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Trump reverses decision to cancel Kansas and Iowa rallies before midterms

The president cancelled the events in favor of tele-rallies, as Republicans face a fight to retain control of Congress

Donald Trump cancelled, and then promptly uncancelled, two in-person rallies in Kansas and Iowa this weekend as polls suggest US midterm election races in the previous Republican strongholds could go down to the wire.

On Thursday, just five days before election day, the Republican National Committee (RNC) announced the president would no longer host the Kansas and Iowa rallies and instead participate in “a large number of tele-rallies”. The RNC claimed it felt it was in a “strong position” in Kansas and Iowa.

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© Photograph: Mark Schiefelbein/AP

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Turismo do Algarve promove Bootcamp sobre eficiência Hídrica

O Turismo do Algarve, em parceria com o Turismo de Portugal, através das suas Escolas de Hotelaria e Turismo na região, promove, no próximo dia 5 de novembro, um bootcamp presencial dedicado ao Compromisso Eficiência Hídrica | Selo SAVE WATER, no âmbito da 3.ª edição do programa Competências do Futuro Algarve. A sessão integra uma […]

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"Trump não tem uma estratégia clara de saída"

Bruno Cardoso Reis alerta que o Trump não possui qualquer estratégia clara de saída do conflito. O historiador afirma que a diplomacia exige lidar com inimigos e não só com os amigos. 

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EE.UU. daría residencia permanente exprés a Bolsonaro mientras deporta a migrantes sin récord criminal

El excandidato brasileño Flávio Bolsonaro ingresó a Estados Unidos bajo un permiso temporal ordenado por Donald Trump y podría acelerar su trámite de residencia permanente.
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Trégua negociada por Melania Trump interrompe ataques em cidade na Ucrânia

Centenas de moradores de uma cidade ocupada no sul da Ucrânia, que sobreviveram durante meses sem acesso a suprimentos básicos, começaram a ser retirados nesta sexta-feira (30) sob um acordo de cessar-fogo negociado pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.

A cidade de Oleshky, na região ucraniana de Kherson, está sob ocupação russa contínua desde abril de 2022. Cerca de 2 mil pessoas, incluindo 50 crianças, continuam presas no município, que foi severamente destruído, segundo autoridades ucranianas. Todas as rotas de acesso estavam fortemente minadas ou tomadas por drones, o que tornava impossível a fuga até a entrada em vigor da trégua.

“A delegação ucraniana, juntamente com os moradores retirados de Oleshky, partiu em direção a Anapa, na Rússia. De lá, eles seguirão de avião para Belarus e, depois, voltarão para casa de ônibus”, afirmou o parlamentar ucraniano Davyd Arakhamia no Telegram.

A situação humanitária se deteriorou nos últimos meses. Segundo autoridades ucranianas, em setembro a cidade ficou sem alimentos e outros suprimentos, além de não ter acesso a eletricidade, gás, medicamentos e outros itens essenciais. A situação crítica provocou preocupação internacional, com organizações, líderes religiosos e outras entidades pedindo medidas urgentes.

Segundo relatos, moradores passaram a procurar restos de alimentos e comer ervas daninhas. Corpos de pessoas que morreram chegaram a permanecer nas ruas.

A trégua temporária entrou em vigor na terça-feira e, desde então, foi ampliada para toda a região de Kherson. O cessar-fogo também trouxe alívio à cidade de Kherson, capital regional controlada pela Ucrânia, que vinha sendo alvo de ataques quase constantes de drones russos.

O acordo deve expirar no domingo (1º).

Comissária de Direitos Humanos da Rússia, Yana Lantratova, e o ouvidor da Ucrânia, Dmytro Lubinets, conversam com jornalistas em uma área da região de Kherson controlada pela Rússia, em 30 de outubro.

O ouvidor ucraniano Dmytro Lubinets viajou a Oleshky para acompanhar pessoalmente os moradores durante a saída em direção ao território controlado pela Ucrânia. Com isso, tornou-se o primeiro representante de alto escalão do governo ucraniano a viajar abertamente para áreas ocupadas sob controle russo desde o início da guerra.

“Estamos em Oleshky”, afirmou ele em comunicado. “As pessoas que querem ir para o território da Federação Russa estão se reunindo aqui, assim como aquelas que desejam partir para o território da Ucrânia. Todos terão essa oportunidade.”

Mulheres caminham por um mercado local sob redes de proteção contra drones instaladas sobre uma rua em Oleshky.

A homóloga russa de Lubinets, Yana Lantratova, também estava presente em Oleshky. Os dois apareceram em vídeos lado a lado, conversando com moradores da região.

A retirada começou durante a tarde, no horário local. Segundo Lubinets, 25 ônibus, com capacidade total para 750 passageiros, participam da operação. A previsão é que eles cheguem à fronteira ucraniana em algum momento de sábado.

Voluntários da Cruz Vermelha transportam um homem em uma maca para uma ambulância durante uma operação de retirada em Oleshky, na região de Kherson, na Ucrânia.

Vídeos divulgados pelo gabinete de Lubinets mostram o ouvidor cumprimentando grupos de moradores emocionados em Oleshky e conversando sobre a viagem. Em uma das gravações, ele fala com pessoas que estão partindo sobre os moradores que desejam permanecer na cidade.

“Disseram-me que essa é uma escolha deles. Pelo menos vamos garantir que alguma ajuda humanitária chegue até lá”, afirmou.

Cerca de 40% da população da cidade antes da guerra, que era de aproximadamente 24 mil pessoas, conseguiu fugir para territórios controlados pela Ucrânia quando isso ainda era possível, no início do conflito, segundo o Instituto para o Estudo da Guerra, organização americana que acompanha conflitos. Milhares de outras pessoas conseguiram escapar desde então, mas muitas permaneceram, seja por não conseguirem ou por não quererem partir.

A cidade desempenha um papel importante nas operações militares russas na região. Ela fica próxima às margens do rio Dnipro, diretamente em frente às posições ucranianas.

Enquanto os dois lados trocam ataques, os moradores de Oleshky ficam no meio do conflito.

Todas as rotas de fuga em direção à Ucrânia foram gradualmente bloqueadas à medida que a ocupação russa se intensificava.

Anteriormente, ainda era possível deixar a cidade seguindo por áreas mais profundas do território controlado pela Rússia. Isso também se tornou impossível nos últimos meses, com a intensificação dos combates e as rotas de saída tomadas por minas terrestres ou drones.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de minar as rotas de acesso à cidade em uma tentativa de impedir que os moradores deixassem a região.

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Georgia Emerges as a Key Battleground Ahead of Midterm Elections

Republicans are losing ground in a state where Democrats are seeking to retain Senate seats and win the governor’s race.

Less than a week before the midterm elections, polls predict that voters in Georgia are not leaning toward Republicans in a state that plays a decisive role in U.S. politics and gave Donald Trump a narrow victory in the 2024 presidential election.

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More Than 26.6 Million Have Voted Early in U.S. Midterms

“Republicans are disappointed. Trump promised he would lower prices, and obviously, it was a scam,” said David, a Democratic volunteer who goes door to door in neighborhoods across the city of Macon to make sure no progressive vote is lost.

Polls point to a likely victory for Sen. Jon Ossoff, who is seeking reelection against Republican Mike Collins and could even become a presidential candidate in 2028.

Democrats need to hold on to their seats in Georgia and Michigan and flip four Republican-held seats in swing states to win a Senate majority.

They are also hoping to make Keisha Lance Bottoms the first woman and first African American to serve as governor of Georgia, although polls show a dead heat with Republican Rick Jackson.

🇺🇸 Obama blasts Trump’s ‘chaos and cruelty’ ahead of US midterms

Former US president Barack Obama delivered scathing criticisms of current leader Donald Trump at a rally in Georgia to support Democratic candidates ahead of the November 3 midterm elections. pic.twitter.com/CyTKSsO8up

— AFP News Agency (@AFP) October 30, 2026

A Divided Battleground State

In Georgia, every vote counts. Trump defeated Harris in 2024 by 115,000 votes, while Joe Biden won in 2020 by just 12,000 votes, a margin Trump unsuccessfully challenged with allegations of fraud.

Few states embody the electoral pendulum as well as Georgia, where a population boom and decades of economic growth have transformed a Republican stronghold in the South into a state where either party can win.

While the Atlanta metropolitan area, home to Coca-Cola, CNN and Delta Air Lines, is a major source of Democratic votes, the state’s iconic peach orchards, by contrast, are turning Republican red.

💙 GEORGIA VOTE BLUE UPDATE:

With ONE day of early voting left, Democratic voters are still showing up strong, outpacing red counties relative to 2024!

Over 2.5 million ballots have been cast statewide—let’s keep expanding our lead! 🗳️✨

📍 Cast your early ballot today and… pic.twitter.com/eVxIZbSiB9

— Seth Taylor (@SethTaylor1991) October 30, 2026

The Battle for the African American Vote

The birthplace of Martin Luther King Jr. and the cradle of the civil rights movement, Georgia also has an African American population of more than 30%, above the national average.

Mobilizing those voters was one of Obama’s goals when he chose Atlanta for his final major campaign rally last Wednesday. “Obama represents hope, faith and class. He is the best of the best; what we have now is garbage,” said Patricia, an African American voter who attended the event.

So far, voter turnout in the Southern state has already broken records, with more than 2.3 million people casting early ballots, surpassing the previous high set during the 2022 midterm elections.

Although early voting figures cannot predict the outcome, some indicators favor Democrats, with higher turnout in urban centers and more moderate participation in rural areas.

trump’s net approval across all 50 states w/ less than one week until midterms

(only 10 states rate the president net positively, and approval is underwater in most states with key races)

maine: -29
michigan: -25
georgia: -24
iowa: -20
texas: -19
ohio: -19
alaska: -13
south… pic.twitter.com/CfeTa2I2Uv

— ian bremmer (@ianbremmer) October 29, 2026

The Cost of Living at the Center of the Campaign

Aware of what is at stake, Trump has visited Georgia twice in two weeks, most recently last Saturday, when he announced a multibillion-dollar investment by Audi to build a plant that would bring thousands of jobs, according to him.

The economy dominates a campaign shaped by public frustration over the high cost of living and rising gasoline prices amid the war in Iran.

“Women voters in counties across the Atlanta metropolitan area tend to be decisive. Gasoline and food prices are the main issues,” political scientist Kerwin Swint said.

Obama has tapped into the frustration of Americans struggling to make ends meet with a viral joke that has angered Trump: He compared the White House’s gold decor to the tacky aesthetic of The Cheesecake Factory restaurants.

Outside his rally, a man was selling T-shirts depicting the White House transformed into one of those restaurants. He said they sold out in the blink of an eye. Tuesday will show whether that is a reflection of what will happen at the ballot box.

teleSUR/ JF

Source: EFE

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Los brasileños derrotan a la «madre de todas las guerras híbridas»

Flávio, un cascarón vacío, puede haber perdido unas elecciones. Sin embargo, la máquina infernal que lo respalda nunca se dará por vencida.

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Escríbenos: info@strategic-culture.su

No significa nada si no tiene ese ritmo brasileño. Lo que está en juego no podría ser más alto: es una cuestión de vida o muerte. Así que los brasileños salieron a las calles —y a las casillas electorales— y lograron salir adelante.

No hicieron nada menos que domar a la Madre de Todas las Guerras Híbridas y derrotar, aunque fuera momentáneamente, a una coalición poderosa y tóxica que incluía toda la fuerza de la administración de la «Doctrina Donroe»; el tecnofeudalismo de Silicon Valley, especialmente impulsado por Meta; Wall Street y la Diosa del Mercado; los múltiples tentáculos de Zionism Inc.; las viejas élites reaccionarias —y sus medios de comunicación—; las nuevas élites ostentosas; la demencia evangélica; y, por último, pero no menos importante, una mediocre dinastía neofascista empeñada en convertir a Brasil en una neocolonia extractivista en beneficio de «La Voz de Su Amo».

El efecto —tranquilizador— es similar al de un himno de bossa nova de Antônio Carlos Jobim cantado por Frank Sinatra.

Sí, Brasil es demasiado grande —y demasiado indómito— para ser el patio trasero de nadie. Y qué giro tan radical, en lo que respecta a Lula personalmente: la geopolítica no ha visto un regreso como este desde la Batalla de Stalingrado.

Perdimos: así que la elección estuvo «amañada»

El día de las elecciones amaneció en un clima de gran tensión —pero con Flávio Bolsonaro aún con un 82 % de posibilidades de ganar, según Polymarket, los favoritos de la DARPA. Es como si el Estado profundo supiera el resultado de antemano —tal como en la primera ronda de votación—.

Sin embargo, al final Lula ganó por 4.4 millones de votos. No sin mucho drama. Justo antes de que cerraran las urnas, un juez de la Corte Suprema —quien anteriormente había sido el abogado personal de Lula durante el caso de corrupción «Lava Jato»— extendió el horario de votación en todo el país por dos horas.

El tribunal electoral debería haber tomado una decisión al respecto. No lo hizo porque otro juez de la Corte Suprema —nombrado por Bolsonaro— estaba demorando el proceso.

La prórroga fue vital, porque para entonces ya se había demostrado que los alcaldes bolsonaristas estaban obstaculizando deliberadamente el transporte público, especialmente los autobuses, en bastiones de Lula como Salvador, en Bahía: una táctica sacada directamente del manual de sabotaje oligárquico, utilizada para suprimir el voto popular.

El dato clave es que ambas campañas habían solicitado una extensión del horario de votación. Y eso desmiente por completo las afirmaciones de los imbéciles bolsonaristas y vinculados al movimiento MAGA de que la elección estuvo «amañada».

Como era de esperarse, Flávio Bolsonaro se niega a reconocer la derrota y quiere que se anule la elección. Eso no sucederá —según el mismo juez designado por Bolsonaro que, para empezar, estaba dando largas al asunto—.

En la segunda vuelta, Lula aumentó su total de votos en más de 10.1 millones, mientras que Bolsonaro solo obtuvo 3.6 millones más. A eso se suma algo casi improbable: hubo más de 1.8 millones menos (cursiva mía) votos nulos y nulos en comparación con la primera vuelta —y la abrumadora mayoría fue para Lula.

Varias razones explican el desempeño del «niño del regreso» —o del «abuelo»—. Empezando por una movilización popular masiva: la abstención bajó del 21,08 % al 19,21 %. Casi 3 millones de personas más acudieron a las urnas.

Lula amplió sus márgenes donde era fuerte —en el noreste— y redujo sus pérdidas en el acaudalado sureste.

La campaña de Lula llevó a cabo una importante autocorrección: en lugar de enfocarse en el pasado —los resultados concretos de su gobierno—, comenzó a hablar de la cruda realidad actual: la economía familiar; los enormes niveles de endeudamiento; el costo de vida; los salarios; e incluso presentó propuestas concretas para los próximos cuatro años.

La campaña de movilización digital fue digna de atención, con un arma letal desatada en WhatsApp: el canal «El Ejército de Lula», que pasó de unos 50 000 seguidores a la impresionante cifra de 10 millones en menos de tres semanas: una infantería digital de facto. Brasil es una de las naciones más conectadas del planeta.

Encabezada por el recién elegido diputado André Janones, la campaña demostró cómo Lula venció al hegemón tecno-feudalista Meta en su propio terreno: la estrategia será estudiada en los anales de la ciencia política por generaciones.

Y luego está la asombrosa incompetencia de Flávio Bolsonaro: una mezcla letal de arrogancia e ignorancia que simplemente no se podía vender como una alternativa moderada.

Apenas dos días antes de la segunda vuelta, durante el último y crucial debate, Bolsonaro, en vivo, frente a toda la nación y a millones de votantes indecisos, llamó a Lula «el de los nueve dedos», burlándose de su discapacidad física.

Lula preparó la respuesta en tiempo real como una cobra. Recordó cómo perdió su dedo meñique a los 19 años en una prensa de metal, víctima de la precariedad y la falta de seguridad que sufren millones de trabajadores en Brasil: «Algo muy diferente a ti, Bolsonaro, que nunca has trabajado».

Eso lo selló todo: el dedo meñique perdido como el símbolo definitivo de la dignidad frente al privilegio.

Esto se va a poner muy feo

Gobernar Brasil será una tarea sisífica para el cuarto mandato de Lula. El Senado (81 escaños) está controlado por la extrema derecha (48 escaños): una mayoría absoluta. En el Congreso, la extrema derecha cuenta con 303 escaños (muy por encima de la mayoría, que es de 257), el centro tiene 86 escaños y la izquierda solo 124. Cualquier reforma, presupuesto o ley se enfrentará a un muro de hierro.

Podría decirse que la mejor definición de Lula la ofreció en su momento el difunto y gran El Comandante, Fidel Castro:

Nunca fue un extremista de izquierda, ni alcanzó el estatus de revolucionario desde posiciones filosóficas, sino desde las de un trabajador de origen muy humilde y fe cristiana, que trabajó duro creando plusvalía para otros.

Lula, ahora en sus ochenta, parece haber recuperado esa chispa. No hay duda de que sabe muy bien cómo esta derrota masiva para Trump, el MAGA y la Doctrina Monroe lo obligará a movilizar todas sus fuerzas: para organizar a Brasil mientras contiene la furia descontrolada del Imperio.

Sean cuales sean los resultados de las elecciones intermedias de EE. UU. la próxima semana, Trump inevitablemente intensificará las sanciones y/o los aranceles contra Brasil y seguirá haciendo todo lo posible y lanzando operaciones sucias para desestabilizar al país.

La CIA y el Estado profundo están profundamente enredados en la realidad brasileña y son capaces de desatar un sinfín de trucos sucios.

Lula lo sabe: esto se pondrá muy feo.

En resumen, se podría decir que Lula personifica un Brasil católico, tradicional, lusófono, mestizo y progresista.

Esto entra en un choque frontal con el eje reaccionario, evangélico, neopentecostal y sionista angloamericano. Después de todo, los neopentecostales defienden la lunática teología del Fin de los Tiempos que dio forma al sionismo cristiano angloamericano.

Flávio Bolsonaro —como todos los miembros del clan— prometió trasladar la embajada de Brasil a Jerusalén; desestimó al BRICS calificándolo de «altamente ideológico»; y atacó la relación de Lula con Irán (también miembro del BRICS).

Flávio, un cascarón vacío, puede haber perdido unas elecciones. Sin embargo, la máquina infernal que lo respalda nunca se dará por vencida.

Traducción:  Observatorio de trabajador@s en lucha

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Drone Attack on a Camp in Amhara Leaves 16 Civilians Dead in Ethiopia

On Thursday, 16 civilians were killed and 22 injured following a drone attack on the Hyiq Jari 2 camp for internally displaced persons (IDPs) in the Amhara region of northern Ethiopia, according to residents and accounts gathered by the Ethiopian newspaper Addis Standard. The incident comes amid ongoing clashes between the federal army and rebel groups in the north of the country.

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Ethiopian Army Allies Say They Have Reconquered a City After an Eritrean Incursion

The camp, located in the South Wollo administrative zone, was struck by as many as five drone attacks, occurring at intervals of approximately fifteen minutes. Witnesses reported that the explosions hit the site while the displaced people were inside their shelters.

“The drone attacked the camp at least five times, at fifteen-minute intervals, while the internally displaced people were inside their shelters. We never expected a drone to attack the camp,” one witness told Addis Standard.

The victims include children, women, and the elderly. The attack also resulted in the burning of around twenty dwellings, though these details have not been independently verified.

NEW COMMENTARY | Containing the New War in Northern Ethiopia

War has returned to northern Ethiopia, raising fears of a wider conflict involving Eritrea. In our EU Watch List, we explain how the EU can facilitate talks and prevent escalation.https://t.co/Q6hzxtsqGD pic.twitter.com/mGhDJVkh0A

— Crisis Group (@CrisisGroup) October 16, 2026

Humanitarian crisis

The camp houses more than 1,800 internally displaced people, who are facing a severe humanitarian crisis. Humanitarian organizations have significantly scaled back their assistance, limiting access to food, shelter, and medical care.

“We have neither shelter nor food. Perhaps the best thing to do is to go to the city and sleep on the streets, hoping that someone might take pity on us and help. We have no other choice right now,” said one of the displaced individuals.

Those affected also noted that regional authorities have failed to respond to their pleas for support. Neither the Ethiopian government nor the insurgent groups have commented on who was responsible for the attack. The violence is taking place as the Ethiopian Army battles rebel groups in the north of the country. On September 23, the Tigray People’s Liberation Front (TPLF) announced a defensive war from that region, following months of escalation and recurring drone strikes.

AMHARA FANO NATIONAL MOVEMENT
Foreign Affairs Department Urgent Call for International Action regarding Indiscriminate Aerial Attacks in Ethiopia pic.twitter.com/q2uBGl9EUj

— Amhara Fano National Movement – Foreign Affairs (@AFNM_FA) October 23, 2026

Since then, federal forces have made gains, particularly in Tigray, though fighting persists in other areas. An alliance of seven rebel and opposition groups—including the TPLF, the Amhara nationalist movement Fano, and the Oromo Liberation Army (OLA)—was recently formed with the stated goal of toppling the Ethiopian government.

Ethiopia has also accused Eritrea of ​​supporting the rebels and conducting incursions into its territory—an accusation that Asmara denies. This escalation has reignited fears of a new, large-scale war, similar to the 2020–2022 conflict between the TPLF and the federal government, which, according to the African Union, resulted in at least 600,000 deaths.

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Civis são retirados de cidade no sul da Ucrânia em meio à trégua

Centenas de pessoas de uma cidade ocupada no sul da Ucrânia, que sobreviveram durante meses sem suprimentos básicos, são retiradas nesta sexta-feira (30), sob um acordo de cessar-fogo negociado pela primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.

A cidade de Oleshky, na região de Kherson, no sul da Ucrânia, está sob ocupação russa contínua desde abril de 2022. Segundo autoridades ucranianas, cerca de duas mil pessoas — incluindo 50 crianças — permanecem presas no município, que se encontra severamente destruído.

Todas as vias de acesso foram fortemente minadas ou estão repletas de drones, tornando a fuga impossível.

A situação humanitária deteriorou-se nos últimos meses. Segundo autoridades ucranianas, a cidade ficou sem alimentos e outros suprimentos em setembro, sem acesso à eletricidade, ao gás, a medicamentos e a outros itens essenciais.

Esse cenário crítico gerou preocupação em todo o mundo, levando organizações internacionais, líderes religiosos e outros a pedirem providências urgentes.

Relatos indicam que os moradores têm recorrido à busca por restos de comida e ao consumo de ervas silvestres, enquanto os corpos de pessoas que faleceram permanecem nas ruas.

A trégua temporária entrou em vigor na terça-feira (27) e, desde então, estendeu-se por toda a região de Kherson. O cessar-fogo também trouxe alívio à cidade — capital da região sob controle ucraniano —, que tem sido alvo de ataques quase constantes por drones russos.

O cessar-fogo deve expirar no domingo (1º).

O ombudsman da Ucrânia, Dmytro Lubinets, viajou a Oleshky para acompanhar pessoalmente os retirados até o território sob controle ucraniano — tornando-se a primeira autoridade ucraniana de alto escalão a viajar abertamente para áreas ocupadas sob controle russo desde o início da guerra.

“Estamos em Oleshky”, disse ele em um comunicado. “Pessoas que desejam ir para o território da Federação Russa estão se reunindo aqui, e há pessoas que querem partir para o território da Ucrânia. Todos terão essa oportunidade.”

A homóloga russa de Lubinets, Yana Lantratova, também estava presente em Oleshky; os dois foram vistos em vídeos, lado a lado, conversando com moradores locais.

A retirada estava programada para começar no início da tarde, no horário local. Segundo Lubinets, 25 ônibus, com capacidade para 750 passageiros, fazem parte da operação.

A previsão é que eles passem pela Crimeia, pela Rússia e pela Bielorrússia, chegando à fronteira ucraniana em algum momento do sábado.

Cerca de 40% da população da cidade, que antes da guerra era de aproximadamente 24 mil habitantes, conseguiu fugir para territórios sob controle ucraniano quando isso ainda era possível, no início do conflito — segundo o Instituto para o Estudo da Guerra (Institute for the Study of War), uma organização sediada nos EUA que monitora conflitos. Milhares de outras pessoas escaparam desde então, mas muitas permaneceram no local, seja por não conseguirem sair ou por não desejarem fazê-lo.

A cidade desempenha um papel importante nas operações militares da Rússia na região. Ela está situada perto das margens do rio Dnipro, exatamente em frente às posições ucranianas.

À medida que os dois lados trocam disparos, os moradores de Oleshky acabam ficando no meio do fogo cruzado.

Todas as rotas de fuga em direção à Ucrânia desapareceram gradualmente com a intensificação da ocupação russa.

E, embora antes fosse possível escapar da cidade seguindo mais para dentro do território controlado pela Rússia, isso também se tornou impossível nos últimos meses, com a intensificação dos combates e o fato de todas as rotas de saída terem sido minadas ou estarem repletas de drones.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, acusou a Rússia de minar as vias de acesso à cidade, em uma tentativa de impedir a saída dos moradores.

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Trump administration intensifies legal challenges four days before the midterms

The shorter the countdown until the midterms, the more aggressive the Donald Trump administration gets in its election-related legal challenges. On Thursday, the federal government stepped up its offensive in an effort to show that thousands of people without the right to vote are planning to participate in upcoming elections in California, Washington and other states. It has also scrutinized Mary Peltola, the Democratic candidate for the U.S. Senate in Alaska after The New York Times reported that Peltola’s team maneuvered to recruit a third candidate with the same name as her Republican rival in an effort to split the Republican vote in the state’s election.

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© Mark Thiessen (AP Photo/Mark Thiessen)

Mary Peltola in Anchorage, Alaska, on August 18.
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Intel sufre la mayor caída en Bolsa de su historia: se hunde casi un 30% quemando 130.000 millones de dólares de capitalización

Desplome histórico en las acciones de Intel. Los títulos de la tecnológica estadounidense se están hundiendo este viernes cerca de un 29% tras publicar unas previsiones para el cuarto trimestre por debajo de las estimaciones del mercado ante una caída de las ventas del mercado de ordenadores personales. El porcentaje significa que Intel va camino de cerrar la peor sesión en Bolsa de toda su historia. La mayor caída, hasta ahora, tuvo lugar el 2 de agosto de 2024, cuando se dejó un 26%, tras presentar pérdidas por el deterioro de su división de fabricación y anunciar 15.000 despidos. Con la bajada, Intel ha quemado cerca de 130.000 millones de dólares en capitalización bursátil, y está arrastrando a otros grupos del sector de los semiconductores como Nvidia, Broadcom, Micron Technology y AMD, que también sufren fuertes castigos.

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© JOHN G. MABANGLO (EFE)

Sede de Intel.
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La caccia di Trump ai “traditori” in divisa colpisce anche il generale che pianificava i raid sull’Iran: “Licenziato, passava informazioni ai giornali”

Un paio di giorni fa il Wall Street Journal ha pubblicato un articolo in cui raccontava come l’amministrazione Trump avrebbe avvertito gli alleati dei Paesi arabi di una possibile ripresa di attacchi contro l’Iran dopo il voto di midterm. Una strategia che dovrebbe essere pianificata, ma il Pentagono ha un problema: ha licenziato il pianificatore.

Il generale Brett Sylvia, responsabile della pianificazione del Pentagono e tra i principali esponenti dello Stato maggiore congiunto, è stato licenziato da Pete Hegseth, il segretario alla Difesa che lo ha accusato di aver divulgato a due giornalisti informazioni classificate sulle crisi di Ucraina e Iran. Sottoposto al test del poligrafo, l’alto ufficiale avrebbe fallito quattro volte la prova. Il media Axios, che ha visionato un rapporto, ha confermato che Sylvia è stato allontanato ufficialmente per aver “divulgato ai media informazioni non autorizzate”.

Mandare via Sylvia non è cosa da poco. Il suo ruolo è noto con la sigla J5: è l’ufficiale che fornisce consulenze dirette al Capo di Stato Maggiore, Dan Caine. Per almeno due fonti dello stesso Pentagono, l’allontanamento di Sylvia non ha tanto a che fare con i suoi rapporti non autorizzati con i media, quanto con la caccia ai “traditori” in divisa imbastita dopo che sulla stampa americana erano emerse le condizioni dell’arsenale e la penuria di scorte in seguito all’attacco all’Iran. La decisione di bombardare gli ayatollah è stata presa dal presidente Trump, ma nonostante i suoi annunci il regime sciita è rimasto in sella e il blocco dello Stretto di Hormuz ha provocato non pochi danni.

Tornando al licenziamento di Sylvia, l’agenzia Reuters ha riportato una dichiarazione di un funzionario dello stesso Pentagono che a condizioni di mantenere l’anonimato ha detto: “L’entità delle fughe di notizie è diventata così critica che il segretario Hegseth ha agito immediatamente e ha licenziato Sylvia per proteggere la sicurezza nazionale. Era necessario un intervento urgente e non si poteva aspettare un secondo di più”. Il portavoce del Pentagono, Sean Parnell, ha sostenuto che le responsabilità del generale sono state comprovate attraverso una indagine condotta dagli investigatori dell’Aeronautica. Sylvia avrebbe iniziato a parlare con i giornalisti da giugno 2025, sia attraverso canali di messaggistica come Signal sia in incontri di persona – almeno una volta – con un reporter in un ristorante di Arlington.

Di certo, il generale non è l’unico a pagare la strategia avviata dall’amministrazione Trump per colpire i comandanti ritenuti poco affidabili. Da quando Pete Hegseth è stato promosso al ruolo di Segretario alla Difesa, sono almeno venti i generali e gli ammiragli che sono stati costretti a lasciare i loro incarichi. Tra loro, si possono citare il generale Charles Q. Brown (Aeronautica), ex pilota di caccia con più di 3.000 ore di volo, mandato via da Trump con un post sui social; il generale James Slife (Aeronautica) che aveva guidato il Comando delle operazioni speciali; il generale Randy George (Esercito), veterano della Prima Guerra del Golfo, e nelle guerre in Iraq e Afghanistan; l’ammiraglio Alvin Holsey che ha ricoperto l’incarico di capo del Comando meridionale Usa; il vice ammiraglio Shoshana Chatfield, che era stata rappresentante degli Stati Uniti al comando della Nato; l’ammiraglio Lisa Franchetti che è stata la prima donna ad essere promossa ammiraglio a quattro stelle con la responsabilità delle operazioni navali.

Insomma, vestire la divisa per gli alti ufficiali americani può comportare discrete probabilità di entrare in collisione con l’amministrazione del presidente-tycoon. Lui, commentando la notizia del licenziamento di Sylvia, l’ha scambiato per una donna: “Stiamo cercando disperatamente chi ha fatto trapelare informazioni riservate e lei avrà grossi problemi, problemi a lungo termine”.

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The Oleshky Paradox: How a Humanitarian Rescue Became a Political Gift to Putin and Trump

The evacuation of civilians from Russian-occupied Oleshky offers a rare humanitarian breakthrough in a war that has produced precious few. Yet behind the diplomatic congratulations and carefully managed publicity lies a striking contradiction: Moscow is receiving international recognition for helping rescue people whose suffering is inseparable from its own occupation. For Vladimir Putin, it is an opportunity to appear conciliatory without changing his military objectives. For Donald Trump, it is a diplomatic achievement conveniently timed ahead of the American congressional elections.

In Oleshky, the humanitarian convoys have finally arrived. So have the television cameras. After more than four years of Russian occupation, hunger and isolation, the surviving inhabitants of this devastated Ukrainian town have suddenly found themselves at the centre of international diplomacy.

Their predicament has acquired a political significance extending far beyond the immediate question of how to get food into Oleshky and its people out.

On Friday, 30 October, Kyrylo Budanov, head of Ukraine’s Presidential Office, confirmed that humanitarian assistance had reached the town and transport was ready for residents wishing to evacuate to Ukrainian-controlled territory.

Ukraine’s Human Rights Commissioner, Dmytro Lubinets, is coordinating the operation. Twenty-five buses, capable of transporting 750 passengers, together with ambulances for vulnerable residents, have been prepared.

The temporary ceasefire, which began on 27 October, is scheduled to expire on 1 November.

The number of evacuees remains uncertain. Ukraine’s prime minister withdrew an earlier estimate, explaining that the figures were changing and that premature disclosures could compromise the mission.

For civilians who have endured years of occupation, the operation offers something considerably more valuable than diplomatic recognition: a chance to survive.

For the governments involved, however, the calculations are rather different.

The concession that costs Putin remarkably little

The White House announced the agreement on 23 October, crediting Melania Trump with securing the humanitarian ceasefire.

It was an unusual intervention by an American First Lady, and one that Ukrainian officials have publicly welcomed.

But the limited scope of the arrangement deserves attention.

Moscow has agreed to suspend hostilities temporarily, permit humanitarian deliveries and facilitate civilian evacuations. It has not agreed to withdraw its forces, reconsider its territorial demands or substantially alter its conduct of the wider war.

The political return, meanwhile, could be considerable.

Russia can demonstrate cooperation with Washington. The Trump administration can point to a negotiated outcome. The First Lady receives international recognition for a humanitarian initiative.

All this comes just days before the American congressional elections on 3 November, offering the White House a visible diplomatic success without requiring the Kremlin to sacrifice anything strategically important.

Whether the operation will actually deliver Republican votes is another matter. There is no evidence that it will materially influence electoral preferences.

But the publicity value is unmistakable.

For Putin, the arrangement offers something perhaps more useful than an electoral favour to Trump: an opportunity to cultivate the image of a reasonable negotiating partner while preserving Russia’s freedom of military action.

The occupying power as humanitarian benefactor

There is a deeper irony in Russia’s new role as a partner in Oleshky’s rescue.

Before the invasion, approximately 24,000 people lived in the town. Today, an estimated 1,700–2,000 remain.

The survivors have endured Russian occupation since 2022, widespread destruction, restrictions on movement and severe shortages of basic necessities. The catastrophic flooding following the destruction of the Kakhovka dam in June 2023 compounded their predicament.

Yet Moscow can now present itself as a participant in relieving the humanitarian catastrophe.

The transformation is politically convenient.

Images of Russian officials accompanying aid convoys may help construct a narrative of humanitarian responsibility, particularly for international audiences unfamiliar with the town’s recent history.

Facilitating an evacuation does not, however, absolve an occupying power of its obligations towards civilians.

Nor should cooperation on a single humanitarian operation be mistaken for evidence that Moscow has reconsidered the policies that produced the crisis.

When survivors become instruments of propaganda

The information campaign surrounding Oleshky is particularly revealing.

On 7 October, Ukraine’s Security Service warned that Russian military personnel were allegedly preparing interviews in which residents would blame Ukrainian forces for their suffering while praising Russian troops.

These allegations require independent scrutiny. But they raise an uncomfortable question: how much weight should be attached to political declarations made by people emerging from years of occupation?

Fear can produce silence. It can also produce conformity.

Civilians dependent upon the authorities controlling their territory may repeat the language of those authorities, whether from conviction, intimidation or self-preservation.

Some residents may genuinely support Russia. That does not make them less entitled to humanitarian assistance.

There is a fundamental distinction between holding pro-Russian political opinions and actively collaborating in crimes against Ukraine.

A state defending its sovereignty need not demand ideological conformity from citizens it seeks to protect.

Indeed, rescuing them irrespective of their political sympathies is a more meaningful demonstration of democratic principles than any carefully staged declaration of gratitude.

Melania Trump and the choreography of compassion

The American dimension introduces its own peculiarities.

The White House has portrayed the ceasefire as an achievement of the First Lady’s personal diplomacy. Yet Washington was not the only party attempting to secure an agreement.

On 16 October, a week before the White House announcement, Pope Leo XIV appealed directly to Putin for a ceasefire in Oleshky to permit food deliveries, medical assistance and voluntary evacuations.

Three days later, the pontiff raised the same issue with Volodymyr Zelensky.

The Vatican’s documented intervention does not negate Melania Trump’s involvement, which Ukrainian and Russian officials have acknowledged. It does, however, complicate the suggestion that the breakthrough was exclusively an American diplomatic achievement.

In the meantime, the publicity surrounding the operation has assumed a conspicuous political character.

On 29 October, Melania Trump announced that four journalists from Newsmax, a broadcaster closely associated with Trump’s conservative constituency, would accompany the mission as neutral observers.

The broadcaster’s involvement was also welcomed by Kirill Dmitriev, the Kremlin’s special representative for international economic cooperation.

The interests converge rather neatly.

Washington obtains images of successful humanitarian diplomacy. Moscow gains an opportunity to appear cooperative before an American audience. The First Lady receives recognition for an initiative that has produced tangible results where much broader diplomatic efforts have struggled.

None of this diminishes the importance of saving civilians. But the political presentation risks becoming an achievement in its own right, potentially obscuring the question of why those civilians required rescuing in the first place.

The ceasefire ends at Oleshky

The military reality provides a rather less reassuring picture.

Oleshky lies on the Russian-controlled eastern bank of the Dnipro, opposite Ukrainian-held Kherson.

According to reporting by Le Monde, Ukrainian officials fear that Russian forces could exploit the temporary pause to replenish supplies and prepare further operations around Kherson.

Such concerns do not establish that a new offensive is imminent. Nevertheless, they highlight the distinction between a local humanitarian agreement and a genuine reduction in military confrontation.

The evacuation route reflects these security sensitivities.

Rather than crossing the Dnipro directly, residents wishing to reach Ukrainian-controlled territory are expected to travel through Russia and Belarus.

The arrangement avoids an immediate frontline crossing but creates separate concerns about possible coercion, screening and freedom of movement.

Meanwhile, Russia has made clear that its willingness to negotiate humanitarian pauses does not imply a willingness to suspend its broader offensive.

The distinction is critical. Moscow can cooperate over evacuation buses while continuing to launch missiles elsewhere in Ukraine.

What Europe should take from Oleshky

For European governments, the danger lies in confusing limited cooperation with strategic change.

The Kremlin has demonstrated that it can make a carefully circumscribed humanitarian concession, receive international recognition and retain its fundamental negotiating position.

The wider implications are significant.

A diplomatic process that rewards Moscow for temporary gestures while leaving its military objectives untouched risks producing the appearance of progress rather than progress itself.

Europe’s interest is not merely in securing occasional humanitarian agreements, valuable though they are. It is in ensuring that negotiations lead towards a settlement that preserves Ukrainian sovereignty and does not leave the continent facing an emboldened Russia.

For now, Oleshky offers no evidence that Moscow has moved substantially closer to such an outcome.

The humanitarian mission may save hundreds of Ukrainian lives. If it succeeds, those who negotiated and implemented it deserve recognition.

But political recognition should not become historical absolution.

The occupying power has agreed to help evacuate civilians from a town it continues to occupy. Washington has secured a diplomatic achievement that places few constraints on Russia’s military ambitions.

The cameras will eventually leave Oleshky. The temporary ceasefire will expire.

And unless something more substantial changes, Russia’s occupation — and the war that made the evacuation necessary — will continue.

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