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Fileira da horticultura de Odemira quer criar alojamento para 2.000 imigrantes. Vai custar 16 milhões de euros

27 October 2026 at 17:26

A Associação de Horticultores do Sudoeste Alentejano (AHSA) quer criar quatro unidades de alojamento coletivo em Odemira, com capacidade para 2.000 trabalhadores imigrantes sazonais. Num investimento de 16 milhões de euros, suportado pelo Estado e investidores privados, o projeto visa responder ao problema de habitação no setor agrícola. Dentro de duas semanas, a associação deverá entregar ao Governo um estudo de viabilidade económica que sustente a proposta e permita avançar com o enquadramento legal necessário.

A proposta surge num contexto de pressão habitacional em Odemira, onde na última década a população duplicou dos cerca de 20 mil para mais de 40 mil habitantes, e grande parte devido…

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Porto já retirou 300 trotinetas da rua, Lisboa prefere medida mais radical. Prioridade às bicicletas

27 October 2026 at 06:40

O município do Porto já retirou 300 trotinetas das ruas desde setembro e prepara-se para substituir gradualmente parte da frota em circulação por bicicletas partilhadas. Há vários meses que o Executivo de…

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La ansiedad que no se ve

26 October 2026 at 23:30
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Hablando con un psicólogo al que conocí hace unos días en un encuentro con otros profesionales me contaba lo difícil que es reconocer el sufrimiento ajeno. A veces no se nota. Y, aun así, está ahí. Me lo explicaba en voz baja, en una sala llena discutiendo precisamente de esto, con la resignación de quien ha conocido lo que cuesta pedir ayuda.

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Porto admite revogar decisão que trocou habitação acessível por dinheiro

26 October 2026 at 20:12

Pedro Duarte, presidente da Câmara Municipal do Porto, na Fábrica2030Hugo Amaral

O presidente da Câmara do Porto admitiu, esta segunda-feira, revogar as sete deliberações sobre zonamento inclusivo, aprovadas na última reunião do executivo, que permitem aos promotores imobiliários pagar compensações financeiras em vez de disponibilizar habitação para arrendamento acessível. O município vai rever o regulamento, propondo obrigar hotéis e unidades de alojamento local a ceder habitação acessível.

A decisão surge depois de o PS ter apontado ilegalidades à aplicação do regime de zonamento inclusivo e de ter formalizado uma queixa junto do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP).

“O executivo municipal rejeita as acusações formuladas pelo Partido Socialista quanto a qualquer ilegalidade relativa à decisão tomada na última reunião de Câmara, relativa a sete processos em concreto”, lê-se num comunicado enviado às redações pela autarquia da Invicta.

Apesar de rejeitar as acusações e “dada a abordagem alarmista e à gravidade das suspeições elencadas“, o Executivo PSD/CDS/IL “convida” vereadores do PS e do Chega para uma reunião com os serviços municipais, aberta à comunicação social, para esclarecer os processos em causa. E desafia o PS a explicar como a autarquia poderia obrigar os promotores destes sete processos a disponibilizar habitação acessível.

“Caso, no final dessa reunião, o PS continue a insistir que essa alternativa é viável, o presidente da câmara compromete-se a apresentar uma proposta de revogação da deliberação assumida na última reunião” camarária, assegura o Executivo de Pedro Duarte.

O atual regime é um dissuasor que incrementa custos de investimento e construção que, previsivelmente, se repercutem no aumento do preço final da habitação.

Câmara Municipal do Porto

Em paralelo, a Câmara do Porto vai propor alterações ao Regulamento Perequativo de Edificabilidade e de Encargos Urbanísticos (RPEEU), que define os termos do zonamento inclusivo. A proposta será submetida a apreciação na próxima reunião do Executivo, prevista para 3 de novembro.

Uma das principais alterações passa por obrigar hotéis e alojamento local a afetar casas com rendas acessíveis ou área para arrendamento acessível, acabando de substituir essa obrigação pelo pagamento de uma compensação financeira.

Segundo o município, desde a entrada em vigor do regulamento, em 2021, nenhuma habitação foi construída ou destinada ao arrendamento acessível ao abrigo deste mecanismo.

Com esta medida, o município procura “incentivar o reforço da oferta habitacional nesta área da cidade”, defendendo que “o atual regime é um dissuasor que incrementa custos de investimento e construção que, previsivelmente, se repercutem no aumento do preço final da habitação”.

O Executivo de Pedro Duarte é perentório: “As políticas públicas devem fomentar a descida de preços no acesso à habitação, não o inverso”.

"Tony": o verão azul de Bourdain

26 October 2026 at 17:08
A dada altura, a maldição bajuladora dos biopics aparece neste retrato de um verão na vida do chef rock'n'roll. Mas, na maioria, é um bom filme para fãs de protagonistas imperfeitos e de ostras.

Realizado e co-escrito por Matt Johnson (Blackberry, Nirvanna the Band the Show the Movie), que assumidamente não era fã nem seguidor do trabalho do apresentador-viajante, o foco está menos na figura do que seria de esperar – e mais no estilo de vida de Bourdain

Jenna Ortega muestra su lado más romántico con un Dior marfil en su nueva portada de Vogue

By: Susana · Godoy
26 October 2026 at 15:10

Hay famosas que terminan asociadas casi, de manera inevitable, a una estética concreta. En el caso de Jenna Ortega, tanto el color negro como ese punto gótico llevan años formando parte de muchos de sus estilismos más comentados. Sin embargo, su nueva portada para Vogue muestra una imagen bastante diferente.

La actriz protagoniza el número de noviembre de 2026 con un vestido marfil de Dior y una puesta en escena mucho más suave, aunque sin perder ese punto teatral que se ha convertido en parte de su estilo.

El Dior de Jenna Ortega cambia por completo el estilo

El vestido está confeccionado en satén marfil y presenta un pronunciado escote, con tejido drapeado alrededor del cuerpo. Sin olvidarnos de las aplicaciones florales tridimensionales en uno de los laterales.

Claro que además, la abertura deja buena parte de la pierna al descubierto y Jenna posa descalza, una elección que hace que el resultado parezca menos propio de una alfombra roja y mucho más natural.

Todo el protagonismo se lo lleva el vestido en sí, porque los accesorios también quedan en segundo plano. Lleva pendientes de Van Cleef & Arpels y una pieza antigua de Cartier, mientras que el cabello aparece ligeramente despeinado y el maquillaje se mantiene bastante natural.

Del gótico a una imagen mucho más romántica

Lo interesante no es que Jenna Ortega haya abandonado de repente la estética oscura, pero quizás sí lo sea comprobar lo diferente que puede resultar cuando cambia algunos de sus estilos habituales.

Desde que Miércoles se convirtió en un fenómeno, sus apariciones públicas han jugado con referencias góticas y románticas. Si echamos la vista atrás, sí que vemos cómo las transparencias y los vestidos oscuros han sido los grandes protagonistas. 

Las pinceladas góticas siempre presentes en Jenna Ortega Las pinceladas góticas siempre presentes en Jenna Ortega

En esta sesión, sin embargo, no debemos quedarnos solo con un único estilo. También aparecen diseños de Givenchy, Balenciaga, Marc Jacobs, Schiaparelli, Miu Miu y Rabanne, demostrando que su armario puede moverse en direcciones muy distintas.

Una Jenna Ortega diferente, pero que siempre se reconoce

Por una idea como esta puede ser que la portada funcione tan bien. Aunque el vestido es claro y se combine con el maquillaje más suave nos deja una imagen mucho más romántica. Claro que sigue existiendo algo un tanto misterioso en el resultado.

No podemos dejar pasar por alto que, una de las enseñanzas que nos deja Jenna Ortega es que, aunque encuentres tu propio estilo eso no significa que tengas que vestir siempre igual. 

© Difoosion

Looks de Jenna para Vogue

Frente al caos, democracia y sentido responsable

26 October 2026 at 02:25

Las imágenes del pasado sábado en Barcelona, con comercios saqueados, son intolerables, totalmente rechazables y no pueden volver a producirse en nuestro país. No estamos ante reivindicaciones, sino ante actos delictivos que se cometen al calor de las manifestaciones. En París, Marsella, Milán y otras capitales europeas, algunos utilizan la violencia en medio de manifestaciones pacíficas.

Los saqueos no son una práctica habitual en las manifestaciones ni en las concentraciones reivindicativas de nuestro país. En Francia, evidentemente, sí lo son, sobre todo durante las últimas décadas, a raíz de la aparición de los chalecos amarillos y sus movilizaciones. En España hemos sufrido destrozos y actos vandálicos contra el mobiliario urbano, entre los que destacan los provocados durante las manifestaciones independentistas del 1 de octubre.

Sin embargo, no estamos ni debemos acostumbrarnos al saqueo y al robo en los comercios. La actuación del Ayuntamiento de Barcelona y de la Generalitat de Cataluña, compareciendo desde los primeros momentos y mostrando su rechazo a la violencia, ha sido la correcta y la esperable por parte de las instituciones públicas. Ante este tipo de conductas no se puede dudar ni un solo instante. Los ciudadanos esperan y merecen de nosotros contundencia y firmeza frente a quienes, al calor de una reivindicación legítima y profundamente compartida, como es el encarecimiento de la vida y las dificultades para acceder a una vivienda digna, utilizan la violencia y arremeten contra el trabajo de los demás.

No estamos ante un hecho aislado. Somos conscientes de la realidad que se está viviendo en el resto de Europa y de las manifestaciones que se desarrollan en Francia, Italia, Portugal o Albania. En distinta medida, todos los europeos están sufriendo las consecuencias de la guerra de Ucrania y de la crisis en Oriente Medio, especialmente por la presión sobre el estrecho de Ormuz.

El encarecimiento de la cesta de la compra y de los combustibles, junto con una inflación disparada, genera desesperación y desasosiego.

Esta realidad requiere respuestas. Hay que evitar el inmovilismo y tener capacidad para interpretar los acontecimientos, sabiendo actuar de manera rápida, coherente y firme. Hay que saber escuchar y reaccionar al mismo tiempo. Esta realidad no afecta únicamente al viejo continente. A los países europeos hay que añadir Estados Unidos, especialmente en vísperas de sus elecciones de mitad de mandato. En las “midterm” estadounidenses influirá, evidentemente, la preocupación generalizada por una vida cada día más cara y por una sociedad cada vez más desigual.

Las instituciones deben dar respuestas a esta situación. Ahí está el reto, especialmente en nuestro país, donde nos encontramos a las puertas de unas elecciones generales el próximo 29 de noviembre.

Desde el reconocimiento de esta realidad, lo que no podemos hacer es mostrar debilidad ante los acontecimientos que estamos viviendo en los últimos días en nuestro país. Es conocido mi rechazo a los postulados de los partidos extremistas, pero nadie puede impedir el desarrollo de sus actos políticos: es una garantía y un principio básico de nuestra democracia. Los actos violentos de A Coruña y Avilés contribuyen a alimentar la teoría del caos, en la que algunos se sienten cómodos y que entienden como una vía para superar el orden establecido y facilitar una nueva reconfiguración del poder en favor de sus intereses políticos.

Como bien advirtió Karl Popper en La sociedad abierta y sus enemigos, doctrinas aparentemente antagónicas podrían compartir una misma razón intelectual: la subordinación del individuo a un destino colectivo supuestamente superior. Ahí podemos encontrar una respuesta a quienes, desde distintos extremos, han entendido en los últimos tiempos que calentar las calles podía reportarles un rédito electoral.

Frente a eso, la actitud de los gobiernos y de aquellos partidos que aspiran a gobernar debe ser implacable. La violencia nunca debe justificarse ni minimizarse. La seguridad y la libertad van de la mano para garantizar los derechos de los ciudadanos. Los ciudadanos deben sentirse siempre libres y seguros. Parece imposible e improbable alcanzar un acuerdo entre los grandes partidos para poner freno a esta violencia en vísperas de las elecciones, pero no habría mayor gesto de patriotismo y generosidad con los españoles que hacerlo. Sería más rentable para los partidos que cualquier otra receta de gurús interesados al calor de las elecciones. Qué bien vendría que se alcanzara ese acuerdo.

© EUROPAPRESS

Destrozos en Barcelona tras los disturbios

Em "Luisinha" não há nada de errado. Mas também não há nada

24 October 2026 at 11:53
A modelo e influencer promete que, ao longo de 1 hora e pouco na Prime Video, vai contar “como cheguei aqui, de onde é que eu vim e para onde é que quero ir”. Mas isso justifica um documentário?

Em "Luisinha: Chapter by Chapter" acompanhamos uma sucessão de eventos em que uma influencer/modelo vive a sua vida, conquista os seus "goals", é amada por uma família que ela ama e que claramente se orgulha dela, e com razão
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