Bernardo Valente afirma que Donald Trump não conseguiu coordenar a paz no Médio Oriente e que tem vindo a falhar cada vez mais. Sublinha ainda que Trump está a tentar fazer Ucrânia capitular.
Primeira-dama negociou um cessar-fogo localizado entre a Rússia e a Ucrânia, que deverá entrar em vigor na quinta-feira na cidade de Oleshky. A Casa Branca anunciou hoje que a primeira-dama norte-americana, Melania Trump, negociou um cessar-fogo localizado entre a Rússia e a Ucrânia, que deverá entrar em vigor em 29 de outubro na cidade de Oleshky. Segundo um comunicado da Presidência norte-americana, a trégua destina-se a permitir a entrada de ajuda humanitária e a retirada de civis daquela cidade afetada pela guerra. A Casa Branca explicou que Melania Trump tomou a iniciativa de estabelecer os contactos e que, juntamente com
Bruno Cardoso Reis aponta falhas no Starshield como razão e diz que a Europa deve investir na sua própria indústria de defesa. O historiador considera ainda que Putin exige a "satelização" da Ucrânia.
Um ataque russo com mísseis balísticos voltou a atingir a cidade de Kiev durante a noite, provocando ferimentos em pelo menos seis pessoas, quatro das quais crianças.
A reunião focou-se nas perspetivas para o relançamento de conversações de paz sobre a Ucrânia e na eventual realização de encontros diplomáticos trilaterais no futuro.
João Albuquerque considera que os EUA já não são um parceiro fiável. Sublinha o nervosismo de Trump com as eleições e os riscos de ataques híbridos russos aos europeus, apelando a uma defesa sem EUA.
António José Telo avisa para a falta de estratégia e de relevância da Europa nas decisões globais. Aponta ainda o foco de Trump nas eleições e os preparativos para atacar o Irão.
São chamados Jovens das Colinas, são judeus extremistas e vivem nos colonatos ilegais na Cisjordânia. Ainda, EUA e Israel estarão a preparar a retoma dos ataques contra o Irão.
Para o historiador Bruno Cardoso Reis, não há condições reais para se chegar a um acordo de paz. O historiador alerta que Vladimir Putin está apenas a tentar enganar Donald Trump nestas conversações.
Moscovo admite retomar negociações com Kiev e Washington em Abu Dhabi. Putin oferece ajuda para resolver conflito com o Irão e a Rússia prepara o envio do primeiro petroleiro com gasóleo para os EUA.
Ucrânia e Rússia aceitam proposta dos EUA para retomar negociações de paz. Zelensky admite "congelar" a guerra nas atuais linhas da frente. Ainda, Washington retoma a partilha de informações com Kiev.
Nuno Gouveia afirma que os americanos votam pelo bolso: a subida nos custos da energia, provocada pela guerra com o Irão, atinge o custo de vida e leva o eleitorado a castigar Trump nas intercalares.
Jorge Rodrigues alerta que a Ucrânia enfrenta uma pressão sufocante devido ao alinhamento entre Trump e Putin. Avisa que Moscovo dificilmente aceitará a NATO como garantia de segurança para Kiev.
O objetivo da reunião é tentar relançar os esforços para uma solução negociada para pôr fim à Guerra na Ucrânia. Ainda, foi agendada para esta tarde uma nova concentração na Praça Rossio.
O Coronel José do Carmo avisa que a Ucrânia vai ficar em desvantagem nas negociações de paz, já que a pressão dos Estados Unidos favorece a Rússia e obriga Kiev a ceder nas conversas.
O presidente ucraniano reuniu-se na Noruega com Steve Witkoff, enviado de Donald Trump, para debater a paz, perante preocupações com atrasos no fornecimento de defesa antiaérea.
O enviado norte-americano Steve Witkoff reúne-se em São Petersburgo com altos responsáveis do Kremlin. Moscovo está recetivo a ouvir Washington mas sem fazer concessões territoriais.
Martinho Lucas Pires afirma que um encontro sem Zelensky beneficia Moscovo. O professor alerta ainda para a interferência russa nas eleições e a estratégia do Irão contra Trump.