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ONU: el reclamo de Cristina Fernández contra su condena puede demorar “varios años”

Las medidas cautelares solicitadas para levantar su inhabilitación política continúan sin ser concedidas, por lo que las sanciones penales y administrativas se mantienen plenamente vigentes.
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Defienden derecho de pueblo saharaui a la autodeterminación

Naciones Unidas, 29 oct (Prensa Latina) Las últimas décadas demostraron el compromiso del pueblo saharaui con su derecho a la autodeterminación y reafirmaron su voluntad de vivir hoy en paz y libertad, aseveró el representante del Frente Polisario ante la ONU, Sidi Mohamed Omar.

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Sob pressão de Trump, Cuba comemora aprovação na ONU contra bloqueio

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Mesmo com o placar mais desfavorável a Cuba em 30 anos, o embaixador do país caribenho no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, comemorou a aprovação, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), da resolução contra o bloqueio econômico dos Estados Unidos (EUA) à ilha, que dura mais de seis décadas.

“Em um mundo onde os EUA lideram novas práticas do fascismo, por meio de chantagens e ameaças a países pequenos, imposição de guerras econômicas e tarifas, Cuba manteve o apoio da imensa maioria dos países da comunidade internacional. É uma grande vitória de nosso povo”, afirmou o embaixador sobre a votação na ONU.

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A resolução foi aprovada, nessa terça-feira (29), com 130 votos favoráveis, incluindo do Brasil, 17 contrários e 25 abstenções. Em 30 anos, esse foi o menor apoio ao fim do bloqueio, que chegou a somar mais de 190 votos favoráveis.

A queda está relacionada a uma campanha do governo de Donald Trump para convencer países aliados a rejeitarem a resolução. Em 2024, apenas dois países votaram contra a proposta: Israel e EUA.

Neste ano, 17 países votaram contra a condenação do bloqueio a Cuba: Argentina, Bósnia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Hungria, Israel, Lituânia, Marrocos, Macedônia do Norte, Paraguai, Eslovênia, Trindade e Tobago, Ucrânia, Emirados Árabes Unidos, República Tcheca e EUA.

Enquanto em 2024 houve apenas uma abstenção, dessa vez foram 25 países que não votaram, entre eles, nações da América Latina como Chile, Honduras, Guiana, Haiti, Jamaica e Peru que, historicamente, costumavam votar a favor de Cuba.

Custo humano do bloqueio

Ao receber a Agência Brasil na embaixada em Brasília, nesta quinta-feira (29), Palomo lembrou que o bloqueio à Cuba é ilegal pelo direito internacional e destacou o custo humano da política de Washington.

“Foram mais de 1,5 mil crianças que morreram em Cuba por não ter acesso a medicamento e por falta de combustível para manter as incubadoras daqueles que nascem prematuramente ou com baixo peso. Não são apenas números, são vidas”, lamentou.

De 2025 a 2026, em meio ao endurecimento do bloqueio pelo governo Trump, a mortalidade infantil em Cuba dobrou, passando de 4,4 bebês mortos em cada mil nascimentos para 9,9.
 

Brasília (DF)29/10/2026 O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, durante entrevista à Agência Brasil.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Brasília (DF)29/10/2026 O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, durante entrevista à Agência Brasil.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
O embaixador de Cuba no Brasil, Victor Manuel Cairo Palomo, em entrevista à Agência Brasil - Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Problema mundial

O bloqueio econômico a Cuba, adotado em retaliação à Revolução Cubana de 1959, não é um problema apenas da ilha, mas de toda a humanidade, defende o embaixador Victor Manuel Cairo Palomo.

“É um tema que tem que ver com o mundo porque hoje é Cuba, mas amanhã pode ser qualquer outro país que os EUA desejarem”, justificou.

O diplomata lembrou da nova doutrina de Trump para a América Latina, que busca, entre outros objetivos, impedir as relações dos países da região com a China.

“Os EUA acreditam que eles têm que controlar os destinos da América Latina e do Caribe. Eles dizem que vão impor a paz pela força. É um modelo para o mundo onde eles se consideram os donos de tudo”, destacou Victor.

O embaixador fez questão de descrever como as medidas dos EUA têm prejudicado a população cubana, entre elas, as chamadas sanções secundárias, que punem empresas de outros países que comercializem com Cuba, aumentando o preço dos produtos que entram na ilha.

“As sanções secundárias têm um impacto tremendo. Temos mais de 7 mil contêineres comprados por Cuba parados em portos de todo o mundo porque as transportadoras não querem entregar. Chegam à Jamaica e deixam lá porque os donos dos navios têm medo de represálias dos EUA”, explicou.

Endurecimento do bloqueio

Desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca, em janeiro de 2025, os EUA têm adotado uma série de novas sanções contra o pequeno país caribenho. Entre as ações, está o bloqueio energético com ameaças a países que vendam petróleo a Cuba.

A medida chegou a deixar a ilha três meses sem receber nenhum barril de petróleo. Em consequência, os apagões de energia podem chegar a mais de dez horas na capital, Havana.

“Se não tem combustível, você não tem capacidade para produzir ou conservar alimentos ou manter os serviços básicos públicos, transporte público, não tem capacidade para indústria”, criticou o embaixador.

As medidas de asfixia econômica vêm escalando mês a mês, levando à redução dos voos interacionais à Cuba, saída de empresas hoteleiras estrangeiras e mesmo da empresa de cartões Visa, o que tem afetado o setor do turismo, o principal do país.

Nas últimas semanas, o Departamento de Estado dos EUA, liderada pelo descendente de cubanos Marco Rubio, adotou nova sanção contra empresas de “tecnologias sensíveis” que tenham relação com a ilha caribenha. A Justiça dos EUA chegou ainda a decretar, neste mês, a prisão do ex-presidente cubano Raúl Castro.

Reforma econômica

Em resposta, Cuba adotou uma reforma econômica para tentar contornar o bloqueio e dinamizar a economia. O embaixador Victor Manuel Cairo Palomo afirmou que ainda é cedo para avaliar o impacto das mudanças, mas apontou que estudos internos indicam condições mais favoráveis para aumentar a produção.

“Estamos mudando a matriz energética para energia solar de maneira acelerada com ajuda a China e estamos trabalhando muito forte na produção de alimentos porque nosso país não pode esperar que o presidente dos EUA queira mudar seu genocídio contra a Cuba", concluiu.

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Agradece Cuba respaldo global contra bloqueo estadounidense

La Habana, 29 oct (Prensa Latina) El presidente Miguel Díaz-Canel agradeció hoy en nombre del pueblo de Cuba el respaldo de la comunidad internacional frente al bloqueo estadounidense, apoyo ratificado la víspera en la Asamblea General de la ONU.

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Cuba, l’Italia si inchina agli Stati Uniti e si astiene sulla risoluzione Onu che chiedeva la fine dell’embargo

Ufficialmente i rapporti tra Giorgia Meloni e Donald Trump sono ai minimi storici, ma se c’è da piegare la testa a a Washington il governo non si tira indietro. E’ accaduto ieri a New York, dove l’Assemblea generale delle Nazioni Unite ha chiesto a larga maggioranza la fine dell’embargo economico statunitense contro Cuba, in vigore da decenni. Tuttavia, un’intensa attività da parte degli Stati Uniti ha spinto diversi paesi a opporsi alla risoluzione o ad astenersi per la prima volta dopo anni. Tra questi c’è stata anche l’Italia. La risoluzione ha ottenuto 130 voti a favore, 25 astenuti e 17 contrari, tra i quali Stati Uniti e Israele. L’anno precedente, i sì erano stati 165, 7 i no e 12 le astensioni.

Stati Uniti e Cuba si sono scambiati accuse durissime nella sala dell’Assemblea Generale, trasformando un dibattito sull’embargo commerciale imposto da Washington decenni fa in un teso confronto verbale tra le due delegazioni. L’ambasciatore Usa Mike Waltz ha accusato il governo dell’Avana di arricchire la propria élite mentre la popolazione comune è alle prese con carenze e difficoltà economiche. Oltre a respingere la definizione di “blocco” utilizzata da Cuba per descrivere le misure di Washington. “Non esiste alcun blocco – ha detto Waltz – Un blocco è un cordone di navi militari attorno a un’isola. Non è questo il caso”.

La delegazione cubana ha interrotto più volte il discorso, costringendo il presidente dell’Assemblea a intervenire per richiamare le parti a rispettare le regole. A un certo punto, Waltz si è rivolto direttamente alla delegazione cubana affermando: “Questa è l’America, queste sono le Nazioni Unite. Non siamo nella vostra dittatura comunista. Non potete mettermi a tacere”. Il ministro degli Esteri cubano, Bruno Rodríguez Parrilla, ha replicato accusando Waltz di affermazioni false e di aver mancato di rispetto all’Assemblea: “Sta offendendo la dignità del popolo e del governo di Cuba”, ha sottolineato.

Il voto dell’Assemblea Generale Onu ha un peso politico, ma solo il Congresso di Washington può revocare l’embargo a Cuba, risalente all’epoca della Guerra Fredda. L’Assemblea adotta questa risoluzione ogni anno da oltre tre decenni, con la sola eccezione del 2020, durante la pandemia di Covid. “Sono soddisfatto del fatto che così tanti paesi, tra cui importanti economie come la Corea, la Germania e altri, abbiano cambiato la loro posizione”, ha detto ai giornalisti Waltz dopo il voto. “La diplomazia richiede tempo, ma ora che abbiamo assistito a una triplicazione del numero di paesi che hanno mutato orientamento, ci aspettiamo che questo trend continui a crescere”, ha aggiunto.

“L’Italia, nel ribadire la vicinanza al popolo cubano e la necessità di continuare gli aiuti umanitari, ha scelto di astenersi assieme ad altri paesi alleati come Germania, Olanda, Polonia, Grecia, Bulgaria, Romania, Estonia, Lettonia e Croazia”, ha riferito la Farnesina. In sintesi, si legge nella nota, “l’Italia ritiene che vada accelerato un cambiamento con le autorità cubane: l’embargo economico imposto dagli Stati Uniti a Cuba ha conseguenze economiche e umanitarie negative per il popolo cubano. La revoca dell’embargo potrebbe rendere più efficaci le riforme economiche e favorire una ulteriore apertura dell’economia cubana, a beneficio del popolo cubano: ma le riforme non arrivano, le decisioni delle autorità cubane sono il motivo della crisi attuale. La mancanza di libertà politiche ed economiche, le debolezze strutturali e le inefficienze di lunga data del sistema economico hanno contribuito in misura significativa alla crisi attuale”.

“Sono necessarie urgentemente riforme politiche, economiche, sociali e giudiziarie sostanziali da parte delle autorità cubane per alleviare le sofferenze del popolo cubano. Le 176 misure economiche e sociali adottate lo scorso giugno dovranno essere attuate rapidamente”, prosegue la nota. L’Italia, sottolinea la Farnesina, “inoltre rimane profondamente preoccupata per la situazione dei diritti umani a Cuba, in particolare dopo gli eventi del luglio 2021, e ribadisce il suo appello al governo cubano affinché rilasci tutti i prigionieri politici. Deploriamo inoltre, si legge, che la posizione di Cuba sulla guerra di aggressione illegale della Russia contro l’Ucraina continui a essere incompatibile con i principi della Carta delle Nazioni Unite. Cuba ha votato contro la risoluzione dell’Assemblea generale Onu del 24 febbraio 2026 che promuoveva un cessate il fuoco e una pace duratura in Ucraina“.

Pazienza se l’Avana dà una grossa mano all’Italia nella sanità pubblica, dove i medici cubani rappresentano una realtà consolidata, in particolare in Calabria. Per far fronte a una cronica e drammatica carenza di personale, la Regione ha siglato un accordo con l’Avana che prevede il reclutamento di quasi 500 camici bianchi. Attualmente, centinaia di specialisti caraibici prestano servizio negli ospedali calabresi, lavorando in prima linea nei pronto soccorso e nei reparti più in affanno. Dopo una prima esperienza emergenziale in Lombardia e Piemonte durante la pandemia del 2020, questa cooperazione è diventata strutturale: l’intesa è stata infatti prorogata fino al termine del 2027 per garantire la continuità dei servizi sanitari essenziali.

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Prensa de India destaca victoria de Cuba en ONU contra bloqueo

Nueva Delhi, 29 oct (Prensa Latina) La prensa de India destaca hoy la victoria de Cuba en la votación contra el bloqueo de Estados Unidos en Naciones Unidas, con 130 votos a favor de la resolución que condena esa política ilegal de Washington.

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Argentinos solidarios celebran triunfo de Cuba en la ONU

Buenos Aires, 29 oct (Prensa Latina) El Movimiento Argentino de Solidaridad con Cuba (MASCuba) celebra hoy que 130 países repudiaran en la Asamblea General de la ONU, por 34 ocasión consecutiva, el bloqueo que Estados Unidos impone a la isla desde 1962.

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Copresidenta de Nicaragua destaca victoria de Cuba en Naciones Unidas

Managua, 28 oct (Prensa Latina) La copresidenta de Nicaragua, Rosario Murillo, destacó hoy la victoria de Cuba en Naciones Unidas, donde 130 países respaldaron la resolución que reclama el fin del bloqueo económico, comercial y financiero impuesto por Estados Unidos a la isla.

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ONU acusa a Israel de exterminio y crímenes de lesa humanidad en Cisjordania

Un informe de la ONU documenta cómo las operaciones militares y las agresiones de los colonos buscan ampliar el control territorial para “exterminar y desplazar a los palestinos e imponerles unas condiciones de vida insoportables”.
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Cuba no es una amenaza, el bloqueo sí, reafirman en México

Ciudad de México, 28 oct (Prensa Latina) La secretaria general del gobernante partido mexicano Morena, Carolina Rangel, afirmó hoy que “Cuba no es una amenaza, el bloqueo sí”, una realidad reafirmada por 130 países en la Asamblea General de la ONU.

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Cubanos residentes en México celebran victoria de la isla en ONU

Ciudad de México, 28 oct (Prensa Latina) La Asociación de Cubanos Residentes en México José Martí celebró hoy que la mayoría de los países votara nuevamente en la ONU contra el bloqueo a la isla, pese a las presiones ejercidas por Estados Unidos.

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Cubanos y dominicanos honran a Camilo y destacan apoyo a Cuba en ONU

Santo Domingo, 28 oct (Prensa Latina) Cubanos y dominicanos celebraron hoy el respaldo mayoritario a Cuba en la Asamblea General de las Naciones Unidas en su reclamo por el fin del bloqueo de Estados Unidos, durante un homenaje aquí al comandante Camilo Cienfuegos.

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EUA expulsam diplomata cubano por acusação de suposta tentativa de agressão

O embaixador dos EUA na ONU, Mike Waltz, afirmou que o governo Trump está expulsando um diplomata cubano dos Estados Unidos, em um cenário de tensões crescentes entre Washington e Havana.

A expulsão ocorre após uma discussão acalorada no plenário da Assembleia Geral da ONU entre Waltz e o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez Parrilla, durante uma sessão sobre o embargo econômico dos EUA contra Cuba. O episódio acontece também em um momento em que autoridades do governo voltam a levantar, com maior frequência, a possibilidade de uma ação dos EUA na ilha.

O secretário de Estado, Marco Rubio, “assinou a documentação para expulsar o diplomata cubano, o primeiro-secretário da delegação deles”, disse Waltz na noite de terça-feira (27).

“Ele foi embora. Estará em um avião rumo a Havana nas próximas 24 horas”, declarou Waltz em entrevista à Fox News.

Ele acusou o diplomata de empurrar e tentar “agredir um de nossos diplomatas americanos”. Em outra entrevista à Fox, nesta quarta-feira (28), Waltz reiterou que o diplomata cubano “estará em um voo de volta a Havana e deixará o país hoje”.

“Se alguém tocar em um americano aqui nos Estados Unidos — o presidente Trump, o secretário Rubio e eu — não vamos tolerar isso. Haverá consequências”, afirmou Waltz na terça-feira.

“Deixamos claro à Missão de Cuba que este indivíduo não é bem-vindo nos Estados Unidos e, como resultado, ele partiu”, disse um porta-voz do Departamento de Estado à CNN nesta quarta-feira.

“Membros do incompetente regime comunista cubano revelaram sua verdadeira essência por meio de táticas de intimidação e opressão. Tais táticas não funcionarão, nem serão toleradas”, acrescentou.

A CNN entrou em contato com a Missão de Cuba na ONU para solicitar um posicionamento.

Vídeos de terça-feira mostram membros da delegação cubana batendo em uma mesa, enquanto o ministro das Relações Exteriores grita pedindo uma “questão de ordem” durante a fala de Waltz. Rodríguez Parrilla aproximou-se do púlpito, e ambos começaram a gritar um com o outro.

“Este indivíduo precisa se afastar deste púlpito. Ele não vai me intimidar nos Estados Unidos da América, da mesma forma que tenta intimidar prisioneiros políticos”, gritou Waltz do púlpito.

“Eu sou representante dos Estados Unidos da América. Afaste-se!”, afirmou.

Ouviram-se gritos chamando Waltz de mentiroso. Outro vídeo, compartilhado pela conta de Waltz na rede social X, mostrou um diplomata cubano afastando com a mão o celular que fazia a gravação, alegando que a pessoa estava invadindo seu espaço pessoal.

Mais tarde, na terça-feira, a Missão de Cuba na ONU enviou uma carta ao Secretário-Geral expressando profunda preocupação com o incidente. Na carta, a missão cubana afirmou que um diplomata dos EUA invadiu o espaço pessoal do diplomata cubano para filmá-lo e publicar os vídeos nas redes sociais, com a intenção de prejudicar sua reputação.

Na quarta-feira, a Assembleia Geral da ONU aprovou, por ampla maioria, uma resolução condenando o embargo de longa data dos EUA contra Cuba: foram 130 votos a favor, 17 contra e 25 abstenções.

Nos últimos meses, a administração Trump intensificou a pressão econômica sobre Cuba, buscando forçar mudanças no governo dos Castro. Recentemente, contudo, o governo americano também elevou o tom de sua retórica pública sobre uma possível intervenção dos EUA para derrubar o regime que há muito tempo governa em Havana.

Na sexta-feira (23), Rubio publicou no X: “Àqueles que buscam promover uma mudança positiva em Cuba — agora é o momento”.

“A decepção com promessas não cumpridas, a corrupção e a vida privilegiada de poucos — aproveitem esta oportunidade para criar a mudança que desejam por meio de uma parceria discreta com a CIA”, escreveu ele.

A CIA tem mantido contato com pelo menos alguns americanos envolvidos em projetos na ilha; no entanto, essas conversas são, em grande parte, preliminares e anteriores à publicação de Rubio, informaram à CNN duas fontes a par do assunto.

Não está claro se a mensagem ousada de Rubio levará mais cubanos a colaborar com a CIA em esforços para derrubar o governo comunista da ilha. Contudo, a própria agência divulgou um vídeo em espanhol, logo após o tuíte de Rubio, com instruções passo a passo sobre como contatar a agência de inteligência americana de forma segura.

O presidente Donald Trump, durante a campanha para as eleições de meio de mandato, afirmou que os EUA tratariam da questão de Cuba no “caminho de volta do Irã”.

“Vamos cuidar de Cuba na nossa volta do Irã. Faremos uma pequena escala”, disse Trump a uma multidão em um comício no sul da Flórida, durante o período eleitoral de meio de mandato, repetindo uma afirmação que ele já fez diversas vezes.

“Na verdade, o que vamos fazer em relação a Cuba é o seguinte: voltaremos do Irã — com aqueles navios magníficos — e passaremos por Cuba. Faremos com que um deles pare a cerca de 50 jardas da costa. Eles levantarão as mãos em sinal de rendição, e então enviaremos o Marco Rubio para encerrar o jogo”.

(Com informações de Kylie Atwood,da CNN)

Apagão e bloqueio de petróleo: O que está acontecendo em Cuba?

 

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Misión de Cuba en ONU rinde tributo a Camilo Cienfuegos

Nueva York, 28 oct (Prensa Latina) El canciller Bruno Rodríguez Parrilla acompañó hoy al colectivo de la Misión de Cuba en la ONU al tradicional homenaje al legendario comandante Camilo Cienfuegos, al cumplirse en esta ocasión 67 años de su desaparición física.

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ONU vota pelo fim do embargo econômico imposto pelos EUA a Cuba

A Assembleia Geral da ONU pediu, por esmagadora maioria, pelo fim do embargo econômico imposto há décadas pelos Estados Unidos a Cuba, mas uma campanha de pressão dos EUA levou vários países a se oporem à resolução nesta quarta-feira ou a se absterem pela primeira vez em anos.

Os resultados mostraram que 130 nações votaram a favor da resolução, 25 se abstiveram e 17 países, incluindo os EUA e Israel, votaram contra. No ano passado, a votação havia sido de 165 a 7, com 12 abstenções. Vários países ocidentais, incluindo Alemanha e Itália, se abstiveram pela primeira vez em muitos anos.

A votação da ONU tem peso político, mas somente o Congresso dos EUA pode suspender o embargo da era da Guerra Fria. A Assembleia Geral da ONU, composta por 193 membros, vem adotando a resolução anualmente há mais de três décadas — exceto em 2020, durante a pandemia da Covid.

“Estou satisfeito por tantos países agora, incluindo grandes economias como a Coreia, a Alemanha e outros, terem mudado sua posição”, disse o enviado dos EUA à ONU, Mike Waltz, aos repórteres após a votação.

“A diplomacia leva tempo, mas agora que o número de países que mudaram de posição triplicou, esperamos que isso só continue a crescer”, disse ele.

As tensões entre as duas nações na ONU se intensificaram antes da votação, incluindo discussões acaloradas entre diplomatas cubanos e norte-americanos na ONU na semana passada, bem como gritos e empurrões no plenário da Assembleia Geral na terça-feira.

Nesta quarta-feira, Waltz acusou um diplomata cubano de “agredir um diplomata norte-americano” durante as discussões de terça-feira, acrescentando que Richard Tur de la Concepción, primeiro-secretário da missão de Cuba na ONU, será expulso dos EUA.

“Esse primeiro secretário cubano estará hoje em um avião saindo do país de volta a Havana”, disse Waltz a repórteres na ONU.

A missão de Cuba na ONU não respondeu imediatamente às perguntas sobre a expulsão.

Os EUA mantêm um embargo comercial contra Cuba há mais de 60 anos, e o governo do presidente norte-americano  Donald Trump vem intensificando a pressão, após ter recorrido às Forças Armadas em janeiro para destituir o presidente venezuelano Nicolás Maduro.

O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, afirmou no X, após a votação, que “o governo dos EUA está mais uma vez isolado em sua tentativa de continuar sufocando o povo cubano e submetendo-o a um ato de punição coletiva e genocídio”.

“Nem seus pretextos mais insanos, nem suas pressões, nem o circo midiático prevalecerão sobre a força dos fatos e da verdade”, disse ele.

Os Estados Unidos têm votado contra as resoluções da ONU desde 1992, mas se abstiveram pela primeira vez em 2016, durante o governo do ex-presidente Barack Obama, quando Washington e Havana estreitaram suas relações.

Cuba atribuiu às sanções dos EUA a crise em que o país se encontra atolado, a pior recessão econômica em décadas, caracterizada pela escassez de bens básicos, infraestrutura em colapso e inflação galopante.

No mês passado, Trump afirmou na ONU que Cuba era um Estado falido e que a liberdade chegaria à nação insular.

A rede elétrica de Cuba sofreu um colapso total no mês passado, mergulhando a ilha na escuridão e deixando milhões de pessoas sem energia elétrica.

Apagão e bloqueio de petróleo: O que está acontecendo em Cuba?

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Resaltan desde El Salvador votación en ONU a favor de Cuba

San Salvador, 28 oct (Prensa Latina) La votación a favor de Cuba en Naciones Unidas hoy refleja que el planeta se niega a someterse a los dictados del imperio estadounidense, afirmaron colectivos solidarios con Cuba en El Salvador.

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ONU aprova resolução contra embargo dos EUA a Cuba

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A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou nesta quarta-feira (28) uma resolução contra o embargo unilateral mantido pelos Estados Unidos contra Cuba há quase 27 anos.  

A medida foi aprovada com 130 votos favoráveis, incluindo o do Brasil, 17 contrários e 25 abstenções. Esse foi o menor apoio ao fim do bloqueio em 30 anos. A queda está relacionada a uma campanha intensa dos Estados Unidos para convencer países aliados a rejeitarem a resolução. 

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A resolução já foi votada 33 vezes na ONU. Na primeira vez, em 1992, só 59 países votaram favoráveis. Entre 2015 e 2017, 191 países votaram pelo fim do embargo, o maior número até hoje. O período corresponde ao governo do ex-presidente norte-americano Barack Obama, que buscou uma reaproximação entre Estados Unidos e Cuba. 

Em quase todas as votações, o Brasil se colocou favorável ao fim do bloqueio. As exceções foram em três ocasiões no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Em 2019 o Brasil votou contra e em 2021 e 2022 se absteve.   

Crise humanitária

Cuba sofre com um bloqueio econômico imposto pelos Estados Unidos desde 1960. Na época, Washington tomou a medida em retaliação à revolução cubana de 1959. 

Este ano, o governo de Donald Trump intensificou as sanções contra a ilha, agravando ainda mais a crise econômica do país. Desde então, Cuba enfrenta escassez de energia, combustível, gás de cozinha, medicamentos e serviços essenciais. A inflação deste ano cresceu 25% em relação a 2025. 

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