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La visita de Gabriel Rufián e Irene Montero da a ‘La Revuelta’ el tercer programa más visto de su historia

28 October 2026 at 08:22

La visita de los candidatos a las elecciones generales de noviembre ha vuelto a dar un gran dato de audiencia a La Revuelta. Tras el récord histórico obtenido la semana pasada con su encuentro con Pedro Sánchez, la llegada este martes de Irene Montero (Podemos) y Gabriel Rufián (ERC) ha otorgado al programa presentado por David Broncano su tercera mejor marca de siempre: 21,7% de cuota de pantalla y una media de 2.654.000 espectadores, apunta el informe de Dos 30′ con datos recopilados por Fifty5Blue.

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© EPV

Gabriel Rufián e Irene Montero visitaron 'La revuelta' este martes.

El Gobierno entrega al Supremo la lista con los nacionalizados por la ‘ley de nietos’

28 October 2026 at 15:35

El Gobierno ha entregado este miércoles al Tribunal Supremo la lista con las identidades de los nacionalizados por la llamada ley de nietos que le reclamó el pasado viernes. Aunque la Abogacía del Estado cifró en 163.020 personas los inscritos en el Censo Electoral de Residentes Ausentes (CERA) afectados por la suspensión del derecho al voto decretada por la Sala de lo Contencioso-Administrativo, fuentes del Gobierno señalan que la relación final, tras repasar todos los expedientes, contiene un total de 163.355 nombres, de los que hay 901 cuyos expedientes acreditan la condición de exilio, que ha sido certificada por los cónsules. Según la orden dictada por el Supremo, solo estos podrán votar en las elecciones del 29-N.

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© Juan Ignacio Roncoroni ((EPA) EFE)

Personas hacen fila en el Consulado General de España la semana pasada, en Buenos Aires (Argentina).

Begoña Gómez presenta una denuncia contra el PP por el vídeo generado con IA para atacar al PSOE

28 October 2026 at 08:34

Begoña Gómez, esposa de Pedro Sánchez, ha presentado una denuncia contra el PP por el vídeo que generó con inteligencia artificial (IA) para arremeter contra el PSOE a través de la simulación de la pareja del presidente del Gobierno y de otras personas vinculadas a los socialistas. En su escrito, Gómez acusa a los populares de haber “suplantado” su identidad y “utilizado” su imagen y voz para “humillarla” y causarle un “daño injusto”. “La justicia debe poner coto a estas conductas, que no pueden ampararse en el ejercicio de derecho alguno y cuya proliferación repugna a la conciencia ciudadana”, incide.

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Captura de la imagen de Begoña Gómez generada por IA y difundida en el vídeo del PP.

Andrea Ropero (‘El intermedio’): “Me alegra la expulsión de Vito Quiles del Congreso, a mí no me acreditan”

28 October 2026 at 04:30
La periodista Andrea Ropero, la semana pasada en Madrid.

Dónde nacemos condiciona nuestra mirada. Andrea Ropero (Binaced, Huesca, 43 años) lo hizo en una familia de agricultores que tuvo que exiliarse por la Guerra Civil. Estudió en Barcelona con las becas de la educación pública. Y no se rindió gracias a su abuela. “Pasé una época muy mala y estuve a punto de dejar la carrera. ‘Mi mayor pena sería morirme y no verte de periodista’, me dijo. Al final, me vio en La Sexta. Antes del informativo, llamaba casa por casa en el pueblo para avisar a los vecinos”. Al recordarlo, los ojos verdes le brillan un poco más.

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La periodista Andrea Ropero, fotografiada en Madrid.

"Não faremos esse favor ao Governo": Carneiro rejeita crise política, mas insiste em mudanças na habitação

27 October 2026 at 23:44

José Luís Carneiro afasta mudanças na posição do PS sobre o Orçamento, mas volta a pressionar o Governo na área da habitação, propondo a transferência de centenas de imóveis do IHRU para os municípios e defendendo o abandono da nova lei das rendas, que considera uma ameaça ao acesso à habitação e à segurança dos inquilinos

"Não faremos esse favor ao Governo": Carneiro rejeita crise política, mas insiste em mudanças na habitação

27 October 2026 at 23:44

José Luís Carneiro afasta mudanças na posição do PS sobre o Orçamento, mas volta a pressionar o Governo na área da habitação, propondo a transferência de centenas de imóveis do IHRU para os municípios e defendendo o abandono da nova lei das rendas, que considera uma ameaça ao acesso à habitação e à segurança dos inquilinos

A erosão da classe média e o preço da paciência democrática

27 October 2026 at 00:08

Em várias capitais europeias, as ruas voltaram a encher-se de protestos. As imagens que chegam são quase sempre as da violência, carros incendiados, montras partidas, confrontos com a polícia. Essa violência é obra de uma minoria e deve ser condenada sem ambiguidade. Mas confundi-la com o todo é um erro político. Por trás dos protestos estão milhares de pessoas que trabalham, pagam impostos e sentem que o contrato com o Estado deixou de funcionar.

Esse contrato assenta numa troca simples: eu contribuo, e em troca tenho serviços públicos que respondem e uma vida que progride. Para uma parte crescente da classe média, essa troca deixou de ser credível. Em Portugal, a carga fiscal foi de 35,2% do PIB em 2024, segundo o INE, e não é das mais altas da zona euro. Mas o que pesa é o esforço fiscal, isto é, quanto se paga face ao rendimento. Segundo cálculos com dados do Eurostat, esse esforço é 13% superior à média europeia. Com salários baixos, habitação cada vez mais cara e impostos indiretos a representarem mais de metade da receita fiscal, sobra pouco para poupar, investir ou comprar casa.

A isto soma-se a perceção, nem sempre injusta, de que os serviços públicos pioraram, nas urgências, nas escolas, na habitação. A classe média paga mais do que recebe, não tem rendimento para fugir para o privado e não beneficia dos apoios dirigidos aos mais pobres. É quem está no meio que mais sente que o sistema funciona para outros. E esta situação tende a agravar-se, principalmente quando os imigrantes começarem a recorrer aos apoios sociais dos mais vulneráveis. É importante termos consciência que a Democracia está a ser colocada em causa e que não há margem para aumentar mais impostos.

Neste contexto, a imigração tornou-se o ponto de fricção. Portugal tinha 1,58 milhões de estrangeiros residentes no final de 2025, segundo a AIMA, mais de um décimo da população. A economia precisa de trabalhadores, e muitos imigrantes contribuem para a Segurança Social e ocupam funções que ninguém quer. O problema não é a imigração em si, é o ritmo e a falta de planeamento. Quando a entrada é mais rápida do que a capacidade de oferecer casa, saúde, escola e integração, quem já vive no limite sente a pressão primeiro. Dizê-lo não é xenofobia, é exigir regras claras e capacidade de execução, o que serve também os próprios imigrantes.

O risco democrático está no que acontece a seguir. Quando os partidos moderados tratam o descontentamento como extremismo, entregam esse eleitorado a quem promete soluções simples. A resposta tem de ser a oposta: aliviar a tributação do trabalho e da classe média, fazer os serviços públicos funcionarem, desbloquear a oferta de habitação e regular a imigração com critérios transparentes.

Há objeções sérias, e convém não as ignorar. Há quem lembre que a imigração tem sustentado a demografia e as contas da Segurança Social, e quem avise que baixar impostos sem cortar despesa agravaria o défice. Merecem resposta com dados, não com silêncio. A democracia aguenta o conflito de ideias. O que dificilmente aguenta é a sensação, entre os que sustentam o país, de que ninguém os ouve.

Eleições 2026: oito partidos vão comandar 26 estados e o DF

Logo Agência Brasil

O resultado do segundo turno das eleições de 2026, nesse domingo (25), consolidou o novo mapa partidário do Brasil. Com a definição de quem governará os estados do Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Tocantins e o Distrito Federal, um fato chama a atenção: a partir de 2027, o comando das 27 unidades da federação ficará concentrado em apenas oito partidos.

PL

Embora não tenha eleito nenhum novo governador nesse domingo, o PL manteve a liderança conquistada no primeiro turno, em 4 de outubro. Políticos filiados à legenda comandarão seis estados: Paraná (Sergio Moro); Rio de Janeiro (Douglas Ruas); Rio Grande do Sul (Luciano Zucco) e Rondônia (Marcos Rogério), além de Roraima (Arthur Henrique) e Santa Catarina (Jorginho Mello).

PSD

Notícias relacionadas:

Com a vitória de Omar Aziz no Amazonas, o PSD conquistou cinco estados: Amapá (Dr. Furlan), Amazonas, Maranhão (Eduardo Braide), Pernambuco (Raquel Lyra) e Sergipe (Fábio Mitidieri).

PP

O PP, que no primeiro turno já tinha vencido em Mato Grosso do Sul (Eduardo Riedel) e na Paraíba (Lucas Ribeiro), conquistou a preferência do eleitorado, nesse domingo, no Acre (Mailza Assis) e no Distrito Federal (Celina Leão).

PT

O PT repetiu o desempenho das eleições gerais de 2022, mantendo-se no comando do Poder Executivo dos quatro estados do Nordeste que já governa: Jerônimo Rodrigues (Bahia); Elmano de Freitas (Ceará) e Rafael Fonteles (Piauí) foram reeleitos, enquanto Cadu de Lula (Rio Grande do Norte) foi eleito para suceder a atual governadora potiguar, Fátima Bezerra, que está encerrando seu segundo mandato.

Republicanos

No segundo turno, o Republicanos conseguiu eleger Lorenzo Pazolini para governar o Espírito Santo. Antes, a legenda já tinha vencido em Minas Gerais (Cleitinho Azevedo), Mato Grosso (Otaviano Pivetta) e São Paulo (Tarcísio de Freitas).

PSDB

O PSDB conquistou dois estados: no primeiro turno, Alagoas (João Henrique Caldas, o JHC), e, no segundo, Tocantins (Vicentinho Júnior).

MDB

O MDB reelegeu Daniel Vilela para o governo de Goiás ainda no primeiro turno. Vilela era vice do ex-governador Ronaldo Caiado e assumiu o comando do estado depois que ele renunciou ao cargo para disputar a Presidência da República.

Podemos

O antigo PTN, que em 2017 passou a se chamar Podemos, vai governar o Pará, onde o Dr. Daniel foi eleito no primeiro turno.
 

Governadores eleitos por partidos
Partido 1º turno 2º turno Unidades federativas Total
PL 6 0 PR, RJ, RO, RR,RS, SC 6
PSD 4 1 AM, AP, MA, PE, SE 5
PP 2 2 AC, DF, MS, PB 4
PT 3 1 BA, CE, PI, RN 4
Republicanos 3 1 ES, MG, MT, SP 4
PSDB 1 1 AL, TO 2
MDB 1 0 GO 1
Podemos  1 0 PA 1
Total 21 6   27

Atribuições e políticas públicas

Os governadores são responsáveis pela administração dos estados e pela execução de políticas públicas em áreas como saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e desenvolvimento econômico.

As decisões tomadas pelos governos dos estados influenciam diretamente serviços utilizados pela população, como hospitais e escolas estaduais, policiamento, sistema prisional, transporte e programas sociais.

Além disso, os governadores participam de negociações com a União e os municípios para a execução de obras e programas financiados com recursos públicos.

Pedro Sánchez: “Un Gobierno del PP con Vox no es alternancia, es retroceder 50 años”

25 October 2026 at 04:30

El presidente vuelve a ser candidato. Y se le nota. Habla con soltura, esquiva dardos, se planta con una sonrisa. Pedro Sánchez, a quien, tras la condena de su hermano y la crisis de Ceuta, se le veía debilitado, da la impresión de haber renacido con el 29-N, sus sextas elecciones generales. “Estos comicios se pueden resumir en una idea muy sencilla: o avanza el pasado o avanza España”, afirma.

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El presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, el viernes en Ferraz durante la entrevista con el director de EL PAÍS, Jan Martínez Ahrens, y el corresponsal político Carlos E. Cué. El presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, en distintos momentos de la entrevista con EL PAÍS en Ferraz este viernes.El presidente del Gobierno, Pedro Sánchez, el viernes en un momento de la entrevista con EL PAÍS en la sede central del PSOE, en la madrileña calle de Ferraz. El presidente del Gobierno y líder del PSOE, Pedro Sánchez, el viernes en la sede central del partido, en la madrileña calle de Ferraz, con el lema de campaña a sus espaldas.

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Entrevista a Pedro Sánchez, presidente del Gobierno y candidato del PSOE

Bispos católicos alertam para riscos políticos e defendem compromisso social nas eleições; veja vídeo

24 October 2026 at 20:59

Bispos de diferentes dioceses e arquidioceses brasileiras divulgaram uma carta aberta às vésperas do segundo turno das eleições de 2026. Em vídeo, os religiosos manifestaram preocupação com propostas associadas à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), sobretudo em temas como soberania nacional, direitos sociais, preservação ambiental e respeito às instituições democráticas.

O grupo defendeu que os eleitores considerem os princípios da Igreja Católica na definição do voto, com atenção especial à defesa dos mais pobres. Segundo os religiosos, o momento político exige uma posição clara diante das propostas em disputa e de seus possíveis impactos sociais.

Embora reconheçam que a candidatura adversária também merece críticas, os bispos ressaltaram o que avaliam como um histórico de compromisso com a responsabilidade social e o respeito à Constituição. Na carta, o grupo enfatizou a necessidade de uma decisão eleitoral coerente com esses valores e declarou que “não cabe hesitação” diante do cenário político.

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