held to support regional defense capabilities and joint training interoperability. AMTEC enables U.S. and Moroccan forces to test emerging technologies and expand testing capabilities to strengthen shared readiness and interoperability under the U.S. Army’s Test Range Expansion Initiative. (U.S. Army photo by Staff Sgt. Raquel Birk) This photo was altered for security purposes by blurring out defense industry names and logos.
Defense-industry partners assemble a cruise missile at the Africa Multidomain Training and Experimentation Center in Morocco. This photo was altered for security purposes by blurring out defense industry names and logos. U.S. Army photo by Staff Sgt. Raquel Birk

Beyond the ground-launched version, Covenant is working on a naval derivative. The company says it has a roughly $70-million contract with the Navy’s Rapid Capabilities Office to adapt Anthem into what it calls Maritime Anthem. The effort includes Defense Exportability Features intended to make the weapon easier to provide to U.S. allies and partners.

The emergence of Anthem also illustrates how the defense industry’s current emphasis on mass production is extending into the long-range strike arena.

The United States already fields weapons such as Tomahawk and JASSM-ER, but those systems are expensive, and production capacity is limited. Covenant is betting that a weapon available in much larger quantities can provide commanders with another layer of long-range strike capacity, even if the destructive power of a single round falls well below that of a Tomahawk. Reuters reports that Covenant expects the weapon to eventually cost in the mid-six-figure range, although the company has not provided a final unit price. Compared to other competitors in the field, Covenant appears to be the crudest design we have seen so far, underscored by its apparent launch method, in which it takes off from an airstrip under power of its booster.

Defense-industry partners prepare a cruise missile for a live-fire demonstration at the Africa Multidomain Training and Experimentation Center in Tan-Tan, Morocco, Aug. 5, 2026. The demonstration was held to support regional defense capabilities and joint training interoperability. AMTEC enables U.S. and Moroccan forces to test emerging technologies and expand testing capabilities to strengthen shared readiness and interoperability under the U.S. Army’s Test Range Expansion Initiative. (U.S. Army photo by Capt. Jordan Beagle)
Unnamed defense-industry partners prepare a cruise missile for a live-fire demonstration at the Africa Multidomain Training and Experimentation Center in Tan-Tan, Morocco, on August 5, 2026. It has now been disclosed that this demonstration involved the Anthem. U.S. Army photo by Capt. Jordan Beagle

Recent combat operations have increased concerns about the rate at which more traditional precision weapons can actually be manufactured. Once stockpiles begin to reduce, long-range missiles have proven among the most difficult munitions to replace. That would only become more problematic during a major conflict.

Covenant has attracted venture-capital backing to pursue that problem. The company says it has raised more than $250 million from investors including Andreessen Horowitz, Founders Fund, Lux Capital, 8VC, Aleph, and Lightspeed. Its stated focus, however, is now shifting from development to production.

Covenant, a U.S.-Israeli company founded in 2024, unveiled its Anthem weapon system today along with plans for production in the United States, Germany, and Israel. The company says it has already conducted more than 200 test flights of the weapon and has secured roughly $150 million in contracts and orders.
Anthem in flight. Covenant Covenant

The key question will be whether Covenant can turn the promised production numbers into sustained deliveries. Building thousands of long-range weapons per year requires not only an assembly plant, but also a resilient supply chain, reliable propulsion production, testing capacity, quality control, and the ability to integrate those elements at scale. It will also rely on securing more contracts from domestic and allied customers.

For now, however, Anthem represents an intriguing entrant into a crowded but increasingly important segment of the weapons market.

Contact the author: thomas@thewarzone.com

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ESPANHA:Condutor português detido por circular a 218 km/h na A-62

9 September 2026 at 14:28

Agentes da Guarda civil de Salamanca detetaram, durante um controlo de velocidade na zona de Carpio de Azaba, um veículo que circulava a 218 km/h pela A-62, superando em 80 km/h a velocidade máxima permitida, segundo a Guardia Civil.

O condutor, de nacionalidade portuguesa, foi levado para o Destacamento de Trânsito de Ciudad Rodrigo para a instrução das correspondentes diligências por um presumível crime contra a segurança rodoviária.

9 de setembro de 2026
Por: Dino Frazão


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Trump Threatens Canadian Jets At The Center Of Army Aerial Surveillance Plans

8 September 2026 at 19:29

President Donald Trump has threatened to pursue a ban on U.S. sales of aircraft from Canadian firm Bombardier unless they move production south of the border. American officials have not elaborated on how such a total prohibition on domestic sales could take shape, but there are potential ramifications for the U.S. military, as well as commercial operators in the United States. The U.S. Army, in particular, has made Bombardier Global Express 6500-based ME-11B aircraft a cornerstone of its future aerial intelligence, surveillance, and reconnaissance (ISR) plans. For the moment, the U.S. Air Force flies its own fleet of E-11A Battlefield Airborne Communications Node (BACN) communications jets based on the Global Express family.

“NO MORE SELLING BOMBARDIER IN THE UNITED STATES!” Trump wrote in a post on his Truth Social social media platform yesterday. “If they want our Market [sic], they must build here, and stop treating America like a ‘piggyback.’ BUY AMERICAN.”

One of the US Air Force’s Bombardier Global Express-based E-11A BACN aircraft. USAF

The post, which was subsequently reshared by U.S. Ambassador to Canada Pete Hoekstra, also reiterated Trump’s accusations that the Canadian government has been deliberately slow-rolling certification of certain jets from rival U.S. planemaker Gulfstream. Back in January, the President also said he would “decertify” Bombardier aircraft in the United States over this issue, which would prevent them from operating in the United States, but this threat has yet to materialize into reality. Aviation authorities in Canada did certify five specific Gulfstream business jets in March, but do not look to have issued broader type certifications since then. Canada’s demand for more fuel system icing testing, at least on G700 and G800 models, has been cited as a factor in the length of the certification process. The U.S. Federal Aviation Administration (FAA) previously granted Gulfstream a conditional certification for these types that required demonstration of full compliance with domestic aircraft fuel icing regulations no later than the end of this year.

A stock picture of a Gulfstream G700 business jet. Gulfstream

Bombardier and Gulfstream actively compete globally in the large and super midsize business jet categories. A number of airlines in the United States also continue to operate CRJ-series small airliners, which were Bombardier products until 2020, when the line was sold to Mitsubishi Heavy Industries (MHI) in Japan. Today, the Canadian planemaker has a substantial U.S. presence, centered primarily in Wichita, Kansas, but does not build complete aircraft in the United States. We will come back to this later on.

Trump has specifically targeted Bombardier several times across both of his terms amid larger trade disputes with Canada. During Trump’s first administration, the U.S. government notably injected itself into a spat between the Canadian firm and Boeing that ultimately upended a proposed order for F/A-18E/F Super Hornet fighters for the Royal Canadian Air Force.

How the Trump administration might now seek to block sales of Bombardier jets in the United States is unclear. If there is no legal mechanism for instituting an outright sales ban, U.S. authorities could try to decertify jets from the Canadian firm or implement prohibitive tariffs or other economic measures. In addition to retaliatory certification actions, Trump has also threatened to levy tariffs on Canadian aviation firms in the past. Any of these courses of action could draw legal action or other retaliation from the Canadian government.

All of this raises questions about potential impacts on the U.S. military. As mentioned, the U.S. Army is in the process of acquiring a fleet of Global Express 6500-based ISR planes, designated ME-11Bs, under its High Accuracy Detection and Exploitation System (HADES) program. The Army has already divested all of its older turboprop-powered ISR aircraft as part of the transition to HADES. The service has also been utilizing several contractor-operated ISR planes based on different Bombardier business jets in the interim.

A Bombardier Global Express 6500-based Army Theater Level High-Altitude Expeditionary Next-Generation A-ISR (ATHENA) jet the Army has been utilizing as part of the transition to its new ME-11B HADES fleet. US Army

There is also the aforementioned Air Force fleet of E-11As. However, this may increasingly be something of a moot point, as these aircraft are now set to be retired in the 2028 Fiscal Year and supplanted with new space-based communications capabilities. There is still a possibility that Congress could block that plan, at least for a time.

TWZ has reached out to the Army and the Air Force in light of Trump’s latest remarks.

It is important to note that the U.S. certification process for military and civilian aircraft is separate, and that the Trump administration could exempt the former from any new action against Bombardier. After Trump’s decertification threat in January, the White House had told multiple outlets that in-service aircraft would be exempted from any such actions, but would not clarify whether further exemptions would be made for future U.S. military acquisitions.

Upending Bombardier’s business in the United States might have additional downstream effects, including on supply chains that support commercial and military fleets. Disruptions could also negatively impact any future sales opportunities to the U.S. military. When it comes to the latter point, since Trump started his second term, there has been a broader push to recapitalize U.S. government executive aircraft fleets. This has already included the purchase of new Gulfstream G700-based C-39A executive jets for the U.S. Coast Guard.

One of the U.S. Coast Guard’s new C-39A executive jets. Lemon Popp

The Air Force is also working to acquire a successor to its existing Gulfstream-based C-37 executive jets, tentatively designated the C-37C. Multiple branches of the U.S. military operate a host of other Gulfstream-based aircraft, including special mission types like the Air Force’s EA-37B Compass Call electronic warfare jets.

All this being said, there is no guarantee that Trump’s latest threats against Bombardier will materialize, whether or not they might impact U.S. military fleets. The President has already faced public pushback, including from at least one member of his own party, citing the Canadian firm’s existing economic contributions to the U.S. economy through its aforementioned American subsidiary.

“The presence of Bombardier in Wichita supports a local workforce of more than a thousand employees, who contribute their talent and expertise to our nation’s defense and aerospace capabilities,” Senator Jerry Moran, a Kansas Republican, wrote in a post on X yesterday. “This afternoon, I reached out to the Trump administration to make certain the President is aware of the significant contributions of Bombardier to Kansas and the importance of its presence in Wichita to many Kansas workers at Bombardier and in the Bombardier supply chain.”

“I will continue working to see that Bombardier’s manufacturing operations not only remain in Kansas but continue to grow and create American jobs,” Moran added. “Kansas is home to a hardworking, skilled workforce, and I will continue welcoming leaders in aircraft and defense manufacturing to do business here in the Air Capital of the World.”

“Bombardier’s American workers are based all around the United States with sites in Kansas, Texas, Arizona, Florida, Connecticut, Illinois, Delaware, California, Washington D.C. and New Jersey, as well as overall direct employment presence in more than 20 states,” Bombardier said in its own statement response to Trump’s comments, per NBC News. “Bombardier has also announced extensive plans to grow its defense activities as well as its service network and will, later this year, inaugurate a new facility in Fort Wayne, Indiana.”

The threat alone of U.S. government action could still have negative impacts for Bombardier broadly. The company’s stock price fell by some seven percent after Trump’s post yesterday, though it has rebounded somewhat as of the time of writing.

Trump’s trade war with Canada more broadly is still escalating after a new round of talks collapsed last month. The President and other U.S. officials also continue to make remarks about the country becoming the United States’ 51st state.

Many questions remain to be answered about Trump’s new threats against Bombardier and how they could be implemented, if at all. The President has certainly created new uncertainty regarding the Canadian planemaker’s access to the American market without yet definitively clarifying when the U.S. military could be exempted.

Contact the author: joe@twz.com

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Así vivían los neandertales en la Península Ibérica: el campamento estacional de hace 46.000 años que rivaliza en extensión con los grandes yacimientos europeos

En el norte de la provincia de Burgos, escondido en el complejo kárstico de Ojo Guareña —uno de los sistemas de cavidades más extensos de Europa—, el yacimiento de la cueva de Prado Vargas sigue desvelando capítulos fundamentales de la historia de la humanidad. La campaña de excavación de verano de 2026, que acaba de […]

El canibalismo neolítico no fue un hecho aislado: tres cuevas en Granada demuestran que se repitió una y otra vez durante 1500 años

Durante más de cincuenta años, las cuevas de Malalmuerzo, Carigüela y Majolicas, en Granada, han funcionado como referencia obligada para estudiar el canibalismo prehistórico en la península ibérica. Un equipo internacional acaba de revisar sus restos con herramientas que no existían cuando se excavaron por primera vez, y la imagen que tenían hasta ahora los […]

Loulé promove sessões participativas para elaboração dos planos de questão de quatro áreas protegidas

4 September 2026 at 07:00

População, entidades públicas e associações são chamadas a participar na definição das medidas de gestão e conservação

O Município de Loulé promove, entre os dias 10 e 13 de setembro, um conjunto de sessões participativas no âmbito da elaboração dos planos de gestão de quatro áreas protegidas de âmbito local: Paisagem Protegida Local da Rocha da Pena, Paisagem Protegida Local da Fonte Benémola, Reserva Natural Local da Foz do Almargem e do Trafal e Monumento Natural Local da Gruta de Vale Telheiro.

As sessões serão dirigidas às entidades públicas, associações e população em geral, procurando promover o envolvimento dos diferentes agentes do território na definição das medidas necessárias à proteção, conservação e valorização destas áreas.

Os planos de gestão configuram instrumentos de gestão da biodiversidade por excelência, na medida em que a sua elaboração tem como pressuposto de base uma abordagem integrada à riqueza biológica do território, às pressões e ameaças a que esse património está sujeito e respetivos impactos, positivos ou negativos, e as necessidades de gestão face às exigências ecológicas desses valores, numa perspetiva de manter ou melhorar o seu estado de conservação, no estreito cumprimento dos objetivos definidos para cada uma das Áreas Protegidas e respetiva legislação em vigor.

O objetivo primário dos Planos de Gestão é compatibilizar os valores naturais e paisagísticos, que se assumem, no seu conjunto, como relevantes para a garantia da biodiversidade e manutenção do estado de conservação favorável, com as atividades humanas mais representativas em cada área (turismo, agricultura, entre outras).

A participação da comunidade, das entidades públicas e das associações assume particular importância neste processo, permitindo recolher conhecimentos, experiências, preocupações e propostas de quem conhece, utiliza ou intervém diretamente nestes territórios.

Esta iniciativa é apoiada pelos Fundos Europeus, no âmbito do Programa Regional ALGARVE 2030.

Programa População em geral:

10 DE SETEMBRO | QUINTA-FEIRA (em simultâneo com a sessão para entidades públicas/associações)
18h30 – Sessão participativa sobre o Monumento Natural Local da Gruta de Vale Telheiro
Local: Junta de Freguesia de São Sebastião

https://maps.app.goo.gl/MYN29ge7cYW1QXLh9

12 DE SETEMBRO | SÁBADO

10h00 – Sessão participativa sobre a Reserva Natural Local da Foz do Almargem e do Trafal
Local: Auditório do Centro Autárquico de Quarteira

https://maps.app.goo.gl/EYXCYmgN4yTAT6ag6

12 DE SETEMBRO | SÁBADO

14h30 – Sessão participativa sobre a Paisagem Protegida Local da Rocha da Pena
Local: Junta de Freguesia de Salir

https://maps.app.goo.gl/C5DY3b56DYdYEra97

13 DE SETEMBRO | DOMINGO

10h00 – Sessão participativa sobre a Paisagem Protegida Local da Fonte Benémola
Local: Casa do Povo de Querença – Salão de Festas
https://maps.app.goo.gl/mAUtDx1C1pSWUUmDA

Programa Entidades públicas/Associações:

10 DE SETEMBRO | QUINTA-FEIRA (em simultâneo com a sessão aberta ao público em geral)

18h30 – Sessão participativa sobre o Monumento Natural Local da Gruta de Vale Telheiro
Local: Junta de Freguesia de São Sebastião

https://maps.app.goo.gl/MYN29ge7cYW1QXLh9

11 DE SETEMBRO | SEXTA-FEIRA

10h00 – Sessão participativa sobre a Reserva Natural Local da Foz do Almargem e do Trafal
Local: Biblioteca Municipal de Loulé – Sala Polivalente 

https://maps.app.goo.gl/AFkDB1B3EJxbpgvEA

11 DE SETEMBRO | SEXTA-FEIRA

14h30 – Sessão participativa sobre as Paisagens Protegidas Locais da Rocha da Pena e da Fonte Benémola

Local: Biblioteca Municipal de Loulé – Sala Polivalente

https://maps.app.goo.gl/AFkDB1B3EJxbpgvEA

Colisão rodoviária condiciona a EN2 em Ervidel

29 August 2026 at 13:07

Um acidente de viação ocorrido este sábado provocou dois feridos graves:o condutor do motociclo e um ocupante da viatura ligeira na Estrada Nacional 2 (EN2), ao quilómetro 609,064, no troço que liga Corte Vicente Eanes a Ervidel, no concelho de Aljustrel, segundo os serviços de emergência.

O alerta para a ocorrência foi dado às 11h04. Para o local foram mobilizados 21 operacionais, apoiados por 5 meios terrestres e 1 meio aéreo.

Uma das vítimas graves foi assistida e helitransportada para a unidade hospitalar de referência. As operações de socorro e a gestão do tráfego na via mantêm-se

a cargo das autoridades competentes.



Por: Dino Frazão
29/08/2026

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Acidente rodoviário após fuga a operação de fiscalização da PSP em Lisboa

29 August 2026 at 12:46

A Polícia de Segurança Pública (PSP) deteve este sábado um cidadão por falta de habilitação legal para conduzir, resistência e coação sobre funcionário e condução perigosa, segundo a PSP.

A ocorrência deu-se por volta das 07h25, durante uma operação de fiscalização de trânsito promovida pela Divisão de Trânsito do Comando Metropolitano de Lisboa (COMETLIS) na Avenida Brasília, em Lisboa. Ao ser dada a ordem de paragem a uma viatura de marca Renault, modelo Clio, o condutor desobedeceu e prosseguiu a marcha em elevada velocidade. O agente no local foi forçado a desviar-se repentinamente para não ser atropelado.

Na sequência da fuga, um polícia motociclista iniciou a perseguição ao veículo. Junto ao viaduto que estabelece a ligação entre a Avenida Brasília e a Avenida da Índia, o condutor perdeu o controlo da viatura, despistou-se e acabou por embater em dois automóveis que se encontravam estacionados em frente ao Museu do Combatente.



O impacto causou danos nas viaturas estacionadas e provocou um incêndio no carro em fuga. O agente motociclista imobilizou a sua moto e retirou do interior da viatura em chamas o condutor, que se encontrava combalido, e um dos passageiros, que estava inanimado. Um terceiro ocupante, que tentava sair por meios próprios, também recebeu auxílio do agente.

Os três homens, com idades entre os 25 e os 31 anos, foram transportados para unidades hospitalares — dois para o Hospital de Santa Maria e um para o Hospital de São Francisco Xavier — onde receberam assistência médica.

Por: Dino Frazão
29/08/2026

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Colisão entre elétrico e autocarro da Carris faz três feridos na Estrela em Lisboa

28 August 2026 at 18:38
📷BCO



Três pessoas sofreram ferimentos ligeiros na sequência de uma colisão entre um elétrico e um autocarro da Carris, ocorrida na tarde desta sexta-feira na zona da Estrela, em Lisboa.

Segundo fonte dos Sapadores Bombeiros de Lisboa, o alerta foi dado por volta das 15h00 para um sinistro junto ao jardim e à Basílica da Estrela. Os feridos, uma mulher e duas crianças de 10 e 11 anos da mesma família, eram passageiros do autocarro. A mesma fonte adiantou que a mulher foi encaminhada ao hospital por precaução, sem apresentar gravidade.

📷BCO



No socorro estiveram empenhados cerca de 14 operacionais, apoiados por cinco viaturas dos Sapadores Bombeiros de Lisboa e uma ambulância dos Bombeiros Voluntários de Campo de Ourique. A circulação na zona acabou por ser normalizada no decorrer da tarde.

Por: Dino Frazão
Data: 28 de Agosto de 2026
Site: OSMONHACAS.COM

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Hípaso de Metaponto, el filósofo que murió por demostrar que los Pitagóricos estaban equivocados

A este filósofo griego, seguidor de Pitágoras y maestro de Heráclito, al que inculcó la idea de que el arjé o principio de todas las cosas era el fuego, se le atribuyen -discutiblemente- el descubrimiento de los números irracionales, la construcción de un dodecaedro inscrito en una esfera y varios trabajos sobre acústica. Además fundó […]

GNR Setúbal | Alcochete – Apreensão de cerca de 4 200 litros de combustível

22 August 2026 at 10:49
📷GNR

O Comando Territorial de Setúbal, através de militares das várias valências do Destacamento Territorial do Montijo, apreendeu, no dia 21 de agosto, cerca de 4 200 litros de combustível, no interior de um armazém, no concelho de Alcochete, segundo a Guarda Nacional Republicana.

Na sequência de uma denúncia relativa à existência de diversos recipientes com combustível armazenados no local, foram deslocadas patrulhas ao armazém, onde foram identificados três indivíduos que se encontravam no local para proceder à recolha do combustível.

📷GNR

Os indivíduos não conseguiram justificar a posse e a proveniência do combustível, motivo pelo qual o mesmo, bem como os restantes materiais relacionados, foram apreendidos:
– 210 jerricãs de 20 litros cheios;
– 16 jerricãs de 20 litros vazios;
– 6 depósitos de líquidos com capacidade para 1000 litros;
– 2 porta-paletes (manual e hidráulico);
– 1 equipamento porta-cargas;
– 3 lonas de proteção;
– 1 cinta de aperto com roquete;
– 1 saco com diversas tampas plásticas para jerricãs;
– 1 veículo ligeiro.

Os três indivíduos, com idades compreendidas entre os 28 e os 34 anos, foram constituídos arguidos.

A operação contou com o apoio do Destacamento de Intervenção de Setúbal.

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Por: Dino Frazão
Data: 22 de agosto de 2026

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Choque frontal em Vilarinho das Cambas faz três feridos

21 August 2026 at 22:38
Bombeiros voluntários de Famalicão

Esta tarde, registou-se um acidente de viação em Vilarinho das Cambas. Segundo a corporação dos Bombeiros Voluntários de Famalicão, tratou-se de um choque frontal entre dois veículos ligeiros, do qual resultaram três feridos: dois feridos ligeiros e um ferido grave.

Todas as vítimas foram transportadas para o Hospital de Famalicão.

Bombeiros voluntários de Famalicão

No local, no apoio às operações de socorro, estiveram os Bombeiros Voluntários de Famalicão, com o apoio dos Bombeiros Voluntários Famalicenses, juntamente com a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Famalicão e a Guarda Nacional Republicana (GNR) de Famalicão.

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Por: Dino Frazão – 21/08/2026
OSMONHACAS.COM

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Dois militares do Exército morrem atropelados na A1 na zona da Mealhada

21 August 2026 at 14:09

Dois militares morreram esta sexta-feira, 21 de agosto, após terem sido atropelados junto à área de serviço da Mealhada, segundo o Correio da Manhã.

Os dois militares do Exército foram transportados, em estado crítico, para os Hospitais da Universidade de Coimbra, onde os óbitos vieram a ser declarados.

Os militares prestavam assistência a um camionista após um acidente que terá sido provocado pelo rebentamento de um pneu, altura em que foram colhidos por outra viatura.

Tratam-se de dois praças, de 21 e 22 anos, que faziam a viagem de regresso à sua unidade após terem estado empenhados, durante a semana, na montagem de uma ponte militar em São Pedro do Sul.

O acidente ocorreu ao quilómetro 204 da A1, no sentido Norte-Sul, junto à área de serviço da Mealhada.

O trânsito chegou a estar cortado no local, mas já foi entretanto reposto.

21 de agosto de 2026
Por: Dino Frazão

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Condutor de camião betoneira morre em despiste na EN380 em Vendas Novas

17 August 2026 at 18:35

Um homem morreu esta segunda-feira, 17 de agosto, na sequência do despiste do camião betoneira que conduzia na Estrada Nacional 380 (EN380), no concelho de Vendas Novas.

O alerta para o acidente foi dado pelas 15:05, ao quilómetro 9,5 da EN380, no troço que liga Vendas Novas a Lavre, no concelho de Montemor-o-Novo, distrito de Évora. O veículo pesado despistou-se e embateu contra uma árvore, junto a uma fábrica de cortiça, provocando a morte do condutor, segundo a Lusa.

A circulação rodoviária na EN380 encontra-se temporariamente cortada em ambos os sentidos para permitir os trabalhos de remoção da viatura pesada.

Para o local foram mobilizados 20 operacionais, apoiados por oito viaturas, incluindo meios dos Bombeiros, da Guarda Nacional Republicana (GNR) e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), com a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Évora.

Por: Dino Frazão
17 de agosto de 2026

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COLISÃO RODOVIÁRIA ENVOLVENDO 5 VIATURAS NA EN246 EM ARRONCHES

16 August 2026 at 18:06
Bombeiros Arronches

Uma colisão rodoviária envolvendo cinco veículos provocou, ao final da manhã deste domingo, 16 de agosto, seis feridos ligeiros na Estrada Nacional 246 (EN246), ao quilómetro 42,691, na zona de Mosteiros, concelho de Arronches, distrito de Portalegre.

O alerta para a ocorrência foi dado pelas 11h49. Das seis vítimas assistidas no local pelos meios de socorro, cinco acabaram por ser transportadas para a unidade hospitalar da região, segundo o Corpo de Bombeiros de Arronches.

Nas operações de socorro e assistência no teatro de operações estiveram empenhados diversos meios:

Corpo de Bombeiros de Arronches:
– 3 Ambulâncias de Socorro (ABSC)
– 1 Veículo Ligeiro de Combate a Incêndios (VLCI) com valência de desencarceramento
– 1 Veículo de Comando (VCOT)
– 12 operacionais, incluindo 2 elementos de comando

Outras entidades e forças de segurança:
– Bombeiros Voluntários de Portalegre (1 ambulância)
– INEM (2 Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação – VMER)
– Serviço Municipal de Proteção Civil de Arronches
– Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC)
– Guarda Nacional Republicana (GNR)

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Por: Dino Frazão
Data: 16 de agosto de 2026

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COLISÃO ENTRE DOIS PESADOS DE MERCADORIAS NA A3 EM FAMALICÃO

14 August 2026 at 06:51
📷 bombeiros voluntários famalicenses

Uma colisão rodoviária entre dois veículos pesados de mercadorias, ocorridas na tarde de ontem na Autoestrada 3 (A3), resultou num ferido ligeiro e mobilizou meios especializados para a gestão de matérias perigosas. Segundo os Bombeiros Voluntários Famalicenses, o alerta para a ocorrência, registada ao quilómetro 28 no sentido Valença-Porto, foi dado pelas 17h20.

📷 Bombeiros voluntários famalicenses

À chegada ao local, as equipas de socorro confirmaram que um dos veículos pesados envolvidos no acidente transportava matérias perigosas. Perante a situação, a corporação empenhou o seu Veículo Especial de Combate a Incêndios, equipado com material específico para intervenção com produtos perigosos, juntamente com uma guarnição com formação especializada para este tipo de operações.

O acidente causou uma única vítima, um homem com ferimentos ligeiros, que recebeu assistência no local por parte de uma ambulância de socorro e foi posteriormente transportado para o Hospital de Braga.

Os operacionais acompanharam o processo de recuperação e transvazamento da cisterna que continha a matéria perigosa, garantindo as condições de segurança em todo o perímetro das operações. No total, os Bombeiros Voluntários Famalicenses mobilizaram dois veículos e sete elementos para esta intervenção.

A Guarda Nacional Republicana (GNR) esteve no local a registar a ocorrência, enquanto a Concessionária da A3 ficou responsável pela gestão e manutenção da segurança da via durante os trabalhos.

Por: Dino Frazão
14 de agosto de 2026

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