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Ricardo Ribeiro

DR

A voz de Ricardo Ribeiro é daquelas que, uma vez ouvida, jamais se esquece. Uma das figuras incontornáveis do Fado contemporâneo, o fadista tem levado a identidade e a emoção da música portuguesa a palcos de todo o mundo, conquistando públicos com a autenticidade e a intensidade da sua interpretação. Distinguido com vários discos de ouro e inúmeros prémios, prepara-se agora para subir ao palco da 3.ª Gala Anual Magellan Coração de Portugal, no próximo dia 7 de novembro de 2026, para uma atuação que promete celebrar a alma portuguesa. Informações e bilhetes disponíveis em magellangala.ca.

A propósito deste encontro especial com o público, Ricardo Ribeiro concedeu-nos uma breve entrevista, na qual partilha as suas experiências, a emoção de cantar além-fronteiras e a paixão profunda que o une ao Fado — uma música que atravessa gerações, encurta distâncias e continua a levar Portugal no coração de quem a escuta.

(Milenio Stadium) Esta ida ao Canadá surge num momento de maturidade da tua carreira. Quais são as tuas principais expectativas para esta viagem e para o encontro com o público canadiano?

(Ricardo Ribeiro) Bom, é uma alegria voltar ao Canadá, não é? E, portanto, é um país em que eu viveria se não vivesse em Portugal, se me dessem a escolher onde viver, eu viveria com certeza no Canadá. Por isso, é um motivo de grande alegria e depois porque… enfim, cantar para um público que não é propriamente o nosso público habitual é sempre um desafio, mas também um motivo de muito, muito entusiasmo e de muita alegria. Vai ser um concerto maravilhoso, eu espero.

(MS) O público no estrangeiro costuma acolher os fadistas com um carinho muito próprio. Sentiste alguma diferença na preparação deste repertório específico para o Canadá?

(RR) Bom, o fado é um fenómeno que acontece, e a música em especial para mim é uma coisa que acontece. Eu não tenho as coisas muito pré-definidas nem muito pré-estabelecidas para fazer. É evidente que tenho um alinhamento pré-definido, mas no momento muitas vezes coloco canções e fados que não estavam no alinhamento. Portanto, eu prefiro as coisas com alguma espontaneidade e com uma verdade que só no momento é que pode sair.

(MS) Na tua opinião, o que é que a música portuguesa pode levar de novo para a cultura do Canadá nesta fase da tua carreira?

(RR) Bom, o que é que pode levar de novo eu não sei. Eu acho que o que nós podemos levar de novo somos nós próprios, não é? E a maneira como interpretamos as palavras e as melodias. Não é propriamente só a música portuguesa em si, mas é também cada instrumentista e cada cantor, cada solista, cada artista que leva a sua personalidade e o seu caráter para cima de um palco. Portanto, tudo isso pode ser novo.

(MS) Que significado pessoal tem para ti ver a tua arte ser reconhecida num contexto internacional que celebra a lusofonia e o intercâmbio cultural?

(RR) É algo muito emotivo e muito especial. É porque a diversidade é a organização do próprio cosmos, não é? E, portanto, um mundo sem diversidade não se conseguiria… era impossível viver. Nenhuma estrela é igual à outra, nenhuma árvore é igual à outra e nenhum homem é igual ao outro. E, portanto, essa diversidade e esta forma com que… com que vamos para o estrangeiro e como somos acolhidos é, de facto, uma coisa extraordinária.

(MS) Quando cantas para a comunidade portuguesa no estrangeiro, sentes uma responsabilidade acrescida por estares a transportar um pedaço de Portugal até eles?

(RR) Bom, cantar para a comunidade portuguesa é algo extraordinário, mas também de muita responsabilidade, porque eu acho que os portugueses quando estão fora são mais exigentes e querem mais de nós. Mas não num sentido de carga, mas sim no sentido de profundidade e de verdade. E é isso que eu tento levar para todos.

(MS) Que mensagem de esperança e ligação cultural gostarias de deixar aos portugueses que vivem e trabalham no Canadá?

(RR) Deixar-lhes um abraço profundo de amizade e dizer-lhes que não desistam deste país, porque isto é uma seara bonita de trigo maduro, é uma terra morena que queima no verão, é uma terra serena dos perdidos amantes, mas é uma terra pequena, mas deste povo tão grande.

(MS) No concerto, palco da 3.ª Gala Anual Magellan Coração de Portugal, o que gostarias que a comunidade portuguesa e o público em geral levassem no coração depois de te ouvir cantar?

(RR) Emoção e verdade.

No próximo dia 7 de novembro, na 3.ª Gala Anual Magellan Coração de Portugal, Ricardo Ribeiro levará ao Canadá muito mais do que a sua voz: levará a alma de um Fado que não conhece fronteiras e continua a unir Portugal à sua diáspora. Com um percurso marcado pela autenticidade e uma interpretação que dispensa artifícios, o fadista promete transformar o palco num espaço de encontro entre culturas, memórias e emoções. Porque, no universo de Ricardo Ribeiro, o Fado não se limita a cantar-se: sente-se, vive-se e partilha-se. E quando a voz se cala, fica aquilo que verdadeiramente importa: a emoção de uma música que nos toca por dentro e nos lembra, onde quer que estejamos, de onde vimos.

Paulo Perdiz/MS

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THE SCAPEGOAT

The goat shall carry all their sins upon itself into a desolate land;

and the man shall release the goat in the wilderness.

— Leviticus 16:20-22

 

The expression “scapegoat” originates from religious rituals described in the Old Testament of the Bible, stemming from an ancient Jewish ceremony (Yom Kippur, the Day of Atonement) in which one goat was sacrificed while another bore the sins of all the people and was subsequently released into the desert. The scapegoat has served as a metaphor for collective guilt whenever an innocent group is singled out to bear the responsibility for a failure or crisis affecting an entire community.

As early as the 16th century, Gil Vicente presented a cast of figures representing society of the era in his play Auto da Barca do Inferno (1517)—the nobleman, the friar, the shoemaker, the magistrate, the Jew—highlighting the vices of each to create social satire. The figure of the Jew embodied the rampant antisemitism of the period, thereby reflecting a set of deeply ingrained religious and cultural prejudices within Portuguese society. When entering the scene, the Jew carries a goat, a pejorative symbol for the Jewish people who defend their traditions. Neither the Angel, who commands the Boat of Heaven, nor the Devil, who commands the Boat of Hell, accepts the Jew onto their vessels. The Devil argues that he has no room for the goat, ultimately towing him behind the boat, thus symbolizing the marginalization this group suffered in Portugal. In other words, Gil Vicente uses this character not only to ridicule the hypocrisy of Christian society, but also to critique the stereotypes associated with Jews, such as stubbornness and love of money.

This expression, dating back more than 2,500 years, has solidified over the centuries within our language—which is why I have drawn upon Gil Vicente’s example. Scapegoats, however, have varied across different eras and times. Nowadays, for instance, we have a new scapegoat in Portugal: the immigrant. Today, immigrants are held responsible for every social ill that exists in our society.

When discussing educational issues—PISA results, the shortage of teachers, the lack of operational support staff, the shortage of daycares, or poor conditions in certain schools—we frequently hear political representatives constantly invoke the “open-door policy” that supposedly allowed too many immigrants to enter. When healthcare issues are debated—the closure of maternity wards, hours-long waits in emergency rooms, cancelled surgeries—out comes the allegation once again blaming the increase in NHS (SNS) users on the growth of the immigrant population. We have witnessed demonstrations and tent protests in Lisbon, Porto, and other cities across the country regarding the housing crisis and, astonishingly, those holding government responsibilities wave the specter of immigration as the root cause of the problem.

Without delving into considerations about the demonstrations themselves, I would like to recall that, according to official data, Portugal is the European Union country where housing prices rose the most between 2020 and 2025, and where residents spend the largest portion of their salary to cover housing costs. We know that the housing problem is not unique to Portugal, but rather widespread across all of Europe. However, because I live in Portugal, I believe that instead of manufacturing scapegoats—which in the past have only added more violence to political discourse—good sense should prevail and solutions should be sought to minimize the crisis that do not involve police charges reminiscent of dark times.

In this context, I recall a female voice, that of Natália Correia, when she declared: “When a crisis does not generate great audacity, it is more appropriate to call it an agony.”

Today, the times demand audacity!

Aida Batista/MS

The content on the Milénio Stadium website is automatically translated using Google Translate.

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Iscas de Fígado com Cebolada

MDC Media Group Inc.

Ingredientes

  • 500 g de fígado cortado em tiras
  • 1 copo de leite
  • 2 cebolas grandes cortadas em meias-luas
  • 100 ml de polpa de tomate
  • 3 dentes de alho laminados
  • Azeite
  • Sal e pimenta-branca q.b.
  • Vinagre ou sumo de limão

Modo de preparação

Coloque as tiras de fígado numa taça com o leite durante 10 minutos. Escorra muito bem. Deixar o fígado em leite ajuda a suavizar o sabor e a deixá-lo mais tenro. Tempere o fígado com sal, pimenta-branca e os alhos laminados. Deixe marinar cerca de 30 minutos. A marinada permite que o alho dê ainda mais sabor ao fígado. Aqueça uma frigideira em lume médio-alto com um fio de azeite. Frite o fígado apenas até ficar dourado por fora. Retire da frigideira e reserve. Não cozinhe demasiado o fígado para evitar que fique duro e seco. Na mesma frigideira, junte a cebola e a polpa de tomate. Deixe refogar até a cebola ficar macia e ligeiramente dourada. Volte a colocar o fígado na frigideira e envolva bem no molho.Regue com um pouco de vinagre ou sumo de limão e cozinhe mais um minuto. A acidez do vinagre ou do limão equilibra o sabor intenso do fígado. Finalize com salsa picada para dar mais frescura e cor ao prato. Bom apetite!

Rosa Bandeira/MS

Para ver mais receitas como esta, visite nossa pagina no YouTube @RosasPortugueseKitchen

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Benfica bate Sporting no dérbi de futebol feminino e chega à liderança do campeonato

DR

O Benfica recebeu e bateu o Sporting, no Estádio da Luz, por 4-1. As encarnadas até estiveram em desvantagem, mas deram a volta ainda na primeira parte para chegar, à condição, a uma liderança isolada do campeonato português.

Numa tarde amena e perante 9286 adeptos presentes nas bancadas, o dérbi lisboeta contou com emoção logo nos primeiros minutos. Ana Dias, aos 5 minutos, atirou de fora da área por cima da guarda-redes alemã Lena Pauels para colocar as leoas na frente com um grande golo.

No entanto, o Benfica soube responder ainda na primeira parte. Um bis da brasileira Nycole Raysla (11 m e 41 m) e um golo de da húngara Ana Csiki (31 m), de cabeça, fizeram a festa da reviravolta encarnada.

Já na segunda metade, Andreia Norton saltou do banco para também deixar marcar no encontro e fechar a goleada das águias com um golo aos 89 minutos.

Desta forma, o Benfica, com um jogo a menos, segue invicto no campeonato com quatro vitórias em quatros jogos e salta, à condição, para a liderança isolada.

JN/MS

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Fernando Pimenta conquista o bronze na prova curta dos Mundiais de maratonas

DR

O canoísta português Fernando Pimenta conquistou a medalha de bronze na prova curta de K1 nos Mundiais de maratona, em Gualeguaychú, na Argentina.

Pimenta, que defendia o título mundial, terminou os cerca de 3,7 quilómetros em 11.24,45 minutos, procurando ainda nova medalha na prova longa de K2, ao lado de José Ramalho, que não concluiu a prova curta de K1.

O sul-africano Hamish Lovemore sagrou-se campeão mundial, em 11.20,92 minutos, com quase três segundos de avanço sobre o segundo classificado, o dinamarquês Mads Pedersen (11.23,46).

JN/MS

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Rui Lacerda e Ricardo Coelho campeões mundiais de C2 em maratonas

DR

Os canoístas portugueses Rui Lacerda e Ricardo Coelho sagraram-se campeões de C2 nos Mundiais de maratona, dando o segundo título sénior a Portugal em Gualeguaychú, na Argentina.

A dupla portuguesa completou o percurso em 1:39.38,61 horas, à frente dos espanhóis Jaime Duro e Manuel Garrido (1:40.13,32) e dos polacos Mateusz Borgiel e Mateusz Zuchora (1:40.34,33).

No K2 feminino, Mariana Morais e Andreia Duarte foram sétimas.

JN/MS

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Canoísta Ricardo Coelho campeão mundial C1 de maratonas

DR

O canoísta português Ricardo Coelho sagrou-se campeão mundial C1 de maratona, dando o primeiro título sénior a Portugal em Gualeguaychú, na Argentina.

Ricardo Coelho terminou os cerca de 30 quilómetros em 1:45.10,54 horas, menos 5,95 segundos do que o húngaro Mihaly Pluzsik e 42,16 do que o polaco Mateusz Borgiel, segundo e terceiro respetivamente.

No K2 júnior, Joana Peixoto e Beatriz Sá foram quartas, com Mariana Morais a ser 13.ª no K1 sénior, a mesma posição que Nuno Morais conseguiu no K1 júnior.

Portugal já tinha duas medalhas de ouro nos Mundiais de maratonas, no C2 júnior, por Duarte Cunha e Gabriel Fernandes, que ainda venceu os C1 juniores.

Além dos títulos, Portugal tem ainda o bronze de Maria Sousa nas provas de C1 júnior, a prata de Ricardo Coelho na prova curta de C1, os bronzes de Fernando Pimenta, na prova curta de K1, e Martim Conceição, na prova curta de K1 júnior, e a prata de Leonardo Barbosa em C1 sub-23.

JN/MS

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Taís Pina conquista bronze na Liga dos Campeões de judo

DR

A judoca portuguesa Taís Pina, pelos franceses do ACBB Boulogne, conquistou o bronze no ECC (European Club Championships) Champions League, depois de ajudar na vitória sobre os também gauleses do SGS Judo na atribuição do terceiro lugar.

A olímpica portuguesa, a participar em -70 kg, venceu a francesa Ilona Depri, ajudando a sua equipa a vencer por 4-0 na atribuição da medalha de bronze.

Na primeira eliminatória, o ACBB Boulogne venceu claramente o também francês Red Star Clu Montreuil, por 4-0, sem que a olímpica portuguesa tenha tido a necessidade de subir ao tatami.

Nos quartos de final, a equipa francesa acabou por ser derrotada pela Estrela Vermelha de Belgrado, com a Taís Pina a perder com a brasileira Nauana Silva (13.ª do Mundo), depois de ter sofrido três penalizações.

Na primeira ronda de repescagem, Taís Pina venceu a ucraniana Liudmyla Vozniuk, por ippon, depois de ter conseguido uma imobilização, ajudando ao triunfo por 4-1 sobre o azeri Judo Club 2012.

JN/MS

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Polícia de elite sem apoio é campeão do mundo de jiu-jitsu

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Victor Hugo de Cirnes conquistou a categoria de masters no Mundial realizado em Las Vegas.

Victor Hugo de Cirnes treina muitas vezes após uma noite intensa de trabalho, tem de tirar férias para participar em competições internacionais e já teve de investir milhares de euros do seu bolso para financiar as próprias provas. Apesar de todos os obstáculos, o chefe do Corpo de Intervenção da Unidade Especial de Polícia, de 42 anos, tem conquistado sucessivos troféus nacionais e internacionais. O último foi em Las Vegas, nos Estados Unidos da América, e transformou-o em campeão do mundo de jiu-jitsu, na categoria de masters.

JN/MS

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Mbappé bisa e José Mourinho ganha o “el clasico”

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O Real Madrid derrotou o Barcelona, por 1-2, num jogo decidido pelo avançado francês, Kylian Mbappé, autor dos golos da vitória da equipa comandada por José Mourinho.

José Mourinho está de volta para assombrar o Barcelona e, no regresso a Camp Nou, 13 anos depois, manteve a tendência de bons resultados deixada na parte final da primeira passagem pelo Real Madrid em duelos com o grande rival, elevando para seis os jogos consecutivos sem perder o grande clássico espanhol, incluindo quatro vitórias, com a de hoje a ser a terceira seguida.

Os “merengues”, que à última da hora ficaram privados do guarda-redes Courtois, terminaram com o estado de graça “culé” no campeonato e, à décima jornada, impuseram a primeira derrota à equipa de Hansi Flick (1-2), reduzindo para três pontos o atraso em relação ao primeiro lugar.

O Barça, com João Cancelo, podia deixar o Real Madrid a distância já considerável, mas Kylian Mbappé ofuscou Lamine Yamal e desequilibrou o “el clasico” com dois golos.

O avançado francês inaugurou o marcador aos 41 minutos e, depois de Raphinha ter restabelecido a igualdade, sentenciou o resultado aos 87″, pouco depois de Bernardo Silva ter sido substituído.

JN/MS

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Varandas ganha sozinho mais do que todos os administradores do F. C. Porto

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Remuneração do líder leonino, Frederico Varandas, disparou 252% desde 2022. Braga mantém pagamentos individuais fora dos holofotes.

A administração do Sporting joga no topo das remunerações, enquanto a do F. C. Porto cortou os encargos em 74,9% face a 2022, quando reinava Pinto da Costa. A diferença é tão grande que Frederico Varandas, sozinho, recebeu mais do que todos os administradores portistas juntos e quase tanto como toda a gerência benfiquista. Bem-vindos ao futebol, esse negócio onde o presidente pode assinar um contrato e descobrir que o novo trabalhador ganha muito mais do que ele leva para casa.

Nas SAD, a hierarquia dos salários é quase sempre invertida. Os craques do relvado podem deixar os chefes a muitos zeros de distância e, nos casos de Rui Costa e André Villas-Boas, a comparação torna-se especialmente ingrata: ambos abdicaram de remuneração nas sociedades que dirigem. No campeonato dos vencimentos presidenciais divulgados pelas quatro SAD, Varandas segue destacado.

O presidente do Sporting recebeu 776.500 euros brutos em 2025/26, entre salário fixo e remuneração variável. São mais 556 mil euros do que em 2021/22, uma subida de 252,2%. Só no último exercício, o total praticamente duplicou, com um crescimento de 99,1%. Um salto que faria boa figura numa negociação de contrato, embora os números exijam uma leitura para lá do marcador.

Dos 776.500 euros, 300 mil correspondem à remuneração fixa e 476.500 à variável. O cheque de Varandas supera em 290 mil euros os 486.500 euros pagos a toda a administração do F. C. Porto e fica apenas 14.475 euros abaixo dos 790.975 euros atribuídos ao conjunto dos administradores da Benfica SAD. Neste particular, o presidente leonino quase empata sozinho com a equipa inteira da Luz.

JN/MS

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Harry Kane conquista a Bola de Ouro

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O avançado inglês, Harry Kane, foi eleito como o melhor jogador do Mundo na época 2025/26, arrecadando a Bola de Ouro graças à grande temporada ao serviço do Bayern Munique e da seleção inglesa.

A 70.ª edição da Bola de Ouro distinguiu Harry Kane como melhor jogador do Mundo em 2025/26. O avançado do Bayern Munique superou a concorrência apertada de estrelas com mais mediatismo, como Lamine Yamal ou Kylian Mbappé, e, aos 33 anos, vê coroada um percurso profissional que começou nos escalões inferiores do futebol inglês. Vitinha, que na edição anterior havia conquistado o terceiro lugar, voltou a ser votado como o melhor português, arrecadando desta feita o 14.º posto, à frente de João Neves (19.º), Nuno Mendes (23.º) e Bruno Fernandes (27.º).

Em Londres, de onde é natural e onde passou grande parte da carreira, principalmente ao serviço do Tottenham, Harry Kane, que também foi distinguido como melhor avançado, tornou-se no sexto jogador inglês a ganhar o prémio de melhor do Mundo, depois de Stanley Matthews, Bobby Charlton, George Best, Kevin Keegan e Michael Owen. Para tal contribuíram números avassaladores ao serviço do Bayern Munique, pelo qual conquistou a liga alemã e a Taça da Alemanha, e da seleção de Inglaterra, em especial no Mundial 2026: 73 golos em 65 jogos.

De resto, o futebol espanhol foi o mais premiado na gala, tanto no masculino como no feminino, com destaque para a “La Roja”, que ainda colhe frutos do Mundial 2026, que conquistou. Unai Simón, titular da seleção, foi eleito o melhor guarda-redes e Luis de la Fuente, selecionador, arrecadou o prémio de melhor treinador. Por seu lado, Lamine Yamal garantiu o prémio de melhor jovem pela terceira vez. No futebol feminino, Pere Romeu (Barcelona) foi o mais votado para melhor treinador, enquanto Alexia Putellas foi eleita a melhor jogadora pela terceira vez, repetindo as distinções de 2021 e 2022.

JN/MS

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Cristiano Ronaldo pré-convocado para a seleção nacional

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Além de Cristiano Ronaldo, o Al-Nassr viu João Félix e Samu Costa figurarem na lista de pré-convocados de Jorge Jesus para a jornada dupla que encerra, em novembro, a fase de grupos da Liga das Nações.

Cristiano Ronaldo, bem como os companheiros de equipa Al-Nassr, João Félix e Samu Costa, estão pré-convocados por Jorge Jesus para representar Portugal nos dois jogos – com País de Gales e Dinamarca – que encerram a fase de grupos da Liga das Nações.

A presença do capitão neste extensa lista ganha dimensão perante tudo o que aconteceu no passado mês, quando abandonou o estágio da Seleção Nacional na véspera do encontro da terceira jornada, frente à Dinamarca, em confronto com o selecionador após não ser utilizado na ronda anterior, dias antes, frente à Noruega, em Oslo.

Castigado em 30 dias pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Ronaldo sempre esteve disponível para a próxima convocatória da seleção, visto que aquando do anúncio do castigo já cumprira 19 dias, restando-lhe 11. Desta forma, nunca será por motivos disciplinares que Ronaldo ficará de fora da convocatória do selecionador Jorge Jesus, para os jogos de 14 e 17 de novembro, frente à Dinamarca, em Braga, e ao País de Gales, em Cardiff, para o Grupo A4 da Liga das Nações, que deverá ser anunciada na sexta-feira anterior, ou seja, 6 de novembro.

JN/MS

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Nobel premeia a técnica que liga e desliga neurónios com luz

(DR)

O Prémio Nobel da Medicina de 2026 distinguiu uma descoberta que nasceu de uma pergunta aparentemente simples: como é que uma alga microscópica “vê” a luz? Os alemães Peter Hegemann, da Universidade Humboldt de Berlim, e Georg Nagel, da Universidade de Würzburg, descobriram que a alga Chlamydomonas tem uma proteína, a canalrodopsina, que abre uma passagem na membrana da célula quando é atingida pela luz.

O norte-americano Karl Deisseroth, da Universidade de Stanford, percebeu o potencial desta descoberta e desenvolveu a optogenética. A técnica consiste em introduzir o gene desta proteína em neurónios específicos, que passam assim a reagir à luz. Com um feixe de luz, transmitido por uma fibra ótica muito fina, os cientistas conseguem ativar ou desativar grupos de células com enorme precisão, sem afetar as que estão à volta.

A optogenética revolucionou as neurociências. Permitiu perceber que neurónios estão envolvidos na memória, no sono, no movimento ou no medo. Mas o seu impacto pode ir muito além do laboratório. Já estão em curso ensaios clínicos para tentar devolver parte da visão a pessoas com doenças degenerativas da retina, tornando sensíveis à luz as células que sobrevivem. Os investigadores estudam também aplicações no tratamento da doença de Parkinson e da epilepsia.É um bom exemplo de como a investigação básica, mesmo sobre algas, pode mudar a medicina.

MS

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Caminhar meia hora por dia pode travar o Alzheimer

Não são precisos os famosos 10 mil passos diários para proteger o cérebro. A ciência mostra cada vez mais que bastam cerca de 3000 passos, o equivalente a meia hora de caminhada moderada, para atrasar os sinais da doença de Alzheimer.

A conclusão vem de um estudo norte-americano que acompanhou durante nove a onze anos quase 300 idosos que já apresentavam sinais precoces da doença no cérebro. Os participantes usaram pedómetros para registar a atividade física. Nos mais ativos, os sinais de declínio cognitivo foram quase reduzidos para metade.

A caminhada não fez desaparecer as placas de proteína amiloide, que são o alvo da maioria dos medicamentos atuais. Mas esteve associada a uma menor acumulação de outra proteína, a tau, mais diretamente ligada à perda de memória e de autonomia. O efeito mais forte surgiu entre os 5000 e os 7500 passos diários e estabilizou a partir daí. Estes resultados somam-se a outras investigações. Um grande estudo britânico, com mais de 78 mil pessoas, já tinha encontrado um risco de demência 25% menor em quem dava cerca de 3800 passos por dia.

Os cientistas lembram que é preciso cautela. A amostra foi pequena e as pessoas ativas tendem a ter outros hábitos saudáveis. Ainda assim, a mensagem é animadora: um gesto simples, gratuito e ao alcance de quase todos pode fazer diferença na saúde do cérebro.

MS

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Inner Circle: “O reggae é uma música de vida e a internet não substitui o toque humano”

(DR)

Com mais de cinco décadas de carreira, os lendários jamaicanos Inner Circle continuam a provar que a paixão pela música não conhece prazo de validade. Conhecidos mundialmente por êxitos como Bad Boys e Sweat, regressaram a Portugal para mais uma atuação, trazendo consigo uma história marcada por grandes conquistas, perdas profundas e uma fidelidade inabalável às raízes do reggae. Em entrevista, falaram sobre a ligação ao público português, as memórias de uma carreira extraordinária, os desafios da era digital e a importância de preservar a autenticidade na música e nas relações humanas. 

A relação dos Inner Circle com Portugal já conta com vários anos. A banda admite ter perdido a conta às visitas, estimando que esta seja a sexta, a sétima ou talvez a oitava atuação em território nacional. Embora reconheçam uma ligação ainda limitada à cena reggae portuguesa, revelam maior proximidade com o mercado lusófono, nomeadamente com o Brasil e grupos como os Cidade Negra. A afinidade com o sul da Europa explica-se pelas semelhanças culturais e ambientais: o clima, as influências africanas e a energia das pessoas fazem-nos recordar a atmosfera das Caraíbas e da própria Jamaica. Manter a energia e a criatividade ao longo de mais de 50 anos de carreira exige, segundo os músicos, uma receita simples: concentrar-se na música, em vez de perseguir tendências passageiras. 

Para os Inner Circle, o verdadeiro sucesso não se mede pela popularidade instantânea nem pelos números nas redes sociais, mas pela capacidade de uma canção atravessar gerações e continuar a despertar emoções muito depois de desaparecerem as tendências da sua época. Esta convicção foi reforçada por um percurso que os levou a viver momentos marcantes da história do reggae. No final da década de 1970, após assinarem contrato com a Island Records, participaram no histórico concerto One Love Peace, realizado na Jamaica, em 1978, durante um período de fortes tensões políticas e sociais. A música assumiu então um papel agregador, demonstrando a capacidade de aproximar pessoas e promover a paz num ambiente marcado pela divisão e pela violência. A carreira ficou também marcada pela perda prematura de Jacob Miller, o carismático vocalista que morreu em 1980. A sua morte representou um golpe profundo para o grupo, mas o seu espírito resiliente permaneceu como inspiração para continuar. A convicção de que a jornada ainda não tinha terminado ajudou os músicos a regressar ao estúdio e a prosseguir o caminho. Apesar da partida precoce, a obra de Miller continua viva e a conquistar novas gerações. Foi sobretudo na década de 1990 que os Inner Circle consolidaram o seu estatuto internacional. A banda admite nunca ter antecipado a dimensão nem a longevidade do sucesso de Bad Boys e Sweat. Inspirado nos desafios da juventude e na figura de um jovem rebelde à procura do seu lugar no mundo, Bad Boys ganhou maior projeção ao integrar a banda sonora dos filmes protagonizados por Will Smith e Martin Lawrence. Já Sweat, com uma melodia contagiante e uma energia associada à liberdade e ao verão, conquistou públicos em mercados tão distintos como a Alemanha, a Rússia, a Ásia e a América do Sul. O sucesso demonstrou que a música pode ultrapassar barreiras linguísticas e culturais, criando uma ligação emocional universal. Apesar dos êxitos alcançados, os Inner Circle continuam atentos ao futuro da música. 

A Inteligência Artificial é uma das questões que mais reservas lhes suscita. Os músicos questionam a utilização de ferramentas que produzem conteúdos a partir de obras existentes, defendendo que a criação artística exige aprendizagem, dedicação, experiência e sensibilidade humana. Para a banda, a dimensão emocional da música não pode ser reduzida a algoritmos nem substituída pelo processamento de referências anteriores. Também a passagem dos discos de vinil e das cassetes para o streaming e as redes sociais transformou a relação do público com a música. Os músicos recordam uma época em que ouvir um álbum implicava tempo, atenção e descoberta: observar a capa, ler os créditos, conhecer os intérpretes e escutar cada faixa com disponibilidade para absorver a sua essência. 

Hoje, perante a oferta quase inesgotável das plataformas digitais, receiam que as canções se tenham tornado produtos de consumo rápido, facilmente substituídos por novidades. Embora reconheçam as possibilidades da tecnologia, alertam para o risco de se perder uma ligação mais profunda com as obras e os seus criadores. Em defesa da autenticidade, os Inner Circle insistem que a música deve continuar a nascer de experiências, emoções e histórias reais, capazes de criar ligações duradouras. A preocupação com o bem-estar físico e mental também faz parte da sua filosofia de vida, com os músicos a valorizarem uma alimentação vegetariana e hábitos equilibrados para enfrentar décadas de digressões. A mensagem estende-se às relações humanas. Num mundo cada vez mais dominado pelos ecrãs, a banda defende a importância do convívio presencial, da conversa, do afeto e da proximidade. A tecnologia pode facilitar a comunicação, mas não substitui a presença, o abraço ou a emoção de um encontro. Esta é também uma das mensagens fundamentais do reggae: a importância da união, da partilha e do respeito pelo outro. Mais de meio século depois, os Inner Circle continuam a percorrer os palcos do mundo com a convicção de que a música é muito mais do que entretenimento. É memória, identidade e uma linguagem universal capaz de aproximar gerações e culturas. 

Enquanto Bad Boys e Sweat continuarem a conquistar públicos de diferentes idades, a banda terá a prova de que as canções verdadeiramente especiais não pertencem apenas à época em que nasceram, mas a todos aqueles que continuam a encontrar nelas uma parte da sua própria história.

Paulo Perdiz/MS

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Os perigos da Internet começam com um clique. Como proteger os nossos filhos?

(DR)

Redes sociais, jogos online e aplicações de mensagens fazem parte da vida dos mais novos. Conheça os principais riscos, os sinais de alerta e o que pais e escolas podem fazer para os proteger.

Tecnologia Sem Complicações

Hoje, a Internet faz parte da vida das nossas crianças e adolescentes. Através dos telemóveis, computadores, redes sociais e jogos online, os mais novos estudam, comunicam, divertem-se e fazem novas amizades.

A tecnologia oferece enormes oportunidades, mas também apresenta riscos que muitos pais desconhecem. Por vezes, basta um simples clique ou uma conversa aparentemente inocente para uma criança ficar exposta a situações perigosas.

O objetivo não é assustar os pais nem afastar os filhos da tecnologia, mas ajudá-los a reconhecer os perigos e a saber como agir.

Que perigos existem na Internet?

Um dos problemas mais conhecidos é o cyberbullying, ou assédio digital. Acontece quando uma criança é repetidamente insultada, ameaçada, humilhada ou perseguida através de mensagens, redes sociais ou jogos online.

Outro risco é o contacto com adultos que se fazem passar por jovens da mesma idade. Estes indivíduos podem conquistar gradualmente a confiança da criança, fingindo amizade ou interesse romântico, para depois pedir fotografias íntimas, informações pessoais ou encontros presenciais.

Esta forma de manipulação é conhecida como grooming.

Existe também a chamada sextorsão, uma forma de chantagem em que alguém ameaça divulgar fotografias ou vídeos íntimos caso a vítima não envie dinheiro ou mais imagens.

Em muitos casos, os criminosos utilizam perfis falsos e exploram o medo ou a vergonha dos adolescentes para os impedir de pedir ajuda.

A inteligência artificial veio acrescentar outro risco: a possibilidade de criar imagens, vídeos e vozes falsos, tornando algumas tentativas de manipulação ainda mais convincentes.

Como reconhecer os sinais de alerta?

Nem sempre é fácil perceber quando uma criança está a passar por uma situação difícil na Internet.

No entanto, os pais devem prestar atenção a algumas mudanças de comportamento:

  • Isolamento, tristeza ou ansiedade sem explicação aparente.
  • Medo ou nervosismo ao receber mensagens.
  • Tentativas constantes de esconder o ecrã do telemóvel.
  • Alterações repentinas no sono, no rendimento escolar ou nas amizades.
  • Pedidos inesperados de dinheiro ou receio de falar sobre determinadas pessoas.

Estes sinais não significam necessariamente que exista um problema digital, mas justificam uma conversa tranquila e atenta.

O que podem fazer os pais?

A prevenção começa em casa, através do diálogo e da confiança.

Conheça o mundo digital dos seus filhos. Procure saber que aplicações utilizam, com quem comunicam e que jogos frequentam. Não é necessário dominar a tecnologia, mas é importante demonstrar interesse.

Estabeleça regras adequadas à idade. Defina horários, utilize controlos parentais quando apropriado e reveja as definições de privacidade das aplicações.

Ensine-os a proteger a informação pessoal. Moradas, escolas, números de telefone, palavras-passe e fotografias privadas não devem ser partilhados com desconhecidos.

Explique que nem todos são quem dizem ser. Uma fotografia bonita ou um perfil aparentemente verdadeiro não garante a identidade de ninguém.

Acima de tudo, diga-lhes claramente que, se alguma coisa correr mal, podem pedir ajuda sem receio de serem castigados ou julgados.

E qual é o papel das escolas?

As escolas têm também uma responsabilidade importante.

Tal como ensinam regras de segurança rodoviária, devem promover a educação digital, explicando os riscos das redes sociais, do assédio online e da partilha de informações pessoais.

Professores e pais devem colaborar, identificar situações preocupantes e garantir que as crianças sabem a quem recorrer quando se sentem ameaçadas.

E se suspeitar que o seu filho está em perigo?

O primeiro passo é manter a calma. Ouça o seu filho, evite culpabilizá-lo e procure compreender o que aconteceu.

Se existirem ameaças, chantagem ou contactos suspeitos, interrompa a comunicação com o agressor e guarde as mensagens e outros elementos que possam servir de prova. Não envie dinheiro nem responda às exigências.

No Canadá, situações de exploração sexual de menores na Internet podem ser denunciadas através do Cybertip.ca. Em caso de perigo imediato, contacte a polícia através do 911.

Se estiverem envolvidas imagens íntimas de menores, não as reencaminhe nem faça novas cópias; peça orientação às autoridades sobre como preservar as provas.

Proteger não significa proibir

A Internet não tem de ser um lugar perigoso. É uma ferramenta extraordinária de aprendizagem, comunicação e descoberta.

Mas, tal como ensinamos os nossos filhos a atravessar uma estrada em segurança, também devemos ensiná-los a navegar no mundo digital.

A melhor proteção não é apenas controlar o que os nossos filhos fazem na Internet. É criar uma relação de confiança que lhes permita procurar a nossa ajuda quando mais precisam.

Tecnologia Sem Complicações — Compreender a tecnologia. Evitar burlas. Viver mais seguro no mundo digital.

João Costa, CISSP, CISA, MCP (Especialista em Segurança da Informação, Auditoria de Sistemas e Gestão de Riscos Tecnológicos)

Clique AQUI para imprimir estas informações. Créditos MDC Media Group Inc.

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Pica-Pau

MDC Media Group Inc.

Ingredientes

  • 500 g de bife da vazia, cortado em cubos
  • 4 dentes de alho esmagados
  • 1 folha de louro
  • 100 ml de vinho branco
  • 100 ml de cerveja
  • 1 colher de sopa de mostarda
  • 1 colher de sopa de molho inglês
  • 2 colheres de sopa de manteiga
  • Azeite
  • Sal e pimenta-preta q.b.
  • Piripíri q.b.
  • Pickles picados
  • Azeitonas pretas
  • Salsa picada
  • Batatas fritas para acompanhar

MODO DE PREPARAÇÃO

Tempere os cubos de carne com sal e pimenta-branca.

Deixe a carne repousar 10 a 15 minutos depois de temperada para ganhar ainda mais sabor.

Aqueça uma frigideira grande em lume forte e junte um fio de azeite.

Sele os cubos de carne de todos os lados até ficarem bem dourados. Retire e reserve.

Cozinhe a carne em várias porções, se necessário, para manter a frigideira bem quente e conseguir uma boa caramelização.

Na mesma frigideira, junte os alhos esmagados, a folha de louro e o piripíri. Deixe cozinhar cerca de um minuto.

Adicione a mostarda, o molho inglês, o vinho branco e a cerveja.

Deixe o molho apurar durante alguns minutos para concentrar os sabores.

Raspe o fundo da frigideira enquanto o molho ferve para aproveitar todos os sabores da carne.

Junte a manteiga e mexa até derreter, formando um molho brilhante e cremoso.

Junte a manteiga apenas no final para obter um molho aveludado e brilhante.

Volte a colocar a carne na frigideira e envolva-a bem no molho. Cozinhe mais um ou dois minutos.

Coloque o pica-pau numa travessa, decore com salsa picada, pickles picados e azeitonas pretas. Sirva de imediato acompanhado de batatas fritas.

Sirva imediatamente para manter a carne suculenta e as batatas bem estaladiças.

Rosa Bandeira/MS

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“Conceção-construção em esteróides” – Executivos do projeto da Estação Union destacam dinâmica da aliança

DR

Altos executivos da Kiewit, WSP e Metrolinx que trabalham no complexo Projeto de Ampliação da Estação Union (Union Station Enhancement Project), em Toronto, analisaram em detalhe os meandros do primeiro projeto-piloto do Canadá sob o modelo contratual de aliança (alliance contracting model), durante uma conferência do setor da construção realizada recentemente em Toronto.

Numa sessão que decorreu a 6 de outubro no simpósio de dois dias Best Practices in Construction, promovido pela Associação Canadiana da Construção (CCA), os gestores revelaram a contratação de preparadores comportamentais (behavioural coaches) no estrangeiro para ajudar os parceiros a alcançar consensos em matérias complexas — profissionais que permanecem no projeto há cinco anos —, bem como a forma como conseguiram desenvolver requisitos essenciais do projeto em tempo real.

Trata-se de um processo inédito no Canadá, sugeriu Marcia Medrano, vice-presidente executiva da Metrolinx para a expansão do GO e projetos conexos da Estação Union.

“O contrato de aliança é provavelmente um dos mais simples que já li, porque diz essencialmente que é preciso encontrar uma forma de trabalhar em conjunto e estabelece os princípios básicos. Portanto, a dimensão do comportamento humano é gigantesca”, afirmou.

“Toda a energia de cada interveniente é gasta a resolver o problema e não a calcular o risco do parceiro. As horas de trabalho são investidas com as pessoas que estão efetivamente a resolver as questões.”

O projeto de melhoria em curso (USEP) na Estação Union irá disponibilizar uma interface de transportes ampliada, com novas plataformas e linhas ferroviárias, ajudando a lançar várias melhorias nos corredores da rede GO, rumo à eletrificação do sistema regional. A obra arrancou em 2020 sob a liderança da ONTrack Alliance.

Medrano explicou: “A Estação Union é o coração de todo o sistema e o USEP foi o ponto de partida. Sabíamos que tínhamos de nos antecipar.”

O presidente da CCA, Rodrigue Gilbert, serviu de moderador do painel intitulado The Union Station Enhancement Project: Delivering Complexity (O Projeto de Ampliação da Estação Union: Gerir a Complexidade).

O USEP inclui a construção de novas plataformas com coberturas e elementos de acesso vertical, tais como escadas e elevadores; o desenvolvimento de novas vias concebidas para permitir velocidades ferroviárias mais elevadas com os respetivos trabalhos de sinalização; a criação de um novo átrio inferior sob as novas plataformas, ligando os átrios York, Bay e Via, a Union Square, a Scotiabank Galleria e as ruas York e Bay; além do desenvolvimento de um sistema de gestão de águas pluviais e outras infraestruturas técnicas do edifício.

DCN/MS

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Sporting perde com o LASK e desce à terra na Champions

DR

O Sporting sofreu a primeira derrota na Liga dos Campeões 2026/27, ao ser surpreendido, em Alvalade, pelo LASK Linz (2-3). Após os triunfos sobre o Galatasaray e o Lens nas duas primeiras jornadas, a equipa de Rui Borges teve uma noite para esquecer e perdeu uma oportunidade de ouro para ficar numa excelente posição para o apuramento para a fase a eliminar.

O duelo começou com uma grande penalidade sobre Irankunda e Luis Suárez, dos 11 metros, não perdoou. A vantagem não fez, no entanto, nada bem ao Sporting, que mostrou pouca capacidade criativa e, até, de segurar a bola.

O castigo chegou em cima do quarto de hora. Suárez perdeu a bola no meio-campo e Jorgensen cruzou para Lang fazer, com um remate colocado, o golo do empate.

O descanso não fez bem à equipa de Rui Borges, bem pelo contrário. O LASK entrou donminador e aproveitou, na perfeição, as ofertas leoninas. Aos 63 minutos, foi Altimira a perder a posse de bola e a lançar o contra-ataque concluido por Kalajdzic para a reviravolta.

O cenário ficou ainda pior para os verde e brancos cinco minutos depois, com Danek a aproveitar a avenida que se abriu no flanco direita para, com alguma sorte à mistura – a bola desviou em Inácio – bater Kaique e assinar o 1-3.

Sem criar muitas oportunidades, o Sporting ainda conseguiu reduzir a diferença a um minuto dos 90, com Luis Suárez a aproveitar uma defesa incompleta do guarda-redes do LASK.

JN/MS

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