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21h. PSP vai permitir uso de drones nas manifestações amanhã

Autoridade Aeronáutica Nacional tinha proibido o levantamento de drones na zona do Rossio. Ainda, Comandante do Comando Metropolitano de Lisboa garante que PSP vai privilegiar o diálogo.

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Policial civil é suspeito de matar amigo durante viagem em destino turístico da Bahia

Um policial civil de São Paulo é suspeito de matar o próprio amigo a tiros durante uma viagem a Arraial d'Ajuda, distrito turístico de Porto Seguro, no extremo sul da Bahia. O crime aconteceu na quinta-feira, 29, dentro de uma casa de temporada, após uma discussão que também teria envolvido agressões contra a esposa do suspeito.A vítima foi identificada como Jefferson D'Avila Conceição, de 33 anos. Ele, o policial e a mulher são de São Paulo e estavam na região a passeio desde o último domingo, 25. Até o momento, ninguém foi preso.Discussão começou após ida à praiaEm depoimento, o policial relatou que passou parte da quinta-feira consumindo bebidas alcoólicas com Jefferson na praia. Os dois teriam discutido durante o retorno ao imóvel onde estavam hospedados.Segundo a versão apresentada pelo suspeito, ao chegar à residência, Jefferson teria exigido que a esposa do policial entregasse o próprio celular. Diante da recusa, ele teria agredido a mulher com um chute e um tapa.Ainda conforme o depoimento, Jefferson teria pegado uma faca após as agressões. O policial afirmou que atirou contra o amigo para proteger a esposa.A mulher também foi ouvida pelos investigadores e apresentou uma versão semelhante à do marido. Leia Também: POLÍCIA Três homens são presos suspeitos de matar pai e filho na Bahia VÍDEO Veja momento em que jovem é abordado por suspeito de estupro em Barreiras VIOLÊNCIA SEXUAL Após denúncia de estupro, jovem vira alvo de ataques na Bahia Vítima saiu de casa sangrando e pediu socorroO síndico do condomínio onde o grupo estava hospedado também prestou depoimento. Ele relatou ter ouvido disparos de arma de fogo e gritos de uma mulher.A testemunha afirmou ainda que viu o policial deixar a residência em direção à praia e retornar posteriormente. Em outro momento, presenciou Jefferson saindo do imóvel ensanguentado e pedindo ajuda.Arma entregue à períciaDe acordo com a polícia, o investigador entregou espontaneamente a arma utilizada nos disparos, que será submetida à perícia.O imóvel também passou por exames periciais, e as imagens das câmeras de segurança do condomínio serão analisadas para ajudar a esclarecer a dinâmica do crime.O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que deverá apurar as circunstâncias da morte e verificar a versão de legítima defesa apresentada pelo suspeito.

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19h. MAI apela à tranquilidade nos protestos de amanhã

Luís Neves espera que manifestações decorram dentro da normalidade e legalidade. Ainda, Presidente da República diz estar preocupado com a tentação dos partidos de quererem ir a votos.

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Las grandes ciudades y los comercios se blindan ante posibles disturbios por las movilizaciones espontáneas de Blocus

La amenaza procede de unos jóvenes, muchos de ellos menores de edad, que quedan a través de las redes sociales para protagonizar, enmascarados, supuestas protestas estudiantiles. Pero la acción final del movimiento Blocus, surgido en Francia, deriva en violentos disturbios, saqueos en comercios y actos vandálicos en la ciudad. Sucedió el pasado sábado en Barcelona, donde hubo 128 detenidos, 15 agentes heridos y más de una veintena de comercios vandalizados.

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Un grupo de operarios coloca paneles de protección en un escaparate de una tienda de Barcelona.Un equipo de trabajadores instala protecciones temporales en la fachada de un comercio del centro de Valencia ante la previsión de posibles actos vandálicos durante la jornada del sábado.Operarios cubren el escaparate de Primark en el centro de Bilbao, este viernes.Comerciantes toman precauciones en Madrid.

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Un grupo de operarios coloca paneles de protección en un escaparate de la tienda Loewe del paseo de Gràcia de Barcelona, este viernes.
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5.200 bodycams para GNR e PSP até 2027

Telmo Correia confirmou a entrega das câmaras nas audições do OE2027. Concurso público foi lançado em 2023, mas sofreu dois atrasos por impugnações.

© SASCHA STEINBACH/EPA

O secretário de Estado afirmou que a distribuição das câmaras para serem colocadas nos uniformes da polícia vai ser feita por cada uma das forças de segurança, uma vez que se trata de uma questão operacional
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Três homens são presos suspeitos de matar pai e filho na Bahia

A Polícia Civil da Bahia prendeu três homens investigados pelas mortes de Walisson dos Santos Campos, de 20 anos, e Edson Campos, de 56, pai e filho. As prisões ocorreram durante a Operação Integração, realizada nos municípios de Teofilândia e Feira de Santana.O pai e o filho foram mortos a tiros no dia 4 de outubro, no povoado de Gameleira, localizado na zona rural de Teofilândia.Os investigados foram localizados nos municípios de Feira de Santana e Teofilândia. Um dos suspeitos, encontrado em Feira de Santana, estava dentro do veículo apontado como utilizado no duplo homicídio. Durante a abordagem, os policiais apreenderam o automóvel e um simulacro de arma de fogo que estava em seu interior. Leia Também: VÍDEO Veja momento em que jovem é abordado por suspeito de estupro em Barreiras VIOLÊNCIA SEXUAL Após denúncia de estupro, jovem vira alvo de ataques na Bahia POLÍCIA Suspeito de atear fogo na namorada grávida é preso três dias após crime na Bahia Em Teofilândia, outros dois suspeitos, de 22 e 29 anos, foram encontrados. Um deles foi localizado em um estabelecimento comercial, enquanto o outro foi encontrado em uma residência no povoado de Morrinho, na zona rural do município. 1 de 2 | Foto: Divulgação 2 de 2 | Foto: Divulgação A operação foi realizada pelas Delegacias Territoriais (DTs) de Teofilândia, Santa Bárbara e Araci, com o apoio da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe/Nordeste).

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Veja momento em que jovem é abordado por suspeito de estupro em Barreiras

Um homem de 27 anos foi preso em flagrante na quinta-feira, 29, em Barreiras, no oeste da Bahia, suspeito de estuprar uma jovem de 21 anos.Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que ele abordou a vítima e tocou nas partes íntimas dela. Segundo a Polícia Militar, o caso começou por volta das 5h30, na Rua Panamá, no bairro São Pedro.De acordo com o relato da jovem à polícia, o suspeito afirmou estar armado, fez ameaças e a levou para o bairro Vila dos Funcionários, onde teria cometido o estupro. Após o crime, a vítima recebeu atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foi encaminhada ao Hospital do Oeste. Não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde dela. Leia Também: VIOLÊNCIA SEXUAL Após denúncia de estupro, jovem vira alvo de ataques na Bahia POLÍCIA Suspeito de atear fogo na namorada grávida é preso três dias após crime na Bahia SAIBA QUAIS SÃO OS BAIRROS Ônibus param de circular em dois bairros de Salvador após situações de violência Suspeito foi localizado após buscasPoliciais militares realizaram buscas na região e localizaram o homem pouco depois. Na residência dele, foram encontradas roupas que, segundo a polícia, são as mesmas utilizadas durante a abordagem registrada pelas câmeras de segurança.O suspeito permanece à disposição da Justiça nesta sexta-feira (30). A identidade da vítima não foi divulgada.Confira o vídeo: 

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16h. Cargas policiais: MAI assume responsabilidade política

O Ministro sublinha que depois de ter afirmado que as acampadas tinham de terminar, a orientação política estava dada. Ainda, o Estado registou um excedente de 5.064 milhões de euros até setembro

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PSP detém pessoas que usavam cozinha de prisão para tráfico

Duas mulheres e um homem foram detidos esta semana no âmbito do cumprimento de mandados de detenção destinados à execução de penas de prisão pela prática do crime de tráfico de estupefacientes.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

A PSP conseguiu apurar que a atividade criminosa assentava na articulação entre elementos do exterior à prisão e reclusos
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Cremar contenidors, nou repte viral?

Després d’una setmana d’indefinides i ansioses elucubracions sobre les arrels socioeconòmiques de la ràbia juvenil (sic) dels responsables dels disturibis convocats per Blocus a Barcelona, crec que toca abordar la dimensió tecnològica del fenomen. Diguem-ho clar: mig miler de joves no poden protagonitzar un acte d’enfrontaments amb la policia, de saquejos i violència, sense pertànyer a un moviment, sense organitzar-se entre si; almenys sense que algú proveeixi els mitjans específics per fer-ho.

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© Alberto Estevez (EFE)

Disturbis durant la concentració de dissabte 24 d'octubre a plaça Catalunya
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Bulos, refuerzo policial y comerciantes en alerta por altercados en Madrid: “Hay preocupación, pero nos dicen que no hay que alarmarse”

Operarios colocan tablones de madera en el escaparate de un comercio de la Calle Montera de Madrid.

La policía no baja la guardia ante la posible réplica de los graves altercados de Barcelona del 24 de octubre, que se saldaron con 130 detenidos, muchos menores, y numerosos daños en comercios, mobiliario y vehículos. Se trató de una protesta anónima convocada por las redes sociales bajo el nombre de Blocus que reunió a medio centenar de jóvenes que se dedicaron al pillaje y a la guerrilla urbana. La policía monitoriza desde entonces una posible segunda convocatoria para este sábado 31 de octubre en Madrid, en la zona centro. Supuestamente, este llamamiento se ha anulado, pero tanto la Policía Nacional como la Municipal mantienen el despliegue previsto que incluye un operativo de 200 agentes de Unidad de Intervención Policial (antidisturbios) en el centro y 1.700 policías municipales en diferentes puntos de la ciudad y en el transporte urbano.

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Varios operarios colocan tablones en el escaparate de una tienda en la Calle Montera de Madrid.
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Após denúncia de estupro, jovem vira alvo de ataques na Bahia

A família de uma jovem, de 19 anos, moradora de Rio Real, no norte da Bahia, vem tentando provar que ela foi estuprada pelo chefe, um empresário, de 46 anos, que está preso desde o dia 17 de outubro. A garota era funcionária do homem. Embora Adeilson Bomfim Barros e Silva permaneça detido por força de um mandado de prisão preventiva, a mãe da jovem, a recepcionista Jucineide Silva Araújo, 38, afirma que o caso está longe de ser resolvido, já que a filha vem sofrendo retaliação na cidade.Segundo ela, o fato piorou após a divulgação de um vídeo em que a suposta vítima aparece em uma situação amistosa com o empresário e saindo da empresa com ele, durante o turno de trabalho. O registro teria sido feito no mesmo dia em que o crime foi noticiado no Núcleo Especial de Atendimento à Mulher (NEAM) de Rio Real. A imagem foi publicada nas redes sociais e segue sendo compartilhada. O crime teria ocorrido no dia 9 deste mês, nas dependências da empresa de Adeilson, a GM Solution, onde a jovem trabalhava desde abril como consultora de venda. Além dos registros feitos pelas câmeras de segurança da própria empresa, imagens de outro estabelecimento comercial, onde suspeito e a jovem teriam ido, na manhã do dia do fato, também está sendo compartilhada. "Hoje, mesmo, a gente foi na delegacia, prestou queixa novamente. Porque estão repostando o vídeo e difamando ela [vítimas]. Na verdade, estão acabando com ela. Não posso falar sobre o vídeo", explicou Jucineide.O que conta a mãe Em conversa com o A TARDE, Jucineide contou que a filha recebeu uma proposta de emprego por parte de Adeilson por meio de uma rede social. "Ele mandou convite no Instagram, ela aceitou e ele falou que tinha uma proposta de emprego pra ela. E aí foi onde ela começou a trabalhar. Tinha cinco meses que ela  estava trabalhando nessa empresa”, lembrou a senhora. Ela relembra que, no dia do fato, recebeu uma ligação do namorado da filha pedindo que ela fosse até a empresa porque havia acontecido alguma coisa com a jovem. "O namorado da minha menina me ligou. Aí falou assim: ‘olhe, vá no trabalho de Renata* [nome fictício], está acontecendo algo muito estranho, ela me ligou desesperada e me chamou’. Larguei meu emprego e fui até o emprego dela. Quando eu cheguei lá, estava fechado”, contou. Câmeras de segurança de estabelecimento comercial teria registrado carro do suspeito com vítima dentro - Foto: Reprodução “Bati, bati, bati na porta, ninguém me atendeu. Quando eu olhei na frente, procurei a moto dela e não estava. Ela foi pra casa. Quando cheguei em casa, ela me contou que ele tinha abusado dela”, completou.Após a situação, mãe e filha foram à Neam registrar ocorrência. Na delegacia, elas foram encaminhadas a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. Depois foram orientadas a ir ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) em Alagoinhas para fazer exame de corpo de delito. Investigação segue em cursoA delegada Débora Ferro, titular da Neam, apura o crime. Ao A TARDE, ela explicou que o caso segue sob investigação e, inclusive, aguarda a análise do vídeo que está sendo compartilhado nas redes. O material já foi juntado aos autos do inquérito policial."Quer revitimizar mais ainda a vítima. Ser mulher não é fácil", afirmou a delegada ao ser questionada sobre o teor do vídeo. Ainda de acordo com Ferro, além do estupro, o empresário é investigado também pelo crime de importunação sexual contra outra funcionária. “Tem mais uma outra [funcionária] também que foi vítima. Por enquanto, só essas duas. Possivelmente tem mais vítimas. Mas o pessoal também tem medo, vergonha de denunciar e não compareceu ainda”, avaliou a delegada, ao revelar que encaminhou relatório ao Ministério Público do Estado (MP/ BA) e aguarda denúncia. Nesta quinta-feira, 29, Adeilson foi encaminhado ao Conjunto Penal de Feira de Santana (CPFS), após seu defensor, Ricardo Almeida, ter negado o pedido de revogação da prisão preventiva. Outra acusação A jovem Luiza Oliveira, de 20 anos, acusa o empresário de importunação sexual. Sem temer represália, ela procurou a polícia para denunciar o fato após saber o que tinha acontecido com a outra funcionária. Ela trabalho com o homem por 15 dias. "Inicialmente, ele entrou em contato comigo para a gente fazer entrevista de emprego. No início, eu estranhei um pouco porque ele falava mais sobre a vida dele do que do trabalho em si. No terceiro dia de treinamento, no dia que aconteceu o ocorrido, ele me pediu um "Ele viu que eu não ia me levantar, então me puxou pelo meu braço e começou a me alisar, me apalpar, me beijar no pescoço, tentou beijar meus seios, colocar a mão dentro da minha calça, tentou introduzir a mão na frente. Nessa hora, eu tenho um alarme que é programado todo dia para o mesmo horário, que é o horário que eu tomo meu remédio, tocou, ele se assustou e me soltou. Peguei minhas coisas e fui embora”, relembrou a moça. Outra ex-funcionária de Adeilson, Marta Reis, também conversou com o A TARDE. Ele revelou que, embora não tenha sido vítima de nenhum crime sexual, está sofrendo represália na cidade e nas redes sociais pelo simples fato de ter apoiado as colega colega, com quem trabalhou por dois meses. "O próprio Adeilson disseminou que eu estou por trás de tudo isso. Nesse caso, não sou vítima do fato, nem de tentativa. Entro na história por ser amiga dela [Renata*]. Quem me conhece sabe que sempre levanto causas feministas e não me calaria, acontecendo do meu lado", afirmou ela, revelando que também já registrou ocorrência na delegacia. Leia Também: POLÍCIA Suspeito de atear fogo na namorada grávida é preso três dias após crime na Bahia SAIBA QUAIS SÃO OS BAIRROS Ônibus param de circular em dois bairros de Salvador após situações de violência DECISÃO JUDICIAL Policial civil espancado por PMs no carnaval receberá R$ 100 mil de idenização O que diz a defesa de AdeilsonPor meio de nota, o advogado Ricardo Almeida afirmou que, por se tratar de um procedimento que tramita sob segredo de Justiça, não irá se manifestar sobre as acusações. Ele ressaltou ainda que seu cliente está preso inocentemente em decorrência de uma falsa acusação.Almeida também questionou a manutenção da prisão preventiva do empresário e declarou que a medida contraria os princípios constitucionais da presunção de inocência e da excepcionalidade da prisão cautelar. Segundo ele, não cabe ao acusado provar sua inocência para responder ao processo em liberdade. "Surgiram provas audiovisuais que demonstram, de forma clara, que a versão apresentada pela acusação não corresponde ao que de fato aconteceu. Ainda assim, entendeu-se que o acusado deve permanecer preso enquanto se verifica a idoneidade desse material. A dúvida, que no processo penal deve favorecer o réu, está sendo usada contra ele", reafirmou o advogado."Enquanto isso, um homem que nunca havia sido preso suporta o constrangimento ilegal de uma prisão injusta. A defesa confia que o Judiciário saberá corrigir esse equívoco e seguirá adotando todas as medidas cabíveis para restabelecer a liberdade de seu cliente", concluiu.

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Suspeito de atear fogo na namorada grávida é preso três dias após crime na Bahia

O jovem de 18 anos suspeito de atear fogo na própria namorada, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, foi preso nesta quinta-feira, 29 três dias após o crime. A vítima, identificada como Paloma da Silva Gomes, de 21 anos, está grávida e permanece internada em estado grave.O suspeito, Saymon Santos Silva, estava sendo procurado pela polícia desde segunda-feira, 26, quando ocorreu a agressão. Ele se apresentou espontaneamente em uma delegacia, acompanhado de um advogado, onde foi cumprido o mandado de prisão que havia sido expedido contra ele.Saymon permaneceu em silêncio durante o depoimento. Ele está à disposição da Justiça e deverá passar por audiência de custódia nos próximos dias.Vítima descobriu gravidez durante internaçãoPaloma está internada no Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador, após sofrer queimaduras de segundo e terceiro graus em aproximadamente 30% do corpo.A gravidez foi revelada pela jovem aos médicos e familiares durante a internação. Segundo a família, ela já passou por procedimentos cirúrgicos e continua em estado grave, sem previsão de alta. Leia Também: SAIBA QUAIS SÃO OS BAIRROS Ônibus param de circular em dois bairros de Salvador após situações de violência DECISÃO JUDICIAL Policial civil espancado por PMs no carnaval receberá R$ 100 mil de idenização POLÍCIA Homem descumpre medida protetiva e agride ex-mulher na Estrada das Barreiras Crime aconteceu quando jovem tentava deixar relacionamentoA tentativa de feminicídio ocorreu na segunda-feira, 26, no bairro Morada Real, em Vitória da Conquista. De acordo com familiares, Paloma estava arrumando as malas para deixar a casa onde vivia com o namorado quando foi atacada.Segundo a irmã da vítima, Letícia da Silva, o suspeito jogou um líquido inflamável nas costas da jovem e, em seguida, utilizou um isqueiro para provocar as chamas.“Foi pelas costas. Jogou álcool de posto de gasolina. Ela pensou que era água, ele pegou o isqueiro e jogou fogo nela. Ela falou que teve que se socorrer sozinha. Só com o segundo balde de água que apagou o fogo. A roupa ficou toda grudada no corpo”, relatou Letícia.Mesmo ferida, Paloma conseguiu tentar apagar o fogo por conta própria. Inicialmente, ela foi socorrida para o Hospital Geral de Vitória da Conquista, mas precisou ser transferida para Salvador devido à gravidade das lesões.Família relata histórico de agressõesPaloma e Saymon mantinham um relacionamento havia pelo menos um ano. Segundo familiares, a jovem vivia uma relação abusiva e já havia sofrido agressões físicas anteriores atribuídas ao suspeito.O caso é investigado como tentativa de feminicídio.

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Ônibus param de circular em dois bairros de Salvador após situações de violência

Moradores de dois bairros de Salvador ficaram sem transporte público nesta quinta-feira, 29, após episódios de violência e protestos que comprometeram a circulação dos ônibus. A suspensão do serviço atingiu Mirantes de Periperi, no Subúrbio Ferroviário, e Vale das Pedrinhas, no Complexo do Nordeste de Amaralina.De acordo com a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), a falta de condições de segurança impossibilitou a continuidade da operação nas duas localidades.Em Mirantes de Periperi, os ônibus foram impedidos de acessar o terminal, enquanto os veículos que já estavam no local não conseguiram sair devido a uma manifestação de moradores. O protesto ocorreu após uma ação policial que terminou com um homem morto e outro preso.Já no Vale das Pedrinhas, a circulação foi interrompida em meio a novos episódios de violência na região. O bairro havia enfrentado recentemente quatro dias consecutivos sem ônibus, também por questões de segurança.Entenda o que aconteceu em cada bairroMirantes de Periperi: morte em ação policial provoca protestoUma operação policial realizada na tarde desta quinta-feira, 29. terminou com um homem morto e outro preso em Mirantes de Periperi. A vítima, identificada como Reginaldo, foi baleada durante a ação e encaminhada ao Hospital do Subúrbio, mas não resistiu aos ferimentos.Na mesma operação, Nerisvaldo Jesus de Macedo foi preso em flagrante. Segundo informações preliminares, ele já havia sido detido em 2023, em uma ocorrência que resultou na apreensão de drogas e três fuzis.Após a intervenção policial, moradores bloquearam o acesso ao bairro com pneus e outros objetos incendiados. A manifestação provocou congestionamento e impediu a entrada e saída dos ônibus.Equipes da 18ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) foram acionadas para auxiliar na liberação da via, enquanto o Corpo de Bombeiros atuou no controle das chamas. Leia Também: MAIS SAÚDE BYD e Governo da Bahia se unem para concluir Hospital dos Olhos da OSID DECISÃO JUDICIAL Policial civil espancado por PMs no carnaval receberá R$ 100 mil de idenização VLT NO FERIADÃO VLT funcionará durante feriadão; confira horários Vale das Pedrinhas: homem é baleado durante confronto com a PMNo Complexo do Nordeste de Amaralina, um homem foi baleado na perna durante uma troca de tiros com policiais militares na tarde desta quinta-feira (29), na localidade conhecida como Campo do Natureza.Segundo o tenente-coronel Batalha, equipes do 30º Batalhão de Polícia Militar (BPM) realizavam incursões na região quando foram recebidas a tiros por suspeitos. Os militares reagiram e, durante o confronto, um dos homens acabou ferido.O suspeito foi socorrido pelos próprios policiais e levado ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde recebeu atendimento médico.Durante a ocorrência, foram apreendidas drogas e um carregador de pistola calibre 9 mm. A arma que teria sido utilizada no confronto não foi encontrada.

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Não devíamos precisar de capacetes

Lembro-me dos capacetes. Eram de construção civil, pintados com as cores dos nossos cursos. Levávamo-los para as manifestações porque já sabíamos que podíamos precisar de proteger a cabeça. Alguns partiram-se sob os bastões da polícia.

As imagens das intervenções policiais nos protestos pela habitação, em Lisboa e no Porto, fizeram-me regressar aos anos 90. Fui dirigente da Associação Académica de Coimbra, com o pelouro da Cultura, aparentemente mais pacífico, e participei no movimento estudantil contra as propinas durante os governos de Cavaco Silva. Entre outras aprendizagens, tornámo-nos especialistas na fuga e na corrida. Uma competência que não devia fazer parte da formação cívica de ninguém.

É fácil reduzir aquela luta ao «Não pagamos!». Mas a questão era maior do que uma propina. Estava em causa quem podia estudar, pagar um quarto, alimentar-se e passar vários anos sem ganhar dinheiro. Contestávamos um sistema em que as oportunidades continuavam demasiado dependentes dos meios da família.

Hoje, reconheço uma inquietação semelhante na luta pela habitação: estudar, trabalhar, cumprir o que se espera e, ainda assim, não conseguir construir uma vida autónoma. As épocas são diferentes. A sensação de encontrar uma porta fechada é familiar.

Não estou nas acampadas. A minha vida e as minhas circunstâncias são outras. Não conheço todos os participantes nem subscrevo necessariamente as suas propostas. Mas não preciso de estar numa manifestação para defender o direito de quem lá está. Seria incoerente ter exigido esse direito para mim e relativizá-lo agora porque já não sou eu a precisar de o exercer.

O direito à manifestação não depende de concordarmos com a mensagem, o método ou o incómodo que provoca. Numa democracia, protestar é tornar visível um conflito que as instituições ainda não resolveram. Inclui ocupar o espaço público, perturbar rotinas e exigir atenção. Os limites existem quando estão em causa outros direitos ou há violência concreta, não quando o protesto se torna inconveniente.

A polícia invoca ordens de dispersão desobedecidas. Os manifestantes denunciam violência. Importa esclarecer os factos e apurar responsabilidades. Mas uma ordem desobedecida não dispensa a pergunta essencial: era necessária a força usada? Era adequada ao risco? Foi limitada ao indispensável? A proporcionalidade não é um detalhe técnico. É o princípio que impede que a desobediência seja tratada como autorização para qualquer resposta.

A autoridade policial não se mede apenas pela capacidade de dispersar uma multidão. Mede-se também pela capacidade de distinguir resistência, desobediência, ameaça e violência, de escolher a resposta menos lesiva e de justificar a sua necessidade. Quanto maior o poder de usar a força, maior o dever de explicar o seu uso.

Não defendo agressões, destruição ou intimidação. Os polícias têm direito à segurança e quem pratica violência deve responder pelos seus atos. Mas quem exerce a força em nome do Estado tem uma responsabilidade acrescida. Proteger agentes e manifestantes não são objetivos incompatíveis. Uma polícia profissional deve conseguir fazer ambas as coisas sem transformar uma manifestação inteira num alvo.

Lembro-me também dos protestos dos bombeiros junto ao Parlamento, perto do meu local de trabalho. Do fogo, da circulação condicionada, da tensão. Não pretendo equiparar operações diferentes, mas pergunto que critérios justificam respostas policiais tão distintas. Esses critérios devem ser objetivos, públicos e compreensíveis. E quando a força é usada, deve haver fiscalização independente e consequências se os limites forem ultrapassados. Sem isso, a confiança transforma-se em obediência por medo.

Uma manifestação incomoda. Ocupa espaço, interrompe rotinas e obriga a olhar para um problema. Esse incómodo faz parte da democracia. A ordem pública não pode ser confundida com silêncio, nem a normalidade do trânsito ou do comércio valer mais do que a liberdade de expressão e de reunião. Manter a ordem é permitir que os direitos coexistam, não eliminar o que mais perturba.

A habitação exige decisões económicas difíceis, investimento e políticas eficazes. Exige também confiança nas instituições. Uma confiança que enfraquece quando a resposta a um problema social passa a ser dominada por imagens de bastões e pessoas feridas, sem explicações convincentes sobre a necessidade da intervenção e os limites da força utilizada.

A minha geração teve voz. Esta também merece ser ouvida. Não tenho de concordar com tudo o que diz para defender que possa dizê-lo, de forma pacífica e sem medo. Nem tenho de aceitar qualquer comportamento para exigir que a resposta do Estado seja necessária, adequada e proporcional.

Há mais de trinta anos, levávamos capacetes para uma manifestação. Não devíamos precisar de voltar a fazê-lo.

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Vereadora do Paraná é investigada por declarações contra nordestinos

A vereadora Salete Kronbauer (PP), de Nova Santa Rosa, no Oeste do Paraná, provocou polêmica após declarações contra nordestinos e baianos durante uma sessão da Câmara Municipal, na segunda-feira (26/10), após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Eu não quero mais ver um nordestino, um baiano, vindo aqui na nossa cidade”, afirmou a parlamentar na tribuna.

Durante o discurso, Salete criticou eleitores de Lula, associou o resultado das eleições ao recebimento de benefícios sociais e chegou a defender uma divisão territorial do Brasil. A vereadora também mencionou possíveis cortes em programas sociais e afirmou que eleitores poderiam enfrentar dificuldades para conseguir alimentos.

Após a repercussão, Salete divulgou uma nota de retratação, reconheceu que suas declarações foram inadequadas e pediu desculpas. A manifestação ocorreu depois que o vídeo da sessão circulou nas redes sociais e gerou críticas de parlamentares e entidades.

O Ministério Público do Paraná solicitou a abertura de um inquérito, instaurado pela Polícia Civil, para investigar possíveis crimes de discriminação e preconceito. O caso também motivou uma representação que pede a cassação do mandato da parlamentar. A Câmara Municipal de Nova Santa Rosa deve analisar o pedido nos próximos dias.

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Policial civil espancado por PMs no carnaval receberá R$ 100 mil de idenização

A Justiça da Bahia determinou que o Governo do Estado pague R$ 100 mil, por danos morais, ao investigador da Polícia Civil (PC) que foi agredido por policiais militares no carnaval de Salvador de 2023.A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc) nesta quinta-feira, 29, mas a decisão é de 19 de outubro e ainda cabe recurso. O portal A TARDE entrou em contato com o governo, mas não recebeu retorno até a última atualização desta reportagem. Leia Também: POLÍCIA Homem descumpre medida protetiva e agride ex-mulher na Estrada das Barreiras POLÍCIA TSE decide que agressão a mulher gera inelegibilidade para candidatos OPERAÇÃO MULHER SEGURA Bahia tem mais de 600 prisões por crimes contra mulheres em 4 meses Relembre o casoAdson Gomes Miranda estava de folga e assistia ao desfile de trios elétricos no circuito Barra-Ondina, na orla da cidade, quando foi atingido por golpes de cassetete, murros e pontapés. A ação cometida por agentes do do Batalhão de Choque da Polícia Militar foi filmada por uma testemunha. Mesmo depois que o homem caiu os militares não pararam e a agressão só foi encerrada depois que uma ambulante se aproximou e protegeu o investigador.Na decisão, a Justiça reconheceu a responsabilidade do Estado e rejeitou a alegação de que os policiais teriam agido para apartar uma briga ou em legítima defesa, diante da ausência de provas. Foram considerados:o inquérito da Corregedoria da Polícia Militar;os laudos médicos que, além da perda dos dentes, atestaram fratura na face e lesão no olho esquerdo;o acompanhamento psiquiátrico;e o vídeo da agressão.Investigador citou racismo na épocaDias depois da agressão, Adson Gomes Miranda relatou a imprenda os momentos de tensão vividos. Na ocasião, ele apontou racismo na ação dos policiais militares."É por que eu sou rastafári? É por que eu sou negro? Eu não tenho direito de ir para festas, de curtir naquele local? O caso está repercutindo porque sou policial, mas quantos outros estão internados? [...] Se o negro não tem direito de ir para o Carnaval, baixem um decreto dizendo: 'só vai branco no carnaval da Bahia e negro a gente não tolera, vamos te bater e te matar'', desabafou em entrevista à TV Bahia na época. O investigador disse também que achou que iria morrer quando as agressões começaram. "Eles estavam atrás de mim, não vi que estavam passando. Depois que recebi a pancada, me virei para ver o que tinha acontecido, já que o tri-elétrico nem tinha passado ainda, não havia confusão. Ele me deu a segunda [pancada] e me empurrou. Eu pensei que ia morrer naquele momento", contou.A decisão que determina o pagamento da indenização ainda pode ser contestada por meio de recurso. Procurado pelo g1, o Governo da Bahia não havia se manifestado até a última atualização da reportagem original.

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Homem descumpre medida protetiva e agride ex-mulher na Estrada das Barreiras

Um homem identificado como Ronaldo é suspeito de agredir a ex-companheira na manhã desta quinta-feira, 29, na Estrada das Barreiras, em Salvador. Conforme as informações iniciais, ele teria tentado se aproximar da ex-esposa, apesar de uma medida protetiva. Após a suposta agressão, o homem teria tentado fugir, mas foi contido por pessoas que estavam no local. A situação provocou uma confusão, e o suspeito passou a ser alvo de agressões por parte de populares. Leia Também: POLÍCIA TSE decide que agressão a mulher gera inelegibilidade para candidatos OPERAÇÃO MULHER SEGURA Bahia tem mais de 600 prisões por crimes contra mulheres em 4 meses OPERAÇÃO KRAMPUS NARCO Tráfico de cocaína e armas em Salvador tem R$ 10 milhões bloqueados Em contato com o portal A TARDE, a Polícia Militar da Bahia informou que equipes foram acionadas para verificar uma ocorrência de linchamento contra um homem suspeito de agredir uma mulher. Ao chegarem, os policiais intervieram, mas os envolvidos nas agressões conseguiram fugir.Após a intervenção, o suspeito e a vítima foram encaminhados à Casa da Mulher Brasileira para o registro formal da ocorrência e a adoção das medidas legais cabíveis.Até o momento, as informações divulgadas pela Polícia Militar não detalham o estado de saúde dos envolvidos nem confirmam oficialmente o eventual descumprimento da medida protetiva.Confira o vídeo: 

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TSE decide que agressão a mulher gera inelegibilidade para candidatos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu por unanimidade que condenações por lesão corporal contra a mulher enquadram-se na categoria de crimes contra a vida, gerando a inelegibilidade do condenado. Durante a mesma sessão plenária, a Corte fez um apelo formal ao Congresso Nacional para que atualize expressamente a legislação eleitoral e garanta a proibição na lei.O novo entendimento da Justiça Eleitoral ocorreu durante o julgamento do recurso do candidato João Francisco de Assis Neto (Dr. João Neto), que tentava disputar uma vaga de deputado federal por Alagoas. Os ministros negaram o pedido e mantiveram a restrição imposta pelo tribunal regional.Segundo o relator do processo, ministro Dias Toffoli, a decisão não estabelece uma nova causa de inelegibilidade, mas especifica o alcance de regras já existentes na Lei das Inelegibilidades. Toffoli destacou mudanças legislativas recentes que aproximaram as qualificações de feminicídio e lesão corporal em contexto de violência de gênero. Leia Também: SEM CONVERSA Otto Alencar nega possibilidade de anistia e indulto a Jair Bolsonaro POLÍTICA Malafaia se revolta com carta de Flávio Bolsonaro e detona: "Jumentos" POLÍTICA Racha no PL? Valdemar detona carta divulgada por Flávio nos EUA A posição foi acompanhada pelos demais magistrados. Durante o julgamento, os ministros pontuaram que a violência física contra a mulher acarreta risco contínuo à vida, antecedendo frequentemente crimes mais graves.O tribunal também sugeriu agilidade na votação de um projeto de lei complementar sobre o tema, que atualmente aguarda parecer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A proposta prevê a proibição de candidaturas por oito anos após o cumprimento da pena para condenados por violência doméstica.

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