Protesto estudantil sem uma única bandeira francesa?



Ramala, 27 oct (Prensa Latina) El número de palestinos desplazados por las operaciones militares israelíes en las zonas de Deir Baha y Al-Jalda, en la ciudad de Hebrón, al sur de Cisjordania ocupada, ascendió a cuatro mil 969, informó hoy la municipalidad local.
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© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR
Como después de un truco mágico de David Copperfield en el que desaparece un edificio de la línea del cielo de Manhattan, un día —no sabemos si “un buen día”—, las recolectoras palestinas de flores en los invernaderos israelíes, los prisioneros palestinos, los conductores palestinos de autobuses en Tel Aviv, los propietarios palestinos de pequeños locales de hummus, desaparecen de Israel. ¿Será una huelga, una maniobra política por parte de la resistencia, una estrategia del ejército israelí, una conspiración? Existe una oposición dentro de Israel contra los desmanes de su gobierno a la que esta novela da voz; sin embargo, aquí la voz fundamental es la de los israelíes para quienes la desaparición constituye una ofensa y un alivio. Ibtisam Azem reflexiona sobre la usurpación de bienes, memoria y discurso; sobre la imposibilidad de asumir la franja gris en determinadas circunstancias históricas y políticas; sobre cómo se pervierte la racionalidad y se devalúa el significado de palabras como democracia. Lo más inquietante es que este libro fue publicado en 2014. Entonces, el pueblo palestino ya contaba con argumentos para denunciar una situación que, como poco, se remonta a 1948 con la creación del estado de Israel y la Nakba, la Catástrofe, que supuso la expulsión de más 700.000 palestinos. Hoy, en pleno genocidio, la lectura de El libro de la desaparición nos alcanza con pertinente vibración ideológica para recordarnos la dimensión ética y la oportunidad política de los textos literarios.

© EDITORIAL LAS AFUERAS (EL PAÍS)
Ankara, 27 oct (Prensa Latina) El presidente del Parlamento de Türkiye, Numan Kurtulmus, afirmó que la causa palestina es justa y defendió el establecimiento de un Estado palestino libre con Jerusalén como capital, divulgó hoy la agencia Anadolu.
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O rapper americano Macklemore prometeu continuar se manifestando de forma contundente contra a guerra de Israel em Gaza durante a abertura da turnê “Free Palestine” (do inglês, Palestina Livre), nesta segunda-feira (16). A sequência de shows foi organizada depois que ele foi retirado da condição de atração de abertura da turnê de Ed Sheeran por declarações em apoio aos palestinos.
O rapper, vencedor do Grammy, foi recebido com uma ovação ensurdecedora em Dublin, onde fãs de um país amplamente favorável à causa palestina compareceram vestidos com bandeiras palestinas, camisas de futebol pretas, vermelhas e verdes e lenços keffiyeh, vendidos por comerciantes do lado de fora do local.
“Tenho orgulho de estar aqui no palco em solidariedade ao povo palestino. Continuaremos lutando pela libertação coletiva até nosso último suspiro”, disse Macklemore no palco, onde ergueu uma bandeira palestina durante boa parte da apresentação.
“Há seis semanas, foram necessárias apenas duas palavras”, afirmou, em referência ao lema “Free Palestine” e às críticas que fez às ações do governo israelense em Gaza e na Cisjordânia, no estádio MetLife, em Nova Jersey. As declarações levaram à sua retirada da turnê de Sheeran nos Estados Unidos.
“Essas duas palavras são tão ameaçadoras para algumas pessoas que preferimos silenciá-las a enfrentar o que realmente significam… De alguma forma, essas palavras se tornaram mais controversas do que o sofrimento que as tornou necessárias.”
O público, que esgotou em poucos minutos os 13 mil ingressos para o show na 3Arena, em Dublin, entoou “Free Free Palestine” durante toda a apresentação.
“Precisamos de uma voz para o nosso tempo. Tem que ser alguém assim, que consiga chegar às pessoas. Ele fez tudo parecer tão vivo, e saí daqui com vontade de fazer parte de algo”, disse Siobhan Lyons, moradora de Dublin que foi ao show com a filha.
Artistas irlandeses que se manifestaram contra as ações de Israel também se apresentaram na segunda-feira em apoio a Macklemore. Entre eles estavam Hozier, cantor de “Take Me to Church”, o grupo de rap Kneecap e a banda Beoga, uma das atrações que deixaram a turnê de Sheeran em solidariedade ao rapper.
A cantora palestina Lina Makhoul e o DJ palestino-americano Habibeats também se apresentaram. Ativistas pró-Palestina, como o ator Liam Cunningham, de “Game of Thrones”, discursaram entre os shows.
Sheeran, um dos artistas que mais vendem discos no mundo, afirmou que os responsáveis pelos estádios nas datas restantes da turnê ameaçaram impedir a realização de novos shows caso Macklemore continuasse na programação.
Autoridades palestinas afirmam que mais de 74 mil pessoas foram mortas na ofensiva de Israel contra Gaza, iniciada depois que combatentes liderados pelo Hamas mataram cerca de 1.200 pessoas no sul de Israel, em 7 de outubro de 2023. Autoridades israelenses negam que as ações em Gaza constituam genocídio.
Macklemore afirmou que a turnê “Free Palestine” seguirá para Paris e Londres nesta semana. As datas nos Estados Unidos serão anunciadas posteriormente.
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