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Biblioteca de Silves acolhe apresentação do livro ‘Viagem ao Reino do Algarve’ de Virgílio Machado

A Biblioteca Municipal de Silves recebe, no próximo dia 7 de novembro, pelas 16h00, a apresentação do livro ‘Viagem ao Reino do Algarve’, da autoria do Prof. Doutor Virgílio Machado, cuja sessão terá lugar no auditório da Biblioteca Municipal e contará com a apresentação da Prof.ª Doutora Maria da Graça Ventura.

A obra propõe uma viagem pela história do Reino do Algarve, uma das realidades políticas mais singulares da História de Portugal, cuja evolução decorreu em paralelo com a do Reino de Portugal. Com raízes na história medieval árabe, o Reino ganhou notoriedade durante a Reconquista cristã, tendo o Tratado de Badajoz, celebrado em 1267, formalizado a sua cedência ao rei de Portugal, pondo fim a uma longa disputa com Castela e Leão.

Ao longo dos séculos, o Algarve manteve uma identidade geográfico-política própria. O autor destaca a importância desta realidade para compreender a formação e a evolução do Reino de Portugal enquanto Estado político e Nação, valorizando a pluralidade da identidade nacional.

Como refere José Ribeiro e Castro, presidente da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, no prefácio da obra, ‘Quem é rei do Reino do Algarve é a sua História’.

Jurista e doutorado em Turismo pela Universidade de Aveiro, Virgílio Machado é docente nas áreas do Direito e do Turismo na Universidade do Algarve há 33 anos e autor de diversas obras, entre as quais ‘Turismo e Democracia’ (2014), ‘Portugal Geopolítico – História de uma Identidade’ (2021) e o romance ‘O Voo da Águia’ (2024).

Atualmente, a sua área de investigação abrange os fatores geopolíticos na formação e desenvolvimento de Portugal e do Algarve, encontrando-se também a realizar um pós-doutoramento em Turismo, na Universidade de Aveiro, sobre Turismo e Trabalho.

A entrada na Biblioteca Municipal de Silves é livre, sendo a iniciativa dirigida a todos os interessados na história, no património e na identidade algarvia.

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Biblioteca de Faro propõe livros, saúde, criatividade e encontros para todas as idades em novembro

Mostras bibliográficas, encontros com autores, conversas sobre saúde, atividades para famílias e oficinas criativas integram a programação da Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa ao longo do mês de novembro.

A Biblioteca Municipal de Faro António Ramos Rosa preparou para novembro um programa diversificado, dirigido a diferentes públicos e que convida à leitura, à descoberta, à partilha de conhecimentos e à participação em atividades culturais e artísticas.

Ao longo de todo o mês, entre 1 e 30 de novembro, estará patente a mostra bibliográfica «Mentes artificiais, olá Futuro!» que propõe uma reflexão sobre a inteligência artificial e os desafios do futuro.

No âmbito do ciclo «Conversas com Saúde», realizam-se duas sessões. A primeira, a 3 de novembro, às 18h00, será dedicada ao tema «Mitos à Mesa, Verdades no Rótulo», com Denise Gomes. No dia 18, à mesma hora, Arlete Lourenço dinamiza a sessão «Terapia do Riso – Rir faz bem!».

Os «Encontros com Autores» trazem à Biblioteca diferentes perspetivas sobre a escrita e a criação literária. A 4 de novembro, às 16h30, Miguel D’Alte conduz a sessão «Da ideia ao livro: a construção de um romance», em parceria com o Centro de Formação de Professores Ria Formosa. No dia 10, às 18h00, Afonso Dias apresenta o livro «Romanceiro da Urgência». A 14 de novembro, às 15h00, será a vez de Vítor Alua apresentar «Centelhas e silhuetas», seguindo-se, a 25 de novembro, às 18h00, a apresentação de «Dançando com Cicatrizes», de João de Deus Dias Cavalaria.

A programação inclui também propostas para quem gosta de ler, jogar e criar. No dia 5 de novembro, às 17h30, o Clube de Leitura reúne-se em torno da obra «Contos de Petersburgo», de Nikolai Gogol. A 7 de novembro, às 16h00, João Silva dinamiza uma sessão dedicada aos jogos de tabuleiro modernos, aberta a todas as idades.

No dia 11 de novembro, às 18h00, as famílias são convidadas a celebrar o Dia Mundial do Origami, numa atividade que dá a conhecer a arte de dobrar papel e estimula a criatividade. Já a 12 de novembro, às 21h00, a Biblioteca recebe o espetáculo «Biblioteca Andante», uma criação da Andante Associação Artística que revisita os autores fundamentais e os poemas que acompanharam os 25 anos da associação. Com guião e direção de Cristina Paiva e Fernando Ladeira, e interpretação de Cristina Paiva, o espetáculo destina-se a adultos e jovens com mais de 12 anos.

As famílias voltam a estar em destaque a 20 de novembro, às 18h00, com a Hora do Conto «A Cadeira de Pau», integrada nas comemorações do Dia Nacional do Pijama. Associando-se à Missão Pijama e à celebração dos direitos da criança, a iniciativa recorda a importância de todas as crianças terem o direito de crescer numa família.

Ainda nesse dia, às 21h00, realiza-se mais uma sessão de «O Filme Francês do Mês», com a exibição de «Madame Hoffman», numa iniciativa organizada pela Biblioteca Municipal de Faro, pela Alliance Française de l’Algarve e pelo Cineclube de Faro.

A criatividade e a expressão artística são igualmente valorizadas através de duas oficinas abertas ao público em geral. A 21 de novembro, às 15h00, Catarina Cunha orienta um workshop de pintura em aguarela, proporcionando uma tarde de experimentação e descoberta das possibilidades desta técnica.

No dia 28, às 15h00, Ana Vinhas e Sandra Soares dinamizam um workshop de macramé, no qual os participantes poderão criar uma lanterna de vidro decorada com esta técnica.

No dia 24 de novembro, entre as 15h00 e as 17h00, a iniciativa «Histórias e Talentos – a UATI na Biblioteca» dá palco às atividades culturais dinamizadas pelos utentes da Universidade da Terceira Idade, num momento de partilha aberto ao público.

A 26 de novembro, às 18h00, a Hora do Conto «Tu e Eu e Todos» convida as famílias a refletir sobre a diversidade, a empatia e a importância de cuidar uns dos outros.

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O programa dirigido às famílias encerra a 28 de novembro, às 16h00, com mais uma sessão de «Sábados em Família», desta vez com a participação de Rita Guapo, que apresenta «Porque é que os Adultos são tão ceguetas». A atividade destina-se a pais e filhos dos 4 aos 10 anos.

Por fim, no dia 30 de novembro, entre as 16h30 e as 18h00, realiza-se uma sessão do Clube de Escrita Criativa, dirigida ao público em geral.

Com esta programação, a Biblioteca Municipal de Faro reforça o seu papel enquanto espaço de encontro, aprendizagem e participação cultural, promovendo o contacto com os livros, os autores e as diferentes formas de expressão artística.

A participação nas iniciativas é gratuita e para informações e inscrições, os interessados podem contactar a Biblioteca através do endereço de e-mail: bibliotecas@cm-faro.pt .

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Festival Blues na Ria estreia no início de novembro na Fuseta

A Fuseta vai ser palco da primeira edição do Festival Blues na Ria, nos dias 7 e 8 de novembro, cuja iniciativa, promovida pela Associação Cultural Fusetense, com curadoria da Blues a Sul – Associação de Blues do Algarve e apoio do Município de Olhão.

O evento promete dois dias dedicados ao Blues, reunindo artistas nacionais e internacionais, concertos, oficinas musicais e momentos de convívio, numa programação que procura aproximar a música da comunidade e proporcionar novas experiências culturais.

O Antigo Cinema Topázio será o palco principal desta primeira edição, que contará com atuações de F’rrade Xok Blues Band, El Pavoni & Roy Duke, Doug MacLeod e Blues Vilão.

Além dos concertos, o festival inclui uma Oficina de Blues e Improvisação, uma Blues Jam no Bar O Farol e um almoço-convívio com música ao vivo, proporcionando momentos de partilha entre músicos e público.

A componente educativa também integra o programa, com a realização de uma sessão na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes, em Olhão, no dia 30 de outubro, às 15:30. Subordinada ao tema “O Blues como raiz da música moderna”, esta sessão é dirigida aos jovens estudantes e acompanhada de uma jam session orientada.

Mais do que um evento musical, o Blues na Ria pretende estabelecer uma ligação entre a música, o território e a comunidade, tendo a Ria Formosa como elemento central da sua identidade.

A realização desta iniciativa em novembro contribui também para a dinamização cultural do concelho fora da época alta, diversificando a oferta de atividades, atraindo novos públicos e valorizando o trabalho desenvolvido pelo movimento associativo local.

Ao associar-se a esta primeira edição, o Município de Olhão reforça o seu compromisso com a promoção da cultura e com o apoio a iniciativas que valorizam o território, estimulam a participação da comunidade e contribuem para a vitalidade cultural do concelho.

O Blues na Ria nasce com a ambição de se tornar um evento regular no calendário cultural de Olhão, prevendo-se, em futuras edições, o alargamento da programação a outras freguesias.

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Livro que transformou a luta contra o autismo num hino ao amor é apresentado em Portimão

A Biblioteca Municipal Manuel Teixeira Gomes, em Portimão, vai receber, no próximo dia 6 de novembro, a partir das 21h00, a apresentação do livro “MARIA — Uma História de Amor que Desafia o Impossível”, da autoria de Sandra Ramos.

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Alcoutim recebe 9.ªs Jornadas da Rede de Museus do Algarve

‘ARQUEOLOGIA PARA TODOS: MEDIAÇÃO E COMUNICAÇÃO DO PATRIMÓNIO’ é o tema central das 9.as Jornadas da Rede de Museus do Algarve (RMA), que terão lugar este ano em Alcoutim, no Espaço Guadiana, no próximo dia 20 de novembro, pelas 9h30, organizadas pela RMA e pelo Município de Alcoutim, cujos objetivos essenciais da Arqueologia, passam por produzir conhecimento sobre a ocupação humana, num qualquer território ao longo do tempo.

Mas como se transformam os dados científicos em mensagens entendíveis, que despertem o interesse e promovam uma verdadeira aproximação ao Património Arqueológico? Que ferramentas, linguagens e narrativas permitem traduzir esta ciência para o grande público? Como conceber os espaços museológicos, sítios arqueológicos visitáveis e estratégias de comunicação, de forma acessível, inclusiva e rigorosa?

Estas são algumas das questões com que profissionais e museus se debatem na comunicação do património arqueológico.

No cerne desta reflexão, encontram-se as estratégias de mediação que tornem o Património Arqueológico mais acessível, impulsionando o diálogo com as comunidades num relacionamento de proximidade com a sua evolução histórica, entre passado e presente, promovendo o sentido de pertença identitária e de valorização da sua herança coletiva.

As 9.as JORNADAS da RMA, serão assim um espaço aberto a todos para explorar, debater, refletir e partilhar experiências em torno dos desafios, metodologias e boas práticas de comunicação da arqueologia, reunindo um conjunto de especialistas e técnicos de diversas instituições, conforme programa abaixo.

As inscrições para a assistência nas Jornadas decorrem até 13 de novembro (sujeitas aos lugares disponíveis). A participação é gratuita e encontra-se sujeita ao preenchimento de ficha de inscrição, disponível clicando aqui.

Para mais informações os interessados poderão contactar a Unidade de Cultura, Património Cultural e Turismo, da Câmara Municipal de Alcoutim, através do telefone 281 540 545/281 540 555, ou a organização das Jornadas através do e-mail RMA – Museus do Algarve: rede.museusdoalgarve@gmail.com .

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Fortaleza de Sagres promove visita para assinalar os 271 anos do Terramoto de 1755

A Fortaleza de Sagres foi um dos espaços fortemente afetados pelo Terramoto de 1755, responsável por um elevado grau de destruição na antiga vila localizada no seu interior. e também nas demais fortificações existentes em redor, desde o cabo de São Vicente a Lagos, conforme documentam os relatos da época.

Em resultado do cataclismo, foi desenvolvido o processo de construção da fortaleza abaluartada hoje existente, representada na cartografia produzida por Sande de Vasconcelos no último quartel do século XVIII. Sobre este assunto, venha descobrir mais pormenores.

Com esta visita, a Fortaleza de Sagres, integrada na Museus e Monumentos de Portugal, associa-se à terceira edição do Movimento ‘Recordar 1755’, que desenvolve um conjunto de iniciativas por todo o país alusivo ao Terramoto de 1755, lembrando a catástrofe e sensibilizando para a necessidade de prevenção.

A participação na visita é gratuita, sendo necessária inscrição através do e-mail: geral@fortalezadesagres.pt .

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FMVG promove Aula Livre sobre as Grutas das Solestreiras em Querença

A Fundação Manuel Viegas Guerreiro (FMVG) assinala, no próximo sábado, 31 de outubro, em Querença, o aniversário de nascimento de Manuel Viegas Guerreiro, reunindo patrimónios cultural e natural, celebrando com um documentário e uma Aula Livre sobre as Grutas das Solestreiras, em pleno Geoparque Algarvensis.

Com um programa pensado na evocação dos valores e obra de Viegas Guerreiro, a Fundação organizou mais uma Aula Livre, inspirada no projeto do Mestre: os Estudos Gerais Livres.

A abrir a sessão, o documentário ‘Manuel Viegas Guerreiro: viagem de 3 séculos pela Etnologia’ sinaliza o etnógrafo africanista, coletor das tradições orais e de objetos de arte africana que integram, hoje, coleções de museus nacionais. Homem da Ciência e uma referência do Humanismo sem preconceito, Viegas Guerreiro, deixa pistas fundamentais para compreender a realidade humana na sua região e no mundo.

Celebrando o amor que tinha pelas pessoas de Querença e pela serra algarvia, a Aula é, desta feita, dedicada ao território da sua aldeia natal, a um lugar quase mítico para a maioria da população local: as Grutas das Solestreiras, inseridas no Geoparque Algarvensis, reconhecido como Geoparque Mundial da UNESCO, em abril deste ano.

Biblioteca-Museu MVG

Para a sessão de dia 31 de outubro, a Fundação convoca a memória, a investigação e a partilha do saber afirmando que “As Grutas das Solestreiras, integradas no território do Geoparque Algarvensis, constituem o ponto de partida para a descoberta deste nosso património” — destaca João Silva Miguel, presidente da FMVG — E acrescenta “se a Etnologia nos ajuda a compreender as marcas deixadas pelas comunidades humanas nas suas práticas do dia a dia, das narrativas e das tradições, a Geologia e a Paleontologia permitem-nos recuar no tempo e interpretar os vestígios de processos naturais que moldaram as paisagens e os territórios.”

A Aula intitula-se ‘Entre pedras e pedrinhas: como o território molda as suas gentes’ e será proferida por Hugo Campos, paleontólogo e geólogo da Câmara Municipal de Loulé, afeto ao Geoparque Algarvensis.

Esta Aula — salienta João Silva Miguel — “representa uma oportunidade para reforçar a importância do diálogo entre a investigação científica, as instituições locais e as comunidades que vivem e constroem a identidade deste território.”

Após a Aula Livre, o público presente partilhará memórias e experiências ligadas a este património geológico e cultural.

João Guerreiro, geógrafo e antigo reitor da Universidade do Algarve, junta-se à celebração num momento que a FMVG chama de ‘testemunho’.

O 114.º aniversário de Viegas Guerreiro assinala-se no auditório da Fundação a partir das 17h00. Na galeria da entrada, existe uma pequena mostra — O Campo e a Cidade — sobre a investigação de Manuel Viegas Guerreiro junto das comunidades rurais em África e em Querença. É inspirada nas palavras do Professor “não há cidade sem campo, é para este e para o seu seio que ela se abre; duas entidades inter-ligadas, em perfeita complementaridade.” («Campo e cidade: o camponês e o urbano», in “Revista Lusitana”, 1989)

A entrada é livre para todos os públicos. A FMVG tem o apoio da Câmara Municipal de Loulé e da Junta de Freguesia de Querença.

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ASMAL apresenta livro dirigido ao público infantil em Faro e Loulé

A nova edição do livro ‘A Arca da Alegria‘ surge no âmbito do Projeto ‘O Nosso Livro na Comunidade!‘ promovido pela Associação de Saúde Mental do Algarve (ASMAL) e cofinanciado pelo Instituto para os Direitos das Pessoas com Deficiência – IDiPD, I.P, vai ser apresentado em Faro e Loulé.

O livro ‘A Arca da Alegria’ é um trabalho colaborativo e inclusivo, co-criado por pessoas com doença mental, deficiência e/ou incapacidades no decurso da oficina de Escrita Criativa (dinamizada por Daniela Pinheiro) e da Oficina de Ilustração (dinamizada por Susana Pinto Coelho). A adaptação de texto é de Olinda Maria e a coordenação do projeto de Nídia Gonçalves.

Esta nova edição traz consigo o ‘Caderno da Alegria‘ (um caderno de atividades com base na  estória do livro) igualmente criado nas Oficinas de Ilustração, sob orientação de Susana Pinto Coelho, através da participação ativa das pessoas com doença mental, deficiência e/ou incapacidades.

Salienta a ASMAL que o livro e o caderno de atividades são dirigidos ao público infantil, entre o ensino pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico, visando promover a participação, a inclusão, o respeito e a aceitação da diferença junto da comunidade.

  • 07 de novembro – sábado | 11h00 – FNAC Faro – Fórum Algarve
  • 08 de novembro – domingo | 15h00 – FNAC Loulé – Mar Shopping
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Ginásio Clube de Faro organiza 10ª edição do Festival Calceteiros de Letras

Poesia, performance, música, joalharia de autor e oficinas de palavra dita

O Ginásio Clube de Faro promove, de 13 a 15 de novembro, mais uma edição do Festival Calceteiros de Letras, no qual a palavra dita, a poesia e a performance são abordadas de forma contemporânea, numa fusão com a música, teatro, artes visuais e joalharia de autor.

Para assinalar a 10ª edição, integram a programação projetos como “ESTILHAÇOS”, com o carismático frontman dos Mão Morta, Adolfo Luxuária Canibal (13 de novembro), “Os Poetas têm de cumprir a lei!”, performance poética e primeira criação de Kijota (um dos fundadores do coletivo Calceteiros de Letras), que conta com a participação do poeta e escritor algarvio Rogério Cão, e a fechar a noite, “Fundos Perdidos & Napoleão Mira”, atuação que cruza o rock underground com a poesia e o spoken word (14 de novembro).

Realiza-se, ainda, no dia 14 de novembro, uma oficina de performance e de palavra dita – “Poesia Con’Sentidos”, a cargo de Rita Bravo, Campeã Nacional de Poetry Slam em 2025. 

De referir que os espetáculos de 13 e 14 de novembro, assim como a oficina, estão programados para a sede do Ginásio Clube de Faro, situado na Rua Ivens, nº 12, 2º em Faro.

Já a 15 de novembro, terão lugar no Teatro Municipal de Faro, os eventos “Corpo Restrito”, fusão entre a poesia e a joalharia contemporânea de autor, num desfile com modelos vivos, em que o corpo é o suporte de esculturas experimentalistas e de joias arrojadas, criadas por joalheiros, escultores, cenógrafos, designers e artistas plásticos.

Saliente-se que o festival apresenta uma estreia absoluta, “O Lugar do Silêncio”, pela Lisbon Poetry Orchestra, um coletivo multidisciplinar formado por músicos e poetas, que integra dois músicos dos Rádio Macau, Alex Cortez e Filipe Valentim, e convida outros artistas a celebrar e interpretar a poesia. Uma viagem única de descoberta e reinvenção da palavra dita.

Para finalizar, será entregue o Prémio “Calceteiros de Letras”, que tem como objetivo reconhecer e premiar uma personalidade ou instituição pelo seu papel no mundo da poesia e da palavra dita.

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Artistas juntam-se em Faro em concerto solidário

O Grande Auditório da Universidade do Algarve, no campus de Gambelas, vai acolher no próximo dia 7 de novembro, a partir das 18h00, a gala solidária “Humanizar a Espera”.

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Terras sem Sombra apresenta em o ‘Pulsar do Universo’ em Castelo de Vide

Um quarteto de solistas de algumas das principais orquestras sinfónicas polacas leva a Castelo de Vide o concerto ‘Sentir o Pulsar do Universo: Música para Quatro Trompas’. O Hornet Quartet apresenta-se a 7 de novembro (21h30), na igreja do convento de São Francisco. Todas as atividades são de acesso livre e gratuito.

Castelo de Vide ocupa uma posição muito especial na vertente norte da Serra de São Mamede, um espaço de fronteira onde a história deixou marcas densas ao nível da arquitetura, das práticas devocionais e da própria organização da paisagem.

É neste quadro que o Terras sem Sombra (TSS) regressa a Castelo de Vide a 7 e 8 de novembro, colocando a música no centro de uma programação que entretece criação artística, património e natureza.

O momento crucial da passagem pelo concelho alentejano materializa-se no concerto ‘Sentir o Pulsar do Universo: Música para Quatro Trompas’, na igreja do convento de São Francisco. O concerto oferece ao polaco Hornet Quartet a oportunidade de explorar a amplitude expressiva de uma formação pouco habitual, com incidência na música dos séculos XX e XXI. O Festival propõe ainda uma leitura da religiosidade inscrita no tecido urbano e uma aproximação à diversidade ecológica da Serra de São Mamede.

Um concerto assente numa notável tradição europeia

A trompa nasceu como instrumento de sinal e de chamamento, concebido para projetar o som a grande distância, muito antes de conquistar lugar próprio na orquestra e na música de câmara. Dessa origem conserva ainda uma vocação expansiva, que a tradição europeia transformou numa linguagem de notável riqueza tímbrica e expressiva, capaz de oscilar entre a solenidade e a delicadeza, entre a projeção sonora e uma quase intimidade vocal. É nessa plasticidade sonora que se estrutura o concerto «Sentir o Pulsar do Universo: Música para Quatro Trompas», apresentado a 7 de novembro (21h30), na igreja do convento de São Francisco, em Castelo de Vide.

Hornet Quartet

Fundado em 2012, o Hornet Quartet reúne Gabriel Czopka, Michał Szczerba, Łukasz Łacny e Piotr Kowalski, solistas de algumas das mais importantes orquestras sinfónicas polacas da atualidade. A formação tem desenvolvido um trabalho continuado em torno das possibilidades expressivas da trompa, com particular atenção à música contemporânea e à criação de novo repertório para o instrumento. Em Castelo de Vide, o programa concede lugar de destaque à música polaca, com obras de Włodzimierz Kotoński, Jan Stokłosa, Feliks Rybicki e Witold Lutosławski. A este núcleo juntam-se as Fripperies, de Lowell E. Shaw, e as Trois Chansons, de Claude Debussy, aqui transpostas para quatro trompas.

A igreja do convento de São Francisco acrescenta ao concerto uma expressiva dimensão histórica, além de excelentes condições acústicas. Fundado em 1585, o antigo convento de Nossa Senhora da Conceição dos Frades Recoletos de São Francisco conserva a memória de sucessivas campanhas arquitetónicas, entre as quais avulta a renovação barroca do século XVIII.

Uma geografia da devoção

Na tarde de sábado, 7 de novembro (15h00), o Jardim Grande – Parque João José da Luz constitui o ponto de partida para ‘Património que Protege: Oratórios, Nichos e Capelas’. A atividade é orientada por Rosário Salema de Carvalho, historiadora de arte e diretora do Museu Nacional do Azulejo, e por Carolino Tapadejo, profundo conhecedor e divulgador da história local.

O percurso propõe uma alteração deliberada da escala com que habitualmente se observa o património, ao privilegiar um olhar de minúcia sobre as formas através das quais a devoção se inscreveu no quotidiano: um nicho aconchegado numa fachada, uma imagem destinada a proteger uma rua ou uma casa, um pequeno oratório, uma capela. De acordo com José António Falcão, diretor-geral do TSS, «a sua leitura permite recuperar não apenas uma história artística, mas também gestos, crenças e práticas sociais que moldaram a experiência da vila».

A Serra de São Mamede, um mosaico de diversidade

A Serra de São Mamede introduz uma particularidade na paisagem do Alto Alentejo. A altitude, o relevo e o clima permitem que, numa região dominada pela influência mediterrânica, sobrevivam comunidades vegetais de características distintas das planícies envolventes. O Parque Natural regista cerca de 800 espécies de plantas e constitui o limite meridional da distribuição do carvalho-negral em formações boscosas e de montado.

Castelo de Vide

É a esta diversidade que se dedica o itinerário «Do Bosque ao Montado: Os Carvalhos da Serra de São Mamede», na manhã de domingo, 8 de novembro (09h30), com partida da Praça D. Pedro V. A visita é orientada por Carlos Vila-Viçosa, biólogo e investigador do CIBIO – Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, cujo trabalho se tem centrado na biodiversidade, ecologia e evolução do género Quercus, nas florestas mediterrânicas e no restauro de habitats.

Aqui coexistem carvalhais de carvalho-negral (Quercus pyrenaica) e montados de sobreiro (Quercus suber) e azinheira (Quercus rotundifolia). Entre o bosque e o montado revela-se, assim, mais do que uma diferença de fisionomia vegetal: tornam-se legíveis modos distintos de relação com a terra.

Na distribuição das espécies inscrevem-se clima, geologia e evolução; no montado, séculos de trabalho humano e adaptação; na sua regeneração, joga-se parte do futuro destes ecossistemas. É esta leitura, simultaneamente ecológica e histórica, que a atividade propõe aprofundar no terreno.

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Na sua passagem por Castelo de Vide, o Terras sem Sombra conta com a parceria do Município de Castelo de Vide, da Embaixada da República da Polónia, do Ministério da Cultura da Polónia, do PCMA e da Fundação Nossa Senhora da Esperança. Mantêm-se igualmente os apoios institucionais da Direção-Geral das Artes, do BPI-Fundação «la Caixa» e da CCDR Alentejo. O Festival decorre sob o Alto Patrocínio da Presidência da República. A programação do Terras sem Sombra prossegue a 21 e 22 de novembro, em Beja.

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Silves promove ação de formação ‘Oficina Teórico-Prática para uma Didática Histórico-Crítica’

O Município de Silves promove, no próximo dia 14 de novembro, entre as 14h00 e as 20h00, a ação de formação «Oficina Teórico-Prática para uma Didática Histórico-Crítica», que terá lugar no auditório da Biblioteca Municipal de Silves.

Dinamizada pelos professores Roberto Barros e Raquel Varela, a formação assume o formato de uma aula-oficina, tendo por base os fundamentos da pedagogia histórico-crítica, da psicologia histórico-cultural e da didática desenvolvimental.

A sessão pretende promover a reflexão sobre a relação entre a didática histórico-crítica e a aprendizagem desenvolvimental coletiva, convidando o público a questionar e a reelaborar a filosofia da práxis docente. Através de um percurso teórico-prático e reflexivo, os participantes terão a oportunidade de experienciar os princípios e métodos que estudam, articulando a reflexão teórica com a prática pedagógica.

A iniciativa é gratuita e aberta ao público em geral, sendo acreditada para docentes, sendo que os professores interessados em obter acreditação, deverão efetuar a sua inscrição através da página do Centro de Formação de Associação de Escolas de Albufeira, Lagoa e Silves (CFAE), clicando aqui.

Os contactos para mais informações são o telefone 282 440 800 (ext. 2620) ou o endereço de correio eletrónico educacao@cm-silves.pt .

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GAMP promove tertúlia ”Fortalezas Marítimas do Algarve no Século XVII”

O GAMP- Grupo de Amigos do Museu de Portimão realiza a última tertúlia de 2026, que terá lugar sábado, 7 de novembro, pelas 17h00, na Sala de Reuniões do Museu de Portimão.

Sob o tema “Fortalezas Marítimas do Algarve no Século XVII”, esta tertúlia será dinamizada pelo professor e investigador Valdemar Coutinho, autor de diversos estudos sobre o património  histórico e cultural algarvio.

Em análise, estarão as razões do elevado número de fortalezas marítimas construídas, nesse período, na orla marítima do Algarve, as quais constituem igualmente um património construído de relevante importância na história de uma  região, localizada na rota entre o Mediterrâneo e Atlântico.

Devido a esse contexto, ao longo dos tempos, o Algarve  esteve muito mais exposta a incursões frequentes de piratas e corsários europeus, berberes e turcos do que a faixa costeira ocidental, até porque a costa algarvia dispunha de muitos ancoradouros de fácil desembarque de piratas e corsários, pondo em risco tanto a vida das populações, como os seus bens.

O meio encontrado para atingir esse objetivo foi a existência de fortalezas marítimas dotadas de meios para repelir, com eficiência, os referidos ataques.

No século XVII, os perigos eram tão graves e frequentes que, em 1618, Filipe II de Portugal (III de Espanha), contratou o arquiteto italiano Alexandre Massaii, para estudar a situação das fortalezas marítimas, para garantir a desejada segurança.

O dito estudo foi entregue, em 1622, subordinado ao tema “DESCRIPÇÃO DO REINO DO ALGARVE”, com sugestões de construção de novas fortalezas ou de melhoramento nas existentes, o que veio a concretizar-se, nalguns casos.

Este é uma iniciativa integrada no Projeto “Museus para Todos”, desenvolvido pelo GAMP, desde 2024, com o apoio da Unidade de Cultura da CCDR-Algarve, do Museu e do Município de Portimão.

Visa fomentar uma maior interação e inclusão, no sentido de ampliar o contacto com a história, o património cultural e identitário  da diversidade dos   museus e monumentos algarvios.

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Carlos Marques estreia “de Sal a Marte” em Montemor-o-Novo

Concerto dançado sobre o trabalho invisível dos migrantes “de Sal a Marte”, nova criação da Trimagisto estreia a 21 e 22 de novembro no Cineteatro Curvo Semedo

Um espetáculo que cruza teatro, música, dança, palavra e multimédia, “de Sal a Marte” reflete sobre a imigração, a identidade, a memória e o trabalho invisível que sustenta o quotidiano das sociedades contemporâneas.

Partindo do universo das salinas e dos gestos ancestrais da produção do sal – elemento primordial que dá sabor à vida e símbolo do trabalho humano, o espetáculo constrói uma narrativa sobre quem chega, e quem, tantas vezes, permanece sem ser verdadeiramente visto.

“São eles o verdadeiro sal da nossa vida – indispensáveis, mas tantas vezes empurrados para longe. Precisamos deles, mas insistimos em mandá-los ir para Marte, um planeta aparentemente vazio, apresentado como destino possível para aqueles que a sociedade considera incómodos”, explica Carlos Marques

“Afinal, somos todos Homo sapiens, animais que contam histórias e que, através delas, constroem mundos comuns –  mas também inventam diferenças entre nós e os outros”.

Carlos Marques apresenta um concerto dançado que cruza a imigração, o trabalho e as fronteiras que criamos para nos separar enquanto seres humanos. Em palco, um músico, um coro comunitário e quatro intérpretes – bailarinos, cantores e atores – entrelaçam música, dança e palavra numa reflexão poética e política sobre o trabalho invisível dos imigrantes, cujo esforço, sustenta grande parte do conforto do quotidiano europeu.

Abalar, música e criação

No centro de “de Sal a Marte” está Abalar, músico e alter ego de Carlos Marques. É através desta persona que Carlos Marques desenvolve uma linguagem onde a música, a palavra e a presença cénica se cruzam para dar corpo às questões levantadas pelo espetáculo.

O espetáculo nasce de um processo colaborativo que cruza diferentes linguagens artísticas e contributos criativos.

Cláudia Dias e Beatriz Rodrigues acompanham a criação ao nível do movimento e do apoio dramatúrgico, enquanto Ricardo Almeida é responsável pelos arranjos e pela produção musical, dando forma à dimensão sonora do espetáculo.

A direção coral está a cargo de Mara, que orienta o trabalho do Coro do Sal, coro comunitário de Montemor-o-Novo que integra esta criação, trazendo para o palco as vozes da comunidade e reforçando a dimensão coletiva do projeto.  A participação do Coro do Sal, coro comunitário de Montemor-o-Novo, alarga a reflexão de “de Sal a Marte” para além do palco, envolvendo a comunidade num processo de criação e participação coletiva.

Através desta experiência artística partilhada, Carlos Marques convida os participantes a questionar preconceitos, e a pensar coletivamente sobre a sociedade que construímos.  A estreia de “de Sal a Marte” acontece a 21 de novembro, às 21h30, no Cineteatro Curvo Semedo, em Montemor-o-Novo, numa sessão que assinala também a apresentação e o lançamento do livro “de Sal a Marte”.

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Brasa Doirada lançam nova versão da música ‘O meu Montinho’

Os Brasa Doirada anunciam que querem levar o Alentejo a todas as rádios, com a nova versão do tema de Jota Mendes, ‘O Meu Montinho’, que chega às plataformas digitais às 21h00 do último dia de outubro, acompanhada pela estreia do videoclip oficial no YouTube.

“Há músicas que nos transportam para lugares onde já fomos felizes. Que nos recordam as nossas origens, as pessoas que ficaram e a terra que, mesmo à distância, nunca deixamos de sentir como nossa“, dizem os Brasa Doirada na nota enviada às redações.

É essa memória que os Brasa Doirada trazem de volta com ‘O Meu Montinho’, uma nova interpretação do tema de Jota Mendes, com lançamento marcado para 31 de outubro, às 21h00, nas plataformas digitais e com estreia simultânea do videoclip oficial no YouTube.

Com mais de onze anos de percurso, os Brasa Doirada continuam a afirmar uma identidade musical própria, onde a raiz alentejana se cruza com a irreverência, a energia e uma sonoridade contemporânea. Nesta versão, a banda revisita uma canção carregada de nostalgia, dando-lhe uma nova dimensão sonora, sem perder a essência que a torna tão especial.

Brasa Doirada

Os arranjos musicais e a produção áudio de Paulo Ribeiro são parte fundamental desta abordagem, que procura aproximar a música de raiz alentejana de novos públicos e mostrar que a tradição não tem de ficar presa ao passado para continuar a emocionar.

Mais do que um novo lançamento, ‘O Meu Montinho’ é a afirmação de um caminho feito de evolução, aprendizagem e respeito pelas origens. Uma canção que nasce da memória do Alentejo, mas que fala a todos os que sabem o que é partir e continuar a levar a sua terra dentro de si.

Os Brasa Doirada querem agora que esta sonoridade chegue às rádios de todo o país, levando consigo a alma alentejana e a vontade de continuar a surpreender. Para ver o videoclip oficial no YouTube, quando estiver disponível, clique aqui.

Porque há raízes que nunca se perdem. E há músicas que nos fazem regressar a casa.

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Clube da Inclusão em São Brás de Alportel explora novos ritmos e oportunidades através da música

Em São Brás de Alportel, o Clube da Inclusão conta com a música para abrir novos caminhos de expressão, criatividade e participação. Com a colaboração da professora de Música Susy Soares, esta nova iniciativa desafia os participantes a criar instrumentos musicais adaptados às suas necessidades e especificidades e a dar vida à música do Clube.

Esta novidade vem enriquecer o conjunto diversificado de experiências dinamizadas pelo Clube, que integra atividades educativas, desportivas, recreativas, culturais e lúdicas, bem como passeios, participação em eventos, exposições e visitas culturais.

A intervenção do Clube da Inclusão procura combater a solidão, o isolamento e a discriminação, valorizando as competências e capacidades de cada participante e apoiando-o na resposta aos desafios do quotidiano. A promoção da autonomia, da participação ativa e da qualidade de vida está no centro deste trabalho, através de experiências inclusivas, diversificadas e ajustadas aos interesses e necessidades de cada pessoa.

O Clube da Inclusão é uma das 12 atividades globais do projeto São Brás Cuida, desenvolvido no âmbito dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social – 5.ª Geração (CLDS 5G).

O projeto é coordenado pela Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel, fruto de um desafio lançado pelo Município que é parceiro primordial, e conta com financiamento do Programa Regional Algarve 2030, Portugal 2030 e da União Europeia.

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Festival Geração Ciência Sem Medo chega esta sexta-feira ao Jardim da Alameda e ao IPDJ em Faro

É nos dois últimos dias de outubro, 30 e 31, que o Festival Geração Ciência Sem Medo chega ao Jardim da Alameda e ao IPDJ, em Faro, num grande espaço de descoberta, com experiências científicas, conversas, gastronomia, cinema, exposições e atividades gratuitas para escolas, famílias e público em geral.

A ciência está em todo o lado. Vem descobri-la… sem medo!

A ciência vai sair à rua em Faro! Já esta sexta-feira, 30 de outubro, arranca a primeira edição do Festival Geração Ciência Sem Medo, uma iniciativa do Centro Ciência Viva do Algarve (CCVAlg), coorganizada com a União das Freguesias de Faro, com o apoio da Câmara Municipal de Faro e da Agência Nacional Ciência Viva, e que conta com a participação de mais de 30 parceiros, entre instituições científicas, escolas, associações e outras entidades.

Durante dois dias, o Jardim da Alameda e as instalações do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ) transformam-se num espaço de encontro entre a ciência e a comunidade, convidando visitantes de todas as idades a experimentar, descobrir, fazer perguntas e participar em dezenas de atividades gratuitas.

Sob o tema central «Energias Verdes e Azuis», o Festival propõe uma viagem por diferentes áreas do conhecimento, do mar e da biodiversidade às energias renováveis, da sustentabilidade à Dieta Mediterrânica, passando pela tecnologia, astronomia, arte e cultura.

O Palco Alameda reúne conversas científicas e sabores do Algarve

O Palco Alameda será um dos principais pontos de encontro do Festival, com conversas com investigadores, apresentações de projetos e demonstrações gastronómicas que revelam a ligação entre ciência, ambiente, alimentação e tradições algarvias.

Na sexta-feira, 30 de outubro, o público poderá descobrir novas perspetivas sobre as pescas de baixo impacto, conhecer melhor a riqueza natural da Pedra do Valado e surpreender-se com curiosidades sobre os camaleões e as baleias que visitam o Algarve. A gastronomia terá também um lugar de destaque, com demonstrações dedicadas à azeitona britada, à herança mediterrânica e à valorização sustentável dos recursos da terra e do mar.

No sábado, 31 de outubro, o programa convida a descobrir a importância da pecuária extensiva na conservação da biodiversidade e das raças autóctones algarvias. Ao meio-dia, a tradição encontra a inovação numa demonstração gastronómica que propõe uma nova interpretação das conhecidas bolas de Berlim, inspirada na Dieta Mediterrânica.

Manhãs e tardes com  demonstrações culinárias e novas oportunidades para descobrir o fascinante mundo da investigação algarvia.

Do cinema ambiental à ficção científica: a ciência em destaque

Na sexta-feira, 30 de outubro, o Auditório do IPDJ acolhe uma programação que cruza ciência, cinema e sustentabilidade, convidando o público a refletir sobre alguns dos principais desafios ambientais da atualidade.

Durante a tarde, as sessões de curtas-metragens ambientais apresentam vídeos dedicados a temas tão diversos como a importância da água, a poluição, o aproveitamento da energia do mar e os serviços dos ecossistemas da Ria Formosa. Através de imagens e histórias, estas sessões convidam à descoberta e à reflexão sobre a nossa relação com o ambiente, mostrando como a ciência nos ajuda a compreender e proteger os recursos naturais.

No sábado, 31 de outubro, duas sessões prometem despertar especialmente a curiosidade dos visitantes.

Às 15h00, «Star Wars: da Ciência à Ficção» convida o público a explorar a ciência por detrás de uma das sagas cinematográficas mais conhecidas do mundo. O que é possível à luz do conhecimento científico atual? E o que continua a pertencer ao domínio da ficção?

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E porque é Halloween, o desafio está lançado: venha vestido da sua personagem favorita de Star Wars e ajude-nos a encher o auditório de Jedis, Siths e outras figuras de uma galáxia muito, muito distante!

Logo depois, às 16h00, «Jovens Cientistas Sem Medo» dá voz a jovens investigadores, que aceitaram o desafio de apresentar os seus projetos de investigação em apenas três minutos. Uma oportunidade para conhecer a ciência que está a ser desenvolvida, através de apresentações breves, acessíveis e surpreendentes.

A ciência também se joga e  conversa… de copo na mão!

A Esplanada do IPDJ recebe, na sexta-feira, atividades que convidam à descoberta e à participação, como «Mais do que Jogos de Tabuleiro», entre as 10h00 e as 13h00, e «Operação Semente», das 15h00 às 16h00.

Ao final da tarde, entre as 17h00 e as 18h30, chega a «Ciência Imperial», um encontro informal entre investigadores e público, inspirado no espírito do conhecido movimento internacional Pint of Science.

Num ambiente descontraído, a ciência sai dos laboratórios e das salas de conferências para se sentar à mesa, convidando todos a conversar diretamente com quem faz investigação, colocar perguntas e descobrir curiosidades científicas, sem formalismos e sem necessidade de conhecimentos prévios.

Uma oportunidade para terminar a tarde com boa conversa, novas descobertas e, quem sabe, uma imperial na mão!

Ciência, arte e ambiente em exposição, dentro e fora de portas

Ao longo dos dois dias, o Festival convida também o público a explorar um conjunto de exposições e instalações artísticas, distribuídas pelas instalações do IPDJ e pelos espaços exteriores do Jardim da Alameda, que cruzam ciência, arte, património natural e sustentabilidade.

Na Sala de Exposição do IPDJ, a exposição «Semear Saberes, Colher Sabores — Uma Viagem pela Dieta Mediterrânica» propõe uma descoberta dos alimentos, tradições e conhecimentos associados a este património cultural. Já no hall de entrada do IPDJ, a instalação artística «Human Postcards», da konceito.r, convida à reflexão através da criatividade e da expressão artística.

No Jardim da Alameda, as exposições ao ar livre dão a conhecer diferentes olhares sobre o ambiente e a sustentabilidade, com destaque para a biodiversidade marinha da Pedra do Valado, para projetos ligados à energia solar e para iniciativas que exploram as relações entre arte, oceano e natureza.

Entre imagens, instalações e projetos científicos, estas exposições oferecem novas formas de descobrir a riqueza natural e cultural do Algarve e de refletir sobre a importância da sua preservação.

Vários espaços transformam-se num grande laboratório ao ar livre!

Um dos grandes atrativos do Festival será o conjunto de bancas científicas e atividades interativas que, nos dias 30 e 31 de outubro, entre as 10h00 e as 17h00, ocuparão o Jardim da Alameda e a sla de exposição do IPDJ.

Dinamizadas pelas entidades participantes, estas atividades convidam o público a explorar, tocar, testar, questionar e descobrir.

Dos mistérios do oceano à biodiversidade marinha, das energias renováveis à sustentabilidade, da tecnologia aos desafios ambientais, haverá experiências para diferentes idades e interesses.

As bancas estarão organizadas em três grandes áreas temáticas: Mar, Oceano e Biodiversidade; Ambiente, Sustentabilidade e Território; e Ciência, Tecnologia e Criatividade.

Investigadores, estudantes, professores e técnicos estarão disponíveis para partilhar conhecimentos e conversar diretamente com os visitantes, mostrando como a ciência está presente no quotidiano e contribui para encontrar soluções para os desafios do futuro.

Do fundo do mar às estrelas: descobertas para toda a família

O programa estende-se a outros espaços do Jardim da Alameda, com propostas que prometem despertar a curiosidade de pequenos e graúdos.

Na Plataforma das Rosas, uma sessão de Zumba logo pela manhã de dia 30 de outubro e o Planetário Móvel do Centro Ciência Viva do Algarve que proporcionará sessões imersivas de descoberta do Universo, na sexta-feira, e observações astronómicas, no sábado, permitindo explorar o céu e os seus mistérios de uma forma diferente.

Na sexta-feira, às 17h00, a «Caça às Invasoras» desafia os participantes a descobrir mais sobre as espécies invasoras e a importância da proteção dos ecossistemas.

E porque o Festival acontece em plena época de Halloween, o «Jardim 100 Medos», a partir das 16h30 de sexta-feira, promete juntar ciência, mistério e diversão numa atividade especial para as famílias.

Um convite especial às escolas na sexta-feira e às famílias no sábado!

O Festival Geração Ciência Sem Medo pretende mostrar que a ciência não vive apenas nos laboratórios ou nos livros. Está no mar, nos alimentos, na natureza, na tecnologia e até nos filmes que nos fazem sonhar.

Na sexta-feira, 30 de outubro, as escolas são especialmente convidadas a participar num programa rico em experiências, oficinas e atividades educativas, que proporciona oportunidades de aprendizagem fora da sala de aula e de contacto direto com investigadores e projetos científicos.

No sábado, 31 de outubro, o convite estende-se particularmente às famílias, com um programa que combina ciência e entretenimento: descobrir a ciência de Star Wars, conhecer os projetos de jovens investigadores, experimentar nas bancas científicas, participar em atividades gastronómicas e explorar o Universo no Planetário Móvel.

Com a participação de mais de 30 parceiros, o Festival pretende afirmar-se como um espaço de encontro entre gerações, instituições e comunidade, onde a curiosidade, a criatividade e o pensamento crítico são os verdadeiros protagonistas.

A participação no Festival é gratuita, embora algumas atividades tenham lugares limitados e necessitem de inscrição prévia. O programa completo e as inscrições estão disponíveis clicando aqui.

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