A 50-year-old woman was injured in a collision involving two cyclists and a car in Polis Chrysochous on Thursday afternoon, and police are searching for the second cyclist who left the scene.
The collision happened at around 3.30pm on the Polis Chrysochous to Androlikou road, police said.
An 80-year-old man was driving the car when it collided with a bicycle travelling ahead of it.
The bicycle was then pushed into a second cyclist riding alongside, causing both women to fall onto the road.
One cyclist left the scene and is being sought by police.
The other, aged 50, was taken first to Polis Chrysochous hospital and later transferred to Paphos general hospital for further treatment.
Doctors found she had suffered an orbital fracture and leg injuries. She remains in hospital for further treatment.
Police said the injured woman was residing illegally in Cyprus.
The 80-year-old driver was taken to a police station and questioned.
Investigations into the circumstances of the collision are continuing.
O advogado português típico é uma mulher, tem entre 45 e 49 anos, exerce por conta própria, trabalha sozinha ou com apenas mais um colega e faz “um pouco de tudo”. Ganha entre 1.438 e 2.156 euros brutos por mês com a advocacia, trabalha frequentemente mais de nove horas por dia e, muito provavelmente, não utiliza um programa informático para gerir os processos.
É este o retrato que resulta do relatório “A Advocacia Portuguesa em 2027”, da Legau, a que o ECO/Advocatus teve acesso. Diz ainda que os advogados estão concentrados em Lisboa e no Porto e exercem em estruturas de pequena dimensão. De acordo com o relatório, 64,3% exercem de forma individual e independente e 54,1% trabalham em locais onde há apenas um ou dois advogados. O relatório conclui ainda que 68,7% consideram que a Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores (CPAS) não assegura direitos adequados. Além disso, 56,1% dos pais e mães advogados inquiridos afirmaram não ter recebido qualquer apoio parental.
Este relatório assenta em fontes publicadas entre 2005 e 2026: oficiais e primárias (Ordem dos Advogados, Direção-Geral de Política de Justiça, Pordata, Diário da República, INE), académicas (pesquisa sistemática na literatura académica portuguesa em acesso aberto), internacionais (CEPEJ, Eurostat, OCDE, CCBE, WJP) e de mercado. Todas as fontes encontram-se identificadas ao longo do texto e no final do relatório.
Mais de metade ganha menos de 2.157 euros
Os rendimentos são uma das dimensões mais expressivas do retrato. No inquérito da Ordem dos Advogados de 2024, 58,1% dos respondentes declararam receber menos de 2.157 euros brutos mensais provenientes da advocacia. Um em cada quatro indicou rendimentos inferiores a 719 euros por mês. No extremo oposto, apenas 7,2% declararam ganhar mais de 7.188 euros mensais.
Quase metade dos inquiridos, 49%, considera injusta a remuneração que recebe. O relatório alerta que uma média global pode ocultar a desigualdade entre a base da profissão e os rendimentos mais elevados: a distribuição está concentrada nos escalões mais baixos, apesar de existir um grupo de profissionais com ganhos muito superiores.
A idade melhora os rendimentos, mas não elimina a precariedade económica. Entre os advogados com 20 a 29 anos, 31,4% declaram ganhar menos de 719 euros mensais com a atividade. Mesmo entre os 50 e os 59 anos, essa proporção continua perto de um quinto.
O género também marca diferenças. Embora as mulheres sejam maioritárias na profissão, estão mais representadas nos escalões de rendimento inferiores. A partir dos 2.876 euros mensais, os homens surgem em maior proporção; acima dos 7.188 euros, são cerca de três vezes mais do que as mulheres. E a diferença não é explicada por uma jornada de trabalho mais longa dos homens: as horas declaradas são semelhantes.
As avenças ajudam a perceber parte do fosso. Os homens têm-nas com maior frequência — 53,7%, contra 40,1% das mulheres — e recebem, em geral, valores superiores por essa via. Entre os profissionais com avenças, 21,2% dos homens recebem mais de 2.876 euros mensais, contra 7,1% das mulheres.
João Massano, bastonário da Ordem dos AdvogadosLusa
Uma profissão cada vez mais feminina e envelhecida
Em 2025, estavam inscritos na Ordem dos Advogados 36.458 profissionais, mais de três vezes os 11.319 registados em 1990. As mulheres representam 57% dos inscritos, tornando-se maioritárias na profissão. O escalão etário mediano situa-se entre os 45 e os 49 anos, e mais de um em cada cinco advogados tem 60 anos ou mais.
A distribuição geográfica é igualmente concentrada: cerca de 80% dos advogados estão inscritos nos Conselhos Regionais de Lisboa e do Porto. A concentração repete-se nas novas entradas na profissão. Em 2025, Lisboa registou 518 novas inscrições e o Porto 356, enquanto os conselhos regionais mais pequenos tiveram menos de 30 cada um.
Esta diferença tem consequências para a renovação da classe. Nas regiões com menos entradas, a profissão tende a envelhecer mais: segundo os dados citados no relatório, a idade média dos advogados inscritos no Conselho Regional de Évora é de 51 anos, contra 45 no Porto.
Sozinhos, generalistas e com poucos clientes
A maioria dos advogados não trabalha numa grande sociedade. De acordo com o relatório, 64,3% exercem de forma individual e independente e 54,1% trabalham em locais onde há apenas um ou dois advogados. Três em cada quatro exercem em estruturas com menos de cinco profissionais.
A prática é predominantemente generalista: 72,2% dos inquiridos descrevem a sua atividade como abrangendo várias áreas do Direito, em vez de se concentrarem numa especialidade. Este modelo de proximidade permite acompanhar diretamente os clientes e responder a problemas diversos, mas também pode significar menos recursos para investir em tecnologia, gestão e especialização.
A estrutura económica do setor revela uma realidade desigual. Em 2024, a faturação média anual de uma atividade individual de advocacia rondava os 31.800 euros. Nas sociedades de advogados, o volume de negócios médio por pessoa era bastante superior, situando-se perto dos 202 mil euros. As 30 maiores sociedades representavam cerca de um terço da faturação do setor, segundo os dados analisados pela Legau.
Jornadas longas e insatisfação com a proteção social
A remuneração não é o único problema. Quase metade dos advogados trabalha mais de nove horas por dia e cerca de um terço afirma não conseguir um equilíbrio satisfatório entre a vida profissional e a pessoal. Quase metade diz que o trabalho não lhe permite passar com a família tanto tempo quanto gostaria.
A insatisfação estende-se à proteção social. Segundo o inquérito da Ordem dos Advogados de 2024, 68,7% consideram que a Caixa de Previdência dos Advogados e Solicitadores (CPAS) não assegura direitos adequados. Além disso, 56,1% dos pais e mães advogados inquiridos afirmaram não ter recebido qualquer apoio parental.
Os estudos sobre saúde mental citados no relatório apontam também para sinais de desgaste, embora tenham amostras específicas e não representativas de toda a classe. Num estudo realizado em 2022 junto de mais de dois mil advogados ligados ao Conselho Regional de Lisboa, 52,5% apresentavam risco elevado de burnout e 16,4% tinham burnout instalado.
As queixas não param de aumentar, os textos são mais longos e bem estruturados e há ainda registos de citações de leis que não se aplicam ou que nem sequer existem. A inteligência artificial (IA) está a mudar a forma como os cidadãos expõem os seus problemas às entidades públicas, facilitando a elaboração de queixas com uma aparência de maior rigor jurídico, mas nem sempre mais claras ou úteis para quem as tem de analisar.
Imaginemos que recebe uma multa com a qual não concorda. Em vez de perder tempo a tentar perceber como contestá-la, abre uma plataforma de inteligência artificial, explica o que aconteceu e pede-lhe…
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O Governo vai prorrogar pelo menos até 31 de dezembro o prazo para os municípios se candidatarem a apoios do Fundo de Emergência Municipal para recuperar infraestruturas e equipamentos que foram danificados pelas tempestades Kristin
O concurso inicialmente estava aberto até 30 de novembro, mas vários municípios fizeram chegar ao Governo o alerta de que “o prazo era apertado”, explicou o o ministro da Economia. Por isso, “a ideia é prorrogar o prazo pelo menos até 31 de dezembro, ou vir a entrar nos primeiros dias de janeiro para facilitar as candidaturas dos município”, acrescentou na numa audição conjunta com as comissões parlamentares de Orçamento, Finanças e Administração Pública, Economia e Coesão Territorial, Reforma do Estado e Poder Local e Agricultura e Pescas, no âmbito da apreciação na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).
“A comparticipação do Estado a atribuir aos municípios não pode exceder os 60% dos respetivos custos totais elegíveis”, explicava o Ministério da Economia em comunicado no arranque de agosto, quando anunciou a medida destinada a obras de reparação, reconstrução e reposição das infraestruturas e equipamentos afetados.
As candidaturas das autarquias devem ser apresentadas à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) territorialmente competente, podendo recorrer a este apoio os municípios, as freguesias e as entidades intermunicipais localizadas nos territórios abrangidos. As autarquias podem também recorrer a uma linha de crédito que “está a ser desenhada com o Banco Europeu de Investimento (BEI), para financiar os restantes 40% dos prejuízos efetivos derivados das tempestades”.
Em termos de tempestades, ao longo da audição no Parlamento, o ministro da Economia também anunciou que a recuperação de danos das tempestades do início do ano já absorveu 3.030 milhões de euros no âmbito do Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR) , entre financiamentos a fundo perdido e linhas de crédito do Estado
Castro Almeida precisou ainda que, no próximo ano, está previsto um investimento de 970 milhões de euros no âmbito do PTRR, sendo que 266 milhões estão inscritos no Orçamento do Estado – tal como avançou em primeira mão o presidente da Agência do PTRR no ECO dos fundos, o podcast quinzena do ECO sobre fundos europeus. Os restantes 502 milhões de euros são financiados pelo Fundo Ambiental e 200 milhões pelo Portugal 2030.
Nas zonas afetadas pelas tempestades do início do ano “já estão pagos os apoios às famílias que fizeram candidaturas para renovar as suas casas e, se tirarmos um município que está particularmente atrasado, o grau de processos resolvidos já passa os 99,4%, se for excluído um município”, disse o ministro. Esse município é Leiria onde se concentrou o maior número de estragos.
Three people were killed when two helicopters collided midair near an Oregon airport Thursday afternoon, crashing in a field and prompting authorities to close a nearby highway.
The Yamhill County Sheriff's Office confirmed Thursday that all three people aboard the helicopters died in the crash.
The two victims aboard the Robinson R22 helicopter were identified as 22-year-old flight instructor Maddie Aasbo, of Texas, and a student pilot from the United Kingdom, according to the sheriff's office. The student's identity is being withheld pending notification of next of kin.
The sole occupant of the Airbus helicopter was identified as Tyler Delane Sturdevant, 38, of Newberg, Oregon.
The collision occurred in a field off Oregon Route 233, about one mile west of Dayton, according to Oregon Department of Transportation spokesperson Mindy McCartt.
McCartt told Fox News Digital that the highway and some nearby county roads were closed at the request of emergency responders. She said there was no estimated reopening time.
McMinnville Airport Manager John Paskell told Fox News Digital that the collision occurred off airport property and did not disrupt airport operations. The airport remained open without closures or restrictions.
Paskell said he understood that both helicopters were based at the airport but could not confirm what activities they were conducting or how the collision occurred.
The FAA and National Transportation Safety Board (NTSB) responded to the scene and are leading the ongoing investigation into the collision, according to the sheriff's office.
Multiple customers at a Chili's Grill & Bar reported experiencing chemical burns Wednesday after consuming margaritas that had been prepared with an industrial cleaning chemical that was mistaken for sugar or salt.
The Foothills Health District said the incident unfolded at a restaurant in Forest City, North Carolina.
Three customers consumed the contaminated margaritas, while two restaurant employees also reportedly experienced symptoms after exposure to the chemical, according to the health district.
According to preliminary findings, the mix-up began Monday when an employee received an industrial degreaser from a contracted worker and placed it in an unmarked container.
The container was then brought inside the restaurant and left in the bar area.
Two days later, an employee preparing the bar for lunch service discovered the unlabeled container and, believing its contents to be sugar or salt, used the chemical to prepare the margarita station, the health district said.
Shortly after the restaurant opened, three customers consumed the contaminated beverages and "immediately experienced discomfort and chemical burns in and around their mouths."
After the customers alerted staff, two employees also tasted the substance and reported similar symptoms.
In a statement to Fox News Digital, Chili's said the company took immediate action to support those affected.
"We are aware of an isolated incident at our restaurant in Forest City, North Carolina that resulted in injuries to two of our guests and Team Members. Our team took immediate action to support those affected and avoid any further injuries. We are actively investigating the circumstances related to this incident as the health and wellbeing of our guests and Team Members remain our top priority," the company said.
The company’s account differed from the Foothills Health District’s preliminary findings, which said three customers experienced chemical burns after consuming the margaritas.
After the Foothills Health District launched an investigation, the restaurant's food service permit was immediately suspended.
It was quickly reinstated on Thursday after specialists determined the restaurant met all other food safety standards.
The health district used the incident to remind all food service establishments in North Carolina that chemicals must be properly labeled and stored away from food-handling areas.
"This incident highlights the importance of proper chemical labeling, storage, and handling in food service establishments, as required by the North Carolina Food Code, to prevent chemical contamination and protect public health," Jason Masters, the health director of Foothills Health District, said in a statement.
A man dressed as a zombie allegedly stabbed two people at an Austin, Texas coffee shop Wednesday night before speeding away in a pickup truck and crashing into an unoccupied vehicle.
The Austin Police Department (APD) identified the suspect as Shankar Temple Grace, 20, who was arrested after a search.
The incident unfolded shortly before a local comedy show was scheduled to begin at The Buzz Mill, a coffee shop and bar.
Officials said police responded to reports of a "disturbance hot shot" inside the business, a classification for a rapidly escalating altercation involving an immediate threat to life or serious physical harm.
First responders found one victim with life-threatening injuries and another with non-life-threatening injuries, APD said.
Both victims were rushed to a hospital. They were last reported in stable condition, according to authorities.
A group of Arizona bank employees sprang into action to help a longtime neighborhood food vendor escape a powerful storm, pulling him and his cart inside as strong winds and hail battered the Phoenix area in a heartwarming rescue caught on video.
The incident occurred at a PNC Bank branch as severe weather swept through the Phoenix area last week, prompting employees to help a local vendor caught in the storm, according to FOX 10 Phoenix.
Video posted by an individual inside the bank shows an employee helping the vendor, identified as Hilario Cruz Cruz, pull his food cart inside as wind and hail batter the area.
The video quickly went viral online, amassing more than 1 million views on TikTok and hundreds of thousands of likes.
"With one hand, I held the door against the strong wind blowing it, and with my other hand I pulled the cart inside. The young man was doing the same on his side. If I had been anywhere else, maybe they wouldn't have been able to help me like that," Cruz Cruz said in an interview with FOX 10 Phoenix through a translator.
According to Cruz Cruz, the bank employees were longtime customers who had been buying food from his cart for years.
He believes that connection inspired them to step in.
"They said, ‘He's not going anywhere else. He stays here, and we're bringing the cart inside.’ I said, ‘It won't fit,’ but the manager said, ‘I know it will,’" he said.
Cruz Cruz, who was left drenched after the incident, said he had to navigate fallen trees and branches on his way home after the storm passed.
A week later, however, he was back selling elotes and fresh fruit along Peoria Avenue.
Cruz Cruz said business has been booming since the video went viral.
"I deeply appreciate my long-term customers. That's why they didn't leave me outside," Cruz Cruz said. "I am profoundly grateful to the bank manager and employees because, thanks to them, nothing bad happened to me."
A dual U.S.-Salvadoran citizen from California accused of murdering a woman in front of their toddler son before abandoning the child near her remains has been extradited to El Salvador to face charges, the Department of Justice (DOJ) announced Thursday.
Michael Alejandro Castillo Murga, 27, of Beaumont, California, was handed over to Salvadoran authorities Wednesday to face charges of aggravated femicide and imperfect homicide in the 2019 killing.
The extradition marks the first time the U.S. has surrendered an American citizen to face prosecution for crimes committed in El Salvador, according to the DOJ.
Castillo Murga holds dual U.S. and Salvadoran citizenship.
Salvadoran authorities allege Castillo Murga picked up Melvi Fernanda Nájera Quezada, 23, and their son from her mother's home Jan. 31, 2019, supposedly to begin living together as a family.
Investigators allege he instead killed Nájera Quezada and abandoned their child near her body, which was discovered near a highway the next day.
An autopsy determined she died from severe bleeding caused by cuts to her neck and other wounds inflicted with a plastic knife, according to the DOJ.
Farmworkers discovered the boy, who was younger than 2, several days later in a rugged area near where his mother's body was found. He was severely dehydrated and starving with cuts on his face, insect bites and signs of abuse, authorities said.
Investigators linked Castillo Murga to the killing through cellphone location data and witness accounts. Authorities also said he sent his girlfriend a photograph showing bloodstains on his face and neck.
Prosecutors also accused Castillo Murga's grandmother and a lawyer of helping conceal evidence. According to the DOJ, the pair arranged for two people to clean blood from the interior and exterior of Castillo Murga's vehicle using water, car shampoo and vinegar, but they were unable to remove all the blood.
Castillo Murga escaped to Guatemala around Feb. 2, 2019, with assistance from his grandmother and lawyer before eventually entering the U.S., according to prosecutors.
U.S. Marshals arrested him in October 2024 in response to an extradition request from El Salvador.
Castillo Murga challenged his extradition in federal court, but a judge rejected his petition in November 2025 and denied a subsequent request to halt the transfer in September 2026.
Three of New York’s top elected officials appeared surprised Thursday when pressed about a House Judiciary Committee report alleging local prosecutors intentionally downgraded charges against noncitizens to protect them from deportation.
During a Manhattan press conference, New York Attorney General Letitia James, Queens District Attorney Melinda Katz and Brooklyn District Attorney Eric Gonzalez faced questions regarding claims that city prosecutors altered or reduced charges to help noncitizens avoid convictions that would trigger removal.
"Did any of you order prosecutors to downgrade gun charges to keep illegal immigrants in the U. S., per the Judiciary Committee report?" a reporter asked.
Katz threw her hands up and shrugged in response, the New York Post reported.
"Our answer couldn’t help it," Katz said, before a speaker redirected the room, asking for "any other on-topic questions" and moving the news conference along.
"We charge any defendant with an illegal firearm with the highest possible charge under the law," a spokesperson for Katz's office told Fox News Digital.
The news conference exchange followed the release of a 22-page congressional report detailing widespread practices across New York City prosecutors' offices.
According to the document, Katz's office employs an "Immigration Specialist" to help negotiate "immigration-safe" plea deals and reduce past convictions.
The report also cited a 2022 memorandum from Manhattan DA Alvin Bragg allegedly instructing prosecutors to seek dispositions that avoid deportation consequences for all misdemeanors and non-carceral felonies.
In addition, the report states that the office of Bronx DA Darcel Clark trains prosecutors in "Immigration-Conscious Plea Bargaining." That includes offering non-deportable offenses, avoiding aggravated felony charges and using hypothetical or "legally impossible" charges, such as "attempted reckless assault," which lack legal intent requirements.
Prosecutors were also allegedly instructed to omit critical details from official conviction records, such as gun involvement, domestic relationships or the age of minor victims, to prevent federal immigration authorities from using them as grounds for removal.
After the news conference, a spokesperson for Katz reached out to the Post to deny that leniency is ever shown in weapons cases.
"We charge any defendant with an illegal firearm with the highest possible charge under the law," the spokesperson said.
The Department of the Army Criminal Investigation Division is investigating mysterious freezer and refrigerator malfunctions that spoiled food at military bases across the U.S. amid concerns the outages may have been caused by a cyberattack.
Army CID’s Cyber Field Office is working with the Defense Commissary Agency and the Defense Criminal Investigative Service to determine what caused the refrigeration failures at military commissaries in August, an Army CID spokesperson confirmed to Fox News.
Investigators are also working with French law enforcement to understand a series of refrigeration outages in Europe as authorities examine whether the incidents could be connected.
Other affected facilities include F. E. Warren Air Force Base in Wyoming, Naval Station Newport in Rhode Island, Columbus Air Force Base in Mississippi, Travis Air Force Base Commissary in California and Fort Irwin in California.
In at least one case, refrigeration units were set to higher temperatures overnight rather than simply turning off, Reuters reported.
Several weeks ago, a cyberattack targeted hundreds of French supermarkets, with hackers manipulating refrigerators to reach temperatures of 122 degrees Fahrenheit. The temperature spike spoiled large quantities of food and sparked fires across Europe.
The Paris prosecutor's office confirmed the cyberattack, describing it as a "large-scale" assault that affected several major food retailers across the country.
Fox News Digital's Robert McGreevy contributed to this report.
A Sullivan County judge heard oral arguments Thursday to determine whether New York Attorney General Letitia James should be removed as special prosecutor in the reopened criminal investigation into an alleged gang rape at Cornell University.
The proceeding ended without an immediate ruling from Judge James Farrell.
The hearing stems from a challenge filed by defense attorney Andrew Miltenberg, who represents Gillio Lopes, one of the men accused in the case.
Lopes is one of seven former Chi Phi fraternity brothers who are accused in a lawsuit of drugging and raping a female Cornell student at their fraternity house in October 2024.
Defense counsel argued that social media comments posted by James prior to her official appointment as "special prosecutor" demonstrate a pre-existing bias and a presumption of guilt that undermines the prosecution's neutrality.
"What this young woman has been forced to endure is horrific and unacceptable," James had posted on social media. "I’m holding her in my heart and in my prayers. To her, and to all survivors: you’re not alone. We stand with you."
Arguing before the court, Miltenberg pointed to those public declarations of support as proof of a pre-determined bias.
"Whether it affects all or just one, either the court determines the statements made by AG James take her out of contention to be neutral party reviewing case or not," Miltenberg argued, calling the initial public statements an "original sin" for the case.
In a statement sent to Fox News on Thursday, a spokesperson for James' office said, "As indicated in our motion before the court, these claims are without merit. The Office of the Attorney General remains committed to conducting an investigation guided only by the facts, the evidence, and the law."
Representing the state, Assistant Attorney General Kaitlin Vigars defended Gov. Kathy Hochul's appointment of James and pushed back against the disqualification effort, emphasizing that public statements alone do not meet the legal threshold for removal.
Farrell peppered Vigars with questions about the circumstances leading up to James’ appointment, including if Hochul was aware of James’ social media comment, if James and Hochul were standing together when the governor made remarks about the "brave young woman," if that runs afoul of professional conduct, and if the purpose of appointing the AG was to avoid bias.
Farrell also raised broader procedural concerns during the arguments, noting the potential for conflicting legal rulings if challenges proceed piecemeal across jurisdictions.
Hochul appointed James as special prosecutor on Oct. 1 after stepping in to bypass the local Tompkins County district attorney, who had previously declined to bring charges.
With no decision rendered at the conclusion of Thursday's arguments, the judge is expected to issue a formal written ruling in the coming days on whether James will remain as special prosecutor or if the investigation must be reassigned.
Hochul later said on Thursday that all sexual offense complaints at Cornell University are now being referred to New York State Police, rather than Cornell University Police, unless otherwise requested by that individual.
"Every student deserves to feel safe on their campus," she said in a statement, in part. "And when someone reports sexual assault, they deserve to be heard, treated with compassion, and know their allegations will be taken seriously and thoroughly investigated by law enforcement trained to support survivors.
"What Jane Doe described is horrifying. Survivors should be able to trust the institutions responsible for protecting them. We cannot afford to let them down."
O Governo não tem qualquer “hesitação em defender a transparência salarial para defender a igualdade salarial entre homens e mulheres”, mas este desígnio não pode “criar nas empresas um ónus de natureza burocrática”, disse o ministro da Economia, no Parlamento.
“Não temos nenhuma hesitação em defender a transparência salarial para defender a igualdade salarial entre homens e mulheres”, disse Manuel Castro Almeida, numa audição conjunta com as comissões parlamentares de Orçamento, Finanças e Administração Pública, Economia e Coesão Territorial, Reforma do Estado e Poder Local e Agricultura e Pescas, no âmbito da apreciação na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027). “Mas não se podem criar nas empresas ónus de natureza burocrática quando fornecem ao Estado documentação se estão ou não a cumprir a lei”, disse o responsável em resposta ao Chega e ao PAN. “Temos de resolver os problemas e não acrescentar burocracia”, acrescentou.
A diretiva europeia sobre transparência salarial entrou em prazo limite de transposição a 7 de junho por isso Portugal já está atrasado na transposição da mesma, embora não seja o único. O Governo está a preparar para adaptar à legislação portuguesa esta diretiva europeia. “Temos de acautelar a igualdade salarial entre homens e mulheres e evitar as burocracias que alguns querem impor”, disse Castro Almeida.
O ministro fez questão de sublinhar um dos grandes problemas da economia nacional é a fraca produtividade, e que essa será a grande prioridade do próximo ciclo de programação dos fundos europeus (2028-2034). “Não culpe os fundos europeus pela baixa produtividade”, atirou Castro Almeida a um deputado do Chega. “Temos de reconhecer que os fundos andaram a tratar de outros assuntos que não a produtividade. Portugal mudou à custa dos fundos europeus que pagaram infraestruturas, escolas, saúde. As condições de vida dos portugueses melhoraram muito à custa dos fundos europeus”, acrescentou.
Contudo, “os fundos não foram tão dirigidos quanto deveriam — e quanto esperto que venham a ser no futuro — para falta de produtividade, causa do maior problema dos portugueses que é a falta de dinheiro no bolso”, disse o ministro. Para resolver este problema são necessários “acréscimos de produtividade para onde queremos dirigir o próximo ciclo de fundos europeus”.
Castro Almeida apelou às empresas, universidades e centros de investigação que comecem já a preparar consórcios para depois para fazer consórcios com empresas e universidades estrangeiras para fazer candidaturas conjuntas ao Fundo Europeu da Competividade, que tem uma dotação de 400 mil milhões de euros. “A aposta no Fundo Europeu para a Competividade é o grande desafio que vamos ter no novo ciclo de programação”, frisou Castro Almeida. “Portugal tem de ter capacidade de apresentar boas candidaturas ao Fundo Europeu da Competividade e podemos vir a inverter a diminuição de fundos europeus que haverá no próximo ciclo para todos os países da Europa”.
“Algumas universidades já estão a fazer este trabalho e a AI2 também está a promovê-lo juto de alguns centros de investigação”, revelou o minsitro.
Para ajudar as empresas, o ministro da Economia recordou que o Executivo baixou a taxa de IRC num ponto percentual em 2026 e vai voltar a fazê-lo no próximo ano, de acordo com a proposta de Orçamento do Estados para 2027, havendo o compromisso de repetir a medida para 2028. Castro Almeida explicou que a opção foi baixa o IRC, mas garantiu que a descida da derrama estadual irá ser feita. O responsável sublinhou a política seguida pelo Governo e “baixar os impostos para o mínimo indispensável para garantir o Estado social e a autoridade”, já que “as empresas têm muito onde investir o dinheiro desde logo para investir em inovação, melhorar equipamentos e melhorar salários”.
Em termos de salários, o ministro da Economia garantiu os salários dos portugueses estão, sistematicamente, a crescer acima da inflação, citando os “números inequívocos do INE”. Reconhecendo que gostava que a diferença fosse maior, sublinhou que a guerra no Médio Oriente e o aumento dos custos com os combustíveis impedem que assim seja. “Apesar disso, [os salários] estão a crescer em Portugal. Não estou a dizer que estão bem ou a crescer demais”, alertou.
Ainda assim lamentou o “enorme atraso” no rendimento dos portugueses, e o facto do país comparar mal com a média europeia em termos de PIB per capita. “É um dos piores indicadores no confronto com a Europa. Estamos aproximadamente em 80% do PIB per capita. Tanto quanto Portugal tinha há 30 anos. Estivemos a marcar passo”. Apesar de ressalvar que a situação já foi pior, sublinhou não ver razão para que o país se contente com menos do que a média da União Europeia. “Para recuperar este atraso o país tem de crescer, a cada ano, mais do que a média europeia. Se o país crescer tanto como no primeiro semestre deste ano, é possível atingir 100% da média europeia em 2043″, explicou repetindo a ideia que já tinha defendido no último dia de debate da proposta de Orçamento do Estado antes da votação na generalidade.
“Em dez anos conseguimos recuperar 12 pontos percentuais. Está ao alcance dos portugueses, assim haja ambição e organização do trabalho”, concluiu.
O ministro da Economia reconheceu esta quinta-feira que “o problema da habitação é seríssimo”, mas “demora muito tempo a resolver”. Apesar de o Executivo já ter tomado várias medidas, Manuel Castro Almeida reconhece que “ainda há espaço para poder tomar medidas adicionais para acelerar a oferta de casas”.
“O problema da habitação é seríssimo, demora muito tempo a resolver, pois acumulou-se durante anos. O Governo tomou já variadas medidas de diversas naturezas e ainda há espaço para poder tomar medidas adicionais para acelerar a oferta de casas, que é a única forma de fazer baixar os preços, quer da aquisição quer dos arrendamento”, admitiu o ministro da Economia numa audição conjunta com as comissões parlamentares de Orçamento, Finanças e Administração Pública, Economia e Coesão Territorial, Reforma do Estado e Poder Local e Agricultura e Pescas, no âmbito da apreciação na especialidade da proposta do Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).
Castro Almeida explicou que o Governo de António Costa tinha estabelecido como meta construir 26 mil casas, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência, no entanto “a dotação só chegava para 16 mil”, por isso foi necessário “reforçar financeiramente o programa para pôr no mercado 26 mil casas novas ou reconstruídas”. “Conseguimos 32 mil casas para as metas do PRR, estão em construção e ficarão prontas até ao final do ano mais oito mil”, detalhou o ministro da Economia.
Depois de ter sido feito um levantamento das necessidade locais dos municípios chegou-se ao valor de 133 mil casas e foram criadas “medidas para financiar todas as necessidades identificadas pelos municípios”. “O apoio é tanto maior quanto mais depressa avançarem”, recordou.
“O Governo está a negociar com o Banco Europeu de investimento um financiamento para que os municípios possam promover obras de urbanização para colocar terreno disponíveis para eles próprio ou promotores privados possam ir rapidamente construir mais casas”, disse Castro Almeida. “Um dos problemas é a falta de solos e solos urbanizados”, identificou por isso “os municípios são convidados a urbanizar os solos e para isso vão ter uma linha de credito para o poder fazer. É dinheiro emprestado”, recordou o responsável. “Quando venderem os terrenos, recebem o dinheiro e pagam o empréstimo que terá condições mais vantajosas através do BEI”, explicou.
Em termos de imobiliário, Castro Almeida garantiu que o projeto do Arco Ribeirinho Sul, um projeto de regeneração urbana e desenvolvimento económico centrado na margem esquerda do estuário do Tejo, continua “totalmente válido”. “O que o Conselho de Ministros deliberou está válido e a ser levado ao terreno”, explicou. “No tempo que decorreu está a ser preparado trabalho técnico pela Arco Ribeirinho Sul em articulação com os municípios. Agora é preciso dar uma arrancada para passar da fase do projeto para a fase da construção. É preciso que corra bem”, concluiu.