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Mais de duas centenas de participantes na caminhada “Rosa”

VTM

Na praça do Município, no sábado, pelas 9h00, foram mais de 200 pessoas que fizeram questão de participar nesta causa, como disse à VTM Carlos Lobo, presidente da LPCC delegação de Vila Real. “A adesão das pessoas superou todas as nossas expectativas, já que as inscrições esgotaram e sentimos que as pessoas estão disponíveis para ajudar”.

O objetivo da caminhada solidária passa por “alertar para a prevenção das doenças oncológicas e também serviu para angariar fundos para a associação, que sobrevive com a ajuda da sociedade civil”.

Entre os serviços prestados na delegação, Carlos Lobo sublinhou que os doentes oncológicos têm acesso a consulta de acompanhamento psicológico, que também abrange a família, cuidadores e profissionais de saúde.

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Portimão caminha pela prevenção do cancro da mama

Iniciativa solidária convida a comunidade a participar em percursos de 5 e 8 quilómetros, associando a atividade física à sensibilização para a prevenção e o diagnóstico precoce do cancro da mama.

A Zona Ribeirinha de Portimão recebe, no próximo dia 25 de outubro, a Caminhada Outubro Rosa, uma iniciativa solidária que alia a prática de exercício físico à sensibilização para a prevenção e o diagnóstico precoce do cancro da mama, convidando a comunidade a participar numa causa que promove a saúde e a solidariedade.

Organizada pelo Grupo de Apoio de Faro da Liga Portuguesa Contra o Cancro – Núcleo Regional do Sul, com o apoio da Câmara Municipal de Portimão, a iniciativa integra as atividades do Outubro Rosa, mês dedicado à sensibilização da população para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do cancro da mama.

Inserida no Calendário Regional de Marcha/Corrida do Algarve 2026/2027, promovido pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), a iniciativa assume um caráter solidário e não competitivo, propondo dois percursos, de 5 e 8 quilómetros, abertos à participação de pessoas de diferentes idades.

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Portimão caminha pela prevenção e diagnóstico precoce do cancro da mama

A Caminhada Outubro Rosa propõe percursos de cinco e oito quilómetros na Zona Ribeirinha de Portimão. A iniciativa sensibiliza para o cancro da mama e angaria fundos para apoiar doentes oncológicos e familiares.

O conteúdo Portimão caminha pela prevenção e diagnóstico precoce do cancro da mama aparece primeiro em Barlavento.

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O Cancro do Pulmão Não Tira Férias: O peso invisível da doença

Ter um cancro do pulmão, já é por si só, um fardo. Mas este fardo aumenta exponencialmente quando a cabeça começa a funcionar: será que tenho cura?; Não quero ter dores; não quero morrer com falta de ar; será que vou ver o meu neto casar?. É incontornável.

Tentamo-nos distrair, mas em pouco tempo já estamos a pensar em todas estas questões outra vez. Eu quero que a minha vida avance, mas…

Queremos cuidar do cancro e, de repente, deixamos de cuidar da pessoa

61% dos doentes com cancro do pulmão reportam sintomas psicológicos negativos após o diagnóstico. Admira-me não ser 100%. Ninguém recebe uma notícia de cancro e fica igual. Tudo muda naquele momento.

Já sabemos quais são os 4 sintomas mais experienciados: tristeza (58.5%), medo (56.5%), ansiedade (56.3%) e incerteza (55.2%). Medo de sofrer, medo que os tratamentos não resultem, medo dos efeitos secundários.

A família sofre em silêncio para que o doente não perceba. O doente sofre porque sabe do impacto na família: 9 em cada 10 doentes tem a sua vida afetada após o diagnostico (vida social, trabalho, rotinas).

E continuamos a tratar do cancro, sem cuidar da pessoa

Depois do primeiro impacto do diagnóstico, vem o estigma. Primeiro o estigma internalizado – sentimentos de culpa, de vergonha, arrependimento e auto-culpabilização. Em seguida vem o estigma externalizado (vindo dos outros) – traduz-se em atitudes de julgamento, discriminação e falta de empatia por parte de familiares, colegas e até profissionais de saúde, que frequentemente associam a doença a um comportamento de risco autoimputável. Importa ressalvar que 15 a 20% dos tumores do pulmão ocorrem em não fumadores.

A evidência científica demonstra que o estigma está associado a maior sofrimento psicológico, depressão, ansiedade e pior qualidade de vida. Os doentes estigmatizados tendem a atrasar a procura de cuidados médicos, a ocultar o diagnóstico e a apresentar menor adesão terapêutica — fatores que comprometem diretamente os resultados clínicos e a sobrevivência.

Paradoxalmente, as campanhas de saúde pública antitabágicas, embora essenciais na prevenção, podem reforçar inadvertidamente a perceção de culpabilidade nos doentes.

E continuamos a tratar do cancro, sem cuidar da pessoa

Os doentes com cancro do pulmão acarretam assim 2 pesos: a doença em si e o julgamento silencioso dos outros. Todos temos um papel para reduzir este fardo. Nós pessoas, nós profissionais de saúde.

A saúde mental deve caminhar de braço dado com o tratamento oncológico. Uma mente forte traduz-se num corpo são. O caminho não precisa ser feito sozinho e não se faz do dia para a noite, faz-se caminhando. O diagnóstico atinge o corpo, mas é a saúde mental que determina como é que o doente enfrenta cada dia da sua jornada.

Para ler o artigo angerior publicado pela autora, clique aqui.

* Oncologista

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Cancro do fígado: médicos alertam para aumento da incidência e mortalidade

A Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF) está a promover uma ação nacional de consciencialização para o Cancro do Fígado, o sétimo tipo de cancro mais comum no mundo. Sob o mote “A Prevenção faz o Fígado”, a iniciativa surge no âmbito do Mês da Consciencialização para o Cancro do Fígado, que se […]
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Gastrenterologistas apelam à prevenção e ao diagnóstico dos cancros digestivos

A Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG) está a promover uma campanha nacional de consciencialização para os cancros digestivos, que incluem tumores do esófago, estômago, fígado, pâncreas, vias biliares, cólon e reto. Sob o mote “Seja pontual! Há atrasos que podem mudar a sua vida!”, a ação, integrada na iniciativa “Saúde Digestiva”, surge no âmbito do […]
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Sobrevivência ao cancro da próstata varia sete pontos percentuais entre regiões em Portugal

APDPróstata alerta que o acesso a tratamentos inovadores pode demorar até dois anos e meio e que 62% dos hospitais públicos falham tempos de resposta garantidos em oncologia. A Associação Portuguesa de Doentes da Próstata (APDPróstata) alerta para as “desigualdades regionais no acesso ao tratamento do cancro da próstata em Portugal”, o tumor mais frequente […]
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