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Ministro do Reino Unido anuncia bilhões de libras de ajuda às famílias

O ministro das Finanças britânico, John Healey, anunciou medidas de apoio para que as famílias enfrentem as “tempestades econômicas globais”, por meio de subsídios para ​contas de energia e do congelamento do imposto sobre combustíveis para motoristas.

As medidas fazem parte ​do primeiro projeto de orçamento do governo do primeiro-ministro Andy Burnham.

Healey disse ao Parlamento nesta quarta-feira (28) que aumentaria os impostos sobre bancos, os jogos de azar e a renda de poupadores e proprietários de imóveis, ao mesmo tempo em que tornaria mais rígidas as regras do imposto sobre valor agregado para plataformas de comércio eletrônico — como Amazon e Temu.

O objetivo dessas ações é financiar o pacote.

Healey afirmou que a economia enfrenta um impacto causado pelo conflito no Golfo Pérsico, bem como pelas tensões comerciais globais e pela guerra na Ucrânia.

“Essas são as tempestades que enfrentamos. Não podemos simplesmente ignorá-las. Precisamos escolher o rumo que vamos seguir para atravessá-las”, disse.

Cerca de 20 ⁠milhões de famílias que moram em residências de menor valor receberiam ​um pagamento de 100 libras para ajudar a compensar o aumento de suas contas de energia, o que custaria 2,6 bilhões de libras, ​afirmou.

Healey também disse que manteria o congelamento das alíquotas do imposto sobre combustíveis, prorrogando até pelo menos julho o corte temporário de cinco pence introduzido em 2022.

Revisão para baixo da projeção de crescimento em 2027

A economia britânica tem resistido, até ⁠o momento, ao choque nos preços da energia causado pela guerra no Irã. No entanto, o aumento da inflação e a ​perspectiva ‌de taxas de juros mais altas provavelmente desacelerarão a economia no próximo ano.

O PIB (Produto Interno Bruto) está a caminho de crescer 1,2% em 2026, um leve aumento em ⁠relação à previsão anterior, de 1,1%, anunciada pelo OBR (Escritório de Responsabilidade Orçamentária) em março.

O OBR agora espera que o PIB cresça 1,0% em 2027, uma queda acentuada em relação à previsão de março, de 1,6%, disse Healey.

A produção econômica deveria crescer 1,6%, 1,8% e 1,7% em 2028, 2029 e 2030, respectivamente. Essas projeções contrastam com as previsões de crescimento ‌anteriores do ⁠órgão de fiscalização orçamentária, que ‌apontavam para 1,6% em 2028 e 1,5% em 2029 e 2030.

Ao assumir o cargo em Downing Street em julho, Burnham prometeu “as maiores mudanças dos últimos 40 anos”, incluindo um papel mais significativo do Estado na economia.

Mas Healey, ex-dirigente sindical, precisa agir com cautela para evitar aumentar a pressão do mercado de títulos sobre o novo governo de Burnham.

As ⁠medidas anunciadas antes de seu discurso no Parlamento incluíram a eliminação das taxas fixas nas contas ⁠de gás, o que reduziria os custos para a maioria das famílias.

O governo britânico também anunciou reduções nas tarifas de alguns produtos importados, incluindo pepininhos e marmelada.

Mais de 20 bilhões de libras em ‌apoio adicional serão destinados a instituições financeiras estatais para estimular investimentos em inteligência artificial, defesa e energia verde até o início da década de 2030.

Healey afirmou que reduzirá a burocracia para as empresas, a fim de economizar 800 milhões de libras por ano para elas.

Espera-se que o discurso inclua detalhes sobre como o governo planeja dar aos prefeitos regionais mais controle sobre as receitas tributárias, como parte da iniciativa de descentralização promovida por Burnham.

As opções de gastos de Healey estão limitadas pelo ‌aumento nos custos dos empréstimos no Reino Unido e em todo o mundo desde o início da guerra no Irã, o que reduziu a margem para atingir a meta principal de saneamento das finanças públicas.

Ele afirmou que a reserva do governo para atingir sua principal meta fiscal até o final da década caiu ⁠de 24 bilhões de libras para 15 bilhões, mas que o governo ainda assim cumprirá seus objetivos fiscais, apesar dos choques causados pela guerra no Irã.

“É para isso que serve uma reserva. Use-a quando precisar. Reconstrua-a quando puder”, disse Healey.

“Portanto, apesar dos desafios globais, este Orçamento nos coloca no caminho certo para eliminar o atual déficit orçamentário e ​levar as finanças do Reino Unido ao superávit em três anos.”

Após grandes aumentos de impostos e gastos nos dois orçamentos da ex-ministra das Finanças Rachel Reeves, esta quarta-feira foi ​apresentada como um momento de “estabilidade” para a economia britânica.

A maior esperança de Healey é o fim da guerra no Irã, o que reduziria os gastos do governo com o serviço da dívida pública de 3 trilhões de libras.

Essas despesas já estavam a caminho de consumir mais de 10% dos gastos públicos antes mesmo do início da guerra.

Healey afirmou que os juros da dívida no atual exercício fiscal custariam mais de ‌14 bilhões de libras.

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Programação Cineteatro Louletano – Outubro Parte 3

Em outubro, o Cineteatro Louletano reinventa-se e aposta de novo em programação de referência, cruzando música, dança, teatro, cinema e espetáculos multidisciplinares.

A 25 de outubro, domingo, às 11h30, há “Jazz para Famílias”, no Auditório do Solar da Música Nova, pelo Trio da Orquestra de Jazz do Algarve. É um concerto comentado,  para uma primeira descoberta do universo do jazz, de forma descontraída e interativa. Entre interpretações ao vivo e curiosidades sobre os instrumentos, os estilos e a improvisação, as famílias são convidadas a trazer os mais novos (maiores de 10 anos).

Também a 25, mas pelas 17h00, o Cineteatro Louletano recebe, uma vez mais, o “Concerto pela Paz”, organizado pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação. É às 17h00, e a entrada é gratuita. 

E por fim, a 30 e a 31, a bailarina e coreógrafa Maria Fonseca traz a Loulé ATA, um espetáculo que trabalha o tema da morte, investigando novas formas de presença, cuidado e ritual, abrindo espaço para outras maneiras de habitar a morte como parte da vida. A sessão de dia 30, às 14h30, é reservada a lares e instituições particulares de solidariedade social (IPSS). A de dia 31, sábado, é às 17h00, dedicada ao público em geral.

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Portimão prolonga e reforça medidas excecionais de apoio às famílias para 2027

A decisão surge num contexto que continua a pesar no orçamento das famílias. A instabilidade internacional, com a guerra na Ucrânia e as tensões no Médio Oriente, mantém elevados os custos da energia, dos transportes e dos bens essenciais. A isto soma-se a crise habitacional, que no Algarve se faz sentir com particular intensidade e […]

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Portimão prolonga e reforça medidas excecionais de apoio às famílias para 2027

Em nota enviada ao nosso jornal a edilidade portimonense informa que a decisão surgiu num contexto que continua a pesar no orçamento das famílias.

Explica que a instabilidade internacional, com a guerra na Ucrânia e as tensões no Médio Oriente, mantém elevados os custos da energia, dos transportes e dos bens essenciais. A isto soma-se a crise habitacional, que no Algarve se faz sentir com particular intensidade e torna cada vez mais difícil pagar a renda ao fim do mês.

No Município de Portimão, o Subsídio de Apoio ao Arrendamento abrange hoje 677 agregados familiares, mais 132 do que no início de 2026. O investimento anual é de 2.257.671 euros, suportado integralmente pelo Município. A Tarifa Social da Água abrange 992 agregados e a Comparticipação Municipal na Aquisição de Medicamentos apoia 107.
No total, são mais de 1.700 famílias que contam com estes apoios para pagar a renda, a água ou a medicação.

Ou seja, o Município de Portimão mantém os valores de apoio e reforça sobretudo a continuidade. Os apoios em vigor passam a ser renovados automaticamente, para que nenhuma família perca o apoio por razões administrativas ou por ter atingido um prazo. No caso do arrendamento, a renovação automática aplica-se também às situações que atinjam o limite de três anos.

Refere também a edilidade portimonense que o apoio ao arrendamento, a comparticipação mensal varia entre 275 e 350 euros, de acordo com o rendimento do agregado. O limite de rendimento per capita para aceder ao apoio passa a ser de 1,5 vezes a Retribuição Mínima Mensal Garantida, o que permite chegar a mais famílias. O período mínimo de residência no concelho exigido baixa de cinco para dois anos.
O subsídio continua a ser pago pela Câmara Municipal mediante comprovativo mensal do pagamento da renda.

Já a Tarifa Social da Água segue as mesmas regras de acesso: limite de rendimento alargado, dois anos de residência no concelho e renovação automática das tarifas em vigor.

Em termos da Comparticipação Municipal na Aquisição de Medicamentos, as condições de acesso também são alargadas e a renovação passa a ser automática. O valor anual do apoio varia entre 200 e 350 euros por agregado, consoante o escalão de rendimento.

“Sabemos o aperto que muitas famílias de Portimão estão a viver. A renda, a conta da água e os medicamentos não esperam, e o nosso apoio também não pode parar. Não vamos fechar a torneira a quem precisa. Por isso mantemos os apoios, garantimos a sua renovação automática e abrimos a porta a mais famílias”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Portimão, Álvaro Bila.

Os apoios continuam abertos a novas candidaturas.
Para mais informações sobre condições de acesso e prazos, a autarquia de Portimão diz que os interessados podem dirigir-se ao Balcão de Atendimento da Divisão de Habitação, Desenvolvimento Social e Saúde da Câmara Municipal de Portimão ou consultar o site do Município.

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Todos los actuales monarcas europeos descienden de una familia de la que nunca has oido hablar: los Oldemburgo

A todos nos resultan familiares determinadas dinastías europeas; Borbón, Habsburgo, Avis, Plantagenet, Trastámara, Lancaster, Romanov, Bernadotte, Estuardo o Windsor, por citar sólo una pequeña parte. Pero es curioso que una de las que han dejado una huella más profunda y duradera no sea tan conocida; nos referimos a la Casa de Oldemburgo, que a través […]

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Mais famílias apoiadas no arrendamento no Concelho de Loulé

No âmbito da Estratégia Local de Habitação 2019-2032, foram celebrados ao longo da última semana os contratos com os munícipes apoiados na 4ª edição do Subsídio ao Arrendamento Habitacional.

Esta medida destinada a apoiar agregados familiares que enfrentam uma elevada sobrecarga financeira com os custos da habitação e têm dificuldades de acesso ao mercado de arrendamento local.

Este apoio pretende reduzir o esforço financeiro das famílias com despesas de arrendamento, contribuindo para garantir o acesso e a permanência numa habitação adequada e a custos comportáveis.

Nesta 4ª edição, são apoiados 65 agregados familiares, reforçando o compromisso do Município de Loulé com uma política de habitação mais inclusiva e próxima das necessidades da população.

“Vamos aumentar o valor canalizado para esta iniciativa, bem como o número de famílias apoiadas. A par da entrega de habitações para arrendamento, esta é uma das principais medidas para responder a um problema que é global e que se sente também de forma acentuada no nosso concelho”, afirma o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto.

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