Pediu-se greve geral e mega acampada no Rossio. Promotores prometem continuar nas ruas, após meio mês de presença contínua no Porto e, mais tarde, em Lisboa. Organização estima 25 mil pessoas em Lisboa, PSP desvaloriza. Porto Pelas ruas do centro do Porto o cheiro a castanhas mistura-se com palavras de protesto, cartazes e a “alegria de quem luta pelo futuro de todos”. A manifestação promovida pelo movimento Acampada arrancou da Praça da Batalha e os milhares de pessoas que se juntaram em protesto percorreram o centro do Porto até à Praça D. João I. O arranque do protesto foi tímido,
Acampada diz que autarca procura “pontos de rutura” no coletivo. Pedro Duarte disse estar numa fase bastante avançada de “contactos muito cordiais” e foi desmentido pouco depois. Há manifestação, na tarde deste sábado. A Acampada do Porto negou esta sexta-feira os contactos classificados pelo presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, como “muito cordiais”, garantindo que existiu apenas com o coletivo o convite formal inicial. “Nós, enquanto coletivo organizado horizontal com as nossas estruturas organizativas, não temos nenhum contacto, além do convite formal que ele nos enviou antes”, disse à Lusa Sérgio Bastos, membro do grupo de imprensa da Acampada.
O Ministério do Interior de Espanha detetou num site próximo do Estado Islâmico mensagens que incitam a ataques contra manifestantes e forças de segurança em Portugal, Espanha, França e Itália. Portugal é um dos países visados por um apelo jihadista a atacar polícias e manifestantes durante os protestos que decorrem pela Europa. O alerta foi revelado pelo El País e, para já, não aponta qualquer plano concreto contra Portugal. Segundo o jornal espanhol, o Ministério do Interior de Espanha detetou num site próximo do Estado Islâmico mensagens que incitam a ataques contra manifestantes e forças de segurança em Portugal, Espanha,
Os manifestantes podem evocar que estão perante uma ordem ilegítima e, por isso, não têm de obedecer à polícia. Esta semana ficou marcada por novos protestos pelo direito à habitação, com especial tensão em Lisboa desta vez. Na terça-feira, ao início da manhã, a polícia avançou em Lisboa para retirar as tendas. Houve resistência, houve tensão, alguma violência, e 55 pessoas foram detidas por desobediência. Mas há queixas sobre a acção da polícia. Amadeu Guerra já confirmou que a Procuradoria Geral da República recebeu entretanto denúncias, há “processos em curso” sobre o caso. Decreto-lei n.º 406/74 A polícia justifica a