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Rusia es proveedor fiable de alimentos para África, afirma Putin

Moscú, 29 oct (Prensa Latina) Rusia suministra de manera estable alimentos y productos agropecuarios a los países africanos, contribuyendo a la seguridad alimentaria del continente, declaró hoy el presidente Vladimir Putin.

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Cabaz alimentar desce 44 cêntimos para 253,55 euros na última semana

✇ECO
By: Lusa

O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste desceu 0,44 euros, fixando-se nos 253,55 euros, informou esta quarta-feira a associação de defesa do consumidor.

Depois de ter descido pela primeira vez na semana passada (-2,27 euros), após semanas consecutivas de subidas, o cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste “situa-se nos 253,55 euros, o que traduz um decréscimo de 0,44 euros face à semana anterior”.

A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.

Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.

Entre 21 e 28 de outubro, os cereais de fibra registaram um aumento de 10% para 4,75 euros, a couve-flor subiu 8% para os 2,52 euros e o arroz agulha registou um acréscimo de 7% para os 1,55 euros, tendo tido os maiores aumentos percentuais.

No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 11,72 euros (menos 4,85%).

Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 9,87 euros (menos 4,05%).

Já no início de 2022, era possível gastar menos 65,85 euros (uma diferença de 35,08%).

Em relação ao ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o bacalhau graúdo (36% custando atualmente 21,82 euros por quilograma), o tomate chucha (33% custando atualmente 2,90 euros por quilograma), e a couve-coração (24% o que se reflete num custo de 1,78 euros por quilograma).

Desde 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (114% para 12,47 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (106% para 21,82 euros por quilograma) e os ovos (82% para 2,08 euros)

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Joan Matji, directora de Nutrición de Unicef: “El sobrepeso y la obesidad infantil han superado por primera vez al bajo peso en los países de ingresos bajos y medios”

Joan Matji (Lesoto), directora global de Nutrición y Desarrollo Infantil de Unicef, considera que como sociedad hemos fallado a niños y adolescentes al permitir que estén rodeados de alimentos ultraprocesados y poco saludables donde viven, estudian y juegan. “Creo que estamos ante un problema muy serio”, mantiene en una entrevista con EL PAÍS en Madrid, donde participa en la Cumbre Mundial sobre Obesidad, que del 26 al 28 de octubre reúne a gobiernos, personas con obesidad, jóvenes y representantes de la sociedad civil para evaluar los progresos y acordar prioridades en la lucha contra esta enfermedad crónica de aquí a 2030. Para ella, el aumento de los niños con sobrepeso y obesidad va más allá de ser un asunto sanitario, sino que “es el resultado de un fracaso de los sistemas y los entornos alimentarios en los que crecen los niños”, que, además, tiene un alto coste económico para los Estados. “La prevención es mucho más barata que el tratamiento”, explica Matji, que apuesta por una combinación de medidas, que pasan por facilitar el acceso a dietas saludables, educación y una mayor regulación.

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© Víctor Sainz

Joan Matji, directora global de Nutrición y Desarrollo Infantil de Unicef, el lunes 26 de octubre en Madrid, ciudad que celebra la Cumbre Mundial sobre Obesidad.
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Tempero sonoro: novo estudo sugere que escutar música durante as refeições pode alterar e melhorar o sabor da comida

Você costuma escutar música enquanto come? Essa ação, comum em restaurantes e cafeterias, pode gerar estímulos que alteram e melhoram o sabor da comida. Um estudo publicado na revista Scientific Reports sugere que o “tempero sonoro” estimula o cérebro a trabalhar em harmonia com o som e o alimento ingerido.

O teste foi realizado em 28 participantes por meio de ressonâncias magnéticas funcionais. As etapas contaram com partes em que eles apenas escutavam música, em que só comiam e em que realizavam as duas ações juntas.

Os pesquisadores descobriram que trilhas sonoras doces e azedas, por exemplo, ativaram regiões envolvidas no processamento do paladar, e que os estímulos auditivo-gustativos, quando trabalham de maneira simultânea, aumentam as respostas neurais em comparação com o paladar isoladamente.

“Quando a música chega aos nossos ouvidos ao mesmo tempo em que comemos, podemos ver que o cérebro responde com mais intensidade do que quando o paladar é experimentado sem música”, afirma a autora e pesquisadora de pós-doutorado Alberte Baggesgaard Seeberg, do Departamento de Ciência dos Alimentos.

Expectativas antes de provarem os alimentos também foram consideradas no estudo. Participantes que foram instruídos a esperar uma bebida muito doce, por exemplo, apresentam maior ativação do córtex gustativo ao receberem uma bebida mais azeda em comparação com aqueles que receberam a mesma bebida sem essa expectativa. 

Seeberg afirma que essa descoberta pode melhorar a experiência gastronômica, ajudando pessoas em risco de desnutrição e com outros problemas de saúde relacionados à ingestão de alimentos. 

“Para pessoas em risco de desnutrição, algo tão simples como a música pode potencialmente melhorar a experiência alimentar. Há muito que podemos fazer, frequentemente a um custo muito baixo, para melhorar a qualidade de vida de algumas pessoas”, afirma a profissional. 

O que acontece no corpo quando comemos açúcar? Veja impacto diário

 

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Uma boa alimentação faz a “diferença” na saúde e longevidade

VTM

O envelhecimento é um processo natural, mas não se manifesta de forma igual para todos.

Para além da genética, existem fatores que se conseguem influenciar de forma direta, e a alimentação é um dos mais relevantes, tal como confirma à VTM Carla Gonçalves, professora na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).

“A nutrição é um dos pilares para o envelhecimento saudável e para a qualidade de vida”, uma vez que ela “atua desde idades precoces na prevenção da doença, no bom desenvolvimento cognitivo e ajuda a pessoa a atingir o seu potencial, não é só no desporto”.

Carla Gonçalves lembra que uma boa nutrição pode ajudar também no pilar do crescimento saudável, na reabilitação, ao dar mais qualidade de vida, já que ajuda a gerir uma doença crónica, por exemplo. “Se tivesse que elencar dos pilares da qualidade de vida e do potencial de envelhecimento saudável, a nutrição é, sem dúvida, uma das bases”.

Carla Goncalves Nutricionista
“A roda mostra-nos uma alimentação variada, equilibrada e completa”
CARLA GONÇALVES – PROFESSORA DA UTAD

A professora explica que a nossa saúde “está dependente daquilo que comemos, mas não só, também depende dos fatores ambientais que podem ter uma grande influência na nossa saúde, aquilo que somos e aquilo que podemos vir a ser no futuro”. Ou seja, “nós somos aquilo que comemos e como comemos, em que a seleção dos alimentos que fazemos tem um impacto muito grande na nossa saúde”.

Além disso, “outro fator importante para a saúde e bem-estar são as nossas decisões diárias nos alimentos que escolhemos (como os produtos processados, embalados), e ainda como os preparamos na cozinha, se os fritamos, cozemos ou estufamos”, acrescenta a docente, sustentando que uma alimentação rica em nutrientes, variada e consistente ao longo do tempo tem um impacto positivo no envelhecimento.

A também presidente do Colégio de Nutrição Comunitária e de Saúde Pública da Ordem dos Nutricionistas frisa que a Roda dos Alimentos é a base para uma alimentação equilibrada. É composta por sete grupos de alimentos de diferentes dimensões, os quais indicam a proporção de peso com que cada um deles deve estar presente na alimentação diária.

“A nossa Roda dos Alimentos dá-nos muitas respostas. Se a compreendermos bem, conseguimos perceber o tamanho das porções e logo ali vemos a quantidade, que é um dos pilares importantes, mas também a variedade, que nos permite ter diferentes nutrientes e componentes”.

“A roda mostra-nos uma alimentação variada, equilibrada e completa, porque congrega todos os alimentos e ajuda-nos a ter uma alimentação saudável, que é aquela que nos fornece os nutrientes que nós necessitamos para regular o nosso organismo, a relação da microbiota intestinal com o nosso bem-estar e até com o nosso sono”.

A professora da UTAD lembra que, hoje em dia, parece mais fácil seguir as dietas da moda, do extremismo, quando o importante é seguir a simplicidade, que “muitas vezes traz respostas para um envelhecimento mais saudável”. Devemos “evitar aquilo que nos faz mal, como coisas que nós identificamos como alimentos, mas que não passam de uma amálgama de preparações, de aditivos e de ultraprocessados. Devemos efetivamente evitá-los e não ter problema em assumir que são alimentos maus, pois têm excesso de sal e gordura, que fazem mesmo mal à nossa saúde”, vinca.

Num mundo em que o tempo parece “voar”, Carla Gonçalves diz que é possível ter uma alimentação saudável, que “deve ser tendencialmente mais verde, com mais hortofrutícolas, mas também tem de ser prática. Hoje, as famílias têm pouco tempo e foram perdendo competências culinárias, sobretudo desde que a mulher passou a trabalhar e tem menos tempo para estar na cozinha e também para passar esses conhecimentos aos seus filhos”.

E a passagem desse conhecimento é importante para não se perder uma cadeia de saber fazer sopa ou as refeições no tacho, por exemplo. “Do saber colher e conservar, como as compotas, os molhos que se guardavam ou o feijão que se secava. Não quer dizer que nós tenhamos de voltar a isso, mas há ali um conhecimento que se perde e que nos deixa menos capazes”.

Segundo a docente, muitas vezes, sente-se isso com os jovens, que têm menos capacitação para este domínio que é tão importante na sua vida e que está associado à gestão económica. “É algo em que nós temos que pensar desde o ensino mais básico e incutir nas crianças”.

Por último, Carla Gonçalves revela que as pessoas têm de perceber que a alimentação “é fundamental” para uma maior longevidade e não deve ser vista como aquilo que é para “desenrascar e despachar”. Devem, por isso, “olhar para a nutrição como um elemento de qualidade de vida, um bom investimento para o seu futuro e bem-estar”.

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El menú de los banquetes de la élite de la Edad del Hierro en Salamanca hace 2.600 años: así comían en uno de los primeros pueblos que existieron en la meseta

Más de 5.000 huesos rescatados de los basureros de un barrio del Cerro de San Vicente, en Salamanca, permiten reconstruir cómo comía hace unos 2.600 años un grupo familiar acomodado. Según un estudio publicado en Archaeological and Anthropological Sciences, los animales jóvenes, los équidos y las tortugas llegaban al plato solo en contextos rituales o […]

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Los cocineros sirios de hace 4.500 años ya elegían el recipiente según el plato y usaban resina como condimento

Un equipo del Museo Nacional de Dinamarca ha conseguido, por primera vez, averiguar qué se cocinaba realmente dentro de las ollas de la antigua ciudad de Hama, en Siria, hace 4.500 años. El análisis de huesos de animales, restos vegetales y grasas adheridas a las paredes de los recipientes revela una dieta sorprendentemente variada, con […]

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Una tribu de la Edad del Bronce en Polonia ya comía un cereal traído de China cuando Roma ni siquiera se había fundado

Hacia el año 1590 a.C., más de ochocientos años antes de que Roma existiera siquiera como aldea y con Tutankamón todavía sin nacer, un puñado de personas en el sureste de Polonia empezó a comer un cereal que no era suyo. No procedía de los campos que sus vecinos llevaban generaciones cultivando ni de ninguna […]

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