Roma cambió la genética de Hispania mucho más que los suevos, alanos y visigodos, según 243 genomas antiguos



A contratação de profissionais, o investimento na vigilância e a melhoria das instalações escolares integram a resposta da Câmara Municipal de Albufeira às necessidades das escolas do concelho, cujas medidas visam reforçar o acompanhamento dos alunos e melhorar as condições de funcionamento dos estabelecimentos de ensino no concelho.
O Município de Albufeira iniciou, no dia 20 de outubro, o reforço das equipas das escolas do concelho. Até ao final do mês, vão entrar faseadamente 20 assistentes operacionais.
Ao mesmo tempo, já foi lançado o procedimento para a abertura de concurso para mais 35 assistentes operacionais e 14 cozinheiros, reforçando as equipas das cozinhas e dos refeitórios escolares.
“É importante esclarecer que os 20 assistentes operacionais não entram todos no mesmo dia. As entradas começaram ontem e vão continuar até ao final do mês. Entretanto, já lançámos o procedimento para contratar mais 35 assistentes operacionais”, explica o presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina.
A Câmara vai ainda investir cerca de 150 mil euros na vigilância das entradas das escolas. Com esta medida, os assistentes operacionais que atualmente asseguram parte dessa tarefa poderão ficar mais disponíveis para acompanhar os alunos e apoiar o trabalho diário nos estabelecimentos de ensino.
O Município está também a preparar um protocolo de colaboração com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), que poderá permitir a integração de até 30 assistentes operacionais.
Esta colaboração ainda está a ser preparada e terá uma aplicação faseada. Por esse motivo, estes profissionais não são contabilizados nos 20 assistentes operacionais que já começaram a entrar nas escolas, nem nos 35 lugares previstos no novo concurso.
“Queremos dar informação clara e não criar expectativas erradas. Uma coisa são os 20 profissionais que já começaram a entrar. Outra é o concurso para mais 35, cujo procedimento já foi lançado. A colaboração com o IEFP será uma medida adicional, a concretizar mais à frente e por fases”, esclarece Rui Cristina.
Importa ainda salientar que Albufeira já dispõe, em termos globais, de um número de assistentes operacionais superior ao exigido pelos rácios legalmente estabelecidos. Ainda assim, a Câmara Municipal reconhece que existem necessidades específicas em determinados estabelecimentos de ensino e está a trabalhar para lhes dar resposta.
“Cumprimos e até ultrapassamos os rácios exigidos, mas isso não significa que não existam dificuldades. Há situações de baixa, trabalhadores com limitações funcionais, escolas com edifícios e horários diferentes e alunos que precisam de maior acompanhamento. Estamos a analisar essas situações com os agrupamentos, para reforçar as equipas onde existe maior necessidade”, afirma o presidente.
Albufeira recebe do Estado cerca de 11 milhões de euros por ano pela transferência de competências na área da educação. O Município investe, contudo, perto de 20 milhões de euros anuais neste setor.
Recentemente foram também instaladas nove salas modulares, num investimento próximo dos 600 mil euros. Está igualmente a ser preparada a requalificação e ampliação da Escola Secundária de Albufeira, uma intervenção prevista em cerca de 9 milhões de euros.
“Sabemos que há dificuldades e estamos a responder. Não se resolve tudo de um dia para o outro, mas os primeiros assistentes operacionais e cozinheiros já começaram a entrar nas escolas e o procedimento para contratar mais 35 está em andamento. É com medidas concretas que vamos resolvendo os problemas”, conclui Rui Cristina.

Um grupo de professores de Matemática provenientes dos cinco Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) visitou recentemente a cidade de Loulé, no âmbito do encontro internacional que decorre na Universidade do Algarve.
A visita, apoiada pela Câmara Municipal de Loulé, proporcionou aos participantes a oportunidade de conhecer alguns dos mais emblemáticos espaços patrimoniais, culturais e identitários do concelho, contactando de perto com a história, as tradições e a dinâmica cultural local.
Esta iniciativa constituiu igualmente um momento de convívio, partilha e intercâmbio entre docentes universitários de diferentes países, reforçando os laços de cooperação académica e científica no espaço lusófono.
Ao acolher estes professores, Loulé associou-se a um importante momento de encontro e diálogo entre comunidades académicas, dando a conhecer a riqueza do seu património, a vitalidade da sua oferta cultural e a hospitalidade que caracteriza o concelho. A iniciativa contribuiu, assim, para a valorização de Loulé enquanto território aberto ao conhecimento, à cooperação internacional e à diversidade cultural.
As atividades são gratuitas e exigem inscrição. O programa estreia formação certificada para professores e uma competição internacional de vídeos para jovens.
O conteúdo CCMAR lança Agenda Azul para levar ciências do mar às escolas do Algarve aparece primeiro em Barlavento.


O Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR) lança a Agenda Azul 2026/27, um programa de educação e literacia do oceano que aproxima a investigação científica das escolas de todo o Algarve, criando oportunidades para que os estudantes contactem diretamente com investigadores, conheçam o trabalho desenvolvido na área das ciências do mar e descubram diferentes formas de compreender e proteger o oceano.
A programação inclui palestras e workshops para diferentes níveis de ensino, abordando temas como a biodiversidade marinha, as alterações climáticas, as pradarias marinhas, os cavalos-marinhos, a biotecnologia e os ecossistemas costeiros. As atividades são dinamizadas por investigadores e comunicadores de ciência do CCMAR e estão disponíveis para escolas de todo o Algarve.
“A Agenda Azul é uma oportunidade para levar a ciência que fazemos no Algarve diretamente às escolas e aproximar os alunos do trabalho dos investigadores. Através das palestras e workshops, mostramos que a ciência marinha está presente em muitos aspetos do nosso dia a dia e despertar nos jovens a curiosidade pelo oceano e pela sua conservação”, afirma Inês Ferreira Guedes, comunicadora de ciência do projeto Life Restoreseagrass.

Este ano, o programa apresenta duas novidades: uma Formação Certificada para Professores, que permitirá aos docentes aprofundar conhecimentos e ferramentas para trabalhar a literacia do oceano em contexto educativo, e a Competição Internacional de Storytelling EUREMAP 2026, que desafia jovens dos 15 aos 18 anos a criar vídeos sobre bioprospeção marinha.
A Agenda Azul inclui ainda iniciativas como a Feira das Ciências Marinhas, o Dia Aberto do CCMAR, projetos desenvolvidos em parceria entre escolas e investigadores e estágios laboratoriais de verão para estudantes do ensino secundário.
“Queremos que a Agenda Azul chegue verdadeiramente a todos os cantos do Algarve, das escolas do litoral às do interior. A literacia do oceano não pode ser um privilégio de quem está próximo do mar ou de um centro urbano, tem de ser uma oferta educativa à escala de toda a região. É esse o compromisso que assumimos com este programa”, afirma Rita Abecasis, Diretora da Unidade de Educação do Oceano do CCMAR.
As atividades da Agenda Azul 2026/27 estão disponíveis mediante inscrição e destinam-se a escolas de todo o Algarve. A participação nas atividades é gratuita, estando sujeita à disponibilidade das equipas e dos espaços. Mais informações e inscrições clique aqui, ou contate pelo e-mail: ccmaroceaneducation@ualg.pt .

Cumprindo os objetivos de reforço da sua responsabilidade social e presença na comunidade onde se insere, a APS – Administração dos Portos de Sines e do Algarve, S.A irá atribuir Bolsas de Estudo a dez alunos que tenham ingressado no Ensino Superior, já no Ano Letivo 2026/2027.
Constituindo a educação e a qualificação instrumentos essenciais para a igualdade de oportunidades, coesão social e desenvolvimento sustentável, esta iniciativa da APS pretende apoiar alunos que tenham concluído o 12º Ano e ingressado no Ensino Superior Público e cuja situação económica possa limitar o prosseguimento dos estudos.
Para além do apoio financeiro, as Bolsas de Estudo visam ainda acompanhar o percurso académico dos alunos, disponibilizando a APS quadros técnicos que assumirão o papel de Tutores que, ao longo da formação académica manterão um relacionamento de proximidade com os alunos, orientando e ajudando na adaptação ao contexto universitário, bem como na futura transição do meio académico para o contexto de trabalho.
Destinadas a alunos residentes nos concelhos que integram as áreas jurisdição dos portos de Sines e do Algarve, nomeadamente Sines, Portimão e Lagoa, a atribuição destas Bolsas de Estudo visa contribuir para a igualdade de oportunidades no acesso e frequência do ensino superior, reduzir limitações económicas, incentivar a qualificação dos jovens das comunidades envolventes e promover a sua aproximação ao setor portuário e logístico, no quadro da política de responsabilidade social da APS.

O CCMAR recebeu a distinção HR Excellence in Research, atribuída pela Comissão Europeia às organizações de investigação que demonstram um compromisso efetivo com a implementação dos princípios da European Charter for Researchers e com a melhoria contínua das suas políticas e práticas de recursos humanos.
A distinção resulta de um processo iniciado pelo CCMAR em 2024, que envolveu uma análise aprofundada das práticas existentes, a identificação de áreas de melhoria e a definição de um Plano de Ação com medidas concretas para reforçar o ambiente de investigação, as condições de trabalho e o desenvolvimento profissional.
Este trabalho contou com a participação de investigadores em diferentes fases da carreira, bem como de profissionais de diversas áreas do CCMAR. Os contributos da comunidade foram fundamentais para identificar necessidades, discutir prioridades e definir as medidas que integram a estratégia da instituição.
A atribuição do HR Excellence in Research Award representa um marco importante neste percurso e reconhece o compromisso assumido pelo CCMAR em proporcionar um ambiente de investigação estruturado, inclusivo e sustentável, no qual investigadores e restantes profissionais possam desenvolver as suas carreiras, reforçar competências e contribuir plenamente para a missão científica da instituição.
“Este reconhecimento é um marco importante para o CCMAR, mas é sobretudo um compromisso com o futuro. Reflete o trabalho desenvolvido com a participação de toda a nossa comunidade e reforça a nossa vontade em continuar a melhorar as condições, as oportunidades de desenvolvimento e o ambiente em que trabalhamos diariamente”, refere Adelino Canário, Diretor do CCMAR.
Com esta distinção, o CCMAR passa a integrar um pequeno conjunto de organizações portuguesas que atualmente detêm o HR Excellence in Research Award.
O HR Excellence in Research Award está associado à implementação da European Charter for Researchers, que estabelece um conjunto de princípios destinados a apoiar o desenvolvimento de carreiras de investigação atrativas e a promover a excelência na investigação e inovação na Europa. A Carta é composta por 20 princípios-chave, organizados em quatro pilares: Ética, Integridade, Género e Ciência Aberta; Avaliação, Recrutamento e Progressão dos Investigadores; Condições e Práticas de Trabalho; e Carreiras de Investigação e Desenvolvimento de Talento.
A obtenção deste reconhecimento não representa, contudo, o final do processo. Marca antes o início de uma nova fase de implementação, acompanhamento e melhoria contínua monitorizando os resultados alcançados e continuando a envolver a sua comunidade na evolução das políticas e práticas de recursos humanos e do ambiente de investigação.
O Plano de Ação e mais informações sobre esta distinção estão disponíveis no site do CCMAR.
O reconhecimento resulta de um processo iniciado em 2024 e de um plano de ação para melhorar as condições de trabalho e o desenvolvimento profissional.
O conteúdo Comissão Europeia atribui ao CCMAR distinção HR Excellence in Research aparece primeiro em Barlavento.


O CIAC – Centro de Investigação em Artes e Comunicação assinalou oficialmente a abertura do INTERFACE – Laboratório de Tradução Digital, uma nova infraestrutura tecnológica e científica criada para aproximar a ciência, a criação artística e a sociedade.
Saliente-se que o INTERFACE é um laboratório pioneiro focado na tradução e visualização de conhecimento científico complexo para o grande público e para as indústrias criativas. Foi financiado em 473.800 euros pelo programa EQUIPAR+2 da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR),
Dotado de equipamento de ponta para produção imersiva e interatividade, o laboratório servirá investigadores, docentes e estudantes da Universidade do Algarve. De acordo com o coordenador do CIAC, Bruno Mendes da Silva, “o INTERFACE atuará como um laboratório especializado, capaz de transformar dados científicos complexos, por exemplo, da área das ciências da saúde, em narrativas visuais acessíveis e envolventes”.

Importa salientar que o projeto contempla ainda uma extensão regional, o AI Studio, localizado no polo do CIAC no Instituto Politécnico de Santarém, focado em Inteligência Artificial e literacia digital, equipado com periféricos inclusivos (tecnologia Braille e comandos por voz) para garantir total acessibilidade.
Com a entrada em funcionamento do INTERFACE, o CIAC reforça a sua capacidade de investigação transdisciplinar, promovendo a inovação tecnológica e a difusão da ciência na região e no país.


O Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Fernandes Lopes (AEFFL), em Olhão, acolheu entre os dias 6 e 13 de outubro, a última mobilidade de alunos ao abrigo do Projeto Erasmus+ “Be Creative, Feel Legendary 2.0”.
Os alunos e professores provenientes do Albertus Magnus Gymnasium de Ettlingen (Alemanha) e do Institut Els Pallaresos de Tarragona (Espanha) concluíram em Olhão os trabalhos do seu Projeto Erasmus em torno da temática das lendas e tradições.
Os alunos participaram em diversos workshops onde reforçaram as suas competências de trabalho colaborativo em torno do reforço de uma identidade europeia.

A Rota das Lendas de Olhão serviu de mote a esta mobilidade Erasmus onde, para além de terem sido desenvolvidos trabalhos em torno das Lendas de Olhão, também lendas da Catalunha (Pont del Diable) e da Alemanha (Der Ring am Ettlinger Kirchthurm) ganharam vida com recurso à Inteligência Artificial, contribuindo assim para o manter vivas tradições europeias junto das camadas mais jovens.
Para além de terem tomado contacto com a realidade escolar portuguesa, ao frequentar aulas com os seus pares, os alunos alemães e espanhóis tiveram ainda a possibilidade de vivenciar o dia a dia de Olhão, ao terem sido acolhidos por uma família local, tendo-lhes proporcionado experiências únicas e inesquecíveis.
Esta mobilidade Erasmus ficou ainda marcada por uma visita de estudo ao barlavento do Algarve, assim como por uma atividade de kayak promovida pelo Centro de Formação Desportiva do AEFFL, na Fuzeta, por um almoço de iguarias locais e nacionais com tradição, gentilmente organizado e confeccionado pelos alunos e docentes do Curso Profissional de Técnico de Cozinha e Restauração, e por uma expedição pela Ilha da Armona.

Esta experiência constituiu mais uma oportunidade de enriquecimento pedagógico e cultural, tanto para os alunos como para os professores.
O AEFFL continua assim a reforçar a sua estratégia de internacionalização ao integrar redes de escolas internacionais para a promoção de trabalho colaborativo entre os demais parceiros, assim como de uma cidadania ativa e participativa, capaz de contribuir para a construção de uma Europa mais unida e para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Para o AEFFL, esta experiência representou mais uma oportunidade de enriquecimento cultural e pedagógico, reforçando o compromisso com a internacionalização e a partilha de boas práticas no contexto europeu.


A professora Manuela Isidro, do Grupo Disciplinar 300 da Escola Secundária de Olhão, participou, entre 4 e 10 de outubro, numa formação internacional em Split, na Croácia, no âmbito do programa Erasmus+.
Promovida pelo Platform21 – Teacher Training Centre, a ação centrou-se na utilização da inteligência artificial (IA) em contexto educativo, com destaque para a diferenciação pedagógica e a criação de estratégias de aprendizagem adaptadas às necessidades de cada aluno.
Ao longo da semana, os participantes experimentaram ferramentas digitais como Diffit, Wayground, Brisk Teaching, MagicSchool e CapCut, que ajudam a preparar aulas, adaptar recursos e criar conteúdos interativos. O programa incluiu ainda atividades sobre pensamento crítico, criatividade e trabalho colaborativo.
Outro dos pontos altos foi a abordagem a práticas de apoio a alunos com necessidades educativas especiais, complementada por uma visita a uma sala sensorial, um espaço pensado para promover a regulação emocional e a aprendizagem destes alunos.
Saliente-se que a mobilidade permitiu à docente conhecer novas metodologias de ensino e partilhar experiências com profissionais da educação de diferentes países. Os conhecimentos adquiridos poderão agora ser aplicados na escola, contribuindo para diversificar as práticas pedagógicas e promover uma aprendizagem mais inclusiva.
Importa ainda destacar que este tipo de participação insere-se no objetivo do reforço na formação contínua dos professores e acompanhamento à crescente integração das tecnologias digitais no ensino.

O Município de Beja promove, nos dias 30 e 31 de outubro, as III Jornadas de Educação, no Pax Julia – Teatro Municipal com entradas gratuitas, mediante inscrição prévia.
Com o programa definitivo a divulgar brevemente, as Jornadas de Educação reúnem profissionais da Educação e outros agentes da comunidade educativa para dois dias de reflexão, partilha de experiências e debate sobre os desafios e as oportunidades da Educação. Com esta iniciativa, o Município de Beja pretende reforçar o diálogo entre escolas, profissionais, famílias e comunidade, valorizando a Educação como um compromisso partilhado na construção do futuro das crianças e dos jovens.
O programa inclui, entre outros, a participação do escritor Mia Couto, por videoconferência, com a intervenção «Reencantar o Mundo: Educar Jovens para Imaginar, Pensar e Transformar», da psicóloga Filipa Jardim da Silva, com uma abordagem à saúde mental e ao bem-estar na comunidade educativa, e de Sofia Manso, que dinamizará um laboratório dedicado à liderança, às pessoas e à construção de comunidades educativas.
A programação integra ainda duas mesas-redondas sobre a descentralização das competências na área da educação e a valorização de percursos educativos de personalidades ligadas a Beja estará a cargo da jornalista e comunicadora, Marta Leite de Castro, promovendo o diálogo sobre os desafios e as perspetivas futuras da Educação.
Os laboratórios constituem uma componente central das Jornadas e decorrerão entre o Centro Unesco e o teatro municipal Pax Júlia, com propostas dedicadas à liderança e ao trabalho em comunidade, à inteligência artificial, ao empreendedorismo, à escrita criativa, à Educação inclusiva. Estas sessões pretendem proporcionar momentos de aprendizagem prática, partilha de experiências e exploração de estratégias aplicáveis aos contextos educativos.
Entre os restantes destaques encontra-se a Talk do ex-futebolista Tarantini, sob o tema «O que vais fazer quando o sonho mudar?», dedicada às escolhas, à resiliência e à construção de um projeto de vida, bem como uma talk sobre literacia digital, centrada na influência dos algoritmos e das redes sociais e na importância do pensamento crítico.
Integrado na III Edição das Jornadas de Educação, no dia 31 de outubro, entre as 14h30 e as 18h00, a Biblioteca Municipal José Saramago recebe o encontro solidário «Pais (Im)Perfeitos», da Rise Together em parceria com a autarquia de Beja. Este painel é dedicado à parentalidade inteligente e a iniciativa abordará temas como as emoções, a consistência parental e a promoção da autonomia das crianças, envolvendo especialistas e profissionais ligados à educação e às famílias.


