Mais de 20 oradores vão esta quinta-feira subir ao palco do Centro Cultural de Belém, na 7.ª Conferência Anual ECOseguros 2027. Reguladores, seguradores, mediadores e prestadores de serviços debatem os principais desafios da atividade seguradora, da distribuição e da gestão da poupança à cibersegurança, aos grandes riscos e à sinistralidade na saúde.
Consulte aqui o programa completo do evento, que pode acompanhar aqui durante todo o dia, com cobertura em direto.
Madrid, 28 oct (Prensa Latina) El XVI Encuentro Empresarial Iberoamericano se celebrará en Madrid los días 3 y 4 de noviembre, bajo la sombrilla de la XXX Cumbre de Jefes de Estado y Gobierno de la concertación.
A Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS) realiza, nos dias 28 e 29 de outubro, no Auditório do Porto de Sines, a Conferência intitulada “Ambiente, Proteção e Segurança – do Risco à Resiliência”.
Ao longo de dois dias, especialistas, entidades e parceiros estratégicos irão debater alguns dos principais desafios que se colocam atualmente ao setor portuário, da sustentabilidade ambiental e descarbonização à segurança, proteção e resiliência, num programa dedicado à partilha de conhecimento, experiências e boas práticas.
O programa compõe-se de vários pontos importantes, dos quais destacamos: No dia 28 de outubro: Pelas 09:30 hrs – Roadmappara a Descarbonização e Transição Energética nos Portos de Sines e do Algarve |Jaime Puna, Administrador da APS; Às 10:00 hrs – Prevenção e Segurança ao Serviço da Sustentabilidade e Resiliência | Luís Mourão, Diretor de Segurança, Proteção e Ambiente – APS; Às 10:20 hrs – Preservar o Ambiente e o Ecossistema Marinho, tendo como moderadora: Teresa Cruz | Universidade de Évora.
À 11:50 hrs – Combustíveis Verdes – os desafios da Descarbonização, tendo como Moderador: Miguel Borralho – Diretor da ZILS – Zona Industrial e Logística de Sines | aicep Global Parques; Durante a tarde, depois de um almoço volante, os participantes nesta Conferência efetuarão após as 14:30 hrs uma visita ao Porto de Sines incluindo aos terminais, Brigada de Apoio e Intervenção e Port Cyber Arena.
No dia 29 de outubro, segundo dia do evento, os trabalhos prosseguem ao longo do dia com várias iniciativas, debates e um Workshop de Combate à Poluição – Quatro Fases de Intervenção | Terminal Multipurpose de Sines, a partir das 13:45 hrs. O final do Workshop e do Programa da Conferência ocorre pelas 17:00 hrs.
No Auditório da Polícia Judiciária, em Faro, realizou-se uma conferência nacional inédita sobre a “Gestão do Risco no SNS e na Administração Pública“, que reuniu a Comissão de Combate à Fraude no SNS, o Juiz Conselheiro Mouraz Lopes, presidente do Mecanismo Nacional Anticorrupção e representantes de diferentes áreas da Administração Pública para refletir sobre os desafios da gestão do risco, da integridade e da segurança dos serviços públicos, destacando a importância da prevenção, da responsabilização das lideranças e da aprendizagem organizacional.
A iniciativa, promovida pela Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve, teve lugar a 14 de outubro, proporcionou um espaço de reflexão e partilha de experiências sobre a governação, a gestão do risco, a qualidade, a segurança do doente, a integridade e a proteção dos recursos públicos, reunindo diferentes perspetivas sobre os desafios que se colocam às instituições públicas, nomeadamente da Polícia Judiciária, das Universidades e dos Municípios.
Nas principais mensagens em destaque esteve a importância de transformar os instrumentos de gestão do risco em medidas concretas, capazes de influenciar decisões, prevenir falhas e melhorar o funcionamento das organizações.
Os referenciais e as metodologias existentes, incluindo os previstos no Regime Geral da Prevenção da Corrupção (RGPC), só produzem verdadeiro valor quando se traduzem em responsabilidades claras, acompanhamento regular e resultados mensuráveis.
Portanto, uma boa governação exige, objetivos definidos, responsabilização das lideranças e mecanismos eficazes de monitorização, sendo que a gestão do risco não deve ficar circunscrita às áreas de auditoria ou de cumprimento normativo, mas integrar os processos de decisão e a atividade diária de toda a organização.
Uma visão integrada dos riscos e das respostas
Foi igualmente salientada ao longo da conferência, a interligação entre os riscos operacionais, clínicos, financeiros, de proteção de dados e de cibersegurança. Esta realidade exige uma abordagem integrada, assente na partilha de informação, na cooperação entre instituições e na preparação para responder a incidentes.
No setor da saúde, a gestão do risco corporativo deve articular-se com a segurança do doente, promovendo uma cultura de prevenção, reporte de incidentes e aprendizagem organizacional. A identificação precoce das vulnerabilidades e a capacidade de retirar ensinamentos das falhas são fundamentais para melhorar a qualidade dos cuidados e reforçar a confiança dos cidadãos.
Particular relevância assumem também as especificidades territoriais no Algarve, onde a sazonalidade e a pressão sobre os serviços exigem prioridades bem definidas e planos de continuidade ajustados à realidade regional.
A integridade e a transparência foram outras dimensões centrais do debate, associadas à necessidade de decisões fundamentadas, processos rastreáveis e mecanismos de controlo proporcionais. A prevenção da fraude e da corrupção constitui, neste contexto, uma responsabilidade essencial na proteção dos recursos públicos.
Um nota distribuída à imprensa após a conferência a ULS Algarve diz que a segurança da informação e a inteligência artificial estiveram igualmente entre os temas abordados. Se, por um lado, a tecnologia pode contribuir para melhorar a avaliação dos riscos, por outro, exige atenção à qualidade dos dados, à privacidade e à responsabilização pelas decisões. A preparação das equipas, a formação e a cooperação entre entidades são igualmente determinantes para assegurar a continuidade dos serviços públicos.
Transformar a reflexão em melhores práticas
Patrícia Rego, vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve para a área da Saúde, na sessão de encerramento, sublinhou que os riscos não podem ser analisados isoladamente, uma vez que uma falha tecnológica pode comprometer a continuidade dos cuidados, tal como uma fragilidade organizacional pode colocar em causa a segurança do doente.
A responsável defendeu, por isso, que a gestão do risco deve ser entendida para além do cumprimento regulamentar. “Gerir o risco é sem dúvida antecipar“, afirmou, salientando que as organizações não devem esperar pela ocorrência de um incidente para reconhecer as suas vulnerabilidades.
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Também Tiago Botelho, presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve, considerou a conferência um dia de reflexão exigente e útil, marcado pelo cruzamento de diferentes perspetivas sobre governação, gestão do risco, qualidade e segurança do doente. “O risco não pertence a um único departamento, faz parte das decisões, dos processos, das responsabilidades e, em suma, de toda uma administração“, salientou o gestor da Saúde no Algarve.
Para o Conselho de Administração da ULS Algarve, o principal desafio passa agora por transformar a reflexão em práticas concretas, reforçando o ambiente de controlo interno através da definição de responsabilidades, da disponibilização de informação de suporte à decisão e de mecanismos de acompanhamento eficazes.
Tiago Botelho destacou ainda a importância de uma gestão do risco corporativo alinhada com os objetivos e as responsabilidades da instituição, de um cumprimento normativo orientado para a promoção da integridade e a prevenção de falhas e de uma auditoria interna independente, capaz de avaliar procedimentos e recomendar melhorias.
O responsável sublinhou que o valor destes mecanismos deve ser avaliado pelo seu impacto efetivo na organização, e não pelo número de documentos aprovados. Alertou ainda para os riscos que a fraude e a corrupção representam para os recursos públicos, para a confiança dos cidadãos e para a capacidade de resposta das instituições.
Em representação da reitora da Universidade do Algarve, Alexandra Teodósio, o diretor da Faculdade de Economia, Luís Coelho, reiterou a disponibilidade da academia para continuar a colaborar com as instituições da região, destacando o contributo da formação para a capacitação de profissionais e para o desenvolvimento de competências diferenciadas.
A conferência terminou com uma mensagem transversal: antecipar em vez de apenas reagir, responsabilizar as lideranças, integrar competências e medir resultados. Mais do que produzir matrizes ou relatórios, a gestão do risco deve traduzir-se em melhores decisões, danos evitados, utilização responsável dos recursos e maior confiança nas instituições públicas.
SIPRS, CRIADO POR INICIATIVA DO URBANISTA ANTÓNIO NÓBREGA, VAI SER APRESENTADO DIA 27 DE NOVEMBRO
A Conferência de apresentação do Sistema Integrado de Prevenção e Reação a Sismos (SIPRS), promovida por iniciativa do urbanista António Nóbrega, tendo como média partner o jornal diariOnline Região Sul, marcada para os dias 23 e 24 de outubro, por motivos de força maior foi reagendada para o próximo dia 27 de novembro, das 9h00 às 17h00, no mesmo local anterior, ou seja, no Hotel Alísios, em Albufeira.
Com o desenvolvimento da iniciativa, a conferência de apresentação do SIPRS foi amplificada na sua estrutura, aumentando o conteúdo, a abrangência e o nível de especialização técnica, tornando‑se ainda mais relevante pela integração aprofundada de todas as áreas determinantes da prevenção e reação a sismos.
A ANÁLISE GEOLÓGICA E A CARACTERIZAÇÃO DO SOLO SÃO PILARES ESSENCIAIS DO SISTEMA INTEGRADO DE PREVENÇÃO E REAÇÃO A SISMOS
A concretização dos projetos, das intervenções e pela sua importância, complexidade e inovação prevista nos mecanismos de prevenção e reação a sismos, bem como, pelo extenso leque de matérias envolvidas no âmbito da preparação de todos os sistemas de prevenção, alerta, reação imediata, resiliência e recuperação dos espaços afetados direta e indiretamente, implicou a sua reprogramação.
A análise geológica e a caracterização do solo são pilares essenciais do SIPRS, permitindo compreender como cada tipo de terreno reage às ondas sísmicas. Este sistema integrado, envolve, pela primeira vez, todas as dimensões da segurança sísmica: ciência do solo, engenharia do edificado, tecnologias de deteção, preparação da população, resposta imediata, resiliência organizacional e reconstrução.
A preparação da população é um eixo estratégico: informação clara, simulacros regulares e comunicações independentes de antenas fixas garantem que todos sabem como agir. O SIPRS inclui sistemas de comunicação entre entidades e com a população, redundantes, capazes de funcionar mesmo em cenários de falha total das redes convencionais.
O SIPRS ENVOLVE TODAS AS DIMENSÕES DA SEGURANÇA SÍSMICA: CIÊNCIA DO SOLO, ENGENHARIA DO EDIFICADO, TECNOLOGIAS DE DETEÇÃO E MUITAS MAIS
O SIPRS, propõe a integração de tecnologias de ponta, incluindo a rede global de deteção sísmica de plataformas informáticas globais, a sensibilidade animal científica, que já alertou milhões de pessoas antes da ocorrência de sismos, algoritmos de inteligência artificial e cabos submarinos inteligentes capazes de identificar vibrações sísmicas em tempo real.
Após o episódio sísmico, o sistema integra drones especializados para avaliação imediata de danos, socorro, busca de vítimas, transporte de medicamentos e reconhecimento aéreo das zonas afetadas.
Este projeto estruturado, estabelece a organização do comando e a prontidão dos hospitais e serviços de socorro, fundamentais para garantir resposta imediata, eficaz e coordenada.
As seguradoras, representam um setor determinante no sistema, desempenhando um papel essencial na prevenção, tanto de infraestruturas críticas, edificações e na reconstrução, promovendo reforço sísmico e garantindo recuperação rápida.
Serão convidadas participar na Conferência de apresentação do SIPRS, as seguintes entidades:
– Ordem dos Geólogos
– Ordem dos Engenheiros
– Confederação dos Industriais da Construção Civil,
– Ordem dos Médicos,
– Cruz Vermelha Portuguesa / Médicos Sem Fronteiras,
– Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH)
– ANACOM, – comunicações
– LNEG, – Energia e Geologia
– Direção‑Geral do Território,
– Especialistas nacionais em Inteligência Artificial aplicada ao território,
– Municípios localizados em zonas sensíveis,
– Autoridade de Seguros e Fundos de Pensões- ASF
Esta iniciativa, tal como as anteriores realizadas por António Nóbrega, não possui quaisquer fins lucrativos. O propósito central é recolher contributos válidos de todas as entidades que estiveram no terreno, identificar oportunidades de melhoria e fortalecer a estrutura de prevenção, resposta e resiliência.
SE, COM A IMPLEMENTAÇÃO DESTE PROCESSO, SE SALVAR UMA VIDA, TERÁ VALIDO A PENA TODO O ESFORÇO
Se, com a implementação deste complexo processo, se salvar uma única vida, terá valido a pena todo o esforço desenvolvido para o concretizar.
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O SIPRS, constitui a primeira arquitetura verdadeiramente integrada de prevenção sísmica alguma vez concebida em Portugal.
Com a sua implementação, municípios, entidades públicas e privadas, hospitais, escolas, infraestruturas críticas e comunicações, seguros, redes de emergência podem e devem trabalhar com o mesmo objetivo e com suporte num modelo técnico estruturado.
O NOSSO PAÍS EM GERAL E O ALGARVE EM ESPECIAL, ENCONTRAM-SE EM SITUAÇÃO DE RISCO SÍSMICO GRAVE E PERMANENTE
Não será, de forma alguma, uma tarefa fácil, mas todo o sistema poderá vir a ser utilizado a qualquer momento. O SISTEMA INTEGRADO DE PREVENÇÃO E REAÇÃO A SISMOS, pretende transformar a prevenção e a reação a fenómenos sísmicos, numa política estruturada e contínua, não num documento esquecido.
O nosso país em geral e o Algarve em especial, encontram-se em situação de risco sísmico permanente.
O SIPRS, promovido por António Nóbrega, afirma‑se como um instrumento essencial de proteção pública, reforçando a prevenção, antecipando o risco e garantindo a segurança das populações perante a imprevisibilidade e a violência dos sismos.
A iniciativa realiza-se no dia 29 de outubro, no Conservatório de Música de Vila Real – Comendador Manuel Correia Botelho.
Há 30 anos que a APAV está presente em Vila Real, acompanhando vítimas de crime e contribuindo para a promoção dos seus direitos e para o reforço das respostas de apoio na região. Para assinalar este percurso, o Gabinete de Apoio à Vítima de Vila Real promove a conferência “30 Anos da APAV em Vila Real – Evolução, desafios e compromisso com os direitos das vítimas”, que pretende proporcionar um espaço de reflexão sobre o caminho percorrido, os desafios que atualmente se colocam e as respostas necessárias para continuar a garantir um apoio adequado às vítimas.
Ao longo do dia, entre as 9h00 e as 16h00, profissionais de diferentes áreas irão partilhar conhecimentos e experiências sobre a intervenção junto das vítimas de crime. A evolução dos direitos das vítimas em Portugal, o percurso do apoio às vítimas em Vila Real e Trás-os-Montes, a intervenção junto de crianças e jovens vítimas de crime e os desafios relacionados com a proteção de pessoas adultas vítimas de crime serão alguns dos temas em reflexão.
A conferência reunirá representantes de diferentes entidades e áreas profissionais, promovendo uma perspetiva multidisciplinar sobre a prevenção, a intervenção e a proteção das vítimas. A partilha de conhecimentos e experiências permitirá também refletir sobre a importância da articulação entre os diferentes profissionais e serviços que intervêm nesta área.
Ao assinalar três décadas de presença em Vila Real, a APAV pretende não só celebrar o percurso desenvolvido ao longo destes anos, mas também criar um espaço de reflexão sobre os desafios que continuam a marcar o apoio às vítimas e sobre a necessidade de continuar a reforçar as respostas existentes.