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Pitbull no Brasil: venda geral de ingressos começa nesta sexta-feira (30)
A venda geral dos ingressos para o show único do Pitbull no Brasil começa nesta sexta-feira (30), após a pré-venda oficial ocorrer na manhã de quinta-feira (29). A apresentação do rapper norte-americano está prevista para acontecer na noite do dia 31 de janeiro de 2027.
Assim como a venda antecipada, a comercialização oficial das entradas ocorre por meio do site da Ticketmaster. A compra dos ingressos será liberada na manhã desta sexta-feira (30) às 10h (horário de Brasília) no portal online, e às 11h (horário de Brasília), nas bilhetarias físicas.
Divididos em quatro setores, o preço das entradas varia entre R$ 890 (inteira, pista premium) e R$ 225 (meia, cadeira superior).
Após visitar o país, o cantor, conhecido como Mr. Worldwide, também se apresentará em Medelín, na Colômbia, Lima, no Peru, Santiago, no Chile, Buenos Aires, na Argentina, Cidade do México, Guadalajara e Monterrey, todas no México, nos dias 4, 9, 11, 13, 17, 19 e 21 de fevereiro, respectivamente.
Essa não será a primeira passagem do rapper pelo Brasil. Em 2010, ele estreou no país com uma apresentação no festival Telefónica Sonidos, no Jockey Club, em São Paulo. Posteriormente, Pitbull retornou com a turnê mundial “Planet Pit World Tour”, que passou por São Paulo, Rio de Janeiro, Manaus, Salvador, Goiânia, Fortaleza e Teresina.
Em 2014, o rapper teve uma de suas apresentações mais marcantes para o público brasileiro ao cantar ao vivo na cerimônia de abertura da Copa do Mundo de Futebol, realizada na Arena Corinthians, em São Paulo.
Veja o preço dos ingressos do show de Pitbull em São Paulo
- Cadeira superior: R$ 450 (inteira) e R$ 225 (meia);
- Pista: R$ 490 (inteira) e R$ 245 (meia);
- Cadeira Inferior: R$ 840 (inteira) e R$ 420 (meia);
- Pista Premium: R$ 890 (inteira) e R$ 445 (meia).
Saiba a origem do nome de Pitbull
Nas últimas décadas, ao redor do mundo, a origem do nome artístico do rapper já foi tema de diversas discussões. De acordo com seu livro biográfico, “Pitbull: Mr. Worldwide”, ele tinha um motivo para querer ser conhecido pelo nome de uma raça específica de cachorro.
“Pitbulls mordem para travar”, afirma ele na obra. “O cachorro é burro demais para perder. E eles são proibidos no Condado de Dade, na Flórida. Eles são basicamente tudo o que eu sou. Tem sido uma luta constante”, disse o artista em uma entrevista à CNN Internacional.
Seu nome de batismo oficial é Armando Christian Pérez. De ascendência cubana, o rapper norte-americano nasceu em Miami, nos Estados Unidos. Ao longo de sua carreira, ele também ganhou um segundo apelido em referência ao alcance internacional de sua música: Mr. Worldwide.
*Sob supervisão de Gabriela Maraccini, da CNN Brasil
Veja o que muda nos ingressos e meia-entrada para shows após novo decreto
Pussycat Dolls fazem primeiro show no Brasil nesta sexta-feira; saiba tudo
As Pussycat Dolls realizam o primeiro encontro com o público brasileiro na noite desta sexta-feira (30), diretamente do Nubank Parque, em São Paulo. Com abertura comandada por Pabllo Vittar, os ingressos estão à venda no site da Eventim.
Os portões do estádio serão abertos às 17h, o Club Vittar começa às 19h30 e, na sequência, às 21h, Nicole Scherzinger, Ashley Roberts e Kimberly Wyatt sobem ao palco com a PCD Forever Tour.
No palco, o trio retoma a identidade do grupo com coreografias sincronizadas, figurinos inspirados em diferentes fases da carreira e uma abordagem mais contemporânea.
Ao longo dos anos, esse impacto das cantoras foi impulsionado por um repertório que ajudou a definir a música pop dos anos 2000. Faixas como “Don’t Cha”, “Buttons”, “Beep”, “Stickwitu”, “Wait a Minute”, “When I Grow Up” e “I Hate This Part”, por exemplo, dominaram rádios, canais de música e pistas de dança ao redor do mundo.
O sucesso comercial acompanhou essa influência cultural. Foram mais de 15 milhões de álbuns e 40 milhões de singles. Além disso, elas emplacaram cinco músicas no Top 10 da Billboard Hot 100 e, em 2012, foram incluídas pela VH1 na lista “100 Greatest Women in Music”.
Duas décadas depois, Nicole, Ashley e Kimberly lideram o retorno do grupo, que já apresentou aos fãs a inédita “Club Song”, primeiro lançamento desde “React” (2020). “Sempre sentimos o carinho e o apoio dos nossos fãs brasileiros. A paixão e a dedicação deles significam muito para nós, e estamos muito animadas por trazer a PCD Forever Tour para São Paulo!”, disseram em comunicado à imprensa.
“Mal podemos esperar para retribuir todo esse amor e essa energia com um show inesquecível, celebrar esse momento especial junto ao público do Brasil e criar novas memórias com os fãs que nos acompanham desde o início”, concluíram.
SERVIÇO
PCD Forever Tour – São Paulo
- Data: 30 de outubro
- Local: Nubank Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo
2º show do BTS no Brasil: confira tudo sobre e veja o que esperar
O BTS fez o primeiro show no Estádio do Morumbis, em São Paulo, na última quarta-feira (28). Esse foi o primeiro dos três shows da turnê “BTS World Tour: Arirang” no país, e reuniu cerca de 85 mil pessoas. Com base na primeira apresentação, a CNN Brasil preparou um guia com dicas para quem vai assistir aos próximos shows, que acontecem nesta sexta-feira (30) e no sábado (31).
Não era de se espantar que um show que reuniu milhares de pessoas fosse causar aglomeração e filas intermináveis, mas os fãs do BTS ultrapassaram as expectativas para a primeira apresentação.
A Linha 4-Amarela, operada pela Motiva, registrou na quarta-feira (28) o maior número de clientes transportados em um único dia desde o início da pandemia: 816.815 clientes, alta de 3,6% em relação ao recorde anterior do período, de 788.616 pessoas, registrado em 4 de março de 2026.
Para o 2º show do grupo, é recomendado chegar ao evento com algumas horas de antecedência, para garantir a entrada no local de forma confortável, já que muitas pessoas reclamaram que não conseguiram se acomodar na arquibancada e cadeiras.
Veja as imagens:



Com relação ao espetáculo, o grupo apresentou o que era esperado pelos fãs, com exceção da música “Idol”, na qual os sete integrantes desciam e davam uma volta completa na parte de baixo do estádio para interagir de perto com o público. No Brasil, a canção foi apresentada inteiramente no palco. Espera-se que o mesmo ocorra nos dois próximos shows.
Na primeira apresentação, o grupo de k-pop ainda trouxe canções surpresas, para a alegria dos fãs brasileiros. Na ocasião, foram escolhidos dois grandes sucessos do grupo: “Black Swan”, que possui 617 milhões de visualizações no YouTube, e “Silver Spoon”, que não tem clipe, mas cujo vídeo do “Dance Practice” ultrapassa os 262 milhões de visualizações. Para os próximos dois shows, a expectativa é que o grupo apresente músicas diferentes para esse bloco, apesar de já terem repetido canções em outros shows.
Confira os horários e informações dos próximos shows:
- Abertura dos portões: 16h;
- Horário de início do show: 20h;
- Local: Estádio do Morumbis (Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 – Morumbi, São Paulo – SP);
- Classificação etária: 16 anos (menores de 5 a 15 anos entram apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais);
- Transporte público mais próximo: Estação São Paulo–Morumbi, Linha 4-Amarela.
Bloqueio de ruas
A Live Nation, empresa responsável pela organização dos três shows do BTS no Estádio do Morumbis, vai barrar a entrada de pessoas sem ingresso ao redor do local. A ação será realizada com a Polícia Militar e os demais órgãos de segurança pública de São Paulo.
Além da Polícia Militar, também participam da ação a Prefeitura do Município de São Paulo, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) e a AME Morumbi (Associação de Moradores Local.
Serão realizados bloqueios nessas vias:
- R. Júlio Ribeiro Neto x R. Mal. do Ar Antônio Appel Neto;
- R. Prof. Paulo Pupo x R. Profa. Ana Andrade Santana;
- R. Dona Adelina Ashcar x R. Profa. Ana Andrade Santana;
- R. Dr. Erasmo Teixeira de Assunção x R. José Yazigi;
- Av. Giovanni Gronchi x R. Comendador Gabriel Calfat;
- Av. Giovanni Gronchi x R. Prof. Alfredo Ashcar;
- Av. Giovanni Gronchi x R. João da Cruz Melão x R. Corgie Assad Abdalla.
Somente moradores previamente cadastrados e fãs com ingresso para o show do dia poderão passar pelos bloqueios. As triagens serão feitas nos acessos 1, 2, 6, 7 e 9 (confira no mapa), com início previsto às 8h da manhã do dia de cada show.
A recomendação para quem vai aos próximos shows continua sendo o metrô, especialmente a Linha 4 – Amarela do metrô. A Estação São Paulo-Morumbi será o principal ponto de acesso ao local do show e, por isso, foram designadas orientações devido a interdições e alterações no trânsito previstas para as ruas mais próximas ao estádio, o que pode dificultar a chegada de carros particulares e serviços de transporte por aplicativo.
Confira ainda a provável setlist e a lista de itens permitidos e proibidos para as apresentações.
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La historia tras 'Mente de bolboreta', la canción que explica cómo vivir con ELA
La esclerosis lateral amiotrófica (ELA) es una enfermedad neurodegenerativa que provoca la muerte de las motoneuronas. Poco a poco, las células del sistema nervioso dejan de funcionar, por lo que el cerebro no puede enviar órdenes a los músculos y se produce una parálisis. Esta afección es irreversible, por lo que, cuando a Andrés Hermosilla le diagnosticaron, decidió explicar al mundo cómo era su día a día.
Así, su idea fue componer una canción que pudiera llegar a todo el mundo. Sin embargo, no podía lograrlo solo. Así, Samuel, su vecino, le pidió ayuda a Daniel González, un cantautor de Vigo. Juntos, crearon Mente de bolboreta (que se traduciría al castellano como Mente de mariposa), en al que narraron cómo es vivir con ELA.
Lanzar la canción no fue sencillo. Los tres hombres comenzaron a trabajar a través de videollamada. "Cuando Andrés escuchó la canción, se emocionó mucho. No pensaba que pudiera sacar el proyecto adelante, pero llegó un momento en el que Andrés me conmovió tanto y me caló tan hondo que no pude no hacerlo", explicó el intérprete a Informativos Telecinco.
El tema saldrá en plataformas el próximo 20 de noviembre, aunque, como así explicó el cantante, hubiera preferido esperar un tiempo. "Está un poco verde, pero Andrés tiene muchas ganas de verla ya publicada", confesó. De hecho, el tema se creó en menos de dos semanas.
Como así confesó, él mismo no conocía la enfermedad hasta que conoció a Andrés. De hecho, el tema nace de un poema suyo, por lo que a pesar de que el músico creó la melodía, las palabras son de su compañero. "Le he hecho coautor para que él pueda hablar del tema y sea suyo. Al fin y al cabo, yo no haría la canción si no fuese por Andrés", recalcó.

“Politici, media e social ci dividono, io canto ciò che ci unisce. Da ex soldato dico che se non capisci l’altro, finisci allo scontro. Il caso Ed Sheeran? Se non si sente di esporsi, va rispettato”: parla James Blunt
“Airplane Mode”, in uscita il 6 novembre, è il disco con cui James Blunt dice di essersi ritrovato dopo essersi perso. Scritto tra Ibiza e la Svizzera e registrato ai Pig Music Studios di Banbury con la sua band di sempre, nasce come un dialogo con se stesso più che con il pubblico o le radio. Blunt ripercorre il successo di “Back to Bedlam”, il contraccolpo della fama e gli anni passati a scrivere “per piacere agli altri”.
Racconta poi i brani più personali, da “Circles” a “Weight Of It All”, il “tocco umano” contro la musica generata al computer e il legame con l’Italia, le lezioni di canto lirico alla collaborazione con Laura Pausini. Da ex soldato riflette sulla guerra, che definisce una scelta dei politici pagata dai giovani. Poi l’annuncio di un tour europeo che toccherà Milano 27 febbraio 2027 all’Unipol Forum e Firenze il 28 febbraio al Nelson Mandela.
Abbiamo incontrato il cantautore, che si trova in questi giorni a Ibiza: “Passo metà dell’anno a Ibiza e metà in Svizzera, a Verbier: in montagna d’inverno, al sole d’estate”.
“Parte di questo album nasce dal fatto che ho smesso di tornare in studio a Londra, trattando la musica come un lavoro. – ha dichiarato – Ho detto alla mia etichetta: sarò a Ibiza o in Svizzera, e chi vuole lavorare con me verrà lì. Abbiamo allestito uno studio nella mia camera da letto e uno studio qui. Mi è sembrato di scrivere canzoni come da ragazzo, ma parlando del mondo reale, della mia vita e delle mie esperienze, invece di scrivere su commissione. Per questo l’album è forse diverso dai precedenti”.
Qual è la differenza con la prima fase della tua carriera?
Il mio primo album l’ho fatto da giovane con un sogno, e quel sogno si è realizzato in tutto il mondo, con un enorme successo commerciale.
E dopo il successo cos’è accaduto?
Sono arrivate le difficoltà: l’essere una figura pubblica, i media, il contraccolpo. Sono scappato a Ibiza e ho scritto un album molto solitario, pieno di anime perdute (All the Lost Souls, ndr): si capisce dal titolo che non è un disco felice, è quello di qualcuno che lotta.
Qual è stata la conseguenza di tutto questo?
Mi sono ritrovato dentro il music business: un album ogni due anni, canzoni scritte per finire in radio, pensando al pubblico, all’etichetta, ai desideri delle radio. Ma se uno vuole il nero e un altro il bianco, il risultato è solo grigio. Alcune mie canzoni sono buone, ma non so se il mio cuore fosse in ogni brano o in ogni disco.
Stato d’animo attuale?
Oggi sono più grande, in un posto diverso e non devo più dimostrare niente alla casa discografica. Il mio greatest hits è uscito un paio di anni fa, e il greatest hits lo pubblichi quando muori. Se sono morto per il music business, non devo più preoccuparmi del lato commerciale e posso pensare solo alla musica.
E qui arriva “Airplane Mode”. Che approccio hai avuto?
Ho detto alla mia famiglia: non abbiate paura, non preoccupatevi, farò un album un po’ più introverso e scuro. Non una conversazione con il pubblico, ma con me stesso, la persona con cui parliamo di più al mondo, la voce che sentiamo nella testa.
Qual è il rovescio della medaglia?
Scrivere canzoni oneste con se stessi è la cosa più spaventosa, perché la gente le ascolterà e conoscerà i tuoi pensieri più oscuri, le tue debolezze. Ed è questo che ho catturato qui, per questo l’album mi è particolarmente caro.
Cos’hai scoperto di te stesso?
Oggi ho responsabilità diverse. Da giovani si pensa di essere il centro del mondo e che tutto giri intorno a noi. Poi, qualunque lavoro si faccia, si hanno responsabilità verso la famiglia e verso chi lavora con noi, stress e paure. Costruiamo un castello di carte intorno, con il rischio che crolli in qualsiasi momento.
A proposito di crolli, il mondo ha a che fare con una fase durissimi di conflitto e guerre. Sei un ex soldato che idea ti sei fatto?
Sono un musicista, non un modello da seguire: la mia opinione non conta granché. Ma la mia esperienza di guerra mi dice che sono i politici a volerla, per espandere il proprio potere, per avidità o per lasciare un’eredità. E lo fanno a spese delle persone che dovrebbero stare loro più a cuore. Mandano giovani uomini e donne a fare queste cose, e quei giovani perdono la vita. È tremendamente triste.
Qual è il problema di fondo?
Abbiamo politici che sottolineano di continuo le differenze, media che fanno lo stesso e social network basati su algoritmi che premiano commenti e litigi più della compassione e del dialogo. Tutte e tre le cose ci dividono e ci impediscono di vedere la prospettiva dell’altro. Se non capisci il punto di vista di qualcun altro, non puoi coesistere e finisci in guerra.
Esiste una prospettiva migliore?
Viviamo un momento molto triste, in cui sottolineiamo le differenze invece delle somiglianze. Suono in tutto il mondo e canto emozioni umane e in Italia, Germania, Cina, America la gente ama le canzoni perché si riconosce nelle stesse emozioni. Non importa il colore della pelle, la razza, la religione, il sesso o l’orientamento sessuale. Sono fortunato a lavorare in un settore che unisce le persone, mentre i politici no. Siamo arrivati al punto in cui bisognerebbe cominciare a votare in modo diverso.
Che idea ti sei fatto del “caso Ed Sheeran” e l’esclusione di Macklemore dal tour per il sostegno della Palestina?
Non credo che i musicisti siano per forza dei modelli. Non potete farmi domande come se fossi un politico: posso dare la mia opinione, ma sono solo un musicista e la mia competenza è limitata. Se un artista sente di non avere gli strumenti per esprimere un’opinione forte su qualcosa, va rispettato. E quando hai la pressione di un tour intorno, per chi sta fuori è difficile capire cosa sta vivendo quella persona.
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Un año con Alcalá Norte: un grupo disfuncional ante el reto de su segundo disco
Hoy no parece un buen día para quedar con Alcalá Norte. Carlos Elías, el guitarrista, pasó una noche regular, aquejado de una incómoda infección de garganta. Álvaro Rivas, cantante, apenas pegó ojo y vomitó ocasionalmente. “Algo me debió sentar mal”, aduce. De Jaime Barbosa (batería) y Pablo Prieto (bajista) poco se sabe, y no asomarán la cabeza en toda la mañana. La única que se presenta despejada es Laura de Diego, la teclista. Pero se le tuerce el gesto a los pocos minutos de entrar en el estudio madrileño donde se graba el nuevo disco del grupo. Rivas habla sobre el pudor que le da escribir canciones con estribillos proclives a que la audiencia desate sus gargantas, como si eso fuera algo sencillo. “El otro día me comentó Jota [líder de Los Planetas] que siempre seremos un grupo de nicho, y creo que tiene razón”, apunta el cantante, quizá para reforzar la idea de huir de las composiciones facilonas. Laura interviene, con tono severo: “Harías mejor en no hacerle mucho caso a Jota”. Estamos en noviembre de 2025, un año antes de la publicación del segundo álbum de Alcalá Norte. Y no va a ser un camino sencillo.

© FRANCIS TSANG (EL PAÍS)
Brasil, ‘tem que lutar’
Ganó Luiz Inácio Lula da Silva en la segunda vuelta de las elecciones de Brasil cuando nadie lo esperaba, y la remontada tuvo tintes épicos. Consiguió lo más difícil, movilizar a los más perezosos y convencer a los indecisos para que le dieran su voto. En esa batalla tuvo una gran importancia la campaña por redes sociales, destinada a llegar a los más jóvenes y que estuvo en manos de un también joven “general”, tal como lo llamó Lula el domingo al valorar su victoria: André Janones, diputado y antiguo cobrador de autobús. Se dedicó a dirigir un ejército de colaboradores para inundar la esfera digital con un torrente de mensajes a favor de Lula hasta el punto de romper la burbuja de la izquierda y llegar a otra gente. También, y un poco a la vieja manera, colaboraron para que Lula ganara unos cuantos músicos. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque y Geraldo Azevedo grabaron una canción que defendía las políticas sociales y ambientales del legendario político y que contenía el eslogan Bora, Lula. Con ese vamos, Lula, dale, Lula, respondían haciendo un juego de palabras al Fora Lula que abanderó su adversario, Flávio Bolsonaro. Y, por lo que se ve, fueron más convincentes.
© Amanda Perobelli (REUTERS)
Teenage Fanclub, las melodías hermosas no necesitan del algoritmo: “No podemos devolverle a la gente la juventud perdida”

Nunca han querido estar de moda. Dicen los escoceses Norman Blake y Raymond McGinley, a sus 60 y 62 años, que ni siquiera cuando crearon Teenage Fanclub en Glasgow en 1989 les interesaba figurar en una escena. “Parte de lo que hacemos, y de lo que hacíamos entonces, consiste en ignorar un poco todo lo demás y seguir nuestro propio camino, al margen de las tendencias”, reflexiona McGinley, “cuando empezamos estaban los Happy Mondays, los Stone Roses, aquella escena baggy [del Manchester de finales de los ochenta]. En el Reino Unido no había muchas bandas que sonaran como nosotros. Hacíamos lo nuestro”. La fórmula —basada en melodías de guitarra y armonías vocales, pero sin miedo a la distorsión— les ha funcionado: llevan juntos 37 años (40 si se tiene en cuenta su primera formación, The Boy Hairdressers), acaban de publicar su decimotercer álbum de estudio, Do Not Dare to Dream (no son supersticiosos, su cuarto disco se tituló Thirteen), y están inmersos en una gira europea que ha sumado 12 fechas en España.

Una ‘rave’ entre turbinas o una fiesta argentina de disfraces: cómo celebrar la ‘castanyada’ en Barcelona

Si uno tiene ganas de disfrazarse y quemar los panellets y las castañas, la oferta para salir a bailar es infinita. La sala Razzmatazz une sus dos fiestas más exitosas (Mandanga y el Dirty) para organizar su Razzlloween; en Apolo pinchará el histórico DJ de techno Óscar Mulero y en La Paloma se podrá bailar funk, soul y música disco con el DJ británico Kirollus. Pero este fin de semana la oferta se extiende a la tarde y a espacios poco habituales, como una rave techno en las Tres Xemeneies de Sant Adrià del Besòs o ediciones especiales y más multitudinarias de fiestas icónicas de la ciudad como la queer Churros con Chocolate o la argentina Bresh.
Los Zigarros: «La humanidad siempre ha sido estúpida: las redes sociales solo lo corroboran»
Lo primero, fue una intuición, o más bien la constatación de una realidad. El mundo, la sociedad, les estaba expulsando, les agredía en todos los sentidos. «En realidad, es que no sabemos hacer nada premeditado, solo nos dejamos llevar por lo que nos gusta y por lo que nos sucede», dice Ovidi Tormo, vocalista de Los Zigarros. «Y así es como salieron las canciones en un fin de semana... ¡y nos sobró el domingo para dar una vuelta!», ríe su hermano Álvaro sobre el contenido del nuevo disco de la banda, «Carne con patatas», un trabajo –que se publica mañana– movido como reacción ante la creciente hostilidad de un entorno cada vez menos vivible. La gira de presentación, que arranca en enero, les lleva a La Riviera el 6 de febrero (Inverfest, entradas agotadas).
Más que un disco, es un manifiesto, pero sin dar la turra.
Ovidi Tormo: Totalmente. Porque sentimos un profundo hartazgo del ser humano. Pero también hay esperanza y amor.
Álvaro Tormo: Es así, pero no un manifiesto en sentido político, sino vital. No queremos decirle a nadie lo que debe pensar sino cómo vemos el mundo y nos preguntamos: ‘‘¿Qué está pasando’’?.
Cualquiera puede suscribir: «Las redes sociales nos han convertido en unos anormales».
O. T.: Es que eso te lo dicen hasta los que trabajan en ellas, que son los primeros que saben que envenenan. Por eso creo que es un disco humanista, que no tiene color político sino que tiene que ver con lo más básico que nos parece terrible de nuestra sociedad.
Sí, pero como dicen «Jay y Bob el silencioso», una cosa es saber las normas y otra vivir de acuerdo con ellas
Á. T.: Nosotros no tenemos redes. Ninguna. Tenemos la suerte de que los perfiles del grupo los llevan fuera, aunque nosotros damos el visto bueno. Pero inevitablemente tienes contacto con ellas porque antes podías vivir en una cueva pero ahora ni siquiera se puede eso: no tocamos mucho el móvil, pero es inevitable hacerlo.
En «Yo no soy tu enemigo» hablan de la clave: nos quieren divididos y enfrentados.
O. T.: Se habla poco de la violencia general que existe en nuestra sociedad. Ese es el verdadero causante del mal de la humanidad. Y por eso la política no se hace desde la cabeza, se expresa desde las tripas.
Á. T.: Cuando en realidad, lo único que queremos todos es querer y que nos quieran. Y que valga la pena vivir. Joder, tranquilicémonos un poco.
Ustedes proponen el silencio.
O. T.: Yo creo que nos haría mejores. Esa canción sale de tener que escuchar a tanta gente opinando de todo, todo el rato. Qué coñazo, de verdad. Del tertuliano, del «influencer», del «youtuber»... todos pidiendo casito. Es insoportable. Además, cuando escuchas su «contenido», es desolador: la humanidad siempre ha sido muy estúpida: las redes sociales solo lo corroboran.
Á. T.: A mí me cuesta explicarme qué mueve a alguien a vertir su mala onda en un comentario. ¿Por qué alguie cree que tioene que dar su opinión de una manera tan horrible?
Yo veo una conexión de ese comportamiento con una masculinidad mal entendida. No digo que sea solo el caso.
O. T.: Absolutamente. El querer imponer tu opinión, ser el controlador, el líder, tener más poder, más seguidores, más y más...
Á. T.: Creo que la cosa está cambiando, pero es muy importante que haya una mejor educación a los niños varones, que se les enseñe mejor que a nosotros, que nos decían: «No llores, pórtate como un hombre». Y claro, no te enseñan a querer, a ser sensible, a estar mal, a abrirte a temas emocionales y expresar tus sentimientos. A mí nunca me dijeron «te quiero» mis padres.
Otro de los clichés es la madurez en el rock, que era inconcebible.
O. T.: Es que nadie pensaba que el rock fuera a durar más de tres años. Por eso solo hablaba de la adolescencia y del institnto animal, que está muy bien.Pero ahora descubrimos que puedes hablar de otras cosas y con el mismo filo.
Á. T.: Un día le preguntaron a Neil Young por la frase que dejó escrita Kurt Cobain en su nota de suicidio, que era suya: «Es mejor quemarse que apagarse lentamente». «¿Todavía piensa eso?», le preguntaron. Y él dijo que por supuesto que no, que le había encantado tener hijos y relaciones. Que quería una vida larga.


© La Razón
Música: A harmonia ucraniana das Yagódy
As Yagódy, fundadas em Lviv, em 2016, por Zoryana Dybovska, cantam numa fantástica harmonia a quatro vozes. “So Much Sky — Yet We Long For More” não se limita a congelar no passado “as canções que as avós cantavam”; liberta-as e deixa-as viver livres no presente

O CD está de volta — porque há quem esteja farto dos algoritmos
Djavan comemora 50 anos de carreira com show no Classic Hall: "Minha ligação com Pernambuco é fortíssima"
Com um repertório que atravessa cinco décadas da música brasileira, Djavan chega a Pernambuco neste sábado (31) com a turnê “Djavanear 50 anos. Só Sucessos”.
O cantor e compositor se apresenta no Classic Hall, em Olinda, às 21h, em um espetáculo que celebra sua trajetória e representatividade na cultura do país. Os ingressos estão disponíveis pelo site da Ticketmaster e na bilheteria do Classic Hall, a partir de R$ 190.
“Djavanear 50 anos. Só Sucessos” é uma festa de comemoração à voz e aos ritmos do violão e da guitarra de Djavan. Na turnê, djavanear é um convite para o público viver como a música do alagoano: com afeto, leveza e poesia.
A apresentação marca o retorno do artista ao estado após mais de dois anos. Além da relação construída com o público pernambucano ao longo da carreira, Djavan tem uma ligação pessoal com a capital: aos 16 anos, ele morou no bairro de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife.
“Morei em Recife, em Casa Amarela, no início da minha vida, quando tinha 16 anos. Então, a minha ligação com Pernambuco, e principalmente com Recife, é fortíssima”, afirmou, em entrevista ao JC.
A experiência também deixou marcas em sua história. “Eu sempre adorei a cidade e, depois que vivi aí por cerca de um ano e meio, passei praticamente a fazer parte dela e a trazer Recife para a minha vida, para a minha história”, destacou.
A suavidade vocal e a versatilidade musical de Djavan atravessam gerações e aproximam diferentes épocas, temas e ritmos.
Em sua obra, o artista articula elementos da música brasileira, como o samba, a bossa nova e os sons regionais nordestinos, a gêneros como jazz, soul, funk norte-americano e blues. Dessa combinação, surgem canções que exploram sentimentos, espiritualidade, identidade e a passagem do tempo.
Viagem musical

A apresentação deste sábado integra a turnê nacional que comemora os 50 anos de trajetória do alagoano, iniciada em 1976 com o lançamento do álbum “A Voz, o Violão, a Música de Djavan”.
“Você não concorda que é uma data realmente muito simbólica, muito significativa? A gente trabalha durante todos esses anos, sem interrupção, e isso tem que ser comemorado”, refletiu.
Para o projeto, Djavan preparou um repertório com pelo menos 25 músicas, reunindo alguns dos maiores sucessos de sua discografia. Entre as canções que integram o espetáculo estão “Sina”, “Oceano”, “Um Amor Puro”, “Se…”, “Eu Te Devoro”, “Azul”, “Samurai” e “Flor de Lis”.
A proposta é proporcionar ao público uma viagem musical pelas diferentes fases de sua carreira.
Com direção artística de Gringo Cardia, o espetáculo reúne uma produção especial de iluminação e cenografia, além de uma banda formada por músicos que acompanham o artista. No palco, Djavan é acompanhado por Felipe Alves, Marcelo Mariano, Torcuato Mariano, Paulo Calasans, Renato Fonseca, Jessé Sadoc, Marcelo Martins e Rafael Rocha.
A turnê “Djavanear 50 anos. Só Sucessos” já passou pelas cidades de São Paulo, Salvador, Fortaleza, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belém e Maceió.
Serviço
Djavan – Turnê “Djavanear 50 anos. Só Sucessos”
Data: 31 de outubro
Horário: 21h
Local: Classic Hall – Av. Gov. Agamenon Magalhães, S/N, Salgadinho, Olinda
Ingressos: a partir de R$ 190, no Ticket Master e nas bilheterias oficiais do evento


© DIVULGAÇÃO
U2 celebra sus 50 años con 'Carnaval de Luz': "Nuestra forma de componer nunca sigue una fórmula"
U2 celebra las cinco décadas de la formación de la banda con Carnaval de Luz, su próximo álbum que verá la luz el próximo 13 de noviembre. Bono, The Edge, Adam Clayton y Larry Mullen Jr. han repasado su historia y hablado sobre su nueva etapa durante una entrevista con Zane Lowe para Apple Music, realizada en el Mount Temple Comprehensive School de Dublín, el instituto donde se conocieron y dieron forma al grupo.
Uno de los momentos más destacados de la conversación ha sido el regreso de Larry Mullen Jr. a los escenarios junto a la banda, después de varios años alejado de la actividad en directo. El batería, que no tocaba con ellos desde 2019, ha explicado que volver a sentarse detrás de la batería supuso un momento especialmente complejo.
"Llevaba tanto tiempo sin tocar que realmente no había tocado. Entré en la sala y tuve que sentarme detrás de una batería. Pensé: '¿Y ahora qué voy a hacer? ¿Cómo voy a hacerlo?", ha reconocido. Sin embargo, finalmente decidió "lanzarse de lleno" y tocar de la manera que le salía de forma natural.
Entre otros asuntos a tratar, han salido también algunas de las historias que hay detrás de Carnaval de Luz. Entre ellas destaca The Mirror Maker (Rosalía), una canción inspirada en la cantante catalana. Bono ha explicado que el tema nace de su admiración por aquellos artistas capaces de "atravesar el espejo" y mirar más allá de lo evidente. "Se inspiró en Rosalía, porque ella es una de esas artistas", ha señalado, que ha situado a la catalana junto a figuras como Patti Smith por su "capacidad para trascender lo puramente físico y adentrarse en una dimensión más metafísica".
Otro de los temas abordados ha sido la colaboración con Dolly Parton, que falleció el pasado mes de agosto. "Ella dijo que había empezado una canción llamada Torn y que yo podía llevarla por otro camino, que le gustaría ver hasta dónde podía llevarla", ha explicado Bono. Asimismo, ha destacado especialmente la implicación de ella, que se encontraba enferma cuando grabó su parte. "Se levantó de la cama para cantar esta canción. En aquel momento, sabiendo que estaba enferma, significó muchísimo para nosotros que siquiera se planteara hacer algo", ha asegurado.
Por su parte, The Edge ha querido profundizar en la particular identidad musical del grupo y en el proceso de creación del nuevo álbum. El guitarrista considera que no encajan realmente en un género concreto y ha puesto como ejemplo sus experimentos recientes con herramientas de inteligencia artificial: "Intentaba comprobar si podían crear una canción de U2. No pudieron. Nuestra forma de componer nunca sigue una fórmula. No sabemos cómo hacerlo".
Confirmación de la gira europea
Esta entrevista llega en un momento especialmente esperado por sus seguidores españoles: U2 ha confirmado que su próxima gira europea pasará por España, concretamente por Barcelona y Sevilla, aunque todavía no se han anunciado las fechas concretas de los conciertos.
The Greatest Show On Earth Tour arrancará el próximo febrero de 2027 en el Estadio GNP Seguros de Ciudad de México, donde actuarán los días 23 y 27 del citado mes. Esta será su primera parada de los tres países latinoamericanos que visitará, pues pasarán por Brasil (el 10 y 12 de marzo en el Estadio MorumBIS, en Sao Paulo) y Argentina (el 23 y 25 de marzo en el Estadio River Plate de Buenos Aires).
En cuanto a la etapa europea, han confirmado que dará comienzo en abril, concretamente el día 26 en el Strawberry Arena de Estocolmo (Suecia). La banda pasará por ciudades como Ámsterdam, París, Lisboa, Londres o Milán, entre otras, donde concluirá el ciclo el 6 de julio en el estadio italiano de San Siro.

Dua Lipa posta foto em estúdio e fãs teorizam retorno aos palcos; veja
Após meses longe dos palcos, a cantora Dua Lipa, 31, pode estar programando seu retorno às apresentações musicais. Ao abrir um novo álbum de fotos com uma foto em um estúdio de gravações, a britânica reacendeu as teorias de que um possível novo lançamento esteja a caminho.
No clique, embora não apareça em frente à câmera, Dua registrou sua visão atrás de um microfone em um estúdio panorâmico com instrumentos musicais ao seu redor.
“DL4 em breve, Dua?”, “Boa tarde, você está produzindo um novo álbum?”, “Mal posso esperar pelo DL4”, “Foto em estúdio? DL4 está a caminho!”, teorizaram alguns usuários nos comentários do post.
Apesar da expectativa, a cantora não mencionou a possibilidade de estar voltando ao trabalho. O último show da diva pop aconteceu em dezembro de 2025, na Cidade do México, no México. A apresentação marcou o encerramento oficial da turnê mundial “Radical Optimism Tour”.
Cerca de um mês antes do grande final, em novembro de 2025, Dua passou pelo Brasil e se apresentou em São Paulo e no Rio de Janeiro, reunindo milhares de fãs em todos os shows. Antes disso, o terceiro álbum solo da artista foi apresentado ao público em maio de 2024. A produção reúne hits como “Houdini”, “Training Season” e “Illusion”.
Além do registro que gerou comoção entre os fãs, a artista também adicionou outros registros de sua vida pessoal, incluindo vários jantares, provas de figurinos para eventos e nos bastidores de seu novo projeto, Service95. “Também não sei em que fuso horário estou”, escreveu ela na legenda.
Dua Lipa se casou com Callum Turner
Fora do universo musical, Dua aproveitou o último ano para curtir ao lado do ator Calum Turner, 36, com quem se casou em maio deste ano, em Londres, na Inglaterra. Os dois trocaram alianças pela primeira vez em uma cerimônia reservada, com a presença da família e amigos.
Alguns dias depois, no início de junho, as celebridades fizeram uma festa luxuosa em um castelo em Palermo, na Itália, para celebrar a união com mais convidados. A comemoração, porém, foi alvo de críticas da população local pelo aumento de paparazzi na região.
Juntos desde meados de janeiro de 2024, as celebridades assumiram o namoro publicamente em julho do mesmo ano, por meio de um post conjunto nas redes sociais. Um ano depois, a artista confirmou o noivado depois de meses de especulação, que começaram quando ela foi flagrada usando um anel brilhante.
*Sob supervisão de Ana Beatriz Dias, da CNN Brasil
Dua Lipa manda recado em português e recria meme de Juliette
Luz Casal: "Macarra para mí es la actitud del que dice las cosas sin intentar ponerle parches"
La cantante Luz Casal, galardonada este jueves con el premio Aupa! por toda su trayectoria en el congreso musical BIME, presume aún hoy de ser una "macarra" en el sentido de hablar con claridad "y sin parches", lo que no hay que confundir con el verbo facilón y apresurado en estos tiempos de "ruido".
"Mi madre siempre me decía que hay que hablar con permiso de la cabeza. Sobre todo cuando lo que tú dices tiene una exposición, no puedes hablar a la ligera. A mí no se me ocurre hablar de cosas de las que no tengo ni idea, solo porque he leído un titular", ha dicho, segura en cualquier caso de que, frente al desvarío, "los que tenemos cierta tendencia a reflexionar antes de hablar seremos los vencedores".
En el tema que da título a su más reciente álbum, Me voy a permitir (2025), distinguido con un Premio de la Academia de la Música de España, ya cantaba "me voy a permitir abrir la boca, decirle al idiota lo que pienso de él", y también "Me voy a permitir ser mediocre, macarra, prepotente, chabacana y vulgar".
"Macarra para mí es la actitud del que dice las cosas sin intentar ponerle parches, o sea, siempre respetando al prójimo, pero cuando el prójimo no se merece el respeto, pues se lo dices", explica la artista gallega, que conserva esa vena roquera de sus inicios.
Aún así, sus hechos hablan muchas veces más que sus palabras (conocido es su apoyo a numerosas causas de todo tipo) y prefiere mantener la cautela respecto a pronunciamientos políticos, ahora que muchas estrellas de la música empiezan a tomar partido de manera más decidida.
"No hay que exigirle a la gente que haga cosas que por sí misma no quiere hacer. A mí me parece más interesante por mi carácter ayudar o, aunque tampoco es algo que me gusta mucho, aconsejar al que tengo al lado y que sé que tiene un problema, porque conozco el problema en un porcentaje altísimo y sé cómo hacerlo. Resolver un conflicto en Kenia se me queda lejos, pero creo mucho en la fuerza de los pequeños detalles que luego se convierten en una gran cosa", señala.
En el contexto actual tan polarizado, considera que "sería más sano que hubiera más presencia del arte en general, de la música, de la literatura, del cine, y menos de de los conflictos". "Los conflictos hay que resolverlos, pero cuando parece que están atascados son un peso constante en la vida cotidiana. No es sano", dice.
Casal, que ha sido distinguida hasta como marquesa de la Luz y Paz por el rey Felipe VI, además de ser nombrada comendadora de la Orden de las Artes y las Letras en Francia o Premio Nacional de Músicas Actuales, dice agradecer cualquier galardón.
"Todo premio es como un aplauso concentrado, pues siempre piensas que podrían dárselo a otras o a otros; si te lo dan a ti, no puedes no sentirte agradecida", argumenta tras recibir el premio Aupa!, que para ella tiene "una consideración especial" al otorgárselo un jurado integrado por profesionales de la música.
Siempre con la libertad por bandera en sus más de 40 años de oficio, desde que arrancara en los años 80 como corista de perfiles tan distintos como Juan Pardo o Leño y luego conociera el éxito personal con temas como 'Rufino', afirmaba en una pasada entrevista con EFE que con el tiempo había aprendido a "no subestimarse".
"No creo tanto que me haya subestimado, si no que he aprendido a conocerme en realidad, a tener claro que tienes una tesitura determinada y un bagaje emocional determinado, que es el que luego sale de manera natural en vete tú a saber qué canciones y que también sirve para comportarte en el mundo", rectifica.
Por eso dice celebrar cada triunfo personal, ya sea hacer todos los días sus ejercicios de voz o la sensación de salir de un concierto plenamente satisfecha ("Eso no pasa todos los días", reconoce entre risas). Y, con todo, recela mucho de sentirse una persona pagada de sí misma.
"Me siento una persona libre, una mujer con bastante suerte y querida, por eso creo que tengo que compensar y es lo que hago desde muy pequeña, darme cuenta de que soy una privilegiada. En este trabajo, de tanto estar contigo misma muchas te olvidas que hay gente que no lo es", concluye.
