El Niño : sécheresse, feux de forêt... quels impacts en Nouvelle-Calédonie ?




© TOMÁS SILVA/OBSERVADOR
It’s been a month since the story of the Cornell Seven case became national news. Ruby Cramer documents what she describes as “an ever-expanding blast radius of online abuse, threats, and vigilantism which has touched virtually every person connected to the case, along with people who have no immediate connection to it at all.” Among those closest to the center is the accuser herself:
Jane Doe explained to the police that her phone number and address had been leaked on the internet, and that she’d been receiving harassing phone calls, including that evening. She had recorded one such call. In the recording, the man says, “I’m probably just gonna, like, pull up to your house and shoot. . . .” The caller speaks in a deep, throaty voice that at times sounds almost garbled. In response, Jane Doe says nothing. The man says, “I can hear you breathing.”
While officers were still at the family’s house, dispatch reported that the initial caller was back on the line, saying that he had an AR-15 assault rifle and was going to kill everyone at the house, then himself. About an hour later, police reported another call, this one saying that the house was on fire. In yet another phone call, a man stated that he had explosives and that the family would die—“either now, midnight, or tomorrow.” Jane Doe was receiving additional threats via text message and D.M. Her phone had hundreds of unread messages on it, but some of them she opened. “Typical white btich whore crying ‘rape,’ ” one of the messages read. “Hopefully someone does the world a favor and 🔫🔫🔫 you, nothing of value would be lost.” Officers advised her to keep her phone turned off. The next day, according to her attorney, she started taping pieces of paper over the windows at the house.
VTM
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto, Carlos Magalhães, explicou à VTM que o acidente “ocorreu quando o trator agrícola capotou e despencou por uma vereda com cerca de 60 metros de extensão”.
Acrescentou que os Bombeiros Voluntários de Mondim de Basto mobilizaram para o local uma ambulância de socorro com dois operacionais. “Dada a gravidade do cenário e a complexidade do socorro, as equipas contaram com o apoio diferenciado do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), através da ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) de Amarante e da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Vila Real”.
A vítima recebeu assistência médica no local pelas equipas especializadas do INEM e foi estabilizada antes do transporte para o Hospital de Vila Real, acompanhada pela equipa da VMER.
O alerta foi dado às 07h14 e o acidente ocorreu na área florestal do Toumilo.
A Guarda Nacional Republicana de Mondim de Basto esteve também no local e tomou conta da ocorrência.
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VTM
A perda de memória é uma característica natural do envelhecimento, mas quando começa a perturbar a vida quotidiana da pessoa, já não estamos a falar de algo natural, mas sim daquilo que poderá ser um sintoma de demência.
A VTM foi tentar compreender melhor esta doença, que é, cada vez mais, frequente em todo o mundo.
Ana João Marques, neurologista na Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD), revela que a Alzheimer é uma doença que não tem cura, mas, hoje em dia, pode ser gerida. “Se até há 20 anos era uma doença com uma sentença quase de uma debilidade muito precoce e de uma mortalidade muito elevada, hoje em dia é possível viver-se com Alzheimer até mais tarde e com mais qualidade”.
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VTM
Com um veículo de intervenção pré-hospitalar devidamente equipado, as equipas, que são compostas por um médico e um enfermeiro, vão diretamente ao local onde se encontra o utente para prestar socorro, em situações de emergência.
Numa área de atuação muito dispersa e abrangente, Sandra Tavares, coordenadora da VMER de Chaves desde 2015, revela que a VMER “é extremamente importante” para a região. “É a primeira linha de auxílio às pessoas, numa área que deve ser das mais extensas da Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro, com más acessibilidades e uma população muito envelhecida”.
A área de atuação abrange os concelhos de Chaves, Valpaços, Montalegre, Boticas, Vila Pouca de Aguiar e Ribeira de Pena, mas também alguns concelhos do distrito de Bragança, se for necessário.
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