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Aguiar-Branco indefere novo pedido do Livre para debate

O presidente da Assembleia sublinha o facto de só se poder realizar um debate urgente numa quinzena, tendo o último ocorrido no dia 8. O Livre pediu reapreciação do antigo despacho de Aguiar-Branco.

© AMPE ROGÉRIO/LUSA

José Pedro Aguiar-Branco acrescenta que a sua decisão relativamente à intenção de agendamento pelo Livre respeita exclusivamente a realização do debate de urgência na data solicitada
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Aguiar-Branco indefere pedido de debate de urgência do Livre

O presidente da Assembleia da República invocou a proximidade de apenas 13 dias face ao debate do Chega de 8 de outubro para indeferir o requerimento do Livre.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

José Pedro Aguiar-Branco invoca depois “entendimentos anteriormente expressos pela conferência de líderes quanto à interpretação e aplicação das disposições regimentais que estabelecem limitações quinzenais"
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Habitação. Livre quer debate de urgência no parlamento

Num requerimento dirigido ao presidente do Parlamento, José Pedro Aguiar-Branco, o grupo parlamentar do Livre solicita a marcação de um debate de urgência para o próximo dia 21 de outubro.

© Rita França/LUSA

Em comunicado, o partido sustenta que "nas últimas semanas tem havido uma mobilização forte e transversal no país pelo direito à habitação"
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17h. PCP, Livre e BE criticam Governo na manifestação da CGT

Paulo Raimundo diz não se surpreender com declarações do PM sobre habitação, Isabel Mendes Lopes e José Manuel Pureza defendem os protestos. Ainda, em França, mais de 200 pessoas foram detidas.

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Livre no Porto: "brutalidade inaudita" exige responsáveis

Para o Livre, as declarações do presidente da Câmara do Porto e do Governo foram "quase provocatórias" e não podem ser desligadas da brutalidade "inaudita" da madrugada de quinta-feira.

© LUÍS FORRA/LUSA

Jorge Pinto atribuiu também responsabilidades pelo sucedido ao presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte
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13h.Porto.Livre pede explicações a MAI sobre atuação da PSP

Nas redes sociais, Jorge Pinto, questiona os fundamentos da intervenção da PSP no Porto. Ainda, Justiça alemã condena dois homens por planearem atentados contra figuras da comunidade judaica.

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Livre requer audição de Pinto Luz sobre reabilitação urbana

Depois de o MP ter contestado obras em Cascais com Pinto Luz como visado, o Livre aponta que a nova lei que ele promoveu dificulta impugnações de licenças.

© MIGUEL A. LOPES/LUSA

O partido pede ainda o envio à Comissão "de cópia da documentação relativa à elaboração do diploma, incluindo pareceres e versões preliminares"
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16h. Privatização da TAP. PS reclama os louros do negócio

PS iniciou privatização da TAP em 2023, interrompida pelo Presidente da República. AD lançou um novo processo em 2025. Ainda neste jornal, Livre pede esclarecimentos sobre negócio com a Lufthansa.

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Tenham esperança: um dia, alguém vai privatizar o metro

A IL (que quer uma auditoria ao SIRESP), o Livre (que insiste num truque de magia) e os sindicatos do Metro de Lisboa (que fazem mais uma greve porque alguém espirrou) são o Bom, o Mau e o Vilão.

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17h. PAR rejeita conflitos de interesse na CPI a MAI

Aguiar Branco diz que elementos apresentados pelo Livre não sustentam a ideia de um conflito de interesses. Ainda, tensão nas ruas de Paris volta a subir entre polícia e manifestantes nos protestos.

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Livre pede que Transparência avalie conflito de interesses

Após Aguiar-Branco ter rejeitado entendimento de conflitos de interesses de Ventura, Livre pede avaliação da comissão parlamentar de Transparência.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

O Presidente da Assembleia da República rejeitou esta terça-feira o entendimento do primeiro pedido de avaliação de potencial conflito de interesses do líder do Chega
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Aguiar-Branco rejeita conflito de interesses de Ventura

Livre fez um pedido de apreciação formal para apurar se existia um conflito de interesses que impedisse André Ventura de presidir à comissão de inquérito parlamentar sobre Luís Neves.

© AMPE ROGÉRIO/LUSA

José Pedro Aguiar-Branco declara que não foram "identificados elementos concretos que estabeleçam uma relação entre o interesse pessoal ou processual do deputado e os factos sujeitos ao inquérito parlamentar suscetível de comprometer a sua isenção"
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Revue des livres et des idées

Cette nouvelle publication entend proposer de longues recensions critiques. Elle consacre son premier numéro aux tensions du système-monde, de l'effacement de Gaza à l'ascension de la Chine. Au même sommaire, « En finir avec le cycle du seum » de Nathalie Quintane ou un portrait de Dionys Mascolo. (N° 1, septembre-novembre, trimestriel, 15 euros. — Paris.)

Voir en ligne : /revues/rdli
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La véritable histoire d'un petit gars monté à Paris pour faire la révolution. René Lefeuvre dans les combats du XXe siècle

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Artisan maçon autodidacte devenu correcteur d'imprimerie, René Lefeuvre (1902-1988) va s'enthousiasmer pour la révolution d'Octobre, mais la lecture de La Révolution russe de Rosa Luxemburg — « la seule femme que j'ai aimée », dira cet homosexuel tourmenté — va éveiller son esprit critique. En 1936, il fonde ce qui sera le grand œuvre de sa vie, les éditions Spartacus, avec pour premier titre Seize Fusillés. Où va la révolution russe ?, de Victor Serge. La grande période, ce sont les années 1968-1979, qui verront la publication d'une centaine de titres avec pour credo l'anticapitalisme, l'anticolonialisme, le refus du fascisme et l'antibolchevisme dans une veine marxiste antiautoritaire. Il avait fait sienne la formule de son ami Jorge Valadas, alias Charles Reeve : « Le désir de changer le monde est indispensable à qui prétend vivre debout. »

Voir en ligne : /2026/10/GANDINI/70077

Syllepse, Paris, 2026, 144 pages, 12 euros.

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« Je ne suis pas un roman »

Nasim Vahabi est iranienne. Elle vit en exil depuis 1998. Deux de ses romans ont été interdits par la République islamique. Le roman présenté ici est un chant général et subtil contre la nature dictatoriale et censitaire d'un pays jamais nommé mais que le lecteur n'aura aucun mal à identifier…

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Un texte qui est mis aux arrêts par les censeurs peut-il exister ? Est-il déjà condamné à disparaître ? C'est le thème de ce roman (1), dont la dense brièveté, calculée au trébuchet, décuple l'effet coup de poing. Une succession d'épisodes le compose, où se répondent, comme dans une chambre d'échos, les divers personnages évoqués, en une chaîne du secret où une romancière, son éditeur, la fille de ce dernier, etc., tentent de vivre, de faire vivre l'écrit, et de réaliser leurs projets tout en se sachant sous une dictature.

Tout commence avec la démarche d'une écrivaine « dont le roman est emprisonné depuis quatre longues années » ; elle est venue avec son éditeur connaître le sort réservé à son livre, auprès du chef du conseil de l'autorisation de publication. Ils sont reçus par celui qu'ils pensent être un sous-fifre. On ne parle pas de censure, dans ce pays : « Le mot “censeur” est péjoratif, et les mots “censure” et “censeur” font partie des termes qu'il est interdit d'évoquer dans un roman, et même de prononcer devant les agents lecteurs. » Ces « agents lecteurs », ce sont… les censeurs. Son roman « a été lu par quatre agents lecteurs dont deux sont docteurs en lettres modernes (…) puis par une autre équipe. Ces deux équipes reprochent à ce roman de noircir l'image de la société. C'est un excellent texte hélas avec un peu de pessimisme ». L'écrivaine argumente, lui lit la fin du récit  : « Vous voyez, il n'est pas pessimiste, les deux personnages se quittent en disant “à demain” puisqu'ils ont de l'espoir. (…) — Oui, mais ce “à demain” aurait un poids symbolique ! Votre demain n'a pas la même signification que le nôtre. » Pour preuve de sa bonne volonté, il lui propose de visiter la salle des archives et de prendre connaissance d'autres textes semblables au sien, dans cette bibliothèque des manuscrits abandonnés qui gisent par centaines sur les étagères. Mais cette caverne aux trésors, qui a tous les attributs d'un cimetière littéraire, peut s'avérer un piège…

L'épisode suivant est constitué de l'échange entre l'éditeur et sa « Dame », une sorte de parade nuptiale réciproque, dans une aura de tendresse ironique, sous la protection supposée de WhatsApp et de Telegram, car il leur faut être prudents. D'ailleurs, parfois ils effacent certains de leurs textes, participation volontaire à l'entreprise nationale de censure — comme le dit l'éditeur, sans avoir besoin de préciser : « Ils sont là. Ils sont dans nos maisons, nos téléphones, nos familles, nos cerveaux, (…) ces salauds qui sont partout dans cet asile qui s'appelle notre pays. »

Chaque chapitre fait ainsi entendre des voix singulières dans un temps qui a pour particularité de n'être pas vraiment quantifiable : mieux, l'histoire est expressément encouragée à prendre son temps, celui du non-achèvement. La mécanique du livre agence délicatement ses différentes sections comme des particules qui devront finir par prendre sens.

Voir en ligne : /mav/209/A/69955

(1) . Nasim Vahabi, Je ne suis pas un roman, traduit du farsi par l'auteure, Tropismes Éditions, Trôo, 2022.

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Carnaval de Verão traz energia, foliões e animação a Altura

A Avenida 24 de Junho, em Altura, vai transformar-se num autêntico sambódromo no sábado, dia 8 de agosto, com a realização do Carnaval de Verão, a partir das 22h00, com entrada livre.

Inspirado no cortejo de Carnaval, que é um dos mais celebrados no sotavento algarvio, esta iniciativa contará com carros e estruturas alegóricas, com foco no aproveitamento e na reutilização de materiais da edição que decorreu em fevereiro deste ano.

Com o mesmo tema, “Culturas e Tradições do Mundo”, o desfile contará com centenas de foliões e figurantes, que vão encher de cor e alegria a zona central da Avenida 24 de Junho, ao mesmo tempo que decorre o Mercadinho de Verão.

Integrado na programação da Animação de Verão em Altura, o evento termina no palco da Zona de Lazer, com um concerto dos “Pau de Arara”. 

A iniciativa é organizada pela Junta de Freguesia de Altura, em parceria com o Município de Castro Marim.

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