Lula conquista um quarto mandato numa segunda volta inesperada, marcada pela descida da abstenção e pela contestação de Flávio Bolsonaro. O que explica a reviravolta que as sondagens não previram?
Lula da Silva conseguiu ontem ser eleito para um quarto mandato numa segunda volta surpreendente pois aconteceu o que poucos esperavam e a quase totalidade das sondagens não previa que sucedesse.
O candidato encerrou ontem a campanha eleitoral com um comício em Telavive. Ainda, a Galp e a Moeve desistem da junção dos negócios, após negociações sem acordo, anunciou a Galp esta manhã.
Destaca-se também a queda de 1,9% na avaliação de Luís Neves, que continua o segundo ministro menos apreciado pelos portugueses. CDU foi quem mais subiu na última semana.
Número de indecisos sobe e intenções de voto em Flávio caem, mas resultados não permitem antever mudança. Há apenas uma exceção: Lula subiu significativamente entre beneficiários de programas sociais.
PS e Chega aumentam distância para a AD, mas os três partidos mantém-se em empate técnico. Taxa de aprovação do primeiro-ministro continua a cair e está nos 29 pontos negativos.
Ministro das Infraestruturas fala numa "obrigação moral" de vender TAP a 100%. Ainda, sondagem da Intercampus revela empate técnico entre PS, Chega e AD nas intenções de voto nas eleições legislativas
Uma sondagem mostra as três forças políticas — PS, Chega e AD — em empate técnico. Excluindo os abstencionistas, o PS tem 22,5% das intenções de voto, o Chega 22,1% e a AD 20%.
Líder do Chega manifesta confiança pelas mais recentes sondagens que colocam o partido à frente do PSD. Ainda, secretário geral da Administração Interna demitido por Luís Neves fala em purga política.
O líder do Chega sobe nas sondagens e ameaça obrigar os dois grandes a um Bloco Central. Já Miranda Sarmento brilha na gestão de caixa do Orçamento e Luís Montenegro atira milho aos pombos.