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ICMS sobre combustíveis terá aumento a partir de 2027; veja novos valores

29 October 2026 at 17:06

O imposto de circulação de mercadorias e serviços, o ICMS, sobre a gasolina, diesel e gás de cozinha irá subir a partir de 1º de fevereiro de 2027, de acordo com despacho publicado em DOU (Diário Oficial da União) na última quarta-feira (28).

Com a decisão estabelecida entre os estados e governo federal, os valores do imposto na gasolina, diesel e GLP (gás de cozinha) passarão para R$ 1,64 por litro, R$ 1,30 por litro e R$ 1,54 por quilo.

As altas representam aproximadamente 4,5%, 11,1% e 4,8% dos tributos atuais, cujos valores são: R$ 1,57/L, R$ 1,17/L e R$ 1,47/Kg. A quantia atual já havia sido modificada em janeiro deste ano.

Desde 2023, após mudanças aprovadas pelo Congresso e um acordo entre União e estados mediado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), o ICMS passou a ser cobrado em valor fixo por litro, e não mais como percentual sobre o preço, como era até então.

Esse tipo de imposto é um tributo estadual que incide sobre a venda de produtos e serviços e representa uma das principais fontes de arrecadação dos estados. Sua principal função é arrecadar recursos para os governos estaduais, a fim de financiar serviços públicos essenciais.

Na prática, quem paga o ICMS é o consumidor final, porque o imposto é embutido no preço de produtos e serviços, como combustíveis, energia elétrica, telecomunicações e mercadorias em geral.

Mas quem recolhe e repassa o imposto aos estados são as empresas, que atuam como responsáveis tributárias. No setor de combustíveis, o imposto sempre teve peso significativo na formação do preço final pago pelo consumidor.

O despacho sai um dia depois do governo federal prorrogar por mais 30 dias a subvenção de R$ 2,12 por litro do diesel, medida utilizada para conter os efeitos da guerra no Oriente Médio e que será compensada com receitas extraordinárias de petróleo.

IPVA 2025: veja calendário e regras de pagamento do imposto em SP

Russia’s sanctioned top diplomat heads to the US to campaign against the sanctions on its war

29 October 2026 at 14:03

russia’s sanctioned top diplomat heads campaign against sanctions its war · post russian foreign minister sergei lavrov addresses un general assembly new york united states 24 2022 photo/cia pak un7955720

Russia's sanctioned Foreign Minister Sergei Lavrov is heading to a G20 meeting in the US, Russian Foreign Ministry spokeswoman Maria Zakharova stated. Moscow plans to use the trip to argue against sanctions, days after Russian ballistic missiles hit Kyiv. Ukraine, meanwhile, is still waiting for Washington's sign-off on the air defense missiles it needs.

Ukraine is fighting Russia's air war while its main ally squeezes it too, from capped Starlink links to missing US warnings of incoming ballistic missiles, leaving Kyiv weaker before any talks. A new round of the US-Russia-Ukraine trilateral talks is expected in Abu Dhabi in November.

Moscow's sanctioned minister plans to argue against sanctions

Lavrov will lead the Russian delegation at the G20 foreign ministers' meeting, which the US hosts in Atlanta on 30–31 October. In his speeches, he will denounce “the use of economic ‘weapons’ to fight opponents, including sanctions,” Russia's Foreign Ministry stated. The US Treasury sanctioned Lavrov on 25 February 2022, the day after Russia launched its full-scale invasion of Ukraine.

The ministry claimed its delegation ran into American red tape over visas. Journalists in Lavrov's press pool still received US visas without movement restrictions, Russian state news agency TASS reported.

The State Department's announcement of the meeting doesn't mention Russia or say whether Lavrov got a sanctions waiver. Republican Congressman Don Bacon told RFE/RL that Russian leaders “should not be welcomed in any of these forums.” “They lead a pariah state,” he said.

Moscow's demands arrive days after its missiles hit Kyiv

Lavrov will also stress “the cornerstone importance of indivisible security” as the basis of multipolarity, the ministry stated. Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy has ruled out neutrality and limits on Ukraine's army.

Residents stand outside a high-rise building in Kyiv after a Russian ballistic missile attack, 26 October 2026
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Russian ballistic missiles hit a Kyiv university campus, then return before dawn for the Southern Bridge again

A day before the trip was announced, Lavrov called the US-Russia diesel deal a purely business arrangement. “There were no strings attached,” he claimed.

Lavrov brings these demands days after Russian ballistic missiles hit a Kyiv university campus and the Southern Bridge, killing a 46-year-old woman, the Kyiv City Prosecutor's Office reported. Kyiv has waited almost a month for US Defense Secretary Pete Hegseth's signature on Patriot and NASAMS missiles, Zelenskyy wrote.

Moscow keeps collecting from Washington

The visit adds to a run of US moves in Moscow's favor. This month, the US Treasury cleared Russian diesel blocked by sanctions. US President Donald Trump then waived tariffs on buyers of Russian oil. US Energy Secretary Chris Wright also said investors could buy sanctioned shadow-fleet tankers and return them to legal trade. Russia, for its part, kept striking Ukraine's energy sites during the truce Trump announced.

Russian officials are also back in G20 rooms in person. In late August, Russian Finance Minister Anton Siluanov attended a G20 finance meeting in Asheville, North Carolina. It was his first in-person G20 appearance since 2022, and European officials refused to join the group photo with him. The State Department has stated that Russia is welcome at all G20 meetings, and a senior US official said Russia would be invited to the leaders' summit in Miami in December.

Western ministers used to push back at those tables. When Lavrov spoke at the G20 meeting in Johannesburg in February 2025, then-British Foreign Secretary David Lammy said he saw no appetite for peace.

In Atlanta, Obama accuses the White House of selling out Ukrainians

Former US President Barack Obama campaigned in Atlanta on 28 October, two days before Lavrov's meeting there.

“And while we're alienating key allies like Canada, the White House is bending the knee to Vladimir Putin of Russia and selling out Ukrainians who are fighting for their freedom and democracy,” Obama said.

He also likened Trump's self-enrichment in office to “what dictators in other countries do.”

ICMS vai encarecer gasolina, diesel e gás de cozinha a partir de fevereiro de 2027

28 October 2026 at 17:54

Os preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha devem sofrer novo impacto a partir de 1º de fevereiro de 2027. Os estados aprovaram a atualização das alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), com aumento de R$ 0,07 por litro de gasolina, R$ 0,13 por litro de diesel e R$ 0,91 no botijão de gás de 13 quilos.

A decisão foi tomada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) na terça-feira (27). A atualização ocorre em meio à pressão internacional sobre os preços do petróleo provocada pela guerra no Irã, que também tem repercutido no mercado brasileiro de combustíveis.

Com a mudança, o ICMS da gasolina e do etanol anidro passará a R$ 1,64 por litro. Para o diesel e o biodiesel, o valor será de R$ 1,30 por litro. No caso do gás liquefeito de petróleo (GLP), utilizado no gás de cozinha, a alíquota ficará em R$ 1,54 por quilo.

Segundo os estados, a atualização segue a metodologia prevista na Lei Complementar nº 192/2022, que estabeleceu a cobrança do imposto por valores fixos, em reais, uniformes nacionalmente para esses combustíveis.

Guerra pressiona preços

O cálculo considera os preços médios mensais dos combustíveis divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entre fevereiro e setembro de 2026, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O intervalo coincide com a escalada do conflito no Oriente Médio. Desde o início da guerra, a cotação internacional do petróleo Brent avançou mais de 50%, segundo os dados apresentados na reportagem que serviu de base para o levantamento.

O fechamento do Estreito de Hormuz e os ataques a instalações do setor energético agravaram as preocupações com o abastecimento mundial. O cenário também foi afetado por ataques ucranianos a refinarias russas.

No Brasil, o diesel acumulou alta de 20% nos postos desde o início do conflito, conforme os dados citados no levantamento. A gasolina subiu 3%, enquanto o gás de cozinha registrou aumento de 4%.

Estados estudam aliviar alta do diesel

O governo federal adotou subsídios e medidas de desoneração tributária para tentar conter a pressão sobre os combustíveis, principalmente o diesel. Os estados, por sua vez, rejeitaram uma proposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para reduzir o ICMS e participaram de um programa de subsídios durante dois meses.

Em nota divulgada nesta quarta-feira (28), o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) informou que os governos estaduais estudam formas de antecipar a atualização dos valores do diesel, buscando reduzir os efeitos da alta.

O comunicado, porém, não apresentou detalhes sobre como a medida seria implementada nem sobre o tamanho de uma eventual redução do impacto tributário.

Atualmente, o governo federal mantém uma subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel nacional e um adicional de R$ 1,40 por litro para o diesel importado, conforme os dados apresentados no material.

Reajuste chega em 2027

A atualização do ICMS ocorre em um momento de incerteza sobre o comportamento dos preços internacionais do petróleo. A continuidade das tensões no Oriente Médio pode manter a pressão sobre os derivados, especialmente o diesel, que influencia os custos do transporte de cargas e de diversos setores da economia.

A partir de fevereiro, os novos valores do imposto passam a integrar a composição dos preços dos combustíveis. O efeito final nas bombas e no preço do gás dependerá também dos custos de produção, distribuição, revenda e das condições do mercado.

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Governo prorroga por um mês subvenção de R$ 2,12 ao diesel

Logo Agência Brasil

O governo federal informou nesta terça-feira (27) que renovará por mais um mês a subvenção de R$ 2,12 por litro ao óleo diesel. A medida será formalizada por meio de portaria a ser publicada no Diário Oficial da União.

A renovação já havia sido sinalizada mais cedo pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Ao ser questionado sobre o tema, ele disse que o governo ainda discutia os detalhes para a publicação da medida.

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“A gente vai tratar [da questão da renovação da subvenção do diesel]. Temos reuniões durante o dia e faremos anúncios nas próximas horas ou dias”, declarou o ministro.

De acordo com o governo, o impacto fiscal da prorrogação será compensado por receitas extraordinárias provenientes do petróleo, preservando a neutralidade fiscal.

A subvenção está prevista na Medida Provisória nº 1.391, de 11 de setembro de 2026, que autorizou a União a conceder subvenção econômica a produtores e importadores de óleo diesel enquanto persistirem as instabilidades no mercado internacional de combustíveis decorrentes de conflitos geopolíticos

A legislação federal tem, como objetivo, reduzir os efeitos da volatilidade do mercado internacional sobre o preço do diesel no país.

Em nota, o Ministério do Planejamento e Orçamento informou que a renovação terá validade de 30 dias e poderá ser novamente prorrogada conforme a evolução do mercado internacional de combustíveis.

Governo vai enviar MP do Imposto Seletivo e renova subvenção ao diesel

Logo Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo federal deve enviar ao Congresso Nacional, nos próximos dias, uma Medida Provisória (MP) estabelecendo as alíquotas do chamado Imposto Seletivo (IS).

Também conhecido como Imposto do Pecado, o tributo foi aprovado junto com a reforma tributária e será cobrado a partir de 2027, com a justificativa de desestimular o consumo de produtos e atividades consideradas prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como cigarros, bebidas alcoólicas, refrigerantes, alguns tipos de veículos, além da extração de bens minerais, loterias, apostas e jogos de fantasy sports (jogos online). 

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“Vamos enviar [a MP] em breve, provavelmente esta semana”, disse Durigan a jornalistas, hoje (27), em Brasília.

No início do mês, o ministro já tinha antecipado que o governo planejava encaminhar a proposta ao Congresso Nacional logo após o segundo turno das eleições gerais, realizadas no último domingo (25).

Em entrevista na entrada do ministério, Durigan disse que o governo renovaria a subvenção ao óleo diesel. Quase no mesmo momento, o Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou a renovação da subvenção ao combustível, no valor de R$ 2,12 por litro, como forma de conter a alta dos preços. A medida tem validade de um mês, podendo ser renovada ao fim do período.

Governo renova subvenção de R$ 2,12 do diesel por mais 30 dias

By: pedroz
27 October 2026 at 11:06

O Governo Federal informou nesta terça-feira (27) que vai renovar a subvenção de R$ 2,12 do diesel. A medida será compensada com receitas extraordinárias de petróleo.

Segundo o Ministério do Planejamento e Orçamento, a medida valerá por um mês. O impacto é o mesmo da subvenção atual. A pasta informou ao CNN Money que a ampliação da medida irá custar R$ 10,5 bilhões.

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A subvenção do diesel foi inicialmente estabelecida pela MP (Medida Provisória) 1.363, de 30 de maio de 2026, no valor de R$ 1,12 por litro.

Posteriormente, diante do agravamento do cenário externo, a MP 1.391, de 11 de setembro de 2026, autorizou o Ministério da Fazenda a definir, por ato próprio, o valor da subvenção ao diesel. Com fundamento nessa autorização, a pasta publicou uma portaria para fixar uma subvenção adicional de R$ 1,00 por litro, que, somada ao valor previsto na MP 1.363/2026, resultou em uma subvenção total de R$ 2,12 por litro.

Como a MP 1.363 perdeu a validade em 26 de setembro, a equipe econômica editou uma portaria na época para assegurar a manutenção do subsídio no patamar de R$ 2,12, válida para outubro.

O Ministério da Fazenda estima que as receitas extraordinárias com petróleo devem alcançar R$ 67,5 bilhões em 2026. O cálculo considera a arrecadação com imposto de exportação e receitas adicionais com venda de óleo, participação de óleo e royalties.

Ao longo de 2026, o governo abriu crédito extraordinário para compensar as medidas dos combustíveis. Veja o que já foi editado até o momento:

  • MP 1.340/2026 (subvenção do diesel): crédito extraordinário de R$ 7 bilhões;
  • MP 1.349/2026 (subvenção do GLP e apoio financeiro ao setor aéreo): crédito extraordinário de R$ 800 milhões
  • MP 1.358/2026 (subvenção diesel e gasolina): crédito extraordinário de R$ 4,1 bilhões;
  • MP 1.363/2026 (subvenção do diesel em R$ 1,12): R$ 12,5 bilhões.

Democrats, Tillis say Congress may investigate banks and ports for Russian diesel imports

26 October 2026 at 16:35
Democrats and outgoing Republican Sen. Thom Tillis (N.C.) are telling banks and ports that Congress may investigate imports of Russian diesel after President Trump said the U.S. would import the fuel. In letters to major banks and several U.S. port authorities, the lawmakers wrote that “any importation of Russian diesel into the U.S. raises significant…

Diesel a 1,16 euro senza le accise, in Italia le tasse sono tra le più alte d’Europa

26 October 2026 at 14:10

Il prezzo di diesel e benzina continua a rimanere sopra la media, con la benzina che tocca anche i 2,042 euro al litro e il diesel a 2,302 euro al litro in autostrada. Da mesi il prezzo riusciva a mantenersi sotto la soglia dei due euro o a superarla leggermente grazie agli interventi del governo Meloni, prima con il taglio delle accise, poi con il tetto ai prezzi.

Da febbraio, da quando è scoppiata la crisi di Hormuz, il prezzo del petrolio è aumentato di circa due terzi (66% circa) e, sebbene il valore del greggio non corrisponda esattamente a quello di benzina e diesel, ne influenza il prezzo. Parte del costo è condizionata da altri fattori, come le tasse. Quanto ci costerebbe il carburante senza di esse?

Le tasse sul gasolio più alte d’Europa

Secondo gli ultimi dati della Commissione Europea, in Italia si pagano tasse sul gasolio più alte che in tutto il resto d’Europa. La somma di accise e IVA fa spendere circa 1,08 euro al litro solo di imposte, ovvero il 48% del prezzo.

Guardando al prezzo medio del diesel in Italia, ovvero 2,261 euro al litro sulla rete nazionale, risulta essere il settimo prezzo più alto in assoluto.

Il prezzo italiano viene superato da quello (in ordine crescente) di:

  • Germania;
  • Francia;
  • Belgio;
  • Paesi Bassi;
  • Danimarca;
  • Finlandia.

Come sarebbero i prezzi senza tasse?

Il risultato però cambia se si guarda ai prezzi senza le tasse. In questa ipotesi, anche se la testa della classifica rimane simile, il fondo cambia molto. In Italia il diesel costerebbe appena 1,166 euro al litro. Il prezzo più basso resterebbe solo a Malta, dove c’è un regime speciale di prezzi e il gasolio senza imposte costerebbe quindi appena 0,55 euro al litro.

Ricordiamo infatti che l’importo delle tasse sul diesel in Italia pesa per 1,077 euro per ogni litro. La media della zona euro è di 85,6 centesimi al litro di tasse. La media europea è quindi di circa 0,22 euro in meno rispetto all’Italia.

Dove ci sono le tasse più basse?

Secondo quanto registrato nell’Unione Europea, il livello più alto di tasse si registra in:

  • Italia con 1,077 euro al litro;
  • Danimarca con 1,070 euro al litro;
  • Finlandia con 1,024 euro al litro;
  • Belgio con 1,008 euro al litro;
  • Francia con 0,998 euro al litro.

Tasse più basse si riscontrano invece in:

  • Polonia con 45,6 centesimi al litro;
  • Spagna con 50,7 centesimi al litro.

Al momento, per fare un confronto, in Spagna il diesel si paga 1,888 euro, mentre in Italia il prezzo medio oscilla in queste settimane sui 2,244 euro. In Spagna senza le tasse il gasolio costerebbe 1,382 euro al litro, mentre in Italia 1,166 euro al litro.

In Italia le tasse sul diesel valgono il 48% del prezzo finale, il secondo dato più alto in Europa (la media è del 39,1%).

Quali tasse si pagano su benzina e diesel?

In Italia esistono due tipi di tasse: le accise, ovvero l’imposta fissa, e l’IVA, ovvero l’imposta sul valore aggiunto.

Il prezzo esposto al distributore è formato però da tre componenti principali:

  • il prezzo industriale, che si suddivide in costo del prodotto (valore di mercato che risente della quotazione del greggio e del cambio euro-dollaro), costo della logistica e della distribuzione e margine di guadagno;
  • l’accisa, l’imposta fissa per l’idrocarburo stabilita per legge;
  • l’IVA, aliquota del 22% calcolata sull’intero importo.

Si parla spesso delle 19 accise storiche, una serie di tasse su eventi come la guerra d’Etiopia, l’alluvione di Firenze e il terremoto dell’Irpinia. In realtà alcune sono state revocate già da quasi 100 anni, mentre altre sono state accorpate con il Testo Unico delle Accise.

È vero, però, che alcuni eventi hanno portato all’aumento dell’aliquota complessiva, che ad oggi non rappresenta più voci separate; tra questi risultano la ricostruzione post disastro del Vajont, l’alluvione di Firenze, il terremoto del Belice, ma anche la missione di pace in Libano, il decreto Salva Italia e l‘emergenza terremoti in Emilia-Romagna del 2012.

Prezzi benzina e diesel, Q8 propoga price cap fino al 31 dicembre 2026

26 October 2026 at 08:18

Q8 ha annunciato la proroga del price cap per benzina e gasolio fino al 31 dicembre 2026. La compagnia petrolifera ha deciso di proseguire l’iniziativa introdotta all’inizio di ottobre per contenere il costo dei carburanti e sostenere i consumatori. La decisione arriva dopo l’incontro tra la presidente del Consiglio Giorgia Meloni e l’emiro del Kuwait, Misha’al Al-Ahmad Al-Jaber Al Sabah, avvenuto a Kuwait City. Durante il colloquio era stata espressa la disponibilità della società a prolungare il meccanismo di contenimento dei prezzi. La proroga riguarda la rete di distribuzione Q8, ma le modalità di applicazione del limite potranno variare in base alle caratteristiche dei singoli impianti e all’andamento del mercato.

Q8 proroga price cap per benzina e diesel fino a fine anno

La compagnia ha confermato che il price cap sui carburanti resterà in vigore fino alla fine del 2026, prolungando la misura inizialmente prevista per un periodo di 30 giorni. Il tetto era stato introdotto il 1° ottobre 2026, con l’obiettivo di contenere i prezzi alla pompa in una fase caratterizzata dall’attenzione del Governo ai costi sostenuti da famiglie e imprese.

Con la nuova decisione, Q8 estende l’iniziativa anche ai mesi di novembre e dicembre. In una nota ufficiale, la società ha spiegato che intende fornire “un contributo concreto in risposta alle esigenze rappresentate dal governo, coniugando il sostegno ai consumatori con un approccio responsabile, attento all’evoluzione delle condizioni di mercato e alla sostenibilità economica dell’intera filiera”.

L’intervento si inserisce quindi tra le iniziative adottate dalle compagnie petrolifere per limitare l’impatto dei prezzi dei carburanti sui consumatori.

Come funziona il price cap Q8 e quali distributori sono coinvolti

Il price cap è un meccanismo che prevede un limite massimo al prezzo di vendita di benzina e gasolio, secondo le condizioni stabilite dalla compagnia. Q8 ha precisato che la proroga seguirà un approccio modulare, tenendo conto delle diverse modalità di gestione presenti nella propria rete di distribuzione.

La società ha infatti dichiarato che l’iniziativa proseguirà “secondo un approccio modulare, che tenga conto dei diversi modelli operativi presenti nella rete di distribuzione dell’Azienda”.

Questo significa che le condizioni applicative potranno essere differenziate in base alle caratteristiche degli impianti e ai rapporti commerciali con i gestori. Q8 ha inoltre confermato il proprio impegno a fornire supporto ai partner commerciali, con l’obiettivo di mantenere la sostenibilità economica dell’attività di distribuzione.

Non è stato ancora comunicato un nuovo valore numerico del tetto massimo applicabile durante l’intero periodo di proroga. Per conoscere il prezzo effettivo di benzina e gasolio, gli automobilisti dovranno quindi fare riferimento agli importi esposti dai singoli distributori.

Prezzi di benzina e gasolio, perché il price cap potrebbe cambiare

Nel comunicato, Q8 ha precisato di voler definire le modalità operative della proroga in relazione all’evoluzione del mercato. La compagnia terrà conto soprattutto delle condizioni di approvvigionamento dei carburanti e dei costi sostenuti dalla rete distributiva.

Il meccanismo non viene quindi presentato come un prezzo fisso e identico per tutti gli impianti fino al 31 dicembre. Le condizioni potranno essere adattate per garantire un equilibrio tra il contenimento dei prezzi al pubblico e la sostenibilità delle attività dei gestori.

La società ha spiegato che definirà “le modalità applicative” dell’intervento “tenendo conto dell’evoluzione del mercato e delle condizioni di approvvigionamento”.

L’incontro tra Meloni e l’emiro del Kuwait sulla proroga

L’annuncio della compagnia segue il confronto diplomatico tra Italia e Kuwait, durante il quale era stata affrontata anche la questione dei prezzi dei carburanti. Nel corso dell’incontro a Kuwait City tra Giorgia Meloni e l’emiro Misha’al Al-Ahmad Al-Jaber Al Sabah, era emersa la disponibilità a estendere l’iniziativa di Q8.

La compagnia, legata al gruppo petrolifero kuwaitiano, ha successivamente ufficializzato la proroga del price cap fino alla fine dell’anno. La misura risponde alla richiesta del Governo italiano di individuare strumenti per contenere i costi energetici e sostenere il potere d’acquisto dei consumatori.

Carburanti, Eni proroga il tetto ai prezzi fino a fine 2026: diesel a 2,25 euro e benzina a 1,99

By: matrun
24 October 2026 at 09:28

Durante la call con gli azionisti, il Chief Transition & Financial Officer di Eni Francesco Gattei ha annunciato che la società manterrà fino a fine anno il tetto al prezzo dei carburanti, prolungandolo quindi di due mesi. La benzina costerà 1,99 euro al litro, il diesel 2,25 euro al litro.

Eni può permettersi un’iniziativa del genere anche alla luce degli ottimi risultati del terzo trimestre, in cui l’azienda ha registrato una crescita del 125% degli utili. Dall’inizio dell’anno i guadagni di Eni sono aumentati del 70%, soprattutto a causa della guerra in Iran e del conseguente aumento del prezzo del petrolio.

Prolungato il tetto del prezzo del carburante di Eni

Eni aveva annunciato il tetto al prezzo del carburante dopo che il Governo aveva deciso di non rinnovare, a partire dall’inizio di ottobre, gli sconti sulle accise. Eni è una cosiddetta azienda partecipata, controllata dal Ministero dell’Economia. Il rinnovo del tetto bloccherà i prezzi massimi dei carburanti:

  • a 1,990 euro al litro per la benzina contro un prezzo medio di 2,025 euro al litro;
  • a 2,25 euro al litro per il gasolio contro un prezzo medio di 2,261 euro al litro.

Gli sconti ammontano quindi in media a 2,5 centesimi sulla benzina e a 1,1 centesimi sul diesel. La nuova data di scadenza del tetto al prezzo del carburante di Eni è il 31 dicembre 2026. Non è chiaro se anche le altre società che avevano seguito Eni in questa iniziativa prolungheranno i propri sconti.

Le dichiarazioni di Gattei

Ad annunciare il prolungamento dello sconto è stato il Cfo di Eni, Francesco Gattei, durante la call con gli azionisti che ha illustrato i risultati trimestrali della società. Gattei ha dichiarato:

Per noi fare impresa significa gestire una strategia volta a perseguire un valore sostenibile e a lungo termine. Crediamo che le aziende abbiano una responsabilità sociale, non possiamo vivere in una sorta di bolla al di fuori del mondo reale. Quindi vogliamo e dobbiamo essere realistici e pensare che sostenere i clienti sia una priorità per un’azienda che si occupa di un bisogno fondamentale com’è l’energia. Per questo abbiamo deciso di introdurre un tetto massimo alle nostre vendite di benzina e diesel.

L’impatto del tetto a diesel e benzina sui bilanci di Eni

Nella call non è stato illustrato con esattezza quanto questa iniziativa impatterà sui bilanci di Eni per i prossimi mesi, ma Gattei ha comunque proposto una stima:

In termini di stime, riteniamo che, nelle attuali condizioni di mercato e ipotizzando il livello osservato finora, l’impatto in un trimestre si attesterà nell’ordine di alcune centinaia di milioni.

Eni, però, non dovrebbe risentire troppo di questa spesa.

Eni può permettersi il tetto a diesel e benzina

Venerdì 23 ottobre Eni ha presentato i risultati operativi del terzo trimestre del 2026:

  • l’utile netto rettificato è stato di 2,8 miliardi di euro, il 125% in più rispetto al terzo trimestre del 2025;
  • nei primi 9 mesi dell’anno l’utile netto rettificato è stato di 6,44 miliardi di euro, il 70% in più rispetto allo stesso periodo dello scorso anno.

L’azienda ha spiegato questi risultati con “condizioni di mercato favorevoli” vale a dire con l’aumento del prezzo del petrolio dovuto alla guerra in Iran. La dirigenza ha annunciato anche un dividendo straordinario per gli azionisti e il titolo è cresciuto in Borsa di oltre il 5%.

Surging diesel prices loom over Republicans in Iowa's midterm races

It's been more than a decade since Iowa has had a Democratic governor or senator. But this year, with the incumbents retiring, both races are competitive. As Peter Tubbs at Iowa PBS reports, record-high diesel prices have hit the state's agriculture industry particularly hard and could influence the midterm elections.

The Kremlin says a first tanker of Russian diesel sets sail for the U.S. despite Ukraine's protests

23 October 2026 at 14:52
A first tanker carrying Russian diesel to the United States under a new import agreement has set sail, the Kremlin said Friday, two weeks after President Donald Trump said he struck a deal with President Vladimir Putin despite Moscow's invasion of Ukraine.

Carburanti, fare il pieno costa (ancora) caro: il diesel tocca 2,30 euro in autostrada

23 October 2026 at 08:43

Benzina e gasolio restano sopra i due euro al litro nei prezzi medi nazionali del self-service. Secondo le rilevazioni del Ministero delle Imprese e del Made in Italy di venerdì 23 ottobre, il diesel costa mediamente 2,260 euro al litro sulla rete stradale, contro i 2,022 euro della benzina. In autostrada i prezzi sono ancora più alti.

Il divario tra benzina e diesel supera i 23 centesimi al litro e si allarga in autostrada

Fare rifornimento di gasolio costa mediamente quasi 24 centesimi al litro in più rispetto alla benzina. È quanto emerge dagli ultimi dati dell’Osservatorio sui prezzi dei carburanti del Mimit, aggiornati a venerdì 23 ottobre 2026. Sulla rete stradale nazionale, il prezzo medio in modalità self-service si attesta a 2,022 euro al litro per la benzina e a 2,260 euro per il gasolio.

La spesa aumenta per chi si rifornisce in autostrada, dove la benzina raggiunge i 2,045 euro al litro, mentre il diesel arriva a 2,300 euro. Rispetto alla rete stradale ordinaria, la differenza è di 2,3 centesimi al litro per la benzina e di 4 centesimi per il gasolio.

Per un rifornimento ipotetico da 50 litri, ai prezzi medi nazionali il costo è di 101,10 euro per la benzina e di 113 euro per il gasolio. In autostrada, per la stessa quantità, la spesa sale rispettivamente a 102,25 e 115 euro.

I valori diffusi dal Ministero si riferiscono esclusivamente alla modalità self-service e rappresentano medie nazionali, non i prezzi praticati da ogni singolo distributore.

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Trump announces he’ll use Defense Production Act to increase domestic gas production 

23 October 2026 at 03:54
President Trump invoked the Defense Production Act on Thursday, announcing that the government would be spending $150 million toward boosting domestic gas and diesel production as the White House looks to ease consumer pain at the gas pump. The announcement was made in a presidential memorandum earlier Thursday, but the president detailed the exact amount…

Kansas Sen. Roger Marshall in debate blames Ukraine war, not Iran war, for high diesel prices

22 October 2026 at 21:03
The answer, delivered during a debate with Democratic challenger Adam Hamilton, aligned Marshall with President Donald Trump's freshly antagonistic posture toward Ukraine, which has spent more than four years defending itself against an invasion.

From “bad-guy fleet” to “good-guy fleet”: US will let investors buy sanctioned tankers and return them to legal trade

22 October 2026 at 08:32

Two weathered cargo ships sail across a dark sea beneath heavy storm clouds.

Investors who buy idle sanctioned tankers and refit them could put the ships back into legal oil trade, US Energy Secretary Chris Wright said on 19 October, Bloomberg reported. He laid out the plan five days after a US official described it to Reuters.

That official said the aim was to cut record tanker freight rates. The Energy Department added that any relief would not help Russia move its oil. The plan comes weeks before the 3 November midterms, with voters worried about fuel costs after gasoline and diesel prices surged in the Mideast conflict. Yet the shadow fleet is also how Russia sells oil past sanctions, and those sales fund its war against Ukraine. In December 2025, Ukraine’s foreign intelligence counted more than 1,100 tankers serving Russia alone, 226 of them under US sanctions.

An approval process Wright didn’t detail

Many sanctioned tankers sit idle, Wright told Bloomberg’s Annmarie Hordern, and buyers keep approaching the administration offering to fix them up and carry only legal oil.

“We’re going to move some of the ships from what I call the ‘bad-guy fleet’ to the ‘good-guy fleet,’” he said. “They will not carry sanctioned oil anymore.”

The ships must go through an approval process, Wright said, but he gave no criteria. He insisted “there is no removing of sanctions.”

He put the global dark fleet at about 1,600 ships, a count covering vessels that hauled Venezuelan, Iranian, and Russian oil. Dozens or even hundreds could turn legitimate, he said. The ships are no longer needed for Venezuelan oil, Wright said, and no Iranian oil is moving. Russian oil exports, he added, “are certainly not growing.”

Diesel, a waiver, and the tankers

Earlier, on 9 October, the Treasury issued General License 135, allowing some deals in Russian diesel until 7 April 2027. On 16 October, US President Donald Trump waived sanctions and tariffs under the Graham Act, leaving earlier sanctions intact. That law had directed him to review and sanction shadow-fleet vessels. Trump defended the waiver as a way to keep Moscow at the negotiating table.

House Speaker Mike Johnson told Fox News host Larry Kudlow on 18 October that he had asked the White House team to “carefully consider the unintended consequences,” The Hill reported. He added that he thought “the right decision will be made” in the end.

Russia Sees First Diesel Cargo Sailing for US on Thursday

21 October 2026 at 13:05
A tanker loaded with Russian diesel will sail for the US on Thursday as Moscow starts to implement a fuel supply deal struck by Vladimir Putin and Donald Trump, according to Deputy Prime Minister Alexander Novak.

Russia resumes diesel exports to Türkiye, Brazil, after Trump lifts sanctions on fuel supplies, boosting Moscow’s war revenue – Reuters

20 October 2026 at 22:04

A Russian oil tanker, illustrative image. Photo via Wikimedia.

Russian diesel shipments are returning to Türkiye and Brazil after Moscow lifted its export ban and the US temporarily suspended sanctions on Russian fuel supplies, Reuters reported on 20 October, citing shipping data from Kpler and LSEG.

The resumption of exports gives Russia another source of revenue to support its war against Ukraine, allowing Moscow to profit from fuel sales despite the domestic shortages that prompted its export ban. The US sanctions relief is helping Russia restore access to international buyers while its full-scale invasion continues.

According to Reuters, at least two tankers carrying Russian diesel have departed the Baltic port of Primorsk for Türkiye and Brazil in recent days. Each vessel is carrying around 300,000 barrels, according to Kpler data cited by Reuters. Morocco has also resumed importing Russian diesel since the export ban was lifted.

Russia ended its self-imposed diesel export ban on 9 October after reaching a deal with US President Donald Trump to resume fuel supplies to global markets. Moscow had introduced the ban to address domestic shortages triggered by Ukrainian drone attacks on Russian oil refineries.

Those supply problems have not been resolved, but the US temporarily lifted sanctions on Russian fuel supplies as part of the deal, allowing Moscow to prioritize export opportunities despite domestic shortages. EU and UK embargoes on Russian fuel imports remain in force.

Russian diesel exports remain below last year's levels

Russian diesel exports averaged around 345,000 barrels per day in 2026 so far, down 41% from the previous year, according to shipping data cited by Reuters. Exports had already fallen during the summer before Moscow imposed its ban.

Türkiye accounted for around 34% of Russian diesel loadings this year, followed by Brazil at 24% and Morocco at 10%, Kpler data showed.

Trump said Russia would initially export 300,000 metric tons of diesel, followed by 500,000 tons in November and 1 million tons afterward. Russian Deputy Prime Minister Alexander Novak said Moscow could raise exports to as much as 3.5 million metric tons per month by the end of the year.

US seeks to ease diesel prices

The deal comes as Trump seeks to present a picture of bringing down diesel prices ahead of the US midterm elections on 3 November. Fuel prices have risen amid disruptions to global energy supplies caused by Trump's war with Iran, which has shaken oil markets and raised concerns about supply routes.

Trump has blamed Ukraine's attacks on Russian oil infrastructure for driving up energy prices, despite the broader market disruption caused by his war with Iran. The Russian diesel deal offers a way to increase global fuel supplies, but also allows Moscow to earn revenue from exports while its war against Ukraine continues.

However, the volumes from Russia initially outlined by Trump would cover only a small share of the global supply shortfall. 

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Autotrasportatori, non solo sciopero: con l’Ets2 rischio aumento diesel. La scelta dell’Ue e dell’Italia

20 October 2026 at 07:20

Il prezzo del diesel potrebbe aumentare fino a 40 centesimi al litro con l’introduzione dell’Ets2, il nuovo sistema europeo che estenderà il mercato delle emissioni di CO2 anche ai carburanti utilizzati nel trasporto stradale. Il meccanismo dovrebbe entrare pienamente in funzione dal 1° gennaio 2028, ma il Governo italiano e diversi Paesi europei chiedono di rivederne le condizioni per limitare le conseguenze economiche su imprese e famiglie. L’allarme arriva soprattutto dal settore dell’autotrasporto, già alle prese con il caro gasolio. Secondo Conftrasporto-Confcommercio, l’applicazione dell’Ets2 potrebbe comportare ulteriori rincari compresi tra 30 e 40 centesimi al litro, con il rischio di portare il prezzo del diesel oltre i 2,50 euro. Al Consiglio europeo del 15 e 16 ottobre 2026, i leader dell’Unione hanno raggiunto un compromesso sulla necessità di valutare gli effetti del nuovo sistema, senza però approvare un ulteriore rinvio della sua entrata in vigore.

Cos’è l’Ets2 e come funziona la nuova normativa europea

L’Ets2, acronimo di Emission Trading System 2, è il nuovo sistema europeo di scambio delle quote di emissione, introdotto nell’ambito delle politiche dell’Unione per ridurre i gas serra. A differenza del sistema Ets già applicato a grandi industrie e altri settori, l’Ets2 coinvolgerà anche il trasporto stradale, gli edifici e alcune attività produttive.

Il meccanismo prevede che i fornitori di combustibili acquistino quote corrispondenti alle emissioni di CO2 generate dai carburanti immessi sul mercato. Il numero complessivo delle quote disponibili diminuirà progressivamente, con l’obiettivo di incentivare la riduzione dei consumi di combustibili fossili.

L’obbligo di acquistare le quote ricadrà sui distributori di combustibili e non direttamente sui singoli automobilisti. Ovviamente i maggiori costi sostenuti dalle aziende potrebbero essere trasferiti, almeno in parte, sui prezzi finali di benzina, gasolio e combustibili utilizzati per il riscaldamento. L’avvio del nuovo sistema era stato inizialmente previsto per il 2027, prima dello slittamento al 2028.

Diesel fino a 40 centesimi in più al litro: quanto costerebbe un pieno

Secondo le stime di Conftrasporto, l’introduzione dell’Ets2 potrebbe determinare un aumento del gasolio compreso tra 30 e 40 centesimi al litro. Si tratta di una previsione elaborata dall’associazione di categoria, non di un incremento già stabilito dalle istituzioni europee. L’effetto effettivo dipenderà dal prezzo delle quote di emissione e dalla parte dei costi che verrà trasferita ai consumatori. Per gli automobilisti, un rincaro di questa entità avrebbe conseguenze dirette sul costo dei rifornimenti. Un pieno da 50 litri costerebbe 20 euro in più rispetto al prezzo senza tale rincaro.

Gli effetti dell’Ets2 potrebbero estendersi oltre il prezzo del carburante pagato dagli automobilisti. In Italia, secondo le stime richiamate da Conftrasporto, circa il 90% delle merci viene movimentato su strada. Un aumento dei costi del trasporto potrebbe quindi influire sulle spese sostenute dalle aziende per la distribuzione dei prodotti. Le imprese alimentari, agricole e commerciali potrebbero trovarsi a sostenere costi logistici maggiori, con possibili ripercussioni sui prezzi finali di alcuni beni.

La posizione del Governo Meloni

Il tema dell’Ets2 è stato affrontato durante il Consiglio europeo del 15 e 16 ottobre, in un contesto segnato dall’aumento dei prezzi dell’energia e dalle difficoltà economiche delle imprese. L‘Italia ha sostenuto, insieme ad altri Paesi europei, la necessità di intervenire sul nuovo sistema per contenere il rischio di ulteriori rincari energetici.

Nelle conclusioni del vertice, i leader hanno chiesto alla Commissione europea di aggiornare la valutazione degli effetti dell’Ets2, con particolare attenzione al funzionamento del meccanismo e alle misure di salvaguardia contro aumenti eccessivi dei prezzi. Non è stato invece approvato un rinvio dell’Ets2 al 2030, soluzione sostenuta da diversi Paesi dell’Europa centrale e orientale.

Il Governo italiano punta anche a ottenere maggiori margini di intervento nazionale per sostenere i settori più esposti alla crisi energetica. Il confronto rimane aperto, mentre Bruxelles è chiamata a valutare ulteriori strumenti per contenere i costi dell’energia senza modificare gli obiettivi generali di riduzione delle emissioni.

Autotrasportatori contro l’Ets2

A contestare gli effetti economici della nuova normativa è Pasquale Russo, presidente di Conftrasporto-Confcommercio, secondo il quale il sistema rischia di aggravare una situazione già difficile per le imprese di trasporto. “L’Ets2 darebbe il colpo di grazia all’autotrasporto italiano”, ha dichiarato Russo, sottolineando che il prezzo del gasolio potrebbe superare i 2,50 euro al litro.

Secondo l’associazione, il carburante rappresenta ormai oltre il 40% dei costi complessivi delle imprese di autotrasporto, mentre il prezzo del gasolio sarebbe aumentato di oltre 50 centesimi al litro dall’inizio del conflitto tra Stati Uniti e Iran. Conftrasporto segnala inoltre che un’impresa di autotrasporto su cinque rischierebbe il fallimento entro la fine dell’anno a causa delle attuali difficoltà economiche. Per affrontare l’emergenza, il settore chiede lo sblocco degli aiuti già annunciati e ulteriori risorse per coprire gli aumenti dei costi negli ultimi mesi del 2026.

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