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Incêndio na APA Alter do Chão (PA) foi controlado, diz prefeitura

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Um incêndio de grandes proporções atingiu a Área de Proteção Ambiental (APA) Alter do Chão, na cidade de Santarém, no Pará. Segundo a prefeitura de Santarém, o incêndio teve início na noite de sábado (30) e já foi controlado.

Desde ontem, equipes da prefeitura, da Brigada de Alter do Chão e do Corpo de Bombeiros estão trabalhando no local.

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“Embora as chamas tenham sido controladas durante a madrugada, ainda existem pontos que exigem atenção e monitoramento”, diz nota da administração municipal publicada na manhã de hoje (31).

Além das ações de combate às chamas, equipes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) estão mobilizadas para acompanhar a ocorrência, fazer a fiscalização ambiental e levantar informações sobre a área atingida.

De acordo com a prefeitura, essas equipes estão utilizando um drone para fazer um levantamento aéreo sobre a região que foi afetada.

“O trabalho permitirá dimensionar com maior precisão a extensão do incêndio, identificar possíveis danos ambientais e reunir informações que possam contribuir para a apuração das circunstâncias que deram origem ao fogo, inclusive quanto à possibilidade de ação criminosa”, diz a nota da prefeitura.

As causas do incêndio ainda serão investigadas pelos órgãos competentes.

 

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Sistema Cantareira continuará a operar na faixa de atenção em novembro

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Após as chuvas dos últimos meses, o volume útil do Sistema Cantareira, principal reservatório de São Paulo, chegou a 51,2% da capacidade na manhã deste sábado (31). É o maior volume alcançado pelo reservatório desde maio de 2025, quando o armazenamento estava em 52,7%.

Apesar do aumento da capacidade, o Cantareira vai continuar operando no sistema de atenção durante o mês de novembro, segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas). A faixa de atenção é estabelecida quando o nível do reservatório fica entre 40% e 60%.

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Neste ano, o Cantareira vinha apresentando nível de armazenamento preocupante, mas com as chuvas recordes de setembro e as de outubro, conseguiu melhorar sua capacidade.

Quando está na faixa de atenção, a Sabesp - companhia privada que administra o sistema - só pode retirar até 31 metros cúbicos por segundo (m³/s) do reservatório. Em condições de normalidade, a captação pode chegar a 33m³/s.

Resolução

A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e a Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas) acompanham diariamente os dados de níveis, vazões e armazenamento do reservatório. A medida obedece critérios que foram definidos pela Resolução Conjunta nº 925/2017, elaborada logo após a crise hídrica no estado paulista nos anos de 2014 e de 2015.

A resolução estabelece que a captação de água do Sistema Cantareira fosse condicionada ao nível de armazenamento de água do manancial observada no último dia de cada mês.

Para isso, foram criadas cinco faixas: normal, quando o nível do reservatório é igual ou maior que 60%; atenção, quando é igual ou maior que 40% e menor que 60%; alerta, quando está maior que 30% e menor que 40%; restrição, quando é maior que 20% e menor que 30%; e especial, quando o volume acumulado é menor que 20%. As faixas orientam os limites de retirada de água do sistema.

O sistema

O Sistema Cantareira é composto por cinco reservatórios interligados - Jaguari, Jacareí, Cachoeira, Atibainha e Paiva Castro - com volume útil total de 981,56 bilhões de litros. Desde 2018, conta também com a interligação entre a represa Jaguari (no rio Paraíba do Sul) e a represa Atibainha.

O sistema abastece cerca de metade da população da região metropolitana de São Paulo e, segundo a ANA, contribui ainda para o atendimento dos usos múltiplos da água, com destaque para o abastecimento de Campinas, nas bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

Embora os reservatórios estejam localizados integralmente em território paulista, parte das águas que os alimentam provém de rios de domínio da União, por terem nascentes e trechos no estado de Minas Gerais, compondo a bacia dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.

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"Luto é permanente", diz viúva 30 anos após acidente com Fokker da TAM

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Há 30 anos, Sandra Assali havia levado o marido, o médico cardiologista José Rahal Abu Assali, até o Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Ele iria embarcar em um voo da então companhia aérea TAM (atual Latam) com destino ao Rio de Janeiro, onde daria aula em um congresso. Seria um bate e volta, já que o retorno à capital paulista era esperado para o mesmo dia.

Mas o cardiologista nunca chegou ao seu destino. Apenas 24 segundos depois da decolagem, de acordo com o relatório final elaborado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), a aeronave em que ele estava bateu em três prédios e caiu em cima de diversas casas na Rua Luís Orsini de Castro, a cerca de 2 quilômetros do aeroporto. Com a queda, o avião pegou fogo, matando todas as 96 pessoas a bordo. Três pessoas que estavam no solo também morreram.

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O acidente ocorreu por volta das 8h30 do dia 31 de outubro de 1996. Sandra tinha dois filhos pequenos naquela época. “O luto é permanente”, diz ela à reportagem da Agência Brasil.

“A perda de alguém sempre marca. Você lembra o momento em que você recebeu essa notícia. Imagine então para um familiar. Para mim, a memória que eu tenho foi de ter deixado o meu marido no aeroporto e, em questão de 40 minutos, já tive a confirmação da perda dele.”

Segundo Sandra, continuar falando sobre o acidente é importante para “manter essa data viva” e para que ela mesma se mantenha em movimento. “Isso é muito importante porque é isso que nos move, que faz a gente fazer as coisas acontecerem. A vida não tem preço, então esse é um assunto eterno”, afirmou.
 

São Paulo - Rua Luís Orsini de Castro, no Jabaquara, onde há 25 anos caiu um avião modelo Fokker 100 da TAM que vitimou 99 pessoas. São Paulo - Rua Luís Orsini de Castro, no Jabaquara, onde há 25 anos caiu um avião modelo Fokker 100 da TAM que vitimou 99 pessoas.
São Paulo - Rua Luís Orsini de Castro, no Jabaquara, onde há 30 anos caiu um avião modelo Fokker 100 da TAM - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A associação

Depois do acidente, a vida de Sandra e de todas aquelas famílias mudou completamente. “A vida dá, literalmente, uma guinada. E você se vê pai e mãe, algo que não era planejado. Aliás, nada daquilo era planejado. Pelo contrário, os planos eram muitos outros. E aí você tem que deixar tudo para lá porque agora há algo novo na sua vida. Receber essa informação, com esse impacto, e ter que trabalhar essa informação em você é muito complicado, para além do fato de que você está impactada, em choque, em sofrimento. Foi muito complexo”, disse.

Sem ter recebido o apoio necessário da empresa, ela e outros familiares de vítimas ajudaram a criar a primeira associação sobre um acidente aéreo do Brasil, a Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos (Abrapavaa), da qual Sandra é presidente. Um dos grandes marcos dessa associação foi ter ajudado a mudar a aviação no Brasil.

Até 1996, quando ocorreu o acidente, as companhias aéreas ainda não eram obrigadas a fornecer assistência para as famílias de vítimas de acidentes. Mas, com muita luta, a associação conseguiu garantir que as empresas fossem obrigadas a garantir amparo e a assistência aos familiares em caso de acidentes aéreos.

A presidente da Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos (Abrapavaa), Sandra Assali.  Foto: Sandra Assali/Arquivo Pessoal A presidente da Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos (Abrapavaa), Sandra Assali.  Foto: Sandra Assali/Arquivo Pessoal
A presidente da Associação Brasileira de Parentes e Amigos de Vítimas de Acidentes Aéreos (Abrapavaa), Sandra Assali - Foto: Sandra Assali/Arquivo Pessoal

“Há um antes e um depois desse acidente. Mudou-se a forma de investigar [um acidente aéreo], mudou-se a forma das indenizações, mudou também a forma de se trabalhar com a reparação das famílias. Mudou até a assistência para familiares de vítimas, que não existia e passou a existir com a Abrapavaa. A associação trouxe, principalmente, uma forma de lidar com os familiares das vítimas. Esse foi um dos trabalhos que a gente conquistou”, destacou a presidente.

Desde que foi criada, em 1997, a associação realizou uma série de congressos e acompanhou mais de 300 acidentes aéreos. “Só neste ano, tivemos 135 acidentes no Brasil. São muitos acidentes e tem muita coisa que, com certeza, dá para mudar e melhorar”, reforçou Sandra.

O acidente

A queda do Fokker 100 da TAM foi provocada por uma falha no reversor da turbina direita (o freio aerodinâmico), que abriu durante a decolagem. O reversor se abre para desacelerar o avião, preparando-o para o pouso. Mas, naquele dia, ele abriu na decolagem, em pleno voo. Isso foi como acionar o freio no momento em que a aeronave precisava acelerar para ganhar mais sustentação. Um problema para o qual o piloto e o copiloto não haviam sido treinados, já que as chances de que isso ocorresse eram raríssimas, da ordem de uma em 100 bilhões.

Desestabilizado, o Fokker 100 "tombou" para a direita e atingiu prédios e casas até parar, provocando a morte de três pessoas em solo, matando além de passageiros e tripulantes. Após a investigação sobre as causas do acidente, nenhuma pessoa foi responsabilizada pela tragédia.

Procurada pela Agência Brasil, a Latam Airlines Brasil informou que se solidariza com todas as pessoas Impactadas pelo trágico acidente. Em nota, a empresa destaca que, embora esteja consciente de que nada irá compensar as perdas dos entes queridos, “empenhou-se, desde o primeiro momento, em apoiar os familiares de todas as maneiras possíveis”.

“A empresa informa que as causas do acidente foram esclarecidas em relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), publicado em 1997. O documento incluiu recomendações necessárias sobre mudanças em procedimentos adotados pela companhia na época, além de solicitar modificações técnicas à fabricante da aeronave, cujo modelo deixou a frota em 2008”, escreveu a aérea.

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Aneel prevê três leilões de transmissão de energia em 2027

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prevê a realização de três leilões de transmissão de energia no próximo ano. A estimativa foi dada nesta sexta-feira (30) por Ivo Sechi Nazareno, secretário de Leilões da Aneel.

Em entrevista à imprensa logo após participar do último leilão de transmissão de energia de 2026, realizado na manhã desta sexta-feira na B3, Nazareno destacou que os próximos certames poderão superar os R$ 50 bilhões em investimentos.

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O primeiro, segundo o diretor da Aneel, deve ser realizado em abril. E no segundo semestre deverão ocorrer os outros dois, um em outubro, envolvendo o novo sistema de transmissão em corrente contínua, com tecnologia VSC (Voltage Source Converter), e outro em dezembro.

“Para o segundo semestre [de 2027], há uma expectativa de duas licitações de transmissão, uma envolvendo o sistema de corrente contínua e tecnologia inédita, VSC. Em detrimento das tecnologias das contratações anteriores que são diferentes, ela é mais complexa, elaborada e mais moderna.

Provavelmente esses contratos que se originarem desse leilão serão os maiores que o Brasil já contratou em transmissão”, explicou Ivo Sechi.

O diretor da Aneel adiantou que os dois leilões do segundo semestre “serão instruídos em conjunto”.

“Vão ser dois leilões instruídos de forma conjunta com provável segregação de atividades, um em outubro, provavelmente o de corrente contínua, e outro em dezembro, que será o de corrente alternada”, disse.

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Com muita disputa, Aneel leiloou oito lotes de transmissão de energia

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) leiloou nesta sexta-feira (30), na sede da B3, na capital paulista, oito projetos de transmissão de energia. Foi o último leilão do ano.

O certame prevê investimentos de R$ 8,9 bilhões e previsão de mais de 20,3 mil empregos diretos e indiretos.

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Foram negociados 1.866 quilômetros de novas linhas de transmissão e seccionamentos, com a continuidade de 483 km de linhas existentes, e 12.694 megavolt-amperes (MVA) em capacidade de transformação. 

Os empreendimentos serão instalados na Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rondônia e São Paulo.

Os prazos para conclusão dos projetos variam entre 42 meses e 60 meses, contados a partir da assinatura dos contratos de concessão. As concessões têm duração de 30 anos.

Investimentos

O certame desta sexta-feira foi bastante concorrido, com deságios que chegaram a alcançar 57,08%. Um dos lotes, o de número 1, foi extremamente disputado, com 150 lances em viva-voz.

A Celeo venceu dois dos oito lotes, os de número 4 e 8. O mesmo ocorreu com Cymi, que venceu os lotes 3 e 5, e a Neonergia, com os lotes 1 e 7. A Cox venceu o lote 6 e a EDP, o lote 2.

O primeiro lote a ser leiloado foi o de número 4, o maior empreendimento do certame e que corresponde a instalações no Paraná, Mato Grosso do Sul e Goiás. Ele foi dividido em sublotes e a empresa vencedora foi a Celeo Redes Brasil, que ofertou R$ 377.094.858 de Receita Anual Permitida (RAP), com deságio de 50,55% em relação ao teto definido pelo regulador. 

A receita anual permitida é uma remuneração que as transmissoras de energia elétrica recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, esse lote tem investimentos previstos em R$ 4,113 bilhões, com 1.167 quilômetros de linhas e estimativa de 8.225 empregos. O conjunto reforçará o atendimento ao Mato Grosso do Sul e ampliará a capacidade de escoamento da geração.

Também concorreram na disputa desse lote a Cymi Construções e Participações, o Consórcio Olympus XXI, a Axia Energia Norte, a Engie Transmissão de Energia Participaçoes, o Fundo de Investimento e Participação Warehouse e a EDP Transmissão Goiás.

O segundo lote leiloado foi o de número 3, com instalações no estado de São Paulo. A vencedora foi a Cymi Construções e Participações, que ofertou R$ 78.703.693, com deságio de 57,08%. Ela concorria com a EDP Energias do Brasil, a Axia e a Consórcio Olympus.

Esse projeto reforça o atendimento à região metropolitana da capital paulista, que prevê R$ 1,071 bilhão, 45 quilômetros de linhas e 2.676 empregos.

O lote 1 foi o terceiro a ser leiloado e inclui instalações na Bahia. Após a apresentação das propostas em papel feita por cinco empresas, esse lote acabou sendo disputado em uma etapa de viva-voz. Nessa etapa participaram apenas as empresas Neonergia e Tradetek Soluções em Iluminação Pública e Infraestrutura, que haviam feito as melhores propostas em papel. 

Após uma grande disputa, com 150 lances em viva-voz, a empresa vencedora foi a Neoernegia que apresentou a oferta de R$ 59.850.000, com deságio de 51,21%.

Os lotes 5 e 6 foram os seguintes a serem leiloados e correspondiam a instalações no estado do Paraná. O lote 5 tem 173 quilômetros de extensão e também foi levado a uma disputa por viva-voz entre a Engie e a Cymi. A vencedora foi a Cymi, com oferta de R$ 96.400.000 e deságio de 46,36%.

O lote 6, com quatro quilômetros de extensão e que corresponde ao município de Santa Terezinha do Itaipu, no Paraná, também teve lances em viva-voz entre as empresas Engie e Cox Brasil e foi vencido pela Cox Brasil que ofertou R$ 37.850.000 e deságio de 53,46%.

No Paraná, esses dois empreendimentos somam R$ 1,46 bilhão, 177 quilômetros de linhas e 3.336 empregos, com benefícios para a região metropolitana de Curitiba e as regiões oeste e sudoeste.

O lote 7, que corresponde a instalações na Paraíba, foi também para uma etapa em viva-voz e foi vencido pela Neoenergia , que bateu a Celeo, com proposta de R$ 68.000.000 e deságio de 38,55%.

Juntos, o lote 7 e lote 1, que correspondem a instalações na Paraíba e na Bahia, somam R$ 1,16 bilhão em investimentos, com previsão de 3.132 empregos e 351 quilômetros de novas linhas. Segundo o ministério, as obras desses dois lotes vão reforçar o atendimento ao sul e centro-sul baiano e ao sertão paraibano.

O lote 8, com instalações em Rondônia, foi vencido pela Celeo, com oferta de R$ 66.664.542, com deságio de 48,02%. Nesse lote estão previstos R$ 753,2 milhões em investimentos e 2.151 empregos para instalação na Subestação Coletora Porto Velho, em Rondônia. O objetivo é ampliar a estabilidade e a resiliência do sistema de transmissão que atende Acre e Rondônia.

O último lote leiloado nesta sexta-feira foi o 2, com instalações em Goiás e na Bahia. Esse lote foi vencido pela EDP, com proposta de R$ 26.530.000 e deságio de 53,29%.

Os investimentos nesse lote 2 são da ordem de R$ 317 milhões e serão destinados à conexão entre Bahia e Goiás, com 126 quilômetros de linhas e estimativa de 792 empregos, para ampliar o atendimento ao nordeste goiano.

Segundo o Ministério de Minas e Energia, os leilões de transmissão de energia elétrica já mobilizaram R$ 69,64 bilhões em investimentos estimados entre os anos de 2023 e 2026, montante que chega a R$ 77,54 bilhões quando atualizado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

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Filme colombiano vence Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

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O filme colombiano Cinco Anos, Quatro Meses foi escolhido pelo júri como a melhor ficção da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que este ano celebrou 50 anos de existência. O filme conta a história de Martha, uma mulher que perdeu o rastro do filho durante o conflito armado colombiano.

O júri da Mostra de São Paulo, como o evento é mais conhecido, foi formado por Ali Asgari, Boots Riley, César Augusto Acevedo e Laís Bodanzky, e escolheu os vencedores entre os mais votados pelo público, na categoria Novos Diretores .

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Os vencedores da 50ª edição foram anunciados durante a cerimônia de premiação e encerramento, na noite dessa quinta-feira (29) no Teatro Cultura Artística. Neste ano de celebração, a Mostra exibiu 394 títulos de mais de 90 países em 57 salas de cinema e espaços culturais espalhados pela capital paulista.

Outros premiados

O júri também premiou O Beija-Flor Pinta Canções Perfumadas, de Matteo Norzi e Èlia Gasull Balada, como melhor documentário e Chicas Tristes, de Fernanda Tovar, como melhor direção.

O Beija-Flor Pinta Canções Perfumadas também foi premiado como melhor documentário internacional pelo público, que escolheu ainda Fernanda como melhor documentário brasileiro e os filmes Feito Pipa e 100 Dias como melhores longas de ficção brasileiro.

Além dos prêmios do júri e de público, foram anunciados os vencedores escolhidos pela crítica, assim como o Prêmio Brada, Prêmio Netflix, Prêmio Projeto Paradiso e Prêmio Prisma Queer.

Produções premiadas

  • Prêmio do Júri | Melhor Ficção - Cinco Anos, Quatro Meses, de Esteban Hoyos García e Juan Miguel Gelacio (Colômbia, EUA).
  • Prêmio do Júri | Melhor Documentário - O Beija-Flor Pinta Canções Perfumadas, de Matteo Norzi e Èlia Gasull Balada (Peru, EUA, Catar).
  • Prêmio do Júri | Melhor Direção - Fernanda Tovar, por Chicas Tristes (México, Espanha, França).
  • Prêmio Especial do Júri - Edward Said: Entre Mundos, de Maiken Baird (EUA).
  • Prêmio do Público | Melhor Documentário Brasileiro - Fernanda, de Pedro Waddington (Brasil).
  • Prêmio do Público | Melhor Filme de Ficção Brasileiro - Feito Pipa, de Allan Deberton (Brasil) e 100 Dias, de Carlos Saldanha (Brasil).
  • Prêmio do Público | Melhor Documentário Internacional - O Beija-Flor Pinta Canções Perfumadas, de Matteo Norzi e Èlia Gasull Balada (Peru, EUA, Catar).
  • Prêmio do Público | Melhor Filme de Ficção Internacional - O Sentido da Vida, de Ryūsuke Hamaguchi (França, Japão, Alemanha, Bélgica).
  • Prêmio da Crítica | Melhor Filme Internacional - Chicas Tristes, de Fernanda Tovar (México, Espanha, França).
  • Prêmio da Crítica | Melhor Filme Brasileiro - Pequenas Tragédias, de Daniel Nolasco (Brasil, Alemanha).
  • Prêmio Brada | Melhor Direção de Arte - O Julgamento de Hein, de Kai Stänicke (Alemanha).
  • Prêmio Netflix - Talismã, de Thais Fujinaga (Brasil).
  • Prêmio Projeto Paradiso - A Professora de Francês, de Ricardo Alves Jr. (Brasil, França, Portugal).
  • Prêmio Prisma Queer | Melhor Filme Internacional - Eu Planto Minha Mão no Jardim, de Boris Hadžija e Hoda Taheri (Alemanha, Sérvia, EUA).
  • Prêmio Prisma Queer | Especial do Júri - A Paixão Segundo G.H.B., de Gustavo Vinagre e Viva Couto (Brasil).
  • Prêmio Prisma Queer | Melhor Filme Brasileiro - London, de Victor Di Marco e Márcio Picoli (Brasil).
  • Prêmio Humanidade - Marco Bechis.
  • Prêmio Leon Cakoff - James Gray, Paulo Branco e S.S. Rajamouli.
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Bombeiros encontram corpo de mulher levada por correnteza

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O Corpo de Bombeiros encontrou nesta segunda-feira (26) o corpo de uma mulher que desapareceu após ter o carro arrastado por uma correnteza no Ribeirão do Pinhal, na zona rural de Pinhalzinho, no interior paulista. Ela estava desaparecida desde a manhã de domingo (25), quando tentou atravessar um trecho alagado em uma ponte.

Agora, o estado de São Paulo soma 26 mortes em decorrência das chuvas neste ano. No domingo, a Defesa Civil já havia confirmado a morte de duas mulheres que haviam sido arrastadas pela correnteza após tentarem atravessar um córrego no bairro Casa Branca, em Jundiaí.

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As fortes chuvas de domingo provocaram alagamentos, deslizamentos de terra e outros danos em municípios paulistas.

Em Capivari, por exemplo, os alagamentos chegaram a interditar trechos de nove vias. Dez famílias ficaram desalojadas e foram encaminhadas para casas de parentes, enquanto outras três foram acolhidas em abrigo municipal.

Em Guareí, cerca de 50 residências foram atingidas por alagamentos na Rua Alameda Jair Martins Siqueira, deixando cerca de 200 pessoas desalojadas.

Em Rafard, a inundação do Rio Capivari provocou alagamentos em 15 residências nas ruas da Colonização, Felício Vigorito e Doutor Laureano. Duas famílias foram encaminhadas para casas de parentes, enquanto outras 13 foram acolhidas em abrigo municipal.

Em Eldorado, a elevação do nível do Rio Ribeira de Iguape provocou alagamentos em duas residências no bairro Vila Nova Esperança. Os moradores foram abrigados em casas de familiares.

Em Ribeirão Branco, foram registrados deslizamentos de terra, enxurradas e alagamentos. Os moradores foram retirados e encaminhados para casas de familiares. Também houve deslizamento na Rua Quatro, no bairro Saival, onde outras duas residências foram atingidas por alagamentos, sem necessidade de remoção dos moradores.

Em Diadema, o desabamento da escada de uma residência na Rua Caracas levou à interdição preventiva do imóvel, após avaliação técnica identificar risco associado a um talude nos fundos da moradia. Doze pessoas ficaram desalojadas e foram acolhidas por familiares.

Em Torrinha, as chuvas provocaram erosão em estradas rurais e a queda de uma ponte na Rua Santo Ângelo, na área rural.

Para esta segunda-feira, a previsão indica chuva persistente no estado de São Paulo, principalmente nas regiões leste e norte, com possibilidade de volumes elevados. Por isso, a Defesa Civil do estado de São Paulo orienta a população a evitar áreas alagadas e nunca atravessar ruas inundadas ou trechos com correnteza, a pé ou em algum veículo.

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Em São Paulo, três municípios escolhem novos prefeitos

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Os eleitores das cidades paulistas de Macedônia, Martinópolis e Narandiba foram às urnas ontem (25) não somente para votar no novo presidente da República, mas também para eleger seus novos prefeitos.

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), a eleição suplementar nestas três cidades ocorreu junto com a votação do segundo turno para presidente da República, após os eleitos em 2024 terem os mandatos cassados em decisões da Justiça Eleitoral.

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Na cidade de Macedônia, Edvaldo Fechio (PSD) foi eleito prefeito ao conquistar 1.835 votos, que representam 57,54% dos válidos. O outro candidato, Adilson Luiz Helena (União), da Federação União Progressista (PP/União), recebeu 1.354 votos (42,46%) dos válidos. Brancos e nulos somaram 164.

Em Martinópolis, Humberto Emmanuel Schmidt Oliveira (União) venceu o pleito com 8.247 votos, 59,09% dos válidos. Concorreram também os candidatos Marcos Xavier De Almeida Passos Junior (PSDB), que obteve 4.166 votos, o equivalente a 29,85% dos votos válidos, e Gabriel Valões Santos (MDB), com 1.544 votos (11,06%)

Em Narandiba, a vitória foi do candidato Claudio Jose Damacena (União), que recebeu 2.135 votos (56,9%). O candidato Pedro de Barros (PRD) recebeu 1.617 votos (43,10%). No entanto, como a candidatura de Damacena está anulada sub judice, ainda não há definição de eleitos no município.

De acordo com o TRE, enquanto permanecer essa situação de votos anulados sub judice, Damacena não pode ser proclamado eleito. Nessa situação, devem ser convocadas novas eleições.

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TRE-SP diz que determinação de Zanin está sendo cumprida no estado

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O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), José Antonio Encinas Manfré, disse que o estado de São Paulo está cumprindo a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin de prorrogar o horário de votação do segundo turno até as 19h.

“A determinação está sendo cumprida”, destacou Manfré, por meio de nota. 

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Neste comunicado, Manfré diz que todas as zonas eleitorais do estado foram notificadas sobre a decisão de Zanin.

Apesar disso, ele reconhece que nem todas as seções eleitorais de São Paulo vão conseguir cumprir o novo horário, já que as urnas já estavam fechadas quando a notificação chegou.

“Quanto às seções eleitorais que já encerraram os trabalhos de votação, o TRE-SP esclarece que todos os respectivos votos registrados serão regular e integralmente computados e totalizados, sem prejuízo”, escreveu o presidente do TRE em seu comunicado.


 

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PM detém cinco pessoas por crimes eleitorais em São Paulo

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A Polícia Militar de São Paulo deteve cinco pessoas, neste domingo (25), por crimes eleitorais. A maioria dos crimes ocorreu após eleitores fotografarem as urnas eletrônicas ou usarem o celular durante a votação, o que é proibido pela legislação eleitoral. Também houve uma ocorrência de desacato e um atendimento de apoio a um Oficial de Justiça.

Um desses crimes ocorreu na capital paulista, quando mesários identificaram e denunciaram um eleitor que estava fotografando uma urna eletrônica na Rua Palmerina. A imagem foi apagada e os envolvidos foram encaminhados para o 31º Distrito Policial para elaboração de um termo circunstanciado.

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Em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, uma eleitora foi identificada utilizando um aparelho celular dentro da cabine de votação, na Rua Santo Antônio.

Em Osasco, uma pessoa foi conduzida ao 3º Distrito Policial após fotografar a urna eletrônica durante votação na Avenida Cruzeiro do Sul.

Em Marília, no interior do estado, houve uma ocorrência de desacato por um mesário na Escola Municipal Professor Antônio Ribeiro.

A polícia não forneceu maiores detalhes sobre quais seriam os demais casos ocorridos neste domingo de eleições, mas divulgou que também foram registradas outras duas ocorrências na cidade de São Paulo e outra na cidade de Guarantã.

Desde as 8h da manhã, os eleitores do estado de São Paulo estão votando em segundo turno para a escolha do presidente da República. 

O estado de São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, com mais de 34,1 milhões de pessoas aptas a votar, o que corresponde a cerca de 21,4% do eleitorado nacional.

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Apesar das fortes chuvas, eleições seguem tranquilas em São Paulo

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As fortes chuvas que atingiram o estado de São Paulo nesta madrugada não atrapalham o segundo turno das eleições, afirma o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), José Antonio Encinas Manfré. Ele disse que a votação está transcorrendo dentro da normalidade em todo território paulista.

“As votações estão se processando muito bem em todo o estado, apesar das chuvas.”

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Em entrevista à imprensa, no final da manhã de hoje (25), o presidente do TRE paulista informou que, até o momento, apenas duas ocorrências foram registradas em todo o estado. Uma delas foi a mudança no local de votação, na cidade de Itapevi, devido ao alagamento em uma escola. Na cidade de Valinhos, segundo Manfré, uma pessoa chegou a ser encaminhada à delegacia por ter utilizado um celular na cabine de votação, o que é proibido por lei.

Substituição de urnas

Boletim divulgado pelo TRE paulista, às 11h de deste domingo, informa que 114 urnas eletrônicas apresentaram algum problema e precisaram ser substituídas no estado de São Paulo. Desse total, 32 são urnas da capital paulista, número que foi considerado baixo pelo presidente do TRE paulista.

Ao todo, o TRE-SP preparou 114.605 urnas eletrônicas para a votação de segundo turno. A estrutura inclui também as urnas de contingência, que são equipamentos mantidos de prontidão para eventuais substituições técnicas ao longo da votação.

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Chuva altera local de votação em Itapevi, no interior paulista

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As fortes chuvas que atingiram diversas cidades do estado de São Paulo durante esta madrugada provocaram alteração de um local de votação na cidade de Itapevi, no interior paulista. A mudança ocorreu logo cedo, por volta das 7h30 de hoje (25), informou o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP).

Por causa disso, os eleitores que votavam no Centro Municipal de Educação Básica (Cemeb) Professor Edevaldo Caramez, das seções eleitorais 439ª e 474ª, precisaram ser transferidos para a Escola do Futuro ETI Professor Irany Toledo de Moraes, que fica localizada na Rodovia Engenheiro Renê Benedito Da Silva, 1.400, Jardim Santa Rita.

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Segundo o TRE-SP, a mudança precisou ser feita porque o antigo local de votação ficou inacessível por causa de alagamentos na região.

Durante a semana, segundo o TRE-SP, seis locais de votação – previstos para funcionar no segundo turno – precisaram ser alterados no estado de São Paulo em decorrência de situações climáticas.

Além de Itapevi, três locais ficam no interior paulista, nas cidades de Presidente Prudente, São João da Boa Vista e Ibitinga. Outras duas mudanças precisaram ser feitas na capital paulista, nos bairros do Tucuruvi e Jabaquara.

De acordo com o TRE, eleitores de São Paulo que estiverem em dúvidas sobre a transferência dos locais de votação podem procurar a Central de Atendimento Telefônico ao Eleitor, pelo número 148. Além disso, o eleitorado pode acessar o site do TRE-SP ou buscar atendimento pelo WhatsApp, por meio do número (11) 3130-2200.

Antes de votar, é importante que o eleitor cheque o local de votação por meio do seu e-Título ou pelo portal da Justiça Eleitoral, por meio do menu Consultas, opção Onde Votar.

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TRE-SP substitui 52 urnas que apresentaram problemas no estado

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Boletim divulgado por volta das 9h30 deste domingo (25), pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), informa que 52 urnas eletrônicas utilizadas no estado de São Paulo apresentaram algum tipo de problema e necessitaram de substituição.

Isso corresponde a cerca de 0,045% do total de urnas em funcionamento para as eleições deste domingo, um índice considerado baixo.

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Do total de urnas substituídas, 19 estavam sendo usadas na capital paulista. O restante corresponde a urnas do interior do estado.

Ao todo, o TRE-SP preparou 114.605 urnas eletrônicas para votação no segundo turno das eleições. A estrutura inclui também as urnas de contingência, que são equipamentos mantidos de prontidão para eventuais substituições técnicas ao longo da votação.

Desde as 8h da manhã, os eleitores do estado de São Paulo estão votando em segundo turno para a escolha do novo presidente da República. Desta vez não haverá votação para governador, já que Tarcísio de Freitas foi reeleito ainda no primeiro turno.

O estado de São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, com mais de 34,1 milhões aptas a votar, o que corresponde a cerca de 21,4% do eleitorado nacional.

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