Kelsey Young, que lidera a integração científica do programa Artemis, falou à Lusa na cimeira GLEX Ignition, em Coimbra, onde revelou surpresas da missão Artemis II.
Antes do regresso à lua, Artemis III é uma missão tripulada da NASA planeada para 2027, que funcionará como um ensaio de testes em órbita baixa da Terra
El nuevo centinela de los cielos ha descubierto un objeto “grande y brillante” más allá de la órbita de Plutón. Así lo han descrito desde el Observatorio Vera C. Rubin (en el norte de Chile), que comenzó el pasado mes de junio su ambicioso proyecto para escrutar el firmamento entero del hemisferio sur casi mil veces durante 10 años. Tras haber detectado ya más de 11.000 nuevos asteroides en nuestro sistema solar, este gigantesco telescopio ha encontrado su primer candidato a planeta enano.
Las primeras imágenes en las que se identificó el 2026 ED138, candidato a planeta enano, fueron captadas el 4 de marzo de 2026 por el Observatorio Vera C. Rubin, construido por la estadounidense NSF en el norte de Chile.
El sistema solar sigue guardando sorpresas en sus límites más fríos. Un equipo vinculado al Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian ha identificado un objeto enorme y brillante más allá de la órbita de Plutón que podría convertirse en el sexto planeta enano reconocido oficialmente: 2026 ED138.
El hallazgo, anunciado el 27 de octubre de 2026, ha sido posible gracias a los primeros datos del Observatorio Vera C. Rubin, en Chile, y ya está generando un intenso debate sobre cuántos mundos importantes permanecen sin descubrir en el cinturón de Kuiper.
Un candidato a planeta enano
El objeto recibió la designación provisional de 2026 ED138 y fue detectado por Matthew Holman, astrofísico sénior del Smithsonian y profesor de astronomía en Harvard. Holman utilizó un programa de búsqueda desarrollado junto a Kevin Napier para analizar miles de millones de detecciones de objetos en movimiento captadas por el observatorio. El candidato destacó de inmediato por su brillo y su tamaño aparente.
Las primeras estimaciones sitúan su diámetro entre 600 y 1.500 kilómetros. Si la cifra superior se confirmara, sería comparable a Makemake o Haumea, dos de los planetas enanos reconocidos por la Unión Astronómica Internacional. Incluso en el extremo inferior, superaría a Ceres, el más pequeño de los cinco planetas enanos oficialmente aceptados.
Más lejos que Plutón
ED138 se encuentra actualmente a unas 46 unidades astronómicas del Sol, es decir, 46 veces la distancia media entre la Tierra y el Sol. Plutón orbita, de media, a unas 40 unidades astronómicas, por lo que el nuevo candidato está más lejos. Por esa razón se clasifica como un cuerpo que gira alrededor del Sol a una distancia mayor que Neptuno.
El objeto pertenece a la región conocida como cinturón de Kuiper, un vasto anillo exterior poblado por cuerpos helados, restos de la formación del sistema solar y mundos aún poco explorados. Los astrónomos consideran que ED138 podría estar entre los objetos más grandes y brillantes descubiertos en esa zona en décadas.
Por qué aún no es oficial
2026 ED138 todavía no es un planeta enano confirmado, sino un candidato. Para obtener esa clasificación, un cuerpo debe orbitar el Sol y tener suficiente masa para que su propia gravedad le dé una forma aproximadamente esférica. Los datos preliminares sugieren que ED138 cumple ese requisito, pero los científicos necesitan mediciones más precisas de su tamaño, masa y propiedades físicas.
Harvard ha subrayado que hará falta, probablemente, varios meses de observaciones adicionales para determinar con fiabilidad su dimensión real. En particular, las observaciones en infrarrojo serán clave para acotar su tamaño y confirmar si se trata de un mundo redondeado por su propia gravedad.
Un hito para el Observatorio Rubin
El descubrimiento también es una victoria para el Observatorio Vera C. Rubin, instalado en el Cerro Pachón, en el norte de Chile. Equipado con la mayor cámara digital del mundo, el telescopio está diseñado para cartografiar el cielo nocturno con una profundidad y frecuencia sin precedentes. ED138 es su primer candidato a planeta enano, hallado incluso durante la fase de puesta a punto del instrumento.
Los investigadores de Harvard localizaron en el Sistema Solar unas 30 observaciones archivadas del objeto que se remontaban al 4 de marzo, lo que permitió reconstruir mejor su trayectoria. Según el equipo, encontrar un cuerpo de aproximadamente 1.000 kilómetros de diámetro es un acontecimiento que puede ocurrir una vez por generación.
Qué significa para la ciencia
Si se confirma, ED138 se sumaría a Ceres, Plutón, Eris, Haumea y Makemake como sexto planeta enano reconocido por la UAI. Más allá de la etiqueta, el hallazgo reforzaría la idea de que el sistema solar exterior no es un vacío frío, sino una región dinámica con cuerpos grandes, brillantes y científicamente valiosos.
El caso también demuestra el potencial del Rubin para transformar la astronomía planetaria. Al rastrear el cielo de forma sistemática, el observatorio podría revelar más mundos ocultos, afinar los modelos sobre la formación del sistema solar y ayudar a explicar la arquitectura de las órbitas extremas más allá de Neptuno.
A experiência junta uma refeição a 230 metros de profundidade e visita à coleção de Santa Bárbara. A primeira sessão pública está marcada para 12 de novembro.
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Aberto de terça a sábado, das 12h00 às 15h00 (almoço); das 15h00 às 17h00 (petiscos/snacks) e das 19h00 às 22h00 (jantar) e ao domingo, das 12h00 às 15h00
Brasileiros Rodrigo Oliveira, Jéssica Trindade e Claude Troisgros marcam presença no Dinner of the Year, com dadinho de tapioca, bobó e peixe com banana. Evento desembarca em São Paulo ano que vem.
O Jardim da Alameda e as instalações do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), em Faro, vão transformar-se num espaço de descoberta e experimentação durante a primeira edição do Festival Geração Ciência Sem Medo, que decorre na sexta-feira e no sábado, 30 e 31 de outubro. A iniciativa reúne mais de 30 entidades e propõe dezenas de atividades gratuitas, entre experiências científicas, cinema, gastronomia, exposições e propostas destinadas a crianças, jovens e famílias.
Organizado pelo Centro Ciência Viva do Algarve, em parceria com a União das Freguesias de Faro, o festival pretende aproximar a investigação científica da população, proporcionando oportunidades de contacto direto com investigadores, professores, estudantes e técnicos de diferentes áreas do conhecimento.
Sob o tema “Energias Verdes e Azuis”, o programa abrange assuntos relacionados com o mar, a biodiversidade, as energias renováveis, a sustentabilidade e a Dieta Mediterrânica, incluindo também atividades nas áreas da tecnologia, astronomia, arte e cultura.
A iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Faro e da Agência Nacional Ciência Viva, envolvendo instituições científicas, escolas, associações e outras entidades.
Jardim da Alameda transforma-se num laboratório de experiências científicas
Um dos principais atrativos do festival será o conjunto de bancas científicas e atividades interativas que estarão disponíveis nos dias 30 e 31 de outubro, entre as 10:00 e as 17:00, no Jardim da Alameda e na sala de exposições do IPDJ.
Os espaços estarão organizados em três grandes áreas temáticas: Mar, Oceano e Biodiversidade; Ambiente, Sustentabilidade e Território; e Ciência, Tecnologia e Criatividade.
Ao longo dos dois dias, os visitantes poderão participar em experiências, testar materiais, colocar questões e conhecer projetos científicos relacionados com diferentes desafios ambientais e tecnológicos.
Investigadores, estudantes, professores e técnicos das entidades participantes estarão disponíveis para explicar fenómenos científicos e demonstrar de que forma a investigação contribui para compreender o mundo e encontrar soluções para problemas do quotidiano.
O programa pretende proporcionar atividades acessíveis a diferentes faixas etárias, valorizando a aprendizagem através da observação, da experimentação e do contacto direto com a ciência.
Gastronomia algarvia e biodiversidade em destaque no Palco Alameda
O Palco Alameda será outro dos principais espaços do festival, acolhendo conversas com investigadores, apresentações de projetos e demonstrações gastronómicas.
Na sexta-feira, 30 de outubro, a programação inclui temas relacionados com as pescas de baixo impacto, a biodiversidade marinha da Pedra do Valado e curiosidades sobre os camaleões e as baleias que visitam o Algarve.
A gastronomia regional terá também lugar nas atividades, com demonstrações dedicadas à azeitona britada, à herança mediterrânica e à utilização sustentável dos recursos provenientes da terra e do mar.
No sábado, 31 de outubro, o programa abordará a importância da pecuária extensiva para a conservação da biodiversidade e das raças autóctones algarvias.
Ao meio-dia, está prevista uma demonstração gastronómica que apresentará uma nova interpretação das tradicionais bolas de Berlim, inspirada nos princípios da Dieta Mediterrânica.
Estas atividades procuram estabelecer uma ligação entre o conhecimento científico, as tradições alimentares e a valorização dos produtos e recursos naturais do Algarve.
Star Wars e jovens investigadores entre os destaques do programa
O Auditório do IPDJ acolherá várias sessões que cruzam ciência, cinema e sustentabilidade.
Na sexta-feira, durante a tarde, serão exibidas curtas-metragens ambientais dedicadas à água, à poluição, ao aproveitamento da energia do mar e aos serviços prestados pelos ecossistemas da Ria Formosa.
As sessões pretendem estimular a reflexão sobre a relação entre a sociedade e o ambiente, utilizando o cinema como instrumento de divulgação científica.
No sábado, 31 de outubro, às 15:00, realiza-se a sessão “Star Wars: da Ciência à Ficção”, dedicada à análise dos fenómenos científicos presentes na conhecida saga cinematográfica.
A atividade pretende distinguir os elementos que encontram fundamento no conhecimento científico atual daqueles que continuam a pertencer ao domínio da ficção.
Por coincidir com o Halloween, a organização convida os participantes a comparecerem vestidos como personagens de Star Wars.
Às 16:00, o auditório recebe a sessão “Jovens Cientistas Sem Medo”, durante a qual jovens investigadores terão três minutos para apresentar os seus projetos científicos.
A iniciativa procura divulgar o trabalho desenvolvido por uma nova geração de investigadores, através de intervenções breves e acessíveis ao público.
Conversas informais aproximam investigadores da população
A esplanada do IPDJ será palco de atividades participativas ao longo da sexta-feira.
Entre as 10:00 e as 13:00, realiza-se “Mais do que Jogos de Tabuleiro”, uma proposta que associa a aprendizagem científica ao entretenimento.
Da parte da tarde, entre as 15:00 e as 16:00, decorre a atividade “Operação Semente”.
Às 17:00 começa “Ciência Imperial”, uma iniciativa inspirada no movimento internacional Pint of Science, que decorrerá até às 18:30.
O encontro pretende proporcionar conversas informais entre investigadores e visitantes, permitindo que o público coloque perguntas, esclareça dúvidas e conheça curiosidades científicas num ambiente descontraído.
A proposta procura tornar o contacto com a investigação mais acessível, dispensando conhecimentos científicos prévios.
Planetário Móvel e atividades de Halloween para toda a família
O programa inclui também atividades na Plataforma das Rosas, no Jardim da Alameda, onde estará instalado o Planetário Móvel do Centro Ciência Viva do Algarve.
Na sexta-feira, estão previstas sessões imersivas dedicadas à descoberta do Universo, permitindo aos participantes explorar temas relacionados com a astronomia.
No sábado, a programação inclui observações astronómicas, proporcionando novas oportunidades para conhecer o céu e os seus fenómenos.
Na manhã de sexta-feira, o espaço receberá igualmente uma sessão de Zumba.
Ainda no dia 30 de outubro, às 17:00, realiza-se a atividade “Caça às Invasoras”, que pretende sensibilizar os participantes para a presença de espécies invasoras e para a importância da proteção dos ecossistemas.
O ambiente de Halloween estará também presente no festival através do “Jardim 100 Medos”, uma atividade destinada às famílias que começa às 16:30 de sexta-feira.
A iniciativa propõe associar ciência, mistério e diversão, aproveitando a proximidade da celebração do Halloween para despertar a curiosidade dos participantes.
Exposições exploram a Dieta Mediterrânica, o oceano e a sustentabilidade
Ao longo dos dois dias, o festival apresentará diversas exposições e instalações artísticas distribuídas pelas instalações do IPDJ e pelos espaços exteriores do Jardim da Alameda.
Na sala de exposições do IPDJ, poderá ser visitada “Semear Saberes, Colher Sabores — Uma Viagem pela Dieta Mediterrânica”, dedicada aos alimentos, tradições e conhecimentos associados a este património cultural.
No hall de entrada estará patente a instalação artística “Human Postcards”, da konceito.r, que propõe uma reflexão através da criatividade e da expressão artística.
No Jardim da Alameda, as exposições ao ar livre abordarão diferentes aspetos da sustentabilidade e da conservação ambiental.
Entre os temas apresentados encontram-se a biodiversidade marinha da Pedra do Valado, a energia solar e as relações entre a arte, o oceano e a natureza.
As propostas procuram divulgar o património natural e cultural algarvio, utilizando diferentes linguagens artísticas e científicas para sensibilizar os visitantes para a sua preservação.
Festival convida escolas na sexta-feira e famílias no sábado
A programação do Festival Geração Ciência Sem Medo foi organizada de forma a proporcionar diferentes oportunidades de participação ao longo dos dois dias.
Na sexta-feira, 30 de outubro, o convite é especialmente dirigido às escolas, que poderão participar em experiências, oficinas e atividades educativas fora do contexto habitual da sala de aula.
O objetivo é facilitar o contacto dos alunos com investigadores e projetos científicos, estimulando a curiosidade, o pensamento crítico e a aprendizagem prática.
No sábado, 31 de outubro, a programação será particularmente orientada para as famílias, com atividades que combinam ciência e entretenimento.
Entre as propostas encontram-se as sessões sobre Star Wars, as apresentações dos jovens investigadores, as experiências nas bancas científicas, as demonstrações gastronómicas e as atividades do Planetário Móvel.
A participação no festival é gratuita, embora algumas iniciativas tenham lugares limitados e exijam inscrição prévia.
O programa completo e as inscrições podem ser consultados aqui.
Com esta primeira edição, o Centro Ciência Viva do Algarve e as entidades parceiras procuram criar um espaço de encontro entre a comunidade e a investigação científica, mostrando como a ciência está presente na alimentação, no ambiente, na tecnologia, na cultura e em diferentes aspetos da vida quotidiana.
Um registo chinês de um eclipse com 2700 anos está a ajudar os cientistas a reconstruir a rotação da Terra. A 17 de julho de 709 a.C., o Sol desapareceu sobre uma antiga capital chinesa. Alguém registou o acontecimento extraordinário e deixou um relato breve que havia de sobreviver mais de 2700 anos. Agora, essa observação antiga está a ajudar os cientistas a reconstruir a que velocidade a Terra rodava há milhares de anos, conta o ZME Science. Ao juntar textos históricos, arqueologia e cálculos astronómicos modernos, uma equipa de cientistas resolveu uma velha discrepância sobre o local do eclipse.
“Abrimos las puertas de nuestro primer restaurante con un cocinero novato. Yo atendía las mesas y servíamos pescado y arroz. O ese era el plan. Empezó a entrar mucha gente y yo quise asegurarme de que la cocina estaba controlada. Así que le dije al cocinero: ‘dos mesas de ocho han pedido arroz. ¿Hay algún problema?’. Y el tipo me contestó: ‘no, no, tira’. Al cabo de unos minutos volví a preguntar: ‘hay otra mesa de seis y también quieren arroz. ¿Algún problema?’. ‘No, no, tira’, insistió. Media hora después y al ver que no salía nada de la cocina, fui a mirar: el delantal estaba allí bien colocado, pero del cocinero no había ni rastro. Se había largado”. Lo cuenta riendo Jordi Millán (1981, Barcelona) quien junto a su mujer Sara Martín (1983, Barcelona) lleva desde 2014 poniendo patas arriba la capital catalana.
Formado en Suiza y curtido en proyectos como Zuma y Soho House, Bosco Suárez de Puga apuesta por una cocina de temporada y producto local, con una carta breve donde conviven fermentaciones, vinos poco intervenidos y una cuidada atención al detalle Leer
Formado en Suiza y curtido en proyectos como Zuma y Soho House, Bosco Suárez de Puga apuesta por una cocina de temporada y producto local, con una carta breve donde conviven fermentaciones, vinos poco intervenidos y una cuidada atención al detalle
Um restaurante na “Cidade Criativa da Gastronomia” da China criou pastéis de nata com “baratas gigantes” por cima. São crocantes, juntam o doce e o salgado. Se fecharmos os olhos, são deliciosos. Certas baratas, usadas na medicina tradicional chinesa, são tidas como úteis para desfazer a estagnação do sangue e desintoxicar o corpo O restaurante Lijing, em Shunde, na região de Guangdong, está a dar que falar na internet com uma sobremesa nova e bizarra: pastéis de nata cobertos com escaravelhos de água crocantes, iguaizinhos a baratas gigantes. Shunde é uma cidade conhecida pela cozinha cantonesa e reconhecida pela Unesco
Lione non è semplicemente una città: è un’esperienza sensoriale, una sinfonia di pietra, luce e sapori. Adagiata lungo la fluida convergenza del Rodano e della Saona, Lione è la capitale indiscutibile della gastronomia mondiale e culla del cinema – nel 1895 i fratelli Auguste e Louis Lumière inventarono il Cinématographe –, capace di ammaliare chiunque ne varchi i confini. Passeggiare per le sue vie significa compiere un viaggio nel tempo, dove l’eleganza rinascimentale dei vicoli si sposa perfettamente con la vitalità di un’avanguardia culturale frizzante ed ecosostenibile. Tra le luci dorate che accarezzano i suoi ponti al tramonto e i profumi invitanti che escono dalle cucine dei suoi storici locali, Lione incanta, accoglie e conquista al primo sguardo.
Arte urbana, sapori tradizionali e crociere sulla Saona
Il viaggio parte tra i colori e la creatività urbana con un suggestivo tour nel quartiere dei murales dedicato ai grandi personaggi di Lione. Lungo le facciate dei palazzi prende vita la storia della città attraverso le immagini dei suoi celebri cittadini, primo fra tutti il leggendario chef Paul Bocuse, icona indiscutibile della gastronomia mondiale. Dopo questa immersione nell’arte visiva, ci si sposta nel cuore della tradizione per un pranzo da Les Fines Gueules. Certificato come autentico “Bouchon Lyonnais”, questo accogliente ristorante situato nel centro storico di Vieux Lyon propone una cucina conviviale, preparata con prodotti freschi e specialità tipiche francesi.
Il pomeriggio regala una pausa di relax con una crociera verso l’Île Barbe. Navigando lungo le acque della Saona si possono ammirare da una prospettiva privilegiata le sponde cittadine e gli scorci più romantici di Lione, fino a raggiungere la piccola isola nota per il suo affascinante patrimonio storico.
Da vedere, unico in Francia e situato nel Vieux Lyon (Hôtel de Gadagne), il Musée des Arts de la Marionnette custodisce oltre 300 marionette da tutto il mondo, con un focus su Guignol, icona locale. Un viaggio interattivo e suggestivo nel teatro di figura per grandi e piccini.
La serata culmina con una cena da L’Atelier des Augustins, ristorante di alta cucina con una stella Michelin nel 1° arrondissement. Qui, lo chef propone menu degustazione a sorpresa focalizzati su creatività, stagionalità e sostenibilità a chilometro zero, valorizzando le eccellenze dei produttori locali.
Panoramica dalla Basilica e la magia di Vieux Lyon
La giornata successiva prosegue salendo sulla collina di Fourvière con la funicolare: il modo più iconico e tradizionale, a cui si accede direttamente all’interno della stazione della metropolitana di Vieux-Lyon. Prima di una visita guidata ai tetti della Basilica, è d’obbligo una sosta sulla spianata adiacente alla Basilica di Notre-Dame de Fourvière, che permette di ammirare uno straordinario panorama sull’intera città. Il tour è davvero unico: dalla terrazza di San Michele fino in cima alla Torre dell’Osservatorio, lo sguardo spazia su tutto il sito storico di Lione, tutelato dall’UNESCO.
Per il pranzo, il consiglio è Le Bœuf d’Argent (Vieux Lyon), che propone un’eccellente cucina franco-italiana fatta in casa. La chef Viviana Pisacane, tra i protagonisti dell’edizione 2026 di Top Chef, rielabora con estro e passione i prodotti locali, lasciandosi ispirare dalle sue origini italiane.
Nel pomeriggio ci si perde tra le meraviglie di Vieux Lyon: tra i vicoli ciottolati del quartiere Saint-Jean, attraversando le sue miraboules (cortili interni) e i celebri traboules, i passaggi pedonali coperti che collegano un palazzo all’altro. Con i suoi edifici del XV e XVI secolo in perfetto stile gotico e rinascimentale, questo quartiere è stato il primo in Francia a essere iscritto nel Patrimonio Mondiale dell’UNESCO.
Avanguardie industriali e convivialità contemporanea
Lione è anche capitale dell’arte contemporanea grazie alla celebre Biennale d’Art Contemporain. L’edizione 2026 trova la sua scenografia ideale in Les Grandes Locos, ex sito industriale ferroviario a La Mulatière. All’interno delle sue imponenti campate industriali prendono vita opere su grande scala sul tema “Moving from one dream to another”.
Per l’aperitivo e la cena ci si sposta nel quartiere Gerland a La Commune. Nato nel 1907 come laboratorio di falegnameria e diventato nel 2018 il primo food court di Lione, questo spazio polifunzionale è al tempo stesso un incubatore culinario, un centro culturale con un ricco calendario di eventi gratuiti e un accogliente bar focalizzato su bevande biologiche e francesi.
Il fascino della seta e i grandi simboli della città
Altra bellezza da scoprire a Lione è il Museo Soieries Brochier, uno spazio affascinante dedicato alla storia, ai tessuti e al saper fare della storica impresa familiare leader nella lavorazione della seta. A breve distanza sorge il Grand Hôtel-Dieu, monumentale edificio affacciato sul Rodano: un tempo antico ospedale cittadino, oggi sapientemente trasformato in un elegante polo che unisce boutique, ristoranti e spazi culturali.
A pranzo ci si ferma in una vera e propria istituzione: la Brasserie Georges a Perrache. Fondata nel 1836 dal mastro birraio alsaziano Georges Hoffherr, quest’anno festeggia ben 190 anni di storia. Famosa per il suo spettacolare arredamento Art Déco, serve i piatti della tradizione accompagnati da birre artigianali prodotte direttamente in loco.
Il pomeriggio è dedicato all’architettura d’avanguardia per scoprire il quartiere Confluence. Situato nel punto di incontro tra Rodano e Saona, questo ex sito industriale è stato convertito in un distretto moderno ed ecosostenibile, famoso per il suo design futuristico e per la presenza del Musée des Confluences.
Da non perdere è anche La Maison des Canuts, sulla collina della Croix-Rousse, un museo dedicato ai Canut, i tessitori di seta di Lione attivi nel XIX secolo. Vengono proposte visite guidate arricchite da vere dimostrazioni di tessitura nell’atelier a porte aperte, in cui è possibile osservare i procedimenti di lavoro del XIX secolo attraverso antiche macchine ancora funzionanti. Nel museo si ripercorre la storia dell’industria della seta a Lione, dal 1536 fino ai giorni nostri.
Un buon indirizzo per pranzare è la Brasserie Roseaux, dove gli chef Tabata e Ludovic Mey mettono in scena i grandi classici della cucina francese in un’atmosfera conviviale e raffinata, servendo le portate direttamente al tavolo di fronte agli ospiti. La dimora perfetta per il soggiorno è l’Hotel Phénix, una deliziosa struttura a quattro stelle adagiata sulle rive della Saona nel quartiere di Vieux Lyon. Ospitato all’interno di un elegante edificio d’epoca, l’hotel unisce il fascino d’altri tempi ai più moderni comfort. Attraversando semplicemente il ponte si raggiunge in pochi minuti a piedi la vivace Presqu’île, con i suoi teatri, le boutique e i famosi bouchons lionesi. Un punto di partenza strategico per vivere la città sia di giorno che di sera, rientrando poi nella quiete e nel calore di un’accoglienza raffinata.
O Día de los Muertos vai ser assinalado pelo restaurante Fuel by Chakall, situado no The Prime Energize Hotel & Spa, em Monte Gordo, no sábado, 31 de outubro, com um jantar temático inspirado nesta celebração de raízes latino-americanas. A iniciativa inclui um buffet com pratos de nomes alusivos ao mundo dos mortos, propostas gastronómicas do chef Chakall e uma atividade de pintura facial destinada aos participantes.
A experiência pretende associar a gastronomia à criatividade e ao ambiente característico da festividade, tradicionalmente dedicada à memória das pessoas falecidas, através de um menu que combina diferentes sabores com apresentações e designações temáticas.
Entre as propostas preparadas para a ocasião encontram-se o Ceviche Olhos de Monstro, o Lomo Saltado do Além, as Tortillas de los Muertos e os Churros com “Sangue de Frutas Vermelhas”.
Ceviche Olhos de Monstro e Churros com Sangue de Frutas Vermelhas no menu
O jantar temático apresenta uma seleção de pratos inspirados no imaginário do Día de los Muertos, com referências à gastronomia latina e à cozinha desenvolvida pelo chef Chakall.
O Ceviche Olhos de Monstro integra as propostas de entrada, enquanto o Lomo Saltado do Além e as Tortillas de los Muertos surgem entre as sugestões preparadas para a celebração.
Para a sobremesa, o restaurante apresenta Churros com “Sangue de Frutas Vermelhas”, numa combinação que associa um doce tradicional a uma apresentação inspirada na temática da noite.
Segundo a organização, o objetivo passa por proporcionar uma experiência gastronómica diferente, recorrendo a ingredientes e pratos associados às raízes latinas do chef Chakall, mas adaptados ao ambiente festivo da iniciativa.
Além do buffet, o restaurante disponibilizará uma atividade de pintura facial, ou face painting, permitindo aos clientes complementar a experiência com caracterizações relacionadas com a celebração.
A iniciativa destina-se tanto a adultos como a crianças, procurando proporcionar um momento de convívio entre familiares e amigos.
Jantar custa 35 euros e crianças até aos 12 anos têm desconto
O jantar realiza-se no sábado, 31 de outubro, no restaurante Fuel by Chakall, situado na Rua de Ceuta, n.º 4, em Monte Gordo, no concelho de Vila Real de Santo António.
A refeição será servida em regime de buffet, com um preço de 35 euros por adulto, não incluindo bebidas.
As crianças até aos 12 anos, inclusive, beneficiam de um desconto de 50% sobre o valor do jantar.
A organização informa que os lugares são limitados, sendo necessária reserva antecipada para participar na iniciativa.
As reservas podem ser efetuadas através do email: fuel.rsv@theprimehotels.com WhatsApp, pelo número 918 267 094, pelo telefone 281 001 306 ou aqui.
Hotel de Monte Gordo alia gastronomia, desporto e bem-estar
O Fuel by Chakall integra a oferta gastronómica do The Prime Energize Hotel & Spa, uma unidade de quatro estrelas localizada a cerca de 400 metros da praia de Monte Gordo.
O restaurante apresenta uma proposta que combina a cozinha algarvia com influências internacionais, integrando a componente gastronómica da oferta do hotel.
A unidade disponibiliza ainda atividades relacionadas com o desporto e o bem-estar, incluindo aulas de ioga, pilates, corrida e caminhadas, além de espaços específicos para praticantes de corrida e ciclismo.
O hotel dispõe também do Spa Energize Aqua, onde são realizados tratamentos inspirados em ingredientes naturais da região, nomeadamente a laranja algarvia e os sais marinhos.
Com o jantar dedicado ao Día de los Muertos, o Fuel by Chakall acrescenta à sua programação uma experiência gastronómica temática, associando sabores de inspiração latina, criatividade culinária e atividades destinadas a diferentes idades.
Uma experiência que combinou gastronomia de autor e música clássica ao vivo marcou a noite de 26 de outubro no AP Eva Senses, em Faro. Intitulada “Sinfonia na Cozinha”, a iniciativa reuniu representantes de empresas e instituições da cidade, que tiveram a oportunidade de conhecer os espaços gastronómicos do hotel e acompanhar a preparação de diferentes propostas culinárias.
O evento privado começou às 18:30 e teve como principal destaque a abertura da cozinha aos convidados, permitindo um contacto direto com o trabalho desenvolvido pela equipa liderada pelo chef Alberto Carvalho.
Ao longo da noite, a música interpretada por elementos da Orquestra do Algarve acompanhou um percurso pelos diferentes espaços de restauração do hotel, numa proposta que procurou estabelecer uma ligação entre a criação gastronómica e a expressão musical.
Orquestra do Algarve acompanha percurso gastronómico pelo hotel
A receção aos convidados decorreu no hall do AP Eva Senses, junto à entrada do Adão Bistro Bar, espaço de inspiração portuguesa criado pelo chef Alberto Carvalho.
O primeiro momento musical esteve a cargo de Vasco Ramalho, da Orquestra do Algarve, que interpretou peças em vibrafone durante a receção.
Os participantes foram recebidos com uma bebida de boas-vindas, que incluiu vinhos selecionados da Quinta de São Sebastião, propriedade do grupo AP Hotels & Resorts.
A experiência prosseguiu no quinto piso do hotel, onde se encontram o restaurante Harune, o Senses Bar e o Chef’s Table, espaços que integram a oferta gastronómica da unidade.
O percurso começou pelo Chef’s Table, uma sala destinada a jantares privados para grupos de seis a 12 pessoas, com vista sobre a Ria Formosa.
Neste espaço são disponibilizados menus de degustação acompanhados por harmonizações de vinhos, numa proposta dirigida a experiências gastronómicas em pequenos grupos.
Cozinha aberta aos convidados com pratos preparados em tempo real
O momento central da iniciativa decorreu no corredor de acesso à cozinha do hotel, onde os participantes puderam acompanhar a preparação de uma seleção de canapés distribuídos por três estações gastronómicas.
A primeira apresentou xarém de mariscos e alheira com dióspiro, enquanto a segunda reuniu bochecha em vinho tinto com puré trufado e peixe-galo com arroz de limão.
Na terceira estação foram preparados cremoso de bacalhau com espinafres e broa e magret de pato com batata-doce e laranja.
As diferentes propostas foram confecionadas em tempo real, permitindo aos convidados observar parte do processo de preparação e conhecer as combinações de ingredientes escolhidas pela equipa de cozinha.
A componente gastronómica foi acompanhada por um dueto de violino e violoncelo, interpretado por Alma Ramirez e Carolina Correia, ambas da Orquestra do Algarve.
As duas instrumentistas atuaram vestidas com fardas de cozinheiro, numa referência à ligação entre a música e a gastronomia que serviu de inspiração à iniciativa.
O ambiente foi preparado com iluminação reduzida, tons quentes e velas, procurando criar uma experiência que associasse os diferentes sabores à interpretação musical.
Restaurante Harune apresenta propostas para Natal e Ano Novo
O percurso terminou no restaurante Harune, situado no quinto piso do AP Eva Senses, com vista panorâmica sobre a Marina de Faro.
À chegada, os convidados foram recebidos pelo pianista residente Fernando Newton, que assegurou o acompanhamento musical deste último momento da noite.
Durante a sessão, o chef Alberto Carvalho apresentou as propostas gastronómicas do restaurante Harune e do Adão Bistro Bar, dando a conhecer os conceitos associados aos dois espaços.
A iniciativa serviu igualmente para apresentar os menus festivos preparados pelo hotel para as celebrações de Natal de 2026 e da passagem de ano de 2026 para 2027.
Os interessados podem consultar as propostas nas páginas dedicadas ao Natal 2026 e ao Réveillon 2026/2027, disponibilizadas pelo grupo AP Hotels & Resorts.
Com o evento “Sinfonia na Cozinha”, o AP Eva Senses reuniu representantes do tecido empresarial e institucional de Faro numa iniciativa que conjugou a apresentação da sua oferta gastronómica com atuações de músicos da Orquestra do Algarve.
A medida que el otoño se consolida, las noches continúan ganando terreno al día en toda España y la atmósfera de esta época del año deja una visibilidad excelente para la observación astronómica. El calendario lunar de noviembre de 2026 trae consigo una de las citas celestes más esperadas del trimestre con la llegada de la primera de las dos superlunas que despedirán el año, conocida popularmente como la Luna del Castor. Junto a ella, el mes ofrece noches de oscuridad idóneas para la observación, con dos lluvias de meteoros emblemáticas y varios encuentros planetarios visibles a simple vista.
¿Cuándo es la superluna de noviembre?
La luna llena de noviembre alcanzará su punto álgido el martes 24 de noviembre a las 15:53 horas (hora peninsular española). Estará posicionada astronómicamente en la constelación de Tauro. No se tratará de un plenilunio ordinario, sino de la primera superluna del tramo final del año. Este tipo de luna llena se da cuando el satélite coincide en una posición muy próxima a su perigeo (el punto de su órbita más cercano a la Tierra). Esta proximidad física hará que el disco lunar se perciba sensiblemente más luminoso y con un diámetro aparente algo mayor que la media.
Tradicionalmente recibe el nombre de Luna del Castor. Su denominación procede de las antiguas costumbres del campo en Norteamérica y Europa, ligadas a la época previa a las grandes heladas en la que se colocaban trampas para estos animales antes de que los pantanos y ríos se congelaran, permitiendo acopiar pieles gruesas y abrigadas para resistir el invierno.
Aunque el momento exacto de la fase se produzca por la tarde, la Luna podrá contemplarse con plenitud durante la noche del lunes 23 al martes 24 y la del martes 24 al miércoles 25. El mejor momento para observarla será al atardecer, cuando comience a emerger sobre el horizonte este coincidiendo con la puesta de sol.
El resto del calendario: fechas de cada fase lunar
A lo largo del undécimo mes del año, el ciclo lunar recorrerá sus cuatro fases principales según los cálculos astronómicos oficiales:
Cuarto menguante (1 de noviembre, a las 21:28 horas). El mes arranca con el satélite situado en la constelación de Cáncer, reduciendo progresivamente su superficie iluminada tras el plenilunio de finales de octubre.
Luna nueva (9 de noviembre, a las 08:02 horas). Situada en conjunción con el Sol sobre la constelación de Libra, la Luna dejará el cielo completamente a oscuras. Abrirá la mejor ventana del mes para la observación de objetos de cielo profundo como la galaxia de Andrómeda o cúmulos estelares.
Cuarto creciente (17 de noviembre, a las 12:48 horas). En la constelación de Capricornio, el disco lunar vuelve a mostrar la mitad de su cara iluminada en forma de "D", ganando presencia al anochecer.
Luna llena (24 de noviembre, a las 15:53 horas). La superluna del Castor alcanzará su plenitud, iluminando el firmamento antes de dar paso a la segunda superluna de finales de año.
Lluvias de estrellas en noviembre: Táuridas y Leónidas
Tras las Dracónidas de octubre, noviembre alberga dos citas meteóricas con dinámicas y comportamientos muy contrastados, favorecidas por los momentos de menor brillo lunar. Las Táuridas, originadas por los restos del cometa 2P/Encke, se dividen en dos ramas a lo largo del mes. Las Táuridas del Sur registrarán su máximo en torno al 4 y 5 de noviembre. Mientras, las Táuridas del Norte alcanzarán su pico hacia el 11 y 12 de noviembre.
Aunque su frecuencia de meteoros es reducida, destacan por producir bólidos lentos, densos y sumamente brillantes que pueden cruzar el cielo dejando estelas persistentes. Su segunda rama coincidirá de lleno con la oscuridad de la luna nueva del día 9, garantizando condiciones inmejorables de visibilidad.
A mediados de mes tomarán el relevo las Leónidas, una de las citas anuales clásicas, vinculada al cometa 55P/Tempel-Tuttle. Destacan por la velocidad de entrada de sus partículas en la atmósfera (superior a los 70 km/s), generando trazos finos, rápidos y luminosos.
Su punto álgido llegará en la madrugada del 17 al 18 de noviembre, con una tasa estimada de entre 10 y 15 meteoros por hora. Aunque coincide con el cuarto creciente, la Luna se ocultará bajo el horizonte en torno a la medianoche, dejando libre de resplandor la franja previa al amanecer.
Planetas y constelaciones visibles
El cielo de noviembre ofrecerá un desfile continuo de planetas según la hora de observación. Al anochecer, Venus y Mercurio se dejarán ver muy bajos hacia el suroeste a principios de mes. Saturno, por su parte, dominará las primeras horas de la noche.
Antes del amanecer, el protagonismo pasará a Marte y Júpiter, que se verán casi pegados el 16 de noviembre y recibirán la visita cercana de la Luna a principios y finales de mes. Además, el 25 de noviembre Urano alcanzará su punto más cercano a la Tierra, permitiendo localizarlo con prismáticos junto a las Pléyades (grupo de estrellas jóvenes muy brillantes en la constelación de Tauro que se pueden ver a simple vista).
Hacia la medianoche, constelaciones típicas del invierno como Tauro, Géminis y Orión comenzarán a asomar cada vez más temprano por el este, anunciando la llegada de la época más fría del año.
Recomendaciones para la observación
Para disfrutar de los eventos del cielo de noviembre desde cualquier punto de España, conviene seguir estas pautas prácticas:
A simple vista: no se necesita telescopio para contemplar la superluna del Castor, las conjunciones planetarias de madrugada ni las ráfagas rápidas de las Leónidas.
Uso de prismáticos: unos binoculares normales permitirán atenuar el exceso de brillo del plenilunio para apreciar el relieve de los mares lunares, identificar el cúmulo de las Pléyades la noche del 24 y localizar planetas más tenues.
El momento clave: para disfrutar del efecto óptico que hace lucir a la Luna más grande y con tonos dorados, conviene seguir su salida por el horizonte este al atardecer, cuando los elementos del paisaje permiten comparar su escala.
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