EUobserver is proud to have an editorial partnership with Europod to co-publish the podcast series “Briefed” hosted by Léa Marchal. The podcast is available on all major platforms.
Find the full transcript below:
European gas storage levels are unusually low for this time of year, reaching their lowest autumn level since 2011.
With Russian gas imports set to end in 2027, could Europe face a tougher challenge in the months ahead?
First, how do Europe’s gas reserves work? EU countries fill underground gas storage sites during spring and summer, when demand is lower, and draw on these stocks during the winter, when heating pushes consumption up.
Since 2022, the EU has required member states to ensure their gas storage facilities reach 90 percent of capacity by a deadline between 1 October and 1 December. That helps secure supplies ahead of winter.
But this year, stocks are well below that target, at just over 70 percent in early October. They still have time to rise before the deadline, but the situation is attracting attention.
Does that mean Europeans are at risk of running out of gas this winter? According to the European Commission, no. It acknowledges that storage levels are low compared with previous years, but says the EU’s gas system should still be flexible enough to meet demand this winter.
That said, a colder or longer winter than expected, or disruptions to supplies in other parts of the world, could put additional pressure on the market. Especially at a time when the EU is preparing to phase out Russian gas imports in 2027.
The EU has adopted a gradual ban, with transitional arrangements for existing long-term contracts.
Russian liquefied natural gas, or LNG, is due to be phased out completely from January 2027 only. Russian gas delivered by pipeline will follow later, with the deadline set for the end of September 2027.
And Russian gas still accounted for around 12 percent of EU gas demand through May 2026. Imports even increased in the first months of this year compared with the same period in 2025, amid disruptions to energy flows linked to the war in the Middle East.
So, from January, Europe will lose one source of supply. Which means Europe should try and reduce its gas consumption.
But it’s easier said than done, particularly as winter approaches. Heating needs depend heavily on temperatures, and households cannot simply stop heating their homes.
Still, Europe has shown in the past that consumption can fall significantly. After Russia’s full-scale invasion of Ukraine in 2022, the European Commission called on member states to reduce their gas demand by 15 percent.
And they succeeded: their gas demand fell of around 18 percent, compared with the previous five-year average. A few months ago, following the escalation of the war in the Middle East, the Jacques Delors Institute recommended reviving efforts to reduce gas demand.
That being said, the reduction achieved in 2022 was partly helped by a mild winter and greater use of alternative energy sources, including coal and nuclear power.
Those options may help again, but they come with limitations. Much will depend on the weather and how long the winter lasts.
Which doesn’t mean Europe should not call for lowering the demand and accelerate the deployment of renewable energy.
Hurricane Isaias strengthened into a major Category 3 hurricane Friday morning, with sustained winds reaching 120 mph as the storm approached the northern Gulf Coast, threatening life-threatening storm surge and...
Shell has agreed to acquire a 30% stake in Equinor’s Bay du Nord offshore oil project in Canada, bringing a new partner into the estimated C$14 billion development as it...
Nearly two-thirds of U.S. Gulf of Mexico oil production has been shut down as Hurricane Isaias strengthens ahead of an expected landfall along the northern Gulf Coast, prompting widespread evacuations...
Europa hat bekanntlich zu wenig Gas und dürfte im nächsten Winter ein Energieproblem bekommen. Trotzdem will die EU-Kommission 2027 komplett auf russisches Gas verzichten. Ungarn hat sich unter Orban und auch in den ersten Monaten der Regierung Magyar gegen eine schnelle Absage an russisches Gas gewehrt, nun aber hat der ungarische Energieminister in einem Interview […]
Carbon Brief claims that wind and solar power saved the UK from gas imports worth £5.9bn during the Hormuz crisis. Not mentioned, says Paul Homewood, is that the wind and solar power cost more.
No primeiro dia da Assembleia Geral da ONU, o governo de Donald Trump publicou um comunicado conjunto com 14 países da América Latina – Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e Trinidad e Tobago – anunciando ações conjuntas para combater organizações que os EUA designaram como terroristas. Entre elas estão as brasileiras PCC e CV.
Pouco antes, no seu discurso na ONU, Trump afirmara que os cartéis de drogas “são o Estado Islâmico do hemisfério” e seus membros “devem ser executados, exilados ou detidos como inimigos combatentes”.
Um nome, entretanto, chama atenção: o Cartel de Los Soles está listado entre as 24 organizações “narcoterroristas” que devem ser combatidas.
Acontece que o Cartel de Los Soles não existe. O nome é uma gíria que os venezuelanos usam para se referir à corrupção por parte de militares – algo como “petralhas” ou “bolsominions”.
Como a AgênciaPública revelou em uma reportagem no início do ano, a narrativa sobre a existência do Cartel de Los Soles foi criada pelo Departamento de Justiça no primeiro governo de Donald Trump, para embasar o indiciamento criminal de Nicolás Maduro e mais 14 membros do governo venezuelano. A acusação afirmava que Maduro “ajudou a gerir e, por fim, a liderar o Cartel de los Soles à medida que ganhava poder na Venezuela” e que “enquanto a maioria das organizações de tráfico de drogas na América do Sul e Central procurou recuar da importação de narcóticos para os Estados Unidos (…) o Cartel de los Soles, sob a liderança de Maduro Moros e outros, priorizou o uso da cocaína como uma arma contra os Estados Unidos, ao importar o máximo de cocaína possível”.
Depois, em novembro de 2025, a pretensa organização foi designada pelo Departamento de Estado como uma Organização Terrorista Estrangeira. Foi essa designação que deu uma capa de legalidade para a invasão militar da Venezuela.
Mas nem mesmo o Departamento de Justiça tem segurança sobre as acusações de que o Cartel existe. Enquanto no primeiro documento de indiciamento contra Maduro, de 2020, ele é acusado de “chefiar o cartel de Los Soles” e a suposta organização é mencionada 32 vezes, no indiciamento final, emitido depois da captura de Maduro, o Cartel é citado apenas duas vezes, e descrita como um “sistema de patronagem administrado por aqueles no topo” – e não mais como uma organização de tráfico de drogas.
Por que isso importa?
O sequestro do então presidente da Venezuela Nicolás Maduro foi justificado pelos Estados Unidos em função de sua suposta atuação no tráfico de drogas.
A ação norte-americana se baseou em determinações de grupos criminosos venezuelanos como terroristas pelos próprios Estados Unidos. De forma semelhante com o que ocorreu com o PCC e o CV em junho deste ano.
Existem definições técnicas na Convenção contra o Crime Organizado Transnacional da ONU que determinam o que é uma organização criminosa internacional: um corpo organizado com uma estrutura e hierarquia, divisão de tarefas e continuidade temporal; autonomia em relação ao Estado; e comprovação da sua existência por investigações policiais. O Cartel de Los Soles não se enquadra em nenhum destes aspectos.
A adoção ampla de uma organização que não existe pelos 14 países que fazem parte do Escudo das Américas demonstra a supremacia do governo norte-americano nas ações do grupo.
Trump afirmou em discurso que os cartéis de drogas “são o Estado Islâmico do hemisfério” e seus membros “devem ser executados, exilados ou detidos como inimigos combatentes”
O que promete a aliança do Escudo das Américas
Os 14 países que fazem parte do Escudo das Américas, iniciativa lançada em março deste ano, são todos governados por aliados de Trump na direita continental. Ontem, em comunicado conjunto, eles prometeram impor, “congelamento de ativos; restrições de imigração e de visto para membros, associados e apoiadores dessas organizações; e a responsabilização criminal de indivíduos que, conscientemente, forneçam apoio material — incluindo apoio logístico — a tais organizações”.
México e Brasil, os dois maiores e mais ricos países do continente, não fazem parte do Escudo. Ambos sofrem pressões políticas dos EUA para enfraquecer seus governos, com orientação à esquerda.
O grupo também prometeu pedir à OEA (Organização dos Estados Americanos) uma resolução que “promova e facilite a ação coletiva contra organizações narcoterroristas no âmbito do Tratado do Rio”. Assinado em 1947, o Tratado do Rio estabelece que um ataque armado contra qualquer país americano é considerado um ataque contra todos. A ideia seria militarizar de vez o combate ao narcotráfico sob a liderança dos EUA, como uma “Otan” latinoamericana.
Para Fulton Armstrong, ex-diretor para temas interamericanos do Conselho de Segurança Nacional dos EUA, este tipo de iniciativa “não funciona” e pode aumentar tensões continentais.
“À medida que fica claro que designar criminosos como terroristas e atacá-los como alvos militares não funciona, é natural que os países procurem atores externos – incluindo seus vizinhos – para botar a culpa. O exemplo clássico foi a Colômbia, que produz e trafica quantidades recordes, mas transferiu a culpa para a Venezuela. Os Estados Unidos, que consomem as drogas que passam pela América Central e pelo México, culpam esses países pelo problema. A maior parte dos narcóticos que passam pelo Brasil tradicionalmente tem como destino a Europa, mas Washington se reservou o direito de acusar o Brasil de não ser bom parceiro e de resistir às políticas dos EUA. A designação de terrorista politiza a questão e aumenta as tensões entre os vizinhos”, diz.
Para Fulton, a militarização da Guerra às Drogas não funcionou bem no passado. “Gastamos 16 bilhões de dólares no Plano Colômbia, e a produção de cocaína continua batendo recordes. A estratégia, além disso, aumenta a violência que afeta toda a sociedade, como vimos no México e em toda a América Central. Chamar os criminosos de ‘terroristas’ é politicamente conveniente, mas operacionalmente desastroso”.
O governo brasileiro resiste à designação de organizações como CV e PCC como terroristas, pois considera que isso permite ações de interferência dos EUA contra o sistema financeiro brasileiro e também ações militares. Em alerta enviado na semana passada, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) avaliou que o risco de interferência norte-americana contra o Brasil atingiu nível “crítico” justamente pela designação do PCC e CV como terroristas.
Depois de sanções contra pessoas e empresas brasileiras em julho por vínculos ao PCC, a Abin disse que isso “representa mudança de fase na escalada de sanções e interferência estadunidense”. Segundo a Abin, a interferência externa dos EUA sobre o Brasil ocorre de modo “gradual, combinado e adaptativo” que passa pelo enquadramento legal e pela construção de narrativa sobre atuação transnacional dos criminosos e sua vinculação com o sistema financeiro norte-americano.
Os EUA, com isso, “ampliam o potencial de efeitos extraterritoriais sobre bancos, fintechs, empresas, prestadores de serviços e cadeias produtivas brasileiras”, diz a Abin.
A Câmara Municipal de Loulé e a Comunidade Menos Pausas promovem o I Congresso Menos Pausas, um encontro dedicado à saúde da mulher e ao bem-estar, com o propósito de criar um espaço de partilha de conhecimento, experiências e inspiração. O evento decorre no dia 24 de outubro, no Hotel Tivoli, na Marina de Vilamoura.
O Congresso será inteiramente dedicado à menopausa e às diferentes dimensões associadas a esta importante fase da vida da mulher, contando com a participação ativa de profissionais de saúde, médicas de diferentes especialidades, psicólogas e especialistas em envelhecimento consciente, que irão abordar o tema de forma rigorosa, esclarecedora e fundamentada, partilhando conhecimento, experiência e ferramentas com todos os participantes.
Para além da componente científica e informativa, o Congresso incluirá também momentos de yoga, meditação e dança, proporcionando experiências de relaxamento, movimento e bem-estar, numa perspetiva integrada da saúde física, emocional e mental, aliada aos princípios do envelhecimento consciente.
Será, assim, um espaço de conhecimento, partilha e inspiração, onde a ciência se cruza com o bem-estar e com diferentes formas de cuidar de si, valorizando a mulher, as suas escolhas e o seu percurso ao longo da vida.
A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória.
As mudanças hormonais, a sexualidade e a alimentação nesta fase da vida da mulher, a saúde em geral ou as diferenças culturais na forma como a menopausa é vista entre os países Portugal/Espanha são alguns dos temas abordados pelas especialistas convidadas.
O evento será moderado pela fundadora da Comunidade Menos Pausas, Maria Alfaro.
Der russische Präsident Putin wurde beim BRICS-Gipfel von einem russische Journalisten nach dem Wahlergebnis in Sachsen-Anhalt gefragt. Er hat sich zwar, wie er es immer tut, geweigert, das Wahlergebnis oder die Innenpolitik eines anderen Landes zu kommentieren, aber er hat eine generelle Einschätzung der wirtschaftlichen und politischen Entwicklungen in Deutschland und der EU generell abgegeben. […]
Dos esqueletos hallados en la isla indonesia de Sulawesi tenían algo raro en la boca. No eran caries, ni el desgaste habitual de una dieta dura. Eran unos surcos profundos y redondeados en los dientes, un patrón que ningún arqueólogo había visto antes y que nadie sabía explicar. La respuesta, publicada en la revista Science […]
Gestern Abend habe ich einen russischen Artikel übersetzt, der sehr verständlich erklärt hat, welche Folgen der Öldeal, den die USA Venezuela aufgezwungen haben, für den globalen Ölmarkt und die OPEC haben dürfte. Wer sich mit dem Thema beschäftigt hat und nun die deutschen Medienberichte darüber liest, der merkt mal wieder, wie die Medien die Menschen […]
KARACHI: Pakistan LNG Limited has issued a fresh tender on Wednesday to procure a spot LNG cargo for delivery between September 8 and 12, after rejecting the sole bid received for an earlier delivery window as too expensive. The state-owned buyer turned down an offer from BP Singapore at $26.969 per million British thermal units ... Read more
Al 30 Ottobre 2026, l’ultimo dato disponibile per il PSV è quello del 29 Ottobre: 105,43 euro/MWh, pari a circa 1,127 euro/Smc. Il dato è un prezzo all’ingrosso e non coincide direttamente con il prezzo finale in bolletta, che comprende anche componenti di vendita, trasporto, oneri e imposte.
Il PSV mostra una netta tendenza al rialzo nel periodo osservato: dal valore di 75,01 euro/MWh del 1 Ottobre è salito a 105,43 euro/MWh il 29 Ottobre, con un incremento complessivo di circa il 40,6%. La crescita si è intensificata negli ultimi giorni: il 29 Ottobre il prezzo ha guadagnato il 5,66% sul giorno precedente, dopo gli aumenti registrati il 27 e il 28 Ottobre. La serie presenta comunque alcune oscillazioni giornaliere.
Andamento giornaliero del PSV
Giorno
Valore medio nel giorno (euro/Smc)
Variazione percentuale
29/10/2026
1,127
+5,66%
28/10/2026
1,067
+0,48%
27/10/2026
1,062
+3,10%
26/10/2026
1,029
+4,20%
25/10/2026
0,988
+0,42%
24/10/2026
0,984
-0,70%
23/10/2026
0,991
+1,27%
22/10/2026
0,978
+0,41%
21/10/2026
0,975
-2,09%
20/10/2026
0,995
+2,04%
19/10/2026
0,976
+2,41%
18/10/2026
0,953
-0,07%
17/10/2026
0,953
+1,31%
16/10/2026
0,941
-0,45%
15/10/2026
0,945
-0,62%
14/10/2026
0,951
+2,89%
13/10/2026
0,924
+1,59%
12/10/2026
0,910
+3,92%
11/10/2026
0,876
-0,51%
10/10/2026
0,880
-0,02%
09/10/2026
0,880
+1,52%
08/10/2026
0,867
+1,83%
07/10/2026
0,851
+2,63%
06/10/2026
0,830
+0,06%
05/10/2026
0,829
+5,05%
04/10/2026
0,789
-0,03%
03/10/2026
0,789
-2,65%
02/10/2026
0,811
+1,13%
01/10/2026
0,802
n.d.
Il PSV, acronimo di Punto di scambio virtuale, è il principale mercato all’ingrosso del gas naturale in Italia. È il punto virtuale della rete nazionale in cui gli operatori scambiano e bilanciano il gas. Il suo prezzo costituisce un riferimento importante per le forniture italiane e per alcune offerte indicizzate, ma il costo effettivo per il cliente finale dipende anche dalle altre voci della bolletta.
Andamento del Future TTF del gas
Il TTF, o Title Transfer Facility, è il mercato virtuale del gas naturale nei Paesi Bassi e rappresenta uno dei principali riferimenti europei per le quotazioni all’ingrosso. I valori riportati di seguito sono convertiti da euro/MWh a euro/Smc usando il coefficiente 0,01069.
Nel periodo disponibile il TTF è passato da 69,74 euro/MWh il 30 Settembre a 101,455 euro/MWh il 29 Ottobre, pari a circa 0,745 e 1,084 euro/Smc rispettivamente. Dopo una fase di oscillazioni tra fine Settembre e la prima parte di Ottobre, la serie ha evidenziato un aumento pronunciato. Negli ultimi giorni il prezzo è salito rapidamente, pur con un arretramento il 26 Ottobre, seguito da nuovi rialzi. La variazione giornaliera del 29 Ottobre è stata del 4,74%.
Quanto costa oggi un metro cubo di gas? Il prezzo all’ingrosso è in forte aumento: il PSV del 29 Ottobre 2026 ha raggiunto 105,43 €/MWh, il valore più alto degli ultimi 30 giorni. Per la bolletta, però, questo dato non coincide direttamente con il costo di uno Smc: incidono anche il contratto scelto e le altre componenti tariffarie.
Nel mercato tutelato, il prezzo della sola materia prima gas disponibile per oggi, 30 Ottobre 2026, è quello fissato da ARERA per Settembre 2026: 0,843182 €/Smc. Il dato più recente è aumentato del 22,8% rispetto ad Agosto 2026. A questo importo si aggiungono trasporto, oneri e imposte, che variano in base alle condizioni applicabili. Nel mercato libero, invece, la materia gas è stabilita dal singolo fornitore.
Prezzo della materia prima in €/Smc Tutelato: prezzo definito mensilmente da ARERA. Libero: varia da fornitore a fornitore; può essere legato al PSV oppure bloccato per 12 o 24 mesi.
Il costo del gas per i clienti del servizio di tutela della vulnerabilità
L’ultimo prezzo ARERA disponibile per la materia prima del servizio di tutela della vulnerabilità è 0,843182 €/Smc, riferito a Settembre 2026. È un valore mensile, non una quotazione aggiornata ogni giorno: alla data del 30 Ottobre 2026 non è indicato un prezzo ARERA per Ottobre. Il rincaro del 22,8% rispetto al mese precedente segnala un aumento della componente di approvvigionamento.
Il PSV, invece, è un riferimento del mercato all’ingrosso e può cambiare quotidianamente. Il 29 Ottobre 2026 ha segnato 105,43 €/MWh, in aumento del 5,7% rispetto al giorno precedente e dell’8,8% rispetto alla media degli ultimi sette giorni. Il confronto tra €/MWh e €/Smc richiede una conversione e non rappresenta, da solo, il prezzo finale in bolletta.
Il costo del gas nel mercato libero
Nel mercato libero il prezzo della materia prima può essere fisso, e restare invariato per il periodo previsto dal contratto, spesso 12 o 24 mesi, oppure indicizzato, seguendo un parametro come il PSV secondo le condizioni dell’offerta. In quest’ultimo caso, un rialzo del mercato all’ingrosso può riflettersi sul prezzo applicato, con modalità e tempi stabiliti dal contratto.
Le offerte cambiano da un operatore all’altro e possono includere sconti, bonus o servizi aggiuntivi. Per confrontarle è utile controllare il prezzo della materia gas, gli eventuali corrispettivi fissi, la durata delle condizioni economiche e le regole di aggiornamento.
Come si compone il prezzo in bolletta
La bolletta comprende la materia prima, il trasporto e la gestione del contatore, gli oneri di sistema e le imposte. Queste voci concorrono alla spesa complessiva, quindi il prezzo della materia gas non coincide con il totale pagato per ogni Smc.
Nel servizio di tutela della vulnerabilità le componenti sono regolate secondo le disposizioni applicabili. Nel mercato libero trasporto, oneri e imposte restano regolati, mentre il prezzo della materia gas è definito dal fornitore in base all’offerta sottoscritta.
Quanto spenderai in bolletta
La tabella seguente mostra una simulazione della sola componente materia prima, usando il prezzo ARERA disponibile di 0,843182 €/Smc. Per rendere confrontabili i nuclei familiari, si ipotizzano consumi annui indicativi di 700 Smc per due persone, 1.000 Smc per tre persone e 1.400 Smc per quattro persone. I consumi reali possono variare sensibilmente in base a riscaldamento, acqua calda, zona climatica e abitudini.
Nucleo familiare
Consumo annuo ipotizzato
Tutelato: materia prima
Mercato libero: esempio indicativo
2 persone
700 Smc
590,23 €
Variabile in base all’offerta
3 persone
1.000 Smc
843,18 €
Variabile in base all’offerta
4 persone
1.400 Smc
1.180,45 €
Variabile in base all’offerta
Gli importi del tutelato sono calcolati moltiplicando i consumi ipotizzati per il prezzo della materia prima e non comprendono trasporto, oneri di sistema, imposte né eventuali quote fisse. Nel mercato libero la spesa dipende dal prezzo e dalle altre condizioni dell’offerta attiva: i valori non sono quindi direttamente ricavabili dal PSV e vanno verificati nel contratto e nella bolletta.
Ogni giorno dalle 8.30 del mattino, QuiFinanza vi informa sul costo dei carburanti in tutte le regioni italiane. Il costo medio attuale è di 2.018 per la benzina, 2.262 per il diesel, 0.799 per il gpl, 2.033 per il metano. Per sapere il prezzo esatto nella tua regione scorri in basso per tutti i dettagli di costo. Il costo medio si riferisce al prezzo mostrato dai distributori di carburanti presenti sulle strade comunali, provinciali e statali.
Abruzzo
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Abruzzo.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.255
Benzina
SELF
2.023
GPL
SERVITO
0.783
Metano
SERVITO
1.966
Basilicata
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Basilicata.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.308
Benzina
SELF
2.053
GPL
SERVITO
0.779
Metano
SERVITO
1.910
Bolzano
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella provincia autonoma di Bolzano.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.270
Benzina
SELF
2.030
GPL
SERVITO
0.871
Metano
SERVITO
2.074
Calabria
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Calabria.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.285
Benzina
SELF
2.035
GPL
SERVITO
0.822
Metano
SERVITO
2.025
Campania
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Campania.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.308
Benzina
SELF
2.048
GPL
SERVITO
0.757
Metano
SERVITO
1.894
Emilia Romagna
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Emilia Romagna.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.255
Benzina
SELF
2.008
GPL
SERVITO
0.771
Metano
SERVITO
2.032
Friuli Venezia Giulia
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Friuli Venezia Giulia.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.260
Benzina
SELF
2.017
GPL
SERVITO
0.769
Metano
SERVITO
2.144
Lazio
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Lazio.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.251
Benzina
SELF
2.008
GPL
SERVITO
0.766
Metano
SERVITO
2.009
Liguria
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Liguria.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.240
Benzina
SELF
2.002
GPL
SERVITO
0.865
Metano
SERVITO
2.036
Lombardia
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Lombardia.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.250
Benzina
SELF
2.000
GPL
SERVITO
0.766
Metano
SERVITO
1.956
Marche
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Marche.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.242
Benzina
SELF
2.008
GPL
SERVITO
0.797
Metano
SERVITO
2.059
Molise
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Molise.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.283
Benzina
SELF
2.032
GPL
SERVITO
0.807
Metano
SERVITO
1.960
Piemonte
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Piemonte.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.253
Benzina
SELF
2.004
GPL
SERVITO
0.761
Metano
SERVITO
1.972
Puglia
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Puglia.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.267
Benzina
SELF
2.023
GPL
SERVITO
0.764
Metano
SERVITO
1.998
Sardegna
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Sardegna.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.245
Benzina
SELF
2.013
GPL
SERVITO
0.866
Sicilia
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Sicilia.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.278
Benzina
SELF
2.026
GPL
SERVITO
0.816
Metano
SERVITO
2.136
Toscana
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Toscana.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.251
Benzina
SELF
2.013
GPL
SERVITO
0.782
Metano
SERVITO
2.123
Trento
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella provincia autonoma di Trento.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.253
Benzina
SELF
2.015
GPL
SERVITO
0.809
Metano
SERVITO
2.230
Umbria
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Umbria.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.246
Benzina
SELF
2.011
GPL
SERVITO
0.793
Metano
SERVITO
2.079
Valle d’Aosta
Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Valle d’Aosta.
TIPOLOGIA
EROGAZIONE
PREZZO MEDIO
Gasolio
SELF
2.254
Benzina
SELF
2.009
GPL
SERVITO
0.869
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Questo è il prezzo di benzina, diesel, gpl e metano di oggi 30 ottobre 2026 nella regione Veneto.