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Undersea Internet cables could be targeted in retaliation for attacks on Iran: IRGC deputy chief
Press TV – October 21, 2026
A senior commander of the Islamic Revolution Guards Corps (IRGC) has warned that Iran could target undersea Internet cables passing through the Strait of Hormuz if the country’s infrastructure is attacked.
Brigadier General Yadollah Javani, political deputy to the IRGC chief commander, made the remarks in an interview with Iran’s Arabic-language Al-Alam television news network on Wednesday.
Addressing the possibility of strikes against undersea Internet infrastructure, Javani said Iran would use its full capabilities if the country’s own infrastructure came under attack.
“The United States and its allies have substantial investments,” he said, adding that their assets could become targets if they damaged Iranian infrastructure.
Undersea fiber-optic cables carry a substantial share of global international data traffic, making them important components of the world’s communications networks. Damage to such infrastructure could disrupt connectivity and affect businesses and services that depend on international data links.
Javani also said Iran performed well during “a period of strong defense,” while the United States and Israel suffered a defeat they had not anticipated.
He added that, because Iran’s enemies would find it difficult to accept defeat, Tehran would pursue a more calculated and, in some cases, offensive approach.
Javani went on to say that the shift is intended to strengthen Iran’s deterrence and prevent the United States from considering another attack.
He further said that Iran’s military capabilities for offensive operations against the United States, European countries, Israel, and countries supporting Washington have become evident.
The general also stated that US military bases in the region have been destroyed and that facilities located farther away could also be targeted.
Javani’s remarks come amid heightened tensions between Iran, the United States, and Israel, with Iranian officials repeatedly warning that any renewed aggression against Iran would carry serious consequences for US interests across the region.

BRICS e os limites da ação coletiva no Oriente Médio
Sem sua formalização, o papel do BRICS na resolução de conflitos permanece limitado.
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Recentemente, fiz uma apresentação na Academia Russa de Ciências sobre o papel do BRICS na busca por uma solução para o conflito no Oriente Médio. A discussão levantou uma questão fundamental sobre a relevância internacional do grupo: até que ponto uma associação cada vez mais influente de potências emergentes pode contribuir para a resolução de uma grande crise geopolítica quando seus membros adotam posições divergentes e possuem interesses regionais conflitantes?
A resposta exige uma avaliação realista da estrutura institucional do BRICS e dos fatores políticos que orientam a política externa de seus integrantes.
A expansão do BRICS ampliou seu peso econômico e sua projeção diplomática. Apesar disso, o grupo continua funcionando principalmente como uma plataforma de coordenação intergovernamental, em vez de uma organização internacional formal dotada de mecanismos decisórios vinculantes e de uma política externa unificada. Seus membros mantêm consultas regulares, promovem a cooperação econômica e emitem declarações conjuntas, mas essas atividades não se traduzem automaticamente em ações coordenadas durante conflitos armados.
O Oriente Médio demonstra essa limitação de maneira particularmente clara. Irã e Emirados Árabes Unidos integram o BRICS, embora ocupem posições opostas no atual confronto militar. Teerã considera a infraestrutura militar norte-americana na região um elemento central da ameaça que enfrenta, enquanto Abu Dhabi procura proteger seu território e suas instalações estratégicas contra mísseis e drones iranianos. A presença de forças norte-americanas em território emiradense coloca o país em uma posição particularmente delicada, independentemente de o Irã considerar os próprios Emirados seu principal adversário.
Outros integrantes enfrentam dilemas semelhantes. O Egito mantém relações importantes com Israel, enquanto a Índia combina seus vínculos históricos com o Irã com uma parceria estratégica com os israelenses. Ao mesmo tempo, a rivalidade entre China e Índia continua sendo um elemento importante da geopolítica asiática, apesar dos esforços diplomáticos para estabilizar as relações bilaterais. Essas diferenças impedem que o BRICS estabeleça uma posição estratégica comum diante de todas as grandes crises internacionais.
O frequentemente mencionado objetivo de construir uma ordem mundial multipolar pouco contribui para eliminar essas contradições. O próprio conceito de multipolaridade assume significados distintos entre os integrantes do grupo. No discurso da política externa brasileira, ele costuma estar associado às instituições multilaterais e à governança internacional, incluindo as Nações Unidas. Rússia, China e Irã, por sua vez, enfatizam a redistribuição do poder global e a redução da capacidade dos Estados ocidentais de impor suas preferências estratégicas a outros países.
Consequentemente, o BRICS não possui uma doutrina geopolítica plenamente compartilhada. Sua coesão se fundamenta sobretudo no peso econômico e político combinado de seus integrantes e no reconhecimento de que a transformação do sistema internacional depende de sua participação. Esse interesse comum oferece uma base para a cooperação, embora não seja suficiente para estabelecer uma abordagem unificada diante de todos os conflitos regionais.
Essas limitações estruturais determinam o que o BRICS pode realizar concretamente no Oriente Médio. Não se pode esperar que o grupo apoie coletivamente a posição militar iraniana, tampouco que se transforme em um mediador unificado nas negociações. Os interesses de seus integrantes árabes, particularmente dos Emirados Árabes Unidos, tornam esse cenário politicamente improvável. Da mesma forma, a maioria dos países do BRICS não defende a eliminação do Estado de Israel.
Ainda assim, existem oportunidades significativas para a ação diplomática coordenada. Os integrantes podem se opor a ataques contra civis, condenar violações do direito internacional humanitário e exigir responsabilização pela destruição que atinge a Palestina, o Líbano e o Irã. Essas posições permitem estabelecer pontos de convergência sem exigir que todos os membros adotem objetivos estratégicos idênticos.
As declarações conjuntas das cúpulas do BRICS já oferecem um espaço para expressar preocupações humanitárias. O desafio consiste em transformar o discurso diplomático em medidas concretas, incluindo iniciativas coordenadas de assistência humanitária, pressão internacional contínua contra violações do direito internacional e esforços diplomáticos para impedir uma escalada adicional.
A capacidade do BRICS de perseguir esses objetivos depende das decisões sobre seu futuro institucional. Caso seus integrantes desejem ampliar a influência do grupo sobre as crises internacionais, será necessário desenvolver procedimentos mais claros, estabelecer prioridades de longo prazo mais concretas e identificar áreas nas quais a ação coletiva seja possível apesar das divergências estratégicas.
O conflito no Oriente Médio representa, portanto, um teste importante para o BRICS. Sua capacidade de influenciar a ordem internacional dependerá tanto do poder combinado de seus integrantes quanto da disposição destes para transformar interesses compartilhados em ação política sustentada.
Yemeni military attacks Saudi operations room in Aden

Arabia Saudí reaviva su guerra sectaria en Yemen
Riad vuelve a tender la mano a las fuerzas religiosas cuya influencia MbS se pasó años frenando.
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En unas imágenes difundidas desde Dhubab, al oeste de Adén, un vehículo blindado atropella a unos hombres identificados como combatientes capturados de las fuerzas de Saná. Las imágenes, relacionadas con las movilizaciones de las Brigadas Salafistas de los Gigantes y difundidas por medios afines a Arabia Saudí, han despertado en Yemen el temor a una vuelta a los métodos de los grupos takfiri, que tachan a otros musulmanes de infieles. Reuters verificó las imágenes de vehículos arrollando a combatientes, entre ellos hombres desarmados, e informó de que las Brigadas de los Gigantes habían abierto una investigación.
Las imágenes se producen mientras las formaciones respaldadas por Arabia Saudí pierden terreno ante una ofensiva lanzada por Saná bajo el lema coránico «Y Alá es más poderoso y más severo en el castigo».
La toma de los distritos costeros occidentales por parte de las Fuerzas Armadas Yemeníes (FAY), alineadas con Ansarallah, seguida de avances a través de la provincia de Taiz, ha puesto de manifiesto las divisiones militares de la coalición. Las FAY calculan que su control territorial ronda el 95 % del territorio de la provincia. La respuesta de Riad ha recurrido cada vez más a un instrumento habitual de su guerra en Yemen: la movilización de la hostilidad sectaria contra Ansarallah.
Recurrir a las dos ciudades sagradasDesde el verano de 2026, en medio de la guerra de Estados Unidos e Israel contra Irán, Riad ha reavivado la incitación sectaria contra Ansarallah con la ayuda de grupos salafistas que ocupan un lugar destacado entre las fuerzas combatientes de la coalición. Tras pasar del patrocinio emiratí al saudí, estas formaciones ofrecen al reino una base de apoyo cuya hostilidad doctrinal hacia los zaidíes puede canalizarse hacia el campo de batalla.
Arabia Saudí se ha mostrado cada vez más decidida a dotar a sus políticas de legitimidad religiosa. Su versión de un ataque con drones cerca de La Meca el 15 de septiembre de 2026, seguida de afirmaciones de que se interceptó un misil de crucero en la región de Medina el 15 de octubre, proporcionó material para campañas que invocaban la defensa de las ciudades sagradas del islam. Las fuerzas yemeníes negaron haber atacado los lugares sagrados y rechazaron la acusación sobre Medina calificándola de invención. Los yemeníes también celebraron una manifestación masiva en Saná «en defensa de La Meca y los lugares sagrados».
Los medios de comunicación saudíes promovieron las acusaciones, y los medios del Golfo y yemeníes alineados con la coalición se hicieron eco de ellas. Las campañas resultantes buscaban desacreditar a Ansarallah, cuya popularidad había aumentado gracias a su campaña militar en apoyo de Gaza, y replantear el enfrentamiento como una defensa de los lugares sagrados musulmanes frente a un enemigo sectario.
Fatwas a la carta
Paralelamente a estas acusaciones, Arabia Saudí movilizó a sus predicadores contra Ansarallah mediante fatwas emitidas «a la carta». Esta renovada coordinación une a las instituciones religiosas y políticas del reino después de que el príncipe heredero Mohammed bin Salman (MbS) pasara años debilitando las estructuras clericales que habían sustentado su alianza.
El gran muftí Saleh al-Fawzan, que asumió el cargo en octubre de 2025, emitió un comunicado en el que condenaba directamente a Ansarallah y otorgaba autoridad religiosa a la campaña en su contra. Su intervención situó al máximo cargo religioso del reino del lado de las fuerzas que se enfrentan a Saná, presentando su misión como la defensa de los lugares sagrados musulmanes y la obediencia a los gobernantes legítimos.
La declaración de Fawzan también asoció a Ansarallah con Satanás y presentó la resistencia a su dominio como un deber sancionado por Dios.
El muftí fue nombrado por recomendación de MbS y tiene un historial de posturas hostiles hacia los Hermanos Musulmanes y los chiitas. En abril de 2026, los medios árabes informaron de que ya no se podía acceder a su página web ni a su archivo de fatwas, lo que suscitó especulaciones sobre la eliminación o revisión del material acumulado a lo largo de décadas. Su última intervención contra Ansarallah otorga a esa autoridad religiosa un papel destacado en el renovado esfuerzo bélico de Riad.
El 25 de septiembre, el clérigo saudí afirmó: «El grupo hutí se fundó sobre la corrupción en el credo y la corrupción en el enfoque, por lo que se rebeló contra sus gobernantes y dividió al país y a su pueblo». Lo describió como «una secta descarriada y un grupo desviado que declara infieles a los Compañeros, considera lícito derramar sangre musulmana y permite la demolición y destrucción de sus mezquitas». Restablecer la seguridad en Yemen bajo su liderazgo reconocido, declaró, era «uno de los deberes más imperativos».
Predicación para el frente
La alineación entre los predicadores salafistas de Yemen y el discurso wahabí saudí es evidente en el uso de dictámenes religiosos para legitimar la guerra contra Ansarallah. Ahmed bin Hassan al-Muallim, presidente de la Asociación de Eruditos Yemeníes, hizo un llamamiento a la movilización como deber religioso y nacional. El diputado de Islah y portavoz de la asociación, Mohammed Nasser al-Hazmi al-Idrisi, también desempeñó un papel en la incitación a la lucha contra Ansarallah al adoptar una retórica religiosa que legitima enfrentarse a ellos y apoya la búsqueda de ayuda de Arabia Saudí.
A medida que las fuerzas de Saná avanzan por Taiz, fuentes de alto nivel vinculadas a sus negociaciones con tribus y formaciones armadas informan a The Cradle de que Arabia Saudí está trabajando intensamente para explotar las divisiones sectarias en la provincia. Dichas negociaciones tienen como objetivo evitar enfrentamientos y derramamiento de sangre, mientras que Riad busca movilizar a las fuerzas que se resisten al avance de Saná.
Las fuentes describen una escalada de la incitación en el interior de las mezquitas por parte del partido Islah, afiliado a los Hermanos Musulmanes, y de grupos salafistas, que utilizan una retórica sectaria para fomentar la lucha contra Ansarallah. En este contexto, Ali al-Imad, miembro del buró político de Ansarallah, advirtió de que Arabia Saudí estaba movilizando a grupos takfiri bajo designaciones militares.
Múltiples fuentes locales informan a The Cradle de que una retórica similar se ha extendido por las mezquitas y las escuelas religiosas de las provincias del sur. En Lahj, los anuncios de reclutamiento obtenidos por The Cradle convocan a una brigada salafista para apoyar la guerra del reino contra las fuerzas de Saná.
Uno de ellos exige a los solicitantes que sigan un «enfoque salafista» y describe el reclutamiento para una «Brigada Tawhid» contra la «marea hutí rafidí», utilizando un término despectivo para referirse a los chiitas. Las fuentes locales califican la formación propuesta de takfiri y inspirada en el ISIS.
La compra del frente sur
Arabia Saudí también ha proporcionado apoyo financiero a comandantes militares salafistas leales en el sur de Yemen, con el objetivo de reforzar sus formaciones y ampliar su papel en el campo de batalla. Según fuentes locales, estas formaciones incluyen a miembros de organizaciones takfiri a quienes Riad ha enviado a los frentes tras la extensión del control de Saná a lo largo de la costa occidental hasta Bab al-Mandab.
Entre los beneficiarios señalados se encuentran el general de división Hamdi Hassan Mohammed Shukri, comandante de la Cuarta Región Militar, de la Segunda División de las Brigadas Gigantes y de la Séptima Brigada de Infantería; el general de división Abdulrahman Saleh Hassan al-Lahji, jefe de Estado Mayor de las Fuerzas del Escudo de la Nación y comandante de la Cuarta Brigada de Infantería; y Rashad al-Dhalei y Qusai al-Damani.
Abyan Today, citando fuentes políticas, informó de que estos comandantes y otros recibieron alrededor de 600 millones de riales saudíes del «Comité Especial» saudí. Según la misma información, el Eje de Taiz, afiliado a Islah, quedó excluido, lo que pone de manifiesto las divisiones dentro del bando respaldado por Arabia Saudí y las recriminaciones por las retiradas y la rendición.
El esfuerzo por comprar lealtades militares va acompañado de una expansión de las redes religiosas que pueden ayudar a sostener las formaciones sobre el terreno. Además de reforzar las Brigadas Gigantes bajo el mando de Abdulrahman al-Muharrami, conocido como Abu Zara, el activista yemení Adel al-Hasani afirma que Riad estableció 62 centros religiosos durante la tregua, que se extienden desde Bab al-Mandab hasta Mahra.
Otro informe sobre sus acusaciones señala al oficial saudí Falah al-Shahrani y al embajador Mohammed al-Jaber como responsables de supervisar la red. Según se informa, muchos de ellos están dirigidos por seguidores del predicador salafista Yahya al-Hajuri y se basan en autoridades religiosas como Rabee al-Madkhali.
Desde que el enfrentamiento entre Arabia Saudí y los Emiratos Árabes Unidos se intensificó a finales de 2025, Riad ha acelerado sus esfuerzos por reorganizar las formaciones armadas del sur y ganarse a sus comandantes, aprovechando el declive de la influencia militar emiratí tras la derrota, en enero de 2026, de las fuerzas respaldadas por Abu Dabi.
En febrero se informó de que el reino había destinado casi 3.000 millones de dólares al pago de los salarios de militares y civiles yemeníes, incluidos aproximadamente 1.000 millones de dólares para los combatientes del sur a los que antes pagaban los Emiratos Árabes Unidos.
Un bando salafista dividido
Los reveses sufridos por las formaciones respaldadas por Arabia Saudí reflejan un liderazgo fragmentado y objetivos políticos contradictorios, además de las pérdidas en el campo de batalla. Dentro del movimiento salafista yemení, algunos líderes han rechazado el intento de Riad de avivar las divisiones internas.
Personalidades del norte, entre ellas el jeque Mohammed al-Imam, han considerado la guerra contra Ansarallah como un conflicto entre musulmanes y han firmado acuerdos de coexistencia y distensión en zonas como Saada, Dhamar y Mabar.
Esos acuerdos contribuyeron a mantener a grupos de combatientes al margen de los combates. Su negativa a considerar el enfrentamiento como una obligación religiosa ha complicado el rumbo que Riad pretendía imponer a otras formaciones salafistas, financiándolas y armándolas antes de empujarlas al combate.
Las divisiones atraviesan las redes religiosas de las que depende el reino, así como las formaciones militares que ha puesto bajo su patrocinio. Para aquellos líderes salafistas que firmaron acuerdos locales, la coexistencia con Ansarallah ha supuesto una forma de mantener a sus comunidades al margen de los combates, lo que entra en conflicto directo con la movilización que Riad está fomentando en otros lugares.
Entre las fuerzas alineadas con Abu Dabi, voces vinculadas al Consejo de Transición del Sur (STC, en inglés) también han advertido de que la renovada dependencia de Riad respecto a los combatientes del sur refleja sus dificultades militares más que un cambio en su postura política.
Temen ser utilizados hasta que la amenaza inmediata remita, para luego volver a ser marginados. En su opinión, los llamamientos saudíes a las fuerzas del sur no ofrecen ninguna garantía de que el reino vaya a atender sus demandas políticas una vez que esos combatientes hayan cumplido su propósito militar inmediato.
Saná ha ampliado sus contactos tribales y ha aprovechado las divisiones entre sus oponentes, en paralelo a su campaña militar. Los informes sugieren que estas negociaciones, las infiltraciones de seguridad y los ataques contra depósitos de armas han contribuido a debilitar a las formaciones enemigas y a preparar el terreno para nuevos avances.
El investigador y analista político Ahmed al-Hasani describe el sectarismo como una de las principales herramientas de movilización de Arabia Saudí en Yemen. Sin embargo, distingue entre las escuelas salafistas vinculadas a Riad, otras ligadas a Abu Dabi y aquellas que conservan cierta independencia.
La escuela del imán de Dhamar considera la guerra como un conflicto interno, explica, mientras que Arabia Saudí sigue cortejando a figuras de la escuela Fuyush de Adén sin haberlas involucrado aún en la batalla, a pesar de las fatwas de los clérigos saudíes —incluida la de Fawzan—.
Hasani afirma a The Cradle que la predicación incendiaria se ha extendido por las mezquitas, mientras que los grupos takfiri más cercanos al ISIS operan al margen de las estructuras tradicionales de las mezquitas y las escuelas religiosas. Se concentran en zonas rurales y en torno a las líneas del frente, combatiendo en frentes como los de Bayda y Marib.
Las Fuerzas del Escudo de la Nación siguen desplegadas a lo largo de las líneas de contacto en Marib, Jawf, Shabwa, Bayhan y Abyan, en alerta frente a Ansarallah, pero sin que actualmente se estén llevando a cabo ofensivas de gran envergadura en esos sectores.
Reclutamiento más allá de Yemen
A medida que sus formaciones aliadas pierden posiciones estratégicas, Riad ha buscado refuerzos en el extranjero. Axios informó de conversaciones entre Arabia Saudí y Siria sobre el envío de tropas a Yemen, en medio de informes independientes sobre esfuerzos para reclutar combatientes takfiri que lucharon en Siria.
Estas medidas coincidieron con la activación del Acuerdo de Defensa Conjunta de La Meca entre Arabia Saudí, Turquía y Pakistán. A pesar de los informes sobre la concentración de soldados pakistaníes cerca de la frontera con Yemen, Islamabad afirmó que sus fuerzas no cruzarían a Yemen y que su misión se limitaba a defender el territorio saudí.
La movilización religiosa también se ha extendido más allá de Yemen. Páginas sirias y relatos procedentes de Damasco, Idlib y Hama han seguido de cerca los combates, mientras que fuentes yemeníes declararon a Al-Akhbar que se estaba trasladando a combatientes desde Siria a través de territorio saudí, con la ayuda de Turquía para que algunos llegaran a los frentes de Marib, Jawf, Adén y Hadramaut.
El exministro del Interior iraquí Baqir Jabr al-Zubaidi afirmó que se había organizado un puente aéreo para trasladar a combatientes sirios a Yemen tras el fracaso de las campañas militares del Golfo.
La Asociación de Eruditos Musulmanes de Irak, una organización clerical suní, emitió un comunicado en el que pedía apoyo político, mediático, ideológico y en el campo de batalla para los combatientes contrarios a Ansarallah. También condenó la matanza de hombres que habían depuesto las armas, describiendo el incidente como una grave violación religiosa y exigiendo medidas correctivas contra los responsables.
Hadi Qubaisi, director del Centro Ufeed de Investigación y Estudios e investigador especializado en asuntos políticos e islam político, sostiene que:
«La apuesta por traer combatientes de Siria a Yemen se basa principalmente en aprovechar el número, más que en reactivar un proyecto yihadista capaz de atraer a grandes masas. Si se tratara de una auténtica movilización yihadista, sus ecos habrían llegado hasta Trípoli y los campos palestinos. Pero el atractivo de este discurso ha disminuido, sobre todo tras la guerra de Gaza y la brecha que esta puso de manifiesto entre las consignas y las posturas prácticas».
Arabia Saudí ha perdido parte de su capacidad de movilización religiosa, añade Qubaisi a The Cradle, mientras que las autoridades sirias controlan el discurso religioso y están reformando los planes de estudios. Por lo tanto, enviar un número limitado de combatientes difiere de lanzar una amplia campaña de reclutamiento.
En Yemen, Islah y sus aliados también han utilizado la retórica religiosa y takfiri en su enfrentamiento con Ansarallah. Su capacidad para traducir esa predicación en un reclutamiento generalizado ha seguido siendo limitada, a pesar de los esfuerzos por presentar la participación en los combates como un deber religioso.
Qubaisi considera que el traslado de combatientes a Yemen se enfrenta a obstáculos sustanciales, desde el escaso atractivo del campo de batalla y la ausencia de incentivos económicos que se ofrecen en otros lugares hasta las divisiones y las luchas internas entre las fuerzas armadas del sur.
Publicado originalmente por Geopolítica rugiente
UKMTO reports new maritime incident off Iraqi shores

Are the United States and Israel in decline-and-fall mode?
By Philip GIRALDI
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The horrors deliverable by Israel that might come next
Speculation is growing over the sustainability of the United States’ model of global dominance which emerged as Washington ended the Second World War as plausibly the sole superpower. That role was first tested in the Korean War, which produced something of a stalemate in a confrontation that included China, and led to a Ceasefire Agreement which is still in place to this day. More recently the collapse of the Soviet Union in 1991, even given the disastrous and pointless war in Vietnam, confirmed the US’s superior military, political and financial status, leading to an affirmation of American dominance as an essential element in global political stability in several initiated and mandated policy documents including in the statement of principles spelled out in 1990’s which was later published in September 2000 as the Rebuilding America’s Defenses: Strategy, Forces, and Resources for a New Century: a Project for the New American Century (PNAC). The final elaboration of the policy was derived from the so-called “Wolfowitz Doctrine” which was the common referral to national defense guidance developed when Paul Wolfowitz, working for Vice President Dick Cheney, was Associate Secretary of Defense. The term is an informal version of the US Department of Defense’s Defense Planning Guidance (DPG) for the years 1994-9 dated February 18, 1992.
As the first DPG after the Cold War and first Gulf Wars ended and the draft described the United States as the world’s only superpower it made preventing the emergence (or re-emergence) of a global or regional competitor a top priority. This objective included preventing any hostile power’s dominance of strategically or resource rich important regions that could produce alternative sources of global power. It argued that that the US Military must remain sufficiently strong enough to deter possible competitors, retaining the ability to act unilaterally if necessary. The PNAC declaration called for a continuing global leadership role for the United States which implied the resort to preemptive war against adversaries when needed.
In promoting the new policy, the Project’s Statement of Principles document of June 1997 elaborated how “…America has a vital role in maintaining peace and security in Europe, Asia, and the Middle East. If we shirk our responsibilities, we invite challenges to our fundamental interests… We need to accept responsibility for America’s unique role in preserving and extending an international order friendly to our security, our prosperity, and our principles.”
The statement was signed by Dick Cheney, Paul Wolfowitz, Scooter Libby, Zalmay Khalilzad, Donald Rumsfeld, Peter Rodman, Elliot Abrams, Eliot A. Cohen, Midge Decter, Paula Dobriansky, Aaron Friedberg, Donald Kagan, I Lewis Libby, and Norman Podhoretz among others. It was considered to be very “Israel friendly” subsequently and it, combined with the awesome and growing political and institutional power of the US Israeli Lobby, was used to justify US interventions in the Middle East during the following decades. Indeed, one might argue that Israel’s form of interaction with its neighbors and even with much of the world today was shaped by the numerous Jews and Israel firsters who participated in the drafting of the critical documents asserting Washington’s need to behave aggressively, to include its participation in conflicts that it would otherwise been able to avoid such as those occurring in the Middle East which were instigated by Israel’s promotion of its own interests just like is currently taking place with Iran.
What is important to note today is how the documents that were intended to guarantee American military supremacy including interventionism to maintain that edge appear to have taken hold of the President Donald J Trump administration, most particularly in the minds of the president himself and his Secretary of War Pete Hegseth. So, what went wrong as the United States now appears to be losing on all fronts where it has opted for confrontation instead of negotiation? It is perhaps important to note that the geopolitical missteps are likely the result of a doctrine coming from a different world than 1991 with different means of assessing strength or weakness. Trump and Hegseth might well be perceived as dinosaurs heading for extinction during their own version of the Triassic Period and the country that they have so much abused might be heading for decline and fall. The question becomes “After the US falls, who will be there to pick up the pieces?”
And one might presume that America’s most protected client Israel, which would certainly be joined to the US as the world’s most hated nation, might also be heading in the same direction. The only difference being that Israel has declared that it will use its nuclear arsenal to take much of the world with it if it goes down, the so-called Samson Option. Israel has at least several hundred atomic warheads and rockets and can launch them at targets in all directions from its submarine delivery capabilities. Most European capitals would certainly be targets for Israeli missiles and warplanes. Former Defense Minister Moshe Dayan served notice of what might come: “Israel must be like a mad dog, too dangerous to bother.” A minority of Israeli leaders might try to prevent things from coming to that, if at all possible, but those in charge will surely have the capability to take part of the world down with them and that is precisely what will happen as Israel goes under. But before that happens a wave of millions of Jewish “refugees” will roll over the US and Europe primarily. They will insist on creating new nations just like they did to the Palestinians and likely will have their nuclear weapons with them as “insurance.”
Interestingly, Israel is also reported to be developing a biological weapon arsenal which is “ethnically targeting” selective meaning that it will kill only holders of certain DNA or ethnic characteristics, presumably killing those with majority Arab biology while sparing anyone with Jewish traits or characteristics. Interesting. I might be the easy way to “mow the lawn” of objectional foreigners as Israel’s leaders have frequently carried out in places like Gaza and Lebanon.
But it occurs to me that Israel will follow a slightly different pattern, namely disorienting the playing field by the use of false flag incidents that will encourage Americans and Europeans to support pro-Israel policies that are clearly not in their interest, and applying “Palestinian option” alternatives to reduce and then completely eliminate resistance to its own form of “global dominance.” That means stealing other people’s land while also systematically exterminating them, possibly with the biological “bombs. The process of emigrating is already underway among many mostly better educated Israelis who are already rapidly leaving an Israel under threat to recreate their exclusively Jewish ghettos and settlements in places like Crete, Greece and in South America. The local residents frequently complain about the abuse they receive from the newcomers but their governments suffer from the typical Zionist disease, i.e. local governments that are bought or pressured to give way.
America already has discovered the phenomenon in the communities in New York and New Jersey states and elsewhere in the country where often Orthodox Jewish religious ritual restrictions control behavior of all citizens and even visitors who dare to defile the enclaves. If Israel in what was once Palestine goes under will that mean that millions of new immigrants, certainly given free entry with no conditions on their behavior by a US Congress which displays Israeli flags in its office spaces on Capitol Hill. The clowns in Congress and the White House may not be bothered by the Israeli Jewish tendency to despise the other 90% of any country’s inhabitants as subhuman, as they do with the Palestinians currently. Florida (of course!) Congressman Brian Mast, who wears his Israeli army uniform when working in his Congressional office, said : “there is no such thing as innocent Palestinians”! And he is not the only congressman or staffer who embraces that view, which is reiterated by 90 of Israeli Jews who support extermination of all Muslims and Christians!
So what comes next? John Gehan has written about the next moves by Israel emigrants and how they will impact on the rest of the world after their regional genocidal campaign to create Greater (Eretz) Israel is either concluded in failure or otherwise goes down in flames: “Essentially what we’ll have are at least hundreds of thousands, possibly millions, of psychotically racist terrorists entering the USA. These are ethnically obsessed monsters who don’t consider anyone outside of their pernicious tribe to be human. They’ll have weapons at their disposal and a cemented nationwide network to commit mass murder. Maybe some of these crazies will seek shelter in Europe or Canada or Argentina, etc. But many will choose the USA as a redoubt. At best, murders and acts of terror will spike dramatically in this country. Israeli Zionists are genocidal psychopaths. As we have all seen.”
For those who need further elucidation of what is going on and what drives it, the head of one of Israel’s most prominent think tanks, Major General Tamir Hayman has described in an article further examined by Trita Parsi the Quincy Institute, the harsh reality of Israel’s current and ongoing new national security doctrine: Hayman describes how “The United States is a ‘declining power’ and, given its ongoing social and political shifts, will soon abandon Israel in any event. This is compelling Israel to move toward greater self-reliance in order to avoid ‘excessive dependence’ on the US since it ‘exposes Israel to the influence of a progressive American value system that is incompatible with Israel’s Jewish character.’ He concludes: ‘Severing ties with the United States is therefore not only inevitable, but essential to Israel’s independence and the resilience of its Jewish national identity.’” Why is that? “Because of the Primacy of Jewish Identity over Democracy: The state’s Jewish identity takes precedence over its democratic system of government.” And it takes precedence over the constitutional rights of any nation that Jews should wind up settling in!
So, we Americans and presumably lots of other people have something to look forward to from an Israel whose leaders including Benjamin Netanyahu and Ariel Sharon have often bragged about how they control “America,” and now it it boasting how it has taken its pound of flesh and then will discards the US donor after it is bled white! It presumes the end of nations as we know them that try to function decently to be replaced by an ethno-religious state armed with nukes and bio weapons that will begin its process of extermination just as it is already carrying out in the Middle East! Mazel Tov to y’all!
Original article: www.unz.com
Cosa sta realmente accadendo al confine tra Iran e Pakistan
Non c’è modo di combattere l’Impero senza aggirare il suo controllo sul sistema finanziario internazionale.
Si sta già scatenando il finimondo quando si tratta di indagare su ciò che sta realmente accadendo in relazione agli ultimi, decisamente oscuri, movimenti legati agli Stati Uniti sul territorio e nelle acque pakistane. Dopo una prima analisi su Transition Protocol – che, come ammesso, non ha fornito tutte le risposte necessarie – abbiamo approfondito l’argomento con un’analisi molto più completa, supportata da diverse fonti.
Ciò che stiamo osservando in diversi punti nevralgici della connettività terrestre estremamente delicata tra Iran e Pakistan non è una chiusura totale delle frontiere, bensì un delicato equilibrio su due fronti da parte di Islamabad tra l’enorme morsa finanziaria di Washington e l’ancora di salvezza strategica di Teheran.
Ecco quindi a che punto siamo, integrando i dati verificati con le nostre ultime consultazioni.
Il punto chiave: il fattore scatenante dal punto di vista normativo è stata una misura di sanzioni bancarie, non solo la sicurezza delle frontiere.
Sebbene i funzionari provinciali del Balochistan abbiano pubblicamente attribuito la sospensione di sabato in due nodi chiave, Taftan e Gabd–Rimdan, a motivi di sicurezza, antiterrorismo e lotta al contrabbando, ciò che conta di più è l’esatto meccanismo relativo a un memorandum emanato venerdì scorso dal Ministero del Commercio pakistano.
Tale memorandum ha immediatamente revocato la proroga del 3 ottobre relativa all’esenzione dal Modulo Elettronico di Importazione (EIF) per le merci importate dall’Iran, e ha coinciso con l’ordine impartito da Islamabad di chiudere il valico di frontiera dell’Agenzia Federale di Investigazione (FIA) a Taftan.
L’aspetto fondamentale è che, senza l’esenzione dall’EIF, gli importatori pakistani devono gestire gli acquisti iraniani attraverso i canali bancari ufficiali pakistani – cosa che le sanzioni statunitensi, ovviamente, rendono assolutamente impossibile.
Peyman Sanandaji, presidente della Commissione Trasporti della Camera di Commercio di Teheran, ha confermato ufficialmente che è proprio il rispetto delle sanzioni bancarie (l’abbandono dell’EIF) ad aver bloccato le esportazioni iraniane verso il Pakistan.
Lo shock immediato ai valichi ufficiali è stato notevole: sono a rischio oltre 4.000 tonnellate di importazioni giornaliere di GPL iraniano attraverso Gabd–Rimdan. L’ex presidente della Camera di Commercio di Quetta, Ayoub Miryani, ha riferito che oltre 2.000 container sono bloccati nella sola Gabd–Rimdan, con altre centinaia di autocarri merci in coda a Taftan.
Ma perché sta accadendo proprio ora? A causa della spiacevole coincidenza tra la rata del FMI del 7 ottobre che il Pakistan doveva pagare e l’«Operazione Economic Outcast» del Tesoro imperiale statunitense.
Nell’ambito dell’«Operazione Economic Outcast», Washington ha concesso ai paesi terzi una «scadenza ben definita per interrompere» i collegamenti commerciali con l’Iran, pena l’espulsione dal sistema finanziario statunitense. A ciò hanno fatto seguito le designazioni dell’OFAC del 1° ottobre contro le reti ferroviarie terrestri e industriali iraniane e le azioni dell’8 ottobre contro 17 petroliere della «flotta ombra».
Ma poi, il 7 ottobre – appena nove giorni prima che il Ministero del Commercio revocasse la deroga EIF – Islamabad ha raggiunto un accordo con il FMI sulla quarta revisione della sua Extended Fund Facility per sbloccare 1,21 miliardi di dollari. Ciò richiede ancora l’approvazione del Consiglio esecutivo del FMI.
Naturalmente non esiste alcun documento pubblico che dimostri un ordine diretto da parte degli Stati Uniti o del FMI di chiudere i confini tra Iran e Pakistan. Tuttavia, fonti di Islamabad hanno sottolineato che lasciare in vigore una deroga a tempo indeterminato sugli strumenti bancari in vista del voto del Consiglio del FMI era diventato per il Pakistan un punto di vulnerabilità insostenibile in materia di sanzioni.
Le fonti di Islamabad sostengono con fermezza che la mossa fosse accompagnata da autentiche preoccupazioni in materia di controsabotaggio e silenziosamente coordinata tra Islamabad e Teheran (corsivo mio), affinché la sospensione non compromettesse i rapporti bilaterali.
Il portavoce del Ministero degli Esteri iraniano, Esmaeil Baghaei, ha pubblicamente definito l’interruzione una pausa temporanea dovuta a «problemi tecnici» e a «misure precauzionali».
Da parte loro, fonti ufficiali pakistane hanno insistito sul fatto che i controlli più rigorosi costituiscono una misura congiunta di antiterrorismo che riflette la «reciproca comprensione» con Teheran a seguito di un’impennata degli attacchi nel Sistan-Baluchistan, delle imboscate autostradali e di un attacco marittimo avvenuto l’11 ottobre contro imbarcazioni della Guardia Costiera pakistana al largo di Jiwani – che i funzionari pakistani hanno attribuito ad «attori stranieri» intenti a sabotare la mediazione del Pakistan nell’accordo di pace con l’Iran.
Si torna allo stesso vecchio schema dei salafiti-jihadisti strumentalizzati e manipolati dai soliti sospetti.
L’unica telefonata pubblicamente confermata tra il vice primo ministro Ishaq Dar e il ministro degli Esteri Abbas Araghchi ha avuto luogo domenica 18 ottobre – due giorni dopo il memorandum del 16 ottobre – e i resoconti ufficiali menzionano solo la diplomazia regionale e la riunione dell’OIC a Baghdad.
Pertanto, il coordinamento preventivo a livello di vice primo ministro Dar e ministro degli Esteri Araghchi, così come gli arresti specifici per sabotaggio, fanno parte della nostra stessa cronaca.
Esportazioni asimmetriche di generi alimentari e rotte informali
In sintesi, le merci continuano a attraversare i confini. Islamabad ha deliberatamente lasciato in essere le esportazioni pakistane di prodotti deperibili e alimentari verso l’Iran. Prodotti deperibili essenziali – tra cui pomodori, patate e cipolle – continuano a circolare, insieme ai tradizionali flussi di petrolio e carburante, attraverso il poroso confine lungo 909 km.
La documentazione normativa ne spiega il motivo: otto mesi fa, il Pakistan ha emanato una deroga separata relativa agli strumenti bancari, specificamente per dieci prodotti alimentari esportati via terra verso l’Iran (elencando esplicitamente riso, patate, cipolle, pomodori, carne e frutta), oltre ai prodotti farmaceutici.
La Camera di Commercio di Teheran ha confermato sabato scorso che, mentre le esportazioni iraniane verso il Pakistan sono bloccate dalla norma EIF, le importazioni dal Pakistan verso l’Iran proseguono, e il commercio informale di carburante e il commercio transfrontaliero attraverso il Baluchistan operano già per un valore stimato compreso tra 800 milioni e oltre 1 miliardo di dollari all’anno al di fuori dei canali doganali ufficiali.
Si dovrebbe prestare particolare attenzione ai porti di Gwadar e Karachi, nonché all’architettura complessiva del transito Cina-Iran. Secondo le nostre fonti, il transito di merci provenienti da paesi terzi e quello tra Cina e Iran attraverso il Pakistan rimane protetto.
A livello giuridico, un documento che descrive in dettaglio il transito delle merci attraverso il Pakistan ha stabilito sei corridoi di transito terrestri designati che collegano Gwadar, Karachi e Port Qasim a Gabd e Taftan per le merci provenienti da paesi terzi dirette in Iran, sotto la garanzia di una banca.
Inoltre, una notifica del Federal Board of Revenue dello scorso giugno ha formalmente designato la stazione ferroviaria di Taftan come stazione doganale terrestre, mentre i ministri iraniani e pakistani promuovono il corridoio ferroviario per collegare la Cina all’Iran e all’Europa.
Tuttavia, permangono due vincoli operativi molto complessi.
La modernizzazione della linea ferroviaria Quetta-Taftan è ancora ufficialmente classificata come un progetto di potenziamento; inoltre, la designazione da parte dell’OFAC, avvenuta il 1° ottobre, della Compagnia Ferroviaria della Repubblica Islamica dell’Iran (RAI) era esplicitamente volta a ostacolare il passaggio di Teheran dalle rotte marittime bloccate al trasporto ferroviario.
Per riassumere: ci vuole una maestria eccezionale per affrontare l’Impero della Pirateria. Islamabad ha messo in atto una manovra classica e ben calibrata: revocare visibilmente la deroga formale alle importazioni EIF a Taftan e Gabd–Rimdan per proteggere la sua tranche in sospeso da 1,21 miliardi di dollari del FMI e le banche pakistane dalle sanzioni secondarie del Tesoro statunitense.
E nel contempo ha mantenuto attive con Teheran le esportazioni alimentari pakistane, i canali informali di confine e gli accordi di transito con paesi terzi.
Se ciò rimarrà un breve riassetto amministrativo o si consoliderà in un punto di strozzatura più duraturo sarà deciso da tre indicatori nel corso delle prossime due settimane:
- Una notifica modificata relativa all’EIF o al baratto da parte del Ministero del Commercio.
- Sdoganamento separato per le merci in transito verso Gwadar/Karachi.
- Movimenti documentati di merci lungo il collegamento ferroviario Taftan–Zahedan.
Possa questa lezione rimanere impressa nelle terre rare affinché l’intero Sud del mondo rifletta: non c’è modo di combattere l’Impero senza aggirare il suo controllo sul sistema finanziario internazionale.
Israeli regime attacks several areas in southern Lebanon

Projectile strikes tanker west of Oman’s Bukha: UKMTO

Hidden hands and hired guns: how Iran hits its enemies abroad

Britain’s prime minister, Andy Burnham, has said the recent suspected terror plot targeting RAF Fairford in Gloucestershire was “almost certainly” directed by Iran. The allegation has centered attention on how Iran projects power beyond its borders. The case comes at a time of rising concern about Iranian-linked activities in the UK. In early October, two […]
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Is time running out for Mohammed bin Salman?

In “The Muqaddimah”, the 14th-century historian Ibn Khaldun wrote that “great dynasties often decline after three generations because they fail to produce capable successors.” Under Crown Prince Mohammed bin Salman, Saudi Arabia now asks this question precisely: Has he weakened the very dynasty he was meant to strengthen and secure? The kingdom is under mounting […]
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Gaza Health Ministry warns of hospital power collapse

Over 1,000 Yemeni fishermen killed, injured in Saudi attacks

Armed groups launch drone attack against al-Jolani regime

Ukraine deployed thousands of microdrones in Iraqi Kurdistan: Tasnim
Al Mayadeen | October 20, 2026
Ukraine has deployed drone personnel and thousands of microdrones across countries surrounding Iran, including Iraq’s Kurdistan Region, an Iranian security source told Tasnim News Agency, highlighting the deployments as part of a broader network of hostile activities directed against Tehran.
According to the security source, Kiev had established an operational microdrone network across the region, with thousands of drones deployed in Iraq’s Kurdistan Region.
The source withheld the names of the countries hosting Ukrainian personnel and equipment, stating that the information remained confidential and would be disclosed in due course.
Tehran preparing appropriate response
The Iranian security source further said Tehran considers Ukraine’s activities part of the broader hostile actions pursued by Europe and NATO against Iran, adding that Iranian authorities are fully aware of Kiev’s operations.
Tehran, according to the source, is considering an appropriate response to the deployments, which it stressed as a security threat.
Describing the operation as a “failed attempt and an embarrassment” for Ukraine, the source stressed that Iran remains aware of Kiev’s activities and their implications for regional security.
The bigger picture
The deployment comes amid longstanding security concerns over armed Kurdish separatist groups operating along Iran’s western border and growing tensions between Tehran and Kiev following a Ukrainian attack on an Iranian commercial vessel in the Caspian Sea.
Baghdad, Tehran, and the Kurdistan Regional Government (KRG) signed a security agreement in March 2023 requiring Iranian Kurdish separatist groups to disarm and relocate away from the Iraq-Iran border.
The agreement also obliges Iraqi authorities to prevent the groups from using Iraqi territory to launch military operations against Iran. While Baghdad and the KRG have fulfilled their obligations, sources told Al Mayadeen that four or five Iranian separatist groups continue to defy the agreement and carry out provocations along the border.
The remaining groups have continued their activities despite guarantees offered by the KRG, with Al Mayadeen Plus reporting in September that they had refused to leave their positions.
Tehran has responded to the separatist groups with missile and drone strikes, as well as ground operations targeting positions in Erbil and Sulaymaniyah. In July, Iranian strikes martyred nine members of the Komala Party. Iran is also building a security wall extending more than 250 kilometers along its border with the Kurdistan Region.
These security concerns have unfolded alongside a deterioration in relations between Iran and Ukraine. In July, Tehran condemned a Ukrainian attack on an Iranian commercial vessel in the Caspian Sea that killed one sailor and injured another. Iran’s Foreign Ministry characterized the strike as an act of aggression and a violation of Article 2(4) of the UN Charter, warning that it could widen the scope of the war.

Ukraine deploys micro-drones in PG Arab countries: report

Iranian sources reveal details of Russia-China Hormuz proposal
Al Mayadeen | October 20, 2026
Tehran no longer views Pakistani and Qatari mediation as yielding tangible results, Iranian sources told Al Mayadeen on Tuesday, as a Russian initiative coordinated with China proposes joint management of the Strait of Hormuz with Iran.
Iranian sources told Al Mayadeen that Tehran has come to view Pakistani and Qatari mediation as ineffective in delivering tangible results, citing Islamabad and Doha’s limited ability to influence the US position. This has prompted Iran to explore alternative channels for mediation.
In this context, Iranian international affairs expert Mehdi Khan Alizadeh told Al Mayadeen that a new Russian diplomatic move could pave the way for Moscow to assume a more substantive mediating role, amid coordination between Russia and the United States. He pointed to a Russian initiative developed in cooperation with China that proposes joint management of maritime traffic through the Strait of Hormuz with Iran.
Alizadeh explained that the initiative concerns the Strait of Hormuz and Gulf security. Russian Foreign Minister Sergey Lavrov’s visit to Tehran addressed these issues, while Iranian President Masoud Pezeshkian is expected to visit Moscow again, reflecting continued efforts surrounding the Russian proposal.
Regarding Tehran’s immediate priorities, Alizadeh stressed that ending the war takes precedence over the nuclear issue. He said this position follows a decision by the Leader of the Islamic Revolution and the Islamic Republic, Sayyed Mojtaba Khamenei, adding that Iran’s current focus is on securing a ceasefire, while the nuclear file is not presently among its priorities.
These developments coincide with US President Donald Trump’s remarks about “providing a framework for Russia to communicate with Iran,” potentially intersecting with Moscow’s diplomatic efforts.
Lavrov visits Tehran for first time since start of war
Russian Foreign Minister Sergey Lavrov arrived in Tehran on Monday for his first visit since the start of the war on Iran, as Moscow seeks to play a mediating role.
Lavrov said Moscow’s efforts “aim to prevent the return of a full-scale war.”
Meanwhile, Iranian President Masoud Pezeshkian told Lavrov that the establishment of US military bases in regional countries has offered, and will continue to offer, no benefit to the region beyond increasing tensions and undermining security.
During his meeting with Lavrov, Pezeshkian said US interference and divisive policies had led to the emergence of disputes across the region.
He stressed that there are no fundamental disagreements between Iran and regional countries, affirming Tehran’s readiness to address existing challenges through dialogue and mutual understanding.
Pezeshkian also said Iran shares common ground with countries across the region and has consistently sought to develop relations with them on the basis of brotherly engagement and mutual cooperation.
Araghchi, Lavrov reject military action, call for stability in Gulf
Iranian Foreign Minister Abbas Araghchi, for his part, said during a joint press conference with Lavrov that Tehran and Moscow agree that military action is not the solution. He added that relations between the two countries contribute to strengthening regional stability.
Araghchi said he had hosted Lavrov in Tehran for “important discussions” covering several issues spanning Europe and West Asia, including Lebanon, Palestine, Ukraine, and Yemen.
The talks also focused on expanding economic and nuclear cooperation between the two countries. Araghchi underscored that ties between Iran and Russia have never been closer or more collaborative than they are today.

Israeli forces conduct new aggression in southern Syria

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Exclusiva: Lo que realmente está ocurriendo en la frontera entre Irán y Pakistán
No hay forma de luchar contra el Imperio sin eludir su control sobre el sistema financiero internacional.
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Ya se ha desatado el caos a la hora de investigar qué está ocurriendo exactamente en relación con los últimos movimientos, sin duda turbios y vinculados a EE. UU., en territorio y aguas pakistaníes. Tras una evaluación inicial en Transition Protocol —que, como se reconoció, no proporcionó todas las respuestas necesarias—, profundizamos en un análisis mucho más exhaustivo respaldado por varias fuentes.
Lo que estamos observando en varios puntos clave de la conexión terrestre entre Irán y Pakistán, de extrema sensibilidad, no es un cierre total de la frontera, sino un delicado equilibrio de doble vía por parte de Islamabad entre la tremenda presión financiera de Washington y el salvavidas estratégico de Teherán.
Así que esta es la situación actual, combinando los datos contrastados con nuestras últimas consultas.
El punto clave: el detonante normativo fue una medida de sanciones bancarias, no solo la seguridad fronteriza.
Aunque los responsables provinciales de Baluchistán justificaron públicamente el sábado el cierre de dos puntos clave —Taftan y Gabd–Rimdan— alegando motivos de seguridad, lucha contra el terrorismo y lucha contra el contrabando, lo que más importa es el mecanismo exacto en torno a un memorándum emitido el viernes pasado por el Ministerio de Comercio pakistaní.
Dicho memorándum revocó de inmediato una prórroga, concedida el 3 de octubre, de la exención del Formulario Electrónico de Importación (EIF, en inglés) para mercancías importadas de Irán, y coincidió con la orden de Islamabad de cerrar el puesto de inmigración de la Agencia Federal de Investigación (FIA, en inglés) en Taftan.
Lo fundamental es que, sin la exención del EIF, los importadores pakistaníes deben tramitar las compras iraníes a través de los canales bancarios oficiales de Pakistán —lo que, por supuesto, las sanciones estadounidenses hacen absolutamente imposible.
Peyman Sanandaji, presidente de la Comisión de Transporte de la Cámara de Comercio de Teherán, confirmó oficialmente que ha sido el cumplimiento de las sanciones bancarias (el abandono del EIF) lo que ha paralizado las exportaciones iraníes a Pakistán.
El impacto inmediato en los pasos fronterizos oficiales fue considerable: están en peligro más de 4.000 toneladas de importaciones diarias de GLP iraní a través de Gabd–Rimdan. El expresidente de la Cámara de Comercio de Quetta, Ayoub Miryani, informó de que solo en Gabd–Rimdan hay más de 2.000 contenedores varados, con cientos de camiones de mercancías más atascados en Taftan.
¿Por qué está ocurriendo esto ahora? Debido a la nefasta coincidencia entre el pago del tramo del FMI del 7 de octubre que Pakistán tenía que abonar y la «Operación Economic Outcast» del Tesoro imperial estadounidense.
En el marco de la «Operación Economic Outcast», Washington dio a terceros países un «plazo definido para cerrar» las vías de suministro comerciales relacionadas con Irán o enfrentarse a la expulsión del sistema financiero estadounidense. A esto le siguieron las designaciones de la OFAC del 1 de octubre contra las redes ferroviarias terrestres e industriales de Irán y las medidas del 8 de octubre contra 17 petroleros de la «flota en la sombra».
Pero entonces, el 7 de octubre —solo nueve días antes de que el Ministerio de Comercio revocara la exención del EIF—, Islamabad llegó a un acuerdo con el FMI sobre la cuarta revisión de su Servicio Ampliado del Fondo para desbloquear 1.210 millones de dólares. Esto aún requiere la aprobación del Consejo Ejecutivo del FMI.
Por supuesto, no existe ningún documento público que demuestre una orden directa de EE. UU. o del FMI para cerrar las fronteras entre Irán y Pakistán. Pero fuentes de Islamabad subrayaron que mantener vigente una exención de instrumentos bancarios de duración indefinida antes de la votación del Consejo del FMI se había convertido en una vulnerabilidad insostenible para Pakistán en materia de sanciones.
Las fuentes de Islamabad insisten en que la medida vino acompañada de auténticas preocupaciones por el contrasabotaje y se coordinó discretamente entre Islamabad y Teherán (cursiva mía) para que la pausa no rompiera las relaciones bilaterales.
El portavoz del Ministerio de Asuntos Exteriores iraní, Esmaeil Baghaei, calificó públicamente la interrupción como una pausa temporal debida a «problemas técnicos» y «medidas de precaución».
Las fuentes oficiales pakistaníes, por su parte, insistieron en que el endurecimiento de los controles es una medida conjunta de lucha contra el terrorismo que refleja un «entendimiento mutuo» con Teherán tras un repunte de los atentados en Sistán-Baluchistán; las emboscadas en autopistas; y un ataque marítimo perpetrado el 11 de octubre contra embarcaciones de la Guardia Costera de Pakistán frente a Jiwani —que las autoridades pakistaníes atribuyeron a «actores extranjeros» que pretendían sabotear la mediación de Pakistán en el acuerdo de paz con Irán—.
Vuelta al mismo patrón de siempre: yihadistas salafistas utilizados como arma y manipulados por los sospechosos habituales.
La única llamada telefónica confirmada públicamente entre el viceprimer ministro Ishaq Dar y el ministro de Asuntos Exteriores Abbas Araghchi tuvo lugar el domingo 18 de octubre —dos días después del memorándum del 16 de octubre— y sus comunicados oficiales solo mencionan la diplomacia regional y la reunión de la OCI en Bagdad.
Por lo tanto, la coordinación previa a nivel de los ministros Dar y Araghchi y las detenciones específicas por sabotaje forman parte de nuestra propia información.
Exportaciones asimétricas de alimentos y rutas informales
En resumen, los productos siguen cruzando las fronteras. Islamabad ha permitido deliberadamente que sigan circulando los productos perecederos y las exportaciones alimentarias pakistaníes hacia Irán. Los productos perecederos esenciales —entre ellos, tomates, patatas y cebollas— siguen circulando, junto con los flujos tradicionales de petróleo y combustible, a través de la porosa frontera de 909 km.
El registro normativo explica el motivo: hace ocho meses, Pakistán promulgó una exención bancaria específica para diez productos alimenticios exportados a Irán por vía terrestre (en la que se enumeraban explícitamente el arroz, las patatas, las cebollas, los tomates, la carne y la fruta), además de productos farmacéuticos.
La Cámara de Comercio de Teherán confirmó el pasado sábado que, si bien las exportaciones iraníes a Pakistán se ven paralizadas por la normativa del EIF, las importaciones de Pakistán a Irán continúan, y el comercio informal de combustible y el comercio fronterizo a través de Baluchistán ya alcanzan un volumen estimado de entre 800 millones y más de 1 000 millones de dólares anuales al margen de los controles aduaneros oficiales.
Debe prestarse especial atención a los puertos de Gwadar y Karachi, así como a la arquitectura general de tránsito entre China e Irán. Según nuestras fuentes, el tránsito de terceros países y el tránsito entre China e Irán a través de Pakistán sigue estando protegido.
A nivel jurídico, un documento que detalla el tránsito de mercancías por Pakistán estableció seis corredores de tránsito terrestre designados que unen Gwadar, Karachi y Port Qasim con Gabd y Taftan para la carga de terceros países con destino a Irán bajo una garantía bancaria.
Además, una notificación de la Junta Federal de Ingresos del pasado mes de junio designó formalmente la estación de ferrocarril de Taftan como puesto aduanero terrestre, y los ministros iraníes y pakistaníes han promovido el corredor ferroviario para conectar China con Irán y Europa.
Sin embargo, siguen existiendo dos limitaciones operativas muy complicadas.
La modernización de la línea ferroviaria Quetta-Taftan sigue figurando oficialmente como una mejora prevista; y la designación por parte de la OFAC, el 1 de octubre, de la Compañía Ferroviaria de la República Islámica de Irán (RAI) tenía como objetivo explícito frenar el cambio de Teherán de las rutas marítimas bloqueadas al ferrocarril.
En resumen: se necesita una habilidad extraordinaria para enfrentarse al Imperio de la Piratería.
Islamabad ha llevado a cabo una maniobra clásica y calculada: revocar de forma visible la exención formal de importación del EIF en Taftan y Gabd-Rimdan para proteger su próximo tramo del FMI, de 1.210 millones de dólares, y a los bancos paquistaníes de las sanciones secundarias del Tesoro de EE. UU.
Y todo ello sin dejar de mantener vivas las exportaciones alimentarias paquistaníes, las vías fronterizas informales y los marcos de tránsito de terceros países con Teherán.
Que esto siga siendo un breve reajuste administrativo o se consolide en un cuello de botella más prolongado lo decidirán tres indicadores durante las próximas quince días:
- Una notificación modificada del EIF o del trueque por parte del Ministerio de Comercio.
- Despacho de aduanas independiente para la carga en tránsito por Gwadar/Karachi.
Movimientos de mercancías documentados a través del enlace ferroviario Taftan-Zahedan.
Que la lección quede grabada en las tierras raras para que todo el Sur Global reflexione: no hay forma de luchar contra el Imperio sin eludir su control del sistema financiero internacional.