Alberto Gonçalves comenta as eleições para presidente do Brasil e estranha o inédito prolongamento do horário eleitoral por decisão de um juiz do Supremo Tribunal próximo de Lula
Não convém permitir que a comédia involuntária das “acampadas” lhes esconda a natureza e os propósitos: a destruição em larga escala, inclusive dos princípios que damos por adquiridos.
Alberto Gonçalves comenta as revelações sobre o passado profissional de Maricarmen, a idosa recentemente falecida que centrou a luta da esquerda espanhola contra os senhorios.
Talvez seja útil notar que alguns dos mais aflitos com a famosa “desinformação” são os que a produzem com método e com zelo. Deve ser receio da concorrência.
Não se prevê um futuro em que uma civilização gravemente doente se cure pelo voto. Aliás, nem se prevê cura nenhuma mas, dado que a violência puxa violência, múltiplos fragmentos de guerras civis