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O famoso toque da Nokia ouve-se há mais de 120 anos

Já estávamos com saudade de ouvir isto … O toque mais famoso da história dos telemóveis não nasceu num estúdio: são uns segundos de “Gran Vals”, peça para guitarra que o espanhol Francisco Tárrega escreveu em 1902. No fim dos anos 1990 e início dos 2000, havia um som que se ouvia em todo o lado. Nas ruas, nos cafés, aeroportos, centros comerciais, salas de reuniões. Nos cinemas, a meio dos filmes, como não podia deixar de ser. E em casa, até em casa. Se um telemóvel tocava, era quase certo que dava aquela melodia. Nessa altura ainda não se

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Já estávamos com saudade de ouvir isto ... O toque mais famoso da história dos telemóveis não nasceu num estúdio: são uns segundos de "Gran Vals", peça para guitarra que o espanhol Francisco Tárrega escreveu em 1902. No fim dos anos 1990 e início dos 2000, havia um som que se ouvia em todo o lado. N

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Primeiro filme de IA da China chega às salas. Estão vazias

Nem no maior viveiro mundial de vídeos feitos por IA as pessoas estão dispostas a pagar bilhete para a ver. O primeiro filme chinês inteiramente gerado por inteligência artificial estreou  na sexta-feira, no que promete ser um teste difícil nas bilheteiras para a indústria tecnológica em expansão do país. Mas a venda antecipada de bilhetes está a ficar aquém do esperado. Segundo a plataforma de bilhetes Maoyan, estão marcadas para sexta-feira mais de 10.000 sessões do thriller de ficção científica “Sanxingdui: Future Past“. A recetividade do público tem sido reduzida. As receitas do filme aproximavam-se dos 290.000 yuans (38 mil

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Nem no maior viveiro mundial de vídeos feitos por IA as pessoas estão dispostas a pagar bilhete para a ver. O primeiro filme chinês inteiramente gerado por inteligência artificial estreou  na sexta-feira, no que promete ser um teste difícil nas bilheteiras para a indústria tecnológica em expansão do

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A água da torneira saiu branca? EPAL esclarece que não há perigos para a saúde

Abrir a torneira e encontrar uma água aparentemente branca ou leitosa pode levantar dúvidas sobre se existe algum problema com aquilo que vai beber. No entanto, esta alteração visual pode ter uma explicação bastante simples e não significa necessariamente que a água esteja imprópria para consumo.

O aspeto esbranquiçado resulta normalmente da presença de ar dissolvido na água, que origina numerosas microbolhas, segundo esclarece a EPAL. Trata-se de uma situação passageira que, nas condições descritas pela entidade, não altera a qualidade da água.

Microbolhas são responsáveis pela cor branca

Quando a pressão existente nas tubagens ou nos reservatórios sofre oscilações, o ar dissolvido pode formar pequenas bolhas. Como são muito numerosas e de reduzida dimensão, fazem com que a água pareça branca logo depois de sair da torneira.

Não se trata, portanto, de uma substância branca misturada na água. O efeito visual é provocado pelo ar e tende a desaparecer pouco depois, à medida que as microbolhas se libertam.

Copo transparente permite fazer a experiência

A própria EPAL sugere uma forma simples de observar o fenómeno. Basta encher um copo ou um jarro transparente e deixar a água repousar durante alguns instantes.

À medida que as bolhas desaparecem, a água volta progressivamente a apresentar um aspeto límpido. Esta mudança ajuda a perceber que a tonalidade inicial estava relacionada com o ar presente na água e não com uma alteração permanente da sua cor.

Ruídos nas canalizações podem ter a mesma origem

O ar também pode explicar outro comportamento ocasional das torneiras. Depois de uma interrupção no abastecimento ou de um período prolongado sem utilização, como durante umas férias, podem ouvir-se ruídos nas canalizações.

Nessas circunstâncias, a água também pode sair de forma irregular, aos chamados “jorros”. Segundo a mesma entidade, a presença de ar nas tubagens está novamente na origem do fenómeno, sendo aconselhado deixar correr a água durante alguns minutos.

Cheiro a cloro tem uma explicação diferente

Já um eventual cheiro ou sabor a cloro não está relacionado com as microbolhas. O cloro é utilizado durante o tratamento da água para preservar a sua qualidade microbiológica ao longo do percurso entre as estações de tratamento, a rede de distribuição e as torneiras.

Quando esse cheiro ou sabor se torna percetível, a EPAL recomenda deixar a água repousar durante alguns minutos. A entidade explica que o cloro é utilizado em doses reduzidas, destinadas a manter a proteção microbiológica durante a distribuição.

Canalizações também podem alterar algumas características

Nem todas as alterações observadas na água têm origem na rede pública. A idade e o estado de conservação das canalizações existentes dentro dos edifícios, bem como de eventuais equipamentos hidropressores, podem influenciar características como a cor, o cheiro ou o sabor.

A temperatura também pode mudar a perceção do sabor, sendo a água fresca geralmente mais agradável ao paladar. Assim, quando a água sai branca da torneira e recupera rapidamente a transparência depois de repousar, a explicação indicada pela EPAL é a presença temporária de microbolhas de ar, fenómeno que não afeta, de forma individual, a qualidade da água.

Leia também: Estas são as novas 7 Maravilhas de Portugal: uma fica no Algarve e há visitas gratuitas

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António Barros oferece Anilha de Ouro a ‘repórter’ de Faro

José Carlos Almeida Rosa, ‘repórter’ de texto e fotografia de Faro, recebeu de António Barros a “Anilha de Ouro da Geral” durante a entrega de prémios da União Columbófila Ouriquense, realizada a 24 de outubro, no restaurante “Pátio de Ourique”.

A distinção desportiva tinha sido conquistada pelo pombo de António Barros com a anilha n.º 3442372/23. O columbófilo ofereceu-a ao ‘repórter’ como reconhecimento pelo seu trabalho na promoção e divulgação da modalidade, de acordo com o relato enviado ao POSTAL pelo próprio José Carlos.

Época de 2026 termina com prémios e convívio

O almoço assinalou o encerramento oficial da época desportiva de 2026 e reuniu participantes e representantes de entidades locais para distinguir os columbófilos e os seus pombos que mais se destacaram ao longo da campanha.

Além da entrega de prémios, o encontro proporcionou um momento de convívio entre os praticantes de uma modalidade ligada às tradições e à vida associativa de Ourique.

Entre os presentes estiveram Jorge Canhestro, presidente da Junta de Freguesia de Ourique, e Nádia Lima, presidente da União de Freguesias de Panóias e Conceição.

Direção destaca apoio das autarquias

Pedro Pinto, presidente da direção da União Columbófila Ouriquense, agradeceu a presença dos participantes e o contributo de quem acompanha a atividade da coletividade.

O dirigente salientou o apoio e o patrocínio do Município de Ourique e das juntas de freguesia do concelho, considerando estas parcerias fundamentais para desenvolver a atividade desportiva, promover a columbofilia e dar continuidade a uma tradição que reúne diferentes gerações.

Os órgãos sociais entregaram também lembranças de agradecimento aos parceiros institucionais: Município de Ourique, Junta de Freguesia de Ourique, União de Freguesias de Panóias e Conceição, Junta de Freguesia de Santa Luzia e Junta de Freguesia de Santana da Serra. O gesto assinalou a colaboração destas entidades com a coletividade.

Crédito: José Carlos
Crédito: José Carlos
Crédito: José Carlos
Crédito: José Carlos
Crédito: José Carlos
Crédito: José Carlos
Crédito: José Carlos

Leia também: Rogério Germano assume liderança da Associação Columbófila do Distrito de Faro

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Inglaterra está a enterrar mais de 2.000 árvores de Natal nas praias e o motivo está a surpreender

Enterrar árvores de Natal na areia pode parecer uma ideia invulgar, mas é precisamente esta a solução encontrada numa localidade de Inglaterra para proteger a costa das tempestades e combater a erosão. Em St. Annes, no condado de Lancashire, milhares de pinheiros utilizados durante as festividades natalícias estão a ganhar uma segunda vida nas praias.

A iniciativa faz parte de um projeto ambiental que pretende recuperar as dunas e reforçar a proteção natural das zonas habitacionais próximas do mar. Segundo a Meteored, o método tem sido utilizado há mais de uma década e já apresenta resultados significativos.

Em vez de serem simplesmente descartadas depois do Natal, as árvores naturais são recolhidas e transportadas para zonas específicas da praia, onde são parcialmente enterradas na areia.

O objetivo é aproveitar os ramos dos pinheiros para travar o movimento dos grãos de areia transportados pelo vento, permitindo que estes se acumulem e contribuam para a formação de novas dunas.

Como funciona este método que utiliza árvores de Natal?

O processo começa com a abertura de pequenas valas na areia, onde são colocadas as árvores de Natal. Os troncos ficam parcialmente enterrados, enquanto os ramos permanecem expostos.

Quando o vento sopra, os grãos de areia encontram os ramos e ficam retidos à sua volta. Com o passar do tempo, esta acumulação permite formar pequenos montes que podem evoluir para novas dunas.

De acordo com a Meteored, as árvores são colocadas em locais cuidadosamente selecionados, uma vez que as marés poderiam arrastá-las caso fossem instaladas demasiado perto da água.

O projeto também recorre a barreiras de madeira e à plantação de vegetação adaptada às dunas, como a erva-das-dunas, cujas raízes ajudam a fixar a areia e a estabilizar o terreno.

Mais de 2.000 árvores enterradas e centenas de voluntários envolvidos

A iniciativa integra o projeto Fylde Sand Dunes, desenvolvido com a participação do Lancashire Wildlife Trust, do Fylde Council e do Blackpool Council, contando ainda com financiamento da Environment Agency.

O programa pretende recuperar um sistema dunar que perdeu aproximadamente 80% da sua extensão ao longo dos últimos 150 anos, devido a fatores como a urbanização e a erosão costeira.

Numa das campanhas realizadas em St. Annes, mais de 250 voluntários conseguiram instalar mais de 2.000 árvores de Natal em apenas três dias.

Já em 2026, cerca de 650 voluntários participaram na colocação de aproximadamente 2.000 árvores ao longo de três quilómetros de costa, demonstrando a dimensão que esta iniciativa alcançou.

Dunas já cresceram até 90 metros e protegem centenas de casas

Os resultados apresentados pelo projeto mostram que determinadas zonas costeiras recuperaram entre 60 e 90 metros de extensão desde 2013.

Em alguns pontos de North Beach, o crescimento das dunas chegou aos 80 metros, embora os responsáveis esclareçam que estes valores dizem respeito a áreas específicas e não a toda a praia.

Esta recuperação tem consequências importantes para a segurança das populações. Segundo os dados divulgados, as dunas ajudam atualmente a proteger 493 propriedades contra a erosão costeira e outras oito contra inundações.

Além disso, cerca de 400 habitações poderão beneficiar de proteção adicional através das futuras intervenções previstas.

Uma solução natural que também protege a biodiversidade

Para além de funcionar como barreira contra o avanço do mar, a recuperação das dunas contribui para a preservação dos ecossistemas costeiros.

A região alberga mais de 300 espécies de plantas, bem como diversas espécies de aves e invertebrados importantes para a biodiversidade local.

O projeto inclui também a remoção de espécies invasoras e a recuperação da vegetação natural, permitindo melhorar as condições dos habitats existentes.

Assim, aquilo que começa por ser uma simples árvore de Natal descartada transforma-se numa ferramenta de proteção ambiental, demonstrando como a reutilização de materiais naturais pode contribuir para enfrentar os desafios da erosão costeira.

Leia também: Huelva avalia regras das esplanadas que exigem 1,80 metros livres para peões

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Já houve “Nestflix”, agora é Pentulive: a nova febre é ver cães recém-nascidos em direto

2 milhões de pessoas vêem em directo o crescimento de 6 cachorros recém-nascidos, na Finlândia. Webcam funciona 24h/dia. Há quase um ano retratávamos aqui a “febre” que se estava a verificar na Austrália: ver falcões-peregrinos. Pequenos falcões, a comida que a mãe traz, as disputas entre os mais novos… A Nestflix. A transmissão em directo está sempre a passar. Sempre em directo, sempre no YouTube. E com direito a duas câmaras, uma virada para sul, outra para norte. Agora surge outra tendência de ver animais em directo, mas desta vez são 6 cães recém-nascidos na Finlândia. É o Pentulive (cachorros

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Nos Açores há uma pequena localidade onde se cultiva café e a explicação está no clima

Portugal não é propriamente conhecido como produtor de café, mas há um recanto do arquipélago dos Açores onde os cafezeiros encontraram condições para crescer. Trata-se da Fajã dos Vimes, na ilha de São Jorge, onde o grão é cultivado, colhido e transformado localmente, num caso pouco habitual no contexto europeu.

Segundo o portal do Turismo dos Açores, a explicação encontra-se no microclima existente em algumas fajãs de São Jorge. Estas condições permitiram desenvolver culturas agrícolas pouco comuns nesta latitude, entre as quais os cafezeiros da Fajã dos Vimes, cujo café é descrito pela entidade como tendo sabor e aroma intensos.

Arribas ajudam a criar um clima diferente

As fajãs são pequenas superfícies relativamente planas existentes junto ao mar, formadas por escoadas de lava ou pela acumulação de materiais provenientes de desabamentos. Em São Jorge existem mais de 40 e representam uma das características mais marcantes da paisagem da ilha.

No caso das fajãs formadas junto a grandes arribas, a própria configuração do terreno pode criar condições diferentes das que se encontram nas zonas altas. Um guia oficial do Visit Azores explica que estes locais ficam protegidos pelas falésias e apresentam frequentemente um clima mais ameno, favorável até ao cultivo de espécies de caráter mais tropical.

Café chega a ser produzido para consumo local

É precisamente isso que acontece na Fajã dos Vimes. As condições microclimáticas permitem manter plantações de café destinadas ao consumo local, uma particularidade que se tornou uma das imagens de marca deste ponto da costa sul de São Jorge.

Os grãos utilizados são colhidos na própria fajã. O portal do Turismo dos Açores considera mesmo estas plantações uma das “raridades agrícolas” proporcionadas pelo microclima e classifica a existência de cafezeiros neste território como um caso raro na Europa.

Solo fértil também ajuda a explicar o fenómeno

O clima não é a única característica favorável. A Fajã dos Vimes situa-se na costa sul de São Jorge, na freguesia da Ribeira Seca, concelho da Calheta, e apresenta terrenos descritos pelas entidades regionais como férteis e adequados a diferentes culturas agrícolas.

O portal ambiental SIARAM, dos Açores, refere especificamente a combinação de clima ameno e solo fértil, indicando o café entre as culturas existentes no local. Três linhas de água chegam ainda a esta fajã, onde existe também uma nascente de água mineral gaseificada.

Ilha tem mais de 40 fajãs junto ao mar

O cenário é muito diferente das grandes regiões produtoras de café associadas ao Brasil ou à Colômbia. São Jorge mede cerca de 54 quilómetros de comprimento e apenas 6,9 quilómetros na sua largura máxima, sendo atravessada por uma cordilheira central que contrasta com uma costa alta e recortada.

As fajãs aparecem junto à base dessas arribas e algumas têm acessos exclusivamente pedestres. Entre as mais conhecidas encontram-se a Caldeira de Santo Cristo, associada às amêijoas, a Fajã dos Cubres, com a sua lagoa, e a Fajã do Ouvidor, procurada pelas piscinas naturais.

Fajã dos Vimes guarda outra tradição

O café não é, contudo, a única particularidade deste pequeno território. Na Fajã dos Vimes mantém-se também a produção de colchas em antigos teares de madeira, tradição que continua associada ao artesanato de São Jorge.

É assim entre as arribas da costa sul açoriana, longe das regiões tropicais normalmente relacionadas com esta cultura, que os cafezeiros encontraram um pequeno espaço para prosperar. O abrigo proporcionado pelo relevo, um microclima mais ameno e os solos férteis ajudam a explicar por que razão na Fajã dos Vimes é possível colher e beber café produzido em território português.

Leia também: Há uma vila no Algarve onde os romanos já procuravam águas que consideravam “sagradas” há mais de 2.000 anos

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