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Nova SBE debate novos modelos de negócio do luxo

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By: ECO

A Nova SBE, a EY-Parthenon e a Laurel vão apresentar e debater esta terça-feira, os novos modelos de luxo à boleia da apresentação do EY Luxury Client Index 2026 num evento dedicado aos novos modelos de negócio no luxo.

O estudo analisa tendências que estão a transformar o mercado global, incluindo a importância da qualidade, do trabalho dos artífices e da herança das marcas, bem como o papel da tecnologia e da inteligência artificial. Será apresentado por Hermano Rodrigues, da EY-Parthenon.

A perspetiva sobre a realidade portuguesa será apresentada por Francisco Carvalheira, secretário-geral da Laurel, a associação portuguesa de marcas de luxo, membro da ECCIA, a associação das associaçõs europeias deste segmento.

Num debate sobre novos modelos de negócios de luxo junta o cofundador da app Soko, João Graça, o cofundador da marca ISTO., Pedro Palha, o administrador do grupo Amorim Luxury com o pelouro dos restaurantes JNcQUOI, Ricardo d’Assunção, e a country manager da Loewe Portugal, Rita Ricciardi. A moderação é de Inês Risques, professora da Nova SBE e codirectora do Luxury Management Workstream desta faculdade com o professor Michael Pinkhasov, que fará a síntese final do evento.

O evento realiza-se na Nova SBE, no Westmont Hospitality Hall, esta terça-feira, das 16h00 às 18h30, e a participação é gratuita, mediante inscrição prévia.

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APS lança novo livro sobre poupança e segurança financeira para todas as idades


A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) lança esta sexta feira o livro Quem poupa para o futuro vive mais seguro, da autoria de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada. Integrada na coleção “Seguros & Cidadania”, esta 13.ª publicação aborda, de forma acessível e lúdica, a importância da poupança, da gestão responsável do dinheiro e do papel dos seguros na proteção do futuro.

Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães

Pensada sobretudo para o público infantojuvenil, mas com mensagens relevantes para todas as idades, a obra parte de situações do quotidiano para explorar questões financeiras que fazem parte da vida das pessoas e das famílias. Ao longo de várias narrativas, dá a conhecer riscos financeiros que podem ser prevenidos ou minimizados através do planeamento, da adoção de hábitos de poupança e de decisões informadas.

O livro reúne ainda sugestões práticas para ajudar a gerir as finanças pessoais e familiares, planear despesas e compreender como diferentes tipos de seguros podem contribuir para antecipar encargos inesperados e reforçar a segurança financeira.

Com esta publicação, “a APS dá continuidade ao seu compromisso de promover a literacia financeira e a compreensão do papel dos seguros na sociedade, incentivando desde cedo comportamentos responsáveis e uma maior preparação para os desafios do futuro”, refere a associação., sublinhando que “esta é mais uma ação no âmbito do Programa Literacia do Risco da APS, que deu os primeiros passos em 2012”.

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“Temos empresas da área dos drones interessadas em estabelecer-se em Tires”


Sessão de abertura do ano letivo 2026/27 da licenciatura e do mestrado em Engenharia Aeroespacial, que decorreu esta quarta-feira no Aeródromo Municipal de Cascais, em Tires.

Empresas nacionais ligadas aos drones estão interessadas em instalar-se no Aeródromo de Tires, onde a Universidade NOVA de Lisboa quer criar um polo de ensino, investigação e desenvolvimento tecnológico para o setor aeroespacial: o NOVA Aerospace. A instituição de ensino superior está a preparar uma arena de drones, que funcionará como laboratório da faculdade, e garante que há empresas disponíveis não só para colaborar com a universidade, mas também para se estabelecerem no local.

“Temos empresas da área dos drones que estão interessadas, não só em colaborar connosco, mas que estão interessadas em estabelecer-se aqui”, afirma José Júlio Alferes, diretor da NOVA FCT, à margem da sessão de abertura da licenciatura e mestrado em Engenharia Aeroespacial, realizada esta quarta-feira no hangar 7 do aeródromo, ao ECO/eRadar.

Para já, não são conhecidos os nomes das empresas interessadas, nem os montantes que poderão investir ou os prazos para uma eventual instalação. Mas o interesse no segmento dos drones dá uma dimensão mais industrial ao projeto NOVA Aerospace, que pretende fazer de Tires um ponto de encontro entre empresas, estudantes e investigadores, num setor em que a ligação entre conhecimento e capacidade de produção é cada vez mais relevante.

“Vai-se montar aqui uma área de drones. A arena de drones é um laboratório nosso, da faculdade”, explica José Júlio Alferes. Entre as empresas que a universidade procura atrair, existem também interesses nas áreas dos satélites e de outras tecnologias aeroespaciais, explica o responsável.

José Júlio Alferes, diretor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa – NOVA FCT, durante a sessão de abertura do ano letivo 2026/27 da licenciatura e do mestrado em Engenharia Aeroespacial, que decorreu esta quarta-feira no Aeródromo Municipal de Cascais.

Cinco milhões para arrancar, empresas para captar

A NOVA FCT prevê investir cinco milhões de euros na construção do seu edifício e na aquisição de equipamentos. Esse valor não representa, contudo, o investimento total que poderá ser mobilizado para o polo, já que a instalação de empresas poderá exigir novas infraestruturas e a construção de hangares.

O projeto abrange 20 hectares cedidos pela Câmara Municipal de Cascais, em regime de direito de superfície por 50 anos, renovável. A ambição é criar um ecossistema em que o ensino e a investigação decorram junto de empresas e de atividade aeronáutica real, permitindo aos estudantes trabalhar mais perto dos desafios da indústria.

Vai-se montar aqui uma área de drones. Temos empresas da área dos drones que estão interessadas, não só em colaborar connosco, mas que estão interessadas em estabelecer-se aqui.

José Júlio Alferes

Diretor da NOVA FCT

“A nossa ideia é ensinar e investigar nesta área do aeroespacial dentro de um ecossistema que, desde logo, tem um aeroporto”, sucinta o diretor da NOVA FCT. A proximidade ao aeródromo deverá permitir o acesso a aeronaves e a condições para realizar testes, dando aos alunos contacto direto com aplicações práticas da engenharia.

O novo polo já recebe os alunos da licenciatura e do mestrado em Engenharia Aeroespacial da NOVA FCT, que terão aulas no aeródromo um dia por semana. O modelo permite aproximar a formação da realidade operacional do setor, com acesso a hangares, oficinas e laboratórios integrados na infraestrutura aeroportuária. A Câmara de Cascais assegura o transporte dos estudantes nas deslocações de ida e volta.

A criação deste polo já tinha sido anunciada pela universidade no início do ano. Em fevereiro, José Branco, pró-reitor da NOVA, esclareceu ao ECO/eRadar que o projeto pretendia reunir academia e empresas e que o investimento de cinco milhões de euros dizia respeito ao edifício e aos equipamentos da universidade, sendo o potencial global mais elevado à medida que as empresas se instalassem. A instituição tinha então apontado um horizonte de cerca de quatro anos para ter pelo menos uma empresa instalada no espaço.

Entre as empresas já ligadas ao ecossistema está a Indra, que formalizou em março uma parceria com a NOVA Aerospace. A universidade refere também contactos com outras empresas, enquanto a TAP Academy já está presente nas imediações. O objetivo passa por atrair atividade empresarial para o aeródromo e desenvolver projetos conjuntos de investigação e formação, mas o interesse em instalar capacidades industriais terá ainda de se traduzir em decisões concretas.

O novo polo já recebe os alunos da licenciatura e do mestrado em Engenharia Aeroespacial da NOVA FCT, que terão aulas no aeródromo um dia por semana, sendo o transporte de ida e volta garantido pela Câmara de Cascais.

Indra mantém em aberto eventual expansão industrial

A associação da Indra à NOVA Aerospace deverá reforçar a colaboração com a universidade, sobretudo na área espacial. Para já, não existe um plano definido para a criação de novas instalações ou capacidades de fabrico em Tires, nem foi confirmada qualquer intenção de desenvolver ali atividade ligada a drones.

“Aquilo que pode ser no futuro ainda está por desenhar, não existe nenhum plano concreto”, refere Nuno Ávila, diretor da Indra/Deimos, ao ECO/eRadar. O responsável explicou que o grupo pretende avançar para atividades de maior valor acrescentado, incluindo a industrialização e a criação de produtos, mas sublinhou que qualquer expansão dependerá das competências disponíveis, da massa crítica e do foco do investimento.

Aquilo que pode ser no futuro ainda está por desenhar, não existe nenhum plano concreto. É no espaço que nós temos tido a relação com a NOVA Aerospace e eu acredito que é no espaço que vamos continuar a consolidar esta relação.

Nuno Ávila

Diretor da Indra / Deimos

A Indra tem vindo a desenvolver competências na área dos drones em Espanha, mas Nuno Ávila não adiantou se essa atividade poderá passar por Portugal. “É no espaço que nós temos tido a relação com a NOVA Aerospace e eu acredito que é no espaço que vamos continuar a consolidar esta relação”, frisa.

A parceria assinalada em março prevê colaboração em investigação aplicada, desenvolvimento tecnológico, formação avançada e participação de estudantes e investigadores em projetos industriais. Inclui também a ligação a projetos da Agência Espacial Europeia, mestrados e doutoramentos.

Agência Espacial antecipa novidades com colaboração

O desenvolvimento de empresas e startups é também uma das ambições para o ecossistema que está a nascer em Tires. Ricardo Conde, presidente da Agência Espacial Portuguesa, destaca a importância de aproximar os estudantes do setor e criar condições para transformar projetos académicos em negócios.

“Muitos destes jovens que estão aqui vão ter as suas próprias empresas. Têm as suas ideias, vão fazer as suas startups e vão, obviamente, ser uma das empresas do ecossistema nacional”, diz o responsável, ao ECO/eRadar à margem do evento.

A Agência Espacial Portuguesa está também em conversações com a NOVA sobre formas de colaboração. Questionado sobre se o contacto poderia evoluir para uma parceria, Ricardo Conde confirma apenas que o assunto está a ser analisado e antecipa que “haverá surpresas”, sem adiantar pormenores.

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O Ministro da Educação, o Presidente da ASF e outros governantes vão às escolas ensinar a poupar


No dia 30 de outubro, governantes e representantes das entidades de supervisão financeira vão às escolas do Ensino Básico e Secundário para dar aulas sobre poupança e gestão de dinheiro. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), em parceria com o Banco de Portugal, a CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) e ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões).

Esta é a segunda edição do programa “Educar para a Cidadania: Poupar, um Compromisso com o Futuro” e, além da poupança, a iniciativa aborda temas como o orçamento familiar, a fiscalidade, os sistemas e produtos financeiros e o empreendedorismo.

Entre os participantes estão o ministro da Educação, Fernando Alexandre, que dará uma aula na Escola Secundária José Macedo Fragateiro, em Ovar, e o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, que estará na Escola Secundária Diogo de Gouveia, em Beja. Também os presidentes da ASF, Gabriel Bernardino, e da CMVM, Luís Laginha de Sousa, dinamizarão sessões no Cadaval e na Moita, respetivamente. A iniciativa conta ainda com secretários de Estado das áreas do Ensino Superior, do Orçamento e dos Assuntos Fiscais.

A par dos dirigentes governamentais e reguladores, o projeto conta com a participação de estudantes e docentes universitários de Finanças, Economia, Gestão e Contabilidade. Em articulação com os professores de Cidadania e Desenvolvimento, estudantes e docentes universitários vão partilhar conhecimentos e experiências com os alunos. As parcerias poderão prolongar-se ao longo do ano letivo, através de novas aulas e atividades.

De acordo com o MECI, a aprendizagem vai ser adaptada aos diferentes níveis de ensino. No 1.º ciclo, será abordada a importância e os objetivos da poupança, enquanto que no 2.º ciclo os alunos vão aprender formas de aplicação e remuneração das poupanças e a importância do planeamento financeiro. No 3.º ciclo, serão abordadas a diversificação dos investimentos para reduzir riscos e a proteção contra fraudes financeiras e digitais. Já no Ensino Secundário, os alunos vão comparar diferentes produtos financeiros e os riscos associados.

Os conteúdos incluem ainda a abordagem, de forma parcial, da tomada de decisões que envolvam ganhos e perdas, a distinção entre necessidades e desejos e entre rendimentos e despesas, o planeamento da poupança e dos investimentos a médio e longo prazo, e os comportamentos de proteção contra fraudes financeiras e digitais.

A iniciativa enquadra-se na Estratégia Nacional de Educação para a Cidadania, aprovada em 2025, que reforçou a importância da literacia financeira e levou à inclusão obrigatória desta dimensão na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, em todos os anos de escolaridade.

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“Assustador”, diz dentista vítima de importunação sexual em academia de SP

A cirurgiã-dentista Sabrina Coutinho, de 28 anos, denunciou ter sido vítima de importunação sexual enquanto treinava em uma academia no Jardim Marajoara, na zona Sul de São Paulo, na tarde de domingo (25). Em relato à Itatiaia, Sabrina classificou o episódio como “constrangedor” e “assustador”.

Segundo ela, por volta das 12h, enquanto praticava musculação, percebeu que um homem, posteriormente identificado como Bruno Edamatsu Berton, a encarava.

A vítima conta que estava deitada durante um exercício para os músculos posteriores quando o homem ficou de frente para ela e começou a se tocar. “Quando eu percebi que ele tava fazendo alguns movimentos com a mão, eu sentei e comecei a gravar”, relatou.

Segundo Sabrina, quando conseguiu reagir, Bruno se levantou para guardar o peso que, de acordo com ela, fingia estar utilizando. Em seguida, ela procurou os professores da academia para dar queixa do caso e foi acompanhada por eles até a recepção.

“[…] Na recepção, eu sento, eles me entregam água e o Bruno passa por mim. Nessa que o Bruno passa por mim, eu tento segurar ele, tento impedi-lo de fugir, os professores vão atrás, aí ele sai correndo pela recepção. Ele entra no carro dele e vai embora”, contou.

Após a fuga do homem, a dentista foi acompanhada até a delegacia e denunciou o ocorrido. Até o momento, Bruno não foi localizado.

A CNN Brasil tenta localizar a defesa do suspeito. O espaço segue aberto.

Entenda o caso

Uma cirurgiã-dentista de 28 anos denunciou ter sido vítima de importunação sexual enquanto treinava em uma academia no Jardim Marajoara, na zona Sul de São Paulo, neste domingo (25). O caso é investigado pela Polícia Civil.

Nas redes sociais, Sabrina Coutinho relatou que o homem, identificado como Bruno Edamatsu Berton, se expôs e se masturbou na frente dela enquanto ela fazia um exercício.

Ao perceber o que estava acontecendo, a dentista filmou a situação e avisou os professores da academia. As imagens mostram o homem encarando Sabrina enquanto realiza o ato obsceno. Veja:

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) informou que o caso foi registrado no 99º DP (Campo Grande) como importunação sexual.

Em nota, a academia Peralta Fitness repudiou o episódio e informou que bloqueou o acesso de Bruno Berton, proibindo-o de frequentar todas as unidades da rede. A empresa afirmou ainda que acolheu Sabrina, prestou apoio e a acompanhou à delegacia.

Leia na íntegra:

“A Peralta Fitness manifesta seu total repúdio ao episódio de assédio relatado por uma aluna em uma de nossas unidades. Reconhecemos a gravidade do ocorrido e nos solidarizamos com ela. Nenhuma mulher deve passar por uma situação como essa.

Assim que tomamos conhecimento do ocorrido, acolhemos a aluna, prestamos apoio e a acompanhamos à delegacia. O homem envolvido teve seu acesso bloqueado e está proibido de frequentar nossas unidades.

Sobre a menção a um episódio anterior envolvendo o mesmo homem, esclarecemos que, conforme as informações que chegaram ao nosso conhecimento, esse relato se refere a outra academia, sem vínculo com a Peralta Fitness. Não tínhamos conhecimento desse histórico antes do ocorrido em nossa unidade.

Seguimos ao lado da aluna e à disposição dela e das autoridades para colaborar com a apuração, inclusive com o fornecimento das imagens de segurança disponíveis e das informações necessárias, respeitando sua privacidade.”

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Dentista denuncia importunação sexual dentro de academia na zona Sul de SP

Uma cirurgiã-dentista de 28 anos denunciou ter sido vítima de importunação sexual enquanto treinava em uma academia no Jardim Marajoara, na zona Sul de São Paulo, neste domingo (25). O caso é investigado pela Polícia Civil.

Nas redes sociais, Sabrina Coutinho relatou que o homem, identificado como Bruno Edamatsu Berton, se expôs e se masturbou na frente dela enquanto ela fazia um exercício.

Ao perceber o que estava acontecendo, a dentista filmou a situação e avisou os professores da academia. As imagens mostram o homem encarando Sabrina enquanto realiza o ato obsceno. Veja:

Segundo a vítima, o suspeito fugiu após ser abordado pelos professores. Sabrina foi acompanhada até a delegacia, onde denunciou a ocorrência.

A SSP (Secretaria da Segurança Pública) informou que o caso foi registrado no 99º DP (Campo Grande) como importunação sexual. A Polícia Civil realiza diligências para localizar o suspeito.

Academia repudiou o ato

Em nota, a academia Peralta Fitness repudiou o episódio e informou que bloqueou o acesso de Bruno Berton, proibindo-o de frequentar todas as unidades da rede. A empresa afirmou ainda que acolheu Sabrina, prestou apoio e a acompanhou à delegacia.

Leia na íntegra:

“A Peralta Fitness manifesta seu total repúdio ao episódio de assédio relatado por uma aluna em uma de nossas unidades. Reconhecemos a gravidade do ocorrido e nos solidarizamos com ela. Nenhuma mulher deve passar por uma situação como essa.

Assim que tomamos conhecimento do ocorrido, acolhemos a aluna, prestamos apoio e a acompanhamos à delegacia. O homem envolvido teve seu acesso bloqueado e está proibido de frequentar nossas unidades.

Sobre a menção a um episódio anterior envolvendo o mesmo homem, esclarecemos que, conforme as informações que chegaram ao nosso conhecimento, esse relato se refere a outra academia, sem vínculo com a Peralta Fitness. Não tínhamos conhecimento desse histórico antes do ocorrido em nossa unidade.

Seguimos ao lado da aluna e à disposição dela e das autoridades para colaborar com a apuração, inclusive com o fornecimento das imagens de segurança disponíveis e das informações necessárias, respeitando sua privacidade.”

A CNN Brasil tenta localizar a defesa do suspeito. O espaço segue aberto.

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I Mentioned Taiwan, but I Didn’t Get Away With It!

On a lecture tour of China, John Macnab finds that even one slide mentioning Taipei is enough to get organisers sweating and warning of consequences for his hosts. If this is his last column, you'll know what has happened.

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A Free Speech Group at Columbia Canceled an Event About Free Speech Over 'Cornell 7' Article Controversy

Campus building at Columbia | Luiz C. Ribeiro/TNS/Newscom

Questioning the prevailing narrative about the "Cornell seven" case is bound to create controversy. And at Columbia University, two student journalists drew condemnation for their views on the case from the unlikeliest of places: a college free speech group. 

On October 13, Barnard junior Christina Ma and Columbia junior Nikos Mohammadi published an article called "The 'Cornell Seven' Is Really About Liberalism" in the Columbia Sundial, an independent student publication. The piece argued that the discourse surrounding the alleged rape at Cornell University infantilizes women by omitting the possibility that in a post–sexual revolution, liberal society, women may make regrettable but consensual choices.

"In the world that, for better or worse, follows from it, we cannot claim to stand for sexual freedom and then recoil in disgust when there's a possibility that a young woman simply chose to exercise it," Mohammadi and Ma wrote. 

The piece also argues that the "collective frenzy" over the Cornell case has created a climate on campus that makes it "difficult to disagree with the maximalist position on what happened" the night of the alleged rape.

As Mohammadi wrote in UnHerd, the piece caused immense backlash. He said he received an onslaught of messages urging him to commit suicide and demanding that his "career and life be destroyed." But the criticism went beyond threatening DMs and comments. 

The day after the article's publication, the Columbia Open Discourse Alliance (CODA) canceled an event about press freedom because the Sundial's editor in chief, Nick Baum, had been slated to speak at the event. Although Baum did not author the piece, CODA wrote in an Instagram post that the free speech group "refused" to be affiliated with the Sundial's article "in any way." 

CODA also claimed that the event, ironically called "Who Gets to Tell the Story? Press Freedom and the Public Square," could not take place at a time when "many survivors in our community feel that their stories are under attack and are not being believed."

The group added that the Sundial's article "promotes rape culture and works to silence survivors of sexual assault." 

The group's president, Aum Desai, told Columbia's student newspaper, the Columbia Daily Spectator, that the group canceled the event "not in spite of, but because of [CODA's] commitment to free expression." 

Columbia graduate Clayton Smith, who founded CODA in 2025, quickly commented that he was "shocked" by CODA's statements on Instagram. Smith started the organization to create a central hub for groups hosting events promoting free speech and open discourse, including the Sundial and Columbia's Heterodox Academy chapter.

He tells Reason that CODA's rationale for canceling the event was "ironic" and "hypocritical," and he believes the group should have collaborated with the Sundial if there were legitimate safety concerns at the event. He says he was particularly disturbed by the group's condemnation of the article and CODA's claim that it promotes "rape culture."

"They don't argue or explain how it works to silence survivors of sexual assault. It is a baseless slander that they use to condemn the article because it promoted an opinion they do not like," Smith says. 

Smith says he spoke to Desai on the phone after CODA posted the statements, and Desai tried to reassure him that CODA would uphold the principle of free speech. But Smith says he did not leave the phone call feeling "very confident at all" in Desai's commitment. 

Desai did not respond to Reason's requests for comment.

CODA faculty adviser and Columbia Business School professor emeritus Eli Noam was traveling in China during the fallout from the Sundial article and was not involved in CODA's decision.

After speaking with members of both CODA and the Sundial, Noam tells Reason that he thinks CODA "made some proper decisions, some correct decisions, and some mistakes."

"I think we're dealing here with…a group of college students who kind of were confronted with a crisis at 2 a.m.," Noam says. "And kind of [made] some judgments that they now regret, and they do." 

He tells Reason that it was not "unreasonable to assume there would be a disruption" at the event, given the climate at Columbia and "about this rape allegation." He says the group suddenly "had an event where they needed college security" and could not organize in time. CODA, Noam says, is not yet recognized by the university, and he thinks the group was likely fearful of jeopardizing its recognition.  

Still, Noam says CODA's statements condemning the article were "unreasonable," and it was "disappointing that they kind of lost their nerve here."

Although he was not involved in planning the panel, Mohammadi says, to his knowledge, there were no credible threats of violence to the panel. He understood there may have been "disgruntled students" and an "environment CODA did not want to deal with." But instead of simply canceling the event or working with the Sundial to find a solution, Mohammadi says CODA overstepped by condemning the Sundial piece. 

James Applegate, an astronomy professor who serves on Columbia's Academic Freedom Council (CAFC) alongside Noam, tells Reason that he disagreed with CODA's decision to cancel the event.

Applegate tells Reason he was considering attending the event, and he was "rather surprised and disappointed" when it was canceled.

He recalled that when he was a professor in 2000, he objected to changes to the school's sexual misconduct policy on the University Senate floor. He says his statements were "similar to what was said in the Sundial article" and there was a "level of emotion in this debate." 

"Nonetheless, we had the debate. I was in it, and the degree to which it was civil is shocking when you look at where we are now. And it's sad." 

Applegate said he does not condemn CODA, however, "for the simple reason that the atmosphere on college campuses and on the left wing of politics in general in the United States is quite vicious."

CODA's honorary faculty fellow John McWhorter tells Reason he interpreted CODA's statement as "saying that an event about who gets to tell the story is untenable when or if a critical mass of people with such stories don't even feel comfortable telling them— i.e.being a participant in the event." He added, "I imagine some might think of that as cutting the salami a little thin, but then I highly suspect that Desai is equally worried about the event becoming a physical melee of some kind. In that, let's face it, he is hardly unreasonable."

Still, McWhorter said that he would have chosen to have the event himself, "especially as in the likely case that some people did talk about their experiences without any particular repercussions, it may have made the more reluctant people less apprehensive about doing so in the future."

According to Mohammadi, as of Tuesday, the Sundial, College Republicans, Platypus Affiliated Society at Columbia (which discusses leftist thought and history), and Columbia's Heterodox Academy chapter have left CODA. 

CODA was not the only group to condemn the Sundial's piece. On October 14, the Columbia Political Review's editorial board wrote that Mohammadi and Ma's piece "violates standards of integrity" and "perpetuates a culture of campus violence, rape, and assault." The editorial board of the Columbia Political Review, which purports to publish "multipartisan political discourse," stated that it would refuse to publish "any article that upholds or recreates cultures and systems of rape, sexual assault, or violence" and it urged "all campus publications to do the same."

And on Monday, Columbia's main newspaper, the Spectator, published a staff editorial accusing the Sundial of violating journalistic ethics by "its page to disparage survivors of sexual violence." 

Mohammadi tells Reason the piece underwent "far more editorial scrutiny than any other piece" the Sundial had published given the sensitive nature of the topic.

Free speech student organizations are necessary on Columbia's campus, especially as the school's free speech climate continues to crumble; it recently received a failing grade from the Foundation for Individual Rights and Expression. And while upholding free speech principles may have become more fashionable among those resisting the Trump administration's pressures on academic freedom or those defending pro-Palestinian speech, it is clear that some topics remain taboo in the public square. College is supposed to be a place where students debate controversial topics, form their own beliefs and opinions, and learn from mistakes. Hopefully, the students who demanded condemnation instead of debate will be forgiven for their perversion of free speech ideals, and they will learn to afford such grace and open-mindedness to classmates with whom they disagree.

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American Psychological Association Elects Activist President

The American Psychological Association has elected as its president a woman who once published an article on the "radical transformative potentialities of nonbinary Black womxn’s sexuality".

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