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Jack Antonoff critica Ed Sheeran por excluir Macklemore de turnê

27 October 2026 at 18:20

Cantor e produtor, Jack Antonoff, 42, criticou o britânico Ed Sheeran, 35, por excluir Macklemore, 43, da turnê depois de uma declaração do rapper sobre a Palestina.

“Todos nós vivemos em um mundo onde bilionários estão constantemente nos dizendo o que fazer. Então, levante a p**** da língua”, disse o músico do Bleachers ao The Guardian, no domingo (25).

Jack Antonoff, que já fez declarações pró-Palestina eem seus shows, seguiu com as críticas, opinando que Ed Sheeran optou por agradar bilionários em meio à situação. Ele também afirmou que se sentiu ainda mais encorajado a se manifestar sobre o assunto.

“É algo profundamente humano de se dizer. Se você acha que é [controverso], você está perdido em algum outro mundo, em algo completamente maluco”, disse.

A voz de “you and forever” opinou que Ed Sheeran deveria ter cancelado a turnê, ao invés de deixar um bilionário mandar nele.

“[Ed Sheeran] perdeu uma oportunidade enorme e maravilhosa: era só cancelar a p***a da turnê, tocar de graça na rua em cada local, arrecadar um monte de dinheiro, em vez de deixar um p*** bilionário mandar nele”.

As declarações ao jornal britânico acontecem mais de um mês após a polêmica saída de Macklemore da turnê “Loop”.

Relembre

A decisão foi tomada depois que Macklemore fez um discurso pró-Palestina no dia 4 de setembro, em um show de abertura no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA), pedindo “paz em Gaza e na Cisjordânia”.

Na segunda-feira (14), o rapper fez um longo pronunciamento e afirmou que Robert Kraft, um dos grandes empresários da NFL (Liga Nacional de Futebol Americano) e dono do New England Patriots, teria tido influência em sua exclusão da tour.

Ed Sheeran resolveu se pronunciar sobre o assunto. Nas redes sociais, ele disse estar “horrorizado com o conflito entre Israel e Palestina”, mas que, após o discurso de Macklemore, os locais dos próximos shows de sua turnê comunicaram que cancelariam as apresentações caso ele continuasse participando.

Além de Macklemore, a banda Beoga e os cantores Aaron Rowe, Lukas Graham e Finneas se pronunciaram, anunciando que não vão mais participar da turnê do artista Ed Sheeran.

O rapper anunciou uma nova turnê, chamada “Free Palestine”, que teve início na segunda-feira (26). Na estreia das apresentações, ele prometeu continuar se manifestando de forma contundente contra a guerra de Israel em Gaza.

Ed Sheeran anuncia show único em SP; veja preços e como comprar

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

Trazer negócio para Portugal e abrir portas na América Latina

27 October 2026 at 10:34

Trazer negócios para Portugal, atrair investimento da América Latina e abrir mercados às empresas portuguesas naquela região. estes são objetivos da ANUSIM, associação internacional de descendentes de judeus sefarditas que pretende transformar a sua rede de empresários e investidores numa plataforma de negócios entre os dois lados do Atlântico.

Para os próximos cinco anos, tem como meta a concretização de, pelo menos, 200 iniciativas de intercâmbio. Negócios e, também, iniciativas culturais.

“Acho que 200 ainda é um número pequeno para nós”, afirma Hanoj Bar Nissim, presidente da mesa da assembleia geral da ANUSIM, ao Jornal Económico, admitindo que a ambição poderá ser maior.

Já existe um primeiro negócio em curso. Uma empresa produtora de café, ligada à rede da associação, procurou apoio para entrar na Europa através de Portugal e chegou a um acordo de parceria para distribuir os seus produtos no mercado europeu. Os proprietários da empresa já tinham nacionalidade portuguesa, mas um dos filhos participou na operação sem a ter obtido. A ANUSIM quer multiplicar casos semelhantes.

Conta com uma rede de aproximadamente 25 mil contactos, construída sobretudo na América Latina. Tem 11 mil associados, 400 dos quais têm nacionalidade portuguesa.

Colômbia, México e Brasil estão entre os principais mercados da rede, constituída por empresários, investidores e profissionais liberais.

“Há muito espaço para Portugal aproveitar esta ligação histórica e torná-la numa ferramenta de negócio”, afirma Hanoj Bar Nissim. Considera que as comunidades sefarditas podem ajudar a aproximar empresas e abrir mercados onde Portugal tem uma presença ainda limitada.

A ANUSIM nasceu fora de Portugal e desenvolveu primeiro a sua rede internacional. Será apresentada oficialmente em Lisboa, a 27 de outubro. É presidida por Esteban Donoso, advogado do Equador.

A associação representa descendentes dos judeus sefarditas dispersos pelas perseguições e expulsões do final do século XV que preservaram ligações à história, à cultura e às tradições portuguesas, em particular na América Latina. A organização procura aproximar esta comunidade do país através de iniciativas económicas, culturais e sociais.

O regime criado em 2015 para atribuir a nacionalidade portuguesa a descendentes de sefarditas procurou reparar essa injustiça histórica. Parte dos requerentes já obteve a nacionalidade; outra parte continua à espera. Mas a associação quer ir além desse reconhecimento jurídico e construir relações com Portugal que se mantenham no tempo.

“É a relação que podemos construir a partir da nacionalidade”, explica Bar Nissim. A organização prevê encontros empresariais e culturais, seminários online e iniciativas de divulgação da herança sefardita portuguesa.

A nacionalidade é entendida apenas como ponto de partida, não como finalidade. Pretendem-se contactos, mas passar destes à realização de operações comerciais e ao desenvolvimento de relações regulares com instituições portuguesas.

Porta atlântica com dois sentidos
O projeto económico quer ser uma ponte que ligue o Atlântico Norte e Sul. Para empresários latino-americanos de origem sefardita, Portugal pode ser a porta de entrada no mercado europeu. Para empresas portuguesas, a rede da ANUSIM pretende identificar clientes, distribuidores, investidores e parceiros na América Latina, incluindo em países onde a presença nacional não é tão forte como no Brasil.

A associação vê oportunidades na Colômbia e no México, mas também dispõe de contactos a explorar na Argentina, no Chile e no Peru. A vantagem que reivindica está no acesso direto a empresários e pessoas com influência nos mercados locais, capazes de abrir canais comerciais e ajudar a ultrapassar as dificuldades de entrada em novos países.

“Um dos maiores interesses que as pessoas lá têm é poder trazer os seus negócios aqui para a Europa”, explica Bar Nissim. E há setores identificados como de interesse: tecnologia, agroalimentar, turismo, imobiliário e serviços financeiros. “é um mundo de oportunidades”, diz.

Portugal surge como alternativa a Espanha, que aproveitou durante décadas a língua e as relações históricas para consolidar uma presença económica significativa na América Latina.
A ligação de muitas destas famílias a Portugal poderá pesar na decisão sobre onde investir ou instalar atividades destinadas ao mercado europeu.

No sentido inverso, os contactos locais da associação poderão ajudar empresas portuguesas a encontrar parceiros e abrir mercados. Tecnologia, agroalimentar, turismo, imobiliário e serviços financeiros estão entre os setores identificados como promissores. Para já, além do negócio de café, a ANUSIM não apresentou uma carteira de projetos ou compromissos de investimento quantificados.

Para executar esta estratégia, pretende trabalhar com a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), o Ministério dos Negócios Estrangeiros e os serviços económicos das embaixadas. Quer articular a sua rede de associados com missões comerciais, promover encontros empresariais e identificar oportunidades de investimento e comércio dos dois lados do Atlântico.

Diplomacia económica complementar
A organização concluiu uma primeira fase de desenvolvimento da rede na América Latina e prepara agora a aproximação às instituições portuguesas. O lançamento em Lisboa deverá permitir promover algumas dessas conversas. Também prepara uma delegação para participar na Cimeira Ibero-Americana, em Espanha.

Tem intenção de funcionar como complemento da diplomacia económica portuguesa. Empresas nacionais que pretendam entrar na Colômbia ou no México poderão encontrar interlocutores através dos membros da associação. E investidores latino-americanos poderão utilizar essa mesma rede para procurar parceiros em Portugal, procurando reduzir a distância entre um primeiro contacto e a concretização de um negócio.

Está também em discussão interna a criação de uma cooperativa financeira para apoiar os associados interessados em fazer negócios em Portugal, nomeadamente através de intermediação de crédito. A iniciativa exigirá enquadramento e autorizações próprios antes de poder operar. A ANUSIM pretende, desta forma, juntar instrumentos financeiros à rede de contactos e facilitar a concretização das operações que quer promover.

“Ero a cena con i miei amici rapper e mia madre mi fa ‘non te la mettere più la maglietta traforata X Factor che fa ca**re’ e poi ‘non usare lo stuzzicadenti a tavola’”: l’aneddoto di Jake La Furia

27 October 2026 at 09:50

Davanti alla mamma tutti, o quasi tutti, i rapper crollano. È quello che ha raccontato Jake La Furia a Radio 105. In una intervista il giudice di “X Factor 2026” ha rivelato un aneddoto divertente legato ad un evento speciale e intimo.

“Ero a cena con mia madre e mio padre, Ernia e Rkomi. Mentre stavamo mangiando tutti insieme – ha raccontato il rapper – mia madre davanti a tutti questi rapper mi dice delle cose tipo ‘Franci (il vero nome è Francesco Vigorelli, ndr), ma non te la mettere più la maglietta traforata ‘X Factor’ che fa cagare oppure mi dice ‘dai ma non usare a tavola lo stuzzicadenti’. Alla fine le dico ‘minchia oh ma non è che siamo a casa nostra, mamma’”.

Un ritratto inedito del rapper che si mostra a volte ‘duro’, ma in fondo ha il cuore tenero. Un po’ come aveva confermato la conduttrice di “X Factor” Giorgia a FqMagazine, che ha imparato a conoscere il rapper dopo molte puntate.

“Jake noi lo vediamo super hard. – ha detto Giorgia – Lui è forte, lui è determinato, è deciso, sa cosa dire, sa cosa fare. Del resto è ‘La Furia’ e si arrabbia anche. A volte quando si arrabbia è un momentaccio. Ma c’è anche la sua competenza, il suo essere artista… Il suo punto secondo me fragile è che lui in realtà è buono, c’è da gestire questa bontà, come nasconderla più che altro, ma ci prova incessantemente”.

L'articolo “Ero a cena con i miei amici rapper e mia madre mi fa ‘non te la mettere più la maglietta traforata X Factor che fa ca**re’ e poi ‘non usare lo stuzzicadenti a tavola’”: l’aneddoto di Jake La Furia proviene da Il Fatto Quotidiano.

Lexus ES: la elegancia de siempre, ahora también eléctrica

27 October 2026 at 09:25

Hay marcas que fabrican coches y marcas que los subliman. Entre ellas está Lexus, que refina cada detalle para hacerlos más silenciosos, confortables, lujosos y placenteros. Entre la avalancha de SUV, la marca de lujo de Toyota no abandona su familia ES, la tradicional berlina que nació en 1989 y que, en su octava generación, se mantiene con éxito en el mercado. El nuevo ES 2026 estrena motorización eléctrica, una nueva carrocería más grande y mucha tecnología invisible, pero que se puede sentir.

Más que el primero de una nueva era, el Lexus ES 2026 es el colofón de una larga saga y, cómo no, el mejor de todos. Será el último que emplee la plataforma GA-K, que acaba de ser reforzada y modificada para admitir baterías y motores eléctricos. La carrocería, inspirada en el concept car LF-CZ visto en el Salón de Tokio de 2023, es sobria, equilibrada en proporciones y más grande que su predecesora: 165 mm más larga (5.140 mm), con 80 mm más de distancia entre ejes, 55 mm más ancha (1.920 mm) y con 1.555/1.565 mm de altura, dependiendo de si es eléctrico o no.

Unas dimensiones mayores significan aún más espacio interior, con 77 mm más de distancia entre las filas de asientos y la posibilidad de instalar una «butaca otomana» en la parte trasera derecha: reclinable, con reposapiernas y con la extensión del asiento delantero plegable. Todo ello con masaje, climatización, cortinillas laterales y otras comodidades reguladas desde el reposabrazos central. El máximo lujo en el paquete especial «Confort», pero para un solo ocupante.

La veterana plataforma GA-K ha sido totalmente revisada, reforzada y adaptada para estrenar la versión eléctrica del Lexus ES. Hay dos versiones: el ES 350e FWD y el ES 500e AWD, este último con doble motor y tracción total con control electrónico. Las potencias son de 224 y 343 CV y cuentan con una nueva batería de iones de litio de 77 o 75 kWh, con autonomías de hasta 581 km. No olvidemos que pesan alrededor de 2.700 kg.

Las versiones híbridas ES 300h también pueden contar con tracción delantera o total, añadiendo en este último caso un propulsor eléctrico trasero de 55 CV, aunque ambas ofrecen 201 CV combinados. El motor de combustión es el conocido de 2,5 litros, acompañado de dos motores-generadores de apoyo. La nueva batería de iones de litio va situada bajo los asientos traseros y no reduce el espacio del suelo ni del maletero, de hasta 517 litros de capacidad.

Sentados al volante, se aprecian mucho los cambios, desde los sofisticados asientos hasta el nuevo salpicadero. El cuadro de instrumentos de 12,3 pulgadas tiene forma trapezoidal (como los antiguos de carreras) y se ve a través del volante. Va acompañado por una pantalla central de 14 pulgadas, en cuya base aparecen los «controles invisibles», que solo se iluminan con el coche en marcha. Los detalles minimalistas se aprecian en los paneles laterales (incluso retroiluminados), los revestimientos, las costuras… El lujo japonés en estado puro.

La versión eléctrica era la más interesante de probar por ser una absoluta novedad. A un coeficiente aerodinámico muy bajo, conseguido gracias, entre otros elementos, a los flaps aerodinámicos en diversas partes de la carrocería y al carenado inferior y de las ruedas, se suma un sellado perfecto que elimina ruidos y vibraciones. Los 350e y 500e pueden contar con suspensión electrónica, pero incluso con las suspensiones mecánicas (McPherson delante y multibrazo detrás), la rodadura es cómoda y silenciosa.

De hecho, a pesar de la distancia entre ejes tan larga, la berlina japonesa gira plana y en poco espacio, y no lleva dirección posterior. El motor o los motores eléctricos, recordemos que hay una versión 4x4, empujan con fuerza gracias a su par de 272 Nm. Y de forma muy suave y progresiva. El Lexus ES no está hecho para «ir de carreras», sino para viajes confortables. ¿O no?

La versión eléctrica del ES ofrece una opción de cambio de marchas simulado. El «Interactive Manual Drive» permite convertir la marcha única en ocho ficticias, seleccionadas desde las levas situadas tras el volante. Un sonido sintético acompaña las aceleraciones y cada una tiene un punto de «corte de encendido» que obliga a pasar a la superior. Un juguete para el conductor, que puede disfrutar de una conducción deportiva en carreteras de montaña…

Por supuesto, el Lexus ES va equipado con lo último en ayudas a la conducción (Lexus Safety System 4.0+) y en gestión electrónica de estabilidad y tracción. Los enormes frenos de disco ventilados también van controlados por una bomba eléctrica en lugar de mecánica y tienen capacidad de recarga de la batería, también mediante las levas del volante. Las reacciones no solo son predecibles, sino también cómodas y libres de toda brusquedad. Confort ante todo.

La versión híbrida de sexta generación es menos potente (201 CV) y, probablemente, más razonable para los conductores más tradicionales. Un poco más ruidosa por culpa del motor térmico, pero con un suelo más bajo que aporta más espacio para los pies. No tiene una aceleración tan fulgurante, pero sí es lineal y suave gracias a la hibridación, que también ayuda a reducir el consumo hasta los 5 l/100 km. ¡Y con ese peso!

La gama del Lexus ES ya está disponible en España, con un precio de partida de 56.900 euros (con todas las ayudas y financiado con cuotas de 860 €/mes). Los precios PVP de tarifa oscilan entre 61.500 y 69.500 euros para los ES 300h de tracción delantera (a España no vendrá el 4x4) y entre 61.500 y 78.500 euros (el Omotenashi+ de mayor lujo) para los eléctricos con dos o cuatro ruedas motrices. Todos cuentan con una garantía de 15 años o 250.000 km y, para la batería, de 10 años o un millón de kilómetros.

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Lexus ES: la elegancia de siempre, ahora también eléctrica

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¿Se puede seguir echando gasolina cuando salta la pistola? La advertencia que hará que dejes de hacerlo

27 October 2026 at 05:30

Tener que repostar es uno de los principales gastos asociados a tener un vehículo. Con los precios al alza, es normal intentar echar todo el combustible posible para aprovechar hasta el último céntimo invertido. Esto puede llevarnos a seguir repostando incluso cuando la manguera ya ha hecho “clic”.

Sin embargo, este último gesto, por muy habitual que sea, puede jugarnos en contra y hacernos perder dinero, además de dañar nuestro vehículo.

La recomendación es muy sencilla: cuando la pistola se detenga, es mejor dejar de repostar. El sistema está diseñado para detectar cuándo se ha alcanzado un nivel adecuado de combustible.

Cómo funciona y por qué la pistola hace “clic”

El boquerel, es decir, la pistola para repostar, cuenta con un sistema que permite la salida de los gases del depósito mientras entra el combustible. Durante el repostaje, es importante que el aire acumulado en el interior pueda salir para dejar espacio al carburante.

Para saber cuándo detenerse, el boquerel dispone de un sistema de desconexión que se activa cuando detecta que el nivel de combustible ha alcanzado la punta de la pistola. De esta forma, se interrumpe automáticamente el suministro cuando se alcanza el nivel recomendado o cuando se altera el flujo de aire.

Por eso, cuando escuchamos este sonido no debemos seguir apretando la pistola para intentar apurar al máximo, ya que es la señal de que se ha alcanzado el nivel aconsejado.

Qué pasa si seguimos repostando

Una de las razones por las que conviene parar es que no debemos llenar el depósito por encima del nivel recomendado. En su interior hay una pieza de carbón activo llamada cánister, encargada de atrapar los vapores de la gasolina y evitar que estos lleguen al habitáculo. Este sistema está diseñado para trabajar con vapores, pero no con combustible líquido. Llenar el depósito por encima del límite puede estropear esta pieza y llegar a costarnos entre 200 y 500 euros su sustitución, además del coste de la mano de obra en el taller.

Otro de los motivos para detenerse es que los depósitos cuentan con una válvula de seguridad que puede actuar si detecta un exceso de carburante. Si esto ocurre, parte del combustible puede acabar desperdiciándose y, con él, también esos euros de más que hemos gastado.

Cómo podemos ahorrar combustible

Podemos adoptar pequeños hábitos que nos ayuden a aprovechar mejor el carburante que ponemos en el coche. De esta forma, evitaremos gastar de más y reduciremos el riesgo de provocar problemas en alguna pieza.

Una de las recomendaciones es mantener los neumáticos con una presión adecuada. Llevarlos con una presión inferior puede hacer que el consumo de carburante aumente hasta un 4 %. Por otro lado, también se aconseja reducir la carga del vehículo todo lo posible, ya que el peso adicional aumenta el consumo.

Además, conviene conducir a una velocidad constante, evitar frenazos bruscos y, en caso de permanecer parados durante más de un minuto, apagar el motor para que no siga consumiendo carburante.

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Ya es oficial: esta es la fecha hasta la que se mantendrán los descuentos en gasolina y diésel
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