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Vídeo: Jovem anda em meio a enchente na Índia durante ciclone Arnab

Um jovem foi flagrado caminhando à beira de um lago em meio a ventos intensos e ondas violentas provocadas pelo ciclone Arnab, em Isukulanka, no estado de Andhra Pradesh, sul da Índia.

O vídeo mostra coqueiros se curvando com a força do vento e a água atingindo o caminho por onde o rapaz passa na quarta-feira (28).

Segundo relatos locais, o ciclone atingiu a costa próxima a Yanam, com ventos de aproximadamente 125 km/h e rajadas de até 140 km/h.

A tempestade deixou seis mortos e danificou casas, além de derrubar árvores e provocar alagamentos em diversas estradas.

De acordo com o IMD (Departamento Meteorológico da Índia), o ciclone atravessou a costa de Andhra Pradesh e Yanam, a cerca de 20 quilômetros de Narsapur.

A passagem da tempestade provocou danos em diferentes localidades e mobilizou ações de resposta nas áreas afetadas.

Ciclone Arnab deixa ao menos seis mortos na costa leste da Índia

Ao menos seis pessoas morreram, dezenas de casas foram danificadas e plantações foram destruídas, após um ciclone potente atingir a costa leste da Índia, vindo da Baía de Bengala, na quarta-feira (28), trazendo chuvas intensas e ventos fortes, informaram as autoridades.

O ciclone Arnab, classificado pelo Departamento Meteorológico da Índia como uma “tempestade ciclônica muito severa” — a terceira categoria mais alta em sua escala —, atingiu o estado de Andhra Pradesh na manhã da quarta-feira, com seu centro avançando, na sequência, para o interior do território, segundo a agência.

O fornecimento de energia em várias áreas ao longo da costa leste do país continuava interrompido nesta quinta-feira (29).

Pelo menos 15 mil postes de energia foram danificados pelo ciclone, declarou o governador do estado, N. Chandrababu Naidu, em um comunicado.

“Andhra Pradesh foi o estado mais afetado… três pessoas perderam a vida”, disse a repórteres Narendra Singh Bundela, um alto funcionário da NDRF (Força Nacional de Resposta a Desastres).

Chuvas intensas e ventos fortes destruíram pelo menos 180 casas, derrubaram 220 árvores e interromperam o fornecimento de energia em várias áreas, relatou o ministro-chefe de Andhra Pradesh, N. Chandrababu Naidu, em uma carta ao ministro do Interior federal, Amit Shah, na qual o atualizou sobre a situação.

Duas das mortes foram causadas pela queda de uma árvore e por eletrocussão, informaram à agência de notícias Reuters autoridades do gabinete de Naidu.

O estado vizinho de Odisha não foi tão gravemente atingido, disse Bundela, acrescentando que a expectativa era de que a velocidade dos ventos diminuísse à medida que o ciclone avançasse para o interior.

Mais de 180 mil pessoas foram retiradas nos estados de Andhra Pradesh e Odisha antes da chegada do ciclone.

Algumas escolas foram fechadas, e serviços de trem e voos foram cancelados ao longo da costa leste.

Diversas equipes da NDRF e do estado estavam trabalhando nas áreas afetadas, afirmou Bundela, acrescentando que alguns estados vizinhos também poderiam ser atingidos por chuvas intensas.

Imagens de televisão mostraram árvores caídas em rodovias, enquanto trabalhadores, vestindo trajes de proteção contra a chuva, atuavam na remoção de galhos e folhas das vias.

“Ninguém sabia em qual casa a água entraria em seguida, ou qual residência acabaria submersa”, disse Nagi, morador do distrito de Kakinada, em Andhra Pradesh.

“Árvores caíram, casas foram danificadas e todos os nossos pertences, incluindo nossos livros, foram destruídos”, relatou Nagi, que não informou seu sobrenome.

Pescadores ao longo da costa foram aconselhados a não sair para o mar; o departamento meteorológico informou que prevê perdas nas plantações, bem como danos a casas com telhados de palha e a linhas de comunicação.

Estão previstos ventos de 125 km/h a 135 km/h, com rajadas de até 150 km/h.

Além disso, espera-se uma elevação do nível do mar de 1 a 1,5 metro acima da maré normal, o que provavelmente causará inundações em áreas baixas de Andhra Pradesh.

As operações em três aeroportos do estado foram suspensas, informou o Ministério da Aviação Civil da Índia.

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Vídeo: Militares fazem buscas após colisão de trens na Espanha

A Unidade Militar de Emergência da Espanha realizou buscas nos destroços da colisão entre dois trens de alta velocidade que deixou 69 mortos na quarta-feira (28), na província de Toledo.

O vídeo mostra a operação, com agentes revirando o entulho causado pelo acidente.

Segundo autoridades regionais, mais de cem pessoas permaneciam hospitalizadas após o acidente, enquanto equipes de resgate continuavam os trabalhos na região.

As circunstâncias da colisão seguem sob investigação.

A circulação ferroviária entre Madrid, Ciudad Real e a Andaluzia foi interrompida após o episódio.

Colisão de trem na Espanha deixa pelo menos 69 mortos, diz governo

Pelo menos 69 pessoas morreram após a colisão de dois trens de alta velocidade na província de Toledo, na Espanha, informou um porta-voz do governo regional ao veículo de notícias local CMM Noticias nesta quarta-feira (28).

Esther Padilla, porta-voz do governo regional da planície de Castilla-La Mancha, afirmou que havia 146 passageiros e um bebê em um dos trens, e 397 passageiros no outro.

“O tráfego na linha ferroviária de alta velocidade entre Madri e a Andaluzia foi suspenso após uma colisão traseira entre dois trens”, informou a Adif em uma publicação no X.

O presidente do país, Pedro Sánchez, se pronunciou sobre o acidente nas redes sociais. Ele disse que já está em contato com o ministro dos Transportes, Oscar Puentes, e com o presidente da Junta de Comunidades de Castilla-La Mancha, Emiliano García-Page.

Consternado ante el grave accidente de trenes en Toledo. Permanezco en constante contacto con el ministro de Transportes, @oscar_puente_, y con el presidente de Castilla-La Mancha, @garciapage. Los servicios de emergencia están trabajando sobre el terreno para atender a las personas afectadas y garantizar su seguridad, en coordinación con todas las administraciones implicadas. Mi cariño, solidaridad y apoyo a todas las víctimas y sus familias.

— Pedro Sánchez (@sanchezcastejon) October 28, 2026

O jornal espanhol El País citou testemunhas que relataram vários feridos e a chegada de equipes de emergência ao local. Segundo a reportagem, dois dos vagões envolvidos no acidente teriam saído dos trilhos e caído por um barranco.

De acordo com o El País, o acidente ocorreu pouco depois das 9h, no horário local, entre as cidades de Los Yébenes e Urda, na província de Toledo.

Um porta-voz do serviço de emergência 112 de Castilla-La Mancha informou à CNN que um relato de colisão foi recebido às 8h45 (horário local).

Segundo as informações recebidas, um dos trens, pertencente à empresa Iryo, estava parado ou trafegando em baixa velocidade quando foi atingido por um trem AVE, operado pela Renfe, a companhia ferroviária nacional da Espanha.

Parte do trem AVE saiu dos trilhos, enquanto vários vagões do trem da Iryo descarrilaram, disse o porta-voz, acrescentando que uma unidade militar de emergência foi mobilizada.

Um posto de comando avançado foi montado próximo ao local do acidente.

Paralelamente, em Urda, Toledo, foi aberto um abrigo onde a Cruz Vermelha presta assistência aos feridos e fornece alimentos e outros suprimentos a quem necessita de apoio não médico.

A CNN entrou em contato com ambas as empresas, mas ainda não obteve resposta.

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EUA “ganharam” 1 milhão de barris de petróleo da Venezuela, diz Trump

O presidente Donald Trump fez um anúncio esta semana: a Venezuela presenteou os Estados Unidos com 1 milhão de barris de petróleo — e isso não custou um centavo sequer aos contribuintes americanos.

O anúncio feito na terça-feira (27) aparentemente surpreendeu uma parte importante do acordo: o produtor do petróleo venezuelano.

A NABEP (North American Blue Energy Partners), parceira do governo dos EUA em um grande investimento petrolífero na Venezuela, informou inicialmente, na terça-feira, que os Estados Unidos haviam comprado o 1 milhão de barris de petróleo, ainda que por um preço substancialmente reduzido.

Após Trump afirmar que o petróleo era gratuito, a NABEP alterou sua declaração para alinhar-se à versão do presidente: o petróleo chegaria a um porto no Texas sem qualquer custo para o contribuinte americano.

Ambas as afirmações eram tecnicamente precisas: a Venezuela está dando aos Estados Unidos um grande presente em petróleo.

O presente é ainda maior do que o 1 milhão de barris de petróleo “gratuito”.

O que Trump disse

Trump fez o anúncio da doação de petróleo a caminho de um comício político em Corpus Christi, no Texas, onde ele exibiria navios-tanque chegando ao porto com os primeiros frutos da parceria da NABEP na Venezuela.

“Assumimos o controle da Venezuela com muito sucesso, e eles me enviaram, como presente, um carregamento de um milhão de barris de petróleo; estou repassando isso aos Estados Unidos da América”, disse Trump a repórteres.

Não se tratava de uma figura de linguagem. O petróleo seria gratuito para os contribuintes americanos, escreveu Trump mais tarde em uma publicação na rede social Truth Social.

“Graças à nossa relação renovada com a Venezuela — que se revelou verdadeiramente excelente —, o petróleo está sendo fornecido aos Estados Unidos SEM custo algum para o contribuinte americano”, escreveu Trump.

Em um comício na noite de terça-feira, Trump afirmou que a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, em janeiro — que resultou na destituição do presidente Nicolás Maduro —, representou “a maior vitória petrolífera da história”.

“Estão vendo aquele naviozinho ali? Ele traz 1 milhão de barris de petróleo da Venezuela, e nós estamos comemorando”, disse Trump. “Ao vencedor pertencem os espólios, não é?”

Como funciona a matemática

Em um acordo firmado em agosto, que a Casa Branca classificou como o “maior negócio de petróleo da história mundial”, o Pentágono adquiriu uma participação acionária na empresa proprietária da NABEP, a segunda maior produtora privada de petróleo na Venezuela.

A proprietária da NABEP é controlada pela família de Alejandro Betancourt López, um controverso empresário internacional radicado no Reino Unido.

Como parte do acordo, o Departamento de Estado dos EUA tem o direito de comprar os primeiros 20% do petróleo venezuelano produzido pela NABEP ao preço de US$ 30 (cerca de R$ 160) por barril — o custo de produção.

Esse valor é significativamente inferior ao preço que o produto poderia alcançar no mercado aberto.

A NABEP anunciou na terça-feira (27) que a primeira remessa decorrente de sua parceria com o governo dos EUA chegaria a Corpus Christi em dois navios-tanque.

“A carga faz parte do direito do governo dos EUA de adquirir 20% da produção da NABEP a preço de custo, sem margem de lucro — uma disposição prevista no acordo firmado em agosto pela empresa com os Departamentos de Estado e de Guerra dos EUA”, informou a NABEP em um comunicado.

Mais tarde naquele dia, a NABEP atualizou seu comunicado.

“Para reconhecer a natureza histórica do acordo entre a NABEP e seu novo comprador principal, o governo dos Estados Unidos, a NABEP entregou o primeiro milhão de barris de petróleo sem custo algum para o contribuinte norte-americano”, acrescentou a empresa em seu comunicado à imprensa retificado.

Como isso é possível?

A NABEP concordou em entregar o 1 milhão de barris de petróleo sem custo inicial.

A empresa compensaria isso cobrando do governo um valor mais alto pelo petróleo nas entregas subsequentes.

“A carga está sendo entregue em conformidade com um acordo comercial, segundo o qual o seu valor é quitado por meio de ajustes nos preços de futuras retiradas, em vez de um pagamento em dinheiro feito de imediato”, afirmou uma pessoa a par dos termos da transação.

Em outras palavras, o primeiro milhão de barris foi vendido aos Estados Unidos por US$ 0 o barril.

A empresa recuperará esses custos por meio de pagamentos diferidos.

Por exemplo, o milhão de barris seguinte poderia ser vendido aos Estados Unidos por US$ 60 (aproximadamente R$ 321) o barril.

Essas remessas resultariam em uma média de US$ 30 por barril.

Um porta-voz da Casa Branca reconheceu que apenas a primeira remessa proveniente da NABEP não teria custo para o contribuinte americano.

Portanto, todos disseram a verdade: o petróleo entregue aos Estados Unidos esta semana foi, tecnicamente, fornecido sem custo para o contribuinte americano.

E isso fazia parte de um contrato de compra previamente estabelecido (e, na terça-feira, ligeiramente alterado) com a NABEP.

O verdadeiro ‘presente’

Mesmo a US$ 60 o barril, o petróleo, tecnicamente, não terá custo algum para o contribuinte.

Isso ocorre porque o petróleo venezuelano está sendo vendido a US$ 80 (cerca de R$ 428).

Portanto, a Venezuela enviará petróleo aos Estados Unidos a um preço bem inferior ao que poderia obter no mercado aberto.

A administração Trump argumenta que, sem investimento estrangeiro, o país não conseguiria aproveitar suas riquezas petrolíferas.

E o acordo, independentemente do preço do petróleo, ajudará a manter empregos na Venezuela.

Isso pode ser verdade.

Os regimes socialistas da Venezuela deixaram sua infraestrutura petrolífera se deteriorar ao longo das últimas décadas, reduzindo a capacidade de produção de petróleo para cerca de 1,2 milhão de barris por dia — uma queda em relação aos mais de 3 milhões de barris diários registrados na década de 1990.

No entanto, segundo críticos, o fato de os Estados Unidos extraírem petróleo a baixo custo para vendê-lo com uma margem de lucro elevada é, na melhor das hipóteses, algo que pega mal e, na pior, uma forma de exploração.

“O presidente Trump ocultou deliberadamente os detalhes de seu esquema envolvendo o petróleo da Venezuela”, disse à CNN o deputado democrata por Illinois, Dan Casten, um crítico ferrenho da política do governo para a Venezuela. “Ainda não sabemos exatamente quanto dinheiro está envolvido nem para onde esse dinheiro está indo.”

Mas Trump sempre afirmou que o petróleo da Venezuela estava à disposição dos Estados Unidos.

No dia 3 de janeiro, ao anunciar a captura de Maduro, Trump declarou que a operação militar visava garantir os recursos da Venezuela, os quais seriam fundamentais para tornar os Estados Unidos ricos.

“O futuro será determinado pela capacidade de proteger o comércio, o território e os recursos que são essenciais para a segurança nacional”, disse Trump. “Eles são fundamentais para a nossa segurança nacional. Assim como as tarifas — que tornaram nosso país rico e fortaleceram nossa segurança nacional, deixando-a mais robusta do que nunca. Essas são as leis férreas que sempre determinaram o poder global. E vamos manter as coisas assim.”

Entenda por que os EUA estão interessados ​​no petróleo da Venezuela

 

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Governo Trump promove demissões em massa no alto comando militar

O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afastou o principal oficial de planejamento do Pentágono, em um momento em que o presidente Donald Trump avalia novos ataques contra o Irã, informou à CNN uma fonte a par da situação.

O tenente-general Brett Sylvia, que ocupava o cargo de diretor de estratégia, planos e políticas — conhecido como J5 — no Estado-Maior Conjunto, está deixando a função de forma abrupta, confirmou um porta-voz do general Dan Caine, presidente do Estado-Maior Conjunto.

Nenhum motivo foi apresentado para o afastamento de Sylvia, e não está claro quem assumirá suas responsabilidades.

A CNN entrou em contato com o gabinete de Hegseth em busca de um posicionamento.

Essa saída é a mais recente em uma longa série de afastamentos de oficiais de alto escalão do Pentágono durante a administração Trump e desde que Hegseth assumiu o cargo, período marcado por cortes significativos no alto comando militar.

Segundo o Estado-Maior Conjunto (Joint Chiefs), a função J5 é um papel estratégico voltado para a elaboração de planos de engajamento internacional dos EUA.

“O J5 do Estado-Maior Conjunto propõe estratégias, planos e recomendações de políticas ao Presidente do Estado-Maior Conjunto, a fim de subsidiar o fornecimento de aconselhamento militar — abrangendo todo o espectro de questões de segurança nacional — ao Presidente e a outros líderes nacionais”, afirmou o site do Estado-Maior Conjunto.

“O objetivo é garantir que tais recomendações sejam fundamentadas em um contexto estratégico mais amplo — em coordenação com agências governamentais e parceiros de alianças —, levem em conta a perspectiva e as necessidades dos comandantes de forças combatentes, e avaliem os riscos associados à execução da Estratégia Militar Nacional”, completou no site.

Sylvia, que anteriormente comandou a 101ª Divisão Aerotransportada do Exército, foi indicada para o cargo pelo ex-secretário de Defesa Lloyd Austin, perto do fim da administração Biden.

Na noite de quarta-feira (28), a biografia de Sylvia havia sido removida do site do Estado-Maior Conjunto (Joint Chiefs).

“O presidente [do Estado-Maior Conjunto], o Estado-Maior Conjunto e a Força Conjunta expressam sua profunda gratidão ao tenente-general Brett Sylvia e à sua família pelos 32 anos de serviços distintos prestados à nossa nação. Desejamos a ele e à sua família o melhor, à medida que avançam rumo a novas oportunidades e aos próximos capítulos de suas vidas”, afirmou um porta-voz do Estado-Maior Conjunto.

A saída de Sylvia ocorre em um momento crucial para o Pentágono.

Conforme noticiado pela CNN, duas autoridades americanas informaram à emissora, no início desta semana, que as forças dos EUA no Oriente Médio estão preparadas para lançar novas operações militares — potencialmente de grande escala — contra o Irã, “dentro de 96 horas após o recebimento” de uma ordem de Trump.

“Será um grande esforço”, disse uma das autoridades à CNN.

Essa avaliação é compartilhada por outros funcionários e ex-funcionários do governo americano, a par das discussões internas sobre planejamento militar — alguns dos quais afirmam que não se trata de saber “se” Trump emitirá uma ordem de ataque, mas “quando” ele o fará.

Eles acreditam que a ordem pode ser dada a qualquer momento antes do fim do ano, embora, muito provavelmente, ocorra após as eleições de meio de mandato nos EUA.

Autoridades afirmam que Trump ainda não decidiu o que fará após as midterms, mas que ele parece inclinado a ordenar uma ação de grande escala.

Contudo, essas mesmas autoridades ressaltam que, no passado, Trump já demonstrou inclinação para determinadas medidas, mas acabou recuando no último instante.

O presidente declarou anteriormente que nenhum ataque ocorreria antes das eleições de meio de mandato, marcadas para terça-feira (3).

Sylvia junta-se a uma lista de altos funcionários e oficiais do Pentágono dispensados ​​durante o mandato de Hegseth como secretário de Defesa.

Entre eles, destaca-se o chefe do Estado-Maior do Exército, general Randy George, que foi forçado a se aposentar em abril, um dia depois de Trump sinalizar que planejava intensificar a guerra contra o Irã.

Ele também demitiu mais de duas dúzias de oficiais de alto escalão, afastou um secretário da Marinha com quem entrou em conflito e, segundo relatos, interveio em promoções nos diversos ramos das Forças Armadas, moldando diretamente a liderança.

O antecessor de Sylvia, o tenente-general Joe McGee, também deixou o cargo em outubro de 2025 sob pressão de Hegseth — informaram fontes à CNN na ocasião, acrescentando que McGee frequentemente “resistiu” às posições do secretário de Defesa e de Caine em questões que variavam de Rússia e Ucrânia a operações militares no Caribe.

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EUA e Kremlin negociam fim de sanções a fundo soberano da Rússia

A administração Trump e o Kremlin estão discutindo a possível suspensão das sanções dos Estados Unidos contra o fundo soberano multibilionário da Rússia, segundo declarou um assessor do Kremlin — informação divulgada pela mídia estatal russa.

O movimento representaria mais uma concessão dos EUA a Moscou no âmbito das negociações para encerrar a guerra na Ucrânia.

Yuri Ushakov, assessor de política externa do presidente russo Vladimir Putin, afirmou a jornalistas que as negociações com os Estados Unidos para suspender as sanções contra o Fundo Russo de Investimento Direto (uma entidade estatal) já ocorrem “há algum tempo”, informou a agência de notícias estatal russa TASS na quarta-feira (28).

“Não sei qual será o resultado”, acrescentou ele.

Segundo Ushakov, o CEO do fundo e enviado presidencial, Kirill Dmitriev, tem mantido contato ativo com autoridades americanas para tratar da suspensão das sanções.

A administração Biden impôs as sanções na esteira da invasão da Ucrânia pela Rússia, em fevereiro de 2022, classificando-as como um “fundo secreto” conhecido, utilizado por Putin e seu círculo íntimo.

A CNN entrou em contato com a Casa Branca e o Departamento de Estado dos EUA em busca de um posicionamento.

O jornal New York Times noticiou pela primeira vez, na terça-feira (27), que a administração Trump estava cogitando suspender as sanções.

O presidente Donald Trump defendeu concessões feitas recentemente à Rússia no que diz respeito a sanções — medidas que provocaram críticas de ambos os lados do espectro político em Washington e criaram um distanciamento entre os EUA e seus aliados ocidentais.

No início deste mês, Trump anunciou um acordo que permite a exportação de diesel russo para os mercados globais de energia e suspendeu uma nova série de sanções — recém-promulgadas — relacionadas à venda de combustíveis fósseis russos.

A legislação, cuja aplicação foi suspensa, teria imposto tarifas de até 100% sobre, entre outros itens, mercadorias importadas pelos EUA provenientes dos cinco maiores compradores de petróleo bruto ou gás da Rússia — cujas vendas são fundamentais para financiar a máquina de guerra do Kremlin.

O acordo entre EUA e Rússia sobre o diesel prevê a suspensão, por seis meses, das sanções à exportação desse combustível, permitindo sua comercialização a preços de mercado; contudo, especialistas questionam qual será o real impacto dessa medida nos mercados globais de diesel.

A Rússia proibiu as exportações de diesel no início de julho, depois que ataques de drones ucranianos às suas refinarias provocaram uma escassez generalizada de combustível em todo o país.

A Casa Branca está tentando aliviar a pressão sobre os preços do petróleo e do diesel nos EUA, às vésperas de eleições de meio de mandato cruciais na próxima semana.

Trump também afirmou que sua decisão de suspender algumas sanções contra a Rússia teve como objetivo manter Moscou na mesa de negociações.

“Estou em processo de negociação de paz na guerra entre a Rússia e a Ucrânia, e não quero fazer nada que, de forma imprudente, afaste a Rússia da mesa de negociações”, escreveu Trump em uma publicação na rede social Truth Social, no dia 18 de outubro.

Trump atribuiu à Ucrânia a responsabilidade pelos altos preços globais dos combustíveis e pressionou o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, a interromper os ataques a refinarias russas — mesmo enquanto a Rússia continua seus ataques contra vilarejos, cidades e a infraestrutura energética da Ucrânia.

Há uma preocupação crescente, em Kiev e na Europa, de que a administração Trump faça novas concessões a Moscou na tentativa de levar Putin a aceitar um acordo de paz.

Recentemente, Zelensky declarou ao programa “Meet the Press”, da rede NBC, que as isenções fortaleceram a guerra de Putin contra a Ucrânia, justamente em um momento em que Moscou vinha fracassando no campo de batalha.

Kiev defende há muito tempo sanções mais rigorosas às exportações russas de energia.

Na semana passada, Putin afirmou que o Kremlin estaria disposto a retomar as negociações de paz trilaterais entre Rússia, EUA e Ucrânia após meados de novembro, a pedido do enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, que se reuniu com o líder russo em São Petersburgo.

Durante as conversas, Putin manifestou interesse em restabelecer a cooperação econômica com os EUA.

Entenda o que está por trás da tensão entre Trump e Zelensky

 

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Zelensky elogia apoio adicional de 10 bilhões de libras do Reino Unido

O presidente Volodymyr Zelensky afirmou que discutiu, nesta quarta-feira (28), com o primeiro-ministro britânico Andy Burnham um pacote de apoio adicional para a Ucrânia, bem como a política de sanções.

“Um passo verdadeiramente forte e muito oportuno — que chega justamente no momento em que a Rússia precisa ver e sentir que a Ucrânia não será deixada sozinha para lidar com os problemas que a Rússia está tão empenhada em intensificar”, disse Zelensky na rede social X, ao comentar um apoio adicional de 10 bilhões de libras (cerca de 71,4 bilhões de reais) anunciado mais cedo, nesta quarta-feira.

Zelensky vai ao Reino Unido para reunião com Burnham sobre apoio na guerra

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, chegou ao Reino Unido na quarta-feira (14) para se reunir com o primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, em Londres, num momento em que o Reino Unido busca reafirmar seu apoio à Ucrânia, inclusive com a promessa de um novo pacote de mísseis terra-ar.

A reunião ocorre em um momento difícil para Zelenskiy.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no fim de semana que ele deveria ser substituído na liderança da Ucrânia, dias depois de fechar um acordo com Moscou para suspender as sanções sobre as exportações russas de diesel.

O Reino Unido afirmou não apoiar o acordo EUA-Rússia sobre o diesel e pediu aos aliados que mantenham a pressão econômica sobre Moscou.

Burnham declarou que o apoio à Ucrânia é vital para garantir a segurança da população britânica e prometeu mais apoio militar.

Entenda como protestos levaram Zelensky a trocar comando militar da Ucrânia

 

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Houthis atacam aeroporto no Iêmen após aviso de retirada

Os Houthis do Iêmen atacaram o aeroporto de Aden nesta quarta-feira (28), informaram autoridades governamentais, depois que o grupo — alinhado ao Irã — alertou a população para se retirar do local, em meio a uma escalada dos combates no país, que se encontra inserido no conflito mais amplo do Oriente Médio.

Moradores da cidade portuária, situada no sul — onde está sediado o governo reconhecido internacionalmente e apoiado pela Arábia Saudita —, relataram ter ouvido uma explosão nas proximidades do aeroporto, que serve como uma via vital para a ajuda humanitária e é a principal porta de entrada para o sul do Iêmen.

O tráfego aéreo foi interrompido após o ataque, disseram à agência de notícias Reuters dois funcionários do Ministério dos Transportes.

Uma fonte ligada a organizações humanitárias afirmou que alguns funcionários da ONU deixaram o aeroporto pouco antes do ataque, e não houve feridos.

O porta-voz dos Houthis, Yahya Saree, declarou em uma publicação na rede social X que o aviso de retirada foi motivado, segundo ele, pela presença de uma aeronave de carga militar saudita que estaria entregando armas.

Não houve, de imediato, qualquer comentário por parte das autoridades sauditas.

Os Houthis, que controlam a capital, Sanaa, e a maior parte do noroeste do Iêmen, já atacaram o aeroporto de Aden em diversas ocasiões anteriores.

Moradores relataram que, antes da emissão do alerta, também foram ouvidas explosões em outras partes da cidade.

A Organização Internacional para as Migrações informou que sua equipe, que passava por Aden, está em segurança e que todos os seus integrantes foram localizados após os relatos do ataque.

Combates se intensificam

O ataque ocorre em um momento em que os combates entre os Houthis e a coalizão liderada pela Arábia Saudita — que apoia o governo do Iêmen — intensificaram-se nas últimas semanas, abrindo uma nova e volátil frente no conflito mais amplo entre EUA, Israel e o Irã.

No mês passado, as forças Houthis avançaram em direção ao Estreito de Bab el-Mandeb, uma das rotas marítimas mais estrategicamente importantes do mundo, situada no lado oposto ao Estreito de Ormuz, do outro lado da Península Arábica.

Desde então, as forças governamentais têm buscado retomar territórios na costa do Mar Vermelho, em uma manobra que poderia enfraquecer o controle dos Houthis sobre esse ponto de passagem crucial.

Paralelamente, a coalizão intensificou os ataques contra posições Houthis, em resposta à escalada de ofensivas do grupo contra a Arábia Saudita.

Na terça-feira (27), a organização humanitária MSF (Médicos Sem Fronteiras) informou que uma de suas aeronaves estava prestes a decolar do aeroporto de Aden, dias atrás, quando as equipes humanitárias foram orientadas a buscar abrigo devido à queda de um míssil nas proximidades.

“O aeroporto de Aden é o principal ponto de entrada para trabalhadores humanitários, suprimentos e equipamentos médicos destinados ao sul do Iêmen; portanto, garantir um acesso seguro a ele é fundamental”, declarou a organização em um comunicado.

A emissora Al Masirah, controlada pelos Houthis, relatou que 14 pessoas morreram e 15 ficaram feridas no que descreveu como um ataque saudita à região de Jawf, no norte do Iêmen.

A retomada dos combates pôs fim a uma trégua mediada pela ONU em 2022, que havia conseguido conter, em grande parte, os ataques de maior escala no conflito — iniciado após os Houthis expulsarem o governo de Sanaa, em 2014.

Agências de ajuda humanitária alertam que essa nova onda de violência está agravando rapidamente as condições em um país que já enfrenta uma das piores crises humanitárias do mundo.

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Ataque de drone ucraniano mata uma pessoa, informam autoridades

Uma pessoa morreu em decorrência de um ataque com drone ucraniano na região russa de Belgorod, informaram as autoridades locais de emergência nesta quarta-feira (28).

A Reuters não conseguiu verificar a alegação de forma independente.

Ataque ucraniano danifica infraestrutura industrial em Novomoskovsk

Destroços de drones ucranianos danificaram infraestrutura industrial em Novomoskovsk, na região russa de Tula, além de prédios de apartamentos e residências particulares, informou o governador regional, Dmitry Milyayev, por meio do Telegram.

Novomoskovsk, situada a cerca de 200 km ao sul de Moscou, é um importante polo de produção química.

Milyayev afirmou que equipes de laboratórios e do órgão de fiscalização da saúde pública foram enviadas à cidade, sem fornecer mais detalhes.

Ataque russo provoca grande incêndio na Ucrânia e deixa quatro feridos

Um incêndio de grandes proporções teve início após um ataque com drones russos ao distrito de Osnovyanskyi, em Kharkiv, na noite desta terça-feira (27).

Um prédio de apartamentos de dois andares, residências particulares e um edifício industrial foram atingidos pelo fogo.

Segundo o prefeito de Kharkiv, Igor Terekhov, há registro de quatro pessoas feridas, incluindo um menino de 4 anos.

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Líderes europeus expressam condolências às vítimas após acidente na Espanha

Líderes europeus de países vizinhos manifestaram hoje profundo pesar após a colisão de dois trens na província espanhola de Toledo, que resultou na morte de dezenas de pessoas.

O primeiro-ministro de Portugal, Luís Montenegro, expressou suas “condolências e profunda solidariedade” aos afetados, colocando seu país à disposição “para o que for necessário” após o acidente.

Em nome do Governo e do povo de Portugal, expresso as nossas condolências e profunda solidariedade às famílias das vítimas do grave acidente ferroviário em Toledo, Espanha. Deixo aos espanhóis, às suas autoridades e a todas as equipas a trabalhar nas operações a nossa disponibilidade para o que for necessário e o desejo de uma rápida recuperação aos feridos e a todos aqueles que foram afetados por esta tragédia.

— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) October 28, 2026

O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, afirmou estar acompanhando a situação “com profunda preocupação”, acrescentando que o Consulado-Geral da Itália em Madri está trabalhando para verificar se há cidadãos italianos entre as vítimas.

Seguo con profonda preoccupazione le notizie del tragico scontro tra due treni avvenuto a Toledo, in Spagna, che ha provocato vittime e feriti. Il nostro Consolato Generale a Madrid è al lavoro per verificare l’eventuale coinvolgimento di cittadini italiani e fornire tutta l’assistenza necessaria. Il mio pensiero va alle famiglie delle vittime, ai feriti, al Re Felipe VI, al Governo e a tutto il popolo spagnolo, cui esprimo la mia vicinanza in questo terribile momento di dolore.

— Antonio Tajani (@Antonio_Tajani) October 28, 2026

O presidente da França, Emmanuel Macron, manifestou solidariedade às vítimas da colisão e a seus familiares, bem como às equipes de emergência que atuam no local.

“Ao povo espanhol, expresso a solidariedade da França”, declarou ele.

Terrible drame ferroviaire en Espagne. Nos pensées vont aux victimes, à leurs familles, aux nombreux blessés ainsi qu’à l’ensemble des équipes mobilisées dans les opérations de secours. Au peuple espagnol, j’exprime la solidarité de la France.

— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) October 28, 2026

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, classificou a notícia da colisão como “devastadora” e afirmou que seu “coração está com as famílias e os entes queridos das vítimas”.

Em uma publicação na rede social X, von der Leyen escreveu: “Hoje, a Europa está de luto com vocês”.

Just received the devastating news from Toledo on the collision of two high-speed trains. My heart goes out to the victims’ families and loved ones. Today, Europe mourns with you.

— Ursula von der Leyen (@vonderleyen) October 28, 2026

Por sua vez, Benjamín León Jr., embaixador dos Estados Unidos na Espanha, disse estar acompanhando “de perto” as notícias sobre o acidente “com profunda preocupação”.

Ao expressar solidariedade às vítimas, León Jr. afirmou que “todo o nosso apoio está com as equipes de emergência que trabalham no local neste momento. Estamos ao lado da Espanha nestes instantes”.

Embajador Benjamín León Jr.: “Seguimos con profunda preocupación las noticias sobre el grave accidente ferroviario ocurrido en Toledo. Nuestros pensamientos están con las víctimas, sus familias y seres queridos. Todo nuestro apoyo a los servicios de emergencia que están trabajando sobre el terreno. Acompañamos a España en estos difíciles momentos”

— U.S. Embassy Madrid 🇺🇸🇪🇸 (@USembassyMadrid) October 28, 2026

Líderes do Reino Unido, Suíça, Bélgica, Alemanha, Ucrânia, Países Baixos, Polônia, Suécia, Noruega, Finlândia, República Tcheca, Lituânia, Letônia, Romênia, Estônia, Croácia, Macedônia do Norte, Eslováquia, Moldávia, Bósnia e Herzegovina, Montenegro e Andorra também manifestaram seus sentimentos.

O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, expressou suas condolências à Espanha.

Em pronunciamento na Câmara dos Comuns, Burnham afirmou ter entrado em contato com o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, para “oferecer todo o apoio necessário”.

O rei Felipe, da Espanha, afirmou que o acidente ferroviário foi uma “tragédia terrível” e expressou suas condolências às famílias afetadas. Ele participava de um exercício militar na cidade de Bétera, em Valência; a atividade precisou ser encurtada devido ao acidente.

Colisão de trem na Espanha deixa pelo menos 64 mortos, diz governo

Pelo menos 64 pessoas morreram após a colisão de dois trens de alta velocidade na província de Toledo, na Espanha, informou um porta-voz do governo regional ao veículo de notícias local CMM Noticias nesta quarta-feira (28).

Esther Padilla, porta-voz do governo regional da planície de Castilla-La Mancha, afirmou que havia 146 passageiros e um bebê em um dos trens, e 397 passageiros no outro.

“O tráfego na linha ferroviária de alta velocidade entre Madri e a Andaluzia foi suspenso após uma colisão traseira entre dois trens”, informou a Adif em uma publicação no X.

O presidente do país, Pedro Sánchez, se pronunciou sobre o acidente nas redes sociais. Ele disse que já está em contato com o ministro dos Transportes, Oscar Puentes, e com o presidente da Junta de Comunidades de Castilla-La Mancha, Emiliano García-Page.

Consternado ante el grave accidente de trenes en Toledo. Permanezco en constante contacto con el ministro de Transportes, @oscar_puente_, y con el presidente de Castilla-La Mancha, @garciapage. Los servicios de emergencia están trabajando sobre el terreno para atender a las personas afectadas y garantizar su seguridad, en coordinación con todas las administraciones implicadas. Mi cariño, solidaridad y apoyo a todas las víctimas y sus familias.

— Pedro Sánchez (@sanchezcastejon) October 28, 2026

O jornal espanhol El País citou testemunhas que relataram vários feridos e a chegada de equipes de emergência ao local. Segundo a reportagem, dois dos vagões envolvidos no acidente teriam saído dos trilhos e caído por um barranco.

De acordo com o El País, o acidente ocorreu pouco depois das 9h, no horário local, entre as cidades de Los Yébenes e Urda, na província de Toledo.

Um porta-voz do serviço de emergência 112 de Castilla-La Mancha informou à CNN que um relato de colisão foi recebido às 8h45 (horário local).

Segundo as informações recebidas, um dos trens, pertencente à empresa Iryo, estava parado ou trafegando em baixa velocidade quando foi atingido por um trem AVE, operado pela Renfe, a companhia ferroviária nacional da Espanha.

Parte do trem AVE saiu dos trilhos, enquanto vários vagões do trem da Iryo descarrilaram, disse o porta-voz, acrescentando que uma unidade militar de emergência foi mobilizada.

Um posto de comando avançado foi montado próximo ao local do acidente.

Paralelamente, em Urda, Toledo, foi aberto um abrigo onde a Cruz Vermelha presta assistência aos feridos e fornece alimentos e outros suprimentos a quem necessita de apoio não médico.

A CNN entrou em contato com ambas as empresas, mas ainda não obteve resposta.

Governo regional pede doações de sangue

O governo regional de Castilla-La Mancha solicitou doações de sangue após o acidente ferroviário ocorrido nesta quarta-feira (28)

“Doem sangue”, diz uma publicação no X. “Hoje, a sua solidariedade é muito importante.”

¡INFORMACIÓN IMPORTANTE! 👇👇👇 https://t.co/CQfQeyZn9k

— Gobierno de Castilla-La Mancha (@gobjccm) October 28, 2026

A publicação pede doações em Alcázar de San Juan, Ciudad Real e Toledo.

*Com informações da Reuters.

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Mediadores do Catar apresentam nova proposta ao Irã para encerrar guerra

Mediadores do Catar apresentaram ao Irã uma nova minuta de acordo para encerrar a guerra contra os Estados Unidos e Israel, informou uma autoridade a par das negociações.

No entanto, um alto funcionário iraniano afirmou que Doha apresentou apenas ideias inaceitáveis, que não chegam a constituir uma proposta real.

A fonte a par das negociações — que não é iraniana — declarou que uma nova minuta de proposta de paz para o conflito, que já dura oito meses, foi apresentada no domingo (25) e está sendo analisada por Teerã; espera-se uma resposta até o final da semana.

O Catar, juntamente com o Paquistão, tem liderado os esforços de mediação para encerrar a guerra, um conflito que tem prejudicado o transporte marítimo global e o fornecimento de petróleo, e que, recentemente, estendeu-se à Arábia Saudita e ao Iêmen.

Segundo a fonte, a proposta apresentada pelo Catar estabelece um cronograma de sete dias que aborda as preocupações tanto de Teerã quanto de Washington, definindo medidas diárias de construção de confiança a serem adotadas por ambos os lados.

O cronograma poderia começar no início da próxima semana, e diversos países atuariam como fiadores do acordo, acrescentou a autoridade.

Pouco depois, um alto funcionário iraniano envolvido nas conversas afirmou que o Catar apresentou apenas “ideias inaceitáveis, e não uma proposta”, ressaltando que a política de Teerã — de não demonstrar qualquer flexibilidade em relação à questão nuclear — permanece inalterada.

Washington deseja que o programa nuclear iraniano — que existe há décadas — seja incluído, desde o início, nas negociações para encerrar a guerra.

O Irã, por sua vez, sustenta que suas condições — que incluem o fim do bloqueio dos EUA aos portos iranianos e a suspensão das sanções às exportações de petróleo do país — precisam ser atendidas primeiro.

O país rejeita as preocupações ocidentais de que seu programa nuclear tenha natureza militar.

Ataque a refinaria de petróleo saudita

No final de setembro, o Irã apresentou uma proposta de sete dias, segundo a qual, conforme afirmou o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araqchi, o Estreito de Ormuz — uma das rotas de transporte de energia mais importantes do mundo — poderia ser reaberto caso certas condições fossem atendidas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, rejeitou a proposta, o que levou a uma nova rodada de mediação por parte do Catar.

A minuta discutida em Teerã no domingo (25) era diferente daquela proposta anterior, informou uma autoridade a par das negociações, embora os detalhes do plano mais recente não tenham ficado claros de imediato.

A mesma autoridade havia dito anteriormente à agência de notícias Reuters que os mediadores catarianos coordenaram suas ações com Washington antes de seguirem para Teerã.

Esforços anteriores de mediação para encerrar a guerra — iniciada pelos EUA e por Israel em 28 de fevereiro — chegaram a resultar em um acordo de paz provisório em junho, mas este acabou sendo rapidamente desfeito.

Nas últimas semanas, as forças Houthis do Iêmen, alinhadas ao Irã, lançaram ataques recorrentes contra a Arábia Saudita — um aliado fundamental dos EUA e o maior exportador de petróleo bruto do mundo —, abrindo uma nova frente no conflito, que já dura oito meses.

Os preços do petróleo (LCOc1) subiram mais de 1%, ultrapassando os 115 dólares por barril nesta quarta-feira (28), após um ataque Houthi contra a maior refinaria de petróleo da Arábia Saudita, Ras Tanura, o que intensificou as preocupações com riscos ao abastecimento.

Os confrontos com os Houthis se intensificaram no mês passado, à medida que o grupo militante avançava contra as forças apoiadas pela Arábia Saudita em direção ao Estreito de Bab el-Mandeb — outra importante rota de navegação, situada no lado oposto da Península Arábica em relação ao Estreito de Ormuz.

Preocupações com o risco de novas greves

Uma autoridade a par das negociações afirmou que, antes da reunião de domingo (25) em Teerã, havia receios de que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu — que disputa um novo mandato em eleições gerais —, pudesse retomar os ataques contra a República Islâmica ainda esta semana.

Na sexta-feira (23), o presidente dos EUA, Donald Trump, reiterou ameaças de atacar o Irã novamente, enquanto autoridades de segurança iranianas disseram à Reuters que Teerã elaborou planos detalhados para atacar cabos submarinos no Golfo, caso os EUA e Israel retomassem as ofensivas.

Na segunda-feira (26), altos representantes da Arábia Saudita, da Turquia e do Paquistão reuniram-se com autoridades iranianas em Teerã, como parte de esforços para reduzir a tensão.

O Catar declarou, na terça-feira (27), que o Irã precisa cessar as ameaças contra os Estados árabes do Golfo e liberar o Estreito de Ormuz, demonstrando assim boas intenções para que os esforços de mediação possam prosperar.

Os Estados do Golfo foram alvo de bombardeios constantes no início do conflito.

A guerra também reacendeu os confrontos entre Israel e o Hezbollah, grupo armado libanês apoiado pelo Irã.

O cenário contribuiu para a queda nos índices de aprovação de Trump, às vésperas das eleições de meio de mandato nos EUA, que definirão o controle do Congresso.

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“Tudo é possível”, diz Trump sobre ataques contra o Irã após as eleições

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que “tudo é possível” ao ser questionado, nesta quarta-feira (28), se os Estados Unidos realizariam mais ataques contra o Irã após as eleições de meio de mandato.

As Forças Armadas dos EUA já gastaram mais de US$ 47 bilhões (cerca de R$ 250,7 bilhões) na condução da guerra no Irã — um valor superior em mais de 25% à estimativa feita pelo Departamento de Defesa em julho, segundo dados do Pentágono obtidos pela agência de notícias Reuters.

O Pentágono não respondeu prontamente a um pedido de comentário sobre sua estimativa, que não foi divulgada publicamente.

A revelação sobre o custo crescente da guerra no Irã surge em um momento em que os republicanos lidam com as repercussões políticas desse conflito impopular, às vésperas das eleições de 3 de novembro, que definirão o controle do Congresso pelos próximos dois anos.

Trump também deve iniciar uma viagem pela Ásia, durante a qual se espera um encontro com o presidente chinês, Xi Jinping.

A desnuclearização poderá estar na pauta — embora o próprio Trump tenha reconhecido que o objetivo não será fácil de alcançar, dado que outros países também possuem armas nucleares.

Trump diz que guerra contra Irã é “uma das melhores coisas que já fizemos”

Trump, classificou a guerra contra o Irã como “uma das melhores coisas que já fizemos”, apesar de o conflito continuar sendo profundamente impopular internamente e de muitos candidatos do Partido Republicano defenderem o seu fim.

Questionado na quarta-feira (21) se lamenta ter iniciado a guerra, o presidente americano disse aos repórteres: “Não, acho que é uma das melhores coisas — acho que é uma das melhores coisas que já fizemos”.

“Impedimos o Irã de ter uma arma nuclear. É uma das melhores coisas que já fizemos”, continuou ele, acrescentando que sua decisão de atacar o país do Oriente Médio em fevereiro “exigiu muita coragem”.

No entanto, quase oito meses após o início da guerra, o presidente não conta com grande apoio da população dos EUA: uma nova pesquisa da CNN, divulgada nesta quarta-feira, mostrou que apenas 30% dos americanos aprovam a sua condução da política externa.

A CNN conversou com muitos eleitores, inclusive em comícios do presidente, que apontaram o impacto do conflito nos preços dos combustíveis e no custo de vida como uma questão central para as próximas eleições.

Enquanto isso, alguns republicanos que enfrentam disputas eleitorais difíceis neste outono têm se distanciado do presidente no que diz respeito à guerra.

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Paquistão diz que disparos vindos do Afeganistão mataram uma pessoa

Uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas após o Talibã afegão abrir fogo contra residências civis e um mercado na região do Waziristão, no Paquistão, perto da fronteira entre os dois países, informou uma autoridade administrativa paquistanesa de alto escalão nesta quarta-feira (28).

As forças paquistanesas estão “respondendo de forma eficaz e contundente” aos disparos “não provocados” ocorridos na terça-feira (27), afirmou o vice-comissário do Waziristão do Sul na rede social X.

O porta-voz do Talibã afegão, Zabihullah Mujahid, não respondeu de imediato aos pedidos de comentário da agência de notícias Reuters sobre o caso.

A violência ocorre poucos dias depois de o Talibã afegão afirmar que os problemas com o Paquistão poderiam ser resolvidos por meio da diplomacia.

O Paquistão e o Afeganistão — antes aliados, hoje adversários — têm entrado em conflito cada vez mais frequente em torno da militância; Islamabad acusa Cabul de abrigar militantes que realizam ataques transfronteiriços.

O governo do Talibã nega a acusação e sustenta que a militância é um problema interno do Paquistão.

O conflito entre os dois vizinhos de maioria muçulmana já deixou centenas de mortos este ano.

Conheça Talibã, que governa Afeganistão e vive conflito com Paquistão

 

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Ministros do Egito e da Arábia Saudita discutem medidas para conter crise

O ministro das Relações Exteriores do Egito, Badr Abdelatty, e seu homólogo da Arábia Saudita, Faisal bin Farhan, discutiram, em um telefonema na terça-feira (27), esforços para conter a atual crise regional e evitar uma escalada mais ampla, informou o Ministério das Relações Exteriores do Egito nesta quarta-feira (28), acrescentando que os ministros concordaram em manter uma estreita coordenação bilateral.

O Parlamento do Egito autorizou o presidente Abdel Fattah al-Sisi, na segunda-feira (26), a adotar “todas as medidas necessárias” para ajudar a Arábia Saudita a se defender, em um momento em que os combates entre o reino e os Houthis — grupo iemenita alinhado ao Irã — se intensificaram.

Egito aprova apoio militar à Arábia Saudita após escalada de ataques Houthi

O Parlamento autorizou as Forças Armadas do Egito, na segunda-feira (26), a prestar apoio na defesa da Arábia Saudita — segundo parlamentares e a mídia local.

A medida pode levar o Cairo a se envolver diretamente no conflito regional, que se intensificou com os ataques dos Houthis — grupo iemenita aliado ao Irã — contra o reino do Golfo.

Na semana passada, o presidente Abdel Fattah al-Sisi solicitou ao Parlamento que aprovasse a defesa de seu aliado árabe no Golfo — o maior exportador de petróleo do mundo — caso Riade peça ajuda contra os Houthis.

O avanço desse grupo também ameaça o estratégico Estreito de Bab el-Mandeb, uma via de acesso ao Canal de Suez, no Egito.

O Egito tem condenado, com frequência, ataques do Irã ou de grupos apoiados por Teerã contra países do Golfo.

No entanto, o país não se envolveu publicamente em combates diretos, nem aderiu ao pacto de defesa mútua — firmado em agosto entre Arábia Saudita, Paquistão e Turquia.

O ministro das Relações Exteriores, Badr Abdelatty, afirmou este mês que a possível adesão do Egito a esse pacto continua sendo “objeto de séria análise”.

O Egito — o país mais populoso do mundo árabe e detentor de uma das maiores Forças Militares da região — integrou a coalizão liderada pela Arábia Saudita no início da guerra no Iêmen, em março de 2015.

Sua participação concentrou-se, sobretudo, na esfera naval: o país enviou navios de guerra para garantir a segurança das rotas marítimas no Mar Vermelho e prometeu apoio aéreo.

O Egito também mobilizou cerca de 800 soldados, mas seu papel em combate foi limitado.

O país participou de uma custosa intervenção militar no Iêmen na década de 1960 e, desde a Guerra do Golfo, em 1991, não realizava o envio de tropas terrestres para operações em larga escala no exterior.

A Arábia Saudita é um importante parceiro político e financeiro do Cairo; sob o governo de Sisi, o reino tem fornecido bilhões de dólares em ajuda, depósitos no banco central e suprimentos de energia.

O príncipe herdeiro saudita reuniu-se com Sisi no Cairo, em 15 de setembro, para discutir questões de segurança e navegação no Mar Vermelho, após a retomada dos combates no Iêmen.

Quem são os Houthis, grupo do Iêmen apoiado pelo Irã?

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Ataque russo provoca grande incêndio na Ucrânia e deixa quatro feridos

Um incêndio de grandes proporções teve início após um ataque com drones russos ao distrito de Osnovyanskyi, em Kharkiv, na noite desta terça-feira (27).

Um prédio de apartamentos de dois andares, residências particulares e um edifício industrial foram atingidos pelo fogo.

Segundo o prefeito de Kharkiv, Igor Terekhov, há registro de quatro pessoas feridas, incluindo um menino de 4 anos.

Ataque ucraniano danifica infraestrutura industrial em Novomoskovsk

Destroços de drones ucranianos danificaram infraestrutura industrial em Novomoskovsk, na região russa de Tula, além de prédios de apartamentos e residências particulares, informou o governador regional, Dmitry Milyayev, por meio do Telegram.

Novomoskovsk, situada a cerca de 200 km ao sul de Moscou, é um importante polo de produção química.

Milyayev afirmou que equipes de laboratórios e do órgão de fiscalização da saúde pública foram enviadas à cidade, sem fornecer mais detalhes.

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Ciclone Arnab deixa ao menos três mortos na costa leste da Índia

Pelo menos três pessoas morreram, dezenas de casas foram danificadas e plantações, destruídas, após um ciclone potente atingir a costa leste da Índia, vindo da Baía de Bengala, nesta quarta-feira (28), trazendo chuvas intensas e ventos fortes, informaram as autoridades.

O ciclone Arnab, classificado pelo Departamento Meteorológico da Índia como uma “tempestade ciclônica muito severa” — a terceira categoria mais alta em sua escala —, atingiu o estado de Andhra Pradesh na manhã desta quarta-feira, com seu centro avançando, na sequência, para o interior do território, segundo a agência.

“Andhra Pradesh foi o estado mais afetado… três pessoas perderam a vida”, disse a repórteres Narendra Singh Bundela, um alto funcionário da NDRF (Força Nacional de Resposta a Desastres).

Chuvas intensas e ventos fortes destruíram pelo menos 180 casas, derrubaram 220 árvores e interromperam o fornecimento de energia em várias áreas, relatou o ministro-chefe de Andhra Pradesh, N. Chandrababu Naidu, em uma carta ao ministro do Interior federal, Amit Shah, na qual o atualizou sobre a situação.

Duas das mortes foram causadas pela queda de uma árvore e por eletrocussão, informaram à agência de notícias Reuters autoridades do gabinete de Naidu.

O estado vizinho de Odisha não foi tão gravemente atingido, disse Bundela, acrescentando que a expectativa era de que a velocidade dos ventos diminuísse à medida que o ciclone avançasse para o interior.

Mais de 180 mil pessoas foram retiradas nos estados de Andhra Pradesh e Odisha antes da chegada do ciclone.

Algumas escolas foram fechadas, e serviços de trem e voos foram cancelados ao longo da costa leste.

Diversas equipes da NDRF e do estado estavam trabalhando nas áreas afetadas, afirmou Bundela, acrescentando que alguns estados vizinhos também poderiam ser atingidos por chuvas intensas.

Imagens de televisão mostraram árvores caídas em rodovias, enquanto trabalhadores, vestindo trajes de proteção contra a chuva, atuavam na remoção de galhos e folhas das vias.

“Ninguém sabia em qual casa a água entraria em seguida, ou qual residência acabaria submersa”, disse Nagi, morador do distrito de Kakinada, em Andhra Pradesh.

“Árvores caíram, casas foram danificadas e todos os nossos pertences, incluindo nossos livros, foram destruídos”, relatou Nagi, que não informou seu sobrenome.

Pescadores ao longo da costa foram aconselhados a não sair para o mar; o departamento meteorológico informou que prevê perdas nas plantações, bem como danos a casas com telhados de palha e a linhas de comunicação.

Estão previstos ventos de 125 km/h a 135 km/h, com rajadas de até 150 km/h.

Além disso, espera-se uma elevação do nível do mar de 1 a 1,5 metro acima da maré normal, o que provavelmente causará inundações em áreas baixas de Andhra Pradesh.

As operações em três aeroportos do estado foram suspensas, informou o Ministério da Aviação Civil da Índia.

Nepal suspende autorizações para trilhas

No vizinho Nepal, as autoridades suspenderam a emissão de autorizações para trilhas em áreas de alta montanha por três dias, devido ao risco de chuvas e nevascas causadas pelo ciclone, informou à Reuters Gita Ghimire, oficial de informações do Departamento de Imigração.

Este é o período de pico para a prática de trilhas no Nepal, com cerca de 750 excursionistas obtendo autorizações por dia.

Na terça-feira (27), o Nepal alertou os turistas para que evitassem se aventurar em áreas de grande altitude, diante do receio de que o ciclone Arnab pudesse provocar chuvas torrenciais, tempestades de neve e avalanches na região do Himalaia, entre a noite de quinta-feira (29) e sábado (31).

O Arnab formou-se sobre a Baía de Bengala, uma região importante para a ocorrência de ciclones tropicais, que já gerou tempestades mortais na costa leste da Índia.

Um superciclone que matou quase 10 mil pessoas ao atingir o estado de Odisha, em outubro de 1999, permanece como um dos desastres naturais mais letais do país.

A Índia, no entanto, desenvolveu ao longo dos anos sistemas de alerta precoce e medidas preventivas para minimizar a perda de vidas.

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Colisão de trem na Espanha com mortos marca terceiro acidente neste ano

O acidente na província de Toledo marca o terceiro desastre ferroviário na Espanha este ano.

Em janeiro, dois trens de alta velocidade colidiram perto de Adamuz, na província de Córdoba, no sul da Espanha, deixando mais de 40 mortos.

A colisão ocorreu depois que a parte traseira de um trem que seguia para o norte descarrilou e invadiu a via adjacente, por onde se aproximava um trem que seguia na direção oposta.

Mais de cem pessoas ficaram feridas, informaram as autoridades na ocasião.

Esse acidente também resultou na morte de um dos maquinistas e desencadeou uma greve nacional, na qual se exigia maior segurança para os profissionais ferroviários, em meio a uma série de episódios como este por toda a Espanha.

Antes dessa colisão, o Semaf — sindicato dos maquinistas do país— já havia manifestado preocupação com o fato de as altas velocidades causarem vibrações e, consequentemente, desgaste nas linhas ferroviárias de alta velocidade, segundo relatou uma fonte do sindicato à CNN na época.

O acidente em Adamuz foi o mais grave na rede ferroviária espanhola desde a tragédia ocorrida na Galícia, em 2013, quando 79 pessoas morreram e 144 ficaram feridas após um trem colidir e pegar fogo perto da cidade de Santiago de Compostela.

Poucos dias após o desastre ferroviário de Adamuz, um trem de passageiros descarrilou perto de Barcelona, ​​durante um período de chuvas intensas; o maquinista morreu e dezenas de passageiros ficaram feridos.

Colisão de trem na Espanha deixa pelo menos 30 mortos, diz governo

Pelo menos 30 pessoas morreram após a colisão de dois trens de alta velocidade na província de Toledo, na Espanha, informou um porta-voz do governo regional ao veículo de notícias local CMM Noticias nesta quarta-feira (28).

Esther Padilla, porta-voz do governo regional da planície de Castilla-La Mancha, afirmou que havia 146 passageiros e um bebê em um dos trens, e 397 passageiros no outro.

“O tráfego na linha ferroviária de alta velocidade entre Madri e a Andaluzia foi suspenso após uma colisão traseira entre dois trens”, informou a Adif em uma publicação no X.

O presidente do país, Pedro Sánchez, se pronunciou sobre o acidente nas redes sociais. Ele disse que já está em contato com o ministro dos Transportes, Oscar Puentes, e com o presidente da Junta de Comunidades de Castilla-La Mancha, Emiliano García-Page.

O jornal espanhol El País citou testemunhas que relataram vários feridos e a chegada de equipes de emergência ao local. Segundo a reportagem, dois dos vagões envolvidos no acidente teriam saído dos trilhos e caído por um barranco.

De acordo com o El País, o acidente ocorreu pouco depois das 9h, no horário local, entre as cidades de Los Yébenes e Urda, na província de Toledo.

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Dois homens são acusados no Reino Unido de ajudar o Irã em incidente na RAF

Dois homens foram denunciados nesta terça-feira (27) com base na Lei de Segurança Nacional (National Security Act) do Reino Unido, na sequência de um incidente de segurança ocorrido no mês passado na base militar da RAF em Fairford.

Os promotores acusam um deles de tentar auxiliar operações de inteligência iranianas em território britânico.

A base da RAF em Fairford vinha sendo utilizada por bombardeiros dos Estados Unidos para realizar ataques contra o Irã; contudo, as aeronaves foram retiradas por motivos de segurança logo após a prisão de cinco homens britânicos nas imediações da base, no sudoeste da Inglaterra, nas primeiras horas do dia 27 de setembro.

As circunstâncias do incidente — que permanecem, em grande parte, sem explicação — atraíram ampla atenção internacional, ocorrendo em um momento de crescente preocupação quanto às implicações, para as nações ocidentais, da guerra entre os Estados Unidos e o Irã.

O primeiro-ministro Andy Burnham declarou, no início deste mês, que as atividades na base da RAF em Fairford teriam sido, provavelmente, coordenadas a partir do Irã — alegação que foi negada pelo embaixador iraniano no Reino Unido.

O cidadão britânico Mohmed Abdulkarim, de 24 anos, foi acusado de adotar condutas que poderiam auxiliar materialmente um serviço de inteligência estrangeiro, no período entre 31 de agosto e 28 de setembro; segundo a polícia, acredita-se que o país em questão seja o Irã.

Nouman Essghir, de 24 anos — que possui dupla cidadania, britânica e iraniana, e foi detido inicialmente nos arredores da base da RAF em Fairford no dia 27 de setembro —, foi acusado de ter entrado, em 22 de agosto, em um local proibido com o objetivo de prejudicar o Reino Unido.

Ambos comparecerão ao Tribunal de Magistrados de Westminster, em Londres, ainda nesta terça-feira.

A polícia informou que outras seis pessoas — quatro das quais são cidadãos britânicos detidos nas proximidades da base da RAF em Fairford no dia 27 de setembro — permanecem em liberdade provisória sob fiança policial.

A decisão de conceder liberdade provisória aos suspeitos, após o que pareceu ser um incidente grave, gerou questionamentos; contudo, a polícia afirmou, nesta terça-feira, que tal medida foi fundamental para viabilizar as acusações contra os dois homens.

“Sabemos que as decisões tomadas durante nossas investigações podem, por vezes, parecer ilógicas para quem observa de fora; mas quero deixar bem claro que sempre existe uma razão ou justificativa sólida por trás delas”, afirmou o comissário-assistente Laurence Taylor, chefe do Departamento Nacional de Polícia Antiterrorismo do Reino Unido.

Nesse caso, esse processo de tomada de decisão resultou em um avanço mais rápido, em evidências mais sólidas e, por fim, na obtenção das acusações que anunciei hoje.

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Polícia prende 19 pessoas na Espanha após grupos incendiarem carros

Fogo e fumaça surgiram nas ruas de Bilbao, na Espanha, na noite de segunda-feira (26), quando grupos de pessoas incendiaram carros e lixeiras.

A imprensa nacional informou que pelo menos 19 pessoas foram detidas pela polícia após os distúrbios, incluindo sete menores de idade.

Em declaração à televisão nacional nesta terça-feira (27), o conselheiro de Segurança do governo basco, Bingen Zupiria, afirmou que “grupos bascos organizados” estavam por trás dos distúrbios.

Ele acrescentou que a maioria dos detidos não possui antecedentes criminais

Ainda não se conhecem mais detalhes sobre os distúrbios, nem se eles constituem, de fato, um movimento organizado.

No sábado (24), 100 pessoas foram presas em Barcelona em episódios semelhantes, depois que manifestantes encapuzados — que participavam de um protesto contra o sistema — saquearam lojas e incendiaram mobiliário urbano nos arredores da Plaza de Catalunya, no centro da cidade.

Ação policial detém 128 pessoas durante protestos com tumulto em Barcelona

As autoridades prenderam 128 pessoas em Barcelona na noite de sábado (24), após episódios de tumultos e saques, segundo autoridades espanholas. A ministra do Interior da Catalunha, porém, afirmou que os participantes não estavam envolvidos em nenhuma manifestação.

erca de 600 pessoas se reuniram na região central de Barcelona na noite de sábado, mas “não estavam acompanhando nenhuma manifestação, não participavam de nenhuma manifestação e não defendiam nenhuma das causas ou dos direitos habituais”, afirmou Núria Parlon, ministra do Interior da Catalunha.

Ao todo, 23 estabelecimentos comerciais foram vandalizados depois que vários grupos de pessoas encapuzadas se reuniram na região central da Praça da Catalunha, por volta das 18h no horário local, informou a polícia catalã.

Poucos minutos depois da concentração, “alguns desses grupos começaram a atirar objetos contra policiais, atear fogo a contêineres e lixeiras e saquear e vandalizar estabelecimentos comerciais no centro de Barcelona”, afirmou a polícia.

Imagens mostraram pequenos focos de incêndio espalhados pela região, que foram apagados, além de vitrines de lojas estilhaçadas. Um dos grupos de saqueadores conseguiu entrar em uma loja da Urban Outfitters depois de quebrar as vitrines. Outro grupo foi filmado tentando invadir uma joalheria na La Rambla, uma das ruas comerciais mais populares de Barcelona.

Embora Parlon tenha ressaltado que essas pessoas não faziam parte de nenhuma manifestação, o prefeito de Barcelona, Jaume Collboni, afirmou que “isso pode estar relacionado a alguns dos apelos feitos em várias capitais europeias”.

Manifestantes marcharam em várias outras cidades europeias, incluindo Paris e Madri, no sábado, em protestos contra o aumento do custo de vida, os problemas de acesso à moradia e a falta de investimentos em educação. Essas manifestações, porém, foram em grande parte pacíficas e não tiveram os tumultos registrados em Barcelona e na França no fim de semana anterior.

Collboni alertou que “haverá consequências para os adultos e os pais dos menores envolvidos. Vamos levar isso até o fim, tanto na esfera jurídica quanto na financeira.”

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Rússia atinge ponte em Kiev, no que Zelensky classifica como grave escalada

A Rússia atingiu uma importante ponte rodoviária em Kiev durante a noite, em ataques que envolveram 16 mísseis balísticos e mais de 280 drones, informou o presidente Volodymyr Zelensky nesta terça-feira (27), classificando o episódio como uma grave escalada contra a logística ucraniana.

“Tragicamente, houve vítimas e impactos em Kiev, inclusive na Ponte Sul”, escreveu ele na rede social X, referindo-se a uma das principais pontes rodoviárias sobre o rio Dnipro, que corta a capital ucraniana.

“Uma grave escalada na operação da Rússia contra a nossa logística. Também houve ataques nas regiões de Kiev, Vinnytsia, Zaporizhzhia, Dnipro, Kharkiv, Odessa, Chernihiv, Sumy, Donetsk, Kherson e Chernivtsi.”

The number of people injured in the Russian strike on a university campus and the surrounding area yesterday evening has risen to 12. Five of them are students and university staff. While emergency services were helping people and dealing with the aftermath of the first strike, the Russians used ballistic missiles again. In total, 16 ballistic missiles were launched overnight. More than 280 drones as well. Tragically, there have been casualties and hits in Kyiv, including on the South Bridge. A serious escalation in Russia’s operation against our logistics. There were also strikes on the Kyiv, Vinnytsia, Zaporizhzhia, Dnipro, Kharkiv, Odesa, Chernihiv, Sumy, Donetsk, Kherson, and Chernivtsi regions. Almost everywhere, Russia’s targets were the energy sector, logistics, and ordinary urban infrastructure. The artificial and prolonged delays in the delivery of interceptor packages for Patriot and NASAMS systems, which unfortunately have occurred recently, are directly helping Russia achieve the objectives of its terrorist campaign. Every such delay means another Russian strike on one facility or another. Unfortunately, strikes are taking place every day. Russia is constantly taking new steps toward escalation. Pressure on Russia and real support for Ukraine are needed to change the situation. I thank everyone who truly supports our efforts to protect lives and understands the importance of support packages arriving on time. We must bring peace closer and save lives. Thank you to everyone who stands with Ukraine!

— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) October 27, 2026

Líderes da Noruega e Finlândia conversam com Putin e Zelensky por telefone

Os líderes da Finlândia e da Noruega telefonaram para o presidente russo, Vladimir Putin, nesta terça-feira (27), para instá-lo a encerrar a guerra na Ucrânia — rompendo com uma prática de longa data entre os líderes da Europa Ocidental de evitar contato direto com o Kremlin.

O telefonema, realizado pelo presidente finlandês, Alexander Stubb, e pelo primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, foi uma tentativa de influenciar o processo diplomático em um momento em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mudou sua postura em favor da Rússia, e as relações entre o país e a Ucrânia atingiram seu ponto mais baixo nos últimos 18 meses.

Os líderes nórdicos conversaram por telefone com Putin e, na sequência, com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, segundo um assessor de Zelensky.

“A discussão (com Putin) foi franca e substantiva. Somos países vizinhos da Rússia. O desfecho desta guerra terá um impacto direto na nossa segurança e na segurança da Europa como um todo. Encerrar a guerra exige discussões diretas”, afirmou Stubb em um comunicado conjunto com Støre.

O líder norueguês acrescentou: “A guerra traz custos humanos e materiais enormes. O sofrimento e a destruição afetarão gerações. Durante a conversa, enfatizamos a importância de uma desescalada”.

Ambos os líderes reafirmaram seu forte apoio à Ucrânia, assegurando que esse suporte continuará.

Nenhum sinal de concessão por parte do Kremlin

O relato do Kremlin sobre a conversa não indicou que Putin tenha sinalizado qualquer disposição para ceder em relação a posições anteriormente declaradas.

“Enfatizou-se que alcançar uma paz justa e duradoura só é possível se os interesses legítimos da Federação Russa forem levados em conta de forma plena e incondicional”, afirmou o Kremlin.

“Ao mesmo tempo, chamou-se a atenção para as políticas de confronto adotadas por países da União Europeia e da Otan, que contribuem para o prolongamento das hostilidades.”

Desde que a Rússia iniciou sua guerra em larga escala na Ucrânia, em fevereiro de 2022, os líderes da Europa Ocidental têm, em sua maioria, evitado o contato com Putin, ao mesmo tempo em que intensificam as sanções contra Moscou.

Contudo, essa postura os deixou em segundo plano, uma vez que os esforços para encerrar o conflito passaram a ser liderados por Trump — visto, em muitas capitais da União Europeia, como uma figura imprevisível, errática e propensa a ficar ao lado de Putin em detrimento da Ucrânia.

Essa percepção foi reforçada por acordos firmados este mês, nos quais Putin concordou em fornecer diesel russo aos EUA, enquanto Trump flexibilizou sanções contra a Rússia e declarou que seria o momento de os ucranianos substituírem Zelensky como seu líder.

Catástrofe demográfica: Ucrânia está virando nação de viúvas e órfãos

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Operação de Israel na Cisjordânia força deslocamento de quase 4 mil civis

As forças militares de Israel continuaram, na segunda-feira (26), a intensificar as medidas militares e a isolar áreas na cidade de Hebron, na Cisjordânia, provocando o deslocamento de quase 4 mil civis palestinos, segundo a agência de notícias WAFA, que cita fontes locais.

O número de famílias afetadas pela ofensiva israelense em curso em partes de Hebron — iniciada após um ataque armado nas proximidades da cidade que resultou na morte de dois soldados da FDI (Forças de Defesa de Israel) na sexta-feira (23) — subiu para 619, informou a agência.

Acrescentou ainda que cerca de 3.971 palestinos foram deslocados à força de suas residências, enquanto outros 85 foram detidos.

As operações militares e o fechamento forçado de áreas em Hebron causaram danos a diversas instalações civis e comerciais, resultando em perdas materiais significativas, segundo a agência.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, teria rejeitado uma proposta do chefe do Estado-Maior das FDI, Eyal Zamir, para encerrar a operação em Hebron, informou a emissora pública Kan na segunda-feira.

Embora os militares tenham deixado claro que todos os objetivos foram alcançados, Netanyahu ordenou a continuidade da operação, segundo o relato.

Citando uma fonte militar, a Kan afirmou que a operação cumpriu seus propósitos: estabelecer dissuasão, localizar instalações ligadas a “terroristas” e coletar informações de inteligência.

As tropas revistaram 500 edifícios por toda a cidade, mas apreenderam apenas duas armas de fogo.

Além de Hebron, um bloqueio abrangente, que cobre toda a Cisjordânia ocupada, foi imposto após o ataque a tiros ocorrido na sexta-feira.

Em algumas áreas, os palestinos foram orientados a manter seus filhos em casa, sem ir à escola, enquanto muitos não conseguem ir ao trabalho, uma vez que o bloqueio deve permanecer em vigor até o dia das eleições em Israel, nesta terça-feira (27).

Em um dos terminais de ônibus nos arredores de Ramallah, todos os veículos ficaram parados; os motoristas aguardam o fim do bloqueio, já que a circulação de pessoas dentro da Cisjordânia está impedida.

“Estou falando sobre os bloqueios e fechamentos em toda a Cisjordânia, de modo geral, e na região a noroeste de Ramallah, em particular — área onde vivo e trabalho hoje. Toda a Cisjordânia está repleta de postos de controle. Esses postos controlam a vida das pessoas: a vida de estudantes, de pacientes e de trabalhadores”, relatou o motorista de ônibus Tahir Shalatwa

“A qualquer momento, o portão pode ser fechado ou aberto, causando um atraso de meia hora ou mais. Meu trajeto costumava levar poucos minutos, mas agora levo 90 minutos, pois precisei seguir por estradas de terra e caminhos nas montanhas”, completou ele.

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