Teresa Sobral fez uma investigação de 13 anos onde entrevistou ex-presos políticos e explorou arquivos da Torre do Tombo. O espetáculo conta com música ao vivo e projeções de grande escala.
Inaugurado na Escola Cantina Salazar, em Santa Comba Dão, o espaço tem coordenação científica da Ephemera. Secretário de Estado diz que "estudar a ditadura é uma responsabilidade da democracia".
Após duas décadas de avanços e recuos, o Centro Interpretativo do Estado Novo – Regime e Resistência abriu esta sexta-feira portas na Escola Cantina Salazar
“Não se quer um museu a Salazar, mas também não se quer um espaço onde se diga mal da figura principal”. Após mais de 20 anos na cabeça dos autarcas de Santa Comba Dão, o polémico projeto que dará vida à Escola Cantina Salazar será avaliado pelo que realmente é e não pelo que alguns temiam que fosse. O Centro Interpretativo do Estado Novo — Regime e Resistência abrirá portas na sexta-feira à tarde, no Vimieiro, naquela que foi uma escola modelo do Estado Novo, com coordenação científica da Associação Ephemera, fundada por Pacheco Pereira. “O trabalho desenvolvido até aqui
O senhor que viaja com os gatos, mas que acabam sempre à "bulha". E ainda, trinta anos depois, terra de Salazar abre centro para interpretar o Estado Novo.
Luís Nunes, vice presidente de Santa Comba Dão, explica os motivos para a abertura de um Centro Interpretativo do Estado Novo. Afirma que iniciativa vai trazer objetividade ao período histórico.
Foi preciso que "a vontade política se sobrepusesse ao ruído" em torno do projeto e ao receio de que estaria a ser preparado um museu dedicado ao ditador. O objetivo é a reflexão sobre Estado Novo.
O Centro Interpretativo do Estado Novo terá uma programação regular de exposições temáticas e de iniciativas de reflexão, como debates, mesas-redondas e conferências