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F1: Cadillac renova com Pérez, Antonelli na mira do título e Bortoleto já prepara Brasil

A quarta-feira, dia 28, na Fórmula 1 teve como principal novidade a renovação de Sergio Pérez com a Cadillac até 2029 e mudanças importantes na Audi, enquanto Kimi Antonelli se prepara para a possibilidade de conquistar o título mundial no GP Cidade do México.
O dia também trouxe novidades envolvendo jovens pilotos e declarações de Lewis Hamilton sobre o futuro da Ferrari.

A Cadillac confirmou a permanência de Sergio Pérez num contrato multianual que se estende até à temporada 2029. O anúncio aconteceu justamente na semana em que o mexicano se prepara para disputar o seu 300º GP na Fórmula 1, perante o seu público no Autódromo Hermanos Rodríguez.

A renovação do contrato de Pérez garante continuidade ao projeto da fabricante americana, que aposta na experiência do piloto para avançar após o seu primeiro ano na categoria.

Na Mercedes, as atenções estão voltadas para uma possível conquista dupla no México. Antonelli precisa de apenas dois pontos para assegurar matematicamente seu primeiro Mundial de Pilotos, depois de vencer nove corridas em 2026. O italiano já revelou que pretende continuar a utilizar o número 12 em 2027, mesmo que tenha direito ao número 1 (reservado ao campeão).

A Mercedes também tem hipótese de conquistar antecipadamente o Mundial de Construtores, mas a situação é mais complicada. Com 607 pontos, contra 474 da Ferrari, precisa ampliar a sua vantagem de 133 para pelo menos 172 pontos.
Uma dobradinha, por exemplo, só garantiria a conquista caso a rival italiana somasse no máximo quatro pontos.

Enquanto isso, Lewis Hamilton afirmou que a Ferrari atravessa um momento crucial nas decisões sobre o carro de 2027. O britânico está diretamente envolvido nas discussões sobre chassis, aerodinâmica e unidade de potência, procurando corrigir deficiências que impediram a equipa de acompanhar a Mercedes e a Red Bull com maior regularidade.
Para Hamilton, pequenos ajustes de equilíbrio e desempenho podem fazer diferença significativa na próxima temporada.

Outra movimentação importante acontece na Audi, que já anunciou Thomas Fuhr como novo CEO do seu projeto na Fórmula 1. O alemão assume funções no dia 1 de novembro, levando três décadas de experiência internacional em engenharia e liderança para uma equipa que ocupa a oitava posição no Mundial de Construtores na sua temporada de estreia.

Com a nomeação de Fuhr, Stefan Dreyer, diretor de tecnologia da Audi Formula Racing, vai concentrar-se exclusivamente na liderança do desenvolvimento técnico do motor da Audi na Fórmula 1.

Gabriel Bortoleto, embora conformado e confiante em todo o processo de evolução, não deixa de por vezes se interrogar, sobre determinados pontos em que uma ligeira melhoria geraria progressão. No horizonte, Bortoleto já mira Interlagos e o seu GP em casa.

Cadillac, Sergio Pérez, será piloto do team americano até 2029

O GP Cidade do México também terá uma presença expressiva de jovens pilotos no TL1. A Alpine confirmou Gabriele Mini no carro de Franco Colapinto, enquanto a Racing Bulls anunciou Nikola Tsolov. Outros nomes previstos para a sessão são Ayumu Iwasa na Red Bull, Leonardo Fornaroli na McLaren, Luke Browning na Williams, Frederik Vesti na Mercedes e Colton Herta na Cadillac.

E as novidades da Fórmula 1 nesta quarta-feira (29) são estas. Com decisões importantes para o futuro de Cadillac, Audi e Ferrari, enquanto o GP Cidade do México se aproxima com a possibilidade de Antonelli conquistar o seu primeiro título mundial.

As atividades de pista começam amanhã, sexta-feira (30), comos treinos livres de preparação para a corrida de domingo do GP Cidade do México.

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Mais salário em novembro, ok. Mas pode sofrer grande corte no reembolso do IRS

O reembolso do IRS pode sofrer um corte de até 70% em 2027, segundo simulações da PwC, devido à redução da retenção na fonte aplicada em novembro.

Toda a gente está a contar com um salário mais recheado em novembro, mas atenção, porque o reembolso do IRS pode sofrer um corte de até 70% por causa da redução da retenção na fonte que vai ser aplicada no próximo mês.

Um contribuinte, solteiro, com um salário bruto mensal de 1.500 euros receberia 247 euros de reembolso sem o corte extraordinário da retenção. Todavia, com a aplicação da medida, receberá apenas 79 euros: que é menos 168 euros, uma quebra de 68%, de acordo com a simulações da PwC que o Jornal de Notícias (JN) terá publicado, segundo veicula o Notícias ao Minuto.

Esta média de 70%, diz respeito às situações simuladas pela consultora e não a uma previsão para a totalidade dos contribuintes, mas um casal com um dependente, por exemplo, poderá sentir o mesmo efeito, segundo noticia o jornal.

Importa sinalizar que apesar de as famílias ficarem com mais dinheiro disponível em novembro, devem contar com um reembolso menor em 2027, quando entregarem a declaração do IRS referente a 2026.

Salário mais recheado em novembro?! Por que motivo ?

O Governo anunciou uma redução para metade das retenções na fonte sobre os salários e pensões pagos em novembro, incluindo o subsídio de Natal.
Deduz-se que o objetivo seja fazer refletir já na carteira das famílias a redução do IRS até ao 6.º escalão, no valor global de 400 milhões de euros, destinada a apoiar a classe média.

Note-se que este alívio deverá ser sentido por todos os contribuintes que pagam este imposto, devido à progressividade do IRS.

“Esta descida abrange, na prática, todos os contribuintes de IRS, mesmo aqueles que estão acima no escalão de rendimentos, dada a progressividade do imposto“, explicou o primeiro-ministro, Luís Montenegro, no Parlamento, quando anunciou a medida.

Montenegro também esclareceu nessa altura, que “este alívio fiscal será já sentido com uma redução das retenções da fonte em novembro, no salário e no subsídio de Natal“.

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F1: 19ª etapa da temporada 2026 vai ser cumprida no México no próximo fim de semana

A Fórmula 1 prossegue no próximo fim de semana na Cidade do México – para a segunda corrida de uma sequência de três fins de semana consecutivos nas Américas.

O GP do México, 19ª etapa da temporada 2026 vai ter lugar no próximo domingo, dia 1 de novembro, no Autódromo Hermanos Rodríguez, um dos circuitos mais particulares do calendário, especialmente pelas condições de altitude que influenciam diretamente o desempenho dos carros.

A etapa mexicana será realizada apenas uma semana depois do GP dos Estados Unidos, em Austin, e representa o segundo compromisso de uma sequência de três corridas consecutivas – Estados Unidos, México e Brasil.
Depois do México seguir-se-à São Paulo, onde será disputado o GP do Brasil, no circuito de Interlagos, entre os dias 6 e 8 de novembro.

Importa salientar que o campeonato entra num período decisivo, com pouco tempo para as equipas analisarem os resultados, implementarem mudanças e prepararem os carros para desafios bastante diferentes.

O Autódromo Hermanos Rodríguez tem uma extensão de 4.304 metros e 17 curvas, com uma das características mais marcantes de todo o calendário: está localizado a aproximadamente 2.240 metros acima do nível do mar.

A altitude elevada provoca uma redução significativa na densidade do ar, afetando a eficiência aerodinâmica, a refrigeração dos componentes e o funcionamento das unidades de potência, destaca a F1Mania.
Mesmo utilizando configurações de alta carga aerodinâmica, os carros apresentam níveis de resistência ao avanço relativamente baixos, o que contribui para velocidades elevadas nas retas.

A longa reta principal, com um quilómetro de extensão, oferece uma das principais oportunidades de ultrapassagem, especialmente na forte travagem para a primeira curva. Outro setor importante é a sequência de curvas rápidas na zona intermediária, que exige estabilidade e precisão dos pilotos.

A parte final da volta passa pelo famoso setor do estádio, uma das imagens mais características do GP do México. Cercado por bancadas, o setor proporciona uma atmosfera particular antes da entrada na reta principal.

O comportamento dos pneus também merece atenção no México. Embora a pista apresente troços de alta velocidade, a menor densidade do ar reduz a carga aerodinâmica efetivamente produzida, o que pode dificultar a aderência em determinadas curvas. As equipas precisam estudar cada situação.

Bortoleto encara mais um desafio

Para o brasileiro Gabriel Bortoleto, o GP do México representa mais uma oportunidade de poder alcançar um resultado positivo na sua segunda temporada na Fórmula 1.

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F1: Antonelli conquista a pole-position do GP dos Estados Unidos. Bortoleto cumpre penalização

Kimi Antonelli conquistou a pole-position para o GP dos Estados Unidos, 18ª etapa da temporada 2026 da Fórmula 1, neste sábado (24), no Circuito das Américas, em Austin. O jovem piloto da Mercedes registou 1:34,035s no Q3 e superou Max Verstappen e Isack Hadjar formando o trio mais rápido.

Na tabela classificativa seguiram-se Leclerc, Hamilton da Ferrari, na fente do segundo Mercedes de George Russell.
Pela McLaren, Oscar Piastri terminou em sétimo, enquanto Lando Norris ficou em oitavo após ter a sua melhor volta anulada por exceder os limites da pista. Arvid Lindblad e Liam Lawson completaram o top- ten.

Após três sessões de treinos livres, em que a Ferrari se mostrava mais forte, eis que na hora da verdade, quando se discutia quem iria partir na frente, eis que a Mercedes decidia posicionar-se na liderança, através de Kimi Antonelli e alcançava a pole-position para o GP dos Estados Unidos.

Q1 – 18 minutos

Na sessão Q1, com 18 minutos de duração, Lando Norris, depois de nas sessões livres ter ficado de certa forma meio discreto, apareceu nesta sessão na liderança, averbando o tempo de 1:35,029, na frente de Leclerc (+0,171s) e de Verstappen (+0,186s). Isack Hadjar e Lewis Hamilton completavam o top-five. Gabriel Bortoleto fazia o 7.º tempo.
Os eliminados foram: Ocon, Stroll, Sainz, Albon, Perez e Bottas.

Q2 – 15 minutos

Só iriam passar para o Q3 os 10 mais rápidos. E logo de início Bortoleto surgia em pista a dar vácuo para o seu companheiro de equipa (o brasileiro sabe que nada adianta alcançar nesta sessão uma boa posição, porque tem que cumprir a sua penalização partindo da cauda do pelotão) então ajudar Hülkenberg era a missão do dia.

Verstappen surgia nesta sessão com grande determinação e saltava para o topo da tabela (1:34,471s), seguido por Norris e Antonelli. Mas de seguida, quando faltavam 5 minutos para o final da sessão, todos regressavam à pista, agora com pneus macios novos, e Leclerc voava para a liderança com o crono 1:34,198s, secundado por Antonelli (+0,080s) e com Russell no terceiro lugar (+0,107s). Verstappen e Norris desciam para as quarta e quinta posições.
Hülkenberg ficava no limite, em 11º e não conseguia qualificar-se.
Os eliminados eram: Gasly, Hulkenberg, Bearman, Bortoleto, Colapinto e Alonso.

Q3 – 13 minutos

Depois de alguns bons registos, nomeadamente de Russel, Verstappen e Hadjar, o piloto da Mercedes Kimi Antonelli saltava para o topo da classificação com 1:34,035s.
A cerca de cinco minutos do final da sessão, praticamente todos os pilotos regressavam à pista para uma tentativa final de obterem o melhor registo, mas o crono do italiano não era superado.

Verstappen ficava na segunda posição (+0,179s) e Hadjar em terceiro (+0,215s), relegando os dois Ferrari para as posições imediatas – 4.º Leclerc (+0,232s) e 5.º Hamilton a fechar o top-five (+0,276s).
Entretanto o tempo de Norris que era era neutralizado (por ultrapassar os limites da pista) e descia para oitava posição.

Eis como ficou a grelha de partida para o GP dos Estados Unidos:

1) Kimi Antonelli (Mercedes) 1’34.035
2) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford) 1’34.214
3) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford) 1’34.250
4) Charles Leclerc (Ferrari) 1’34.267
5) Lewis Hamilton (Ferrari) 1’34.311
6) George Russell (Mercedes) 1’34.476
7) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes) 1’34.803
8) Lando Norris (McLaren/Mercedes) 1’35.049
9) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford) 1’36.049
10) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford) –
11) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes) 1’35.080
12) Nico Hülkenberg (Audi) 1’35.158
13) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda) 1’35.818
14) Oliver Bearman (Haas/Ferrari) 1’36.031
15) Esteban Ocon (Haas/Ferrari) 1’36.531
16) Lance Stroll (Aston Martin/Honda) 1’36.677
17) Carlos Sainz (Williams/Mercedes) 1’36.770
18) Alexander Albon (Williams/Mercedes) 1’36.967
19) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari) 1’37.433
20) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari) 1’37.523
21) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes) 1’35.722
22) Gabriel Bortoleto (Audi) 1’35.691

Colaboração F1Mania

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F1: Hamilton mantém Ferrari como mais rápida no GP dos Estados Unidos. Bortoleto 13º

Lewis Hamiltom com o tempo de 1:34,893s, na frente de Max Verstappen (+0,168s) e Charles Leclerc (+0,234s), foi o mais veloz do TL3 e garantiu que a Ferrari continuasse a ser a equipa mais rápida nas atividades deste fim de semana no GP dos Estados Unidos.

Os dois Mercedes, terminaram este terceiro treino livre a fechar o top-five, respetivamente pilotados por George Russel e Kimi Antonelli, que está a um passo de sagrar campeão mundial em 2026.

Gabriel Bortoleto iniciou bem as atividades deste fim de semana no Circuito das Américas, terminou o TL1 em 8º, o TL2 em 11º e agora o TL3 na 13ª posição. O brasileiro, que apresentou alterações no seu carro, superou Nico Hülkenberg em termos gerais e apresentou um ritmo promissor nas simulações de corrida.

Bortoleto encerrou o terceiro treino livre do GP dos Estados Unidos da Fórmula 1 com o 13º tempo da tabela, averbando 1:36,176s permitindo-lhe ficar dentro do top-15 na atividade, o que deixa indícios de poder entrar no Q2 da Classificação, logo mais à noite.

Contudo Bortoleto tem uma penalização a cumprir – 20 posições na grelha de partida – portanto pouco se poderá esperar em termos de classificação final do brasileiro neste GP dos EUA.

Para este último treino antes da classificação em Austin, o tempo estava bastante bom, com a temperatura ambiente em 27ºC e o asfalto a chegar aos 40ºC. A humidade, essa estava em 49%. e não ameçava chover.

Recapitulando, com este resultado, a Ferrari encerrou os três treinos livres na liderança em Austin. Leclerc tinha sido o mais rápido no TL1 e no TL2, e Hamilton assumiu a primeira posição no TL3.

A Fórmula 1 regressa à pista ainda neste sábado, às 22:00 horas, pelo horário de Portugal, para a Classificação – Q1, Q2 e Q3 – a fim de definir a grelha de partida para a largada de amanhã do GP dos Estados Unidos a realizar-se no Circuiro da Américas em Austin (Texas).

Tempos registados no TL3 do GP dos Estados Unidos:

1) Lewis Hamilton (Ferrari), 1’34.893
2) Max Verstappen (Red Bull/Red Bull Ford), 1’35.061
3) Charles Leclerc (Ferrari), 1’35.127
4) Kimi Antonelli (Mercedes), 1’35.196
5) George Russell (Mercedes), 1’35.381
6) Oscar Piastri (McLaren/Mercedes), 1’35.531
7) Nico Hülkenberg (Audi), 1’35.591
8) Lando Norris (McLaren/Mercedes), 1’35.706
9) Pierre Gasly (Alpine/Mercedes), 1’35.904
10) Isack Hadjar (Red Bull/Red Bull Ford), 1’35.930
11) Liam Lawson (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’35.931
12) Arvid Lindblad (Racing Bulls/Red Bull Ford), 1’36.081
13) Gabriel Bortoleto (Audi), 1’36.176
14) Oliver Bearman (Haas/Ferrari), 1’36.235
15) Franco Colapinto (Alpine/Mercedes), 1’36.251
16) Fernando Alonso (Aston Martin/Honda), 1’36.455
17) Esteban Ocon (Haas/Ferrari), 1’36.742
18) Lance Stroll (Aston Martin/Honda), 1’37.131
19) Alexander Albon (Williams/Mercedes), 1’37.668
20) Carlos Sainz (Williams/Mercedes), 1’37.711
21) Sergio Pérez (Cadillac/Ferrari), 1’37.884
22) Valtteri Bottas (Cadillac/Ferrari), 1’38.765

Colaboração F1Mania

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F1: Leclerc continuou líder no TL2 do GP dos Estados Unidos; Bortoleto fica em 11.º

A Ferrari confirmou hoje no TL2 o bom desempenho no Circuito das Américas e coloca os seus dois pilotos entre os quatro primeiros; Bortoleto supera o companheiro de Audi, mas terá punição de 20 posições na largada.

Charles Leclerc foi o mais rápido do segundo treino livre para o GP dos Estados Unidos da Fórmula 1, realizado nesta sexta-feira (23), no Circuito das Américas, em Austin, no Texas.
O piloto da Ferrari registou 1:35.291s e superou Kimi Antonelli, da Mercedes, por apenas 0,042s. O holandês Max Verstappen, da Red Bull, terminou em terceiro (+o,192s), seguido por Lewis Hamilton e George Russell, a completarem o lote dos cinco mais velozes.

Liam Lawson ficou em sexto, à frente de Lando Norris, Oscar Piastri, Isack Hadjar e Oliver Bearman, que fecharam o top-ten.
Gabriel Bortoleto terminou em 11º, com 1:36.832s, superando Nico Hülkenberg, seu companheiro de Audi, que foi apenas o 18º. O brasileiro, entretanto, terá uma penalização de 20 posições no grid de largada de domingo por exceder o limite anual de componentes da unidade de potência.

A Ferrari confirmou o bom desempenho apresentado desde o início do fim de semana. Leclerc também havia liderado o TL1 e voltou a estabelecer a melhor marca no TL2, enquanto Hamilton colocou o segundo carro da equipa italiana entre os quatro primeiros.
Red Bull e McLaren, por sua vez, apresentaram ritmo promissor nas simulações de corrida, indicando uma disputa equilibrada para o resto do fim de semana.

Na parte final da sessão, as equipas concentraram os trabalhos nas simulações de corrida, sem mudanças relevantes na tabela de tempos.
Verstappen e os pilotos da McLaren apresentaram ritmo promissor, enquanto Bortoleto também demonstrou desempenho superior ao de Hülkenberg nas sequências mais longas.

Tabela de tempos registados no TL2 do GP dos Estados Unidos:

1) Charles Leclerc (Ferrari), 1:35.291
2) Kimi Antonelli (Mercedes), 1:35.333
3) Max Verstappen (Red Bull Racing), 1:35.480
4) Lewis Hamilton (Ferrari), 1:35.906
5) George Russell (Mercedes), 1:36.035
6) Liam Lawson (Racing Bulls), 1:36.331
7) Lando Norris (McLaren), 1:36.373
8) Oscar Piastri (McLaren), 1:36.387
9) Isack Hadjar (Red Bull Racing), 1:36.411
10) Oliver Bearman (Haas F1 Team), 1:36.536
11) Gabriel Bortoleto (Audi), 1:36.832
12) Pierre Gasly (Alpine), 1:36.840
13) Arvid Lindblad (Racing Bulls), 1:36.959
14) Esteban Ocon (Haas F1 Team), 1:37.111
15) Franco Colapinto (Alpine), 1:37.201
16) Fernando Alonso (Aston Martin), 1:37.235
17) Lance Stroll (Aston Martin), 1:37.269
18) Nico Hulkenberg (Audi), 1:37.430
19) Valtteri Bottas (Cadillac), 1:38.422
20) Carlos Sainz (Williams), 1:38.446
21) Sergio Perez (Cadillac), 1:39.036
22) Alexander Albon (Williams), 1:43.426

Colaboração F1Mania

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F1: Matematicamente Antonelli pode conquistar título mundial no GP dos Estados Unidos

Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes AMG Formula One Team, encara no GP dos Estados Unidos da Fórmula 1 a sua primeira chance de colocar as mãos no título mundial. Acontece que, para ser coroado campeão mundial de Fórmula 1, apenas a vitória pode fechar o campeonato e arrecadar a titularidade máxima.

O jovem italiano chega ao Circuito das Américas com uma liderança de 102 pontos sobre o seu companheiro de equipa George Russell, segundo classificado. Até ao encerramento do calendário, com mais seis etapas por cumprir – isto se Qatar e Abu Dhabi se realizarem – há mais 150 pontos em jogo. Após a competição de Austin, estarão 125 na mesa.

Portanto, para alcançar o título já no próximo domingo, 25 de outubro, o piloto de 21 anos precisa aumentar sua vantagem em mais 23 pontos. Portanto, Kimi Antonelli precisa ganhar a corrida para somar os 25 pontos da prova. Caso isso não aconteça, então não ficará com o título nos Estados Unidos.

Resumindo, a hipótese de Antonelli se consagrar já no domingo existe, mas vem a seguir o GP do México na próxima semana, dia 1 de novembro e na sequência, está aí o GP de São Paulo (Brasil), em 8 de novembro.

Nos Construtores, a Mercedes, por outro lado, ainda não pode garantir o título, pois precisaria sair de Austin com uma vantagem de 215 pontos sobre a segunda colocada Ferrari. Considerando que a vantagem atualmente é de 134, o México é a primeira oportunidade para a marca alemã conquistar seu primeiro campeonato desde 2021.

Classificação no Campeonato de Pilotos

  1. Kimi Antonelli – 340
  2. George Russell – 238
  3. Lewis Hamilton – 229
  4. Max Verstappen – 221
  5. Charles Leclerc – 215
  6. Lando Norris – 201
  7. Oscar Piastri – 138
  8. Isack Hadjar – 97
  9. Liam Lawson – 75
  10. Pierre Gasly – 41
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GTWC no AIA: Verstappen escala 15 posições e garante top-10 em Portugal

O titular da Red Bull na Fórmula 1, Max Verstappen terminou na nona posição a etapa de Portugal do GT World Challenge Europe (GTWC), disputada este sábado (17) no Autódromo Internacional do Algarve (AIA), em Portimão.

Numa corrida de três horas de duração, o holandês, que pilotou um Mercedes-AMG GT3 da sua própria equipa, a Verstappen Racing, fez o stint final da prova e avançou 15 posições em quase 50 minutos de prova.

O holandês teve como companheiros nesta tarde Ben Barnicoat, responsável pela largada, e Chris Lulham, que pilotou no segundo stint, assumindo os comandos do carro para o encerramento da prova.

Pouco antes, Lulham foi penalizado com uma passagem pelas boxes após tocar num concorrente e fazê-lo rodar na pista. Verstappen, então, passou a escalar o pelotão assim que assumiu a pilotagem.

Distante 47 segundos do líder quando assumiu a pilotagem, Verstappen começou a avançar no pelotão, entrando no top-20 pouco tempo depois. Um Safety Car em pista, na sequência de um problema com o BMW do team de outra estrela do desporto motorizado a nível mundial, Valentino Rossi, juntou o pelotão, e permitiu ao astro da F1 prosseguir na classificação de forma ascendente, como reporta a F1Mania.

Após a relargada e com todos os rivais próximos, Verstappen continuou avançando, incluindo uma ultrapassagem tripla quando os adversários lutavam por uma posição.

O dono do Mercedes número 3 tomou o nono posto quando restavam cinco minutos para o final e chegou a aproximar-se do oitavo colocado, sem tempo para buscar essa ultrapassagem.

A vitória ficou com outro trio que competiu com um Mercedes, formado por Maximilian Götz, Ralf Aron e Fabian Schiller, que abriu vantagem sobre os adversários após a última relargada, aproveitando-se da disputa pelo segundo lugar.

Recorde-se que estreando na categoria pela Verstappen.com Racing (#3) ao lado de Ben Barnicoat e Chris Lulham, o holandês largou em condições desfavoráveis após punições e tráfego, caindo para fora do top 20.
A recuperação registou-se no último stint, protagonizando uma impressionante série de ultrapassagens e Verstappen cortou a linha de chegada na 9ª posição.

Classificação Final


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F1: Depois de uma semana de intervalo vem aí o GP dos Estados Unidos em Austin no Texas

Após a realização do GP de Singapura, no circuito da Marina Bay, a Fórmula 1 está a passar por uma semana de intervalo antes de regressar à ação com o GP dos Estados Unidos, marcado para os dias 23, 24 e 25 de outubro, no Circuito das Américas, em Austin, no estado do Texas.

A etapa americana será a 18ª da temporada de 2026 e marcará o início de uma sequência de três corridas consecutivas nas Américas. Depois de Austin, o circo da Fórmula 1 seguirá para o GP da Cidade do México, em 1 de novembro, e depois o GP de São Paulo, em Interlagos, no Brasil, com o GP a realizar-se no dia 8 de novembro.

Saliente-se que o campeonato mundial de Fórmula 1 está a entrar na sua reta final, com Kimi Antonelli na liderança. O italiano da Mercedes soma 340 pontos, contra 238 do britânico George Russell, seu companheiro de equipa. A diferença de 102 pontos coloca Antonelli numa situação confortável na disputa pelo título, embora ainda com etapas importantes pela frente.

O GP dos Estados Unidos será disputado no Circuito das Américas, um traçado de 5,513 quilómetros que combina retas longas, curvas de alta velocidade, mudanças de elevação e setores técnicos. Um dos pontos mais conhecidos é a subida que antecede a curva 1, propícia para ultrapassagens.

A corrida terá 56 voltas e está marcada para domingo, 25 de outubro, às 21:00 horas, no horário de Portugal.
Diferente de algumas etapas da temporada, o fim de semana em Austin seguirá o formato tradicional, com três treinos livres, classificação no sábado e corrida do GP dos Estados Unidos 2026 no domingo.

Programa / Horários

Sexta-feira, 23 de outubro
18h30 – Treino Livre 1 (TL1)
22h00 – Treino Livre 2 (TL2)

Sábado, 24 de outubro
18h30 – Treino Livre 3 (TL3)
22h00 – Classificação

Domingo, 25 de outubro
21h00 – Corrida (56 voltas)

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F1: brasileiro Rafael Câmara é piloto da Haas em 2027 – team confirmou

Agora é oficial: o brasileiro Rafael Câmara vai correr na Fórmula 1 na temporada 2027. O anúncio foi feito pela Haas esta quinta-feira (15), de que o piloto no próximo ano assumirá a vaga deixada por Esteban Ocon.

Os rumores da chegada do piloto começaram a surgir ainda no meio deste campeonato, como refere a F1Mania na sua notícia, lembrando que Rafael Câmara é membro da Academia da Ferrari desde 2021, chegou a participar de diversos testes guiando carros tanto da escuderia italiana como da equipa americana, sempre impressionando com os seus resultados – inclusivamente, a primeira atividade que teve com a Haas foi um TPC em Portimão no mês de agosto.

Até ser designado para preencher a vaga na Haas, Rafa ainda precisou enfrentar alguma concorrência, designadamente contra Leo Fornaroli, atual campeão da Fórmula 2, Jack Doohan e Ryo Hirakawa. Mas, no final, o campeão de 2025 da Fórmula 3 e atual líder da Fórmula 2 é quem está a vencer esta ‘corrida’ pelo lugar no team na F1.

“Estou muito feliz em me juntar à Haas como piloto de Fórmula 1. É um passo importante na minha carreira e quero agradecer a Gene Haas e Ayao Komatsu pela confiança que depositaram em mim. Também sou muito grato à Academia da Ferrari pelo apoio e por tudo o que contribuíram para o meu desenvolvimento ao longo dos anos, assim como à minha família por estar sempre presente nesta jornada”, disse Rafael Câmara.

“Agora, o meu foco é preparar-me da melhor maneira possível para este novo desafio. Haverá muito a aprender, e estou ansioso para trabalhar em estreita colaboração com a equipa, entender o carro e continuar evoluindo como piloto”, prosseguiu.

Lembra-nos a F1Mania que Rafa Câmara disputa a F2 na temporada 2026 e na última etapa, a rodada tripla do GP do Azerbaijão, onde conseguiu uma vitória e assumiu a liderança da classificação – tem mais duas vitórias e sete pódios totais . Agora restam duas etapas, Qatar e Abu Dhabi, mas ainda em dúvida se irão mesmo acontecer devido à guerra no Médio Oriente.

Entre os feitos de sua carreira, além do título da F3 também conta como campeão da Fórmula Regional Europeia em 2024, além de um vice na Fórmula 4 dos Emirados Árabes Unidos em 2022, assim como ter terminado em terceiro na Fórmula 4 Italiana, Fórmula 4 Alemã e Fórmula Regional do M´deio Oriente.

Ayao Komatsu, chefe da Haas, afirmou que “estou muito empolgado em contratar um talento tão jovem e incrível como Rafael Câmara. Não preciso falar a todos sobre as suas conquistas nas categorias de base; elas têm sido impressionantes. Além disso, na sua temporada de estreia na Fórmula 2, a velocidade que ele demonstrou em momentos muito difíceis, como nas classificações no Mónaco e Montreal, evidenciam todo o potencial que o Rafa possui.”

“Quando ele pilotou, no nosso programa TPC em Portugal, mostrou que conseguia lidar muito bem com a situação, mesmo sem muito tempo para conhecer o carro; ele mostrou-nos mais do que apenas velocidade pura. O Rafa conseguiu criar um ambiente para extrair o melhor de si mesmo; foi algo muito impressionante e, certamente, as voltas que ele completou foram especiais.“

A teminar, Ayao Komatsu, salientou: “Estamos todos animados com essa oportunidade e realmente comprometidos, como TGR Haas F1 Team, em desenvolver esse talento e oferecer um ambiente onde ele possa prosperar. Queremos criar um espaço onde ele se sinta confortável e apoiado, e onde possa realmente desenvolver todo o seu potencial.”

Por fim, Gene Haas, dono da Haas, comentou: “Estou ansioso para ver o que Rafael Câmara pode alcançar na Fórmula 1, tendo acompanhado as suas conquistas na Fórmula 3 e, agora, na Fórmula 2 este ano.”
“É um desafio diferente neste nível, mas, com base na experiência que tivemos com Ollie Bearman, que seguiu uma trajetória semelhante e também veio da Academia da Ferrari, sabemos que esses pilotos mais jovens que chegam bem preparados e podem causar um impacto imediato na equipa”, acrescentou.

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