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Moura Dubeux abre galpões do Novo Cais para receber a CASACOR Pernambuco 2026

Os antigos galpões do Cais José Estelita ganham novos usos e recebem, a partir de 29 de outubro, a CASACOR Pernambuco 2026. A tradicional mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo ocupará os Galpões Casario, no empreendimento Novo Cais, cobrindo uma área de 3.300 metros quadrados. O espaço integra o projeto de revitalização conduzido pela Moura Dubeux, que também marca presença no evento com o Lounge Entreposto, ambiente institucional assinado pelo escritório arqMULTI.

Sob o tema “Mente e Coração”, a edição deste ano reúne mais de 55 profissionais em 35 ambientes distribuídos por 11 módulos dos galpões. De acordo com a organização do evento, a expectativa é de que a estrutura e as operações da mostra gerem cerca de 3 mil empregos diretos e indiretos na região.

A instalação da CASACOR no local reconecta a mostra com um capítulo marcante da história do Recife. Durante décadas, o Cais José Estelita funcionou como ponto de fluxo de mercadorias e pessoas. Com a iniciativa, suas estruturas históricas passam a abrigar uma programação aberta ao público, totalmente voltada à arte, à arquitetura e ao design.

Segundo a Moura Dubeux, essa ligação com a identidade local foi o ponto de partida para a concepção do Lounge Entreposto. O projeto busca apresentar a marca a partir de sua relação com a arquitetura contemporânea e a memória do Cais.

DIVULGAÇÃO
Lounge Entreposto, ambiente institucional da Moura Dubeux assinado pelo escritório arqMULTI. - DIVULGAÇÃO

A proposta desenvolvida pelo escritório arqMULTI baseia-se na ideia do cais como ponto de convergência de caminhos e histórias. No ambiente, o visitante percorre espaços articulados que se revelam gradualmente até culminar em uma área de convivência. A atmosfera do lounge utiliza tons institucionais da marca, como marrom, vinho e bordô, combinados com iluminação indireta, texturas, obras de arte e mobiliário assinado para criar um espaço voltado ao desaceleramento e à convivência.

“Receber a CASACOR nos galpões do Novo Cais é uma oportunidade de aproximar a arquitetura da história do Recife. O Lounge Entreposto traduz essa relação a partir da memória do lugar e da forma como as pessoas ocupam e vivenciam os espaços. Queremos que a participação da Moura Dubeux na mostra fale da nossa relação com a cidade e da importância de pensar a arquitetura para além dos edifícios”, afirma Eduarda Dubeux, diretora Comercial, de Marketing e CX da Moura Dubeux.

A chegada da mostra aos Galpões Casario faz parte do processo de transformação urbanística do Cais José Estelita, focado na recuperação do patrimônio histórico e no estímulo à economia criativa.

Projeto Novo Cais

O empreendimento Novo Cais integra o plano de requalificação urbana da área, conduzido pelo consórcio responsável em parceria com a Prefeitura do Recife e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). A intervenção prevê melhorias na mobilidade entre o Centro e a Zona Sul da cidade, com a implantação de dois parques públicos e a restauração de bens históricos.

O projeto inclui o Parque da Orla, com mais de 80 mil metros quadrados, e o Parque da Memória Ferroviária, com 55 mil metros quadrados, além de ciclovias, calçadas acessíveis e áreas verdes. A iniciativa visa restaurar antigos galpões e estruturas ferroviárias para reconectar o bairro de São José à frente d’água, promovendo a valorização cultural e novos usos públicos para a região.

 
 

© Divulgação

CASACOR 2026 no Galpões Casario
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Os romanos já viviam em prédios de apartamentos. E já tinham problemas com os senhorios

Como os romanos inventaram a vida em apartamento. Foi brilhante, brutal e muitas vezes mortal. Numa lápide à saída de Roma, um antigo escravo, Ancarenus Nothus, deixou o que os estudiosos viriam a chamar “O Lamento do Inquilino”: morto, já não conhece a fome nem paga caução da renda, e goza de graça um alojamento eterno. O humor negro soa estranhamente familiar a quem atualmente vive numa cidade, diz o ZME Science. Para a maioria dos romanos, a capital do mundo antigo não eram vilas de mármore nem pátios com jardim. Isso ficava para 0,1%. Para os outros, viver era

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Como os romanos inventaram a vida em apartamento. Foi brilhante, brutal e muitas vezes mortal. Numa lápide à saída de Roma, um antigo escravo, Ancarenus Nothus, deixou o que os estudiosos viriam a chamar "O Lamento do Inquilino": morto, já não conhece a fome nem paga caução da renda, e goza de graça
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La Seu: a única obra de Gaudí sem "total liberdade"

Conclusões apresentadas no Gaudí International Congress 2026, em Barcelona, mostram como La Seu foi única na obra do arquiteto catalão, ao contrário da Sagrada Família ou da Colónia Güell.

© LightRocket via Getty Images

Investigação defende ainda uma revisão cronológica da intervenção de Gaudí na catedral que vá para além da sua saída, ocorrida em 1915.
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Inês Carneiro vence Prémio Fernando Távora

Proposta vencedora tem uma "dimensão humanista/filosófica", vendo "os observatórios astronómicos como instrumentos científicos, e megalómanas arquiteturas, mas também filosóficos e políticos".

© MANUEL ARAÚJO/LUSA

"Espera-se que esta aproximação ao universo se traduza em reflexões 'in loco' sobre a nossa posição no mundo, porque mais do que cidadãos da polis, somos cidadãos do cosmos", diz a vencedora sobre a sua obra
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