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O grou que veio do frio para salvar a TAP com 2,5 mil milhões

30 October 2026 at 16:00

O grou que veio do frio para salvar a TAP. Esta ave também existe em Portugal e é migratória: passa o inverno no Sul da Europa e voa para o Norte no verão. É esta a ave que surge desde 1918 no logótipo da companhia aérea alemã Lufthansa

Agora, promete mais de 2,5 mil milhões de euros para comprar a totalidade da TAP. O Estado vai receber em dinheiro 1.201 milhões de euros decorrentes da venda de 49% da TAP. Depois, a venda dos restantes 50,1% deverá render mais 863 milhões de euros também em ‘cash’.

Mas a segunda fase da privatização pressupõe a troca de ações, com o Estado português a receber ações da Lufthansa. Nas contas do Governo, isto vai colocar o Estado como o segundo maior acionista da companhia aérea alemã, com 5% do capital, apenas atrás da Fundação Kühne, que conta com 20%.

Ora, sendo acionista do Grupo Lufthansa, o Estado prevê receber um total de 1.400 milhões de euros em ações, mais dividendos acumulados do grupo alemão até 2040. Feitas as contas, o Estado português pode encaixar 19,8 milhões de euros por ano em dividendos, ao valor atual da remuneração acionista, de 0,33 euros. São quase 200 milhões de euros no espaço de 10 anos.

Nas contas do Governo, é assumido um ‘dividend yield’ de 3,9% para uma ação cotada a 8,8 euros, o que dá um dividendo anual de 0,3432 euros por ação. Contas feitas, são 20,6 milhões de euros em dividendos pela fatia de 5%.

O Governo assume na sua apresentação que a sua estimativa está “dependente da performance e cotação da empresa”. Tendo em conta o preço-alvo da ação assumido pelo Governo de 8,8 euros, isto significa que a posição de 5% vai valer 528 milhões de euros.

“Já podemos encarar o futuro da TAP com entusiasmo e confiança. Isso deve-se ao esforço dos portugueses, que injetaram nos últimos anos na empresa mais de 3,2 mil milhões de euros dos seus impostos, dinheiro que, ao ser canalizado para a companhia, deixou de estar disponível para outras despesas públicas, nomeadamente nos serviços públicos essenciais. Desde o início que assumimos o nosso objetivo de recuperar esse valor para os portugueses”, disse o Primeiro-Ministro Luís Montenegro a 14 de outubro.

“Por isso, fomos firmes e exigentes na negociação, de forma a obter as melhores condições e contrapartidas e reduzir a exposição futura do Estado, precisamente para podermos maximizar o esforço que fizemos antes com a injeção de capital. É por isso que esta parceria entre a TAP e a Lufthansa nos aponta para esse caminho: a recuperação total do valor que os portugueses investiram na TAP”, acrescentou.
A Lufthansa espera uma aprovação “mais rápida” do negócio da TAP em Bruxelas face à compra da italiana ITA.

“Espero que seja mais rápido do que a ITA, um processo mais fácil”, disse o CEO da Lufthansa a 15 de outubro.

“Os nossos amigos em Bruxelas, os líderes da Europa, percebem que o mundo mudou e que é do interesse da Europa criar fortes empresas globais. A atitude mudou em Bruxelas”, analisou Carsten Spohr.

“A sobreposição da TAP com a Lufthansa é muito menor do que com outros potenciais compradores, como a IAG ou a Air France-KLM, onde seria enorme. Do nosso ponto de vista, é uma transação fácil de aprovar”, acrescentou. E também deixou uma mensagem ao Governo do seu país: “A Alemanha, uma nação líder na Europa, deve garantir que a Europa não fica atrás dos EUA e da Ásia”, defendeu Carsten Spohr.

EasyJet annuncia l’arrivo del Wi-Fi sui suoi voli low cost grazie a Starlink: Ryanair la deride con la pecora di Elon Musk. Ecco come funziona e i prezzi

30 October 2026 at 08:14

La cabina di un volo low cost europeo rappresenta, ad oggi, l’ultimo vero santuario della disconnessione forzata. L’unica zona d’ombra in cui lo smartphone perde la sua onnipotenza, garantendoci un’ora o due di isolamento assoluto tra le nuvole, al riparo da email, notifiche e messaggi. Ma questa bolla di irraggiungibilità ha ormai i giorni contati. Con l’annuncio ufficiale di easyJet, che a partire dal 2027 doterà la propria flotta di connessione Wi-Fi grazie all’installazione delle antenne Starlink, si prepara a cadere anche l’ultimo baluardo dell’offline.

La seconda più importante compagnia a basso costo d’Europa si unisce così alla schiera di aviolinee che hanno bussato alla porta di Elon Musk per fornire internet ad alta velocità ad alta quota. Un servizio che cambierà radicalmente l’esperienza di viaggio, ma che porta con sé un’incognita non da poco per il portafogli dei passeggeri. Il comunicato ufficiale diffuso dalla low cost britannica non chiarisce infatti i termini dell’accordo commerciale, glissando sulla domanda cruciale: la connessione sarà offerta gratuitamente o richiederà un sovrapprezzo? Contattata dal Corriere, una portavoce dell’azienda si è limitata a prendere tempo, dichiarando che “i dettagli sui prezzi ed eventuali modalità di accesso gratuito saranno forniti più avanti”. L’ipotesi più accreditata, considerando il modello di business del vettore, è che la navigazione in volo diventi un servizio extra a pagamento.

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