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Prefeito de Salvador atribui retenção de ônibus a empresários e diz que frota foi normalizada às 10h

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), atribuiu neste domingo (25) a retenção de ônibus a empresários que determinaram a retirada de adesivos eleitorais dos veículos. Em entrevista coletiva, negou orientação da prefeitura para reduzir a circulação e afirmou que a operação foi normalizada até as 10h.

"Os empresários, os donos das empresas, determinaram a retirada dos adesivos. A retirada destes adesivos levou a um atraso da operação", declarou.

Segundo Bruno, diante da demora, a prefeitura determinou a liberação dos coletivos mesmo com a propaganda eleitoral e ampliou a frota entre o fim da manhã e o início da tarde. O prefeito sustentou que a oferta passou a superar a de eleições anteriores, inclusive o primeiro turno deste ano.

"Nós determinamos inclusive que a frota fosse ampliada. O secretário é um quadro técnico, não tem qualquer vinculação política. E não houve por parte da prefeitura qualquer organização para que a frota não fosse oferecida", afirmou.

Divergência com relatos e decisão do TRE-BA

A versão de normalização às 10h contrasta com as denúncias que fundamentaram as decisões do Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). Em petição, a federação que apoia Lula relatou que, às 11h05, ônibus permaneciam nas garagens.

Às 13h15, foi decretada a prisão do secretário de Mobilidade de Salvador, Pablo Souza, que está em Paris cumprindo agenda oficial com a vice-prefeita Ana Paula Matos (União Brasil).

Bruno classificou o pedido de prisão como "desarrazoável" e afirmou que a gestão adotou providências assim que identificou os problemas e acusou adversários de explorar politicamente o episódio.

© DIVULGAÇÃO

Bruno Reis, prefeito de Salvador
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TRE-PE determina restabelecer frota de ônibus e metrô no Recife sob multa de R$ 1 mi

A desembargadora eleitoral Roberta Viana Jardim, do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), determinou neste domingo (25) o restabelecimento imediato da frota de ônibus na Região Metropolitana do Recife e a operação regular do metrô.

A liminar atende a um pedido da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV) após relatos de eleitores sobre a falta ou redução da oferta de transporte público gratuito durante o segundo turno das Eleições 2026.

A decisão impõe o prazo de uma hora para que os gestores comprovem as providências adotadas à Justiça Eleitoral e estabelece multa diária de R$ 1 milhão em caso de descumprimento.

Principais determinações da liminar

A ordem judicial estabelece exigências operacionais específicas para os órgãos responsáveis pelo transporte público na RMR:

O Governo do Estado e o Grande Recife Consórcio de Transporte devem garantir a circulação integral da frota de ônibus urbanos prevista para o pleito, mantendo intervalos de viagem equivalentes aos de dias úteis e assegurando a gratuidade nas tarifas até as 19h30.

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) deve manter a operação gratuita e regular das Linhas Centro e Sul do metrô no horário das 5h às 23h.

Origem do processo e órgãos notificados

A representação (processo nº 0603443-19.2026.6.17.0000) apontou falhas e desfalques na circulação de coletivos que deveriam atender os eleitores no deslocamento aos locais de votação.

Além da Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco (Semobi), do Grande Recife Consórcio e da CBTU, a Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano do Recife (CTTU) também foi integrada ao polo passivo da ação.

© Conorte/Divulgação

Ônibus da Região Metropolitana do Recife
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TSE agiliza aprovação de transporte para indígenas e quilombolas

Logo Agência Brasil

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, autorizou procedimento mais rápido para aprovar o transporte de indígenas, quilombolas e moradores de comunidades tradicionais até os locais de votação no segundo turno das eleições.

A Justiça Eleitoral continuará autorizando os deslocamentos, mas não precisará analisar cada viagem separadamente.

Notícias relacionadas:

A decisão foi assinada neste sábado (24), após a União apresentar um plano logístico para levar eleitores de áreas de difícil acesso às seções eleitorais.

Na sexta-feira (23), Nunes Marques havia negado pedido da coligação Brasil Pronto Pra Mais para que veículos e embarcações da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e do Ministério dos Povos Indígenas (MPI) fizessem o transporte sem autorização da Justiça Eleitoral.

Na ocasião, o ministro determinou que os deslocamentos só poderiam ocorrer com autorização prévia dos juízes eleitorais e mediante apresentação de informações sobre veículos, embarcações, condutores, trajetos e horários.

Celeridade para decisões

A nova decisão mantém essa exigência, mas altera a forma de aprovação. Em vez de analisar cada viagem separadamente, os juízes poderão autorizar de uma só vez conjuntos de deslocamentos previamente planejados pela União, com indicação dos veículos, condutores, rotas, horários e número estimado de passageiros.

Segundo o ministro, a medida preserva a fiscalização da Justiça Eleitoral e evita o problema de tempo para análise das autorizações antes da votação.

A decisão também requisita para este domingo (25) veículos e embarcações da Funai, da Sesai, dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), do Ministério dos Povos Indígenas e de outros órgãos federais incluídos no plano logístico da União.

Apoio logístico

Os meios de transporte em questão só poderão ser usados em deslocamentos autorizados pela Justiça Eleitoral. Nessas situações, serão considerados oficialmente a serviço da Justiça Eleitoral.

O ministro determinou ainda que veículos e embarcações tenham identificação visível e que não haja propaganda eleitoral nem referência a governo ou candidatura durante os deslocamentos.

A discussão ganhou destaque nos últimos dias após questionamentos sobre o acesso de eleitores indígenas de regiões remotas aos locais de votação.

No Amazonas, a União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja) pediu apoio logístico para garantir o deslocamento de moradores da região, e o Tribunal Regional Eleitoral do estado confirmou posteriormente o atendimento da demanda.

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Curso de Iniciação à Bicicleta – Nível 2

No âmbito da Semana Europeia da Mobilidade, a Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores de Bicicleta (FPCUB) promove o Curso de Iniciação à Bicicleta – Nível 2 (Teórico).
Destinado a quem já sabe andar de bicicleta, mas pretende adquirir mais conhecimentos, confiança e segurança para circular na cidade e dar o passo seguinte: adotar a bicicleta como meio de transporte no quotidiano.  Trata-se de uma sessão teórica, na qual serão abordados temas essenciais para uma utilização mais segura e autónoma da bicicleta, nomeadamente:
● como circular na cidade;
● as ciclovias das cidades;
● os percursos citadinos;
● como escolher o melhor percurso;
● como escolher a melhor bicicleta;
● as regras de trânsito e sinalização;
● partilha da via;
● a articulação com o transporte público;
● entre outros.
 Data:  16 de setembro (quarta-feira) | 18h30
Local: Online – Via Zoom 
As inscrições são gratuitas mas obrigatórias. Faça já a sua!
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