A pressão para escrever sobre Passos Coelho surgiu-me nas últimas semanas, e não foi pelas suas últimas aparições. A necessidade veio-me de uma outra história, um acontecimento verídico.
Num SNS conhecido pelo atraso nas marcações, tenho a certeza de que houve grávidas que a aproveitaram para, já que estava ali um médico ao dispor, apresentarem todas as queixas de saúde que tinham.
Ainda no rescaldo da entrevista de Passos Coelho, os ouvintes questionaram Nuno Garoupa sobre cenários e a possibilidade de uma relação política entre o ex-primeiro-ministro e Ventura.
André Ventura diz ter "grande admiração" por Passos Coelho, mas considera que colocar o aborto na agenda pública faz o jogo da esquerda numa altura de crise.
"Eu não aceitarei fazer o jogo que a esquerda quer que nós façamos, que é tornar-nos uma elite minoritária que discute coisas entre nós", afirmou Andre Ventura
Antigo primeiro ministro esteve em colóquio sobre o aborto promovido pela Federação Portuguesa pela Vida. Ainda, julgamento de José Sócrates adiado para 30 de outubro devido a dois requerimentos.
Antigo primeiro-ministro defendeu reintrodução de taxas moderadoras e consultas obrigatórias. Deputado do PSD diz que há "passadeira vermelha para o aborto nos nossos hospitais".
Demasiado preso à tradição governativa e de alternativa, tenho sérias dúvidas de que o partido de Montenegro e de Rui Rio ainda possa servir como esperança e veículo para a transformação de Portugal.
Os socialistas veem nas divisões do PSD um trunfo, mas não ignoram os riscos do regresso de Passos: eleições antes de estarem prontos e uma possível maioria de direita com Chega e IL.
O Observador sabe que o antigo primeiro-ministro não pretende assumir funções governativas sem passar diretamente pelos eleitores. Ainda, a noite de protestos no Porto terminou de forma abrupta.
Antigo PM mantém convicção: não está disponível para enfrentar Montenegro em eleições internas e só volta depois de disputar e vencer legislativas. As muitas condicionantes para o regresso de Passos.
No Parlamento, social-democratas defenderam medidas em impostos, salários e habitação. Chega e PS usaram críticas de Passos Coelho para contrariar o "discurso triunfalista".
Miguel Santos defendeu que "O Governo está obrigado a criar condições para os portugueses construírem as suas vidas. É a reforma das reformas garantir um futuro melhor"
No "Realpolitik", Sérgio Sousa Pinto e Miguel Pinheiro falam sobre a entrevista de Passos Coelho e respondem a um ouvinte que pediu sugestões de livros sobre política.
É “protocandidato”? Percebi “prota”, de “proteína”. O que faria sentido: não vejo outra forma de o PSD ganhar músculo para reformar o país senão com um upa-upa nos níveis de testosterona.
O antigo primeiro-ministro fez o que costuma fazer: disse uma coisa evidente. O país dos comentadores e dos políticos reagiu como costuma, com histerismo.
Líder socialista afirma que o antigo primeiro ministro não trouxe ideias novas para o país. Ainda, André Ventura acusa Luís Neves de gerir o ministério da Administração Interna como geria a PJ.
A informação consta do boletim médico partilhado pelo Vaticano após a cirurgia desta tarde. E ainda, José Luís Carneiro afirma que Pedro Passos Coelho não trouxe nenhuma ideia nova para o país.
O presidente da AR elogiou o ex-primeiro-ministro após este admitir regresso à política. Já sobre Ferro Rodrigues, que o acusa de normalizar o Chega, diz terem "formas diferentes" de ver o cargo.
Aguiar-Branco reagiu ainda às declarações de um dos seus antecessores, o socialista Ferro Rodrigues, que o acusou de estar a normalizar a extrema-direita, afirmando que têm formas diferentes de ver o exercício do cargo
O secretário-geral do PCP considera que o antigo primeiro-ministro tem saudades de tempos de grande sobressalto social. Ainda, Papa Leão XIV já chegou ao Hospital Gemelli, onde vai ser operado.
João Almeida, deputado do CDS, considera que Pedro Passos Coelho não é um inimigo da AD. O centrista diz ainda que Santos Silva merecia uma "estátua na sede do Chega" pelos votos que "deu" ao partido.