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Albufeira | Crianças aprendem a proteger a Natureza com bombas de sementes

Com as mãos na terra, 222 crianças das escolas de Caliços, Guia e Sesmarias descobriram como uma pequena semente pode ajudar a cuidar da natureza. Entre 12 e 29 de outubro, passaram pelas Hortas Comunitárias de Alpouvar, onde conheceram o que ali se cultiva, aprenderam a importância dos polinizadores e prepararam as suas próprias «bombas […]

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Aprovada proteção de captações de água subterrâneas

O Ministério do Ambiente aprovou a delimitação do perímetro de proteção de duas captações de águas subterrâneas que abastecem 19 habitantes, com um volume médio de 1,13 metros cúbicos por dia.

© MediaNews Group via Getty Images

Os perímetros de proteção visam prevenir, reduzir e controlar a poluição das águas subterrâneas
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Mar de chocolate no Caribe: entenda o fenômeno das algas que exalam cheiro de ovo podre

O acúmulo massivo de uma alga marinha conhecida como sargaço alterou a paisagem de praias paradisíacas no Caribe mexicano, criando o fenômeno chamado de “mar de chocolate”.

Além do impacto visual na Riviera Maya e no estado de Quintana Roo, a matéria orgânica em decomposição exala um odor de ovo podre e gera gás sulfeto de hidrogênio, uma substância tóxica que acende alertas de saúde e preservação ambiental na região.

Como surge o fenômeno e por que o odor é tão forte?

Cientistas apontam que a proliferação acelerada do sargaço decorre do aquecimento das águas oceânicas. O ciclo de presença das algas, que costumava durar entre dois e três meses, estendeu-se para um período crítico de até nove meses por ano.

Projeções de autoridades ambientais indicam que o volume recolhido nas praias deve ultrapassar 131 mil toneladas até o fim do ano, superando o recorde anterior de 105 mil toneladas.

A decomposição das algas ocorre entre 24 e 48 horas após a chegada à costa. Nesse intervalo, há a liberação do sulfeto de hidrogênio. Além disso, o sargaço pode filtrar metais pesados, como o arsênio, para a areia da praia, impactando a biodiversidade local.

Brian LaPointe, professor do Harbor Branch Oceanographic Institute da Universidade Atlântica da Flórida, destaca a necessidade de integrar sistemas de observação via satélite a intervenções coordenadas.

Leia Mais:

Prejuízos financeiros e impacto no turismo

A crise afeta diretamente a economia local. De acordo com o vereador de Tulum, Elheno Barbacano, a redução no fluxo de turistas é severa, prejudicando hotéis, restaurantes e o comércio. Para conter os danos estéticos e operacionais, trabalhadores realizam diariamente a remoção manual e mecânica das algas nas praias.

O governo de Quintana Roo estima que o gerenciamento do sargaço custa cerca de US$ 2 bilhões por ano, o equivalente a aproximadamente 11% do Produto Interno Bruto (PIB) regional. Especialistas reforçam que a implementação de modelos de previsão e mitigação prévia é fundamental para conter os impactos contínuos no ecossistema e na economia caribenha.

*Com informações da Reuters

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Cometas não trouxeram a vida à Terra, diz estudo

Vida na Terra poderá ter surgido de processos internos do planeta ou através do impacto constante de asteroides, e não por cometas que transportavam moléculas contendo carbono e azoto.

Embora não se possa descartar totalmente a chegada bem-sucedida de moléculas prebióticas, tal seria extremamente improvável
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GNR alertada para esquema de falsas visitas no Alentejo

Falsos técnicos contactam clientes por telefone para agendar visitas a casas. A empresa intermunicipal cobre 10 municípios do distrito de Portalegre.

"O controlo da qualidade da água é feito na rede pública, por técnicos identificados com cartão da empresa e fardamento", acrescenta a AAA
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Sismo de magnitude 4,0 sentido em São Miguel

O CIVISA registou o evento às 14h18 locais desta quarta-feira, a 40 km a oeste de Ginetes. A zona já tinha sido afetada a 20 de outubro por um sismo de 5,2.

© MÁRIO CRUZ/LUSA

O evento foi ainda sentido com intensidade III (escala de Mercalli Modificada) no concelho da Ribeira Grande
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Sismo de magnitude 2,7 sentido na ilha Terceira

O sismo insere-se na crise sismovulcânica em curso na ilha Terceira. Em algumas regiões o abalo foi sentido com intensidade de IV e noutra com intensidade de III na escala de Mercalli Modificada.

© ANTÓNIO ARAÚJO/LUSA

Segundo o CIVISA, o abalo foi registado às 22h53 locais e teve epicentro a cerca de seis quilómetros a norte-nordeste de São Bartolomeu
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Paredes de Coura: 757 mil euros em abastecimento de água

Construção de um novo reservatório num ponto elevado adjacente à zona industrial é projeto previsto para reforçar abastecimento doméstico, das empresas e da rede de combate a incêndios da freguesia.

© ANT

O prazo para apresentação de propostas termina às 16h00 do dia 26 de novembro
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Investigadores dos Açores na expedição internacional The Gap

Três investigadores da Universidade dos Açores integram expedição que estuda a Zona de Fratura Romanche e já identificou possíveis espécies novas para a ciência.

© OLIVIER HOSLET/EPA

A equipa registou ainda "vários organismos que poderão ser espécies novas para a ciência", mas a sua identificação "só poderá ser confirmada após a análise em laboratório das amostras recolhidas"
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Leiria: 9,3 milhões em resíduos após Kristin

Nove meses após a tempestade, o município ainda regista custos com recolha de resíduos, incluindo amianto — despesa não elegível no Fundo de Emergência Municipal.

© VASCO COELHO/OBSERVADOR

Dia 28 de janeiro de 2026 a depressão Kristin destruiu várias habitações em Leiria e nos concelhos vizinhos
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Como engolir pedras de propósito ajuda jacarés e crocodilos a viverem melhor

Jacarés e crocodilos têm uma alimentação bem variada, devorando peixes, tartarugas, pássaros, cobras, moluscos, insetos, pequenos mamíferos que estejam dando sopa na água e até humanos – embora sejam casos raros. No entanto, um comportamento intrigava os cientistas: por que eles engolem pedras?

A crença inicial era de que elas ajudariam esses animais no processo de digestão, ou iam parar em seu estômago sem que percebessem. Mas um estudo publicado na revista “Integrative Organismal Biology” revelou que a atitude faz com que os jacarés e crocodilos consigam passar mais tempo debaixo d’água.

As pedras de granito ingeridas equivalem a 2,5% do peso corporal. Com elas no corpo, a duração média dos mergulhos aumentou 88% e a duração máxima, 117%. A hipótese é de que os gastrólitos, como são chamadas, aumentem a densidade mineral óssea e a capacidade pulmonar, permitindo imergir com uma reserva maior de oxigênio.

Vantagem

Como passam a maior parte do dia na água, ficar mais tempo submerso é uma vantagem. Para analisar a teoria, pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, levaram 7 jovens jacarés americanos para comparar quanto tempo permaneciam embaixo d’água depois de engolirem um conjunto de pedras pequenas.

Após 42 mergulhos — 21 antes e 21 depois dessa “refeição” – os resultados apareceram em até 35 minutos. Sem pedras, eles conseguiam ficar submersos por, em média, seis minutos – número que passava de 11 minutos com elas dentro de si.

É como se as pedras passassem a exercer a mesma função que um cinto de lastro para os mergulhadores. Com isso, esses animais ficam à espreita, fora da vista de todos, e podem manter a presa debaixo d’água até que ela perca a respiração. Os pesquisadores creem que os jacarés e crocodilos utilizam a técnica há milhões de anos.

Jacaré ou crocodilo?

O maior jacaré encontrado no Brasil é o jacaré-açu, que pode alcançar 5 metros de comprimento. Também vivem no bioma brasileiro os jacarés-do-papo-amarelo, jacaré-coroa e jacaré-anão. Não há crocodilos no Brasil – eles costumam viver na África, na Austrália, sudeste da Ásia, América Central e norte da América do Sul.

E como reconhecer? A diferença física é visível no rosto: jacarés têm focinho arredondado (em formato de U), mais largo e curto, enquanto o do crocodilo é em formato de V, além de ser mais comprido, fino e longo. Jacarés vivem apenas em locais com água doce, enquanto crocodilos se adaptam a água doce ou salgada.

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Sismo de magnitude 3,2 sentido na ilha do Faial

Abalo de baixa magnitude foi registado às 0h30 locais (1h30 em Lisboa) desta terça-feira e teve epicentro a cerca de 39 quilómetros a noroeste de Capelo, na ilha do Faial, nos Açores.

© Agência Lusa

Uma intensidade III, considerada fraca, o abalo é sentido dentro de casa e os objetos pendentes baloiçam, sentindo-se uma "vibração semelhante à provocada pela passagem de veículos pesados"
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