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"A Caça ao Estripador de Lisboa" chega ao teatro imersivo

22 October 2026 at 09:49
A jornalista Tânia Pereirinha e o encenador Simão Biernat revelam os bastidores da transformação do podcast plus do Observador numa peça de teatro que convida o público a entrar na história.

Morreu a atriz Clara Joana. Tinha 85 anos

19 October 2026 at 17:50
A atriz lisboeta participou em filmes como "Pão, Amor e... Totobola!" e "A ilha dos Amores", na década de 1960. "O Caminho Perdido" foi a sua última curta-metragem, em 2005.

© Facebook/Clara Joana

Clara Joana numa família de tradições teatrais, sendo filha do ator António Vitorino

"A Caça ao Estripador de Lisboa": o que é o teatro imersivo?

18 October 2026 at 14:55
O espectáculo estreia-se a 28 de outubro, a partir de um podcast do Observador. Mas como é que a "imersão" é um dos protagonistas? Quais os maiores desafios? E até que ponto se pode tornar tendência?

O “fator imersão” assume um papel preponderante para as cerca de 100 pessoas previstas como lotação máxima a cada sessão da "Caça ao Estripador de Lisboa"

Instituto Justina realiza oficina e apresenta espetáculo 1888

16 October 2026 at 02:09

O Instituto Justina realiza a oficina gratuita “Palavras Necessárias” com a dramaturga boliviana Claudia Eid Asbún neste sábado (17/10), das 14h às 18h. O espetáculo “1888” será apresentado gratuitamente nos dias 22, 23 e 24 de outubro, em três espaços culturais de Aparecida de Goiânia.

O espetáculo “1888” será apresentado gratuitamente nos dias 22, 23 e 24 de outubro, em três espaços culturais de Aparecida de Goiânia. Com atuação e dramaturgia da atriz goiana Takaiúna e direção da dramaturga boliviana Claudia Eid Asbún, a circulação integra o projeto Temporada 1888 – Dramaturgia Afro-Latinoamericana.

No dia 17 de outubro, sábado, das 14h às 18h, o Instituto Justina oferece a oficina gratuita Palavras Necessárias, ministrada por Claudia Eid, na sede do instituto. A iniciativa contempla ainda a publicação da dramaturgia em livro, com distribuição gratuita. O projeto foi aprovado pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás (FAC-GO), por meio do Edital Cultura Negra e Periférica de Goiás – Tradição, Arte e Identidade.

Mais do que revisitar o ano que dá nome ao espetáculo, “1888” lança um olhar sobre aquilo que a abolição formal da escravidão não foi capaz de encerrar. A montagem parte de memórias afro-brasileiras e latino-americanas para investigar a permanência das estruturas escravocratas, as violências que atravessam a existência de mulheres negras e as formas de resistência preservadas pela ancestralidade.

No centro da narrativa está Justina, uma mulher negra e curandeira que vive no Brasil de 1888. Entre ervas, rezas, lembranças e silêncios, a personagem carrega experiências que ultrapassam sua própria existência. Em cena, Justina conversa com um bebê sobre a vida e a liberdade. A música, a dança e a presença física da atriz conduzem uma narrativa em que o tempo deixa de obedecer à cronologia.

Criado em 2022, o espetáculo nasceu de um processo de formação e investigação dramatúrgica desenvolvido por Takaiúna em parceria com Claudia Eid Asbún. Durante a pesquisa, Takaiúna desenvolveu o conceito de “elementos-pontes”, expressão utilizada para identificar elementos cênicos que compartilham uma cosmologia comum em diferentes territórios da América Latina. O trabalho já circulou por festivais, universidades, Pontos de Cultura e espaços culturais comunitários da América Latina e do continente africano.

A presença de Claudia Eid Asbún em Aparecida de Goiânia vai além da direção do espetáculo. A oficina Palavras Necessárias propõe uma investigação sobre os caminhos da escrita para o teatro. A atividade parte das estruturas clássicas da dramaturgia e avança em direção a formas contemporâneas de construir narrativas. Um dos pontos centrais é a identificação dos chamados detonadores criativos: experiências, percepções e inquietações pessoais capazes de impulsionar a criação artística.

Dramaturga, diretora, atriz e jornalista, Claudia Eid Asbún está à frente da companhia independente El Masticadero, fundada em 2005, na Bolívia. Também dirige a Oficina Permanente de Teatro da Universidade Privada Boliviana (UPB), em Cochabamba. Sua produção dramatúrgica integra publicações na Bolívia, Espanha, Argentina e Cuba.

Outro desdobramento da temporada é a publicação de “1888” em formato de livro, que será distribuído gratuitamente a escolas, bibliotecas e Pontos de Cultura. A iniciativa amplia o alcance do projeto ao permitir que a dramaturgia continue circulando para além das apresentações.

A escolha dos espaços que recebem a temporada está diretamente relacionada à trajetória do Instituto Justina, organização sediada em Aparecida de Goiânia que desenvolve, desde 2015, atividades de formação, pesquisa, intercâmbio e circulação artística. Reconhecido como Ponto de Cultura em 2019, o Instituto teve sua metodologia “Dramaturgias Emergentes” reconhecida como Tecnologia Social pelo Banco Ibero-americano de Saberes, em 2022. Em 2026, passou à condição de Pontão de Cultura.

Oficina gratuita: 17 de outubro (sábado), das 14h às 18h, na sede do Instituto Justina. Apresentações gratuitas: 22 de outubro (quinta-feira), às 19h30, na sede do Instituto Justina; 23 de outubro (sexta-feira), às 14h, no CENFI; 24 de outubro (sábado), às 19h30, no Ponto de Cultura Rosa dos Ventos. Classificação indicativa: 18 anos.

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"Pura Loucura" e "Cock" em cena no Teatro Maria Matos

16 October 2026 at 00:36
"Pura Loucura", com encenação de Michel Simeão, ficará em cena até 29 de novembro e "Cock", encenada por Ricardo Neves-Neves, estará em cena até 22 de dezembro, devido à grande procura.

© José Frade

"Pura Loucura", um "policial em forma de comédia" escrito em 1963 pelo dramaturgo alemão Paul Portner, já "Cock" é da autoria do dramaturgo britânico Mike Bartlett escrito em 1980

Novo ciclo de Teatro Sénior começa com ‘Reunião de Condomínio’ no Centro Pastoral de Pêra

15 October 2026 at 18:00

O grupo de teatro do Polo de Educação ao Longo da Vida de Pêra sobe ao palco no próximo sábado, dia 17 de outubro, pelas 21h00, para apresentar a peça original «Reunião de Condomínio», no Centro Pastoral de Pêra. O espetáculo, de entrada livre, assinala o início de mais um ciclo de teatro sénior do concelho de Silves, que irá decorrer até ao final de novembro.

Promovida pelo Município de Silves, a iniciativa tem como objetivo possibilitar uma forma de ocupação criativa dos utentes, sendo um meio de combater o isolamento, a depressão e a promoção da interação física e mental dos utentes destes Polos, tornando o processo de socialização dos seniores mais dinâmico na comunidade.

A autarquia convida todos a assistir às produções originais dos grupos de teatro sénior dos Polos de Educação ao Longo da Vida do concelho de Silves.

Conheça os locais e a programação completa do Ciclo de Teatro Sénior:

  • 17 outubro | Grupo do Polo de Educação ao Longo da Vida de Pêra com a peça “Reunião de Condomínio” | 21h00 | Centro Pastoral de Pêra, em Pêra;
  • 25 de outubro | Grupo do Polo de Educação de São Marcos da Serra com a peça “O Pátio das Intrigas” | 17h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves;
  • 7 de novembro | Grupo do Polo de Educação de Silves com a peça “Prédio n. º13” | 21h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves;
  • 8 de novembro | Grupo do Polo de Educação de São Bartolomeu de Messines com a peça “O Capuchinho veio à Vila” | 17h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves;
  • 13 de novembro | Grupo do Polo de Educação de São Bartolomeu de Messines com a peça “O Capuchinho veio à Vila” | 21h00 | Sociedade de Instrução e Recreio Messinense, em São Bartolomeu de Messines;
  • 20 de novembro | Grupo do Polo de Educação de Pêra com a apresentação da peça “A Reunião de Condomínio” | 21h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves;
  • 21 de novembro | Grupo do Polo de Educação de Armação de Pêra com a apresentação da peça “O verdadeiro tesouro” | 21h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves;
  • 22 de novembro | Grupo do Polo de Educação de Tunes com a apresentação da peça “Entretanto na estação” | 17h00 | Teatro Mascarenhas Gregórios, em Silves.

Uma Antígona contra o despejo: "Até onde queremos ir?"

13 October 2026 at 16:49
Com a crise da habitação no centro da atualidade, "O Mal na Raiz" recupera a figura da tragédia grega para fixar a reflexão na realidade lisboeta. A peça de Guilherme Gomes estreia-se no São Luiz.

© Luis Belo

Com interpretações de Nuno Nunes, Siobhan Fernandes (na foto) e Sónia Barbosa, a peça não esconde a intenção de se afirmar como manifesto e apelo a uma cidadania ativa.

Bárbara Branco ainda se pergunta "Estarei à altura?"

10 October 2026 at 19:27
Estreou-se aos 13 anos, fez telenovelas e aos concerto teatrais e é agora a narradora de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o Podcast Plus do Observador. Esta é a história de Bárbara Branco.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Podia ter sido Annie Silva Pais numa série, mas Bárbara Branco acabou a narrar a história dela em podcast

Como A Caça ao Estripador se transformou numa peça de teatro

10 October 2026 at 01:25
Se adorou ouvir o podcast plus, não vai querer perder a hipótese de mergulhar n'A Caça ao Estripador de Lisboa: a primeira peça de teatro imersivo que nasce de uma investigação do Observador.

Outubro traz dois festivais , muita música e uma estreia inesperada no Cineteatro Louletano

8 October 2026 at 07:03

Em outubro, o Cineteatro Louletano reinventa-se e aposta de novo em programação de referência, cruzando música, dança, teatro, cinema e espetáculos multidisciplinares, do lado de cá e de lá do Atlântico. Isto porque, neste mês, haverá duas peças com companhias vindas diretamente do Brasil, mais concretamente da Amazónia e de São Paulo.

E no dia 9, sexta-feira, há dança, com a junção da Companhia Maior e a do coreógrafo Victor Hugo Pontes. A peça chama-se “A esta hora, na infância neva” e é um espetáculo que cruza a infância e as gerações mais velhas e que conta com a participação de crianças previamente selecionadas, que irão “espelhar” os(as) intérpretes adultos(as) em alguns momentos. Na peça, os bailarinos mais velhos têm corpos que perdem força e velocidade, mas que ganham em definição e intenção. Em simultâneo, as gerações mais novas criam um espelho que nos permite refletir sobre o que ainda somos, daquilo que fomos… 

No fim de semana, sábado e domingo, há duas peças vindas do Brasil, no âmbito do Festival Todos São Palco – Mostra de Teatro Além do Equador, organizado pelo Teatrão. Sábado, dia 10, às 21h00, temos “O Avesso da Pele”, pelo Coletivo Ocutá, de São Paulo. A peça baseia-se no romance premiado de Jeferson Tenório (vencedor do prémio Jabuti 2021 na categoria Romance Literário). Conta a estória de um professor que é assassinado pela polícia, e a procura de um sentido, por parte do filho, numa busca pelo passado da família. 

Já no domingo, às 17h00, é a vez de “As Cores da América Latina”, peça que vem da Amazónia, da cidade de Manaus, com a Companhia Panorando. O espetáculo possui como norte três manifestações latino-americanas, a Fiesta de la Tirana (Chile), a Huaconada (Peru) e Cavalo-Marinho (Brasil) em intersecção com a Dança e o Teatro. Esta peça conta com o recurso de Audiodescrição, para pessoas cegas e/ou com baixa visão. O Festival traz consigo três oficinas de participação, nos dias 8, 10 e 11, nas quais se poderá inscrever através do email cinereservas@cm-loule.pt. Mais informações no site do Cineteatro Louletano.

A 13 de outubro, cinema, com mais um filme do ciclo Filme Francês do Mês, organizado pela Alliance Française em colaboração com o CTL. O título é “Grand Paris”, de Martin Jauvat (2022). Conta a estória de Leslie, um jovem parisiense que vive nos subúrbios, e do seu amigo, Renard. Ambos entram numa aventura, com a descoberta de um misterioso objeto que lhes dá dinheiro rapidamente. É no Auditório do Solar da Música Nova, às 21h00. 

À mesma hora, ali ao lado, no Palácio Gama Lobo, entre as 19h00 e as 21h00, decorre a oficina “Experimenta Criar (Invenção da Natureza)”, pela Gira Sol Azul. A oficina parte de conceitos científicos, filosóficos e históricos sobre a natureza e propõe exploração sonora e criação musical coletiva. É dirigida a todas as pessoas do setor da Educação e ao público em geral.  Inscrições pelo email cinereservas@cm-loule.pt

Loulé celebra Dia Internacional do Idosos com espetáculo de revista

22 September 2026 at 06:34

A Câmara Municipal de Loulé vai assinalar o Dia Internacional do Idoso (1 de outubro), promovendo um espetáculo de teatro de “revista à portuguesa” – “Sempre que a Revista Canta!”, para as pessoas séniores do concelho. Esta iniciativa acontece a 3 de outubro, pelas 15h, no Pavilhão Multiusos 25 de Abril, em Almancil.

Neste espetáculo cheio de humor e música, a crítica social e política é a base. O humor é mordaz, elegante e não foge aos temas que incomodam, sempre com trocadilhos inteligentes.

Inspirado no tema “Sempre que Lisboa canta”, o espetáculo promete momentos de grande comicidade: desde um improvável motorista da UberTuga, a uma carta reveladora que “põe tudo a nu”, sem esquecer brincadeiras com uma das figuras mais populares do momento.

Além do regresso muito esperado de Cidália Moreira, a eterna “Cigana do Fado” e figura incontornável do panorama artístico português, o espetáculo conta com nomes como Vítor Emanuel, Maria Tavares e Bárbara Santos.

Os interessados (com 65 ou mais anos) poderão inscrever-se até ao dia 28 de setembro, através do telefone 289 400 886 ou acao.social@cm-loule.pt

A entrada é livre. O Município assegura também o transporte.

A Autarquia de Loulé pretende, desta forma, proporcionar uma tarde de convívio e animação à população idosa das várias freguesias do concelho.

O Dia Internacional do Idoso é celebrado anualmente a 1 de outubro, e foi instituído em 1990 pela Organização da Nações Unidas, com o propósito central de sensibilizar a sociedade global para as oportunidades e desafios associados ao envelhecimento demográfico. Esta data assume um papel vital na redefinição do lugar que a população sénior ocupa nas nossas comunidades.

As políticas municipais em Loulé pretendem garantir que o envelhecimento seja vivido com dignidade, segurança e inclusão, não apenas como um ato de respeito para com as gerações mais velhas, como também como um passo indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e coesa.

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