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Messi no Newell’s? Jornalista argentino aponta possível retorno do craque

29 October 2026 at 22:39

O astro Lionel Messi pode estar se preparando para um retorno ao futebol argentino. Segundo o jornalista Gonzalo Calvigioni, especialista na cobertura do Newell’s Old Boys, o camisa 10 estaria muito próximo de defender o clube que o revelou. A possibilidade seria para janeiro de 2027.

Em publicação nas redes sociais, Calvigioni informou que o assunto foi abordado primeiramente no programa Estadio 3, em Rosário.

Ele reforçou a projeção de data para o retorno do craque. “Lionel Messi nunca esteve tão perto de vir para o Newell’s. Seria em janeiro de 2027”, escreveu o jornalista.

Natural de Rosário, na Argentina, Messi iniciou sua jornada no futebol nas categorias de base do Newell’s Old Boys aos sete anos. Permaneceu no clube até os 13, antes de se mudar para a Espanha e integrar as categorias de base do Barcelona. Ele nunca atuou profissionalmente pela equipe argentina.

Fim da passagem pelo Inter Miami

Atualmente, o camisa 10 defende o Inter Miami, dos Estados Unidos. Contudo, o craque argentino teria decidido encerrar sua etapa na Major League Soccer (MLS) e se despedir do clube ao final da temporada de 2026, abrindo caminho para uma possível volta à sua terra natal.

Motivações para o retorno

Outra possível motivação para o retorno de Messi ao futebol sul-americano seria o provável fim de seu ciclo na seleção argentina. Os planos de futuro do astro teriam mudado, e a ideia de jogar pelo clube de seu coração começaria a ganhar força entre seus próximos.

Caso a volta de Messi ao futebol argentino se concretize, ele encontraria um de seus grandes companheiros de seleção jogando no rival do Newell’s. Ángel Di María, também campeão do mundo em 2022, retornou ao país natal para defender o Rosario Central, prometendo agitar ainda mais os clássicos locais.

Messi se torna acionista majoritário de clube da 2ª divisão espanhola

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

PGR deve seguir Polícia Federal e fatiar denúncias do caso Master

29 October 2026 at 22:01

A Procuradoria-Geral da República deve seguir o mesmo rito adotado pela Polícia Federal e dividir em partes o inquérito que apura fraudes envolvendo operações entre o Banco Master e o BRB. A tendência, segundo apuração do analista de política Matheus Teixeira, é que as denúncias sejam fatiadas por núcleos de investigação.

“É uma investigação muito grande, que pega uma gama de pessoas gigantesca”, descreveu Teixeira durante o CNN 360º desta quinta-feira (29).

O primeiro núcleo a ser formalizado, de acordo com Teixeira, é o relacionado ao BRB, considerado o mais adiantado na investigação. Estima-se que o rombo decorrente da operação fraudulenta de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília possa ser superior a R$ 10 bilhões.

Além desse, deverá ser constituído um núcleo político, focado nos parlamentares que mantinham relação próxima com o ex-banqueiro.

“Senadores e deputados de oposição, de situação e de centro. Independentemente da ideologia, havia atores com relação com Daniel Vorcaro“, afirmou Teixeira.

A investigação contempla ainda outros núcleos. Um deles é composto por indivíduos que executavam ações de intimidação e ameaça a adversários, liderados por Luiz Phillipi Mourão, conhecido como Sicário, que morreu na prisão. Outro núcleo identificado é o de hackers, responsáveis por invasões a publicações e sistemas fechados.

“A tendência é que a PGR inicie uma leva de denúncias pela questão do BRB e depois vá por partes denunciando os demais envolvidos”, afirmou Teixeira.

Na quarta-feira (29), a PF indiciou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e outras 13 pessoas no inquérito que apura as supostas fraudes envolvendo a operação de compra do Banco Master pelo Banco Regional de Brasília.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Análise: Futuro de Alexandre de Moraes depende de Davi Alcolumbre

29 October 2026 at 21:52

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), declarou que não pretende pautar o impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), em especial de Alexandre de Moraes, caso seja reeleito à presidência do Senado Federal.

Segundo a avaliação do analista de Política da CNN Matheus Teixeira ao CNN 360°, o destino de Moraes na Corte está diretamente ligado ao resultado dessa disputa.

De acordo com Teixeira, a leitura dos bastidores em Brasília é de que o futuro de Alexandre de Moraes depende, em grande medida, de quem assumirá o comando do Senado Federal.

Isso porque cabe exclusivamente ao presidente da Casa a prerrogativa de abrir ou não um processo de impeachment contra um ministro do STF.

Leia Mais:

Contexto das acusações contra Moraes

Alexandre de Moraes é acusado de manter uma relação próxima com Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, instituição envolvida em uma fraude que teria gerado um rombo superior a R$ 50 bilhões no FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Há ainda uma fraude no Banco Regional de Brasília que pode superar os R$ 10 bilhões, totalizando mais de R$ 60 bilhões. Além disso, a esposa de Moraes teria mantido contrato com o Banco Master, e o próprio ministro chegou a ser alvo de acusação da Polícia Federal.

No plenário do STF, o julgamento do caso foi interrompido por um pedido de vista do ministro Flávio Dino.

Disputa pela presidência do Senado

Independentemente do desfecho do caso no STF, há um movimento no Senado Federal para aprovar o impeachment de Alexandre de Moraes.

Matheus Teixeira destacou que, com a composição mais à direita do próximo Senado — resultado das eleições de 5 de outubro —, nomes como Tereza Cristina (PP-MS) e Rogério Marinho (PL-RN), ambos mais próximos a Jair Bolsonaro, também disputam a presidência da Casa e têm chances reais de vencer.

São necessários 41 votos entre os 81 senadores para vencer a eleição.

Caso Davi Alcolumbre consiga a reeleição, a tendência, segundo Matheus Teixeira, é que ele não dê início a um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes.

“Se Davi Alcolumbre conseguisse se reeleger, a chance dele abrir um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes é muito baixa”, afirmou o analista.

Por outro lado, se um candidato mais à direita assumir o comando do Senado, a probabilidade de abertura desse processo aumenta consideravelmente.

Alcolumbre já articula nos bastidores a tentativa de atrair votos da direita, compor com o governo e conquistar apoio do centrão para garantir sua reeleição.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Bitcoin recua com receios sobre lucros corporativos e juros

29 October 2026 at 21:28

O Bitcoin voltou a cair na tarde desta quinta-feira (29) seguindo a fraqueza observada também nas ações dos Estados Unidos, diante da perspectiva de política monetária e após a reação negativa ao resultados trimestrais da Alphabet.

Por volta das 16h16 (em Brasília), o Bitcoin recuava 0,44%, a US$ 80.804,01, enquanto o Ethereum caía 0,16%, a US$ 2.322,84, de acordo com a plataforma Coinbase.

O bitcoin oscilou e chegou a cair abaixo de US$ 80 mil durante a sessão. Para o FxPro, as apostas “ligeiramente” maiores de alta nos juros americanos e preocupações com os lucros corporativos impediram uma recuperação das criptomoedas.

A Alphabet chegou a despencar mais de 13%, durante a tarde desta quinta-feira. Levando em conta a correlação entre as moedas digitais e o Nasdaq, o maior risco é um recuo no preço do bitcoin em direção a US$ 75 mil, de acordo com a corretora.

O Zaye Capital Markets, por sua vez, adiciona a incerteza sobre a política monetária dos EUA, a demanda de investimento institucional e as tensões geopolíticas como fatores pressionando o bitcoin. O mercado já precifica quase 80% de chances de uma alta nas taxas em dezembro, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

Mais cedo, o PCE (índice de preços de gastos com consumo) de setembro dos Estados Unidos avançou, assim como o PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre.

A leitura de analistas é que os resultados estão de acordo com a visão do Fed (Federal Reserve) de que a atividade econômica está forte e a inflação elevada, corroborando com a possibilidade de aperto monetário ainda neste ano.

Também nesta quinta-feira, o BCE (Banco Central Europeu) manteve os juros inalterados – mas também com a previsão de uma alta no encontro de dezembro. O BoJ (Banco do Japão) divulga sua decisão de política monetária amanhã.

*Com informações de Dow Jones Newswires.

Portland Trail Blazers x Memphis Grizzlies: horário e onde assistir à NBA

29 October 2026 at 21:16

Portland Trail Blazers e Memphis Grizzlies se encontram na noite desta quinta-feira (29) em duelo válido pela NBA. O confronto acontece a partir das 23h (horário de Brasília), no Portland Moda Center, em Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos.

As duas franquias integram a Conferência Oeste e representam mercados com histórico consolidado no basquete norte-americano.

O duelo entre as duas equipes promete mais um capítulo da disputa entre franquias da Conferência Oeste, sempre marcada pela competitividade e pela busca por espaço entre as melhores da liga.

Leia Mais:

A partida será transmitida ao vivo pelo NBA League Pass.

Onde assistir a Portland Trail Blazers x Memphis Grizzlies

  • Streaming: NBA League Pass

Ficha técnica de Portland Trail Blazers x Memphis Grizzlies

  • Data: 29/10/2026
  • Horário: 23h (horário de Brasília)
  • Local: Portland Moda Center, nos Estados Unidos

LeBron James terá redução salarial de R$ 250 milhões no 76ers

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Petróleo fecha em baixa com avanço das negociações entre EUA e Irã

29 October 2026 at 21:12

O petróleo fechou em queda nesta quinta-feira (29) impactado pelos relatos de novas tentativas entre Estados Unidos e Irã de buscarem um acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio.

Negociado na ICE (Intercontinental Exchange de Londres), o petróleo Brent para janeiro fechou em queda de 0,84% (US$ 0,78), a US$ 110,80 o barril. O petróleo WTI para dezembro recuou 0,76% (US$ 0,78), a US$ 102,00 o barril, na Nymex.

A queda do petróleo acompanhou declarações do vice-presidente dos EUA, JD Vance, sobre negociações com o Irã, comentários reforçados por Donald Trump nesta quinta-feira.

Do lado iraniano, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou no X que qualquer avanço só será possível após a aceitação de sete condições impostas por Teerã.

Segundo o site Semafor, a Casa Branca mantém tratativas em curso para um acordo temporário de paz, embora ainda enfrente obstáculos para viabilizar a iniciativa. Entre as barreiras citadas está a possibilidade de retomada de ataques contra o Irã após as eleições de meio de mandato nos EUA.

No campo político-militar, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, demitiu o principal responsável pelo planejamento militar do Pentágono, em mais um movimento de uma série recente de desligamentos de generais.

Ainda assim, investidores seguem no radar com o risco de novos ataques a embarcações no Estreito de Ormuz e de ofensivas dos houthis contra a Arábia Saudita.

O Irã afirmou que três petroleiros explodiram e pegaram fogo nas últimas 24 horas após atingirem minas navais ao tentar transitar por uma rota não autorizada no Estreito de Ormuz.

O analista do Price Futures Group, Phil Flynn, afirma que os riscos de transporte em torno de Ormuz e do Mar Vermelho permanecem elevados, mesmo que os fluxos do Golfo tenham se recuperado para níveis pré-guerra em alguns pontos.

Para Dennis Kissler do BOK Financial, “a maioria dos traders ainda sente que a escalada da guerra provavelmente está por vir”.

Petróleo ainda é termômetro da economia? Entenda influência

*Com informações da Dow Jones Newswires.

Atlanta Hawks x Cleveland Cavaliers: horário e onde assistir ao jogo da NBA

29 October 2026 at 21:12

Atlanta Hawks e Cleveland Cavaliers se encontram nesta quinta-feira (29), a partir das 21h (horário de Brasília), no Atlanta State Farm Arena, em Atlanta, na Geórgia, em duelo válido pela NBA.

A partida coloca frente a frente duas franquias tradicionais da Conferência Leste, cada uma com sua própria identidade histórica dentro do basquete norte-americano.

Leia Mais:

A partida será transmitida pelo NBA League Pass, plataforma oficial de streaming da liga.

Onde assistir a Atlanta Hawks x Cleveland Cavaliers

  • Streaming: NBA League Pass

Ficha técnica de Atlanta Hawks x Cleveland Cavaliers

  • Data: 29/10/2026
  • Horário: 21h
  • Local: Atlanta State Farm Arena, nos Estados Unidos

LeBron James terá redução salarial de R$ 250 milhões no 76ers

 

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Base de Lula se divide sobre reforma do Judiciário

29 October 2026 at 21:10

A reforma do Poder Judiciário ganhou força no cenário político brasileiro, especialmente após os escândalos que atingiram o STF (Supremo Tribunal Federal). O tema pautou as eleições presidenciais deste ano e, agora, divide os próprios aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Segundo apuração do analista de Política Matheus Teixeira, o assunto emergiu com intensidade já no primeiro turno das eleições, impulsionado pelas denúncias contra Alexandre de Moraes.

“No segundo turno não foi diferente, os dois candidatos prometiam implementar uma reforma no Judiciário. Tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro (PL) falaram diversas vezes em questões nesse sentido”, afirmou Teixeira durante o CNN 360º desta quinta-feira (29).

Teixeira lembrou que Lula, que saiu vitorioso, foi o candidato que mais se viu envolvido na crise que cercou o STF ao longo do período eleitoral, sobretudo em razão do caso do Banco Master.

Críticas ao CNJ e ao CNMP

Lula fez críticas ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), dois órgãos criados em 2004 durante seu próprio governo.

Na época, a proposta de criação partiu dele mesmo, com o objetivo de evitar corporativismos nos tribunais que julgavam os próprios magistrados.

Os conselhos foram estruturados com conselheiros de mandato e origem determinados, alguns oriundos da Justiça, outros do Ministério Público e outros da sociedade civil, indicados pelo Congresso Nacional.

Agora, Lula afirma que os dois órgãos não cumpriram as expectativas e precisam ser reformados.

Propostas para o STF ainda sem definição

No que diz respeito ao STF, muito se debateu sobre a criação de mandatos para os ministros e sobre mudanças no sistema de indicação. Atualmente, cabe ao presidente da República escolher sozinho o nome a ser indicado, que depois passa pelo crivo do Senado Federal.

Lula sinalizou em diversas ocasiões que poderia mudar esse modelo, mas nunca detalhou como seria feita a alteração, se pelo Congresso Nacional, por um colegiado ou por outro mecanismo.

Quanto aos mandatos, também não há nada definido: fala-se em 10, 12 ou 15 anos, ou ainda na imposição de uma idade mínima de ingresso que, combinada à aposentadoria compulsória aos 75 anos, criaria automaticamente um limite de permanência na Corte.

Divisão nos bastidores

A questão dos mandatos tem gerado questionamentos nos bastidores da base aliada.

Um dos pontos levantados é que, caso seja estabelecido um mandato de 12 anos aplicável apenas aos novos ministros, os dois indicados do ex-presidente Jair Bolsonaro (Kassio Nunes Marques e André Mendonça) permaneceriam no cargo por mais tempo do que os futuros indicados de Lula.

“A gente cria um mandato, mas o mandato não atinge quem já está lá e as pessoas que a gente indicar vão acabar saindo antes mesmo dos dois indicados do nosso adversário”, ilustrou Teixeira ao resumir o raciocínio que circula entre os aliados do presidente.

Apesar das divergências, há vontade declarada de promover mudanças tanto no sistema de indicação quanto nos mandatos.

Os aliados de Lula, no entanto, têm calculado com cautela qual formato seria mais adequado, levando em conta tanto a saúde institucional do Judiciário quanto os próprios interesses políticos, especialmente diante do crescente peso do STF no jogo político brasileiro.

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Análise: convocação de André, do Corinthians, para a Seleção é um absurdo

29 October 2026 at 20:57

A nova lista de convocados de Carlo Ancelotti para a Seleção Brasileira gerou intenso debate entre comentaristas do Convocação CNN.

A convocação de André, do Corinthians, e a ausência de jogadores de Flamengo e Palmeiras foram os principais pontos de discussão na análise da lista divulgada para os jogos contra Japão e Singapura.

A convocação de André foi a que gerou mais controvérsia. “Eu acho absurdo o André do Corinthians ser convocado. Primeiro porque ele está jogando nada. Segundo porque o Corinthians precisa dele”, disse o comentarista Rafael Oliva, ressaltando que o clube luta contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro.

 

Apesar das críticas ao momento atual, reconheceu-se o potencial do jogador: “O André é um nome promissor para o futuro”, e que ele “vinha jogando muito bem” até a quase transferência para o Milan.

Coletivo sobre individualidade: Ancelotti projeta Seleção após Neymar

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Análise: Democratas acusam Trump de “política seletiva” após receber Flávio

29 October 2026 at 20:55

A chegada de Flávio Bolsonaro (PL) aos Estados Unidos gerou forte repercussão no cenário político americano, tornando-se um instrumento de crítica dos democratas contra o presidente Donald Trump.

Congressistas apontaram uma contradição na postura da administração Trump: ao mesmo tempo em que nega asilo a refugiados de países em conflito, estenderia um “tapete vermelho” ao ex-candidato à presidência do Brasil.

Segundo a analista de Internacional da CNN Fernanda Magnotta, no CNN 360°, que acompanhou o desdobramento do caso de Nova York, mais de duas dezenas de páginas oficiais de autoridades no Congresso e no Senado dos Estados Unidos publicaram comentários sobre a decisão da administração Trump de acolher Flávio Bolsonaro.

A analista destacou que existe uma clara coordenação de comunicação entre os democratas, que utilizam o episódio para atacar o que chamam de política imigratória seletiva.

“Eles usam esse episódio para atacar a política imigratória de Trump e dizer que ela é uma política imigratória seletiva”, afirmou Fernanda Magnotta. Os democratas citaram exemplos como Sudão e Haiti, cujos cidadãos teriam solicitado apoio humanitário e refúgio nos Estados Unidos sem terem seus pedidos reconhecidos, mesmo em casos de comprovada violência e perseguição.

Timing favorável à narrativa democrata

O episódio ocorre em um momento particularmente delicado para Trump, a apenas uma semana das eleições de meio de mandato. Magnotta observou que, embora o dia pudesse ter sido menos problemático para o governo americano — dado que dados sobre o crescimento do PIB americano no trimestre vieram acima das projeções —, a boa notícia econômica acabou sendo ofuscada pela crise gerada pela acolhida ao brasileiro.

A analista ressaltou que a questão da imigração aparece nas pesquisas como o segundo elemento de maior sensibilidade para o eleitorado americano, e que o caso Flávio Bolsonaro abriu um novo capítulo nesse debate.

“O Brasil veio parar no coração da disputa eleitoral aqui, ainda que por razões instrumentais no momento-chave”, destacou Magnotta.

Reação republicana

Do lado republicano, a resposta foi de distanciamento do tema. Segundo Magnotta, as principais lideranças do partido tentaram desviar do assunto, sugerindo que ele ficasse em segundo plano.

Enquanto isso, os democratas não pararam de explorar a narrativa, questionando como um governo tão restritivo com imigrantes poderia oferecer acolhimento a um aliado que perdeu uma eleição e contesta seus resultados.

“Muita gente dizendo que o timing favoreceu a narrativa de acusação dos democratas”, concluiu a analista.

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Bento mereceu voltar à Seleção? Goleiro divide opiniões no Convocação CNN

29 October 2026 at 20:42

A convocação de Carlo Ancelotti para os últimos amistosos do ano trouxe novidades e reacendeu o debate sobre o futuro da Seleção Brasileira.

Entre os destaques estão o retorno do goleiro Bento, a ausência de jogadores de Flamengo e Palmeiras e a inclusão de novos nomes, como André, do Corinthians, e Jonathan Jesus.

O retorno do goleiro Bento à Seleção gerou opiniões divergentes entre os comentaristas. Enquanto Cris Schwambach achou a convocação “super questionável”, o outro comentarista Rafael Oliva defendeu a presença do atleta.

“Ele é um goleiro muito promissor, que foi muito mal naquele período pré-Copa, mas o Brasil não tem goleiro definido”, argumentou um dos participantes.

Ludmila Candal ponderou que, como outros goleiros já foram testados e ainda parecem distantes do que se espera para a posição.

“Talvez o Bento valha ser chamado novamente”, afirmou.

Veja os convocados da Seleção Brasileira

Goleiros

  • Bento – Al-Nassr
  • Lucas Perri – Torino
  • Pedro Morisco – Coritiba

Defensores

  • Arthur Dias – Athletico-PR
  • Carlos Augusto – Inter de Milão
  • Douglas Santos – Zenit
  • Gabriel Magalhães – Arsenal
  • Jair Cunha – Nottingham Forest
  • Jonathan Jesus – Cruzeiro
  • Vanderson – Monaco
  • Vitor Reis – Manchester City
  • Wesley – Roma

Meio-campistas

  • André – Corinthians
  • Andrey Santos – Manchester United
  • Bruno Guimarães – Arsenal
  • Danilo Santos – Botafogo
  • Gabriel Bontempo – Santos
  • João Gomes – Aston Villa
  • Marlon Gomes – Shakhtar Donetsk

Atacantes

  • Alisson Santana – Shakhtar Donetsk
  • Allan – Manchester City
  • Endrick – Real Madrid
  • Estêvão – Chelsea
  • Raphinha – Barcelona
  • Rayan – Bournemouth
  • Vini Jr. – Real Madrid

Coletivo sobre individualidade: Ancelotti projeta Seleção após Neymar

 

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Trump critica Fed por manter juros e comemora PIB dos EUA

29 October 2026 at 20:25

O presidente dos EUA, Donald Trump, alegou que os dirigentes do Fed (Federal Reserve) não decidem por um corte nas taxas de juros porque “isso seria positivo” para o mandatário, ao discursar em um comício na Carolina do Sul, às vésperas da eleição americana de meio mandato.

“Hoje vimos dados que mostram que a economia está em expansão”, defendeu, em referência à leitura de aceleração do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA no 3º trimestre.

Na ocasião, Trump disse que o número veio “muito acima” das expectativas. A primeira leitura do PIB mostrou expansão a 3,4%. Analistas consultados pela Broadcast (Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) esperavam alta de 3,2%.

Já sobre geopolítica, o presidente americano voltou a dizer que a guerra contra o Irã acabará “muito, muito em breve”.

Corinthians: Seedorf revela possível data do retorno de Memphis Depay

29 October 2026 at 20:20

O atacante Memphis Depay, do Corinthians, deve retornar aos gramados na próxima quarta-feira (4) para o clássico contra o São Paulo, na Vila Belmiro, em Santos (SP).

A informação foi revelada pelo técnico Clarence Seedorf nesta quinta-feira (29), em São Paulo (SP).

O jogador, contudo, ainda desfalcará a equipe no jogo contra o Mirassol, nesta sexta-feira (30).

Depay não atua desde o dia 11 de outubro, quando o Corinthians enfrentou o Palmeiras no Nubank Parque. Desde então, o atleta holandês se recupera de um edema muscular no bíceps femoral da coxa direita e já ficou fora das partidas contra Vitória e Vasco.

Em entrevista coletiva na Neo Química Arena, Seedorf expressou cautela, destacando a necessidade de avaliar a evolução do jogador dia a dia. “Sobre Memphis, posso falar sobre o tempo que achamos que ele pode voltar. Tem uma programação para que ele possa estar com a gente para o jogo contra o São Paulo”, disse o treinador.

Evolução da lesão e momento do Timão

O técnico ressaltou que lesões musculares exigem paciência. “Situações musculares, não podemos ir mais rápido do que ele sente que pode ir. Ele é explosivo, precisava de um trabalho diferente, ele sentiu um pouco nessa transição. Está focado para voltar e ajudar o time”, completou Seedorf sobre o camisa 10.

A possível volta de Memphis Depay ocorre em um momento crítico para o Corinthians no Campeonato Brasileiro. Com a recente derrota para o Vasco, o time entrou na zona de rebaixamento, ocupando a 18ª colocação com 33 pontos, dois a menos que o Internacional, primeiro clube fora do Z4.

Lula “cutuca” regalia de Memphis no Corinthians

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

Fed mantém taxa de juros e decisão pode representar erro crasso

29 October 2026 at 20:09

O custo de vida é o tema número 1 para os eleitores que se dirigem às urnas, mas o Fed (Federal Reserve) observou o persistente problema de inflação dos Estados Unidos na quarta-feira (28) e optou por não fazer nada a respeito. Pelo menos nas próximas seis semanas, de qualquer forma.

Apesar de os preços ao consumidor terem subido 3,7% no último ano e de o indicador de inflação preferido do Fed permanecer teimosamente 50% acima da meta do banco central, a decisão de manter as taxas de juros estáveis era amplamente esperada.

Isso porque alterar as taxas é um instrumento contundente que pode causar sérios danos à economia quando mal utilizado ou aplicado no momento errado.

“As taxas de juros penetram em todas as brechas”, disse o presidente do Fed, Kevin Warsh, em uma coletiva de imprensa na quarta-feira. “Elas afetam tudo.”

Os banqueiros centrais elevaram as taxas pela primeira vez em mais de três anos no mês passado, e querem aguardar um pouco para ver como a economia responde antes de golpeá-la novamente com outro aumento de juros.

“Garantir a estabilidade de preços e monitorar a inflação não é sobre uma data fixa no calendário ou um dado isolado”, disse Warsh. “É sobre garantir que tenhamos objetivos claros e a política monetária correta.”

Warsh afirmou estar encorajado com a redução nas expectativas de inflação desde que o Fed elevou as taxas em setembro.

Ao esperar, porém, o Fed também está assumindo um risco significativo. O banco central arrisca repetir um erro semelhante ao de 2021, quando presumiu que o monstro da inflação encarando diretamente a economia poderia ser derrotado simplesmente sendo ignorado. (O Fed estava desastrosamente errado).

Desta vez pode ser realmente diferente, e não agir com pressa pode se mostrar uma decisão acertada.

Ou pode forçar o banco central a aplicar à economia uma espécie de terapia de choque em dezembro, que poderia ter sido evitada com um aumento de juros em outubro.

Por que o Fed não elevou os juros?

Empregos. Elevar as taxas aumenta os custos de empréstimo das empresas, deixando-as com menos dinheiro para contratar.

Este pode ser um momento perigoso para mexer no mercado de trabalho: a economia dos EUA criou apenas 29.000 empregos em setembro, bem abaixo das expectativas. E o relatório de setembro mostrou que a economia criou 60.000 empregos a menos nos dois meses anteriores do que se acreditava anteriormente.

O mercado de trabalho não está de forma alguma em mau estado, mas tem se mostrado instável. A economia dos EUA perdeu 10.000 empregos em julho e em sete dos últimos 16 meses. Embora o desemprego permaneça em um saudável 4,2%, os economistas descrevem a economia como “baixa contratação, baixa demissão”.

Em outras palavras, sua posição pode não estar em risco, mas se você deixar seu emprego, pode ter dificuldade em encontrar um novo.

Mercados. Os rendimentos dos títulos do Tesouro subiram desde o último aumento de juros do Fed, com os rendimentos dos títulos atingindo em determinado momento as máximas de várias décadas.

Os rendimentos recuaram um pouco desde então, retornando ao patamar em que estavam em meados de setembro, mas os rendimentos dos títulos ainda relativamente altos podem ajudar a dar cobertura ao Fed, pois têm um efeito semelhante ao da taxa dos fundos federais, desacelerando a economia e a inflação.

O Fed também não gosta de surpreender os investidores – mesmo na nova era de “mantê-los adivinhando” de Warsh. O mercado havia precificado uma chance de 91% de que o Fed manteria as taxas, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME, e um aumento poderia ter levado os mercados a um reequilíbrio doloroso.

Timing. A decisão do Fed também pode ter sido influenciada, pelo menos em parte, pela eleição que se aproxima. Narayana Kocherlakota, ex-presidente do Fed de Minneapolis, disse ao meu colega Matt Egan que o Fed hesitou em aumentar as taxas na quarta-feira porque queria se isolar das críticas do presidente Donald Trump. Mas o Fed, ao longo de sua história, mudou as taxas muitas vezes justamente quando os eleitores se dirigiam às urnas, observou também minha colega Elisabeth Buchwald.

Por que manter as taxas pode ser um erro?

O erro “transitório”: O Fed normalmente não intervém quando choques de oferta, como a crise energética induzida pela guerra com o Irã, causam inflação. Eles são notoriamente temporários, difíceis de prever e insensíveis a mudanças nas taxas.

Mas os choques de oferta às vezes levam a problemas maiores que o Fed pode ajudar a resolver. O Fed deveria saber disso: acabou de passar por isso.

Quando a economia emergiu da pandemia, o Fed cometeu um erro em relação à inflação, declarando-a resultado de um choque de oferta “transitório” relacionado à guerra Rússia-Ucrânia e aos enormes gargalos nas cadeias de suprimentos.

O problema acabou se tornando o mais significativo de uma geração em termos inflacionários. O Fed, pego de surpresa, foi forçado a elevar as taxas em um ritmo histórico – três altas consecutivas de três quartos de ponto percentual.

No fim, o Fed conseguiu reduzir a inflação descontrolada a níveis mais administráveis, mas não antes de os preços ao consumidor atingirem o pico de uma taxa anual de 9,1%, a mais alta em quatro décadas.

Desta vez pode não ser diferente: a inflação já está se espalhando para outras partes da economia.

Particularmente preocupante no relatório de inflação ao consumidor de setembro foi a surpreendente recuperação nos custos de moradia e aluguel, um contribuidor significativo para a inflação que havia arrefecido na primavera e no verão.

E o custo de outros serviços também subiu mais do que o esperado – preços que tendem a aumentar (e permanecer altos) à medida que estúdios de yoga, serviços de jardinagem e similares cobram mais de seus clientes para compensar seus custos crescentes.

Também impulsionando a inflação: os investimentos em data centers e em tecnologia que alimenta a IA empurraram a economia para o limite – e talvez tenham contribuído para seu superaquecimento.

Os preços de eletricidade, materiais de construção, mão de obra e tecnologia pessoal, como smartphones e laptops, todos subiram como resultado.

Mais guerra? Essa alta nos preços de energia pode piorar antes de melhorar. Trump sinalizou fortemente (e a CNN noticiou) que os Estados Unidos e Israel poderiam escalar a guerra com o Irã após as eleições de meio de mandato, potencialmente elevando ainda mais os preços do petróleo.

Seria imprudente para o Fed tomar uma decisão com base em um rumor. E os preços de energia podem cair rapidamente.

Por exemplo, o anúncio do governo Trump de um cessar-fogo energético com a Rússia se manteve surpreendentemente bem, aumentando dramaticamente a quantidade de diesel produzida pela Rússia nas últimas semanas, o que poderia reduzir significativamente os preços globais do diesel – caso a Ucrânia continue a se abster de seus ataques de drones às refinarias russas.

Mas a prolongada alta nos preços de energia já está elevando os preços em toda a economia, e esperar para voltar a aumentar as taxas pode colocar o Fed em desvantagem.

Sapos em água fervente. As altas de juros funcionam com efeito retardado, e mudanças mais bruscas nas taxas podem ter efeitos deletérios sobre o sistema financeiro, os mercados e a economia. Esse sapo econômico tende a permanecer na panela quando o calor é aumentado gradualmente.

Se as escaladas na guerra do Irã e na guerra Rússia-Ucrânia forem retomadas, isso poderia colocar o Fed em uma posição difícil, obrigando-o a elevar as taxas ainda mais do que o esperado em sua próxima reunião em dezembro – potencialmente em meio ponto, em uma espécie de ajuste compensatório.

As massivas e sucessivas altas de juros ao longo de 2022 levaram o mercado de ações à sua maior queda anual desde a crise financeira e paralisaram o mercado imobiliário. Mas a economia não entrou em recessão – um feito que o Fed raramente conseguiu quando eleva as taxas de juros.

Não é uma aposta que muitos economistas estejam ansiosos para fazer novamente.

Entenda por que Trump acusa diretora do Fed de “fraude hipotecária”

 

Quem é Jonathan Jesus, zagueiro convocado para a Seleção Brasileira

29 October 2026 at 18:51

Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, convocou o zagueiro Jonathan Jesus, do Cruzeiro, para os amistosos contra Japão e Singapura.

O jogador está entre os 26 nomes chamados para a Data Fifa de novembro.

Esta será a primeira oportunidade de Jonathan Jesus, de 22 anos, representar o país. Titular da equipe comandada por Artur Jorge, ele vive seu terceiro ano com a camisa celeste.

O defensor soma 75 partidas pelo Cruzeiro, com destaque para 70 jogos realizados em 2025 e 2026, período em que se firmou como peça essencial. Revelado pelo Ceará, Jonathan chegou ao clube mineiro em 2024 e tem vínculo até junho de 2029. No início de 2026, o Zenit, da Rússia, tentou sua contratação.

 

Veja os convocados da Seleção Brasileira

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    Carlo Ancelotti chamou diversas novidades para última Data Fifa • Fifa via Getty Images

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    Bento - Al-Nassr • Yasser Bakhsh/Getty Images

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    Lucas Perri - Torino • Vítor Silva/Botafogo

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    Pedro Morisco - Coritiba • Rafael Ribeiro/CBF

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    Arthur Dias - Athletico-PR • Foto: Divulgação/ Arthur Dias

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    Carlos Augusto - Inter de Milão • Sportinfoto/DeFodi Images/DeFodi via Getty Images

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    Douglas Santos - Zenit • Reprodução/Zenit

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    Gabriel Magalhães - Arsenal • Foto: Rafael Ribeiro/CBF

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    Jair Cunha - Nottingham Forest • Foto: Divulgação/ Jair Cunha

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    Jonathan Jesus - Cruzeiro • Divulgação/Cruzeiro

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    Vanderson - Monaco • Reprodução/Instagram

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    Vitor Reis - Manchester City • Rafael Ribeiro / CBF

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    Wesley - Roma • Foto: Giuseppe Bellini/Getty Images

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    André - Corinthians • Divulgação/André/Instagram

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    Andrey Santos - Manchester United • @andreysantos_5

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    Bruno Guimarães - Arsenal • Rafael Ribeiro / CBF

  • 17 de 27

    Danilo - Botafogo • Vitor Silva / Botafogo

  • 18 de 27

    Gabriel Bontempo - Santos • Rafael Ribeiro/CBF

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    João Gomes - Aston Villa • Divulgação/Aston Villa

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    Marlon Gomes - Shakhtar Donetsk

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    Alisson Santana - Shakhtar Donetsk • Divulgação/Alisson Santana

  • 22 de 27

    Allan - Manchester City • Divulgação/Manchester City

  • 23 de 27

    Endrick - Real Madrid • Rafael Ribeiro/CBF

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    Estêvão - Chelsea • Rafael Ribeiro/CBF

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    Raphinha - Barcelona • Foto: Rafael Ribeiro/CBF

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    Rayan - Bournemouth • Photo by Richard Sellers/Sportsphoto/Allstar via Getty Images

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    Vini Jr. - Real Madrid • Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Goleiros

  • Bento – Al-Nassr
  • Lucas Perri – Torino
  • Pedro Morisco – Coritiba

Defensores

  • Arthur Dias – Athletico-PR
  • Carlos Augusto – Inter de Milão
  • Douglas Santos – Zenit
  • Gabriel Magalhães – Arsenal
  • Jair Cunha – Nottingham Forest
  • Jonathan Jesus – Cruzeiro
  • Vanderson – Monaco
  • Vitor Reis – Manchester City
  • Wesley – Roma

Meio-campistas

  • André – Corinthians
  • Andrey Santos – Manchester United
  • Bruno Guimarães – Arsenal
  • Danilo Santos – Botafogo
  • Gabriel Bontempo – Santos
  • João Gomes – Aston Villa
  • Marlon Gomes – Shakhtar Donetsk

Atacantes

  • Alisson Santana – Shakhtar Donetsk
  • Allan – Manchester City
  • Endrick – Real Madrid
  • Estêvão – Chelsea
  • Raphinha – Barcelona
  • Rayan – Bournemouth
  • Vini Jr. – Real Madrid

Coletivo sobre individualidade: Ancelotti projeta Seleção após Neymar

Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.

Ouro fecha em queda com perspectiva de aperto monetário pelo Fed

29 October 2026 at 18:50

O ouro fechou a sessão desta quinta-feira (29) em queda, com o mercado reagindo à decisão de política monetária dos Estados Unidos após o Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) manter a taxa de juros na faixa entre 3,75% e 4,00% ao ano e diante da continuidade das expectativas por um aperto já no próximo encontro, no mês de dezembro.

Na Comex, divisão de metais da Nymex (bolsa de Nova York), o ouro para dezembro encerrou em queda de 0,50%, a US$ 4.031,4 por onça-troy. Já a prata para dezembro teve perdas mais fortes, recuando 2,40%, a US$ 52,380 por onça-troy.

O metal dourado operou em queda leve desde o início do dia. Apesar da manutenção dos juros americanos não ter surpreendido o mercado, a votação dividida – com a dissidência da dirigente Lisa Cook e a presidente do Federal Reserve de Cleveland, Beth Hammack –, e a avaliação “mais otimista” da economia continuam mantendo a possibilidade de um aumento em dezembro, de acordo com o Sucden Financial.

A tendência de aperto monetário continua impondo pressão sobre o ouro e a prata, ainda de acordo com a corretora.

O BCE (Banco Central Europeu) também manteve os juros inalterados, em decisão divulgada nesta quinta-feira.

Mais cedo, o Departamento do Comércio dos EUA publicou os números do PCE (índice de preços de gastos de consumo pessoal, na sigla em inglês) de setembro e do PIB (Produto Interno Bruto) do terceiro trimestre do país.

Os resultados fortes reforçam a tese do Fed de que as pressões inflacionárias seguem elevadas e a atividade, forte, segundo a Capital Economics.

Na avaliação do Saxo Bank, o metal dourado pode avançar ao patamar de US$ 4.500 até o fim do ano e operar entre US$ 5.000 e US$ 5.500, caso não haja novas altas nos preços de energia e nas perspectivas de inflação, levando em conta que os bancos centrais globais ainda não pararam de comprar de ouro.

*Com informações de Dow Jones Newswires

Bolsas da Europa sobem após decisão do BCE sobre manutenção dos juros

29 October 2026 at 18:37

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira (29) impulsionadas por balanços corporativos e pela manutenção dos juros pelo BCE (Banco Central Europeu).

A queda do petróleo e a perspectiva de retomada da diplomacia entre Estados Unidos e Irã também favoreceram o apetite por risco. Madri destoou, pressionada por bancos após resultados trimestrais.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,26%, a 10.722,07 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,36%, a 26.052,75 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,05%, a 7.970,00 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,36%, a 50.002,36 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,11%, a 18.862,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,80%, a 9.319,57 pontos. As cotações são preliminares.

O BCE manteve a taxa de depósito em 2,5%, enquanto Christine Lagarde alertou para riscos de inflação maior e crescimento menor e anunciou saída antecipada em fevereiro. O ING prevê alta dos juros em dezembro. Paralelamente, o sentimento econômico da zona do euro caiu mais que o esperado.

Nos EUA, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu acima das projeções no terceiro trimestre, e o PCE (índice de preços) veio em linha com o previsto.

Em Londres, a Shell subiu 1,6% após quase dobrar o lucro ajustado e ampliar para US$ 5 bilhões a recompra de ações. Já a Haleon despencou mais de 15,6% depois de cortar projeções, enquanto o Lloyds caiu 5,4% apesar do lucro acima do esperado.

Em Paris, a Airbus avançou 2,6% após reafirmar projeções, e a TotalEnergies (+1%) anunciou forte crescimento do lucro, favorecida pelos preços de energia e margens de refino. Em Frankfurt, a Adidas ganhou 5,8% após divulgar lucro maior.

Em Madri, o BBVA perdeu mais de 2,8% após balanço que mostrou queda do lucro ante o trimestre anterior, com aumento de custos e provisões. O Santander recuou 0,4%, estendendo as perdas da véspera após seus resultados. Em Milão, a Campari perdeu 6,7%.

*Com informações da Dow Jones Newswires

PF cobra superintendência do Paraná sobre fuga de Flávio na fronteira

29 October 2026 at 17:54

A Polícia Federal abriu uma investigação para mapear a rota utilizada por Flávio Bolsonaro (PL) ao deixar o Brasil de forma irregular, descumprindo ordens judiciais que o impediam de sair do país e determinavam a entrega de seus passaportes.

De acordo com o analista de segurança pública Elijonas Maia, a fuga gerou cobranças internas por parte dos delegados de Brasília à superintendência da Polícia Federal no Paraná.

“Uma das frases foi a seguinte: ‘como vocês não impediram?'”, afirmou Elijonas durante o Live CNN desta quinta-feira (29).

A resposta, por sua vez, apontou para as limitações legais da atuação policial. Um delegado que trabalha na fronteira do Paraná afirmou a Elijonas que “é impossível impedir alguém que queira sair do país, só dá para impedir se você estiver ‘marcando em cima'”.

“Marcando em cima é o monitoramento por parte da inteligência ou da Polícia Federal“, explicou o analista.

Em nota oficial publicada na quarta-feira (28), a própria PF reconheceu que não pode monitorar um investigado sem uma decisão judicial que o autorize.

Fontes do Ministério da Justiça também destacaram que não havia ordem de prisão contra Flávio Bolsonaro e que brasileiros podem ingressar na Argentina apenas com o RG, sem necessidade de passaporte.

Além disso, mesmo que existisse uma ordem de prisão, a Argentina não aceita pedidos de deportação imediata. “Mas finalizam com um ponderamento, se a PF encontrasse Flávio durante o processo de fuga, ela poderia sim ter impedido”, destacou Elijonas.

A apuração indica, no entanto, que houve uma tentativa preliminar de impedir a saída de Flávio Bolsonaro, mas as autoridades não souberam localizá-lo a tempo.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Número de trabalhadores na construção é recorde em nova série do Caged

29 October 2026 at 17:42

A construção civil registrou recorde de pessoas empregadas. O setor encerrou o mês de agosto com 3,150 milhões de trabalhadores com carteira assinada no País, aumento de 3% em relação a igual mês de 2025.

O número também é o mais alto desde o início da pesquisa do novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), iniciada em janeiro de 2020, conforme dados compilados pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção).

Nos primeiros oito meses de 2026, a construção criou 200,4 mil novos empregos. O destaque foi o segmento de infraestrutura, com 79 mil contratações, seguido pela construção de edifícios, com 66,5 mil, e serviços especializados, com 54,8 mil.

Esta foi apenas a segunda na série histórica que infraestrutura superou as contratações do segmento de edifícios.

“As obras de infraestrutura estão contribuindo para impulsionar e dar maior dinamismo ao mercado de trabalho e ao desempenho do setor”, afirmou Ieda Vasconcelos, economista-chefe da CBIC, em entrevista coletiva nesta quinta-feira, 29.

Segundo ela, isso se deve a um conjunto variado de obras pelo País em setores como energia renovável, linhas de transmissão e concessões de saneamento, rodovias e portos, entre outros – todos investimentos puxados pelo capital privado.

A criação de vagas de trabalho foi verificada em todos os Estados. Em números absolutos, o estado de São Paulo continua sendo o maior gerador de novos empregos, com 34 mil postos. Depois vieram Minas Gerais (25,3 mil), Bahia (15,7 mil) e Rio de Janeiro (14,2 mil).

Já em termos relativos, quem liderou foi Mato Grosso do Sul, com 251 novas vagas a cada 100 mil habitantes. Depois apareceu Mato Grosso, com 181 novas vagas a cada 100 mil habitantes.

Com o mercado de trabalho aquecido na construção, o salário médio para quem está ingressando no setor foi de R$ 2.642,46, mantendo-se acima da média nacional dos salários de entrada, que é de R$ 2.410,74.

“É um dos melhores salários de entrada no País. A mão de obra é uma dificuldade para o setor. O aumento do salário é reflexo de uma valorização do trabalhador e dessa dificuldade de encontrar mão de obra”, apontou o presidente da CBIC, Eduardo Aroeira Almeida.

Os representantes do setor patronal ressaltaram ainda a pressão dos custos para as construtoras. O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) acumula alta de 6,64% nos últimos 12 meses até setembro.

O custo com a mão de obra foi o principal responsável pela alta, com crescimento de 7,78% nesse período. Em seguida, veio o custo com materiais e equipamentos, em 6,06%. “A inflação no setor está acima da inflação no País”, destacou Ieda, citando o IPCA de 4,58% no mesmo período.

A CBIC reiterou que a taxa de juros elevada tem sido cada vez mais apontada pelos empresários como o principal problema enfrentado pelo setor. Segundo sondagem, 40% dos empresários apontam o juro alto como maior problema.

Esse é o maior porcentual de reclamação dos juros em três anos. “A queda dos juros no ritmo esperado para esse ano não se concretizou, o que ajuda a explicar o nível de preocupação dos empresários”, disse a economista.

O presidente da CBIC acrescentou que o juro alto também dificulta a realização de investimentos pelas empresas em máquinas e equipamentos que poderiam ajudar a aumentar a produtividade nos canteiros.

“A taxa de juro elevada impacta também influencia a baixa qualidade da mão de obra. Com mais industrialização, precisaríamos de menos trabalhadores, priorizando aqueles mais qualificados”, observou.

Projeções

O PIB (Produto Interno Bruto) da construção civil deve manter a trajetória de crescimento nos próximos meses, mas ainda não está claro qual deve ser o ritmo.

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção informou nesta quinta-feira que espera crescimento no PIB setorial em 2027, mas ainda sem número definido, o que depende de questões como evolução dos juros, alívio nos custos, redução no endividamento geral e confiança do empresariado, entre outros pontos.

A instituição reiterou a previsão de avanço de 1,2% para o PIB da construção em 2026.

A previsão inicial para o ano era de alta de 2%, mas a expectativa já havia sido reduzida em maio para essa alta de 1,2% devido ao aumento nos custos para as construtoras e à queda dos juros em ritmo muito aquém do esperado.

Apesar dessas dificuldades, o volume de obras permanece aquecido em virtude dos investimentos privados em infraestrutura, decorrentes de contratos de concessão e parcerias.

Além disso, o grande número de empreendimentos residenciais lançados nos últimos meses – especialmente dentro do Minha Casa, Minha Vida – estão sendo convertidos em canteiros de obras, o que mantém um ritmo de atividade relevante.

“O fechamento do PIB da construção neste ano tenderá a ser positivo”, afirmou a economista-chefe da CBIC, Ieda Vasconcelos, em entrevista coletiva à imprensa. Segundo ela, também é esperada continuidade na geração de empregos no setor.

“O ciclo de obras vai contribuir para o desenvolvimento e crescimento do setor”, ressaltou.

A economista-chefe da CBIC ponderou ainda que, para 2027, uma aceleração real do setor como um todo dependerá do ciclo de corte da taxa de juros e do arrefecimento dos custos.

O risco, segundo ela, é que haja uma diminuição relevante de novos lançamentos, gerando novos canteiros de obras mais adiante. “Precisamos de condições macroeconômicas mais estáveis para continuar com esse crescimento sustentável”.

Além da incerteza dos juros, o gerente de Análise Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcelo Azevedo, disse que a evolução do PIB setorial vai depender também de uma melhora no endividamento de famílias e empresas, o que vem impactando o consumo de materiais.

“O próximo ano, a princípio, tem problemas a serem enfrentados”, disse. “A expectativa inicial não seria de grande crescimento.”

Taxas de financiamento imobiliário

A elevação das taxas futuras de juros já bateram no financiamento imobiliário, o que deve afetar principalmente os lançamentos e as vendas de imóveis de médio e alto padrão – setores que demandam crédito de mercado, sem subsídios, para construção e comercialização.

“Nesta semana, com aumento da taxa futura, várias instituições financeiras aumentaram a taxa do financiamento, o que irá impactar os negócios”, afirmou Eduardo Aroeira.

Aroeira disse esperar ‘alguma reação’ do governo, com foco na melhora das contas públicas.

“Esperamos ações muito mais no sentido estruturante do País. Entendemos que as ações devem ser de médio a longo prazo para que a variação do juro e do dólar seja mais linear. É algo que independe de governo. É importante ter uma política fiscal responsável”, comentou.

Bares e restaurantes criam mais de 100 mil vagas de empregos formais em 1 ano, indica Caged

DoorDash concorda em comprar Instacart por US$ 17 bilhões

29 October 2026 at 17:38

A DoorDash concordou em comprar a Instacart em um acordo que avalia sua rival de entregas de alimentos em cerca de US$ 17 bilhões, em dinheiro e ações. A conclusão do negócio está prevista para o fim de 2027 ou o início de 2028.

A DoorDash informou nesta quinta-feira (29) que a operação atribui à Instacart o valor de US$ 65 por ação, um prêmio de 11% em relação ao fechamento de quarta-feira, de US$ 58,42, e de aproximadamente 26% sobre o fechamento de US$ 51,68 em 22 de outubro, antes de reportagens publicadas indicarem que a empresa buscava uma venda.

Às 12h24 (de Brasília), as ações da Instacart, cujo nome corporativo é Maplebear, caíam 0,9% em Nova York. No mesmo horário, a DoorDash subia 6,5%. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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