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“Fatico a prendere Meloni sul serio. Risponde alle proteste con botte e arresti”: così D’Alema su La7

28 October 2026 at 21:15

“Fatico a prendere sul serio Meloni. Il capo di un governo che ha le autostrade bloccate dai camionisti, i contadini in rivolta, i ragazzi per strada, anche con atti violenti, è in grado di rispondere soltanto in termini di sicurezza, botte, arresti preventivi, criminalizzazione”. Sono le parole pronunciate a Otto e mezzo (La7) dal presidente della Fondazione Italianieuropei Massimo D’Alema, che stigmatizza duramente la presidente del Consiglio per le sue dichiarazioni contro la gip di Milano Tiziana Landoni, “rea” di non aver convalidato il fermo di Youssef Siher e di averne disposto la liberazione.

Per l’ex presidente del Consiglio la reazione di Meloni è il sintomo di un governo incapace di comprendere le proteste che attraversano il Paese: “Siccome non vuole ammettere il suo fallimento, che è sotto gli occhi di tutti, ci deve essere qualcuno cattivo che organizza queste cose”.

D’Alema sottolinea anche la contraddizione tra l’attacco alla giudice e la riforma costituzionale della giustizia voluta dall’esecutivo: “Meloni ha promosso una riforma costituzionale, su cui c’è un referendum, sulla base del seguente assunto: bisogna separare le carriere, altrimenti i giudici fanno tutto quello che chiedono i pubblici ministeri. Perché i giudici, secondo Meloni, non sono indipendenti dai pubblici ministeri”.

Poi la stoccata: “Adesso che abbiamo una giudice che si dimostra non solo indipendente dal pubblico ministero, ma che gli dà torto, Meloni dovrebbe festeggiare come garantista“. L’ex ministro degli Esteri denuncia quindi la scelta del governo di affrontare le tensioni sociali esclusivamente come un problema di ordine pubblico, individuando di volta in volta presunti responsabili delle mobilitazioni per evitare di confrontarsi con le ragioni della protesta: “Tutto questo è il segno di una caduta della politica, della sua capacità di comprendere il Paese, di una trasformazione della politica in una logica di polizia. È molto preoccupante, per i giudici e per tutti i cittadini”.

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Cineasta Jafar Panahi é condenado a cinco anos de prisão no Irã

28 October 2026 at 17:53

O Tribunal Revolucionário do Irã condenou o premiado diretor de cinema Jafar Panahi, 66, a cinco anos de prisão e determinou a apreensão de todos os seus bens. A informação é da agência semioficial iraniana Nournews, citando seu advogado, mas sem mencionar as acusações que pesavam contra ele.

Conforme noticiado pela Reuters, o tribunal também proibiu Panahi de sair do país por dois anos e de qualquer atividade nas redes sociais, segundo a reportagem. O advogado de Panahi, Mostafa Nili, não pôde ser contatado imediatamente para comentar o caso.

Panahi, cujo filme “Foi Apenas um Acidente” ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes de 2025, já foi preso várias vezes no passado por causa de seus trabalhos cinematográficos.

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Apesar de ter sido condenado à pena de um ano de prisão à revelia em 2025 por atividades de propaganda contra o regime, Panahi retornou ao país em março.

Nas redes sociais, o diretor brasileiro Kleber Mendonça Filho prestou solidariedade ao colega e resgatou fotos ao lado do iraniano. “Meu querido Jafar. Um forte abraço e saudades do seu amigo Kleber. Que essa injustiça seja reparada o mais rápido possível”, citou em sua legenda.

Antes de vencer no ano passado, Panahi esteve no Festival de Cannes pela última vez em 2021, na exibição de seu documentário “O Ano da Tempestade Eterna”. Em 2018, saiu com o prêmio de Melhor Roteiro do evento para seu filme “3 Faces”.

Pahani é conhecido como um dos maiores diretores vivos do cinema iraniano por obras como “O Círculo” (2000), “Fora do Jogo” (2006), “Isto Não É um Filme” (2011), “Taxi Teerã” (2015) e “Sem Ursos” (2022) — o último, vencedor do Prêmio Especial do Júri do Festival de Cinema de Veneza de 2022.

Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura revelam últimos filmes assistidos

*Com informações de Emily Giles, da Reuters, e Giovana Christ, da CNN Brasil

Sandra Hüller estará em novo filme de “Vingadores”, diz site

28 October 2026 at 17:25

A estrela alemã Sandra Hüller, 48, indicada ao Oscar por “Anatomia de uma Queda”, fará parte do elenco de estrelas de “Vingadores: Doutor Destino”. As informações são do The Hollywood Reporter.

Os rumores de que a atriz estaria no filme surgiram após o seu nome aparecer no Registro Britânico de Dublê há algumas semanas, e o Hollywood Reporter confirmou o envolvimento de Sandra. A Marvel não se pronunciou sobre.

Diversos detalhes de “Vingadores: Doutor Destino” ainda estão sob sigilo. O papel de Sandra, por mais que esteja em segredo, foi confirmado pelo jornal como uma “participação especial”. Rumores apontam que ela pode assumir o papel da bruxa mãe de Doutor Destino, ou será parte do grupo de feiticeiras conhecido como Bruxas da Latvéria. Durante a Comic-Con San Diego deste ano, a Marvel mostrou as vestes latverianas, dando um spoiler do que pode vir.

Em “Vingadores: Doutor Destino”, heróis de diferentes linhas temporais precisam se unir para enfrentar a ameaça mais ameaçadora até o momento, um cientista feiticeiro chamado Doutor Destino. O quinto filme da franquia trará de volta Robert Downey Jr. no papel do vilão, e reúne o elenco de vários filmes recentes, como os Thunderbolts, Quarteto Fantástico, os moradores de Wakanda, os clássicos filmes do X-Men. Assim como Downey Jr., volta ao universo Chris Evans como Steve Rogers.

Sandra Hüller tem chamado a atenção de Hollywood após duas temporadas de sucesso nas premiações. Ela conquistou sua primeira indicação ao Oscar 2024, pelo aclamado “Anatomia de uma Queda”, no mesmo ano em que também concorreu por “Zona de Interesse”, que venceu como Melhor Filme Internacional.

Em 2026, ela é uma das cotadas para ganhar espaço novamente na cerimônia. Além do queridinho “Devoradores de Estrelas”, que conta com a atriz como coadjuvante, ela também está em “A Terra do Meu Pai” e “Digger” — este último que gerou opiniões controversas da crítica.

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“O Bosque Selvagem”: filme levou 5 anos e pode ser destaque no Oscar 2027

28 October 2026 at 17:24

Uma floresta construída à mão, milhares de expressões faciais e cinco anos de produção são alguns dos detalhes do filme em stop-motion mais ambicioso da Laika, estúdio responsável por obras como “Coraline” e “Paranorman”. “O Bosque Selvagem” estreia na quinta-feira (29) nos cinemas brasileiros e já desponta como um possível concorrente ao Oscar 2027 de Animação.

Dirigido por Travis Knight, o filme chega às telonas com 99% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, tornando-se a produção mais bem avaliada da história do estúdio até o momento. E o reconhecimento é resultado de um processo que começou há mais de uma década e exigiu o trabalho de centenas de profissionais para transformar uma história de fantasia em um universo inteiramente artesanal.

Em entrevista à CNN Brasil, o animador brasileiro Thiago Calçado e os dubladores Giulia Benite (Prue McKeel) e Pedro Bugarelli (Curtis Mehlberg) revelaram os desafios da produção, a grandiosidade do projeto e as reflexões provocadas pela história, que aborda temas como amor, perda e os limites das decisões humanas.

“Demora tanto tempo quando estamos fazendo; a gente está tão imerso que chega um momento em que não conseguimos saber se está bom ou ruim. É igual a todo processo de artista. É uma montanha-russa. Mas vendo o filme sendo construído, eu sabia que ia chegar longe. Já sabia que tinha ficado bom, mas está melhor do que eu esperava”, afirmou Calçado.

Anos para sair do papel

A trajetória de “O Bosque Selvagem” começou muito antes de suas primeiras cenas serem filmadas. Travis Knight teve contato com o manuscrito ainda inacabado da obra homônima do autor Colin Meloy e, desde então, alimentou o desejo de levá-la aos cinemas.

O principal obstáculo era a própria dimensão da história. Com cenários grandiosos, criaturas fantásticas e sequências complexas de ação, o universo imaginado pelo autor exigia recursos técnicos que ainda não estavam disponíveis para o stop-motion da época.

O projeto permaneceu em desenvolvimento durante anos, enquanto a Laika aperfeiçoava suas técnicas em outras produções. Os primeiros storyboards começaram a ser elaborados em 2018, a pré-produção teve início em 2020, pouco antes da pandemia de Covid-19, e as filmagens começaram oficialmente em 2021.

Ao todo, foram 231 semanas de produção, um trabalho que se estendeu por cerca de cinco anos.

Para Calçado, que já havia trabalhado com Knight em “Kubo e as Cordas Mágicas”, o resultado representa um avanço significativo para a técnica de animação.

“É o maior filme de stop-motion feito até hoje. Em termos de evolução da técnica, são muitas cenas de ação, perseguição, explosão. É um filme muito rico visualmente, com vários personagens; é o filme mais longo de stop-motion”, destacou.

Produção de “O Bosque Selvagem” • Divulgação

O brasileiro também ressaltou a identidade artística da Laika, conhecida por desenvolver histórias que, apesar de apresentadas por meio da animação, não se limitam ao público infantil.

“A Laika é sempre muito original nas histórias, fora do padrão, temas densos para adultos também. Os adultos pegam nas entrelinhas. É bem único o filme”, avaliou.

Mais de 140 mil rostos e desafios para a dublagem brasileira

A grandiosidade mencionada pelo animador se traduz em números expressivos. Para dar vida ao universo fantástico, a equipe construiu 132 cenários físicos, que representam 117 locações diferentes. A floresta que dá nome ao filme, por exemplo, conta com 728 árvores artesanais, inspiradas em dez espécies encontradas no noroeste dos Estados Unidos.

No stop-motion, técnica em que bonecos e objetos são movimentados e fotografados quadro a quadro para criar a ilusão de movimento, cada detalhe exige precisão. Em “O Bosque Selvagem”, foram utilizados 233 bonecos e produzidos 142.030 rostos substituíveis, responsáveis por reproduzir as diferentes expressões dos personagens.

Produção de “O Bosque Selvagem” • Divulgação

As filmagens ocuparam 112 palcos, distribuídos por uma área superior a 14 mil metros quadrados. Ao final, o longa reuniu 2.804 planos em sua versão definitiva.

Com 132 minutos de duração, “O Bosque Selvagem” também conquistou o título de longa-metragem em stop-motion mais extenso já realizado.

Para Giulia Benite, responsável pela dublagem da protagonista, a dimensão desse trabalho se tornou evidente quando assistiu ao resultado final.

“Eu já imaginei que seria uma grandiosidade, mas noção mesmo, só quando a gente vai assistir. É quando a gente percebe a riqueza de detalhes. Uma animação, feita em stop-motion, que levou 5 anos para filmar, é mais do que merecido receber esse reconhecimento”, disse.

Pedro Bugarelli compartilha da mesma percepção. “Assistindo ao filme, eu percebi ainda mais essa grandiosidade. Acho que é muito legal ver que fizemos parte disso e também ver essa visão que o Thiago traz do tanto de coisa que tem por trás daquela imagem que estamos vendo. É muito legal poder colocar nossa parte no todo do trabalho”, comentou.

Além do trabalho dos animadores, outro desafio da produção está em dar voz a personagens que foram cuidadosamente construídos para transmitir emoções mais por meio de movimentos e expressões faciais.

Pedro Bugarelli explicou que a própria natureza do stop-motion exige uma atenção diferente durante a dublagem, especialmente na sincronização entre a fala e os movimentos da boca dos bonecos.

“Esse filme de stop-motion é interessante por causa das batidas da boca. É diferente de uma animação convencional. É diferente o jeito de você encaixar a boca, da forma com que o personagem se mexe. É diferente encaixar a sincronia da voz com o personagem mexendo. É mais interessante dublar”, contou.

Uma aventura sobre amor, luto e escolhas

Até onde você iria por amor? “O Bosque Selvagem” também aposta em uma história profundamente emocional.

A trama acompanha Prue, uma jovem que embarca em uma jornada por uma floresta misteriosa e proibida após seu irmão mais novo ser sequestrado por corvos. Ao lado de Curtis, ela encontra criaturas fantásticas, aliados inesperados e adversários perigosos, enquanto descobre os conflitos que ameaçam aquele universo.

Por trás da aventura, assim como as demais produções da Laika, estão questões que ultrapassam a fantasia. O amor e o luto aparecem como forças capazes de conduzir os personagens por caminhos radicalmente diferentes, colocando em discussão até onde alguém estaria disposto a ir para proteger ou recuperar aquilo que ama.

Pedro Bugarelli destacou a maneira como o filme apresenta diferentes perspectivas sobre a perda.

“No filme tem as duas visões, da mocinha sofrendo luto e da vilã também. O filme passa muitas lições boas, logo no início do filme. Mas esse tema do luto mexe muito com a gente. Aborda esses temas com muita excelência”, refletiu.

Giulia Benite também chamou atenção para o contraste entre as motivações dos personagens. Segundo a atriz, a história explora como sentimentos semelhantes podem resultar em atitudes completamente distintas, dependendo das escolhas de cada um.

“O filme tem muitas mensagens, difícil citar uma só. Uma coisa: ao mesmo tempo que a Prue faz o que for necessário, temos o outro lado, que também faz o necessário para conquistar o que quer, custe o que custar, mas por um lado obscuro. É literalmente o ser humano”, analisou.

“O Bosque Selvagem” pode chegar ao Oscar?

A recepção da crítica internacional também colocou “O Bosque Selvagem” entre os títulos que podem ganhar força na temporada de premiações de 2027, especialmente na categoria de Melhor Animação.

Com 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme supera as avaliações de outros sucessos da Laika, incluindo “Coraline e o Mundo Secreto” e “Kubo e as Cordas Mágicas”, que alcançaram 91% e 97%, respectivamente.

A produção também recebeu elogios de publicações internacionais respeitadas na indústria, como Variety, The Hollywood Reporter e Screen International, sobretudo pela ambição visual e pelo avanço técnico do stop-motion.

A trajetória da Laika na premiação reforça as expectativas. Todos os cinco longas-metragens anteriores do estúdio foram indicados ao Oscar de Melhor Animação, embora nenhum tenha conquistado a estatueta.

Assista ao trailer de “O Bosque Selvagem”

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Curta estrelado por Bruna Linzmeyer e Clau Barros estreia no Janela Internacional de Cinema do Recife

28 October 2026 at 16:33

O curta-metragem “Sandra Roque”, primeiro filme de ficção da roteirista e diretora recifense Mayara Santana, vai estrear nesta quarta-feira (28) no Cinema São Luiz, durante o Janela Internacional de Cinema do Recife.

Estrelado por Clau Barros, Bruna Linzmeyer e Laís Vieira, a produção mistura ação, suspense, romance e comédia, com um humor sarcástico.

A história acompanha Sandra Roque, uma mulher que em uma parada de ônibus tem uma explosão de raiva e agride ferozmente um homem ao ser chamada de Jimmy Cliff. Aos poucos, é revelada a sucessão de acontecimentos caóticos que a levaram até ali.

No centro da narrativa está o relacionamento instável entre Roque e sua mulher, Samira, e a tão sonhada moto que elas compraram juntas. Impulsiva, amorosa, ciumenta e vulnerável, a protagonista ocupa o centro da narrativa como uma anti-heroína cujas escolhas conduzem o filme.

Produzido pela Alumia Filmes e pela Rebu Filmes, com produção executiva de Carol Vergolino e direção de fotografia de Pedro Sotero, o curta nasce do encontro entre profissionais de diferentes trajetórias do audiovisual pernambucano.

© Divulgação

"Sandra Roque", primeiro filme de ficção de Mayara Santana, é estrelado por Clau Barros, Bruna Linzmeyer e Laís Vieira

“Stavo per mollare la recitazione, ma mia moglie mi ha bloccato. Poi è arrivato il ‘mio’ John Fitzgerald Kennedy Jr. che mi ha stravolto la vita”: parla Paul Anthony Kelly, “l’uomo più sexy”

28 October 2026 at 15:49

È diventato una delle stelle più chiacchierate della televisione e, nello stesso anno, padre per la prima volta. Paul Anthony Kelly, il volto di John F. Kennedy Jr. nella serie tv “Love Story“, vive un 2026 che definisce una corsa a “giri di motore che non sapevo nemmeno di avere”. Ad accogliere la figlia, all’inizio dell’anno, insieme alla moglie Syd Widziszewski-Kelly, è stato un attore che fino a pochi mesi prima era sul punto di rinunciare.

L’attore a People (che lo ha incoronato “uomo più sexy” accanto al collega Noah Wyle) ha ammesso che, senza la moglie, avrebbe lasciato la recitazione prima di ottenere il ruolo che lo ha lanciato. Dopo dieci anni di audizioni senza risultati di rilievo, circa due settimane prima della convocazione per il provino della serie “Love Story” i due erano seduti sul divano della loro nuova casa a Portland, in Oregon, dove si erano trasferiti dopo l’evacuazione causata dagli incendi che nel gennaio 2025 avevano colpito il loro quartiere di Los Angeles.

“Stavamo pensando al futuro, a mettere su famiglia, a quali sarebbero stati i passi successivi- ha ricordato l’attore – Le dissi: ‘Non credo che succederà. È passato tanto tempo. Non so se questa strada fa per me'”. La risposta della moglie è stata semplicemente: “Siamo qui, quindi continua a provarci”.

A complicare il percorso c’era anche un ostacolo burocratico. Kelly, originario dell’Ontario, in Canada, non aveva ancora la green card: “C’erano molti ostacoli da superare anche solo per ottenere qualcosa“. La chiamata per il provino è arrivata nel giorno del secondo anniversario di matrimonio della coppia. Due giorni dopo è arrivata la green card e poi la notizia di aver ottenuto la parte di John F. Kennedy Jr.

“Da quel momento la mia vita è cambiata- ha detto -. Ancora oggi sono sbalordito che sia successo davvero e che stia vivendo il mio sogno”.

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“Behemoth!”: Pedro Pascal estrela trailer de drama com Olivia Wilde

28 October 2026 at 15:38

O filme “Behemoth!”, novo drama estrelado por Pedro Pascal (“The Last of Us”, “Game of Thrones”) e Olivia Wilde (“O Convite”, “I Want Your Sex”), ganhou um trailer nesta quarta-feira (28).

Alex Serian (Pedro Pascal), um talentoso violoncelista, retorna ao seu lar em Los Angeles após passar 20 anos viajando pelo mundo. A música, que tem sido como um rio constante e avassalador que atravessa toda a sua vida, começa a conduzi-lo por uma jornada que o transformará para sempre.

 

Pedro Pascal chegou a revelar que aprender a tocar violoncelo de forma convincente para o filme foi a tarefa mais desafiadora de sua carreira, brincando que preferiria reviver uma de suas batalhas mais brutais nas telas a ter que aprender a tocar o instrumento novamente.

“Nunca tive tanto medo”, declarou ele. “Já fiquei nervoso com outros trabalhos e com as exigências físicas… emocionais, mas não foi nada comparado a isso.”

O elenco também é composto por Eva Victor (“Sorry, Baby”), Alexa Swinton (“And Just Like That”), Kaya Ralls, Erik Griffin (“Mistério no Mediterrâneo”), JoBeth Williams (“Poltergeist: O Fenômeno”) e Margarita Levieva (“O Poder e a Lei”).

O filme tem direção de Tony Gilroy (“Andor”, “O Legado Bourne”). 

“Behemoth!” teve estreia antecipada na 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e tem previsão de chegar em 3 de dezembro nos cinemas brasileiros.

Assista ao trailer de “Behemoth!”

Personagem de Pedro Pascal será líder dos heróis em “Vingadores: Doomsday”

“Jogos Vorazes”: Jennifer Lawrence diz que está em “Amanhecer na Colheita”

28 October 2026 at 13:43

Depois de muitas especulações dos fãs, a atriz Jennifer Lawrence, 36, afirmou que estará em “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita” ao lado ainda de Josh Hutcherson, 34. Os dois foram protagonistas dos quatro primeiros filmes da franquia, lançados entre 2012 e 2015.

Jennifer Lawrence participou do podcast “Call Her Daddy” na noite de terça-feira (27), onde confirmou que teve uma participação no filme. A apresentadora chegou a perguntar como foi voltar aos bastidores da saga.

“Foi inacreditável, tão maluco. Foi a mesma equipe com quem eu trabalhei anos atrás. Foi tão emocionante! E o Josh, e o Woody… Foi lindo demais! O Josh e eu nem íamos ao banheiro sem estar com os braços dados um no outro. Foi lindo demais!”

A trama de “Amanhecer na Colheita” será ambientada 24 anos antes dos acontecimentos do primeiro livro, quando Katniss e Peeta participaram dos Jogos Vorazes pela primeira vez. Esse período no universo fictício é conhecido como “Massacre Quaternário“, quando 48 tributos dos 12 distritos foram convocados para os jogos, incluindo Haymitch Abernathy.

O elenco principal do novo filme conta com Joseph Zada na versão mais jovem de Abernathy, Mckenna Grace (Maysilee Donner) e Whitney Peak (Lenore Dove Baird). 

Além dos atores principais da narrativa, o elenco também conta com Kieran Culkin e Maya Hawke como Caesar Flickerman e Wiress, respectivamente; Elle Fanning como Effie; Jesse Plemons como Plutarch Heavensbee; Kelvin Harrison como Beetee e Lili Taylor como Mags.

“Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita” estreia em 19 de novembro nos cinemas. 

🚨 Jennifer Lawrence confirma volta para Jogos Vorazes no novo filme Amanhecer na Colheita! https://t.co/X0qKJBnLsQ

— SAC | Jogos Vorazes ☀ (@SacTributos) October 28, 2026

Assista ao trailer de “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”

“Jogos Vorazes”: atriz brasileira entra para elenco de peça em Londres

 

Teca Pereira diz que pensou em desistir da carreira: “A etnia sofria”

28 October 2026 at 09:00

Com quase 50 anos de carreira, a atriz Teca Pereira, 74, protagonista do representante brasileiro ao Oscar 2027, “Feito Pipa”, revelou que chegou a pensar em abandonar a carreira devido à falta de oportunidades na indústria audiovisual, especialmente no início de sua trajetória.

Em entrevista à CNN Brasil, Teca Pereira relembrou as dificuldades enfrentadas no início da profissão e refletiu sobre os avanços na representatividade no cinema e na televisão brasileira.

“Eu, particularmente, nos 49 anos de carreira, em algum momento, quis desistir. A representatividade era uma coisa menos importante, parecia”, comentou.

A falta de diversidade nas produções limitava as oportunidades de trabalho, conta a atriz. “A etnia sofria com muitos nãos, ouvi muitos, porque não cabia no papel, não poderia fazer aquele tipo de papel, e foi sempre uma coisa aquém da condição, inclusive, de cada ator”, desabafou.

Teca persistiu na profissão e conquistou vasto currículo, marcado por trabalhos no teatro, no cinema e na televisão. Ao longo dos anos, participou de novelas como “Belíssima” (2006), “Duas Caras” (2007) e “Vale Tudo” (2025), além das séries “Justiça” (2016), “Segunda Chamada” (2019) e “Pico da Neblina” (2019). Nas telonas, integrou o elenco de produções como “Domésticas” (2001), “Marighella” (2019), “Kasa Branca” (2025) e “Velhos Bandidos” (2026).

A atriz, então, celebrou as mudanças e aproveitou para incentivar outros profissionais a não abandonarem seus sonhos, mesmo diante dos obstáculos.

“Não devemos desistir nunca. Mas foi uma coisa que quase eu fiz, por falta de oportunidade. As oportunidades apareceram, aí deu para ver a minha jornada”, afirmou.

Atualmente, Teca integra o elenco de “Feito Pipa”, longa-metragem dirigido por Allan Deberton e protagonizado por Yuri Gomes, ao lado de Lázaro Ramos. Na produção, ela interpreta a avó de Gugu, um menino que encontra na relação com a personagem um espaço de afeto e liberdade, enquanto enfrenta conflitos familiares e questões relacionadas à própria identidade.

O filme, que já conquistou mais de dez prêmios internacionais, incluindo reconhecimentos no Festival de Berlim, chega aos cinemas brasileiros em 5 de novembro.

“Vocês vão se divertir, vão se emocionar. É de uma delicadeza ímpar. Não percam”, convidou a atriz.

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Filme "Vindima" de Luís Galvão Teles estreia na Argentina

28 October 2026 at 00:15
A longa-metragem de Luís Galvão Teles, com Maria de Medeiros e José Condessa, integra a competição internacional do festival argentino, de 5 a 15 de novembro.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Depois de Mar del Plata, "Vindima" integra, em dezembro, a programação do Tribeca Festival Lisboa.

Luisa Arraes aparece em 1ª cena como Cássia Eller em cinebiografia

28 October 2026 at 00:11

A nova cinebiografia “Cássia – O Filme” revelou sua primeira imagem, mostrando Luisa Arraes no papel de Cássia Eller.

Na cena divulgada, Luisa surge no palco caracterizada como Chicão, enquanto se apresenta nos palcos, cantando e tocando violão.

Com roteiro de Bia Crespo e Fernando Bonassia e roteiro final de Marcelo Saback, o filme retrata a história de Cássia Eller, com sua voz inconfundível e personalidade que desafiava os padrões, conquistando fãs com seu jeito único. A cinebiografia traz para as telas grandes a trajetória da cantora, os excessos do rock, preconceitos que viveu, e sua história de amor com Maria Eugênia, enquanto as duas enfrentavam uma sociedade preconceituosa para construírem sua família. O roteiro inclui também grandes shows, como o Rock in Rio 2001.

O elenco também conta com Olivia Torres, Ramon Francisco, Stella Rabelo, Rui Ricardo, Pamela Germano, Leandro Ramos, João Cortes e Bento Dias. A direção é de Diego Freitas.

Luisa Arraes no set de “Cássia – O Filme” • Mariana Vianna

 

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