“Podría haber sido cualquiera de nosotros”. La frase se repite en bucle estos días entre los vecinos de Trappes tras atentado racista, que dejó heridas a cinco personas, entre ellas una niña de 12 años, y se cobró la vida de Pengo Bossio Wangi, un hombre de 26 años. Algunos ya no salen de casa por miedo. Otros se sobresaltan cada vez que un vehículo pasa cerca. Casi todos sienten que llevan una diana en la espalda por el simple hecho de ser de origen africano o magrebí. Mientras lloran la pérdida de Bossio Wangi, un joven deportista muy querido en esta ciudad multicultural de la periferia de París —donde crecieron, entre otros, el actor Omar Sy o el futbolista Nicolas Anelka―, los vecinos se preguntan: ¿cuánto odio tiene que albergar una persona para disparar ocho veces a una niña solo por el color de su piel? La hipervigilancia como secuela del atentado los tiene agotados. Pero sobre todo sienten rabia contra quienes dan altavoz al odio en prime time, un día tras otro: medios de extrema derecha como CNews y canales de información continua de corte sensacionalista como LCI o BFM, cuyos platós se han convertido en escenarios de banalización de las ideas racistas.
A vereadora Salete Kronbauer (PP), de Nova Santa Rosa, no Oeste do Paraná, provocou polêmica após declarações contra nordestinos e baianos durante uma sessão da Câmara Municipal, na segunda-feira (26/10), após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Eu não quero mais ver um nordestino, um baiano, vindo aqui na nossa cidade”, afirmou a parlamentar na tribuna.
Durante o discurso, Salete criticou eleitores de Lula, associou o resultado das eleições ao recebimento de benefícios sociais e chegou a defender uma divisão territorial do Brasil. A vereadora também mencionou possíveis cortes em programas sociais e afirmou que eleitores poderiam enfrentar dificuldades para conseguir alimentos.
Após a repercussão, Salete divulgou uma nota de retratação, reconheceu que suas declarações foram inadequadas e pediu desculpas. A manifestação ocorreu depois que o vídeo da sessão circulou nas redes sociais e gerou críticas de parlamentares e entidades.
O Ministério Público do Paraná solicitou a abertura de um inquérito, instaurado pela Polícia Civil, para investigar possíveis crimes de discriminação e preconceito. O caso também motivou uma representação que pede a cassação do mandato da parlamentar. A Câmara Municipal de Nova Santa Rosa deve analisar o pedido nos próximos dias.
Kevin T., el presunto autor del tiroteo el pasado viernes en las localidades de Trappes y La Verrière, a las afueras de París, en el que murió una persona y al menos cinco resultaron heridas, admite que seleccionó a sus víctimas por su color de piel y religión. No se arrepiente y niega que su acto sea terrorismo porque “fue legítimo”. El fiscal antiterrorista, Olivier Christen, ha dado detalles de la investigación este jueves y ha confirmado el carácter racista del atentado.
Bally Bagayoko, alcalde de Saint-Denis, participa en una marcha para rendir homenaje a la memoria del fallecido en el tiroteo de Trappes, Pengo Bossio Wangi (26 años), el 25 de octubre de 2026.
Pikachu es un pokemon de tipo eléctrico al que no le gusta ir en su pokeball. Prefiere la libertad, no estar encerrado en esa bola. Va con Ash, su entrenador. ¿Quién es Pikachu?, ¿cómo es?, ¿evoluciona? Yo sé poco o nada del universo Pokémon, pero que evolucionan sí lo sé. Y, de repente, me vi en un diálogo en el que se hablaba de bolas, de constreñir la libertad, de transformación, de ser uno y luchar para convertirse en otro, y pensé que todo cuadraba, que todo está relacionado. Que si cinco minutos antes me dicen que los pokémones y La bola negra tienen tanta relación y que Pikachu y Edmond de Bries tienen cosas en común, ni lo contemplo, pero, de repente, mis neuronas hicieron solas la conexión y tiene lógica.
Abrir um presente diante de familiares, amigos ou colegas pode ser uma situação desconfortável para algumas pessoas. Embora receber uma lembrança seja geralmente associado a uma experiência positiva e contagiante, a necessidade de reagir enquanto outras pessoas observam pode provocar vergonha, nervosismo e receio de parecer ingrato.
O comportamento não está necessariamente relacionado ao presente recebido. Em alguns casos, o desconforto surge da preocupação em demonstrar uma reação considerada adequada, especialmente quando quem oferece a lembrança espera uma resposta imediata de entusiasmo.
O que explica o constrangimento ao receber presentes?
Uma pesquisa publicada em 2025 na Revista Psicopedagogia analisou as habilidades sociais de 328 estudantes de psicologia de instituições brasileiras. Entre os aspectos com menores pontuações estavam a capacidade de lidar com situações de exposição ao “ridículo” e a interação com desconhecidos.
Embora o levantamento não tenha investigado especificamente a troca de presentes, os resultados ajudam a contextualizar dificuldades relacionadas à exposição social.Pessoas mais tímidas, por exemplo, podem sentir desconforto quando percebem que estão sendo observadas por muito tempo, principalmente se acreditam que precisam demonstrar determinada reação ou postura.
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No caso dos presentes, ou lembrancinhas, alguns fatores podem contribuir para esse comportamento:
Medo de julgamento: preocupação com a possibilidade de parecer ingrato ou pouco entusiasmado.
Timidez: dificuldade para lidar com a atenção de várias pessoas ao mesmo tempo.
Expectativa de felicidade: sensação de que é necessário demonstrar entusiasmo imediatamente.
Receio de decepcionar: preocupação com a reação de quem escolheu o presente.
Diferença entre timidez e ansiedade social
A timidez é uma característica comportamental que pode provocar desconforto em situações de exposição, sem necessariamente comprometer a rotina. Pessoas mais reservadas podem preferir receber presentes em particular ou evitar momentos em que precisam reagir diante de um grupo.
Já o transtorno de ansiedade social, conhecido como “fobia social”, envolve um medo mais intenso e persistente de situações nas quais existe a possibilidade de avaliação por outras pessoas. Uma revisão sistemática brasileira publicada em 2026 na revista Psico-USF, com análise de 13 artigos científicos, investigou aspectos relacionados à atenção a estímulos percebidos como ameaçadores e à interpretação de expressões faciais nesse transtorno.
A principal diferença está na intensidade do desconforto e em seus efeitos sobre a vida cotidiana. Enquanto a timidez pode provocar constrangimento passageiro, a ansiedade social pode levar à evitação frequente de encontros, apresentações e outras interações, além de causar sofrimento significativo.
Sendo assim, sentir vergonha ao abrir um presente não é suficiente para caracterizar um transtorno psicológico. Evitar cobranças por reações exageradas e permitir que cada pessoa demonstre satisfação à sua maneira pode reduzir o desconforto durante essas ocasiões.
O velório do engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, que morreu após ser espancado durante un ato em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Santos, no litoral paulista, será realizado nesta quarta-feira (28), a partir das 9h, no Cemitério Chora Menino, no bairro do Imirim, zona Norte de São Paulo.
O sepultamento está previsto para às 16h, no Cemitério Congonhas, na zona Sul da capital. Veja imagem divulgada pela família:
Marcelo participava de um evento com apresentação de samba durante um ato político em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). • Reprodução / Redes Sociais
Marcelo era estudante de mestrado na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Ele morreu na tarde da última segunda-feira (26), após permanecer internado em decorrência das agressões sofridas durante a madrugada do último sábado (24) em Santos.
Entenda o caso
Marcelo participava de um evento com apresentação de samba durante um ato político em apoio ao presidente Lula, na região da avenida Conselheiro Nébias, em Santos.
Segundo informações divulgadas pela SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo), o engenheiro se afastou dos amigos para ir ao banheiro e foi abordado por um grupo de pessoas. Ele foi agredido e teve pertences roubados.
Ao perceberem a demora, os amigos procuraram Marcelo e o encontraram inconsciente. A vítima foi socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e encaminhada inicialmente à Santa Casa de Santos.
Posteriormente, foi transferida para o Hospital São Paulo, unidade universitária vinculada à Unifesp, onde morreu.
Dois adolescentes foram apreendidos
A Polícia Civil apreendeu dois adolescentes suspeitos de envolvimento no crime. Segundo a SSP-SP, a investigação identificou cinco adolescentes e dois adultos suspeitos de participação no caso.
Após a morte de Marcelo, a ocorrência passou a ser investigada como latrocínio, crime caracterizado por roubo seguido de morte.
As investigações continuam para esclarecer as circunstâncias do ataque e a participação de cada suspeito.
O pai de Marcelo havia apontado uma possível motivação política e homofóbica para a agressão. A Polícia Civil afirmou que o boletim de ocorrência foi registrado no Centro de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos, e investiga o ocorrido, a motivação e a identificação dos envolvidos.
Um suspeito de divulgar conteúdo com indícios de xenofobia contra nordestinos e incitação à violência foi preso em flagrante em Espinosa, no Norte de Minas Gerais. A prisão ocorreu após uma atuação conjunta do MPMG (Ministério Público de Minas Gerais) e da Polícia Civil, que investigam publicações nas redes sociais.
Segundo o MPMG, a Promotoria de Justiça de Espinosa instaurou um procedimento para apurar o caso, preservar tecnicamente as evidências digitais e encaminhar o material à Polícia Civil para as providências investigativas.
No vídeo, o rapaz fazia uma alusão a dar cintadas em nordestinos que fossem a ele para vender produtos. A legenda da pubçicação dizia: “Eu no priemiro nordestino que vier me vender tapete”. Veja:
O MPMG, porém, informou que apura publicações com indícios de discriminação por procedência regional e incitação à violência contra pessoas oriundas do Nordeste.
A pessoa presa é investigada pela suposta prática de crimes previstos na legislação de combate à discriminação e à incitação ao crime. O Ministério Público não divulgou a identidade do suspeito nem detalhou quais condutas específicas são atribuídas a ele.
As investigações continuam para esclarecer os fatos. Além da publicação inicialmente identificada, as autoridades analisam eventuais manifestações de apoio, incentivo ou incitação à violência que possam ter contribuído para a disseminação do conteúdo.
MPMG alerta para nota falsa
O Ministério Público também esclareceu que circulou nas redes sociais uma suposta nota atribuída à Promotoria de Justiça de Espinosa.
Segundo a instituição, o material não foi produzido nem autorizado pelo órgão e foi retirado do ar após as providências cabíveis.
A instituição afirmou que continuará acompanhando o caso e adotará as medidas cabíveis para buscar a responsabilização de eventuais envolvidos, com respeito ao devido processo legal e às garantias constitucionais.
Manifestazione nazionale “Fuori l’Italia dalla guerra” – Roma, sabato 24 ottobre 2026
COMUNICATO STAMPA
Il Comitato promotore della manifestazione nazionale “Fuori l’Italia dalla guerra”, in
programma a Roma sabato 24 ottobre, ribadisce con forza il carattere pacifico e
nonviolento dell’iniziativa.
Scendiamo in piazza per chiedere pace, il ripudio della guerra sancito dall’articolo 11 della
Costituzione, la fine del coinvolgimento del nostro Paese nei conflitti armati, la solidarietà
con i popoli che resistono all’imperialismo e al sionismo. Chi aderisce alla manifestazione lo
fa condividendone pienamente lo spirito: volti scoperti, mani libere, parole chiare.
Il Comitato respinge in modo netto ogni tentativo di strumentalizzazione violenta da parte
di elementi estranei alla manifestazione, ai suoi contenuti, alle realtà che l’hanno
promossa ed a quelle che hanno aderito. Chiunque intenda servirsi del corteo per
compiere atti di violenza, danneggiamenti o scontri si pone fuori dalla manifestazione e
contro di essa.
Di questo tutti devono essere consapevoli, dai manifestanti agli organi di informazione.
Nessuno provi a screditare il movimento per la pace e a spostare l’attenzione dalle ragioni
della protesta.
Invitiamo tutti i partecipanti a seguire le indicazioni del servizio d’ordine, a non raccogliere
alcuna provocazione, a isolare immediatamente eventuali comportamenti violenti e a
segnalarli agli organizzatori.
Il 24 ottobre Roma vedrà una piazza ampia, plurale, determinata e pacifica. Perché la pace
si costruisce con la pace.
Il Comitato promotore della manifestazione “Fuori l’Italia dalla guerra”
O ex-Presidente falou numa sessão sobre cooperação luso-moçambicana em Lisboa. Disse que a "radicalização emocional" está a conquistar "muitas almas" e muitas sociedades.
Investigamos o que importa para os brasileiros além do que passa na campanha eleitoral. Leia mais reportagens como essa clicando aqui.
O primeiro turno da campanha eleitoral de 2026 durou 50 dias e registrou 134 episódios de violência política contra candidatos e candidatas, além de agentes políticos.Um aumento de 11% em relação aos 121 casos registrados no mesmo período da eleição municipal de 2022.
Os 134 episódios representam um caso de violência política a cada nove horas de campanha. E apesar das mulheres serem apenas 35% do total de candidatos, elas foram a maioria (52%) das vítimas do primeiro turno, segundo o levantamento.
Os dados integram a 4ª edição da pesquisa Violência Política e Eleitoral no Brasil, realizada pelas organizações de direitos humanos Terra de Direitos e Justiça Global, que pesquisa o tema desde 2016. O levantamento foi divulgado nesta quarta, dia 7 de outubro.
A porcentagem de vítimas mulheres aumenta mais ainda quando a pesquisa separa apenas os casos envolvendo candidatas e candidatos. Dos 134 episódios de violência política durante o primeiro turno, 102 foram dirigidos a pessoas que disputavam o pleito. Desse total, 60 eram mulheres, quase 59% do total.
Para a coordenadora do Setor de Incidência da Terra de Direitos, Gisele Barbieri, “os dados trazem importantes achados para identificar os ambientes em que agentes políticos estão mais vulneráveis e pensar medidas de proteção. Quando eleitas, essas pessoas passam a ser vítimas de violências nos seus locais de atuação, seja no Parlamento ou no Executivo”, afirma.
Machismo e misoginia se misturam nos casos de violência política
A pesquisa mostra que a violência política é marcada pela discriminação de gênero e raça. Quando se considera o universo completo de 70 casos de violência política contra mulheres, 45 casos envolveram machismo ou misoginia, nove envolveram racismo e cinco envolveram transfobia. Mulheres pretas foram vítimas de 25% dos casos de violência política medidos nesse primeiro turno.
A ameaça foi o tipo de violência política mais recorrente no período, com 64 casos registrados. Na sequência, aparecem 33 episódios de ofensa e 19 de agressão física. Também foram registrados 11 atentados, cinco casos de criminalização e dois assassinatos.
Mais da metade dos casos (71 ocorrências) aconteceu nas ruas, durante atividades públicas de campanha. O ambiente virtual concentrou 31,3% dos episódios.
Além disso, apenas candidatas sofreram ameaças de violência sexual. Em todos os sete casos, as vítimas eram mulheres.
“Enquanto os homens são atacados por sua atuação política, mulheres, pessoas negras e pessoas trans enfrentam também o racismo, o machismo e a transfobia que estruturam a sociedade brasileira”, afirmou em nota Glaucia Marinho, diretora-executiva da Justiça Global.
Policiais e outros agentes públicos foram a maioria dos autores
Em quase 20% dos casos o autor identificado da violência política era um agente público, incluindo parlamentares e forças de segurança. Até o encerramento da coleta de dados pelas organizações autoras da pesquisa, nenhum dos 134 episódios havia resultado em alguma punição efetiva, limitando-se a medidas cautelares de urgência determinadas pela Justiça Eleitoral.
A região Nordeste liderou o número de casos (48), seguido pelo Sudeste (38). Entre os estados, São Paulo lidera com 16 casos, seguido por Rio Grande do Norte (13), Minas Gerais (12) e Rio Grande do Sul (10).
A presença de policiais entre os autores de violência política já havia sido detectada também em levantamento realizado pela Agência Pública durante o primeiro turno.
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A cura di Margherita Furlan
Con la collaborazione di Jeff Hoffman
Editing di Davide Marletta e di Simone Orletti
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