A IA Portugal anunciou o lançamento de uma plataforma de comércio eletrónico dedicada à venda de soluções de inteligência artificial para pequenas e médias empresas (PME), num modelo que promete simplificar o acesso a esta tecnologia através de preços fixos, contratação online e implementação em poucos dias.
Segundo a empresa, a nova loja digital disponibiliza serviços nas áreas de diagnóstico e estratégia, formação, desenvolvimento de soluções de inteligência artificial e marketing, com preços a partir de 97 euros por mês. A oferta inclui chatbots, automações, ferramentas de governança de IA e produção de conteúdos, estando todas as soluções sujeitas a validação humana antes da entrega ao cliente.
“As PME portuguesas não precisam de mais reuniões sobre IA. Precisam de colocar a inteligência artificial a funcionar o mais depressa possível”, afirma Ricardo Gil, fundador da IA Portugal.
A empresa justifica a iniciativa com os obstáculos que muitas PME continuam a enfrentar na adoção de inteligência artificial, apesar do crescente reconhecimento da importância destas tecnologias para a competitividade empresarial. Entre as principais barreiras identificadas estão a falta de recursos técnicos, limitações orçamentais e a complexidade dos processos habitualmente associados à consultoria tecnológica.
De acordo com a IA Portugal, o objetivo passa por oferecer uma alternativa aos modelos tradicionais de consultoria, frequentemente caracterizados por processos comerciais prolongados, propostas técnicas complexas e custos difíceis de antecipar. Com a nova plataforma, as empresas podem consultar os serviços disponíveis, conhecer previamente os preços e contratar soluções sem necessidade de reuniões iniciais ou contratos de fidelização.
No catálogo constam diagnósticos de maturidade digital a partir de 197 euros, com entrega prevista em 48 horas, além de soluções de automatização, assistentes virtuais e um pacote de governança destinado a apoiar a utilização da inteligência artificial em conformidade com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD).
Na área do marketing, a empresa disponibiliza serviços de criação de conteúdos para redes sociais, artigos, imagens, vídeos e newsletters. Já na vertente de formação, a oferta inclui workshops online e presenciais com preços a partir de 247 euros por sessão.
A IA Portugal disponibiliza ainda ferramentas destinadas a ajudar as empresas a analisar a forma como as suas marcas são apresentadas por assistentes de inteligência artificial, como o ChatGPT, e a otimizar a sua presença nestes novos canais de descoberta e recomendação.
Segundo a empresa, o processo de contratação e implementação pode ser concluído entre dois e 15 dias úteis, dependendo do serviço escolhido. As subscrições mensais não incluem períodos mínimos de permanência, permitindo aos clientes cancelar o serviço a qualquer momento.
A tecnológica defende que a combinação entre inteligência artificial e supervisão humana permite disponibilizar soluções a custos mais reduzidos do que os modelos tradicionais de consultoria. A empresa estima que os clientes possam alcançar ganhos de produtividade até 50% e reduções de custos operacionais até 40%, sobretudo em áreas como atendimento ao cliente, criação de conteúdos, processamento documental e elaboração de relatórios.
“A nossa missão é colocar a inteligência artificial a trabalhar em todas as PME portuguesas, independentemente da sua dimensão, da existência de uma equipa técnica ou do orçamento disponível”, sublinha Ricardo Gil.
O seguro digital fora das capitais brasileiras funciona de forma 100% remota e integrada por tecnologia, estabelecendo conexões com parceiros locais, o que permite que moradores de cidades pequenas, zonas rurais e regiões afastadas das capitais não apenas cotem e contratem através do celular, assim como acionem a proteção do veículo diretamente do local onde estiver
Com o avanço de insurtechs como a Loovi, empresa que comercializa planos da LTI Seguros S.A., seguradora autorizada pela SUSEP, o motorista não precisa mais se deslocar até postos de vistoria em municípios vizinhos ou depender de escritórios físicos: desde a vistoria por inteligência artificial ao guincho acionado por GPS, mais de 4.000 cidades brasileiras nos 26 estados e Distrito Federal contam com assistência 24h.
Por que o seguro tradicional sempre teve o acesso dificultado fora das capitais?
As principais dificuldades enfrentadas no processo incluíam:
Falta de Postos de Vistoria: A necessidade de agendar e deslocar o carro até uma cidade maior para realizar a inspeção presencial.
Recusa de Veículos Úteis: Dificuldade de aprovação para picapes, utilitários, caminhonetes ou carros com mais de 10 anos de uso — muito comuns para o trabalho no interior.
Atendimento Lento: Falta de clareza no tempo de chegada de assistências 24h em rodovias estaduais e estradas vicinais.
Como a Loovi leva o seguro auto para mais de 4.000 municípios no Brasil?
Com presença em todos os 26 estados e no Distrito Federal, a Loovi redefiniu a proteção veicular no interior por meio de soluções tecnológicas inteligentes:
Vistoria prévia por foto com inteligência artificial
Elimina a necessidade de levar o veículo até um posto credenciado ou esperar a visita de um perito em casa. Pelo próprio aplicativo da Loovi, o motorista tira fotos da lataria, pneus, painel e chassi. Algoritmos de visão computacional e Inteligência Artificial analisam a integridade do carro e aprovam a apólice em poucos minutos, de qualquer lugar do país.
Socorro emergencial 24h via GPS
Seja em uma rodovia estadual, na entrada de uma propriedade rural ou no centro de um pequeno município, o pedido de socorro (guincho, chaveiro, pane mecânica ou auxílio para pneu furado) é feito diretamente pelo app ou WhatsApp.
Geolocalização automática: O sistema identifica o ponto exato da ocorrência via GPS do celular, eliminando a necessidade de explicar pontos de referência difíceis.
Rastreio em tempo real: O segurado acompanha o deslocamento do guincho credenciado mais próximo pelo mapa em tempo real.
Pagamento por assinatura mensal sem bloquear o limite do cartão
A cobrança funciona no modelo de assinatura mensal recorrente (no estilo streaming). Isso evita que uma anuidade inteira ocupe o limite total do cartão de crédito ou exija boletos de valor elevado, garantindo que o custo da proteção permaneça acessível para a realidade do motorista brasileiro.
Aceitação ampla de veículos nacionais e utilitários
A Loovi aceita veículos antigos (fabricados a partir de 1986), utilitários, picapes, carros modificados, elétricos e automóveis utilizados para transporte por aplicativo ou entregas, garantindo democratização no acesso ao seguro regulado pela SUSEP.
FAQ – Perguntas frequentes
1. Moro no interior e não há posto de vistoria na minha cidade. Como faço para contratar o seguro digital?
Com o seguro digital da Loovi, não é necessário ir a um posto físico ou agendar a visita de um perito. A vistoria prévia é feita de forma 100% remota: você tira fotos da lataria, pneus, painel e chassi com a câmera do seu smartphone e envia diretamente pelo aplicativo. A análise e aprovação são feitas em minutos por inteligência artificial e visão computacional.
2. O que acontece se o meu carro quebrar em uma cidade distante da minha casa?
Caso o veículo sofra uma pane ou colisão durante uma viagem entre municípios e não possa ser reparado no mesmo dia, os planos preveem assistências de mobilidade como transporte alternativo (táxi ou aplicativo para retorno à sua cidade ou continuidade da viagem) e hospedagem de emergência em hotel para os ocupantes do veículo.
3. As oficinas credenciadas para conserto no sinistro ficam apenas nas capitais?
Não. A rede de atendimento inclui oficinas parceiras e credenciadas em diversas regiões do interior do país. Além disso, a regulação de sinistros é realizada digitalmente via envio de fotos e documentação pelo celular, acelerando a autorização de reparos com peças originais e mão de obra qualificada sem exigência de deslocamentos presenciais burocráticos.
4. Picapes e utilitários usados para trabalho na zona rural podem ser segurados no modelo digital?
Sim. Diferente de seguradoras tradicionais que costumam impor restrições a veículos pesados, utilitários, picapes ou carros com mais de 10 anos de uso, a Loovi possui modelos de risco flexíveis que aceitam veículos de trabalho, utilitários, modificados e de passeio em todo o território nacional.
O CEO da Ericsson Portugal, Juan Olivera, considera que a tecnologia utilizada pelo SIRESP, a rede de comunicações exclusiva do Estado Português para o comando, controlo e coordenação de comunicações em emergências, é antiga, e precisa de inovar, uma inovação da qual a empresa gostava de participar.
Os últimos acontecimentos, como o apagão e as tempestades, contribuir para demonstrar que esta rede precisa de inovação, com o Governo a ter apresentado um plano com inovações tecnológicas e estruturais para esta rede.
Aos jornalistas o CEO da Ericsson referiu que é necessário que o Governo “melhore e faça evoluir as redes que utilizam”, sendo ainda necessário que é “preciso executar o plano”, que no seu entender “não é muito agressivo”.
A tecnologia utilizada por esta rede é baseada no standard TETRA, uma “tecnologia muito antiga”, e na qual “não faz sentido continuar a investir”.
Com esta tecnologia de há mais de 25 anos, Juan Olivera sublinha que a transição tem de acontecer, e apesar de referir que não vai ser “fácil” e que vai “demorar algum tempo” é necessário agir. “Já vemos movimento na Europa e em Portugal ainda nada”, salientou.
Para o responsável vai existir um período de transição, no qual “os dois sistemas vão coexistir, até ser possível desligar o sistema mais antigo. Contudo, não basta ter um plano, é necessário avançar”.
O plano português, considerado por muitos como “lento”, não é agressivo o suficiente, uma vez que a solução tecnológica “já provou que funciona, é algo que já existe, não tem de ser testado”, referiu.
O responsável mostrou a vontade da empresa de fazer parte desta transição e da nova vida do SIRESP. “Adorávamos participar, mas ainda não está nada decidido nem planeado”.
Preso ao caule por dois parafusos, o Bud lê os sinais elétricos das plantas e usa inteligência artificial para dizer se têm sede ou stress. Por trás está um modelo treinado com 4 milhões de horas de sinais de 1.400 plantas — de tomateiros a sequoias. Se as plantas falassem, talvez nos ajudassem a perceber melhor as condições do ambiente. Foi para isso nasceu um novo sensor, que usa IA para ouvir a fala das plantas e traduzi-la em dados que os humanos entendem. Trata-se do Bud, da Electric Plant Co., um sensor portátil, leve e barato, que se prende
Una truffa con la falsa e suadente voce di Roberto Vannacci, clonata con l’intelligenza artificiale, come amo per pescare a strascico nell’oceano sterminato di Youtube. Migliaia di vittime ignare possono abboccare all’esca, mentre guardano un video sulla piattaforma di Google e spunta la frode travestita da pubblicità. “Tutto è trasparente, me ne faccio personalmente garante”, esordisce il falso Vannacci. “Il link è sotto il video, seguendolo, puoi iniziare a guadagnare già oggi. Basta un versamento minimo di 250 euro”. Cliccando, si approda all’indirizzo della truffa: proxiacoadvir.pro.
Il precedente contro Fideuram con la voce clonata di Messina
Anche Paolo Molesini, ex presidente di banca Fideuram, è caduto nella trappola della voce clonata dall’IA. È costata 39 milioni di euro, ma senza gli investigatori il bottino poteva arrivare a 95 milioni. Il timbro replicato era di Carlo Messina, amministratore delegato di Intesa. In quel caso i criminali hanno mirato ad una vittima di altissimo profilo. Stavolta, nel setaccio dei delinquenti possono restare impigliati migliaia di persone comuni. Ilfattoquotidiano.it può documentare la clip con la voce di Vannacci, ma i vip emulati possono essere molti di più, negli annunci pubblicitari su Youtube. Cambia forma anche la pagina linkata all’inserzione fraudolenta. Oggi, 28 ottobre, ecco la “bufala” nel titolo d’apertura: “Le società Fininvest, Microsoft e alcuni miliardari italiani stanno lanciando una piattaforma che garantisce un reddito mensile fino a 30.000 euro”.
La frode con finte pagine giornalistiche, l’endorsement dei Berlusconi, Vacchi e Ferrero
Ieri, 27 ottobre, campeggiava un falso sito di Rai News, con un quadretto bizzarro in cima: il presidente della Repubblica Sergio Mattarella, la premier Giorgia Meloni, Piersilvio e Marina Berlusconi, l’influencer Gianluca Vacchi, l’imprenditore Giovanni Ferrero. Insieme sotto un titolo cubitale: “Oggi, 27 ottobre 2026, è l’ultimo giorno di iscrizione al progetto di guadagno automatizzato QuantumAI sostenuto dal governo. A ogni investitore è garantito un reddito di 10.000 euro al mese dopo l’attivazione”. Una falsa notizia camuffata neppure a regola d’arte.
Ecco la proposta per l’utente, annunciata in una clip incastonata dentro un finto articolo giornalistico, tra endorsement del presidente del capo dello Stato, garanzie di palazzo Chigi e il timbro dei miliardari sul nuovo sistema di guadagno: “Versa 250 euro – esorta la voce neutra e professionale – e l’algoritmo automatizzato di Intelligenza artificiale compra da solo gli asset ai prezzi migliori, e li vende non appena il prezzo sale un po’. Non è necessario capire il trading, il programma fa tutto al posto vostro. Poi scelgo l’importo da prelevare, indico la banca e premo ‘prelevo denaro’. E rimarrete scioccati”. C’è da crederci. “All’inizio pensavo fosse un’altra truffa – prosegue la clip – ma non era il mio primo prelievo sul conto bancario”. Grazie all’app Quantum AI, suggerisce la voce, “nella prima settimana ho guadagnato 2 mila 500 euro. Potete ottenere lo stesso risultato, ma prima bisogna registrarsi. Inserite anche voi il vostro nome completo, l’email e il numero di telefono”. Poco dopo chiamerà l’azienda, avvisa la voce, basta confermare l’identità e il gioco è fatto.
“Il consiglio della premier: registra i tuoi dati, ti contatterà un consulente personale”
Tra il video e lo spazio per la registrazione, la pagina ospita un falsa dichiarazione, virgolettata, attribuita a Giorgia Meloni: “La piattaforma rappresenta un passo significativo verso il benessere finanziario di ogni cittadino italiano. Oggi più di 500.000 dipendenti pubblici, pensionati, titolari di imprese, lavoratori e casalinghe in tutta Italia stanno già prelevando fondi da QuantumAI direttamente sui propri conti presso Intesa Sanpaolo, UniCredit, Banco BPM e Poste Italiane”. All’esortazione della premier segue il “Pannello di monitoraggio” con le “statistiche in tempo reale: negli ultimi minuti, 2076 utenti si sono registrati e 726 hanno effettuato il primo deposito di almeno 250 euro”. A titolo di esempio, nomi inventati come Francesca Colombo, Valentina Bruno, Marco Rossi, Chiara Marino, tutti dalla città di Ivrea, con la somma esatta del prelievo o del deposito.
Scendendo ancora, arriva un altro video. Il logo di Rai News è in alto a destra, un uomo con gli occhiali scimmiotta un collegamento televisivo: “Ho provato io stesso, senza dubbi ogni italiano può iniziare, in un mese ho raggiunto un reddito superiore a 10 mila euro. E’ stata lanciata con la partecipazione dei principali esponenti politici del paese, Giorgia Meloni e Sergio Mattarella”. Recita il sottopancia con grafica da all news: “Ultim’ora, 98% operazioni riuscite”. Un’occasione talmente ghiotta che “il numero di posti disponibili è limitato”, bluffa il testo in pagina sotto il video, per “evitare il sovraccarico del sistema: al momento restano 8 posti”. Infine, il riepilogo delle istruzioni: compilare il “sottostante” modulo di registrazione con i dati di contatto, attendere la chiamata del “consulente personale”, investire almeno 250 euro, configurare la piattaforma col supporto del predetto consulente, passare all’incasso. “I pagamenti arriveranno sul vostro conto bancario ogni giorno alle 10:00”, la rassicurazione conclusiva.
Il gesto di Meloni contro la clonazione
Contro la clonazione della voce ad opera dell’Intelligenza artificiale, giova ricordare anche il gesto della premier Giorgia Meloni, ad inizio ottobre: per difendersi dai deepfake ha registrato il marchio, con tanto di copyright. L’effetto? “Una modesta, modestissima quasi nulla utilità”, ha commento sulla Stampa il 9 ottobre Guido Scorza, esperto di privacy digitale. Neppure il copyright mette al riparo dalla clonazione della voce.
C’è tensione non soltanto politica attorno alle elezioni di metà mandato negli Stati Uniti. Il risultato decreterà l’agenda del governo di Donald Trump dei prossimi due anni, per cui l’attenzione è massima. Soprattutto per possibili irregolarità nel voto. La paura di interferenze è alta. Il timore che qualcuno possa infiltrarsi nei sistemi elettorali è reale, ma gli esperti pongono l’attenzione su altro. Ci sono dei vulnus importanti, è vero, ma non proprio quelli che ci si aspetta. Non ci sono evidenze che dimostrino irregolarità nelle tornate elettorali del passato. Piuttosto, i buchi da coprire sono altrove.
Il sito Axiosne elenca alcuni, dopo essersi confrontata con gli esperti di sicurezza nazionale. Come J. Alex Halderman, dell’Università del Michigan, secondo cui la Louisiana rimane “il dinosauro delle elezioni americane”. Il motivo è semplice: è l’unico – ed ultimo – Stato d’America in cui si continua ancora a votare a macchina. Quando scelgono il loro candidato, gli elettori premono su un tasto e il sistema immagazzina la risposta. E qui sì che gli esperti hanno avvertito che c’è il rischio di interferenza, vista la vulnerabilità agli attacchi informatici. Ma potrebbe anche verificarsi il caso che il sistema elabori la risposta in modo sbagliato. Siccome gli altri Stati hanno riscontrato delle falle, essendo impossibilitati a controllare in modo indipendente i risultati, sono passati al cartaceo. La macchina va vista solo come una fotocopiatrice che stampa la scheda contrassegnando la preferenza dell’elettore.
Anche qui ci sono però dei problemi tutt’altro che banali. Queste macchine sono comunque soggette ad hackeraggi. Molto spesso infatti, quando devono marcare la scelta dell’elettore, quest’ultimo può essere tratto in inganno. Ciò che vede sullo schermo può essere manipolato, e anche i risultati possono essere manomessi. Questi sistemi, noti come Ballot Marking Device (MBD), possono essere estremamente utili, soprattutto per chi non è in grado di compilare autonomamente una scheda cartacea. Il 23% degli americani vota tramite riconoscimento facciale. Un grande comodità, ma anche un grande rischio. Per sicurezza quindi, dentro i seggi elettorali si tende a fornire anche le schede fisiche.
Non bastasse, c’è anche qualcosa di più allarmante. A tirarla fuori lo scorso agosto è stato un ricercatore, Max Springer, che è potenzialmente riuscito a ricostruire come hanno votato gli elettori alle scorse primarie in Georgia. Gli è bastato entrare in possesso del registro elettorale e pagare la modica cifra di 20 euro per istruire un modello di intelligenza artificiale. In pochi minuti, ha ricostruito l’ordine in cui sono stati espressi i voti del 98,9% dei voti in persona. E questo solamente per due contee. “A livello statale, questa falla potrebbe compromettere le schede elettorali di milioni di cittadini della Georgia”, sottolinea Springer. Siccome il problema potrebbe estendersi ad altre contee e Stati, ciò che suggerisce è di implementare il software, risolvere il problema della macchina (senza quindi censurare l’accesso pubblico ai registri, che è un modo per garantire la trasparenza) e, nel mentre, anonimizzare i dati degli elettori.
O CEO da Ericsson Portugal, Juan Olivera, revelou que o 6G já está a ser planeado, sendo que a empresa já está a investir nesta sexta geração de redes móveis globais, prevendo que a primeira prova de conceito seja conhecida em 2028-2029.
Numa conversa com os jornalistas, o CEO da Ericsson Portugal referiu a chegada da próxima geração de redes móveis, salientando que nem Portugal nem a Europa “estão preparados” para a receber. Na sua opinião, o Digital Networks Act (DNA) e o Cybersecurity Act (CSA2), duas propostas da União Europeia (UE) para garantir a sua soberania digital e mitigar dependências externas críticas, “servem para que a Europa não fique para trás na adoção do 6G”.
Uma das causas apontadas para a Europa não estar preparada para o 6G, passa pelo facto de ainda não ter completado a implementação do 5G avançado, com as infraestruturas a estarem ainda muito atrasadas. O bloco ainda comercializa muito o 5G non-standalone (NSA), uma rede que ainda depende da antiga infraestrutura do 4G, em vez de comercializar o 5G standalone, que depende totalmente de redes independentes e criadas de raiz.
A chegada do 6G vai além de descarregar dados mais rápido, sendo esperado que integre comunicações com funcionalidades de deteção e radar, que tenham aplicações na defesa, segurança, deteção de drones e na proteção de infraestruturas.
Portugal não tem “alinhamento entre o regulador e operadores”
No mercado português, o CEO vê um “panorama mau”, devido à falta de alinhamento entre operadores, regulador e governo.
“Os principais players deviam de estar alinhados”, sublinha, revelando que na opinião da empresa os players deviam “ter uma política de espetro que favorecesse os investidores, favorecesse a estabilidade, para quando se investe um euro saber-se o que acontece esse um euro”.
Na sua opinião dever-se-ia seguir as recomendações do DNA, onde é defendido o alargamento e a otimização do acesso ao espetro radioelétrico.
Tecnologia no day trade: o que avaliar antes de escolher uma plataforma de negociação
No day trade, poucos segundos podem separar o preço observado do preço executado. Isso torna a plataforma uma parte operacional da estratégia, ao lado do plano, do tamanho da posição e do limite de perda. Velocidade importa, mas deve vir acompanhada de estabilidade, transparência de custos, bons tipos de ordem e mecanismos que continuem funcionando quando o mercado fica mais agitado.
A latência aproximada do sistema da B3 caiu de 1,2 ms em 2023 para 350 microssegundos em 2025 | Fonte: B3 [1].
Estabilidade vem antes da velocidade
A B3 informou em abril de 2025 que reduziu em 70% o tempo entre o envio e a conclusão de uma ordem, de cerca de 1,2 milissegundo em 2023 para aproximadamente 350 microssegundos [1]. Esse intervalo está relacionado à latência, termo utilizado para descrever o tempo de resposta de um sistema. No day trade, uma latência menor pode contribuir para uma execução mais rápida, embora não garanta que a operação seja realizada pelo preço esperado.
Essa evolução tecnológica mostra a importância da infraestrutura no mercado moderno, mas a experiência do usuário envolve outras etapas: dispositivo, internet, servidores do intermediário, validações de risco e rota até a bolsa ou provedor de liquidez.
Por isso, a pergunta correta não é apenas “qual plataforma é mais rápida?”, e sim “como ela se comporta em momentos de volume alto?”. Histórico de disponibilidade, reconexão automática, confirmação clara e canal de contingência ajudam mais do que uma promessa genérica de baixa latência.
Tipos de ordem mudam a forma de executar
A ordem a mercado prioriza execução, mas o preço final pode mudar enquanto ela percorre o livro. A limitada define o preço máximo de compra ou mínimo de venda, sem garantir que haverá contraparte. A ordem stop é ativada quando o gatilho é alcançado; em movimento rápido, pode executar em nível diferente do esperado. O Portal do Investidor explica que a prioridade no livro segue preço e, em caso de igualdade, horário [3].
Uma boa plataforma deve mostrar estado, validade e quantidade executada de cada ordem. Também precisa facilitar alteração e cancelamento sem esconder posições pendentes. Para quem opera mais de um ativo, filtros e alertas reduzem a chance de enviar lote ou direção errados.
Gráficos precisam informar sem sobrecarregar
Candles, volume, médias e indicadores ajudam a organizar hipóteses. A ferramenta deve permitir mudar período, marcar níveis e comparar o preço da análise com o preço da execução. Mais indicadores não significam melhor leitura. Um layout limpo, salvo por perfil e sincronizado entre telas costuma ser mais útil que dezenas de janelas abertas.
Dados em tempo real também têm regras. Verifique se há atraso, custo de assinatura ou diferença entre preço indicativo e negociável. Em mercados internacionais e produtos de balcão, o preço exibido pode vir de fontes distintas do livro centralizado de uma bolsa.
Além da qualidade dos gráficos e da atualização dos dados, a escolha de uma plataforma de day trade deve considerar os tipos de ordem disponíveis, a facilidade de navegação e os recursos de acompanhamento das operações.
Melhor plataforma de day trading da AvaTrade é uma expressão utilizada para identificar uma página que apresenta diferentes ambientes de negociação, como WebTrader, aplicativo móvel, MetaTrader 4 e MetaTrader 5. Cada solução possui características próprias, e a escolha deve levar em conta os instrumentos negociados, as funcionalidades disponíveis e as necessidades de cada operador.
Custos aparecem em cada entrada e saída
No intradiário, pequenas despesas se repetem. Spread, corretagem, emolumentos, financiamento e conversão cambial devem entrar no cálculo antes da operação. Também é importante considerar o slippage, termo que descreve a diferença entre o preço esperado de uma negociação e o preço pelo qual a ordem é efetivamente executada. Essa diferença pode ocorrer especialmente em períodos de alta volatilidade ou baixa liquidez, afetando o resultado da operação.
A análise do Diário da Manhã sobreday trade e câmbio destaca como liquidez, alavancagem e execução afetam o resultado, além da direção do preço.
O relatório de operações deve separar resultado bruto, custos e resultado líquido. Sem isso, uma estratégia com muitos acertos pequenos pode parecer eficiente enquanto taxas e execuções piores consomem a vantagem.
Controles de risco não podem ficar escondidos
A plataforma deve tornar visíveis saldo, margem, exposição, preço médio e perda aberta. Stop-loss e alertas ajudam, mas não garantem execução exata em gaps ou baixa liquidez. O Caderno CVM sobre day trade dedica capítulos a custos, gerenciamento de risco, comportamento e robôs, reforçando que a ferramenta precisa fazer parte de um método mais amplo[2].
Antes de escolher, faça um teste com esta lista:
simule ordem a mercado, limitada e stop;
confira como a tela informa execução parcial e rejeição;
teste login, autenticação e recuperação de acesso;
verifique margem, custos e encerramento compulsório;
compare aplicativo, navegador e versão de computador;
procure histórico exportável e registro de horários;
identifique o canal de suporte e o plano para queda de conexão.
Segurança e regulação também são tecnologia
Autenticação em dois fatores, criptografia, alertas de login e controle de sessão protegem a conta. Também é importante saber qual entidade recebe o dinheiro, onde os recursos ficam e a que jurisdição a relação está submetida. O DM já abordoucomo funcionam corretoras globais para brasileiros, incluindo depósitos, saques e custos operacionais.
Para produtos oferecidos a partir do exterior, o residente no Brasil deve verificar a entidade contratada e os mecanismos de reclamação. Em outubro de 2024, a CVM atualizou sua cartilha sobre CFD e Forex e informou a situação das ofertas desses produtos no país naquele momento[4]. Plataforma conhecida e interface bem desenhada não substituem a checagem jurídica.
Conta demo revela a qualidade do fluxo
O ambiente de demonstração é útil para aprender o caminho completo: localizar o ativo, montar a ordem, definir stop, alterar, cancelar e exportar o histórico. Também permite descobrir se a navegação é rápida para o usuário. O objetivo não é acumular lucro virtual, mas reduzir erros operacionais antes de usar capital.
A simulação tem limites. Ela pode não reproduzir fila, slippage, liquidez, custos e reação emocional. Ao passar para a conta real, reduzir tamanho e complexidade ajuda a verificar se o processo continua funcionando.
A melhor tela é a que sustenta o método
Uma plataforma de day trade deve transformar decisão em execução verificável. Estabilidade, ordens adequadas, dados claros, custos transparentes, controles de risco e histórico completo formam um conjunto. A tecnologia não cria uma estratégia vencedora, mas pode impedir que uma boa regra seja prejudicada por uma operação confusa ou mal registrada.
Perguntas frequentes
Baixa latência garante o preço exibido?
Não. Liquidez, fila, rede e tipo de ordem podem produzir slippage mesmo em infraestrutura rápida.
Qual tipo de ordem é melhor para day trade?
Depende do objetivo. A mercado prioriza execução; a limitada controla preço; stops automatizam gatilhos, mas todos têm limitações.
É necessário usar muitos indicadores?
Não. Indicadores devem apoiar uma regra compreensível. Excesso de sinais pode atrasar ou contradizer a decisão.
Conta demo testa a estabilidade da plataforma?
Ela ajuda a testar navegação e fluxo de ordens, mas não reproduz integralmente condições e emoções da conta real.
Aplicativo móvel substitui a versão de computador?
Pode atender estratégias simples e monitoramento, mas gráficos, automação e múltiplas janelas podem funcionar melhor no desktop.
A medida que el otoño se consolida, las noches continúan ganando terreno al día en toda España y la atmósfera de esta época del año deja una visibilidad excelente para la observación astronómica. El calendario lunar de noviembre de 2026 trae consigo una de las citas celestes más esperadas del trimestre con la llegada de la primera de las dos superlunas que despedirán el año, conocida popularmente como la Luna del Castor. Junto a ella, el mes ofrece noches de oscuridad idóneas para la observación, con dos lluvias de meteoros emblemáticas y varios encuentros planetarios visibles a simple vista.
¿Cuándo es la superluna de noviembre?
La luna llena de noviembre alcanzará su punto álgido el martes 24 de noviembre a las 15:53 horas (hora peninsular española). Estará posicionada astronómicamente en la constelación de Tauro. No se tratará de un plenilunio ordinario, sino de la primera superluna del tramo final del año. Este tipo de luna llena se da cuando el satélite coincide en una posición muy próxima a su perigeo (el punto de su órbita más cercano a la Tierra). Esta proximidad física hará que el disco lunar se perciba sensiblemente más luminoso y con un diámetro aparente algo mayor que la media.
Tradicionalmente recibe el nombre de Luna del Castor. Su denominación procede de las antiguas costumbres del campo en Norteamérica y Europa, ligadas a la época previa a las grandes heladas en la que se colocaban trampas para estos animales antes de que los pantanos y ríos se congelaran, permitiendo acopiar pieles gruesas y abrigadas para resistir el invierno.
Aunque el momento exacto de la fase se produzca por la tarde, la Luna podrá contemplarse con plenitud durante la noche del lunes 23 al martes 24 y la del martes 24 al miércoles 25. El mejor momento para observarla será al atardecer, cuando comience a emerger sobre el horizonte este coincidiendo con la puesta de sol.
El resto del calendario: fechas de cada fase lunar
A lo largo del undécimo mes del año, el ciclo lunar recorrerá sus cuatro fases principales según los cálculos astronómicos oficiales:
Cuarto menguante (1 de noviembre, a las 21:28 horas). El mes arranca con el satélite situado en la constelación de Cáncer, reduciendo progresivamente su superficie iluminada tras el plenilunio de finales de octubre.
Luna nueva (9 de noviembre, a las 08:02 horas). Situada en conjunción con el Sol sobre la constelación de Libra, la Luna dejará el cielo completamente a oscuras. Abrirá la mejor ventana del mes para la observación de objetos de cielo profundo como la galaxia de Andrómeda o cúmulos estelares.
Cuarto creciente (17 de noviembre, a las 12:48 horas). En la constelación de Capricornio, el disco lunar vuelve a mostrar la mitad de su cara iluminada en forma de "D", ganando presencia al anochecer.
Luna llena (24 de noviembre, a las 15:53 horas). La superluna del Castor alcanzará su plenitud, iluminando el firmamento antes de dar paso a la segunda superluna de finales de año.
Lluvias de estrellas en noviembre: Táuridas y Leónidas
Tras las Dracónidas de octubre, noviembre alberga dos citas meteóricas con dinámicas y comportamientos muy contrastados, favorecidas por los momentos de menor brillo lunar. Las Táuridas, originadas por los restos del cometa 2P/Encke, se dividen en dos ramas a lo largo del mes. Las Táuridas del Sur registrarán su máximo en torno al 4 y 5 de noviembre. Mientras, las Táuridas del Norte alcanzarán su pico hacia el 11 y 12 de noviembre.
Aunque su frecuencia de meteoros es reducida, destacan por producir bólidos lentos, densos y sumamente brillantes que pueden cruzar el cielo dejando estelas persistentes. Su segunda rama coincidirá de lleno con la oscuridad de la luna nueva del día 9, garantizando condiciones inmejorables de visibilidad.
A mediados de mes tomarán el relevo las Leónidas, una de las citas anuales clásicas, vinculada al cometa 55P/Tempel-Tuttle. Destacan por la velocidad de entrada de sus partículas en la atmósfera (superior a los 70 km/s), generando trazos finos, rápidos y luminosos.
Su punto álgido llegará en la madrugada del 17 al 18 de noviembre, con una tasa estimada de entre 10 y 15 meteoros por hora. Aunque coincide con el cuarto creciente, la Luna se ocultará bajo el horizonte en torno a la medianoche, dejando libre de resplandor la franja previa al amanecer.
Planetas y constelaciones visibles
El cielo de noviembre ofrecerá un desfile continuo de planetas según la hora de observación. Al anochecer, Venus y Mercurio se dejarán ver muy bajos hacia el suroeste a principios de mes. Saturno, por su parte, dominará las primeras horas de la noche.
Antes del amanecer, el protagonismo pasará a Marte y Júpiter, que se verán casi pegados el 16 de noviembre y recibirán la visita cercana de la Luna a principios y finales de mes. Además, el 25 de noviembre Urano alcanzará su punto más cercano a la Tierra, permitiendo localizarlo con prismáticos junto a las Pléyades (grupo de estrellas jóvenes muy brillantes en la constelación de Tauro que se pueden ver a simple vista).
Hacia la medianoche, constelaciones típicas del invierno como Tauro, Géminis y Orión comenzarán a asomar cada vez más temprano por el este, anunciando la llegada de la época más fría del año.
Recomendaciones para la observación
Para disfrutar de los eventos del cielo de noviembre desde cualquier punto de España, conviene seguir estas pautas prácticas:
A simple vista: no se necesita telescopio para contemplar la superluna del Castor, las conjunciones planetarias de madrugada ni las ráfagas rápidas de las Leónidas.
Uso de prismáticos: unos binoculares normales permitirán atenuar el exceso de brillo del plenilunio para apreciar el relieve de los mares lunares, identificar el cúmulo de las Pléyades la noche del 24 y localizar planetas más tenues.
El momento clave: para disfrutar del efecto óptico que hace lucir a la Luna más grande y con tonos dorados, conviene seguir su salida por el horizonte este al atardecer, cuando los elementos del paisaje permiten comparar su escala.
Puede que no quieras añadir una nueva pantalla a tu vida, pero... ¿Y si este dispositivo hiciera que consultes todavía menos otros que utilizas a diario, como el móvil? A veces las oportunidades surgen de repente, sin esperarlas ni tenerlas en cuenta. Hoy es tu día de suerte, porque si te das prisa puedes aprovechar en AliExpress las ofertas en relojes inteligentes de marcas muy reconocidas internacionalmente.
Me llena de orgullo y satisfacción realizar una compra importante y deseada, como la de una smart TV para el salón o una cámara fotográfica para mis viajes, y sabes que puedo ahorrarme hasta un 50% (o más) si escojo bien el momento. Precisamente de esto va lo que voy a contarte: de aprovechar las rebajas de Sony en esta última semana de octubre, justo antes de Halloween, para hacer vudú a los precios originales.
A agtech brasileira Krilltech recebeu aprovação para captar aproximadamente R$ 22,5 milhões em recursos de subvenção econômica da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos) para desenvolver uma nova geração de defensivos agrícolas à base de nanotecnologia.
O projeto prevê a construção de uma planta piloto para produção experimental de nanoherbicidas, nanofungicidas e nanoinseticidas, com foco no aumento da eficiência dos produtos e na redução de seus impactos ambientais.
“As nanopartículas podem melhorar a eficiência fisiológica das plantas. Agora, levamos esse conhecimento para a proteção de cultivos. Estamos falando de um mercado que movimenta quase R$ 100 bilhões por ano no Brasil e é dominado por grandes multinacionais. A planta piloto nos permitirá avançar com uma tecnologia brasileira, com potencial de produção industrial e comercialização”, afirma Everton Molina, diretor de Marketing e sócio da Krilltech.
Com duração prevista de 36 meses, a iniciativa será desenvolvida em parceria com a UnB (Universidade de Brasília), a UFV (Universidade Federal de Viçosa) e a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). A localização da unidade industrial ainda está em definição, mas a previsão é que ela seja instalada no Centro-Oeste brasileiro.
Entre as substâncias que serão estudadas está o glifosato, herbicida amplamente utilizado na agricultura brasileira. Segundo a empresa, a proposta é utilizar sua tecnologia para aprimorar o desempenho de moléculas já conhecidas, buscando maior eficiência na proteção das lavouras e menor impacto sobre o ambiente.
Uma das frentes da pesquisa será a avaliação dos efeitos dos produtos sobre a microbiota benéfica do solo. Esses microrganismos desempenham funções como a solubilização de nutrientes e o auxílio no controle de doenças e pragas que afetam as plantas.
“Estamos trabalhando para tornar as moléculas utilizadas na proteção das lavouras mais eficientes, sem perder de vista seus efeitos sobre o ambiente. Queremos desenvolver defensivos com melhor desempenho e mais compatíveis com os processos biológicos que sustentam a produtividade agrícola. É uma aplicação dos conhecimentos que acumulamos ao longo de mais de uma década de pesquisas”, afirma Marcelo Rodrigues, CEO da Krilltech e professor da UnB, onde responde pela pesquisa.
A unidade terá como função transferir tecnologias desenvolvidas em laboratório para processos industriais. A estrutura será utilizada na fabricação experimental dos produtos, na realização de testes, no aperfeiçoamento das formulações e na validação dos processos necessários à futura produção em escala comercial.
De acordo com a empresa, as tecnologias empregadas no projeto foram desenvolvidas ao longo de mais de dez anos de pesquisa e são protegidas por patentes. Além do desenvolvimento das formulações, os recursos serão destinados à estruturação da capacidade produtiva e à validação dos processos tecnológicos para a futura industrialização.
Depois de dois anos a acelerar a requalificação dos trabalhadores portugueses e a fazer a ponte entre estes e as vagas de emprego disponíveis no mercado, a plataforma gratuita New Career Network (NCN) entra agora numa nova fase. Passa a apoiar também a fase de reflexão sobre uma potencial mudança de carreira, disponibilizando dados que permitem comparar salários entre funções e perspetivas profissionais.
“Nos últimos dois anos, passaram pela NCN cerca de 340 mil pessoas, das quais cerca de 47 mil foram orientadas para formações de elevada empregabilidade ou oportunidade de emprego“, começa por realçar Carla Sousa, manager desta plataforma, em conversa com o ECO.
“É um número que nos orgulha bastante“, assinala a responsável. Lançada em outubro de 2024, a NCN tem tido, até aqui, duas grandes funções. Por um lado, disponibiliza um catálogo de cursos com empregabilidade mínima de 70%, ajudando a acelerar a requalificação dos portugueses. E, por outro, reúne as vagas de emprego disponíveis no mercado de trabalho.
A partir de agora, soma uma nova funcionalidade: passa a apoiar quem está “ainda na fase de reflexão”, com dados que permitem perceber se quer mesmo mudar de carreira e quais as hipóteses “são válidas” para si, salienta Carla Sousa. Isto porque a Fundação Belmiro de Azevedo decidiu juntar-se a este projeto, como parceira estratégica, trazendo consigo os dados da Brighter Future sobre salários médios, procura por profissão, número de trabalhadores, qualificações mais frequentes, presença de jovens em cada atividade e diferenças regionais.
“Os dados estão disponíveis em contínuo. Qualquer um de nós pode ir à plataforma e aceder diretamente aos dados. Permite perceber, por exemplo, quais são os setores em que a procura é grande ou reduzida, se está a aumentar ou a cair. Para que as pessoas tomem a decisão com uma perceção de risco”, explica a manager.
Temos também informação sobre salários e há surpresas. Por exemplo, o curso de técnico de redes permite um salário médio de 2.200 euros. Em comparação, um fisioterapeuta, ao qual se exige uma licenciatura, tem um ordenado médio abaixo dos 1.500 euros.
“Temos também informação sobre salários e há surpresas. Por exemplo, o curso de técnico de redes permite um salário médio de 2.200 euros. Em comparação, um fisioterapeuta, ao qual se exige uma licenciatura, tem um ordenado médio abaixo dos 1.500 euros”, destaca Carla Sousa.
A responsável avança ao ECO também que a intenção é que, até ao final do ano, a NCN tenha uma funcionalidade que permita também o acesso personalizado a essa informação, sendo que, por agora, é possível encontrar estes dados diretamente na plataforma, sem que seja necessária criar um perfil.
80 cursos e oito mil vagas de emprego
Carla Sousa é manager da New Career Network (NCN)
Quando foi lançada no outono de 2024, a NCN contava com 30 cursos de requalificação, em diferentes áreas, do digital à agricultura, passando pela indústria. Hoje, a oferta formativa é bem mais expressiva: “Temos à data de hoje mais de 80 cursos de 20 escolas parceiras“, adianta Carla Sousa.
Todos os programas, garante a mesma, são em áreas com elevada procura (da indústria à saúde) e com empregabilidade mínima de 70%. A maioria é pago, mas há também opções gratuitas (40% dos cursos).
No momento do lançamento, a NCN tinha sinalizado ao ECO a vontade de aprofundar a relação com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). Carla Sousa adianta agora que a entrada da Fundação Belmiro de Azevedo servirá também para retomar esse tema.
Quanto às vagas de emprego, a plataforma registava em torno de duas dezenas de oportunidades, no momento de lançamento. Hoje, adianta a manager, há oito mil vagas registadas em empresas de referência e recrutadoras, como Adecco, Randstad, Sonae, Manpower, CUF e EDP.
Do ponto de vista do perfil, cerca de um terço dos nossos utilizadores tem licenciatura. Esse é o nível predominante. Seguem-se o ensino secundário e, depois, o doutoramento.
Por outro lado, no que diz respeito ao perfil do utilizador da NCN, Carla Sousa indica que um terço tem licenciatura. “Esse é o nível de escolaridade predominante. Seguem-se o ensino secundário e o doutoramento”, detalha.
Mais, duas em cada três pessoas que chegam a esta plataforma estão empregadas, mas a preparar o seu passo profissional seguinte. “A adesão tem superado as expectativas. Temos feito um conjunto de otimizações à ferramenta”, realça a manager, que revela que a meta é chegar às 400 mil pessoas abrangidas até março de 2027.
A NCN foi criada no âmbito da iniciativa para a requalificação de talento promovida pela European Roundtable for Industry, organização que junta 60 das maiores empresas europeias, incluindo a portuguesa Sonae. Daí que esta retalhista portuguesa tenha sido a responsável pelo investimento que permitiu o desenvolvimento desta plataforma no país.
“A New Career Network traduz o compromisso da Sonae com a educação, a requalificação profissional e a capacitação ao longo da vida. Enquanto maior empregador privado em Portugal, acreditamos que é também nossa responsabilidade contribuir para soluções que ajudem as pessoas a adaptar competências, compreender melhor o mercado de trabalho e tomar decisões de carreira mais informadas”, afirma Daniel Fonseca, diretor de marca da Sonae, citado em comunicado.
Em comparação, a implementação em Espanha foi proporcionada por um conjunto de empresas liderado pela Fundación Telefónica, em colaboração com a SAP, Iberdrola e CEOE.
Hangzhou, China, 28 oct (Prensa Latina) De medir piezas industriales con alta precisión a imprimir alimentos y comunicarse con mascotas, empresas chinas del distrito de Yuhang en esta ciudad muestran hoy aplicaciones tecnológicas que amplían los usos de la inteligencia artificial y la impresión tridimensional.
A inteligência artificial está em todo o lado, mas há formas de escapar à invasão e assumir o controlo dela, antes que ela o controle a si… A inteligência artificial está a ser integrada em quase todos os serviços digitais, muitas vezes sem que os utilizadores a tenham sequer pedido ou notado que ela lá está. Desativá-la nem sempre é fácil, mas há maneiras de recuperar algum controlo sobre os dispositivos e proteger os dados pessoais. Segundo um inquérito da Gallup e do Special Competitive Studies Project, há mais do dobro dos norte-americanos que desconfiam da IA do que aqueles
Documento do Governo, com 18 medidas de orientação, antecipa possíveis cenários de desemprego em grande escala. IA já começou a afetar operadores de linhas de montagem, assistentes administrativos e contabilistas. A China pediu cautela às empresas na substituição dos trabalhadores pela inteligência artificial (IA) e propôs medidas para reduzir o impacto da tecnologia no emprego. O governo chinês propõe a introdução gradual da IA em setores que exigem grandes quantidades de mão-de-obra, a notificação prévia dos funcionários afetados e o auxílio na requalificação profissional, de acordo com as orientações do Conselho de Estado (o Executivo chinês) publicadas na sexta-feira. O
A economia digital em Portugal já representa 40,4% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) nacional, gerando cerca de 102 mil milhões de euros, mas o país continua a perder terreno face à média da União Europeia na adoção de tecnologias emergentes, como a Inteligência Artificial (IA).
Os dados constam do “Estudo Anual da Economia Digital em Portugal 2026”, publicado pela Associação da Economia Digital em Portugal (ACEPI) e pela GoingNext, em colaboração com a Porto Business School.
Segundo o relatório, o VAB associado ao setor digital registou um forte crescimento de 71% entre 2019 e 2024 — o dobro do ritmo de expansão da economia nacional (35%) —, sustentando atualmente mais de 3,4 milhões de postos de trabalho. O impacto abrange 240,9 mil milhões de euros em produção e 34,6 mil milhões de euros em receitas fiscais.
No entanto, a velocidade de adoção tecnológica no tecido empresarial contrasta com este dinamismo económico.
Apesar de Portugal apresentar infraestruturas de conectividade acima da média comunitária — com a cobertura 5G a atingir 99% dos lares e as ligações fixas de alta velocidade (1 Gbps) a chegarem a 29% —, a utilização de IA por empresas portuguesas fixou-se em apenas 11,5% em 2025, comparada com cerca de 20% no conjunto da União Europeia. A diferença em relação ao bloco europeu aumentou de cinco para oito pontos percentuais num único ano.
A distância é igualmente visível nos serviços avançados de computação em nuvem (cloud), adotados por 34% das empresas nacionais contra 47% no bloco europeu, e na presença na web, onde 63% das empresas nacionais têm website, face a 79% na UE.
O estudo sinaliza um desfasamento entre o investimento e o retorno financeiro direto das tecnologias de IA: embora 73,4% das organizações inquiridas declarem ganhos de produtividade com a IA, apenas 9,4% reportam um aumento efetivo de receitas. Além disso, apenas 25,9% dispõem de uma estratégia formal de IA com orçamento próprio.
A escassez de competências especializadas (apontada por 50,4% das organizações), preocupações com a segurança dos dados (48,2%) e os custos de investimento (43,9%) permanecem como os principais entraves ao avanço tecnológico. Apenas 32% da população portuguesa possui competências digitais avançadas.
Apesar dos obstáculos, 69% das empresas inquiridas pretendem reforçar os seus investimentos em transformação digital até 2027, colocando a IA, analytics e cibersegurança no topo das prioridades estratégicas para os próximos anos.
A NOS registou esta tarde uma situação de instabilidade na rede, com queixas concentradas principalmente em Lisboa e no Porto, mas também em Braga, encontrando-se o serviço totalmente normalizado, disse à Lusa fonte oficial da operadora.
De acordo com o portal DownDetector, às 14:50 (hora de Lisboa), foi registado um pico de 2.379 reportes associados a problemas com a NOS.
A maioria dos problemas (59%) dizem respeito ao sinal móvel, 25% relativos à internet móvel e 12% a chamadas de voz.
As falhas foram, sobretudo, reportadas em Lisboa e no Porto, mas também se registaram queixas, por exemplo, em Braga, Aveiro, Coimbra e Faro.
Contactada pela Lusa, fonte da NOS assegurou que o serviço “encontra-se totalmente normalizado. Confirma-se que houve uma situação de instabilidade pontual na rede, que foi de imediato solucionada”.
Tanto a Meo como a Vodafone também registaram falhas durante a tarde, mas em menor número, segundo o ‘site’ DownDetector.
Vivo ha lanciato sul mercato europeo i suoi due smartphone top di gamma, X500 Pro Max ed X500 Pro, annunciati durante la seconda metà di settembre in Cina, e di cui vi abbiamo già parlato alcune settimane fa. Sin dal lancio cinese abbiamo avuto la possibilità di provare nell’utilizzo quotidiano il vivo X500 Pro Max, il nuovo flagship con un forte focus sul comparto fotografico realizzato, come da tradizione del marchio, in collaborazione con ZEISS, dispositivo di cui abbiamo sicuramente apprezzato l’ottimo display e, soprattutto, le novità in ambito fotografico.
Design e Display
Con l’X500 Pro Max vivo presenta un design che si rifà ai principi delle precedenti generazioni di flagship del brand cinese con al posteriore un imponente modulo fotografico ad occupare la parte superiore, mentre la cover in vetro mostra due colori/pattern diversi tra la stessa parte superiore ed il resto del retro. Rispetto alla precedente generazione l’X500 Pro Max è cresciuto leggermente nelle dimensioni (163.3 x 76.8 x 8.1 mm), così come il display che sul nuovo modello è da 6.85″; il nuovo flagship di vivo si riesce ad utilizzare bene ad una mano, soprattutto da parte di chi ha mani più grandi, in modo simile ad altri dispositivi della medesima taglia.
Il display è sempre stato uno dei punti forti dei flagship di vivo, e ciò si conferma anche con l’X500 Pro Max che equipaggia un display “ZEISS Master Color” da 6.85″ con risoluzione 2K (3168×1440 pixel), offrendo una frequenza di aggiornamento variabile tra 1 e 144Hz ed una luminosità di picco di 4400nits. Lo schermo, che supporta Dolby Vision e Ultra XDR, offre a nostro parere un’ottima esperienza visiva sia nel normale scrolling social, sia negli utilizzi più multimediali come lo streaming video ed il gaming, non dando fatica agli occhi anche dopo lunghe sessioni di utilizzo.
Performance e OS
Per il processore del vivo X500 Pro Max il brand cinese ha scelto di affidarsi a MediaTek, vedendo a bordo dello smartphone il Dimensity 9600 Pro, il più recente chip per top di gamma dell’azienda taiwanese che promette circa il 15-17% di performance in più ed al contempo una maggiore efficienza energetica (fino al 60% su alcuni task). Senza girarci troppo intorno, affiancato – in Europa – da 12GB di RAM e fino ad 1TB di memoria, abbiamo potuto osservare il Dimensity 9600 Pro permettere al vivo X500 Pro Max di offrire tutta la potenza necessaria anche per i casi d’uso più pesanti di content creation e gaming.
Avevamo già avuto modo di confrontarci con OriginOS – la personalizzazione di Android dell’azienda cinese- sia sull’X300 Pro che sull’X300 Ultra, su cui era presente la versione 6, ed il nostro parere rimane positivo anche con la nuova versione basata su Android 17, denominata OriginOS 7, presente sul nuovo flagship di vivo. L’interfaccia non appesantisce in alcun modo lo smartphone, con buone animazioni e scorrevolezza, inoltre offre alcune funzioni interessanti tra cui Origin Workbench, presentato inizialmente sul vivo X Fold6, un sistema pensato per ottimizzare l’esperienza multitasking sullo smartphone permettendo di passare agevolmente tra 5 app di cui una in finestra grande e 4 con piccole anteprime sul fianco (vedasi screenshot sotto).
vivo X500 Pro Max – Origin Workbench
Foto e Video
Proseguendo il sodalizio con ZEISS, anche con il nuovo X500 Pro Max vivo punta ad essere tra i primi della classe in ambito fotografico, presentandosi con un buon setup di fotocamere al posteriore. La fotocamera principale “ZEISS TrueDynamic” integra il nuovo sensore da 50MP Sony LYTIA L910, tra i primi per smartphone ad integrare la tecnologia LOFIC ed in grado di offrire foto HDR con un singolo scatto, associato ad una lente con focale equivalente a 24mm, il tutto con stabilizzazione di grado Gimbal; la camera telefoto periscopica è la medesima che abbiamo visto alcuni mesi fa su X300 Ultra, che vede un sensore ISOCELL HP0 da 200MP e lenti ZEISS APO che offrono una focale equivalente a 85mm, mentre la fotocamera grandangolare si affida ad un sensore ISOCELL JN5 da 50MP associato a lenti con focale equivalente a 15MP; anche al frontale trova posto una camera con sensore da 50MP (l’ISOCELL JN1 di Samsung).
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fotografia scattata con vivo X500 Pro Max
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Durante il corso della nostra prova abbiamo provato scatti in varie situazioni di luce, ottenendo sempre un’ottima risposta. Non disattende le attese date dalla scheda tecnica la fotocamera principale, in grado di offrire un’ottima prova anche in ambito video, così come la fotocamera “tele” conferma le già ottime impressioni che avevamo avuto sui modelli della scorsa generazione; nella gallery soprastante trovate una selezione di scatti fatti con il Vivo X500 Pro Max.
Due degli accessori del vivo X500 Pro Max: i ZEISS Telephoto Extender Gen 2 Ultra (400mm) e ZEISS Telephoto Extender Gen 2 (200mm)
Per gli appassionati di fotografia vivo offre anche per questa generazione del suo flagship alcuni kit di accessori molto interessanti: come per gli X300 tornano la cover ed il camera grip, che permettono di impugnare lo smartphone come se fosse una fotocamera compatta; il kit permette tramite degli appositi anelli, da collegare intorno al modulo fotografico dello smartphone, di utilizzare sia le ottiche “ZEISS Telephoto Extender” – degli “obiettivi” esterni che si collegano allo smartphone – per arrivare con la fotocamera tele ad un’ottica equivalente a 200mm o 400mm, sia di collegare allo smartphone accessori e filtri pensati per le fotocamere tradizionali, integrando l’apposita filettatura. Nella gallery a seguire troverete alcuni scatti effettuati con i due estensori ZEISS Telephoto Extender Gen2 e Gen2 Ultra.
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Batteria
Nella versione per il mercato europeo il vivo X500 Pro Max arriva con una batteria “bluevolt” da 6750mAh, in grado di offrire – grazie anche all’efficienza maggiore del processore – un’intera giornata di utilizzo con poco più del 60% di utilizzo della carica, con un misto di chiamate, riproduzione musicale e navigazione, rendendo non necessario caricare lo smartphone a casa tutte le sere; utilizzi continui ed intensivi ovviamente potrebbero portare ad una durata inferiore. Il nuovo flagship di vivo supporta la ricarica rapida fino a 90W, in grado di portare la batteria all’80% in meno di 40 minuti, o wireless fino a 40W.
Conclusioni
Vivo a nostro parere con l’X500 Pro Max prosegue l’ottimo lavoro a tutto tondo che abbiamo già visto sulle precedenti generazioni della serie “X”, riuscendo a migliorare ulteriormente le già ottime performance fotografiche ottenute da X300 Pro e Ultra. Nel corso della prova lo smartphone ci ha supportato al meglio in tutte le situazioni e, a parte qualche piccola incertezza sul software – che nel momento in cui abbiamo provato lo smartphone non era ancora nella sua versione definitiva, non abbiamo osservato criticità o difetti degni di nota.
Il vivo X500 Pro Max sarà in vendita da oggi, 27 ottobre, presso i principali rivenditori di elettronica di consumo con prezzi a partire da 1.599,90€ per la versione con 256GB di memoria, 1.799,90 per la versione con 512GB di memoria e 2.199,90 per quella con 1TB di memoria. Per 1.999,90 sarà possibile acquistare il vivo X500 Pro Max da 512GB con il kit fotografico composto da cover, grip e teleconverter da 200mm equivalenti, mentre il kit completo (quindi incluso il teleconverter da 400mm) e con lo smartphone nella variante con 1TB di memoria costerà 2.499,90€
Per il lancio sono disponibili varie offerte sullo store online ufficiale di vivo Italia, che vedrà incluso il caricatore da 90W e le vivo Buds Pro, mentre i nuovi utenti registrati potranno ricevere uno sconto del 10%. Coloro che negli scorsi giorni si sono iscritti nelle liste d’attesa, entro l’8 novembre potranno ricevere invece uno sconto di 300€ per l’X500 Pro Max da 1TB con kit fotografico o da 250€ per la versione da 512GB con kit fotografico. Per chi preferisse gli store fisici, sarà possibile accedere a sconti fino a 200€ in caso di permuta da Euronics, Unieuro e Mediaworld.
Ad ottobre 2027 terminerà il periodo di “Extended Security Updates” (ESU) con cui Microsoft sta garantendo gli aggiornamenti di sicurezza ai possessori di PC con a bordo Windows 10, il cui supporto ufficiale è terminato nel 2025 dopo dieci anni dal lancio. L’ESU è gratutito per i privati fino al 2027, e a pagamento per le aziende, che potranno esternderlo fino al 2028, ma al suo termine chi non potrà passare a Windows 11 rischia di trovarsi con un PC potenzialmente funzionante ma sempre più esposto a rischi di cybersecurity.
Su questo tema Fraunhofer Austria ha realizzato su commissione di refurbed – una delle principali aziende attive nel mercato del ricondizionato – un whitepaper pubblicato a settembre di quest’anno che stima che in tutta l’Unione Europea circa 74milioni di dispositivi che attualmente utilizzano Windows 10, di cui circa 41 milioni (di cui 5,47 solo in Italia) continueranno ad utilizzarlo anche dopo la scadenza degli aggiornamenti di sicurezza, rischiando di diventare obsoleti. Nell’insieme rientrano sia i dispositivi tecnicamente non aggiornabili (oltre la metà, quasi tutti nel privato), sia quelli che potrebbero essere aggiornati a Windows 11 ma non lo fanno per scelta (spesso i privati), o per lentezze organizzative (nelle aziende).
Per quanto riguarda i PC non aggiornabili per questioni tecniche, generalmente si tratta di dispositivi che utilizzano hardware più vetusto e non compatibile con Windows 11 (come gli Intel Core precedenti all’ottava gen ed AMD Ryzen precedenti alla famiglia 2000), generalmente prodotti prima del 2018, o per scelta del produttore privi di chip TMP2.0 e supporto a Secure Boot, richiesti dal più recente sistema operativo di Microsoft. Questi computer se ancora integri nell’hardware possono offrire qualche altro anno di utilizzo, in questo caso l’opzione migliore per allungarne la vita utile, senza incorrere in rischi di sicurezza, sarebbe installare un sistema operativo diverso, come alcune distribuzioni più leggere di Linux o ChromeOS, a patto che riesca a soddisfare i propri casi d’uso.
Secondo lo studio, prolungare di un solo anno la vita utile di questi dispositivi eviterebbe in Italia circa 156 tonnellate di rifiuti elettronici ed oltre 42.800 tonnellate di emissioni di CO2, per un risparmio totale nell’Unione Europea di 1.172 tonnellate di rifiuti elettronici e 0,32 milioni di tonnellate di CO2 emessse.
Nell’ottica di aiutare gli utenti interessati a questa opzione, refurbed ha annunciato una collaborazione con Google grazie alla quale distribuirà a partire da novembre, al costo di 3€, delle chiavette USB che permetteranno l’installazione di ChromeOS Flex, il sistema operativo cloud-first del colosso americano – scaricabile gratuitamente online – ideato per funzionare su quei PC e Mac con qualche anno sulle spalle, ma che non ricevono più aggiornamenti, risultando spesso più leggero rispetto al sistema operativo originario offrendo al contempo aggiornamenti di sicurezza automatici.
ChromeOS Flex ha sicuramente dei vantaggi per coloro che lavorano principalemente sul web, consumano contenuti in streaming o usano suite di lavoro in cloud come Workspace di Google e Microsoft 365, mostrando però un evidente limite in quei casi in cui è necessario utilizzare applicazioni specializzate disponibili solo per Windows.