❌

Reading view

Carraças obrigam a transferir doentes num hospital em Trás-os-Montes

A Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD) confirmou hoje a deteção de carraças numa área de internamento, situação que originou uma transferência temporária de doentes e uma intervenção de desinfestação.

Segundo disse a ULSTMAD, com sede em Vila Real, numa resposta por escrito, esta é uma segunda situação de deteção de carraças, sendo que foi feita uma primeira desinfestação “após a qual o problema aparentava estar resolvido”.

A primeira situação aconteceu no início do mês de outubro.

“Perante a identificação de um novo foco, de dimensão reduzida, a ULSTMAD decidiu realizar uma nova intervenção de desinfestação, acompanhada de uma nova transferência temporária dos doentes para outra ala, de forma a garantir a continuidade da prestação de cuidados em condições de segurança”, explicou.

A Unidade Local de Saúde salientou que “não foram identificados doentes afetados por esta ocorrência”.

Adiantou que estão a ser realizadas as cirurgias urgentes/emergentes e que as programadas estão com alguns constrangimentos, referindo que estas serão remarcadas com a maior brevidade possível.

Na informação divulgada, a instituição disse que mantém o acompanhamento da situação e que adotará as medidas adicionais que se revelem necessárias, tendo “como prioridade a segurança e o bem-estar dos doentes e profissionais”.

O conselho de administração da ULSTMAD reafirmou o seu “compromisso com a qualidade e a segurança dos cuidados de saúde prestados” e garantiu “a adoção das medidas necessárias à resolução da situação”.

O conteúdo Carraças obrigam a transferir doentes num hospital em Trás-os-Montes aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Ronald Molina deixa comando técnico do Vizela por motivos pessoais

O treinador Ronald Molina deixou o comando técnico da equipa de futebol do Vizela por motivos pessoais, após apresentar um pedido de saída aceite pela SAD do clube, anunciou a formação da II Liga portuguesa.

Em comunicado, a SAD vizelense agradeceu ao técnico “o profissionalismo, a dedicação e o compromisso” demonstrados ao longo de mais de quatro anos ao serviço do clube, desejando-lhe felicidades pessoais e profissionais.

O técnico chegou ao clube em 2022, começando por ser treinador adjunto. Molina, de 38 anos, passou ainda pelos sub-23, antes de assumir o comando da equipa principal nos últimos 12 jogos da época passada.

Marcos Bastidas, treinador da equipa de sub-23, vai orientar o treino da equipa principal desta segunda-feira, o primeiro da semana, informou ainda a sociedade desportiva.

O conteúdo Ronald Molina deixa comando técnico do Vizela por motivos pessoais aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Festival Literário Utopia está de regresso a Braga para a 4.ª edição

O Festival Literário Utopia realiza-se a partir de 13 de novembro, em Braga, com uma programação dedicada à literatura, ao pensamento e ao encontro entre diferentes linguagens artísticas, foi hoje anunciado.

Esta 4.ª edição do festival prevê uma sessão extra em Guimarães, no dia 23 de novembro, com o escritor e ator brasileiro Lázaro Ramos e o músico Dino d’Santiago, numa conversa sobre língua, identidade e memória.

A programação inclui ações de formação, “iniciativas que promovem o pensamento crítico”, numa parceria com a Associação Portuguesa de Ética e Filosofia, “conversas, apresentações de livros, jantares literários, [e] sessões de literacia financeira”, segundo comunicado da organização enviado à agência Lusa.

O festival é organizado pela consultora editorial The Book Company em parceria com a Câmara de Braga, e, este ano, realça “um crescimento de atividades para os mais novos”, sendo todos os eventos gratuitos exceto os jantares literários, no dia 18, com Fernando Ribeiro e, no dia 20, com João Tordo.

Este ano, o festival prevê organizar 45 eventos na programação infantil, incluindo sessões de histórias, leituras musicadas, apresentações de livros e oficinas criativas. O Utopia conta com o espetáculo conjunto de Sofia Vieira, do projeto Aqui Há Gato, e Rute Cancela, “que procura despertar a curiosidade, estimular a criatividade e cultivar, desde cedo, o gosto pelos livros”.

A abertura oficial está prevista para 13 de novembro, às 21:00, no Auditório do Espaço Vita, o palco central do certame, sendo antecedida por uma conversa na Livraria Centésima Página sobre três títulos de teatro: “Macbeth”, de Shakespeare, “Frei Luís de Sousa”, de Almeida Garrett, e “Casa de Bonecas”.

No dia seguinte, o Muzeu recebe o escritor Onésimo Teotónio Almeida para uma “reflexão livre sobre o ano que passou”, no âmbito do projeto “O que fica do que passa”.

A literacia financeira é uma das novidades da edição deste ano, que a organização apresenta como “a maior de sempre”, reunindo nomes da literatura, do humor e de outras áreas artísticas, entre eles, Teolinda Gersão, Valter Hugo Mãe, Ricardo Araújo Pereira, Maria do Rosário Pedreira ou Salvador Martinha.

Entre outras iniciativas, no dia 21 de novembro realiza-se uma conversa entre os escritores Francisco José Viegas e José Eduardo Agualusa, que parte de uma seleção de entrevistas do arquivo da revista Ler “para revisitar vozes da literatura”, a que se segue outra conversa segundo o mote “A importância de ler mulheres”, com as escritoras Déa Paulino, Maria do Rosário Pedreira e Teolinda Gersão, moderada pela apresentadora televisiva Ana Daniela Soares.

Ainda no dia 21 é apresentado o novo livro de Frederico Lourenço, “A Bíblia para Jovens”, que conta com a participação de Ricardo Araújo Pereira e dos sacerdotes Paulo Terroso e Rui Santiago.

À tarde, a escritora Patrícia Reis entrevista Valter Hugo Mãe, tendo como fio condutor “fotografias pessoais e de arquivo”, revisitando o percurso do autor de “O Século dos Imbecis”, saído este ano. A jornada encerra com um concerto de Manuel Cruz, no Theatro Circo, às 21:00.

No dia 22, às 14:30, no Auditório do Espaço Vita, a jornalista Maria João Costa entrevista o ator, escritor e apresentador brasileiro Lázaro Ramos.

Neste dia está ainda agendada a conversa “Língua geral do esquecimento”, entre os escritores José Eduardo Agualusa, João Tordo e o músico Dino d’Santiago, “para refletir sobre a língua portuguesa enquanto território comum entre diferentes geografias, identidades e memórias”.

O conteúdo Festival Literário Utopia está de regresso a Braga para a 4.ª edição aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Vila do Conde: Prisão preventiva para suspeito de violação de peregrina do Caminho de Santiago

O tribunal aplicou hoje prisão preventiva como medida de coação ao suspeito dos crimes de violação e roubo de uma peregrina do Caminho de Santiago, em agosto, no concelho de Vila do Conde, informou fonte judicial.

No sábado, a Polícia Judiciária anunciou ter identificado e detido, “fora de flagrante delito, o presumível autor de um crime de violação e de um crime de roubo, ocorridos em agosto” no concelho de Vila do Conde, distrito do Porto.

“A vítima é uma cidadã estrangeira, de 39 anos, peregrina do Caminho de Santiago de Compostela, abordada pelo autor durante o percurso e sujeita à prática de atos sexuais de relevo, através do uso de violência física, tendo sido também despojada de bens que trazia na sua posse”, descreve o comunicado da PJ.

Segundo a PJ, o arguido é “desconhecido da vítima” e “atuou de surpresa, aproveitando as vulnerabilidades da ofendida, o conhecimento da zona física envolvente e demonstrando um comportamento compulsivo movido pela sua satisfação sexual”.

O crime remonta a agosto deste ano, quando a vítima denunciou às autoridades policiais, que iniciaram, “de imediato, diligências de recolha de prova que culminaram com a identificação, localização e detenção do arguido”.

O suspeito, um homem de 59 anos e desempregado, tem um “amplo registo criminal pela prática de crimes de diversa natureza, incluindo a prática reiterada de crimes contra a liberdade sexual”.

Segundo a PJ, “à altura dos factos encontrava-se em liberdade condicional após o cumprimento de uma pena de prisão efetiva de 21 anos”.

O homem foi hoje presente às autoridades judiciárias competentes para submissão a primeiro interrogatório judicial no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Matosinhos, também no distrito do Porto.

O conteúdo Vila do Conde: Prisão preventiva para suspeito de violação de peregrina do Caminho de Santiago aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Guimarães: Eis o novo diretor artístico do Centro Cultural Vila Flor

O encenador Bruno dos Reis é o novo diretor artístico do Centro Cultural Vila Flor (CCVF), em Guimarães, anunciou hoje a cooperativa A Oficina, revelando ainda que a programadora Cristina Planas Leitão vai dirigir o GUIdance.

Em comunicado, a cooperativa que gere aquele espaço em Guimarães e organiza o Festival Internacional de Dança Contemporânea revelou que a antiga diretora do Teatro Municipal do Porto vai também ser consultora artística do CCVF na programação de dança, enquanto Paulo Dumas vai ficar com a programação musical.

A equipa hoje revelada ocupa o espaço deixado pela saída de Rui Torrinha da direção artística do CCVF e do GUIdance.

“A nomeação dá continuidade ao trabalho de Bruno dos Reis n’A Oficina, onde assumiu a direção artística do Teatro Oficina em 2025. Nas novas funções, será responsável pelo projeto artístico do CCVF e assegurará a transição para a nova direção artística do Teatro Oficina que será operada durante o próximo ano”, pode ler-se no documento da cooperativa.

Bruno dos Reis classifica, no comunicado, o CCVF como um “equipamento que transformou vidas”, dada a sua relevância no contexto artístico português.

No comunicado, são indicadas as “algumas das linhas de trabalho” para o CCVF: “promover a regularidade e a clareza da programação ao longo do ano; explorar diferentes formatos de apresentação e de encontro entre artistas, obras e públicos; criar espaços de pensamento crítico e questionamento, incluindo sobre o papel da própria instituição; refletir sobre as estratégias de apoio à formação e ao desenvolvimento do território; e aprofundar as relações com as gerações mais jovens e com os circuitos artísticos nacionais e internacionais.”

No mesmo texto, a até aqui diretora da Materiais Diversos Planas Leitão refere-se já ao próximo GUIdance “como uma edição de viragem: o início de um processo progressivo, que começa já a apontar novas direções e a construir solidamente as bases para os seus desdobramentos”.

Segundo A Oficina, “a relação com Guimarães será central neste novo ciclo, com desenvolvimento gradual e maior expressão a partir de 2028”, propondo a nova diretora um “festival que percorra a cidade, trabalhe diferentes escalas e reforce progressivamente a coprodução, a circulação e as relações continuadas com artistas e estruturas nacionais e internacionais”.

Citado no mesmo comunicado, o presidente executivo de A Oficina, Esser Jorge Silva, afirmou que Bruno dos Reis “tem demonstrado uma visão abrangente da criação artística, aliada à capacidade de mobilizar equipas e concretizar projetos”.

“É inquieto por natureza, alguém que questiona, experimenta, concretiza, com uma exigência que o leva a desafiar as suas próprias ideias. Reconhecemos-lhe a capacidade de desenvolver um projeto artístico singular para o CCVF, abrindo novas possibilidades de criação e programação e reforçando a sua relevância nacional e internacional”, acrescentou aquele dirigente.

Esser Jorge Silva acrescentou: “A nossa responsabilidade é assegurar as condições para que desenvolva esse trabalho com liberdade de criação e de programação, abertura à diversidade de expressões artísticas e responsabilidade perante os artistas e os públicos. A confiança que depositamos nesta equipa traduz-se no respeito pelas suas escolhas artísticas”.

Rui Torrinha estava desde 2018 na direção artística do Centro Cultural Vila Flor, ao abrigo de uma comissão de serviço que terminava apenas em meados de 2027.

O conteúdo Guimarães: Eis o novo diretor artístico do Centro Cultural Vila Flor aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Caminha investe 33 mil euros em iluminação de estádio

A Câmara de Caminha investiu 33,4 mil euros na modernização da iluminação do Estádio Ilídio Couto, em Lanhelas, revelou hoje a autarquia.

“O Estádio Ilídio Couto, em Lanhelas, reúne agora melhores condições para a prática desportiva, na sequência da empreitada de modernização da iluminação promovida pelo município”, descreve, em comunicado, a autarquia.

De acordo com a Câmara, a intervenção “teve como objetivo melhorar as condições de iluminação e utilização do recinto desportivo” e consistiu na “substituição do sistema por uma solução mais moderna e eficiente, composta por 24 projetores LED de 600 W, instalados nos mastros já existentes”.

Espera-se, assim, “um ambiente mais adequado para a realização de treinos e de outras atividades desportivas, especialmente durante os períodos de menor luminosidade natural”.

A obra “permite melhorar a qualidade e a distribuição da iluminação do espaço desportivo, reforçar as condições de segurança e utilização do recinto, reduzir os consumos energéticos e as necessidades de manutenção”, acrescenta.

Ao mesmo tempo, a intervenção valoriza o equipamento, uma vez que oferece “melhores condições aos utilizadores”.

A intervenção “incluiu ainda todos os trabalhos necessários à montagem e entrada em funcionamento do novo sistema, nomeadamente as ligações elétricas, a orientação dos equipamentos de acordo com o estudo luminotécnico, a verificação das proteções elétricas, a medição dos níveis de iluminação e a realização dos respetivos ensaios técnicos”.

O conteúdo Caminha investe 33 mil euros em iluminação de estádio aparece primeiro em O MINHO.

  •  

SC Braga conhece hoje primeiro adversário da Taça de Portugal

Os jogos dos 16 avos e dos oitavos de final da Taça de Portugal de futebol vão ficar hoje definidos, num sorteio já com os clubes presentes nas competições europeias de futebol, marcado para as 12:00.

O Torreense, detentor do troféu, FC Porto, Benfica, Sporting e SC Braga entram na competição nesta fase, juntando-se a oito outros clubes da I Liga e nove da II Liga, assim como seis representantes da Liga 3, três do Campeonato de Portugal e um dos distritais.

O Olhanense, presidido pelo antigo treinador Manuel Cajuda, é o único ‘resistente’ das competições regionais, após uma ronda que ditou a ‘queda’ de seis primodivisionários e quatro emblemas da II Liga – juntando-se ao Feirense, que já tinha sido na segunda eliminatória.

Os jogos dos 16 avos de final, que vão ser disputados no fim de semana de 21 e 22 de novembro, serão conhecidos no sorteio com início marcado para as 12:00, na Cidade do Futebol, em Oeiras.

Na mesma altura, vão também ficar definidos os emparelhamentos para os ‘oitavos’, previstos para entre 15 e 17 de dezembro, em datas sujeitas a alterações mediante a presença das equipas nas competições europeias.

Equipas qualificadas para a quarta eliminatória da Taça de Portugal

– I Liga (12): FC Porto, Benfica, Sporting, SC Braga, Vitória SC, Estrela da Amadora, Rio Ave, Estoril Praia, Marítimo, Casa Pia, Arouca e Gil Vicente.

– II Liga (10): Torreense, Desportivo de Chaves, Farense, Portimonense, AVS, União de Leiria, Académica, Tondela, Lusitânia de Lourosa e Felgueiras.

– Liga 3 (seis): Atlético, Vianense, Leça, Mafra, Vitória de Sernache e Paredes.

– Campeonato de Portugal (três): Sanjoanense, Fátima e União da Serra.

– Distritais (uma): Olhanense.

O conteúdo SC Braga conhece hoje primeiro adversário da Taça de Portugal aparece primeiro em O MINHO.

  •  

“É uma estreia [no campeonato] amarga para mim e um jogo amargo para nós”

Declarações após o jogo Nacional-SC Braga (1-0), da nona jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje no Estádio da Madeira, no Funchal:

– Franclim Carvalho (treinador do SC Braga): “É uma estreia [no campeonato] amarga para mim e um jogo amargo para nós. Apresentámos uma cara diferente, que não é a nossa e que não pode ser a nossa. Esta camisola, este símbolo, requer muita responsabilidade e, acima de tudo, outra atitude, que nós não tivemos e que vamos ter de passar a ter.

Tivemos muita posse de bola, andámos muito perto da área do adversário, algo também consentido pelo adversário, obviamente, mas não fomos incisivos. Isso refletiu-se em dois ou três remates à baliza do adversário e zero golos, porque faltou exatamente isso. Faltou muito mais incisão e muito mais agressividade no último terço.

Temos de ter muito mais agressividade quando temos a bola, temos de ter muitos mais movimentos com bola, os jogadores que não têm a bola têm de ter outra mobilidade e temos de ser mais incisivos na frente”.

– Bruno Abreu (treinador do Nacional): Sentimento de dever cumprido, essencialmente pela felicidade de ter visto a atitude que os jogadores tiveram. […] Eu já tinha dito que havia muita vontade e que estava com boas sensações, fruto daquilo que via no microciclo semanal. Os jogadores tiveram uma atitude fantástica e acreditaram. Fico feliz por isso. O dever cumprido é pela conquista dos três pontos.

A equipa teve uma atitude fantástica, defendeu muito bem sem estar perto da baliza. Queríamos fechar bem os espaços e poder depois aproveitar algum deslize da equipa do Sporting de Braga. A nossa estratégia assentou nesse aspeto.

“Acho que o mais importante, sem descurar as questões táticas e de organização, tem a ver com a mentalidade e como encaramos o jogo. Independentemente de jogarmos da forma que perspetivamos, eu acho que o importante é a questão mental. E, no fundo, houve algum trabalho nesse sentido”.

O conteúdo “É uma estreia [no campeonato] amarga para mim e um jogo amargo para nós” aparece primeiro em O MINHO.

  •  

“A equipa deu uma belíssima resposta”

Declarações após o jogo Rio Ave-Famalicão (0-4), da nona jornada da I Liga portuguesa de futebol, disputado hoje no Estádio do Rio Ave FC, em Vila do Conde:

– Ricardo Silva (treinador interino do Famalicão): “A equipa deu uma belíssima resposta. Os jogadores interpretaram muito bem os processos que procurámos transmitir e trabalhar durante a semana. Conseguimos uma vitória que permite devolver aos adeptos a confiança e a alegria de apoiar o clube.

Vínhamos de momentos diferentes. O Rio Ave estava embalado por duas vitórias e nós atravessávamos uma fase menos conseguida. Mas, pela forma como os jogadores trabalharam e responderam durante a semana, tinha a certeza de que daríamos uma resposta positiva.

Se estava à espera deste resultado? Não vou mentir, não estava. Mas esperava esta atitude e esta demonstração de força. Os jogadores não me surpreenderam pelo que colocaram em campo, embora o resultado tenha superado aquilo que esperava.

Esta vitória não é minha nem do treinador Carlos Carvalhal. É inteiramente dos jogadores, pelo trabalho que fizeram e por acreditarem numa ideia que lhes foi proposta. Foram eles que ganharam este jogo, por eles próprios e por todos os que vieram apoiar-nos.

Enquanto treinador interino, compete-me fazer os jogadores acreditar que têm capacidade para resolver os problemas. Sinto uma felicidade enorme e o dever cumprido. A administração tomará a decisão que entender ser melhor para o futuro do Famalicão e estarei sempre disponível para ajudar, seja nesta posição ou noutra função.

Fico extremamente feliz pelo Óscar Aranda. Todos conhecemos as suas qualidades e, depois dos problemas físicos que atravessou, precisava de um momento destes para recuperar a confiança. Trabalhámos nos treinos os movimentos em que pode ser decisivo e ele conseguiu concretizá-los”.

– Vasco Seabra (treinador do Rio Ave): “Compreendo que os adeptos tenham razões para assobiar ou aplaudir. Pagam as quotas, gostam do clube e têm todo o direito de expressar as suas emoções. Temos de conseguir trazê-los para o nosso lado com atitude, paixão e compromisso.

O resultado é ingrato, demasiado expressivo e penalizador perante aquilo que foi o desempenho das duas equipas. Temos de dar os parabéns ao Famalicão, que é uma boa equipa, com bons valores individuais, mas houve momentos-chave que marcaram o jogo.

O primeiro foi o golo num remate de longe, que desbloqueou a partida. Depois, tivemos uma oportunidade do Blesa, isolado, em que o guarda-redes defendeu para o poste. Se tivéssemos empatado nesse momento, acredito que poderíamos ter levado o jogo mais para o nosso lado.

Até ao segundo golo, competimos e procurámos sempre chegar ao empate. Depois, a equipa perdeu energia e capacidade competitiva. Isso demonstra que estamos a dar passos, mas ainda não conseguimos ser a equipa que queremos durante os 90 minutos.

Aceitei este desafio por acreditar que podemos construir algo positivo juntos. Queremos criar uma cultura e uma mentalidade vencedoras, em que cada duelo e cada centímetro de relva sejam disputados para ganhar. Essa mentalidade não se constrói em dois dias.

Não podemos entrar em euforia quando ganhamos, nem em depressão quando perdemos. Temos de manter o equilíbrio, perceber o que fizemos bem e mal e continuar a trabalhar. Tenho a certeza de que estaremos melhores na próxima semana e ainda melhores daqui a um mês”.

O conteúdo “A equipa deu uma belíssima resposta” aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Ex-deputado de Guimarães do PSD diz que cargas policiais estão a ser “desnecessárias”

André Coelho Lima, ex-deputado e vice-presidente do PSD, natural de Guimarães, deixou críticas à atuação da PSP durante as ‘acampadas’ realizadas em Lisboa e no Porto contra os preços altos das habitações, apelidando a intervenção policial como uma medida “pouco inteligente”.

“A intervenção das forças de segurança orienta-se pelo cumprimento dos princípios da necessidade, proporcionalidade e adequação. A primeira intervenção na Praça D. João I, no Porto, havia sido totalmente desnecessária, desproporcionada e desadequada. Pelos vistos não comoveu os espíritos nacionais. A de ontem, na Praça do Rossio, foi igualmente desnecessária, desproporcionada e desadequada face aos critérios de segurança que se visa salvaguardar”, escreveu André Coelho Lima esta noite na rede social X (ex-Twitter).

“Estou em total oposição com uma intervenção que, numa palavra, é pouco inteligente. Mas também o estive quando ela sucedeu no Porto – e até com maior violência – embora na altura não obtivesse tanta comoção nacional”, acrescentou o também candidato pelo PSD em Guimarães nas autárquicas de 2013 e de 2017.

1( A intervenção das forças de segurança orienta-se pelo cumprimento dos princípios da necessidade, proporcionalidade e adequação.
A primeira intervenção na Praça D. João I, no Porto, havia sido totalmente desnecessária, desproporcionada e desaquada.

— André Coelho Lima (@coelho_lima1) October 25, 2026

A Praça D. João I, no Porto, voltou esta tarde a encher-se com populares, que ao som de músicas de resistência espanhola e brasileira a ecoarem de colunas, aguardavam pelo início da assembleia popular agendada para esta noite.

Pelas 18:30, a agência Lusa constatou no local milhares de pessoas concentradas na Praça D. João I, onde esta madrugada se repetiram episódios de violência contra os manifestantes.

As tendas, os tapetes e as mantas que no sábado estavam arrumadas e guardadas por secções desapareceram e não estão visíveis.

Na rede social Instagram, na página “Acampada Porto”, pode ler-se no mural que “o fascismo acordou, mas a resistência também” ou “Mais uma vez perdemos tudo o que tínhamos construído, todos os nossos bens materiais, pessoais e comunitários, mas não perdemos a esperança. O sangue dos nossos camaradas não será em vão. Voltaremos”.

A PSP dispersou hoje de madrugada, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens para que as pessoas saíssem e as tendas fossem retiradas.

A polícia interveio depois de os manifestantes não terem acatado as ordens, invocando o direito constitucional à manifestação.

Segundo a PSP, registaram-se, no total, 33 manifestantes feridos, 27 dos quais em Lisboa e seis no Porto.

Em comunicado, a Acampada de Lisboa refere dezenas de feridos, 37 dos quais no Porto.

A Amnistia Internacional – Portugal disse hoje estar “profundamente preocupada com o uso excessivo e desproporcionado” da força policial para dispersar as acampadas de Lisboa e Porto que aconteceram durante a madrugada.

“Estamos profundamente preocupados com o facto de o uso da força pela polícia ter sido excessivo e indiscriminado e de a operação policial – e, em especial, o uso excessivo e desproporcionado de bastões e outro equipamento por parte da polícia – ter resultado em dezenas de feridos”, afirmou o diretor executivo da Amnistia Internacional – Portugal, João Godinho Martins.

O conteúdo Ex-deputado de Guimarães do PSD diz que cargas policiais estão a ser “desnecessárias” aparece primeiro em O MINHO.

  •  

SC Braga perde na Madeira

O Nacional, ainda sob o comando técnico do interino Bruno Abreu, venceu hoje o SC Braga, por 1-0, num jogo da nona jornada da I Liga portuguesa de futebol em que os madeirenses souberam sofrer.

Un golo de Miguel Baeza, aos 19 minutos, decidiu a partida a favor do emblema insular, que vinha de seis derrotas consecutivas para o campeonato, sendo que os minhotos tiveram muita bola, mas criaram poucos lances de perigo, em partida disputada no Estádio da Madeira, no Funchal.

Com este triunfo, o Nacional ascendeu ao 15.º lugar e ‘respira’ melhor na classificação, fora da zona de despromoção, com sete pontos, tantos como o Casa Pia, 16.º, em zona de disputa de play-off de manutenção, e do Rio Ave, 17.º, em zona de descida direta. 

Por sua vez, o conjunto minhoto, sem vencer há quatro jogos para a Liga, com três derrotas e um empate, segue na nona posição, com 11 pontos, mais longe dos lugares ‘europeus’.

O SC Braga teve sempre mais posse de bola praticamente desde início, contudo, com pouca objetividade, sobretudo nos primeiros 45 minutos, diante de um Nacional sempre confortável a jogar em bloco baixo.

A estratégia teve os efeitos pretendidos e, após um primeiro quarto de hora sem ocasiões a registar, os madeirenses chegaram mesmo à vantagem, na melhor jogada coletiva do primeiro tempo.

Após um lance bem trabalhado pela esquerda, Son Min-kyu encontrou Miguel Baeza solto de marcação à entrada da área, com o espanhol a rematar sem hipóteses para Bernardo Fontes, ao minuto 19.

Em desvantagem, a toada manteve-se e o SC Braga apenas criou uma oportunidade flagrante até ao intervalo, na sequência de um cruzamento bem medida de Gabriel Silva, com Pau Victor, em excelente posição na área, a cabecear ligeiramente ao lado, aos 34.

Após o descanso, Franclim Carvalho procedeu a uma tripla alteração, fazendo entrar João Moutinho, Dorgeles e Gabri Martinez, por Tommy Marquês, Gorby e Gabriel Silva, em claro descontentamento com o desempenho na primeira parte.

As trocas não surtiram o efeito pretendido e demorou até que o SC Braga conseguisse imprimir maior dinâmica num desafio que correu quase sempre de feição para os insulares.

A primeira oportunidade no segundo tempo até surgiu de bola parada, pelo recém-entrado Moutinho, que assumiu a cobrança de um livre direto e ‘atirou’ perto do poste da baliza à guarda de Renato Marín, aos 52.

Empolgados pelo público, os jogadores do Nacional começaram a acreditar cada vez mais e quase fizeram o 2-0, pouco depois, por Stavros Gavriel, num lance de contra-ataque em que Bernardo Fontes foi obrigado a defesa apertada.

Por volta do minuto 70 e numa fase em que os bracarenses praticamente só recorriam a cruzamentos, quase todos sem sucesso, Fran Navarro cabeceou à barra, na melhor oportunidade dos minhotos na etapa complementar.

Os bracarenses foram perdendo discernimento, ao passo que os jogadores ‘alvinegros’ conseguiram gerir as incidências sem problemas de maior, até que o árbitro apitou para o fim, provocando uma enorme ‘explosão’ da alegria nas bancadas, com o regresso do Nacional aos triunfos, seis jogos depois.

Ficha de Jogo

Jogo realizado no Estádio da Madeira, no Funchal.

Nacional – SC Braga, 1-0.

Ao intervalo: 1-0.

Marcador

1-0, Miguel Baeza, 19 minutos.

Equipas

– Nacional: Renato Marin, José Vítor, William Kokolo, Francisco Gonçalves, Matheus Dias, Markus Jensen (Deivison Souza, 68), Chiheb Labidi (Danel Dongmo, 77), Miguel Baeza (Daniel Júnior, 86), Stavros Gavriel, Song Min-kyu (Matchoi Djaló, 68) e Njoya Abdel (Pablo Ruan, 77).

(Suplentes: João Gonçalves, Daniel de la Cruz, Deivison, Ivanildo Fernandes, José Gomes, Matchoi Djaló, Danel Dongmo, Joel Silva, Fernando Nava, Pablo Ruan, Daniel Júnior e Allen Obando).

Treinador: Bruno Abreu.

– SC Braga: Bernardo Fontes, Victor Gómez, Bright Arrey-Mbi (Denis Huseinbasic, 76), Sergio Barcia, Gustaf Lagerbielke, Tommy Marqués (João Moutinho, 46), Gorby Baptiste (Mario Dorgeles, 46), Pau Victor, Gabriel Silva (Gabri Martinez, 46), Ricardo Horta e Jovan Milosevic (Fran Navarro, 62).

(Suplentes: João Carvalho, Diogo Travassos, Vítor Carvalho, Adrian Bajrami, Adrian Barisic, João Moutinho, Demir Tiknaz, Denis Huseinbasic, Diego Rodrigues, Mario Dorgeles, Fran Navarro e Gabri Martínez).

Treinador: Franclim Carvalho.

Árbitro: José Bessa (AF Porto).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Francisco Gonçalves (33), Sergio Barcia (79), Stavros Gavriel (86) e Gustaf Lagerbielke (90+4).

Assistência: 2.071 espetadores.

O conteúdo SC Braga perde na Madeira aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Famalicão sacode crise com goleada em Vila do Conde

O Famalicão goleou hoje o Rio Ave 4-0, na nona jornada da I Liga de futebol, numa estreia vitoriosa do interino Ricardo Silva, perante uma equipa vila-condense sem reação.

Beney (48 minutos), Pedro Santos (81) e Aranda (85 e 90+5), o último de grande penalidade, marcaram os golos dos minhotos, hoje com uma exibição pragmática, que quebrou uma série de duas derrotas consecutivas em todas as competições.

Orientados interinamente por Ricardo Silva, antigo adjunto de Carlos Carvalhal, que deixou o clube após a eliminação da Taça de Portugal, os famalicenses apresentaram-se mais perigosos na primeira parte, apesar do equilíbrio inicial.

A superioridade famalicense traduziu-se nas oportunidades de Mathias de Amorim, que rematou por cima aos 21 minutos, e, sobretudo, nas intervenções de Vítor Hugo, que negou o golo a Szucs e Léo Realpe, aos 23 e 24, respetivamente.

Do lado vila-condense, a produção ofensiva resumiu-se praticamente a um cabeceamento de Jalen Blesa, aos 30 minutos, defendido sem dificuldades por Carevic, mantendo-se o empate sem golos até ao intervalo.

A igualdade foi desfeita logo no arranque da segunda parte, com Beney a aproveitar espaço na direita e, com um belo remate de fora da área, inaugurou o marcador, aos 48, num ‘tiro’ sem possibilidade de defesa.

Em desvantagem, o Rio Ave procurou assumir maior iniciativa, mas continuou a revelar dificuldades na criação de oportunidades, tendo, aos 73 minutos, desperdiçado a melhor ocasião, quando Blesa, isolado, rematou para uma defesa de Carevic, que desviou a bola para o poste.

O lance marcou o último momento de verdadeira ameaça dos vila-condenses, que perderam consistência na reta final e permitiram ao Famalicão transformar uma vantagem mínima numa goleada, com dois ‘trunfos’ vindos do banco.

Aos 81 minutos, Pedro Santos concluiu de primeira uma jogada construída por Sorriso, ampliando a diferença, antes de assistir Óscar Aranda, que, quatro minutos depois, finalizou em esforço, regressando aos golos mais de um ano e meio depois de ter sofrido uma lesão grave.

Já nos descontos, uma falta de Petrasso sobre Mathias de Amorim dentro da área permitiu a Óscar Aranda elevar-se a figura da noite e ‘bisar’, na conversão de uma grande penalidade, fixando o resultado final em 4-0.

Ficha de Jogo

Jogo no Estádio do Rio Ave Futebol Clube, em Vila do Conde.

Rio Ave – Famalicão, 0-4.

Ao intervalo: 0-0.

Marcadores

0-1, Beney, 48 minutos.

0-2, Pedro Santos, 81.

0-3, Aranda, 85.

0-4, Aranda, 90+5 (grande penalidade).

Equipas

– Rio Ave: Vítor Hugo, João Tomé (Zé Carlos, 66), Petrasso, Ntoi, Vrousai, Liavas (Spikic, 82), Diogo Nascimento, Clemmensen (Sellouki, 66), Miguel Patrício (Galcik, 77), Diogo Bezerra (Tamble Monteiro, 82) e Jalen Blesa.

(Suplentes: Van der Gouw, Simon Garcia, Gustavo Mancha, Zé Carlos, Nikitscher, Sellouki, Ryan Guilherme, Antoine, Galcik, Spikic e Tamble Monteiro).

Treinador: Vasco Seabra.

– Famalicão: Carevic, Victor Rofino, Léo Realpe, Gustavo Garcia, Rodrigo Pinheiro, Szucs (Pedro Santos, 60), Tom van de Looi (Marcos Peña, 83), Beney (Paulo Moreira, 66), Mathias de Amorim, Sorriso (Aranda, 83) e Koutsias (Patrício Salas, 60).

(Suplentes: Zlobin, Gabriel Cabral, Van Breemen, Serafimovic, Jangeal, Paulo Moreira, Pedro Santos, Marcos Peña, Patricio Salas, Aranda e Abubakar).

Treinador: Ricardo Silva.

Árbitro: Hélder Carvalho (AF Santarém).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Vasco Seabra (40), Miguel Patrício (42), Zé Carlos (80) e Petrasso (90+3).

Assistência: 3.024 espectadores.

O conteúdo Famalicão sacode crise com goleada em Vila do Conde aparece primeiro em O MINHO.

  •  

IL diz que “repressão não é aceitável nem resolve nada”

A líder da Iniciativa Liberal considerou hoje que a resposta ao “falhanço nas políticas públicas de habitação” não pode passar pelo uso de “força repressiva sob a forma de cassetete”, numa crítica à intervenção policial nas manifestações pela habitação.

Numa publicação na rede social X, Mariana Leitão escreveu que a “repressão não é aceitável nem resolve nada”.

“A única solução de um Estado que falha em quase tudo, perante quem protesta o falhanço nas políticas públicas de habitação, não pode ser usar a sua força repressiva sob a forma de cassetete”, defendeu.

A líder liberal considerou que os protestos terminarão quando os problemas estiverem resolvidos e que isso implica o fim “das políticas incompetentes de políticos de gestão de situação, sem coragem, que rejeitam as propostas para aplicar soluções comprovadas”.

Mariana Leitão afirmou também que os manifestantes “têm a razão do seu lado”, porque “quem governou o país até aqui falhou de forma clamorosa, não soube aplicar as medidas que permitiram mais construção, mais casas no mercado para arrendar, preços mais baixos”.

“A crise da habitação em Portugal é gravíssima e exige medidas de emergência”, defendeu, indicando que a Iniciativa Liberal “luta há anos a explicar e a propor medidas para resolver o problema da Habitação, sem sucesso de implementação até agora”.

A líder da IL lembrou que propôs uma reunião conjunta entre todos os líderes dos partidos com assento parlamentar, destinada a encontrar consensos para responder à crise da habitação, mas esse encontro acabou por não acontecer.

Mariana Leitão acusou os restantes partidos de preferirem “continuar a fazer o seu jogo partidário” e considerou que “os resultados da irresponsabilidade dos restantes partidos estão à vista: polarização, confronto, tensão crescente, nem uma solução”.

A PSP dispersou hoje de madrugada, à bastonada e com recurso a cães, as manifestações pelo direito à habitação em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens para que as pessoas saíssem e as tendas fossem retiradas.

Os manifestantes não acataram as ordens, invocando o direito constitucional à manifestação.

Segundo a PSP, registaram-se, no total, 11 feridos, cinco em Lisboa e seis no Porto, e 31 detidos por desobediência (25 em Lisboa e seis no Porto). Em comunicado, a Acampada de Lisboa refere dezenas de feridos, 37 dos quais no Porto.

Os manifestantes exigem a reversão da nova lei do arrendamento, o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, um travão à aquisição de habitação por fundos imobiliários, o aumento da habitação pública, a recuperação de imóveis devolutos para fins habitacionais e tetos “verdadeiramente acessíveis” à renda.

O conteúdo IL diz que “repressão não é aceitável nem resolve nada” aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP

O ministro da Administração Interna disse hoje que as intervenções policiais em Lisboa e no Porto foram decisões da PSP, sublinhando que, sempre que exista violação da lei, é “desejável que tudo se faça” para repor a ordem pública.

“Nenhuma força de segurança precisa de indicações para cumprir a lei. Cada força de segurança tem a sua autonomia técnica, tática e operacional. Naturalmente, estamos a falar do cumprimento da lei, nunca na História foi preciso que uma força precisasse de qualquer indicação para a fazer cumprir”, afirmou Luís Neves.

Em declarações aos jornalistas, em Celorico de Basto, onde marcou presença na cerimónia comemorativa do Dia Distrital dos Bombeiros de Braga, o governante assumiu que não deu qualquer ordem à PSP, acrescentando que a atuação desta força de segurança visou repor a ordem pública.

Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP
Foto: Ivo Borges / O MINHO
Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP
Foto: Ivo Borges / O MINHO

“Quando existe uma violação da lei, é normal, é aceitável, é desejável que tudo se faça para que essa ordem pública seja reposta. Portanto, sempre que haja uma situação de ilegalidade, estamos a falar da ocupação do espaço público, o espaço público que é de todos, tem de ser usufruído por todos, esse espaço tem de ser restituído à liberdade e foi isso que as forças de segurança fizeram”, salientou Luís Neves.

A polícia dispersou esta madrugada, à bastonada, as manifestações pelo direito à habitação, em duas ações em simultâneo em Lisboa e no Porto, após mais de duas horas de tensão e ordens de dispersão não acatadas, para retirarem as tendas montadas pelos manifestantes pelo direito à habitação.

Questionado sobre se a atuação policial foi desproporcional, o ministro da Administração Interna refutou e falou em “força física”.

“Eu acompanhei a ação [policial]. Só vi, uma única vez, face a uma manifesta oposição, a que um bastão tenha sido utilizado. O que eu vi e acho que vimos todos foi força física para fazer cumprir a lei e o estado de direito”, respondeu o governante.

Num esclarecimento enviado às redações posteriormente, o Ministério da Administração Interna explica que a referência do ministro “à utilização de ‘um bastão’ na operação da PSP no Rossio, não pretendia enumerar exaustivamente a quantidade utilizada”.

“Mas apenas, como é, aliás, testemunhado pelas inúmeras imagens publicadas, que foram usados bastões apenas numa situação específica no Rossio. Pretendia com isso, contrariar a tese de que a polícia tinha dispersado os manifestantes ‘à bastonada’, como tem vindo a ser erradamente repetido”, diz o ministério.

Para o ministro da Administração Interna a atuação da PSP foi “verdadeiramente legitimada”.

“Estamos a falar de um ambiente: temos polícias agredidos, temos material apreendido que não devia ser utilizado, e por isso há todo aqui um conjunto de circunstâncias que leva a que as forças de segurança, neste caso a Polícia de Segurança Pública, de acordo com os critérios que tem, de adequação, de proporcionalidade, e necessidade de repor a ordem. É isto que está aqui em causa”, frisou.

Luís Neves assumiu que nem ele nem ninguém fica satisfeito “com uma ocorrência mais musculada”, mas deixou um aviso.

“Será sempre desta forma: a força será a última razão da ação, mas terá de ser utilizada, de acordo com os critérios que já aqui elenquei, sempre que entendemos que nenhum espaço fique capturado por uma pequena percentagem de manifestantes”, advertiu o governante.

Questionado também sobre os vários feridos na sequência da ação policial, Luís Neves respondeu que também “ninguém fica satisfeito com a existência de qualquer ferido”.

“Nem a população, nem os manifestantes, nem as polícias, nem o Governo, [nem] eu próprio, ninguém fica satisfeito. É uma decorrência da ação”, declarou o ministro.

Luís Neves compreende e respeita as manifestações pela habitação, mas reiterou a que decorram dentro do cumprimento da lei.

“Faço um profundo apelo aos manifestantes: que se manifestem de uma forma ordeira, cumprindo a lei. É isso que está aqui absolutamente em causa. Deixo este apelo, é a terceira ou quarta vez que o faço, e fá-lo-ei sempre, com toda a calma, com toda a tranquilidade. Uma ação leva sempre a uma reação e nada disto, depois, é aceitável”, afirmou o ministro da Administração Interna.

O conteúdo Luís Neves andou pelo Minho e disse que intervenções policiais foram decisões da PSP aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Moreirense regressa às vitórias na visita ao Estoril Praia

O Moreirense venceu hoje por 3-1 na visita ao Estoril Praia, na nona jornada da I Liga portuguesa de futebol, e regressou aos triunfos no campeonato, enquanto os ‘canarinhos’ continuam sem ganhar.

No Estádio António Coimbra da Mota, a formação de Moreira de Cónegos adiantou-se no marcador com um golo de Manuel Mendonça, aos 12 minutos, e ampliou a vantagem com tentos de Tiago Andrade, aos 15, e Nile John, aos 28, com a equipa da casa a reduzir por Peixinho, aos 90+4.

Com este resultado, o Moreirense regressa aos triunfos, depois de dois jogos sem vencer, e passa a somar 11 pontos, no 10.º posto da I Liga, enquanto o Estoril Praia, orientado pelo interino Sérgio Raimundo depois da saída de Vasco Matos, averbou a quarta derrota seguida e é a única equipa sem vitórias, estando no 18.º e último lugar, com apenas dois pontos.

Ficha de Jogo

Jogo realizado no Estádio António Coimbra da Mota, no Estoril.

Estoril Praia – Moreirense, 1-3.

Marcadores

0-1, Manuel Mendonça, 12 minutos.

0-2, Tiago Andrade, 15.

0-3, Nile John, 28.

1-3, Peixinho, 90+4.

Equipas

– Estoril Praia: Joel Robles, Ricard Sánchez (Pedro Carvalho, 46), Xavi, Ferro, Jurišić, Tsoungui (Xeka, 69), Holsgrove, João Carvalho (Peixinho, 58), Guitane, Omerovic (Lacximicant, 46) e Camblan (Medrano, 58).

(Suplentes: Martin Turk, Pedro Carvalho, Samuel Amissah, Jordan Arnolin, Stelios Andreou, Ismael Sierra, Medrano, Tiago Parente, Robin, Xeka, Lacximicant e Peixinho).

Treinador: Sérgio Raimundo.

– Moreirense: André Ferreira, Dinis Pinto, Kevyn, Gilberto Batista, Francisco Domingues, Guilherme Liberato, Manuel Mendonça (Rodrigo Alonso, 58), Nile John (Landerson, 69), Kiko Bondoso (Stjepanović, 69), Vonić (Lincon, 80) e Tiago Andrade (Álvaro Martínez, 80).

(Suplentes: Francisco Barbosa, Aranha, Leandro Santos, Janderson, Álvaro Martínez, Stjepanović, Afonso Assis, Chipyoka Songa, Rodrigo Alonso, Lincon e Landerson).

Treinador: Vasco Botelho da Costa.

Árbitro: Carlos Macedo (AF Braga).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Omerovic (23), Tsoungui (26), Gilberto Batista (90) e Lacximicant (90+2).

Assistência: 2.184 espetadores.

(em atualização)

O conteúdo Moreirense regressa às vitórias na visita ao Estoril Praia aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Rali Dakar pode mudar-se para Portugal em 2027

O Rali Dakar de todo-o-terreno vai deixar de se realizar na Arábia Saudita provisoriamente em 2027, regressando em 2028, anunciou hoje a organização, podendo mudar-se para Portugal e Marrocos, adiantou à Lusa fonte próxima do processo.

O anúncio da mudança de localização da prova, que se tem disputado na Arábia Saudita desde 2020, deverá acontecer no início da próxima semana.

Esta decisão surge devido aos “recentes desenvolvimentos na região”, na sequência dos conflitos entre os huthis do Iémen e a Arábia Saudita.

“O Dakar 2027 irá realizar-se. A edição de 2027 decorrerá num território diferente e será organizada pela ASO. O local será anunciado separadamente nos próximos dias. A ASO está em contacto direto com os concorrentes, as equipas e os parceiros para os apoiar nesta transição”, refere em comunicado.

As equipas já foram informadas da alteração, confirmou a Lusa junto de uma delas, estando ainda por divulgar os pormenores do percurso e do programa da competição, que pode ter a partida e o prólogo no Algarve, e as etapas em Marrocos, apesar de a Espanha ter sido apontada como hipótese.

Numa nota publicada no sítio da prova na internet, a Amaury Sport Organization (ASO), empresa responsável pela organização, entre outras provas, do rali Dakar de todo-o-terreno e da Volta a França em bicicleta, confirmou que a edição de 2027 ruma a outras paragens, regressando à Arábia Saudita em 2028 para assinalar a 50.ª edição.

“A Arábia Saudita acolherá o Dakar em 2028, numa edição histórica que assinalará a 50.ª realização do rali. As duas organizações já estão a trabalhar em conjunto para tornar este marco num momento excecional para o Dakar e para o Reino, com o compromisso comum de voltar a realizar um evento emblemático e de dimensão mundial, segundo os mais elevados padrões de qualidade”, lê-se.

A concretizar-se, a partida do Algarve representará o regresso do Dakar a Portugal, 19 anos depois do cancelamento da edição de 2008, que deveria ligar Lisboa à capital do Senegal.

A capital portuguesa recebeu a partida das edições de 2006 e 2007, mas a terceira saída consecutiva de Lisboa foi cancelada em 04 de janeiro de 2008, na véspera do início da competição, devido a ameaças à segurança na Mauritânia.

Esse cancelamento antecedeu a primeira grande mudança geográfica da prova, que se transferiu para a América do Sul em 2009, com um percurso por Argentina e Chile.

O Dakar permaneceu no continente sul-americano durante 11 edições, passando também por Peru, Bolívia e Paraguai, antes de se instalar na Arábia Saudita em 2020.

A prevista transferência para Portugal e Marrocos constituirá, assim, a terceira grande mudança de região anfitriã na história da competição e marcará o regresso ao espaço europeu e africano, onde nasceu.

Criado pelo francês Thierry Sabine, o Dakar teve a primeira edição em 1979, ligando Paris à capital senegalesa. Antes da passagem para a América do Sul, conheceu diferentes percursos, entre os quais Paris–Cidade do Cabo, em 1992, Granada–Dakar, em 1995, e Dakar–Cairo, em 2000.

O conteúdo Rali Dakar pode mudar-se para Portugal em 2027 aparece primeiro em O MINHO.

  •  

São de Ponte de Lima e acabam de se sagrar campeões mundiais de maratonas

Os canoístas portugueses Rui Lacerda e Ricardo Coelho sagraram-se campeões de C2 nos Mundiais de maratona, dando o segundo título sénior a Portugal em Gualeguaychú, na Argentina.

A dupla portuguesa completou o percurso em 1:39.38,61 horas, à frente dos espanhóis Jaime Duro e Manuel Garrido (1:40.13,32) e dos polacos Mateusz Borgiel e Mateusz Zuchora (1:40.34,33).

Este foi o segundo título mundial de seniores para Portugal nos Mundiais de maratona e o segundo para Ricardo Coelho, que, no sábado, venceu a corrida de C1.

No K2 feminino, Mariana Morais e Andreia Duarte foram sétimas, em 1:56.50,82, numa corrida ganha pelas espanholas Tania Fernandez e Tania Alvarez (1:55.12,60), seguida das húngaras Panna Sinko e Panna Csepe (1:55.13,69) e das sul-africanas Georgia Singe e Jade Wilson (1:56.18,66).

Portugal já tinha outras duas medalhas de ouro nos Mundiais, no C2 júnior, por Duarte Cunha e Gabriel Fernandes, que ainda venceu os C1 juniores.

Além dos títulos, Portugal tem ainda as pratas de Ricardo Coelho (prova curta de C1) e Leonardo Barbosa (C1 sub-23), e os bronzes de Maria Sousa (C1 júnior), Fernando Pimenta (prova curta de K1) e Martim Conceição (prova curta de K1 júnior).

Nas duas últimas provas do programa dos Mundiais, Nuno Barros e Martim Conceição disputam o K2 júnior, enquanto Fernando Pimenta e José Ramalho defendem o título mundial no K2 sénior.

O conteúdo São de Ponte de Lima e acabam de se sagrar campeões mundiais de maratonas aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Motociclista de 40 anos morre após despiste na A28 em Vila do Conde

Uma motociclista de 40 anos morreu hoje após um despiste na Autoestrada (A) 28, em Fajozes, Vila do Conde, revelaram à Lusa fontes da proteção civil e dos bombeiros locais.

O alerta foi dado pelas 11:28, para um acidente no quilómetro 21,3, no sentido Porto/Viana do Castelo, revelou a fonte do Comando Sub-Regional da Área Metropolitana do Porto.

A única vítima mortal seguia sozinha no motociclo, acrescentou a fonte dos Bombeiros de Vila do Conde que afirmou desconhecer as circunstâncias em que o despiste ocorreu.

Devido ao acidente, a circulação esteve condicionada durante algum tempo, estando, pelas 13:45, já desimpedida a circulação naquela via rápida, prosseguiu a fonte dos bombeiros.

O corpo foi transportado para o Instituto de Medicina Legal do Porto para ser autopsiado, disse.

O conteúdo Motociclista de 40 anos morre após despiste na A28 em Vila do Conde aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Hoje há SC Braga na Madeira

O Sporting vai tentar manter hoje a desvantagem atual para o comandante da I Liga de futebol, quando receber o Académico de Viseu, em jogo da nona jornada da prova.

Depois de o FC Porto, campeão nacional e líder isolado do campeonato, com 27 pontos, ter vencido no sábado em Barcelos o Gil Vicente por 1-0, os ‘leões’, atuais terceiros, precisam de manter pelo menos a desvantagem com que partiram para a ronda, que se cifrava nos seis pontos, pelo que os três pontos são determinantes para se manterem na corrida ao título.

Do outro lado, apresenta-se um Académico de Viseu que regressou esta temporada à I Liga e que se encontra a fazer um campeonato acima da média, ocupando o sexto posto, com 14 pontos, e tendo já ‘arrancado’ um surpreendente empate em casa do Benfica, na ronda inaugural.

Além do embate de Alvalade, hoje, realizam-se ainda mais três jogos para a I Liga, com o Estoril Praia a receber o Moreirense, o Rio Ave o Famalicão e o Nacional o SC Braga.

Programa e resultados da nona jornada

– Sexta-feira, 23 out:

Vitória SC – Marítimo, 5-0

– Sábado, 24 out:

Estrela Amadora – Casa Pia, 0-2

Alverca – Arouca, 0-1

Gil Vicente – FC Porto, 0-1

– Domingo, 25 out:

Estoril Praia – Moreirense, 15:30

Rio Ave – Famalicão, 18:00

Nacional – SC Braga, 18:00

Sporting – Académico de Viseu, 20:30

– Segunda-feira, 26 out:

Santa Clara – Benfica, 17:45 locais (18:45, horas de Lisboa)

O conteúdo Hoje há SC Braga na Madeira aparece primeiro em O MINHO.

  •  

Gil Vicente perde com o FC Porto em Barcelos

O FC Porto venceu hoje no terreno do Gil Vicente por 1-0, com o golo decisivo a ser apontado por Borja Sainz, que premiou uma exibição de domínio, ainda que pouco inspirado.

Com a formação de Barcelos, que ficou reduzida a 10 jogadores, aos 81 minutos, por cartão vermelho direto mostrado a Marvin Elimbi, a mostrar uma postura mais resguardada, o golo do extremo espanhol, aos 63 minutos, materializou o domínio portista. 

Com este resultado, os ‘dragões’ chegam a um pleno de nove vitórias no campeonato (27 pontos), que é já o melhor arranque do clube desde 1939/40, quando conseguiu um registo imaculado nas 13 rondas inaugurais.

O conjunto ‘azul e branco’ pressiona os rivais Benfica e Sporting, que completam o pódio e ainda não entraram em campo na jornada nove, ficando a oito e nove pontos de distância, provisoriamente.

Por sua vez, os barcelenses veem interrompido um ciclo de três vitórias seguidas, entre I Liga e Taça de Portugal, mantendo os 14 pontos, de momento na sétima posição. 

Do lado gilista, Luís Pinto fez entrar Joelson e Walace França para os lugares de Gil Martins e Kaba, numa linha de continuidade em relação ao triunfo em Braga (2-1), da última ronda, na segunda-feira.

O campeão nacional apenas apresentou duas trocas face à derrota frente ao PSV Eindhoven (1-0), na terça-feira, para a Liga dos Campeões, com André Silva a render Samu e Borja Sainz a substituir Pietuszewski, após o polaco, que estava previsto iniciar, ter sentido um desconforto na coxa esquerda durante o aquecimento.

Logo ao sexto minuto, o perigo surgiu nos dois sentidos, primeiro na área portista, com Santi García a permitir o corte de Alberto Costa no momento decisivo e, no contra-ataque dos visitantes, o guarda-redes Lucão negou a Borja Sainz um golo praticamente certo.

Já em cima do intervalo, Jan Bednarek testou os melhores reflexos do guardião gilista, em cabeceamento na sequência de um pontapé de canto.

Na metade complementar, o FC Porto intensificou a sua pressão sobre a linha defensiva contrária e acabou por chegar à vantagem.

Aos 63 minutos, Froholdt cruzou pelo corredor direito para Samu, que não conseguiu captar a bola e viu-a sobrar para Sainz, que, ao segundo poste, recebeu com o peito e, sem deixar o esférico, atirou para o fundo das redes.

Após chegarem à vantagem, os líderes do campeonato permitiram ao Gil Vicente uma boa ocasião de golo, aos 80 minutos, quando Murilo obrigou Diogo Costa a uma intervenção muito apertada, a partir de um remate de meia-distância.

Logo a seguir, Elimbi foi expulso, de forma direta, num lance em que entrou de forma perigosa sobre Pepê, quando este lhe escapou em velocidade e ganhava uma posição muito vantajosa rumo à baliza.

Com a vantagem numérica, o FC Porto teve facilidades em ‘congelar’ a vantagem mínima até final e impôs um fim à sequência de duas derrotas consecutivas, ambas na Liga dos Campeões, a pior desde que Francesco Farioli assumiu o comando técnico.

Ficha de Jogo

Jogo realizado no Estádio Cidade de Barcelos, em Barcelos.

Gil Vicente – FC Porto, 0-1.

Ao intervalo: 0-0.

Marcador

0-1, Borja Sainz, 63 minutos.

Equipas

– Gil Vicente: Lucão, Ricardo Esgaio, Jonathan Buatu, Marvin Elimbi, David Moreira, Santi García (Guilherme Gomes, 75), Andreas Lausen (Zé Carlos, 60), Diogo Prioste (Tidjany Touré, 75), Murilo Souza, Walace França (Mohamed Kaba, 60) e Joelson Fernandes (Gil Martins, 60).

(Suplentes: André Picornell, Samuel Portugal, José Silva, Antonio Espigares, Zé Carlos, Tidjany Touré,  Guilherme Gomes, Gil Martins, Agustín Moreira, Gonçalo Maia, Mohamed Kaba e Martín Fernández).

Treinador: Luís Pinto.

– FC Porto: Diogo Costa, Alberto Costa, Jan Bednarek, Jakub Kiwior, Zaidu Sanusi, Pablo Rosario (Alan Varela, 72), Gabri Veiga (Hwang In-Beom, 46), Victor Froholdt, Pepê, André Silva (Samu, 59) e Borja Sainz (Santiago Gimenez, 72).

(Suplentes: Cláudio Ramos, Chris Smalling, Samu, Hwang In-Beom, Nehuén Pérez, Alan Varela, Santiago Gimenez, Gabriel Mec, Seko Fofana, Martim Fernandes e Francisco Moura).

Treinador: Francesco Farioli.

Árbitro: Luís Godinho (AF Évora).

Ação disciplinar: Cartão amarelo para Pablo Rosario (55). Cartão vermelho direto para Marvin Elimbi (81).

Assistência: 10.520 espetadores.

O conteúdo Gil Vicente perde com o FC Porto em Barcelos aparece primeiro em O MINHO.

  •  
❌