Um robô de entrega autônomo entrou em uma faixa de pedestres, apesar de o sinal estar vermelho, em Tallinn, na Estônia, na segunda-feira (26), ferindo passageiros em um ônibus que colidiu com ele.
A empresa de transporte municipal de Tallinn informou que o motorista do ônibus freou bruscamente, fazendo com que vários passageiros caíssem e se ferissem.
Veja vídeo:
Imagens divulgadas pela empresa de transporte mostraram o robô colidindo com o ônibus e, na sequência, passageiros caindo dentro do veículo.
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A empresa afirmou que o motorista reagiu corretamente ao perigo, evitando um acidente mais grave.
Fátima Báñez, ex-ministra do Trabalho de Rajoy, e a atleta Julieta Gallego estão entre as vítimas da colisão de comboios que aconteceu esta quarta-feira. Rangel confirma um português desaparecido.
A colisão de trens mortal na Espanha que aconteceu na quarta-feira (28) deixou uma brasileira ferida, segundo informou o Itamaraty.
O acidente deixou ao menos 69 mortos e gerou protestos no país europeu. No caso, um trem de alta velocidade se chocou contra uma composição que estava parada.
O Ministério das Relações Exteriores não informou qual o estado de saúde da brasileira, mas pontuou que presta “assistência consular devida” através do consulado-geral em Madri.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, lamentou o acidente e pontuou que está em contato com o ministro de Transportes do país.
Nesta quinta-feira (29), o rei e a rainha da Espanha visitaram um hospital na cidade de Toledo onde os feridos estão sendo tratados.
“Há, naturalmente, uma investigação em curso. Essa investigação deve esclarecer como e por que essa catástrofe ocorreu. Em seguida, teremos de avaliar quais medidas devem ser adotadas para evitar que algo assim volte a acontecer”, afirmou o rei Felipe VI a repórteres.
*com informações da Reuters, da CNN Brasil e da CNN
Carlos Silva Santiago, do PSD, admitiu estar embriagado no momento da colisão, em 2024. Dois anos depois, o processo continua. Porquê a demora? O advogado Miguel Matias é o convidado.
Antonio nasceu rodeado de comboios, fotografou-os e morreu a tentar travar um. "A beleza é passageira, passageira num comboio": resumia assim a relação fotografia-caminhos de ferro. Tinha 36 anos.
Paulo Rangel diz que vai ser preciso esperar pelo trabalho de identificação das vítimas do acidente. Ainda, Banco Central Europeu decidiu não mexer nas taxas de juro.
A informação está a ser avançada pela SIC. O Ministério dos Negócios Estrangeiros diz ao Observador que não há confirmação oficial de ligação ao acidente. Ainda, BCE decide manter as taxas de juro.
A tragédia de Toledo não teve uma causa, mas várias: um sistema de segurança que caiu, um controlador que mandou avançar quem devia estar parado e uma sucessão de avisos ignorados. Um dia depois da colisão entre comboios em Toledo, os primeiros dados da investigação já permitem reconstruir grande parte do que correu mal. A avaria de um sistema de segurança, uma ordem errada no centro de controlo e avisos que não chegaram a travar o comboio formam a sequência que matou pelo menos 69 pessoas. O ministro dos Transportes espanhol fala num acidente “verdadeiramente inverosímil” e numa decisão “inexplicável”.
A revelação foi feita no final de uma reunião do Centro de Coordenação Operacional que gere a resposta à tragédia. Ainda, PR continua reunião com representantes dos partidos sobre coesão social.
Membros da claque do Rayo Vallecano regressavam a Madrid depois de um jogo em Huelva, quando o comboio foi suspenso devido à colisão alguns quilómetros à frente. Dezenas seguiram a pé até ao local.
O Semaf decidiu não cancelar a paralisação de 24 horas já convocada, citando o bloqueio dos acordos de segurança ferroviária. Cerca de 6.000 maquinistas são abrangidos.
O voto apresentado por Aguiar Branco foi aprovado por unanimidade e o Governo associou-se à homenagem, cumprindo 1 minuto de silêncio no final do debate do OE 2027, aprovado na generalidade.
As vítimas de um acidente que envolveu a colisão de dois trens de alta velocidade na Espanha foram deslocadas pelas autoridades. Aqueles que conseguiam andar partiram carregando as bagagens; alguns foram vistos mancando, outros com bandagens na cabeça e no rosto.
Os trens da Renfe e da Iryo colidiram pouco depois das 9h (5h, no horário de Brasília), causando o descarrilamento de dois vagões da Iryo, informou um porta-voz do governo regional de Castilla-La Mancha, acrescentando que a causa ainda não está clara. Pelo menos 68 pessoas morreram.
Uma vítima não identificada relatou à TV local que o trem estava parado havia cinco minutos quando o segundo trem o atingiu por trás.
“Como isso pode acontecer com a tecnologia que temos? Não é normal”, disse ele.
Moradores de cidades vizinhas ofereceram comida, água e assistência aos feridos, e alguns até disponibilizaram seus carros para transportar as pessoas até o hospital.
A porta-voz do governo regional de Castilla-La Mancha, Esther Padilla, disse que 147 pessoas estavam viajando no trem Iryo e 397 no trem Renfe.
A colisão ocorre nove meses depois de um acidente envolvendo trens de alta velocidade operados pelas mesmas empresas na mesma linha.
O acidente de janeiro, que ocorreu após um trem descarrilar e colidir com outro trem que vinha na direção oposta perto de Adamuz, na província de Córdoba, desencadeou um debate sobre o investimento na manutenção ferroviária nos últimos anos.
Seguradora da Carris lamenta expressões em peças processuais mas recusa que esteja a recusar indemnizar vítimas do descarrilamento de setembro de 2025.
Até ao momento, a Fidelidade suportou diretamente ou assumiu a responsabilidade pelo reembolso de aproximadamente 2,5 milhões de euros em indemnizações e despesas relacionadas com o acidente
A informação foi confirmada pelo Ministro dos Transportes espanhol, Óscar Fuente. E ainda, Flávio Bolsonaro já aterrou nos Estados Unidos, depois de ter fugido do Brasil por estar a ser investigado.
Ao menos 68 pessoas morreram após a colisão entre dois trens de alta velocidade na Espanha nesta quarta-feira (28), segundo autoridades regionais. O acidente é o segundo com mortes em menos de um ano na linha ferroviária que liga Madri à região da Andaluzia, no sul do país.
Um helicóptero de emergência retirou um passageiro ferido do local. Imagens da Reuters mostram policiais e equipes de resgate trabalhando na área, transportando feridos em macas e inspecionando os trens envolvidos.
Segundo uma pessoa informada sobre o acidente, um trem expresso operado pela Iryo parou perto de Toledo devido a uma falha de sinalização, por determinação da ADIF, responsável pela infraestrutura ferroviária. Em seguida, um trem da Renfe atingiu a composição parada em alta velocidade. Vários vagões dos dois trens descarrilaram.
A porta-voz do governo regional de Castilla-La Mancha, Esther Padilla, informou que 147 pessoas estavam a bordo do trem da Iryo e 397 viajavam no trem da Renfe.
Em 18 de janeiro, 46 pessoas morreram e mais de 120 ficaram feridas no sul da Espanha, perto de Adamuz, na província de Córdoba, após um trem de alta velocidade descarrilar e colidir com outro que vinha no sentido contrário.
A investigação continua em andamento. Um relatório preliminar da Guarda Civil espanhola, divulgado em fevereiro, apontou defeitos na via, no trilho ou em uma solda entre dois trechos como principal hipótese para o acidente, mas manteve outras sete possibilidades em aberto. A tragédia provocou um debate sobre o nível de investimento na manutenção ferroviária nos últimos anos.
Santiago de Compostela (2013)
Um acidente ferroviário no verão de 2013 deixou 80 mortos e 145 feridos. Um trem de alta velocidade com oito vagões descarrilou em uma curva acentuada perto de Santiago de Compostela, no noroeste do país, bateu contra um muro de concreto e pegou fogo.
Uma comissão do Ministério dos Transportes concluiu que o acidente foi causado pelo excesso de velocidade e pela distração do maquinista, que atendia a uma ligação de um superior. Uma associação de vítimas responsabilizou tanto o erro humano quanto os sistemas de segurança ferroviária.
Atentados a trens suburbanos de Madri (2004)
Em 11 de março de 2004, dez bombas em mochilas explodiram em quatro trens suburbanos durante o horário de pico em Madri. Os ataques mataram 193 pessoas e feriram milhares. Foram realizados por extremistas islâmicos contrários à participação da Espanha na Guerra do Iraque.
El Cuervo (1972)
Uma colisão frontal entre dois trens na linha entre Cádiz e Sevilha matou 86 pessoas e deixou mais de 150 feridas, perto da cidade de El Cuervo, no sul do país. Segundo uma investigação da operadora ferroviária estatal Renfe, o acidente ocorreu porque um maquinista não parou diante de um sinal vermelho na estação.
Urduliz (1970)
Uma colisão frontal entre dois trens na cidade de Urduliz, perto de Bilbao, no norte da Espanha, matou 33 pessoas. Um chefe de estação foi inicialmente responsabilizado, mas depois foi revelado que ele havia trabalhado em turnos de 16 horas durante os quatro dias anteriores.
Grisén (1965)
Um trem que fazia a rota entre Madri e Barcelona pegou fogo em Grisén, perto de Zaragoza, no nordeste da Espanha, matando dezenas de passageiros. A operadora informou na época que 30 pessoas morreram, mas relatos posteriores apontaram que o número poderia chegar a 80. A liderança franquista teria tentado minimizar a dimensão da tragédia.
Torre del Bierzo (1944)
A colisão de três trens na região de El Bierzo, na província de León, é considerada um dos acidentes ferroviários mais mortais da Espanha. A estimativa de 78 mortos ainda é debatida devido à censura durante a ditadura de Francisco Franco.
Um trem que seguia de Madri para A Coruña sofreu uma falha nos freios e bateu em uma locomotiva dentro de um túnel. Pouco depois, um terceiro trem entrou no mesmo túnel e atingiu os destroços.